• Nenhum resultado encontrado

COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO"

Copied!
12
0
0

Texto

(1)

COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Expectativas

Inflação

Fonte: Focus BCB

Maiores prêmios no mercado de juros

As incertezas acerca dos caminhos a serem tomados pela reforma tributária nos EUA, mais especificadamente com a maior probabilidade de que os efeitos sejam mais amenos, fez com que o dólar perdesse força no mercado de câmbio internacional. Já o rendimento das T-notes de 10 anos voltou a subir (0,06 p.p.), fechando em 2,40% a.a.. A moeda norte-americana depreciou-se em 0,9% em relação ao real. Com variação inferior às expectativas de mercado, o IPCA de outubro mostrou uma alta de 0,42%, acumulando 2,70% em 12 meses. As projeções no boletim Focus aumentaram, indicando que a inflação de 2017 acabe em 3,09%. Com retração de 0,06 p.p., a taxa real de juros ex-ante fechou em 2,97% a.a.. Contudo, é perceptível a deterioração na percepção de risco na estrutura a termo da NTN-B. Outro indicativo negativo de elevação de prêmios refere-se à tendência crescente do diferencial entre as taxas de juros de um e três anos, ainda que na semana houvesse uma queda de 0,03 p.p. O índice de atividade do comércio, elaborado pela Serasa, fechou outubro com uma alta de 0,8%. No acumulado do ano, somente o grupo de supermercados apresenta crescimento (0,4%). Por fim, com uma alta de 28,8% no acumulado em 12 meses, a produção de veículos segue calcada na produção para o mercado externo.

O boletim Focus indicou novos aumentos nas medianas das projeções do IPCA. Por causa da evolução dos preços administrados, a de novembro elevou-se de 0,38% para 0,45%. Já a de dezembro mostrou uma alta de 0,01 p.p. para 0,45%. Assim, espera-se uma inflação de 3,09% em 2017. Com uma elevação de 0,02 p.p., a expectativa para 2018 é de 4,04%. Em linha, a inflação esperada para os próximos 12 meses cresceu 0,03 p.p. para 4,04%. Com uma alta mais intensa e incorporando os prêmios de risco (0,14 p.p.), a inflação implícita em 12 meses na negociação de títulos públicos encerrou em 4,68%. Por fim, a projeção da taxa de Selic para o final de 2017 e 2018 é de 7,00% e a taxa de câmbio para dez/17 é de R$ 3,20.

Fonte: Focus BCB

Fonte: Ambima

Informativo Assessoria Econômica 03 a 10 de novembro de 2017| www.abbc.org.br

10/11/2017 Há 1 semana Há 4 semanas Nov 0,41 0,38 0,35 Dez 0,45 0,44 0,45 2017 3,09 3,08 3,00 2018 4,04 4,02 4,02 IPCA (%) Mediana - agregado 4,04% 3,7% 3,9% 4,1% 4,3% 4,5% 4,7% mai/17 jun /17 ju l/17 ag o /17 se t/17 o u t/1 7 n o v/17

IPCA

Próximos 12 meses 4,68% 3,0% 3,2% 3,4% 3,6% 3,8% 4,0% 4,2% 4,4% 4,6% 4,8% 5,0% mai/17 jun /17 ju l/17 ag o /17 se t/17 o u t/17 n o v/17

Inflação Implícita

Em 12 meses

(2)

Fonte: B3

Taxa de Juros

Fonte: B3

A estrutura a termo da taxa de juros apresentou pouca variação em relação à semana anterior. Com uma retração de 0,03 p.p., a taxa de juros do swap DI prefixado em 360 dias encerrou em 7,13% a.a.. Essa queda combinada com o aumento da inflação esperada para os próximos 12 meses reduziu a taxa real de juros ex-ante de 3,03% para 2,97% a.a.. No sentindo oposto, a taxa de juros real calculada com base nos preços da NTN-B para o prazo de 12 anos mostrou uma elevação de 0,01 p.p. na semana, fechando em 5,34% a.a.. Contudo, é notável a deterioração na percepção de risco, fazendo que essa cotação encontrasse o maior patamar desde 25/07/17. Outro indicativo negativo de elevação de prêmios refere-se à tendência crescente do diferencial entre as taxas de juros de um e três anos. Na semana, contudo, houve uma contração de 0,03 p.p. para 2,09 p.p..

COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: B3

Informativo Assessoria Econômica 03 a 10 de novembro de 2017| www.abbc.org.br

2,97% 2,9% 3,4% 3,9% 4,4% 4,9% 5,4% mai/17 jun /17 ju l/17 ag o /17 se t/17 o u t/17 n o v/17 a.a.

Taxa Real de Juros

Ex- ante 2,09% 0,5% 0,7% 0,9% 1,1% 1,3% 1,5% 1,7% 1,9% 2,1% mai-17 jun -17 ju l-17 ag o -17 se t-17 o u t-1 7 n o v-17

Spread da taxa de juros

Diferença entre as taxas de 1 e 3 anos

5,34% 4,8% 5,0% 5,2% 5,4% 5,6% 5,8% 6,0% mai-17 jun -17 ju l-17 ag o -17 se t-17 o u t-17 n o v-17

NTN-B Juros real

Vencimento de 12 anos a.a.

(3)

Fonte: Bloomberg

Câmbio

Fonte: J.P. Morgan

Na semana, o dólar perdeu força no mercado de câmbio internacional, o Dollar Index caiu 0,6% no período, encerrando em 94,4 pts. A moeda norte-americana fechou com uma queda de 0,9% em relação ao real, cotado a R$ 3,28. Esse movimento superou o obtido pelo índice que mede o desempenho de uma cesta de países emergentes, que apresentou uma ligeira alta de 0,1% na semana, totalizando 68,0 pts.

COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: Bloomberg

*Cesta de Moedas:

Lira turca, Rublo russo, Rand sul-africano, Florim húngaro, Real, Peso mexicano, Peso chileno, Reminbi chinês, Rupia indiana e Dólar de Singapura.

Informativo Assessoria Econômica 03 a 10 de novembro de 2017| www.abbc.org.br

3,28 3,1 3,2 3,3 3,4 m ai/17 ju n /17 ju l/17 ag o /17 se t/17 o u t/17 no v/1 7

Real/US$

94,4 90 92 94 96 98 100 m ai/17 ju n /17 ju l/17 ag o /17 se t/17 o u t/17 no v/1 7

Dollar Index

68,0 67 68 69 70 71 72 mai/17 jun /17 ju l/17 ag o /17 se t/17 o u t/1 7 n o v/17

Índice Emergentes*

(4)

Fonte: Federal Reserve

Fonte: Bloomberg

Aversão ao Risco

Na semana, mesmo com a queda do dólar em relação às moedas emergentes houve um ligeiro aumento da aversão ao risco. Com isso, o prêmio do risco soberano do Brasil (CDS) para cinco anos exibiu uma alta de seis pontos para 180 pontos. Ainda na esteira dos caminhos prováveis da reforma norte-americana, o rendimento das

T-Notes de 10 anos recuperou-se no final da

semana com uma elevação de 0,06 p.p. no período, encerrando em 2,40% a.a..

A cotação do Petróleo tipo Brent se estabilizou em R$ 63,52 após os desdobramentos políticos na Arábia Saudita. Ainda assim, a commodity encerrou a semana com uma valorização de 2,3%.

COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: Bloomberg

Informativo Assessoria Econômica 03 a 10 de novembro de 2017| www.abbc.org.br

2,40 2,00 2,05 2,10 2,15 2,20 2,25 2,30 2,35 2,40 2,45 2,50 mai-17 mai-17 jun -17 ju l-17 ag o -17 ag o -17 se t-17 o u t-17 o u t-17

T-Note 10 anos

63,52 45 50 55 60 65 mai/17 jun /17 ju l/17 ag o /17 se t/17 o u t/17 n o v/17

Petróleo

Brent última cotação US$

País 10/11/2017 Semana Mês 12 meses

Brasil

180

6 -2 -125

Reino Unido

22

-1 -2 -14

França

18

0 -2 -15

Espanha

71

10 3 -3

África do Sul

208

18 37 -35

Chile

54

3 -2 -48

México

111

3 -4 -70

Rússia

140

6 10 -92

Quadro Comparativo CDS

Variação em pontos-base

(5)

COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

A inflação medida pelo IPCA acelerou de 0,16% em setembro para 0,42% em outubro. Apesar de que a variação superasse a observada no mesmo período de 2016 (0,26%), a taxa foi menor do que a mediana das projeções de mercado (0,48%). No mês, destaque para a alta de 1,33% no grupo Habitação. Pesou para isso as altas de 4,49% no preço do gás de botijão e de 3,28% na cobrança de energia elétrica, decorrente do uso da bandeira vermelha 2, a qual cobra R$ 5,00 a cada 100 Kwh consumidos. Vale ressaltar a elevação de 0,71% no grupo Vestuário. Já alimentação e bebidas voltou a apresentar deflação (-0,05%). O indicador acumula um crescimento de 2,21% no ano, bem abaixo do 5,78% verificado no mesmo período do ano anterior e, também, do piso da meta de 4,5% com tolerância de 1,5 p.p. (3,0%). Em 12 meses, a variação do IPCA acelerou de 2,6% em setembro para 2,7%. Na abertura, destaque para os preços comercializáveis (com peso de 34,2% do total) com deflação de 0,5%. Por outro lado, os não comercializáveis fecharam com um crescimento de 3,1%.

Fonte: IBGE

Fonte: IBGE Fonte: IBGE

IPCA – out/17

Informativo Assessoria Econômica 03 a 10 de novembro de 2017| www.abbc.org.br

0,42% -0,05% 1,33% -0,39% 0,71% 0,49% 0,52% 0,32% 0,06% 0,40% 0,16% -0,41% -0,12% 0,13% 0,28% 0,79% 0,32% 0,56% 0,04% 0,50% Geral Alimentação e Bebidas Habitação Artigos de Residência Vestuário Transporte Saúde e Cuidados Pessoais Despesas Pessoais Educação Comunicação

Variação mensal

Por grupo set/17 out/17 -0,5% 3,1% 2,7% -2% 0% 2% 4% 6% 8% 10% 12% o u t-15 d e z-15 fev-16 ab r-16 ju n -16 ag o -16 o u t-16 d e z-16 fev-17 ab r-17 ju n -17 ag o -17 o u t-17

Evolução em 12 meses

Comercializáveis Não comercializáveis IPCA 5,05% 8,53% 5,78% 2,21% 2014 2015 2016 2017

Variação acumulada

(jan-out)

(6)

COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Em outubro, a alta do IGP-DI desacelerou de 0,62% para 0,10%. No mês, favoreceu a deflação de 0,03% no Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que por sua vez contou com a contração de 1,9% dos preços de matérias primas brutas. Por outro lado, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) cresceu 0,33%, impactada principalmente pelo grupo Habitação (0,70%), fruto da alta de 3,37% do item tarifa de eletricidade residencial. Na mesma direção, o Índice Nacional da Construção Civil (INCC) teve uma elevação de 0,31% em outubro. Nesse caso, o principal impacto foi do índice relativo à Materiais, equipamentos e serviços com crescimento de 0,67% uma vez que o custo da Mão de obra ficou praticamente estável (0,01%). Na comparação anual, o IGP-DI continua com deflação, recuando de -1,0% para -1,1%. Na abertura, o IPA se mantém em campo negativo (-3,5%), enquanto o IPC fechou com alta de 3,2% e o INCC com 4,4%.

Fonte: FGV

Fonte: FGV Fonte: FGV

IGP-DI – out/17

Informativo Assessoria Econômica 03 a 10 de novembro de 2017| www.abbc.org.br

0,10% -0,03% 0,33% 0,31% 0,62% 0,97% -0,02% 0,06% IGP-DI IPA IPC INCC

Variação mensal

set/17 out/17 0,3% 1,4% 1,3% 0,3% 1,2% -1,9% BENS FINAIS BENS INTERMEDIÁRIOS MATÉRIAS PRIMAS BRUTAS

IPA-EP

Variação mensal out/17 set/17 -1,1% -2% 0% 2% 4% 6% 8% 10% 12% 14% o u t/14 fev/15 jun /15 o u t/15 fev/16 jun /16 o u t/16 fev/17 jun /17 o u t/17

