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REGIMENTO INTERNO Vitória 2014

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REGIMENTO INTERNO

Vitória 2014

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REGIMENTO INTERNO

TÍTULO I – DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM

CIÊNCIAS DAS RELIGIÕES DA FACULDADE UNIDA DE VITÓRIA ... 3

Capítulo I – Disposições fundamentais ... 3

Capítulo II – Da administração interna do PPGCR-UNIDA ... 3

TÍTULO II – DO CURSO DE MESTRADO PROFISSIONAL EM CIÊNCIAS DAS RELIGIÕES DA UNIDA ... 4

Capítulo I – Dos objetivos e da coordenação... 4

Capítulo II – Da estrutura e modalidade dos cursos ... 5

Capítulo III – Da admissão ... 6

Capítulo IV – Da matrícula ... 7

Capítulo V – Da revalidação de créditos ... 8

Capítulo VI – Da recuperação de disciplinas ... 9

Capítulo VII – Da avaliação ... 9

Capítulo VIII – Do Trabalho de Conclusão do Curso ... 9

TÍTULO III – DISPOSIÇÕES GERAIS ... 13

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REGIMENTO INTERNO

(versão corrigida 22/10/2014)

TÍTULO I – DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM CIÊNCIAS DAS RELIGIÕES DA FACULDADE UNIDA DE VITÓRIA

Capítulo I – Disposições fundamentais

Art. 1º – O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências das Religiões da Faculdade Unida de Vitória (PPGCR-UNIDA), de caráter inter-religioso e não-confessional, visa à formação em nível de pós-graduação stricto sensu. Art. 2º – O PPGCR-UNIDA visa oferecer cursos de Mestrado Profissional, Mestrado

Acadêmico e Doutorado em Ciências das Religiões e promover pesquisa vinculada a suas áreas de concentração e linhas de pesquisa.

Capítulo II – Da administração interna do PPGCR-UNIDA

Art. 3º – A instância diretiva do PPGCR-UNIDA é a Coordenadoria de Pós-Graduação

Stricto Sensu (CPGSS), diretamente subordinada à Diretoria Geral da UNIDA

(DG).

§ 1º – A Coordenadoria de Pós-Graduação Stricto Sensu é composta pelo Coordenador de cada curso e por um representante do corpo docente do PPGCR-UNIDA, cujo conjunto forma o Conselho de Pós-Graduação (CPG).

§ 2º – Enquanto houver apenas um ou dois cursos credenciados no PPGCR-UNIDA, o CPG será complementado por docentes doutores do PPGCR-UNIDA, nomeados pela DG, de modo a que o CPG seja constituído por quatro representantes do corpo docente e um representante do corpo discente;

§ 3º – A Presidência do CPG será assumida por um de seus membros, e todos os membros terão com mandato de dois anos, renovável por outros dois anos. Art. 4º – São atribuições do CPG: I – cumprir e fazer cumprir o Regimento do

PPGCR-UNIDA; II – decidir sobre questões acadêmicas e administrativas de acordo com o Regimento do PPGCR-UNIDA e as diretrizes gerais da UNIDA; III – acompanhar e supervisionar as atividades das Coordenações de Curso, primando por resultados de excelência e em conformidade com os critérios de avaliação de cursos estabelecidos pela CAPES; IV – estabelecer o calendário acadêmico para os cursos de pós-graduação stricto sensu; V – homologar os resultados das bancas examinadoras de dissertações e teses; VI – aprovar e encaminhar aos órgãos competentes projetos de novos cursos ou áreas de concentração e linhas de pesquisa; VII – administrar as bolsas de estudo; VIII

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– elaborar planos e relatórios e encaminhá-los ao DG; IX – colaborar com os demais órgãos da UNIDA na esfera de sua competência; X – propor medidas de natureza acadêmica que visem à melhoria dos processos de pesquisa e de ensino-aprendizagem; XI – garantir o cumprimento da legislação e normas aplicáveis à Pós-Graduação.

Art. 5º – São atribuições do(s) Coordenador (es) de curso do PPGCR-UNIDA: I – cumprir e fazer cumprir as determinações do Regimento do PPGCR-UNIDA; II – administrar e acompanhar as rotinas de funcionamento do curso sob sua coordenação, a fim de garantir padrões de excelência, em conformidade com os critérios de avaliação de cursos pela CAPES; III – supervisionar os trabalhos de secretaria relativos aos PPGCR-UNIDA; IV – relatar à instância diretiva do PPGCR-UNIDA e à direção da UNIDA as atividades da Coordenação; V – avaliar o desempenho geral do curso e propor medidas cabíveis; V – assinar, juntamente com a DG, os diplomas emitidos.

