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Pg Pg Notas sobre aNotas sobre a tradução desta obra tradução desta obra ...3...3 Prefácio: Historia deste
Prefácio: Historia deste método de treino método de treino energético ...energético ...4...4 Preface das atualizações da Noa !dição
Preface das atualizações da Noa !dição ..."..." #ntrodução
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%&P'()*+ -!(!: &uto<cura com energia 8não traduzido ainda9raduzido ainda9 %&P'()*+ +#(+: ,étodo de cura
%&P'()*+ +#(+: ,étodo de cura com o centro com o centro card=aco 8não traduzido ainda9card=aco 8não traduzido ainda9 >ltimas alaras 8não traduzido ainda9
>ltimas alaras 8não traduzido ainda9
Posfácio das atualizações da noa edição 8não traduzido ainda9 Posfácio das atualizações da noa edição 8não traduzido ainda9
33 NOTAS SOBRE A TRADUÇÃO DESTA OBRA
NOTAS SOBRE A TRADUÇÃO DESTA OBRA
!sta tradução não está comleta ainda? e não sei se a comletarei. + ob@etio desta !sta tradução não está comleta ainda? e não sei se a comletarei. + ob@etio desta tradução é trazer ara um gruo esec=fico de leitores e raticantes? as técnicas básicas tradução é trazer ara um gruo esec=fico de leitores e raticantes? as técnicas básicas ensinadas or obert ruce? contidas na rimeira arte do seu liro !N!AB C+D. ,eu ensinadas or obert ruce? contidas na rimeira arte do seu liro !N!AB C+D. ,eu ob@etio nunca foi a tradução do liro em si. + liro se diide em duas artes na erdade? ob@etio nunca foi a tradução do liro em si. + liro se diide em duas artes na erdade? sendo ;ue a rimeira ensina as técnicas fundamentais? en;uanto ;ue a segunda trata de sendo ;ue a rimeira ensina as técnicas fundamentais? en;uanto ;ue a segunda trata de alicações criatias dessas técnicas. + leitor? caso ten1a dominado as técnicas da rimeira alicações criatias dessas técnicas. + leitor? caso ten1a dominado as técnicas da rimeira arte? oderá
arte? oderá deduzir or deduzir or si si mesmo as mesmo as alicações? e alicações? e criar criar suas rrias suas rrias técnicas. /a técnicas. /a segundasegunda arte?
arte? aenas o aenas o ca=tulo ca=tulo seis? seis? ;ue ;ue trata trata da da remoção de remoção de blo;ueios blo;ueios energéticos? foi energéticos? foi inclu=da inclu=da nana tradução? or;ue entendo ;ue isso deeria integrar a rimeira arte? @á ;ue ao lidar com as tradução? or;ue entendo ;ue isso deeria integrar a rimeira arte? @á ;ue ao lidar com as técnicas ensinadas até o ca=tulo ;uatro? o leitor ode inadertidamente esbarrar nos técnicas ensinadas até o ca=tulo ;uatro? o leitor ode inadertidamente esbarrar nos blo;ueios ene
blo;ueios energéticos e dese@ar rgéticos e dese@ar fazer algo em relação fazer algo em relação a eles.a eles.
-.E.0 -.E.0
4 PREFÁCIO
HISTÓRIA DESTE SISTEMA DE TREINO ENERGÉTICO
%omo este sistema de treino energético surgiu e foi desenolidoF
!m $GG4? descobri a #nternet e comecei a a@udar muitas essoas ao redor do mundo com a ro@eção astral e ;uestões relacionadas ao trabal1o com as energias. !ntre essas essoas estaam dois @oens ;ue eram cegos desde o nascimento. !les não con1eciam o sentido da isão e? or conseguinte? não odiam isualizar nada. %omo todas as técnicas de ro@eção astral e de maniulação de energias deendem da isualização? eles ficaram sem condições de realizá<las. (entando encontrar uma solução ara isso? tie a idéia de usar o sentido do tato como técnica de ro@eção astral. atizei<o de método básico de conscientização cororal or imaginação tátilI. & idéia era ;ue se eles usassem a consciJncia cororal ara sentirem<seI subindo? uma mão deois da outra? or uma corda? isso oderia desencadear uma sa=da em ro@eção astral. !u mesmo testei esse método e ac1ei<o muito eficaz. atizei<o de Ktécnica da
cordaK.
