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Indústrias e institiuições culturais

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Academic year: 2021

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Indústrias e institiuições

culturais

Carmen Villarino Pardo

G U Í A D O C E N T E E M AT E R I A L D I D Á C T I C O

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Dinâmicas sócio-culturais da Lusofonia

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FACULTADE DE FILOLOXÍA. DEPARTAMENTO DE FILOLOXÍA GALEGA AUTORÍA: M. Carmen Villarino Pardo

Edición electrónica. 2017

ADVERTENCIA LEGAL: Reservados todos os dereitos. Queda prohibida a duplicación total ou parcial desta obra, en calquera forma ou por calquera medio (electrónico, mecánico, gravación, fotocopia ou outros) sen consentimento expreso por escrito dos autores.

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Dinâmicas sócio-culturais da Lusofonia

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1. Dados descritivos

2. Sentido da cadeira no perfil

3. Objetivos, competências e destrezas 4. Conteúdos e Tipologia de atividades 5. Bibliografia

6. Metodologia de ensino 7. Sistema de avaliação

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Dinâmicas sócio-culturais da Lusofonia

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1. Dados descritivos da matéria

Nome: Indústrias e Instituições Culturais Código: G5081363

Tipo de cadeira: Matéria Ordinária Graduação RD 1393/2007.

Titulação: Línguas e Literaturas Modernas: Língua Portuguesa e Literaturas Lusófonas. Opcional

Número de créditos: 6.

Duração: semestral- 2º semestre.

Língua(s) utilizada(s): Galego/Português. Eventual e ocasionalmente, outros materiais e comunicações poderão ser apresentados noutras línguas (espanhol, francês, inglês, italiano, etc), sempre que o/a docente o considerar oportuno.

 Dados da professora:

Profa. Carmen Villarino Pardo

Lugar: Gabinete 116 (Faculdade de Filologia)

 881811781

Correio eletrônico: [email protected]

 O horário de atendimento será oportunamente indicado aos alunos/as nos primeiros dias das aulas e estará afixado à entrada do gabinete da professora e na secretataria virtual.

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2. SENTIDO DA CADEIRA NO PERFIL

A cadeira de Indústrias e Instituições Culturais apresenta-se como uma matéria que, situada no terceiro ano de formação do Maior Plus de Português, pretende, entre outros objetivos, fixar os vários conceitos de cultura, compreender e analisar a atividade cultural como um fenómeno sócio-económico, compreender e assumir a dimensão profissional e económica da análise dos campos culturais e identificar os diferentes agentes e tipos de indústria cultural (e/ou criativa) e de instituição cultural, fundamentalmente no âmbito da Lusofonia. Fá-lo no quadro de uma abordagem mais ampla, ligada ao conhecimento e à análise da cultura, articulando-se juntamente com matérias como Cultura de Portugal, Cultura do Brasil e Cultura dos PALOP e, fundamentalmente, com outras matérias do Maior Plus como Planificação Cultural ou Dinâmicas sócio-culturais da Lusofonia, assim oferecendo uma importante competência profissional nestes âmbitos.

Enquanto parte do Maior Plus, integra o Módulo Opcional de especialização en Língua e Literatura Portuguesas (24 ECTS), fortemente virado para os aspetos culturais e de aplicação prática e através do qual se persegue a habilitação para realizar labores de promoção, análise e planificação cultural, com capacitação profissional.

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OBJETIVOS E COMPETÊNCIAS 3.1. Objetivos

Objetivos gerais

✔ Fixar os vários conceitos de cultura e da sua interpretação.

✔ Compreender e analisar a atividade cultural como um fenómeno sócio-económico.

✔ Compreender e assumir a dimensão profissional e económica da análise dos campos culturais.

Objetivos específicos

✔ Identificar os diferentes agentes e tipos de indústria cultural (e/ou criativa) e de instituição

cultural.

✔ Identificar a hierarquia e articulação dos diversos sectores e agentes das IIC no quadro da

Lusofonia.

✔Conhecer os principais fundamentos teóricos e aproximar-se das principais aplicações da

intervenção prática nos campos culturais lusófonos.

✔Compreender fenómenos recentes como a internacionalização dos mercados culturais, os

fenómenos mediáticos, etc.

3.2. Competências

✔ Capacidade para analisar, segmentar e relacionar os diversos campos culturais.

✔ Capacitar para a análise dos benefícios e prejuízos sociais das indústrias culturais e das instituições culturais

✔ Compreender a pluridimensionalidade e diversidade da prática cultural.

✔ Noções básicas sobre a estrutura social e económica da cultura nos âmbitos lusófonos. ✔ Elaboração de leituras e juízos críticos

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4. CONTEÚDOS

Temário:    

I. Cultura, bens, ferramentas e património.

II. Economia da Cultura. Produção, circulação e consumo(s) da Cultura na Lusofonia. III. Indústrias culturais e/ou indústrias criativas na Lusofonia.