Art. 6º – O CPG reúne-se, por convocação do seu Presidente ordinariamente a cada dois meses e extraordinariamente sempre que necessário.

§ 1º – Na convocação deve constar a ordem do dia.

§ 2º – Há quorum de votação quando estiverem presentes ao menos três membros do CPG.

§ 3º – Das reuniões do CPG serão lavradas atas.

TÍTULO II – DO CURSO DE MESTRADO PROFISSIONAL EM CIÊNCIAS DAS RELIGIÕES DA UNIDA

Capítulo I – Dos objetivos e da coordenação

Art. 7º – O Curso de Mestrado Profissional em Ciências das Religiões (MP) tem por finalidades: I – formar profissionais pós-graduados aptos a elaborar novos conhecimentos e processos no campo da respectiva área de concentração; II – qualificar e aperfeiçoar profissionais dentro de uma perspectiva de educação continuada; III – habilitar profissionais a atuar como multiplicadores/as e prestar assessoria no campo da respectiva área de concentração.

Art. 8º – O órgão responsável pela supervisão do MP é o CPGSS.

Art. 9º – A Coordenação do MP é feita por Coordenador nomeado pela DG.

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Capítulo II – Da estrutura e modalidade dos cursos

Art. 10 – A diretriz geral de pesquisa do MP subdivide-se em áreas de concentração que, por sua vez, se subdividem em linhas de pesquisa e disciplinas obrigatórias.

Art. 11 – O MP é oferecido em regime modular (períodos intensivos, previamente determinados) ou em regime semestral (em fins de semana).

Art. 12 – A estrutura acadêmica do MP compõe-se de: I – atividades formais, desenvolvidas na forma de disciplinas e/ou leituras supervisionadas; II – publicação de texto em periódico cadastrado no QUALIS-CAPES; III – participação certificada em quatro e apresentação certificada de comunicação oral em três eventos internos ou externos de Ciências das Religiões e áreas afins durante o período de integralização do curso; IV – atividades com vistas ao Trabalho de Conclusão do Curso, supervisionadas por docentes que integram o quadro de docentes do MP.

§ único – O não cumprimento de qualquer das atividades enumeradas no caput implica em não integralização do curso.

Art. 13 – As disciplinas e/ou leituras supervisionadas e as demais atividades da estrutura acadêmica do MP se expressam em unidades de crédito, com registro em Histórico Escolar.

§ 1º – Os créditos das disciplinas presenciais correspondem a 15 (quinze) horas-aulas e os créditos das demais atividades acadêmicas constituem unidade de registro de atividade para fins de integralização do curso.

§ 2º – As disciplinas presenciais serão oferecidas no formato de 1 (um) e 3 (três) créditos.

§ 3º – A avaliação das disciplinas é de responsabilidade do respectivo docente, sendo que a sua modalidade deve ser comunicada aos pós-graduandos no início da respectiva disciplina.

§ 4º – É obrigatória a frequência mínima de 75% em sala de aula, não havendo possibilidade de abono de faltas.

§ 5° – No caso de interrupção de frequência em disciplinas iniciadas de qualquer módulo e nos limites regimentais estabelecidos para esta modalidade de componente da estrutura acadêmica do curso, o pós-graduando poderá requerer transferência da disciplina sob risco de reprovação por falta para a modalidade de Leitura Supervisionada.

§ 6º – As Leituras Supervisionadas constituem atividades de leitura orientadas por

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titular de disciplina, as quais, excluindo-se a exigência de presença em classe, seguem os mesmos padrões das disciplinas presenciais, não podendo, todavia, ultrapassar o total de 6 (seis) créditos e devendo ser aprovadas, após análise de pertinência, pelo CPGSS.

§ 7° – Os itens curriculares “participação em eventos” e “apresentação de comunicação oral” constituem atividades registradas na forma de créditos. Cada participação certificada em evento corresponde a 0,5 (meio) crédito e a apresentação certificada de comunicação oral corresponde a 1 (um) crédito. O pós-graduando deverá participar de 4 (quatro) eventos e apresentar comunicação oral em 3 (três) eventos, constituindo o total da atividade de 5 (cinco) créditos. § 8° – O item curricular publicação de texto em periódico corresponde a 5 (cinco)

créditos.