Evolução anual

(7)

COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Em outubro, o indicador de atividade do comércio, elaborado pela Serasa Experian, teve uma alta de 0,8% ante 1,1% no mês anterior, na série livre de influências sazonais. Essa foi a terceira elevação seguida. As vendas do mês foram favorecidas pelo dia das crianças, aumento de renda real e queda do desemprego. No mês, somente o grupo de Móveis, eletrodomésticos, eletroeletrônicos e informática teve crescimento (6,4%), sendo que os demais apresentaram contração, com destaque para Combustíveis e lubrificantes com queda de 4,2%. No acumulado do ano, o único grupo com crescimento foi o dos Supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas com crescimento (0,4%), beneficiando-se da deflação de alimentos e bebidas. Já os demais tiveram contrações, em especial, o de Material de construção (-14,8%). Considerando a variação acumulada em 12 meses, o indicador segue diminuindo o ritmo de queda, saindo de -1,2% em setembro para -0,3%.

Fonte: Serasa Experian

Fonte: Serasa Experian Fonte: Serasa Experian

Atividade do Comércio – out/17

Informativo Assessoria Econômica 03 a 10 de novembro de 2017| www.abbc.org.br

0,4% -10,3% -9,2% -8,6% -11,7% -14,8% 0,3% Supermerca-dos, Hipermerca-dos,… Móveis, Eletrodomés-ticos, Eletroeletrô-nicos… Combustíveis e Lubrificantes Veículos, Motos e Peças

Tecidos, Vestuário, Calçados e Acessórios Material de Construção Geral

Variação no ano

jan-out17/jan-out16 1,1% 4,3% 1,2% 1,2% 0,4% 3,3% 1,1% -2,3% 6,4% -4,2% -1,9% -0,8% -1,8% 0,8% Supermerca-dos, Hipermerca-dos, Alimentos… Móveis, Eletrodomés-ticos, Eletroeletrô-nicos e… Combustíveis e Lubrificantes

Veículos, Motos e Peças Tecidos, Vestuário, Calçados

e Acessórios Material de Construção

Geral

Variação mensal

Com ajustes sazonal out/17

set/17 -0,3% -10% -5% 1% 6% 11% 16% o u t/08 ab r/ 09 o u t/09 ab r/ 10 o u t/10 ab r/ 11 o u t/11 ab r/ 12 o u t/12 ab r/ 13 o u t/13 ab r/ 14 o u t/14 ab r/ 15 o u t/15 ab r/ 16 o u t/16 ab r/ 17 o u t/1 7

Acumulada em 12 meses

(8)

COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Em outubro, foram produzidos 254,7 mil veículos, conforme a divulgação da ANFAVEA. Na série com ajuste sazonal, apresentou uma queda de 2,3% ante um crescimento de 5,6% no mês anterior. O resultado rompeu a sequência de três altas consecutivas. A variação acumulada em 12 meses acelerou de 23,7% em setembro para 28,8%. A recuperação do setor segue calcada na produção para o mercado externo. De acordo a FENABRE, as vendas acumuladas em 12 meses seguem com variação anual negativa (-3,1%), embora com queda do ritmo de contração. Já as exportações acumuladas em 12 meses, divulgadas pela ANFAVEA, mostraram um excepcional crescimento de 54,3% a.a. no mês, chegando a 28,0% de participação no total produzido. Esse ganho de representatividade ocorre desde janeiro de 2015, fruto do desaquecimento do mercado interno e de novos acordos comerciais no setor.