IV. Políticas públicas e institucionais por/para a cultura.

Bibliografia Básica

Bendassoli, P. et alii (2009). “Indústrias criativas: definição, limites e possibilidades”. Revista de

Administração de Empresas, v. 49, n. 1, pp. 10-18. Disponível em:

<http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/rae/article/view/36013>. Benhamou, Françoise. L'économie de la culture. Paris: La Découverte, 2004.

Bloomfield, J.; Corijn, E.; Innerarity, D.; Franzil, A. (coord.). Espacios y dinámicas interculturales:

innovación, participación y proximidad. Barcelona: CIDOB, 2008.

Bolaño, César. Indústria cultural, informação e capitalismo. Sao Paulo: Hucitec. 2000.

BOP. Guia prático para o mapeamento das indústrias criativas. Londres: British Council, 2010. Calabre, Lia (org.) Políticas culturais: reflexões sobre gestão, processos participativos e

desenvolvimento. São Paulo: Itaú Cultural, 2009.

Campos, Antônio. Criado no Brasil. Economia criativa: cultura, inovação, tecnologia e

desenvolvimento. Recife: Carpe Diem, 2012.

Carneiro, Roberto et al. Indústria de Conteúdos Culturais em Portugal. Lisboa: Grupo Forum/Ministério da Economia, 2000.

Chantepie, Ph./ Le Diberder, A. Révolution numérique et industries culturelles. Paris: La Decouverte, 2010.

CGLU. Agenda 21 da cultura. Barcelona: Ajuntament de Barcelona, 2004. COE. The intercultural city step by step. Estrasburgo: Council of Europe, 2013. Cultural rights. Fribourg declaration. Friburgo: 2007.

DECON. A cadeia da indústria criativa no Brasil. Rio de Janeiro: FIRJAN, 2011.

Durão, Fábio Akcelrud/Zuin, Antônio/ Vaz, A. Fernández (ors.). A indústria cultural hoje. São Paulo: Boitempo, 2008

EU. Green Paper. Unlocking the potential of cultural and creative industries. Bruxelas: UE, 2010. Finuras, António P. Menezes de Carvalho. Confiança nas instituições e valores culturais: Estudo

internacional comparado entre Angola, Cabo Verde, Moçambique e Portugal. Tese de Doutoramento.

Lisboa: Universiade Lusófona, 2013. Disponível em: http://hdl.handle.net/10437/4728. Greffe, Xavier. A economia artisticamente criativa. Tradução Ana Goldberger. São Paulo: Iluminuras-Itaú Cultural, 2015. Disponível em: http://d3nv1jy4u7zmsc.cloudfront.net/wp-content/uploads/2016/03/Economia-artisticamente-criativa.pdf.

Hartley, John (ed.). Creative industries. Malden, MA: Blackwell, 2005.

Hawkes, John. The Fourth Pillar of Sustainability. Culture's essential role in public planning. Melbourne: Cultural Development Network, 2001.

KEA. The Economy of Culture in Europe. Bruxelas: Comissão Europeia, 2006. KEA. The Impact of Culture on Creativity. Bruselas: Comissão Europeia, 2009.

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Leitão, Cláudia (org). Gestão Cultural: significados e dilemas na contemporaneidade. Fortaleza: Banco do Nordeste, 2003.

Mapeamento da indústria criativa no Brasil. Rio de Janeiro: FIRJAN, 2012.

Mapeamento da indústria criativa no Brasil. Sistema FIRJAN, 2014. Disponível em:

http://www.firjan.com.br/economiacriativa/download/mapeamento-industria-criativa-2014.pdf Marcé, Xavier e Bosch, Ramón. El Exhibicionismo del mecenas: reflexiones sobre actuación pública

en el sector cultural en el siglo XXI. Lleida: Milenio, 2007.

Newbigin, John. A economia criativa: um guia introdutório. Londres: British Council, 2010. O’Connor, Justin. The Cultural and Creative Industries: A Review of the Literature. New Castle: HPM, 2010.

Power, Dominic e Scoot, Allen J. (ed.) Cultural industries and the production of culture. Londres e Nova Iorque: Routledge, 2004.

Perucia, Alexandre Souza [et al.] Indústrias criativas no Brasil: cinema, tv, teatro, música,

artesanato, software. São Paulo: Atlas, 2009.

Teixeira Coelho, J. Usos da cultura. São Paulo: Paz e Terra.1986.

Teixeira Coelho, J. Dicionário Crítico de Política Cultural, São Paulo:FAPESP/Iluminuras. 1997. Teixeira Coelho, J. O que é indústria cultural? São Paulo: Brasiliense. 1998

Teixeira Coelho, J. O que é ação cultural. São Paulo: Brasiliense. 2001

UNESCO. Declaração Universal da Unesco sobre a Diversidade Cultural . 2001.htto://unesdoc.unesco.org/images/0012/001271/127160por.pdf

UNESCO. Informe mundial sobre a cultura, 2000: diversidade cultural, conflito e pluralismo. São Paulo - Brasília: Moderna – Unesco. 2004. (Tradução de World culture report 2000: cultural

diversity, conflict and pluralism).