Poucos meses deois? eu estaa relaLando em frente a lareira? M noite? ;uando uma idéia ;ue eu estaa cogitando 1á semanas? eio M tona: á ;ue a conscientização cororal or imaginação tátil era tão eficaz como técnica ro@etia? ela também oderia estimular o coro energético de outras formas. &baiLei as min1as mãos imaginárias e me focalizei em meus és. Ponderei ;ue assim como eListem centros rimários de energia 8 os rinciais %1acOras9? também deem eListir centros de energia menores. +s és areciam um bom lugar ara começar. ,oi meu foco de consciJncia cororal de modo a me concentrar em árias artes do meu coro. #sso roocou algumas lees sensações de energia? mas nada imortante aconteceu. !ntão eu me concentrei no meu dedão do é direito e mudei meu onto de consciJncia cororal ara frente e ara trás? atraés dele. !m oucos segundos? isso roocou fortes formigações e late@amentos. &umentei min1a atenção e as sensações ficaram ainda mais fortes. &nimado? tentei o mesmo em outras artes dos meus és e em outras áreas do meu coro. &s sensações energéticas roduzidas eram alucinantes. Ei;uei sentado ali? esantado? ercebendo ;ue eu tin1a descoberto um grande segredo do trabal1o com as energias.
!u continuei trabal1ando assim or meses? árias 1oras or dia? tril1ando o meu camin1o atraés do meu coro energético uma fração de olegada de cada ez. ,antie notas e esboços detal1ados e em ouco temo um modelo rudimentar do coro energético 1umano surgiu? @untamente com uma mel1or comreensão de como tudo funcionaa. !ntão escrei um tutorial de treino energético c1amado KN!C !nerg CasK 8 N!C? ara abreiar9 e lancei<o na #nternet. #sso roocou uma enLurrada de comentários de essoas ;ue trabal1am com as energias e de ro@etores astrais or todo o mundo. ,in1a cont=nua eLloração essoal? além de a@udar os outros com roblemas e ;uestões relacionadas com a energia 1umana? rogressiamente mel1orou a min1a comreensão do coro energético e de como ele
funciona.
+ trabal1o energético utilizando a conscientização cororal or imaginação tátil se tornou a base de todo o meu trabal1o. Percebi a imortQncia do coro energético e como ele está fundamentalmente relacionado com todas as 1abilidades e os fenRmenos esirituais. !stimular e desenoler o coro de energia é a c1ae ara tudo o ;ue for metaf=sico. (odos os
meus liros? começando com a ublicação de &stral /namicsI? em $GGG? refletiram isso aresentando tutoriais ara o trabal1o energético.
%omecei aresentando SorOs1os e seminários em 2TT3. + feedbacO instantQneo obtido essoalmente ao trabal1ar com gruos de essoas foi inestimáel. #sso mel1orou muito a min1a comreensão do coro energético e ráticas ara sua estimulação e desenolimento. &rendi algo noo com cada gruo ;ue eu ensinei? e esse rocesso continua até 1o@e. + método de trabal1o energético or conscientização cororal usando imaginação tátil @á ercorreu um longo camin1o desde $GG4. !le tem crescido constantemente até se transformar no liro ;ue ocJ está segurando agora. No entanto? eu semre ou considerar esse sistema um trabal1o em desenolimento. U medida ;ue min1as eLlorações continuam? estou semre descobrindo noas e eLcitantes formas de usar as energias.
" PREFÁCIO DAS ATUALIAÇ!ES PARA ESTA NO"A EDIÇÃO
Há duas noas seções de atualizações neste relançamento do liro Energy Work 2T$$:
Prefácio das atualizações ara a noa ediçãoI e Posfácio das atualizações ara a noa ediçãoI. + refácio atualizado contém noas idéias e conceitos sobre o coro de energia? bem como a natureza e estrutura da consciJncia. + osfácio contém algumas 1istrias de casos reais ;ue ilustram muito bem alguns dos conceitos<c1ae deste liro.