§ 9º – O total de créditos para integralização do curso é assim distribuído: (a) 24 (vinte e quatro) créditos em disciplinas e/ou leituras supervisionadas; (b) 8 (oito) créditos em supervisão de pesquisa e trabalho de conclusão do curso; (c) 2 (dois) créditos em participação certificada em eventos e 3 (três) créditos em apresentação certificada de comunicação oral em eventos e (d) 5 (cinco) créditos de publicação de artigos em periódicos.

§ 10º – Considerando-se o ato de matrícula e a defesa pública da dissertação de mestrado, o prazo para o cumprimento de todas as exigências formais para a obtenção do grau de Mestre é de 18 (dezoito) a 24 (vinte e quatro) meses, podendo ser prorrogado, no máximo, por mais 6 (seis) meses.

Capítulo III – Da admissão

Art. 14 – A admissão de discentes regulares ao MP será feita através de um Exame de Seleção baseado nos seguintes elementos: I – análise do Pré-Projeto de Pesquisa, visando ao Trabalho de Conclusão do Curso; II – prova de conhecimentos, realizada de forma presencial ou à distância, na respectiva área de concentração; III – Prova de proficiência em uma língua estrangeira.

§ 1° – A prova de proficiência em língua estrangeira será eliminatória.

§ 2° – A nota mínima necessária para admissão ao MP é 7 (sete), sendo esta a média da nota obtida pela análise do Pré-Projeto de Pesquisa (com peso de 75%) e da nota da prova de conhecimentos (com peso de 25%).

Art. 15 – No ato da inscrição para o Exame de Seleção o candidato deverá apresentar os seguintes documentos: I – Declaração de leitura e concordância com o Regimento Interno do PPGCR-UNIDA; II – Pré-Projeto de Pesquisa, conforme modelo fornecido pela UNIDA; III – Currículo Lattes atualizado; IV – cópia da carteira de identidade e do CPF; IV – recibo da taxa de inscrição.

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Capítulo IV – Da matrícula

Art. 16 – Uma vez aprovado no Exame de Seleção, o estudante formalizará sua matrícula na Secretaria da UNIDA, no início de cada módulo, nas respectivas disciplinas e, no segundo, terceiro e quarto módulos, respectivamente, também em Supervisão de Pesquisa, de acordo com o período de matrícula fixado pelo MP.

§ 1º – No ato da matrícula o discente compromete-se formalmente a ter saldado ou saldar o débito integral assumido conforme contratado.

§ 2º – No ato da matrícula e no de suas seguintes renovações o discente deverá entregar o Currículo Lattes atualizado.

§ 3° – No ato das renovações de matrícula, durante toda a vigência do curso, o

Currículo Lattes entregue deverá estar acompanhado de cópia de todos os

produtos produzidos e cadastrados no currículo desde o início do curso ou desde a última atualização, para o caso das terceira e quarta renovações de matrícula, inclusive no caso de prorrogação de prazo.

Art. 17 – Será facultado ao pós-graduando requerer em caráter excepcional o trancamento de matrícula, mediante requerimento ao CPG.

§ 1° – O efeito do trancamento de matrícula vincula-se à data do requerimento formal de trancamento de matrícula e somente se aplicarão as implicações do trancamento de matrícula se e após deferido pelo CPG;

§ 2° – O requerimento de trancamento de matrícula deve detalhar as razões pelas quais o pleito é apresentado e cabe ao CPG avaliar a conveniência ou não do Programa em deferir ou não o pedido;

§ 3º – O indeferimento do requerimento de trancamento de matrícula deve ser informado ao requerente, que poderá recorrer a instâncias superiores da UNIDA.

§ 4° – O trancamento de matrícula será, quando autorizado pelo CPG, válido por somente seis meses, consecutivos ou não, sem possibilidade de prorrogação; § 5° – Não será permitido trancamento de curso no primeiro ano;

§ 6° – Durante o período em que estiver com matrícula trancada, o pós-graduando não poderá efetuar pagamentos de mensalidades e não receberá orientação presencial ou à distância por parte de orientador designado.

§ 7°– Terminado o semestre de trancamento, o estudante deve necessariamente reabrir matrícula; caso não o faça, considera-se desistência de curso.

