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PLANO DE CONTINGÊNCIA COVID-19

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Academic year: 2021

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PLANO DE CONTINGÊNCIA –

COVID-19

1. ENQUADRAMENTO

Considerando a atual situação de propagação do vírus COVID19 a nível mundial, a Direção Geral de Saúde (DGS) determinou, através de várias Orientações e Informações, a adoção de medidas por parte das entidades empregadoras, nomeadamente Planos de Contingência específicos, para responder inicialmente a um cenário de pandemia e, mais recentemente, a uma reabertura da atividade económica. No âmbito do seu compromisso com os seus clientes, com os seus trabalhadores e com a Comunidade, a Unidade de Alojamento Local – Rose Garden (RG) estabeleceu um conjunto de medidas que visam proteger e minimizar os possíveis efeitos da pandemia sua atividade operacional.

Através do presente documento, procura ainda cumprir com as orientações do Turismo de Portugal, o qual e através do selo ”Clean & Safe”, pretende reforçar o apoio às empresas do setor no cumprimento das recomendações da DGS, para evitar a contaminação dos espaços com o novo coronavírus.

2. SELO “CLEAN & SAFE”

Para obtenção do selo de qualidade e segurança “Clean & Safe” deverão ser garantidos os procedimentos abaixo indicados. Neste sentido, todos os colaboradores recebem informação e/ou formação específica sobre os protolocos internos de funcionamento, incluindo os descritos neste plano, para se assegurar o cumprimento das precauções básicas de prevenção e controlo de infeção relativamente ao surto de coronavírus COVID-19.

3. MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLO DE INFEÇÃO

A RG cumpre os seguintes procedimentos de prevenção, controlo e vigilância em unidades hoteleiras:

3.1 Limpeza de superfícies ambientais e tratamento de roupa no alojamento 3.1.1 Princípios gerais

a) Existência de um plano de contingência interno, escrito, operacional e divulgado junto de todos os colaboradores, descrevendo os níveis de responsabilidade de todos os intervenientes no Plano;

b) Disponibilização de equipamentos de proteção individual dos trabalhadores, bem como a definição de uma reserva estratégica interna destes equipamentos; c) Aquisição de um stock adequado de materiais de limpeza de uso único, sobretudo panos de limpeza, toalhetes de limpeza de uso único humedecidos em desinfetante, lixívia e álcool a 70º;

d) Colocação de dispensadores de solução antissética de base alcoólica (SABA) ou solução à base de álcool, um por cada piso, junto aos pontos de entrada e saída do hotel ou alojamento e à entrada da zona de refeições;

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e) Realizar formação e treino de todos os grupos de profissionais das diversas áreas do alojamento sobre COVID-19 e como cumprir as precauções básicas de prevenção e controlo;

f) Definição de um local para isolar uma ou mais pessoas que possam ser detetadas como casos suspeitos ou casos confirmados de COVID-19. Este local será um dos quartos situados no r/c do alojamento, o qual está equipado com casa de banho de utilização exclusiva, contentor de resíduos e sacos de resíduos e sacos de recolha de roupa usada, com televisão, água e alguns alimentos. O quarto tem janelas de abertura fácil.

g) Implementação de procedimentos de limpeza e higienização alargada dos espaços utilizados pelos hóspedes e pelos colaboradores do alojamento, incluindo as zonas de contacto na piscina, seguindo o protocolo interno;

h) Supervisão dos circuitos de tratamento de roupa e de limpeza das instalações. 3.1.2 Proteção dos profissionais responsáveis por manter a acomodação dos clientes no alojamento

a) As pessoas que tratam da roupa de cama ou do quarto as pessoas que realizam as limpezas nos alojamentos, desde que cumpram as medidas de proteção recomendadas e garantam o controlo da exposição ao risco de transmissão, não correm riscos desnecessários. No entanto, o risco de transmissão pode, contudo, ser real em caso de acidente ouse não forem cumpridas integralmente as medidas de proteção recomendadas. Daí a importância de todos os profissionais terem formação e treino e estarem protegidos com os EPI adequados - máscara, óculos para proteção dos olhos, avental de plástico sobre a farda e luvas (preferencialmente descartáveis, de nitrilo);

b) Definição de dois tempos ou momentos da limpeza: um para a remoção da roupa e fazer camas de lavado; outra para realizar a limpeza;

c) A farda destes profissionais é lavada em máquina, a temperaturas elevadas (no mínimo de 60.ºC, durante 30 minutos).