!u gostei muito da ersectia do relançamento deste liro? ois isso me deu a oortunidade de incluir atualizações e eLeriJncias ;ue interligam mel1or muitos conceitos. ,eu trabal1o é rogressio e estou constantemente M rocura de mel1ores formas de comreensão? eLecução e eLlicação? de modo ;ue noas e mel1oradas idéias estão aarecendo constantemente. !u arendi 1á muito temo ;ue a mel1or maneira de arender e comreender mais sobre alguma coisa é ermanecer ;uestionando. %onsiderando ;ue ns roaelmente con1ecemos aenas $ ou 2 or cento da natureza da realidade esiritual
suerior? adotar essa atitude é o mais sábio a fazer .
A IMAGEM CORPORAL MENTAL
+ fenRmeno da imagem cororalI é algo ;ue ten1o eLlorado desde 2TT6. ,eu onto forte é a min1a caacidade de obseração imarcial. &gindo assim? eu descobri muitas coisas ao longo dos anos ;ue foram negligenciados or outros? coisas ;ue são imortantes ara o trabal1o esiritual? incluindo o sistema de trabal1o energético marail1oso ;ue este
liro aresenta.
& imagem cororal é imagem isual da menteVimaginação sobre o coro f=sico? o maa mental ;ue a mente tem do coro. 7ual;uer essoa ode er esta imagem usando sua mente? mas ninguém arece ter notado isso antes. !ssa imagem cororal se solidifica e se torna mais forte e mais clara ;uando o trabal1o energético ensinado a;ui é feito de forma regular.
Para er a sua imagem cororal? sente<se e relaLe num ambiente com luz suae e indireta? e fec1e os ol1os. %ertifi;ue<se de nen1uma fonte de luz direta atin@a suas álebras. 7uando sentir ;ue está ronto? com os ol1os fec1ados e ol1ando em frente? leante o braço direito ara o lado. &bra bem os dedos e gire o ulso. &bra e fec1e a mão algumas ezes en;uanto faz isso. Perceba onde sua mão está usando a sua consciJncia cororal. Preste atenção a esta área? ao esaço onde ocJ sente ;ue está sua mão. U medida ;ue ocJ moe sua mão? ocJ ai notar ;ue ode er algo se moendo lá? com sua isão mentalI.
Não imorta se ocJ moer seus ol1os em direção a sua mão? mas é mais fácil se ocJ ol1ar diretamente ara frente. & osição da sua mão ara o lado do coro não irá causar ;ual;uer moimento de sombra ;ue ossa afetar os ol1os? como aconteceria se ocJ moesse as mãos a frente do seu rosto.
0ire a cabeça ara a es;uerda? de modo ;ue? mesmo com os ol1os abertos? ocJ não seria caaz de er esta ação ou fazer com ;ue ;ual;uer moimento de sombra udesse afetar seus ol1os f=sicos? e reita o rocedimento acima. 0ocJ ai descobrir ;ue ainda ode er o moimento e a forma da sua mão e do seu braço. No in=cio? isso ai aarecer aenas como um moimento de sombra. %ontinue moendo a sua mão e eLlore esta imagem or um temo.
eita o rocedimento acima com o outro braço? e em seguida? obsere os dois braços ao mesmo temo? en;uanto ocJ continua ol1ando a sua frente? com os ol1os fec1ados. eita isso com um é e uma erna? em seguida? com o outro? e? deois? com os dois
W simultaneamente. ,oa os braços e as ernas em diferentes osições?moá<as ara frente e ara trás? e continue obserando. !m seguida? obserar a sua cabeça e o tronco? usando sua erceção de consciJncia cororal.