Fonte: ANFAVEA

Veículos – out/17

Fonte: ANFAVEA Fonte: ANFAVEA/FENABRAVE

Informativo Assessoria Econômica 03 a 10 de novembro de 2017| www.abbc.org.br

-1,9% 18,2% 15,3% -13,3% 8,2% -6,0%-6,0% 18,5% -5,5% 1,2% 4,3%5,6% -2,3% o u t/16 n o v/16 d e z/16

jan/17 fev/17 mar/17 abr/

17 mai/17 jun /17 ju l/17 ag o /17 se t/1 7 o u t/17

Variação mensal

Série com ajuste sazonal

28,8% -3,1% -30% -20% -10% 0% 10% 20% 30% o u t/14 jan /15 ab r/ 15 jul /15 o u t/15 jan /16 ab r/ 16 jul /16 o u t/16 jan /17 ab r/ 17 jul /17 o u t/1 7

Evolução anual

Acumulado em 12 meses Produção Vendas 28,0% 10% 12% 14% 16% 18% 20% 22% 24% 26% 28% 30% o u t/14 jan /15 ab r/ 15 ju l/15 o u t/15 jan /16 ab r/ 16 ju l/16 o u t/1 6 jan /17 ab r/ 17 ju l/17 o u t/1 7

Participação das exportações

(9)

COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

O saldo comercial fechou outubro superavitário em US$ 3,2 bilhões, decorrente de US$ 16,0 bilhões de exportações e US$ 12,8 bilhões de importações. Com isso, totalizou US$ 56,5 bilhões em 12 meses. Com compras de US$ 41,6 bilhões e vendas de US$ 40,8 bilhões, o saldo financeiro ficou positivo em US$ 0,8 bilhão em outubro. Contudo, no acumulado em 12 meses segue deficitário (US$ 43,2 bilhões). Dessa forma, o saldo total acumulado em 12 meses terminou com um superávit de US$ 13,3 bilhões contra um déficit de US$ 5,2 bilhões no mesmo período de 2016.

A posição dos bancos permanece vendida em US$ 13,2 bilhões em outubro. O montante é 22,3% menor que no mês anterior e 51,6% abaixo do observado em outubro passado.

Fonte: BCB

Movimento do Câmbio – out/17

Fonte: BCB Fonte: BCB

Informativo Assessoria Econômica 03 a 10 de novembro de 2017| www.abbc.org.br

- 13 - 40 - 35 - 30 - 25 - 20 - 15 - 10 - 5 -o u t-15 jan -16 ab r-16 ju l-16 o u t-16 jan -17 ab r-17 ju l-17 o u t-1 7

Posição dos bancos

Em US$ bilhões 56,5 20 25 30 35 40 45 50 55 60 d e z-15 fev-16 ab r-16 jun -16 ag o -16 o u t-1 6 d e z-16 fev-17 ab r-17 jun -17 ag o -17 o u t-17

Saldo Comercial

Acumulado em 12 meses - em US$ bilhões

-43,2 - 60 - 50 - 40 - 30 - 20 - 10 d e z-15 fev-16 ab r-16 ju n -16 ag o -16 o u t-16 d e z-16 fev-17 ab r-17 ju n -17 ag o -17 o u t-17

Saldo Financeiro

(10)

COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

O saldo da caderneta de poupança apresentou uma retirada líquida de R$ 2,0 bilhões no mês de outubro, após cinco meses seguidos com captação líquida. O resultado é decorrente de R$ 175,1 bilhões de saques e R$ 173,1 bilhões de depósitos, com altas marginais de 0,3% e 3,7%, respectivamente. Alguns fatores podem ajudar a explicar esse comportamento: (i) o fim dos saques das contas inativas do FGTS; (ii) o dia das crianças que elevaria os gastos no mês; e (iii) a perda de atratividade da caderneta de poupança com o acionamento da regra que determina o rendimento da poupança ao equivalente a 70% da taxa básica caso a Selic esteja abaixo de 8,5% a.a., em vez de 0,5% a.m..

Fonte: BCB

Poupança – out/17

Fonte: BCB Fonte: BCB

Informativo Assessoria Econômica 03 a 10 de novembro de 2017| www.abbc.org.br

-2,7 1,9 10,7 -10,7 -1,7 -5,0 -1,3 0,3 6,1 2,3 2,1 3,7 -2,0 o u t/16 n o v/16 d e z/16

jan/17 fev/17 mar/17 abr/

17 mai/17 jun /17 ju l/17 ag o /17 se t/17 o u t/17

Captação Líquida

(SBPE* + RURAL - R$ Bilhões)

173 175 140 150 160 170 180 190 200 o u t/15 d e z/15 fev/16 abr/ 16 ju n /16 ag o /16 o u t/16 d e z/16 fev/17 abr/ 17 ju n /17 ag o /17 o u t/17

Evolução

(SBPE + RURAL - R$ Bilhões)

Depósitos Retiradas 0,47% 0,40% 0,45% 0,50% 0,55% 0,60% 0,65% 0,70% 0,75% 0,80% o u t-15 jan -16 ab r-16 ju l-16 o u t-16 jan -17 ab r-17 ju l-17 o u t-17

Remuneração**

(a.m.)