3.1.3 Mudança de roupa dos quartos e limpeza e desinfeção das instalações

a) Dado que a intervenção de mudança de roupa da cama, gera aerossóis, é aconselhável separar as duas intervenções: limpeza e roupa e dar um tempo de espera entre estas duas tarefas - respeitar um tempo de pelo menos 2-3 horas entre retirar lençóis e roupas de cama e atoalhados e realizar a limpeza de pisos e superfícies;

b) Ao remover a roupa de cama e atoalhados: não agitar a roupa de cama; retirá-la sem a sacudir, enroretirá-lando-a no sentido de dentro para fora, fazendo um “embrulho”; não encostar a roupa ao corpo; transportar as roupas e colocar diretamente na máquina de lavar;

c) Os resíduos recolhidos no quarto de isolamento, devem ser acondicionados num primeiro saco bem fechado, que depois é depositado no 2.º saco. O 2.º saco deve ser identificado como resíduos biológicos e tratado por empresa autorizada.

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3.1.4 Manutenção das superfícies ambientais:

a) O coronavírus provavelmente pode sobreviver durante horas em superfícies secas e até 6 dias, em superfícies com humidade;

b) A limpeza húmida é sempre preferível, à limpeza a seco; c) Não usar aspirador de saco para limpeza de pisos.

d) O pessoal encarregado da limpeza de pisos e superfícies, deve utilizar uma bata impermeável ou avental de plástico sobre o fardamento, luvas de uso único resistente a líquidos, máscara de tipo cirúrgica;

e) Limpar as superfícies de cima para baixo e no sentido das áreas mais limpas para as mais sujas;

f) Usar panos de limpeza de uso único, diferentes e exclusivos para a área do quarto e para as casas de banho;

g) O balde e esfregona de limpeza da casa de banho deve ser diferente do balde de limpeza e esfregona a usar no quarto;

h) Para lavar as superfícies pode usar-se detergentes de uso comum;

i) Para desinfeção de superfícies, a Organização Mundial de Saúde (OMS) aconselha o uso de lixívia (solução de hipoclorito de sódio) numa concentração de pelo menos 5% de cloro livre, e álcool a 70º, para as superfícies metálicas ou outras, que não sejam compatíveis com a lixívia, de modo a evitar corrosão ou danificação. No entanto, existem no mercado vários produtos de limpeza e desinfeção de superfícies com ação viricida e que podem ser utilizados, nomeadamente, pastilhas de cloro para diluir na água no momento da utilização; soluções detergentes com desinfetante na composição (efeito 2 em 1), quer em apresentação de spray, líquida ou outra ou toalhetes humedecidos em desinfetante para a limpeza rápida de algumas superfícies de toque frequente.

3.1.5 Limpeza e Desinfeção de Superfícies:

a) Se há presença de sangue, secreções respiratórias ou outros líquidos orgânicos, absorver os líquidos com papel absorvente; aplicar a lixívia diluída em água na proporção de uma medida de lixívia, para 9 medidas iguais de água; deixar atuar durante 10 minutos; passar o local com água e detergente; enxaguar só com água quente e deixar secar ao ar; usar máscara na diluição e aplicação da lixívia; abrir as janelas para ventilação do espaço;

b) Para a desinfeção comum de superfícies: lavar primeiro com água e detergente; aplicar a lixívia diluída em água na seguinte proporção: uma medida de lixívia em 49 medidas iguais de água; deixar atuar a lixívia durante 10 minutos; enxaguar apenas com água quente e deixar secar ao ar;

c) As instalações sanitárias devem ser lavadas e desinfetadas com um produto de limpeza misto que contenha em simultâneo detergente e desinfetante na composição, por ser de mais fácil e rápida aplicação e ação;

d) Também o mobiliário e alguns equipamentos poderão ser desinfetados após a limpeza, com toalhetes humedecidos em desinfetante ou em álcool a 70º; v. Limpar