+ seu maa mental do seu coro ai ficar mais forte e n=tido ;uanto mais ocJ obserar este fenRmeno? esecialmente ;uando ocJ começar a eLecutar os eLerc=cios de treino energético ensinados neste liro. %om um ouco de rática regular? a sua imagem cororal começará a ter um bril1o rateado e ficará mais luminoso. 0ocJ começará a erceber a teLtura de sua ele? cabelo e un1as. 0ocJ terá flas1es de como sua imagem cororal se arece? como estiesse de os ol1os abertos. %om a rática? ocJ também oderá moer sua isão mental ara dentro de seu coro f=sico e eLlorar os seus mXsculos? ossos e rgãos.
&lém de ser fascinante? a caacidade de obserar o maa mental do seu coro tem algumas antagens imortantes. !la roorciona eLeriJncia essoal inestimáel de um fenRmeno obseráel da energia esiritual? ;ue afeta fortemente as suas crenças sobre o ;ue ocJ ode ou aceitar e fazer. #sso também nos deiLa mais erto da função de inteligJncia cororal do seu !u suerior. !ssas coisas intensificam sua caacitar de trabal1ar as energias e a auto<cura? e geralmente aceleram o desenolimento esiritual e s=;uico. )ma eLeriJncia essoal clara e reetitia com ;ual;uer tio de fenRmeno esiritual ou relacionado Ms energias
reresenta uma erdadeira mudança de ida. & eLeriJncia essoal nessas áreas é muito dif=cil de obter. &s mudanças resultantes em seu sistema de crenças? na elaboração de sua fé? irã intensificar muito seu rogresso.
A INTELIG#NCIA CORPORAL
-ua ida começou como uma Xnica célula ia ;ue se diidiu inXmeras ezes M medida ;ue o seu coro f=sico cresceu de acordo com o modelo contido no seu /N&. (odo o seu coro f=sico é comosto de células ias conectadas? inteligentes. -uas células crescem e se relicam? rearando os danos da idade. (udo o ;ue acontece ao seu coro é controlado or sua inteligJncia cororal e suas células? mas ele é muito mais do ;ue uma má;uina biolgica. !le é um organismo io incrielmente comleLo? interatio e dinQmico. +s cientistas e os médicos ol1am ara essa estrutura elegante e sofisticada com admiração? ois sabem muito sobre como ele funciona? mas não como as células ias do coro estão conectadas ou como eLecutam ações comleLas em resosta a est=mulos sutis e M necessidade.
& inteligJncia curatia do coro e da inteligJncia celular são fenomenais. %ada célula do coro f=sico está dinamicamente conectada. !las se comunicam e simlesmente sabem o ;ue fazer e ;uando fazJ<lo em ;ual;uer situação. /anifi;ue o seu coro e ele fec1a os azamentos e reara a carne e a ele. Aan1e bol1as or atrito e seu coro rearará a ele e a tornará mais esessa? com calos? de modo ;ue a;uela arte não crie noas bol1as com tanta facilidade. &nde descalço or alguns dias e as lantas dos seus és ão engrossar como o couro. !ngraide? e as células do seu coro ai criar um noo ser 1umano? célula or célula.
Há muito mais em seu coro do ;ue aenas crescimento celular? rearação e mecanismo de reconstrução. Por eLemlo? escorregue or uma montan1a e seu coro ai desenoler instantaneamente força sobre<1umana. & força de dez 1omens ode surgir em ocJ em uma fração de segundo. !u eLerimentei isso uma ez eu mesmo uma escada ;uebrou ;uando eu descia em um comartimento de carga de um naio. !u esaa mais de cem ;uilos na éoca e não estaa boa forma. !u me agarrei com uma mão e fi;uei endurado or ários minutos? me balançando sobre uma ;ueda de inte metros? ;ue significaria morte
certa. !u usei aenas uma mão en;uanto a outra estaa segurando a min1a @a;ueta. Eoi algo fácil. !u não oderia? em situação normal? sustentar meu rrio eso cororal com uma mão or mais do ;ue alguns segundos.
6 + fenRmeno de suer<força é bastante con1ecido. +s artistas marciais tentam acessar este otencial 1á séculos. 0ocJ oue 1istrias de mães leantamento automeis ara salar seus fil1os. -ão coisas ;ue acontecem? mas oucos acreditam? or;ue é incomum. ! também or;ue é imoss=el reetir ou testar eLceto no momento da crise. 0ocJ recisa de uma erdadeira situação de ida ou morte ara atiar esse recurso. +s cientistas tentaram em ão recriar esse efeito simulando situações de ida ou morte. ,as o !u suerior e a inteligJncia cororal não odem ser enganados.