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Art. 18 – Será considerado desistente o candidato ou classificado no Exame de Seleção que: a) não comparecer para efetivação da matrícula até o início do primeiro módulo ou semestre letivo imediatamente após o exame em que foi aprovado, caso em que poderá ser chamado para sua substituição o próximo candidato aprovado que não tenha sido classificado e que compõe banco de aprovados não classificados; b) não efetivar a renovação da matrícula por duas vezes consecutivas, com ou sem justificativa; c) não cumprir com todas as exigências burocráticas e acadêmicas após terem expirados os prazos previstos; d) tendo deferido seu requerimento de trancamento de matrícula, não proceder à respectiva reabertura no semestre seguinte.

Art. 19 – O número de vagas abertas semestralmente à admissão de candidatos será fixado pelo CPGSS, conforme as exigências legais.

§ 1º – Serão admitidos os candidatos que obtiverem a nota mais alta no Processo Seletivo, desde que aprovados com a nota mínima.

§ 2º – Serão considerados suplentes e comporão banco de aprovados não classificados todos os candidatos que, embora aprovados, excedam o número de vagas abertas para o respectivo Processo Seletivo.

§ 3° – Com base em decisão do CPG, obedecendo a ordem de classificação, poderão ser admitidos suplentes para preenchimento de vagas não preenchidas por desistência de candidatos aprovados e eventuais vagas ociosas.

Capítulo V – Da revalidação de créditos

Art. 20 – Para integralização dos créditos previstos no art. 12 podem ser revalidados, a critério do CPGSS, créditos obtidos exclusivamente em cursos de Mestrado ou Doutorado de outras instituições de ensino superior, devendo os interessados apresentar os seguintes documentos: I – certidão original da respectiva instituição, atestando a frequência ao curso ou disciplina e o conceito atribuído ao pós-graduando; II – cópia do programa oficial, autenticada pela respectiva instituição, do curso ou disciplina frequentada pelo pós-graduando, em que conste também a titulação do professor responsável; III – declaração da instituição de origem, indicando a carga horária efetivamente cumprida pelo pós-graduando e fazendo distinção entre aulas, seminários e atividades programadas.

§ 1º – Desde que autorizado pelo CPGSS e sejam os conteúdos estritamente compatíveis, todas as disciplinas presenciais obrigatórias podem ser revalidadas, não sendo, todavia possível requerer revalidação de artigos já publicados e/ou participação e apresentação de comunicação em eventos acadêmicos.

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§ 2º – Podem ser revalidados créditos realizados há não mais de cinco anos em outros Programas de Pós-Graduação stricto sensu reconhecidos pela CAPES.

§ 3º – Se a solicitação de revalidação de créditos cursados fora do PPGCR-UNIDA acontecer depois da admissão do pós-graduando no Mestrado, ela será avaliada somente no semestre subsequente mediante quitação financeira dos créditos. § 4º – A revalidação de créditos não implicará em isenção de pagamento, não incidindo

qualquer coeficiente de proporcionalidade em razão de créditos revalidados.

Capítulo VI – Da recuperação de disciplinas

Art. 21 – Para integralização de créditos, as disciplinas que não foram cursadas nos módulos como oferecidos pelo cronograma do MP, podem ser recuperadas por meio das seguintes modalidades: I – Frequência em disciplina no PPGCR-UNIDA que ofereça conteúdo igual ou semelhante à que será recuperada; II – Por meio de Leitura Supervisionada.

§ 1º – O número de créditos recuperados por meio de Leitura Supervisionada não poderá ultrapassar a 6 (seis) créditos do total previsto no art. 12.

§ 2º – A modalidade de recuperação deverá ser acompanhada pelo docente responsável pela disciplina a ser recuperada ou, alternativamente, pelo orientador designado.

Capítulo VII – Da avaliação

Art. 22 – No âmbito das disciplinas presenciais obrigatórias e/ou Leituras Supervisionadas, a avaliação do pós-graduando se expressa mediante os seguintes conceitos: A = Excelente, B = Bom, C = Regular, D = Insatisfatório. § 1º – Os conceitos A, B e C significam aprovação, dando direito aos créditos

correspondentes;

§ 2º – O conceito D significa reprovação e não dá direito a créditos;

Capítulo VIII – Do Trabalho de Conclusão do Curso

Art. 23 – O Trabalho de Conclusão do Curso (TCC) consiste em uma investigação descritiva, exploratória ou experimental dentro da respectiva área de concentração, conforme regulamentação da CAPES.

§ 1º – O TCC deverá ser escrito em língua portuguesa ou espanhola, contendo em anexo

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um resumo em língua estrangeira pertinente.