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e) Lavar as louças na máquina a temperatura elevada; limpar e desinfetar armários, bancadas, mesa e cadeiras, não esquecendo de desinfetar os puxadores dos armários e das portas; de seguida, limpar e desinfetar a torneira, o lavatório e o ralo;

f) Limpar paredes até à altura do braço;

g) Retirar os cortinados e enviar para lavar, com maior frequência; h) Limpar o mobiliário;

i) Lavar a casa de banho, começando pelas torneiras, lavatórios e ralos destes, passar depois ao mobiliário, de seguida a banheira ou chuveiro, sanita e bidé; j) O mesmo procedimento repete-se para o chuveiro, não esquecendo de limpar bem o chuveiro, desenroscar a cabeça do mesmo e lavar e desinfetar;

k) Sanita: aplicar o produto que tem a função de detergente e desinfetante em simultâneo, no interior e exterior da sanita; deixar atuar o produto durante 10 minutos para que faça o efeito desejado, esfregar bem por dentro com o piaçaba, descarregar a água com o piaçaba ainda dentro da sanita para que este também fique limpo; pôr o piaçaba a escorrer; lavar e desinfetar o suporte do piaçaba; l) Com outro pano limpo de uso único, lavar a parte externa da sanita, começando pelo tampo (o menos sujo), seguindo-se a parte de cima da sanita e todas as partes exteriores com o mesmo detergente/desinfetante; passar depois só com água quente e deixar secar;

m) Por fim, lavar o chão das instalações; n) Abrir as janelas da área e deixar secar ao ar.

3.1.6 O que fazer com a pessoa doente ou suspeita de estar doente por COVID-19 no hotel ou alojamento?

O estado atual de conhecimento, recomenda-se que:

a) A pessoa doente não deve sair do hotel. Deve permanecer no seu quarto e ligar aos profissionais da área administrativa do hotel, para que liguem para a linha SNS24 (808 24 24 24) que avaliará o caso e contactará com a Autoridade Local de Saúde;

b) Não se deve dirigir ao centro de saúde, a consultório privado ou à urgência do hospital;

c) Aguardar as instruções dos profissionais de saúde que o vão atender e a decisão clínica;

d) O alojamento deve entregar uma máscara à pessoa, ensinando-lhe a colocar e a ajustar bem à face;

e) A Autoridade Local de Saúde poderá optar por enviar a pessoa para o Hospital de referência da área ou não, dependendo da situação clínica do doente;

f) Nos casos suspeitos de COVID-19, os profissionais de limpeza e roupa devem aguardar o resultado do diagnóstico laboratorial de confirmação do caso suspeito ou não, antes de iniciar os procedimentos de remoção da roupa e a limpeza.

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4. SUSPEITA DE INFEÇÃO POR COVID-19 DOS TRABALHADORES

Todos os trabalhadores da RG devem reportar à sua Chefia direta, uma situação de doença enquadrada como trabalhador e clientes, com sintomas e ligação epidemiológica compatível com a definição de caso possível de COVID-19. O caso suspeito é definido por dois tipos de critérios:

Critérios clínicos:

a) Infeção respiratória aguda de um trabalhador ou requerendo ou não hospitalização (início súbito de febre ou tosse ou dificuldade respiratória).