-ou da oinião ;ue as células do coro f=sico são o rimeiro n=el de um gruo de asectos ;ue comõem o eu suerior. + n=el suerconsciente é aenas um destes asectos. + !u suerior tem muitos nomes: /eus? !s=rito -anto? ,Rnada? AJnio interior? !s=rito guia? &n@o da guarda? etc. !stá claro ara mim ;ue o !u suerior não se imorta o ;ue ele é c1amado. !le aenas é.
+ !u suerior é uma arte de ocJ em todos os n=eisY muito simles < mas como oderia ser de outra maneiraF 0ocJs comartil1am o mesmo coro? cérebro e mente. !le está tão erto de ocJ e tão fundido com ocJ ;ue é imoss=el J<lo. Z or isso ;ue temos a tendJncia de ol1ar ara fora de ns mesmos ;uando tentamos nos aroLimar do diino.
(ambém está claro ara mim ;ue o n=el suerconsciente? ;ue eu c1amo de !u suerior? não é aenas um ser abstrato? como um sistema oeracional do comutador. 7uando ele escol1e fazJ<lo? ele ode se manifestar como uma ersonalidade? ao n=el normal de consciJncia de ig=lia. /e um modo geral? no entanto? o !u suerior é geralmente um obserador silencioso? o grande !u -ouI ;ue reousa dentro de cada um de ns.
+ modelo de !u suerior ;ue aresento a;ui é um gradiente lgico ;ue ai num crescendo desde as células do coro f=sico até a Eonte de tudo. /esta forma? todas as unidades de !u suerior? todos os seres ios ? estão conectados. !? como as células do coro 1umano? todas as unidades !u -uerior se comunicam e interagem umas com as outras de forma dinQmica. &lém disso? todos os seres ios também estão conectados < animal? egetal? mineral e esiritual. Ns não comreendemos totalmente os mecanismos dos rocessos enolidos? mas? ocasionalmente? odemos islumbrá<los em ação.
ENCONTRANDO SEU EU SUPERIOR
,in1a obseração atenta das e;uenas coisas da ida? esecialmente em matéria de assuntos esirituais e metaf=sicos? tem gerado muitos frutos ao longo dos anos. !la culminou ;uando eu tin1a 36 anos? ;uando meu !u suerior falou comigo. !u o c1amo de meu !u suerior or falta de um termo mais reciso? mas o !u suerior não se imorta com a forma como ocJ o c1ama. #sso s aconteceu comigo uma ez até 1o@e? mas eu io na eserança de ;ue uma dia en1a a acontecer noamente. !ste eento é con1ecido or algumas tradições como“A Conversa com o Santo Anjo Guardião”.
!is o ;ue aconteceu : !u estaa restes a fazer min1a meditação M noite? or olta das noe 1oras. ,in1a fam=lia estaa na cama? eu fui ara a sala da frente? onde um bril1o alegre me saudou indo de um ti@olo da lareira. !u estaa aagando a luz ;uando uma oz me falou? como se uma essoa real estiesse em é @unto a de mim. & oz era masculina? rica e elegante? a mais bela oz ;ue eu @á escutei .
7uando ela falou? eu senti meu ouido zumbir. Percebi ;ue min1a glQndula cartida ibrou? modulando com as alaras ;ue eu estaa ouindo. !u ressionei a un1a no meu osso mastide 8 o osso curo atrás da orel1a 9 e senti as mesmas ibrações? ortanto? era uma oz f=sica. -e eu tiesse um microfone? eu oderia facilmente ter graado essa oz.