UNESCO. Convenção sobre a Protecção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais. 2005.http://unesdoc.unesco.org/images/0015/001502/150224por.pdf.

UNESCO ."Como medir la participación cultural". Manual del Marco de Estadisticas culturales de la

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Outras referências de interesse:

Comunidade dos Paíeses de Língua Oficial Portuguesa (CPLP): https://www.cplp.org/ Centro de Estudos sobre África e do Desenvolvimento: http://pascal.iseg.utl.pt

Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra: www.ces.uc.pt Centro em Rede de Investigação em Antropologia (ISCTE, Lisboa): http://cria.org.pt Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP): http://www.cplp.org/

Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa: http://www.ics.ul.pt Instituto Camões: http://cvc.instituto-camoes.pt

Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP): http://www.iilp.org.cv/

Itaú Cultural: http://novo.itaucultural.org.br/conheca/observatorio-itau-cultural/

Observatório de Países de Língua Oficial Portuguesa (OPLOP): http://blog.lusofonias.net/?p=490

Plano Nacional de Cultura (Brasil): http://www.cultura.gov.br/plano-nacional-de-cultura-pnc. E:

http://www2.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2013/02/2%C2%AA-edi%C3%A7%C3%A3o-As-Metas-do-Plano-Nacional-de-Cultura-vers%C3%A3o-final-espelhado-para-o-site-19MB.pdf

http://www.agadic.gal/

http://oicult.blogspot.com.es/

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5.Indicações metodológicas:

A metodologia escolhida exige a presença continuada nas aulas e a participação ativa nelas e e a realização das leituras e dos exercícios marcados. O objetivo é que os e as estudantes aprendam a realizar trabalhos de pesquisa e documentação de forma autónoma e que mediante estes trabalhos ampliem os conteúdos fornecidos através do seguimento do programa. Do mesmo modo, pretende-se desenvolver competências, destrezas e habilidades relativas ao trabalho cooperativo e em equipa, debate e argumentação, comunicação oral e escrita, criatividade, iniciativa e tomada de decisões, solução de problemas,.

Todos os materiais precisos para o seguimento da cadeira serão disponibilizados na aula virtual (ferramenta de comunicação e trabalho) ou, a não ser possível, será indicada a forma de consegui-los.

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6. Método de avaliação:

Sobre um máximo de 10 valores, a qualificação final estará constituída por:

a) Assistência ativa às aulas e realização dos tarefas vinculadas ao desenvolvimento da matéria (incluída a eventual apresentação oral do trabalho proposto no ítem b) : um máximo de 7 valores; b) realização de um trabalho escrito, conforme as indicações dadas polo/a docente: um máximo de 2 valores;

c) Realização de trabalhos voluntários vinculados à matéria: um máximo de 1 valor.

Na prova da Primeira Oportunidade (janeiro/fevereiro), na data oficialmente marcada, a/o estudante poderá recuperar ou melhorar, mediante trabalhos ou uma prova oral e/ou escrita, a parte relativa ao item a) antes referido. Esta prova poderá desenvolver-se contendo a exposição de um tema proposto à/ao estudante e/ou com debate entre vários/as estudantes sobre alguns temas propostos.

A/O docente poderá dar a oportunidade de melhorar o trabalho escrito (item b), com um prazo determinado. E, para o item c), haverá também a oportunidade de melhorar a qualificação obtida através da apresentação de 1 tarefa.

Na Segunda Oportunidade (Junho/Julho), na data oficialmente marcada, o sistema será o mesmo que o da Primeira Oportunidade.

A ou o estudante que, por causas de força maior documentalmente justificada, não possa frequentar as aulas terá ao seu dispor um sistema alternativo de trabalho e avaliação, consistente nos itens b) e c) antes referidos, realização dos trabalhos que o/a docente lhe indicar e assistência obrigatória à prova da Primeira Oportunidade -na data oficialmente marcada- e, no seu caso, Segunda Oportunidade -na data oficialmente marcada-, tal como exposto anteriormente.

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6.Outras informações de interesse: Sugestões para o estudo da matéria

Matéria de 6 créditos. Carga horária da disciplina.

-Participação ativa nas aulas.

- Leituras prévias dos materiais indicados.

-Pesquisa voluntária para melhorar o desenvolvimento de conteúdos.

- Utilização do horário de atendimento da docente para resolver possíveis dúvidas.

Observações

No decorrer do semestre, novas informações/textos/referências serão dadas ao alunado (também através de conferências, seminários ou outras atividades) como complemento e atualização de assuntos referentes à disciplina.

Língua(s) utilizada(s): Galego/Português. Eventual e ocasionalmente, outros materiais e comunicações poderão ser apresentados noutras línguas (espanhol, francês, inglês, italiano, etc), sempre que o/a docente o considerar oportuno.

Todos os trabalhos devem ser originais.

Referências

Documentos relacionados