Critérios epidemiológicos:

b) Contacto com caso confirmado ou provável de infeção por COVID-19 nos 14 dias antes do início dos sintomas ou;

c) História de viagem para áreas com transmissão comunitária ativa nos 14 dias antes do início dos sintomas ou;

d) Profissional de saúde ou pessoa que tenha estado numa instituição onde são tratados doentes que estejam infetados com o COVID-19.

5. ÁREAS DE CONTINGÊNCIA

A RG define como área de isolamento o quarto n.º 1. Compete ao Diretor da RG determinar a efetivação da área como tal. Nessa situação, a porta de acesso é mantida fechada, com a sinalização “Acesso interdito a pessoas não autorizadas”. As pessoas autorizadas serão apenas os prestadores de cuidados de saúde.

Na ativação da referida sala como área de isolamento, deverá ser garantido: a) Ventilação natural, com paredes limpas de quaisquer adereços;

b) Telefone com linha para o exterior para contactar Linha Saúde 24 e familiares; c) Cama e cadeira;

d) Kit com água e alguns alimentos não perecíveis (água, sumos, leite, gomas, bolachas, bolos, chá, café, etc.);

e) Contentor de resíduos com abertura não manual e saco de plástico;

f) Solução antisséptica de base alcoólica-SABA (disponível no interior e á entrada da área);

g) Máscaras cirúrgicas faciais;

h) Luvas descartáveis de preferência de nitrilo sem pó; i) Termómetro;

j) Instalação sanitária associada de uso privativo com doseador de sabão e toalhetes de papel.

6. SEQUÊNCIA DE PROCEDIMENTOS

A sequência de procedimentos deverá ser a seguinte:

a) O trabalhador suspeito reporta a sua situação à sua Chefia direta; b) A Chefia direta informa de imediato a Direção da RG desse facto;

c) O trabalhador com caso suspeito deverá ser ajudado de imediato pelos profissionais presentes da instalação, ou pelos seus substitutos, mediante a política de substituições

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previamente colocadas;

d) Os contactos de todos os profissionais de saúde da instituição e das autoridades competentes é mantido atualizado e disponibilizado em locais reservados, mas de boa acessibilidade;

e) O trabalhador suspeito contactará ele próprio a Linha Saúde 24 (808 24 24 24) relatando a sua situação;

f) Se o caso não for considerado suspeito pelos técnicos de saúde da Linha Saúde 24, o trabalhador deverá seguir os seus aconselhamentos e informar a empresa dessa decisão e esta, por sua vez, irá informar o seu médico do trabalho dessa decisão; g) Se pelo contrário o caso for considerado suspeito, pelos profissionais da Linha Saúde 24, esta irá contactar a Linha de Apoio ao Médico (LAM) da DGS para validar essa suspeição;

h) Se o caso não for validado, serão desativadas as medidas constantes no Plano de Contingência;

i) Se pelo contrário, essa validação ocorrer, a DGS contactará o INEM, o INSA e a Autoridade de Saúde Regional, dando desta forma início à Investigação Epidemiológica e à Gestão de Contactos desse caso;

j) A Chefia Direta deverá então informar a Direção da RG dessa validação;

k) Esta colaborará então com a Autoridade de Saúde na identificação dos contactos próximos do trabalhador doente cujo caso foi validado;

l) A Direção da RG informará também os restantes trabalhadores da validação desse caso suspeito, que ficará a aguardar ter confirmação laboratorial;

m) A área de isolamento e o eventual WC utilizado, devem ficar interditos até ser validada a sua descontaminação (limpeza e desinfeção) pela Autoridade de Saúde Local. Essa descontaminação é assegurada pela RG que promoverá o armazenamento dos resíduos em saco de plástico de espessura 50/70 microns, fechado com braçadeira e posteriormente enviado para o operador licenciado para a gestão de resíduos hospitalares com risco biológico, com o qual colabora;

n) A Autoridade de Saúde Local conjuntamente com o medico do trabalho informará a DGS das medidas implementadas na instituição e sobre os contactos identificados de acordo com os critérios de risco por esta definidos para o efeito.