*SBPE - Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo

**Remuneração Poupança: 0,5% a.m. + TR caso Selic > 8,5% a.a. Selic*0,7 caso Selic < 8,5% a.a.

(11)

COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Em outubro, a Pesquisa de Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) apontou diminuições na margem dos percentuais de famílias com dívidas em atraso (de 26,5% para 26,0%) e de famílias sem condições para honrar suas dívidas (de 10,9% para 10,1%. Já o percentual de famílias endividadas cresceu 0,1 p.p. no mês para 61,8%. Na comparação com o mesmo período de 2016, os três grupos apresentaram elevações, com destaque para Endividados com uma alta de 2,0 p.p.. A média móvel de seis meses do percentual de famílias que não terão condições de pagar suas dívidas apresenta trajetória ascendente desde mar/15, encerrando em 10,3%. Outro indicador que mostra uma piora no quadro é a parcela da renda comprometida que teve um forte crescimento de 0,9 p.p. no mês, totalizando 30,8%. A maior alta ficou para aqueles com um comprometimento superior a 50% (1,6 p.p.). No fechamento de 2016 o percentual era de 30,0%.

Fonte: CNC

PEIC – out/17

Fonte: CNC Fonte: CNC

Informativo Assessoria Econômica 03 a 10 de novembro de 2017| www.abbc.org.br

59,8% 61,8%

24,7% 26,0%

9,8% 10,1%

out/16 out/17

PEIC

(%)

Endividadas Com atraso sem condições

30,8% 29,5% 30,0% 30,5% 31,0% 31,5% 32,0% o u t/15 jan /16 abr /16 ju l/16 o u t/16 jan /17 abr /17 ju l/17 o u t/1 7

Parcela da renda comprometida

Dentre os endividados - Total - %

10,3% 8% 9% 9% 10% 10% 11% o u t/15 d e z/15 fev/16 abr/ 16 ju n /16 ag o /16 o u t/16 d e z/16 fev/17 abr/ 17 ju n /17 ag o /17 o u t/17

Não terão condições de pagar

(12)

Av. Paulista, 949 – 6º andar – Bela Vista

CEP: 01311-100 – São Paulo – SP

Telefone: +55 11 3288-1688 | Fax: +55 11 3288-3390

[email protected]

Referências

Documentos relacionados

Para cimentação, um pequeno ponto da face vestibular foi condicionado com ácido fosfórico a 35% (Ultra-Etch, Ultradent Products Inc., South Jordan, UT, USA) por

Este estudo tem por objetivo determinar até que ponto os acontecimentos da vida são entendidos como indutores de stress e os níveis de burnout e de satisfação com

Pode-se perceber que a COTRISOJA, como uma organização que está inserida em uma comunidade e dependente desta para a concretização de seus objetivos não foge de

O primeiro passo para introduzir o MTT como procedimento para mudança do comportamento alimentar consiste no profissional psicoeducar o paciente a todo o processo,

O objetivo do curso foi oportunizar aos participantes, um contato direto com as plantas nativas do Cerrado para identificação de espécies com potencial

O valor da reputação dos pseudônimos é igual a 0,8 devido aos fal- sos positivos do mecanismo auxiliar, que acabam por fazer com que a reputação mesmo dos usuários que enviam

do prazo de abertura do procedimento concursal, o qual se fixa em 15 dias úteis após publicação deste Aviso. Pode um/a candidato/a, com fundamento na impossibilidade ou

exercício profissional. Relativamente a Pediatria, apesar da maioria das patologias que observei terem sido do foro reumatológico, penso que o meu contacto com esta