§ 2º – Por solicitação do orientador e a critério do CPGSS poderá ser aceito, em casos excepcionais, TCC em outra língua estrangeira.

§ 3º – O TCC deverá ter um mínimo de 60 (sessenta) e um máximo de 120 (cento e vinte) páginas, considerando-se a Introdução, os capítulos propriamente ditos e a Conclusão, devendo os casos excepcionais exclusivamente para trabalhos com dimensões além de 120 páginas, mas não inferiores a 60, ser autorizados pelo orientador designado em consulta formal ao CPGSS.

§ 4º – O TCC será orientado por docente do PPGCR-UNIDA indicado pelo CPGSS. § 5º – No período do terceiro Módulo será realizado Exame de Qualificação, mediante a

entrega de pelo menos dois capítulos do TCC, com avaliação por escrito de dois docentes da Unida.

§ 6° – Não poderá solicitar agendamento de banca de defesa o pós-graduando que não for aprovado em exame de qualificação.

§ 7° – O exame de qualificação consistirá no apontamento de problemas de ordem formal e material que constituiriam obstáculos ou à aprovação ou má avaliação do trabalho em eventual banca de qualificação, devendo-se fazer constar, explicitamente, todos os itens que devem ser corrigidos sob a supervisão do orientador.

§ 8° – Cabe ao docente designado pela Coordenação para o Exame de Qualificação redigir Parecer por escrito, registrando todas as observações que julgar pertinentes, distribuídas nas rubricas Pontos Fortes e Pontos Fracos, especificando o que considera imprescindível corrigir, bem como registrando apontamentos gerais no sentido de, para além da avaliação em si, dialogar com o pós-graduando.

§ 9° – Cabe ao orientador designado desenvolver rotinas de controle das atividades de produção de seus orientandos, particularmente quanto ao cumprimento de prazos, atentando para o cronograma de produção: I – no primeiro módulo, início da orientação; II – no segundo módulo, participação e apresentação de comunicação oral em evento; III – no terceiro módulo, participação e apresentação de comunicação em evento e Exame de Qualificação; IV – entre o terceiro e o quarto módulo, com limite até o fim do período de 24 meses a contar da matrícula, publicação de texto em periódico QUALIS-CAPES; V – no quarto módulo, participação e apresentação de comunicação oral em evento e VI – instalação de banca de defesa de Mestrado.

Art. 24 – A elaboração do TCC será feita paralelamente à oferta de disciplinas e nos intervalos entre os respectivos períodos letivos (módulos ou semestres), com a supervisão do respectivo orientador, que acompanhará todo o processo de

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pesquisa prioritariamente à distância por meio de mecanismos de comunicação online, e-mail, rede social ou ferramentas equivalentes.

§ 1º – A não entrega do TCC no prazo configura desistência do Mestrado.

§ 2º – Antes do término do prazo, o pós-graduando poderá, por meio de requerimento, pedir prorrogação de prazo de um a seis meses, implicando, independentemente de valores contratuais regulares ainda vigentes, no pagamento de mensalidade de valor estabelecido pela UNIDA até a conclusão do prazo eventualmente deferido.

§ 3° – A orientação deve se dar com base em textos produzidos pelo pós-graduando, para a resposta ao envio dos quais não deve o orientador gastar mais do que 15 dias, para remessa de seções ou capítulos, e não mais do que 30 dias, para remessa de dissertação completa.

§ 4° – O orientador deve trabalhar no sentido de ajudar o pós-graduando a cumprir rigorosamente os prazos regimentais, com cuidado especial para o Exame de Qualificação, uma vez que o cumprimento dessa atividade no prazo permite em tese o cumprimento, igualmente no prazo, de todos os demais itens das atividades acadêmicas obrigatórias.

Art. 25 – Aprovado no Exame de Qualificação, concluído o TCC e obtida a autorização do respectivo orientador, o candidato poderá requerer a defesa pública, apresentando à Secretaria Acadêmica três exemplares da versão final impressos e encadernados em espiral e uma versão em Word.

§ único – Para garantir tempo hábil de leitura do TCC por parte dos examinadores, a banca de defesa deverá ser instalada pelo menos 30 (trinta) dias a contar da data da entrega aos membros indicados da versão encadernada, ressalvados casos excepcionais.

Art. 26 – A defesa do TCC ocorrerá em sessão pública, perante uma banca examinadora composta de três membros.

§ 1º – A banca examinadora será organizada em conjunto pelo orientador-presidente e pela Coordenação do MP.