7. CONTACTOS DE RISCO

São considerados contactos de risco as seguintes situações: A lto risco de exposição:

• Trabalhador que partilha o mesmo posto de trabalho (gabinete, sala, secção, zona) até 2m do caso validado;

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Trabalhador que esteve face a face com o caso confirmado ou esteve com este em espaço fechado;

Trabalhador que partilhou louça, toalhas ou outros objetos ou equipamentos que possam estar contaminados com expetoração ou sangue ou gotículas respiratórias do infetado.

Baixo risco de exposição:

Trabalhador que teve contacto esporádico, momentâneo com o caso confirmado, durante o qual houve exposição a gotículas /secreções respiratórias através de conversa face a face, superior a 15 minutos, tosse ou espirro;

• Trabalhador que prestou assistência ao caso confirmado desde que tenha seguido corretamente as medidas de prevenção preconizadas (uso de máscara, luvas, etiqueta respiratória e higiene das mãos).

A Autoridade de Saúde Local perante um caso confirmado de COVID-19,

conjuntamente com a Direção da RG e o médico do trabalho da empresa, deverão: • Identificar, listar e classificar os contactos próximos (incluindo os casuais); • Proceder ao necessário acompanhamento dos contactos (telefonar

diariamente, informar, aconselhar e referenciar, se necessário). Se tiver havido alto risco de exposição, o contacto deverá:

Estar contactável para monitorização ativa pela Autoridade Local de Saúde durante 14 dias após a última exposição de risco;

Auto monitorizar diariamente os sintomas de COVID-19, incluindo febre, tosse ou dificuldade em respirar;

• Restringir o contacto social ao indispensável; • Evitar viajar;

Se tiver havido baixo risco de exposição, o contacto deverá:

• Auto monitorizar diariamente os sintomas de COVID-19, incluindo febre, tosse ou dificuldade em respirar;

Acompanhar a situação pelo médico do trabalho. 8. RESTRIÇÕES DE ACESSO ÀS INSTALAÇÕES

A Direção da RG, juntamente com o médico do trabalho e a Autoridade de Saúde Local, perante um caso confirmado de COVID-19, pode determinar restrições de acesso norma à instituição, especialmente no que concerne a visita de familiares e o acesso de fornecedores, parceiros ou prestadores. Na situação referida, será mantida afixada informação para esse efeito na zona exterior do edifício.

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9. COMUNICAÇÃO

A Direção da RG assume a necessidade de promover mecanismos de comunicação eficazes sobre a prevenção do COVID-19, para todos os seus clientes, trabalhadores, visitantes e parceiros, através das seguintes ações:

a) Afixação das orientações recebidas pela DGS, em português, inglês e mandarim, nos locais de acesso comum e nos quartos;

b) Promoção de sessões de explicação aos funcionários sobre os riscos associados ao COVID-19 e forma de proteção.

10. OUTRAS MEDIDAS DE GESTÃO

A Direção da RG assume ainda a implementação das seguintes medidas de gestão: c) Redução de deslocações e participação em eventos por parte dos seus

membros e trabalhadores, em representação da mesma;

d) Reafectação temporária dos seus trabalhadores para funções e atividades que não as previstas no seu contrato de trabalho, incluindo em termos de horários, mediante o seu consentimento, como forma de resposta a situações de contágio que afetem a atividade operacional da RG;

e) Redução da realização de reuniões ao mínimo indispensável ao normal funcionamento da atividade;

f) Reforço de stocks de materiais e consumíveis, nomeadamente os que possam ter maior impacto na dimensão clínica e assistencial da atividade, mediante indicação por parte das estruturas orgânicas;

g) A identificação de um mínimo de 3 fornecedores para cada tipo de produto ou serviço adquirido ao exterior, relevante para a atividade da RG (ex. lavandaria); h) A revisão do presente plano sempre que o contexto o justifique.

A Direção

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