§ 2° – A presidência da banca será exercida pelo orientador.

§ 3º – Dos 3 (três) membros que comporão a banca, 2 (dois) deverão ser portadores de título de doutorado; o terceiro membro da banca poderá ser: a) portador de título de doutorado, b) doutorando docente no PPGCR-UNIDA ou c) em casos de excepcional vantagem de sua presença em lugar de um professor portador de título de doutor ou de um professor doutorando no PPGCR-UNIDA, profissional da área de concentração em que o TCC foi elaborado.

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§ 4° – Para a sua composição, sem prejuízo do estabelecido no § 2 e com base em lista com o nome de todos os professores do PPGCR-UNIDA, a secretaria do Mestrado informará ao presidente-orientador o nome do docente do PPGCR-UNIDA que comporá a banca junto com o próprio presidente-orientador e o terceiro membro escolhido por este.

§ 5° – Quando for tecnicamente recomendada a alteração de membro de indicação automática do PPGCR-UNIDA, o presidente-orientador pode requerer a alteração da ordem alfabética da lista de professores, cabendo à Coordenação do MP a operação do procedimento. Nesse caso, o professor que, não sendo sua vez, assumiu a vaga do PPGCR-UNIDA na banca, retorna para o fim da lista de indicações.

§ 6º – Na hipótese de ausência de um dos seus componentes, pode-se instalar a banca com dois membros, desde que se conte com o Parecer do membro ausente; Art. 27 – O TCC será avaliado com os conceitos: A, B, C ou D. I – O conceito A

corresponde a trabalho aprovado sem nenhuma correção necessária. II – O conceito B corresponde a trabalho aprovado com necessidade expressa de correção de forma e/ou redação. III – O conceito C corresponde a trabalho aprovado com necessidade expressa de correção de conteúdo, havendo ou não também necessidade de correções de ordem formal, ligada à metodologia, e/ou redação. IV – O conceito D será aplicado a trabalho considerado reprovado. § 1° – O pós-graduando terá 30 (trinta) dias para apresentar a versão corrigida, cabendo

ao orientador a responsabilidade de verificar o cumprimento do termo de compromisso.

§ 2° – A necessidade de correções que impliquem nos conceitos B e C serão consignadas em formulário próprio durante a instalação da banca e será colhida ciência do pós-graduando quanto a sua imposição e prazo, sendo razão para caracterização de desistência do curso o não atendimento no prazo de 30 (trinta) dias das correções impostas.

§ 3 – A secretaria da UNIDA somente ingressará com o processo de registro do DIPLOMA na Universidade Federal do Espírito Santo após terem sido cumpridas as exigências formais de revisão e entrega dos exemplares à Secretaria.

§ 4 – Sob pena de reprovação imediata do pós-graduando, a dissertação de Mestrado não pode conter inexistência e/ou inexatidão de referência de fonte consultada, devendo o pós-graduando inserir em nota de rodapé todas as referências bibliográficas citadas por meio de discurso direto – entre aspas ou em recuo – ou indireto – com as próprias palavras. Considere-se inexatidão de fonte a referência a obra ou autor não responsável pelo discurso citado e considere-se inexistência de referência mais de cinco palavras na mesma ordem que a identificada em literatura pertinente sem o devido crédito.

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Art. 28 – O prazo regular para o cumprimento de todas as exigências formais para a obtenção do grau de Mestre em Ciências das Religiões é de 24 (vinte e quatro) meses, considerando-se a necessidade de integralização dos créditos em disciplinas presenciais obrigatórias como condição para instalação da banca como evento de encerramento do processo, a despeito da tramitação burocrática decorrente.

§ 1° – Aprovada a versão final, a dissertação será certificada e devolvida ao pós-graduando para as providências finais de inserção da ficha catalográfica, da folha de assinaturas e encadernamento, procedimentos a serem orientados pela biblioteca e pela secretaria.

§ 2° – Deverão ser entregues 2 (duas) cópias impressas da versão definitiva do TCC, em capa dura, na cor preta, com gravação em dourado, juntamente com uma cópia digital, que deverá ser disponibilizada online.

TÍTULO III – DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 29 – Os casos omissos neste Regimento Interno serão resolvidos pelo CPGSS ou, em grau de recurso, às instâncias hierárquicas superiores da UNIDA.

Art. 30 – Aprovado pelas instâncias decisórias da UNIDA, o presente Regimento Interno entra em vigor em setembro de 2014.

Referências

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