& oz disse: K obert? é 1ora de termos uma longa conersa. -ente<se e eu ou eLlicar<l1e tudo. K
G !u s osso reelar uma e;uena arte desta conersa. Eoi? basicamente? um monlogo? ois eu s ouia? então o termo discursoI é roaelmente uma alara mel1or do ;ue conersaI. !le me disse desmantelar o meu sistema de crenças? e manter aenas as crenças ;ue fossem suortadas ela eLeriJncia essoal. + resto deeria ser ou descartado como liLo? ou ar;uiado como sendo ossielmente erdadeiro. !le disse<me ara continuar a artir deste onto em diante baseando<me aenas na eLeriJncia essoal. (ambém me disse ara ermanecer semre ;uestionando. #sto significa ;ue eu nunca deo ac1ar ;ue eu @á
con1eço algo comletamente? ou ;ue eu saiba tudo sobre alguma coisa.
*imar meu sistema de crenças foi crucial ara o meu camin1o de ida a artir da;uele momento. %renças geram filtros na mente e nas suas erceções. -e min1as crenças fossem erdadeiras? então as min1as idéias e erceções oderiam ser erdadeiras. #sso diz reseito articularmente a idéias insiradas? ;ue eu c1amo de doSnloads do !u sueriorI. )ma analogia : imagine ;ue seus filtros do sistema de crenças são formas ;uadradas e angulosas? e ;ue suas idéias insiradoras e erdades tJm formas circulares e oais. Para noas idéias e erdades gan1arem ida em sua mente? ara serem ercebidas? eles tJm ;ue ser forçadas atraés dos filtros do seu sistema de crenças. !ste rocesso blo;ueia ou danifica o ;ue é forçado atraés dele.
& Xltima arte ;ue eu osso comartil1ar refere<se a ermanecer ;uestionando. ,anter<se ;uestionando é manter a mente aberta? de forma imarcial. #sso significa nunca considerar ;ue ocJ sabe tudo sobre ;ual;uer coisa? nunca desligar comletamente o ;uestionamento sobre algo. !ssa atitude mantém os canais de insiração abertos? e então mais informações e erdades odem fluir. #sso eita o roblema do desenolimento de falsas crenças e reconceitos? cegando<o ara a erdade e idéias insiradoras? e criando dogma. !ssa é a maneira como as essoas criatias? como artistas e oetas? escritores e mXsicos? tentam ficar abertos e dison=eis ara a musa mágicaI? ara doSnloads de idéias insiradas.
O SER COMO UM COLETI"O
+ modelo ;ue eu uso tem seis asectos rinciais? e inclui todos os rinciais asectos do ser? a artir de células do coro f=sico até o n=el suerconsciente. Proaelmente 1á asectos acima da suerconsciJncia? mas até mesmo cogitar isso re;uer uma grande dose de eseculação. *embre<se? eu ten1o ;ue rosseguir aenas com a eLeriJncia essoal. !ste modelo também não inclui asectos dos coros sutis? como coros etérico? astral e mental. -uerconsciJncia
%onsciJncia /eserta normal ,ente -ubconsciente
%oro E=sico
#nteligJncia %elular %oro -util !nergético
& maneira como os asectos acima estão tão intimamente entrelaçados é a razão ela ;ual não odemos er claramente nada além do nosso rrio refleLo em um esel1o. Ns s
$T odemos islumbrar o funcionamento da mente subconsciente? e do diino. #sto está tão erto
de ns? ;ue é o motio elo ;ual um eiLe ;ue não ode er a água? ou ns não odemos er o ar. Ns não odemos er a Eonte or;ue ela está tanto dentro de ns ;uanto em todos os lugares ao nosso redor. & erdade é ;ue ocJ é Eonte? ocJ aenas não ode J<la. !ntão? obiamente? o camin1o mais direto e acess=el ara o diino está dentro de ocJ? dentro do seu rrio coro? mente e ida.
%ada asecto de uma unidade suerior 8 um ser io 9 afeta rofundamente todos os outros asectos desse ser 8 essa essoa 9? do mais alto ao mais baiLo.
+ modelo acima sugere eLlicações lgicas ara muitas coisas? a natureza da cura? or eLemlo. (odos os atos de cura são atos de auto<cura. 7uando remédios são dados a uma essoa? as células do seu coro são estimuladas a realizar mudanças de auto<cura e rearos.
7uando um curandeiro dá cura a uma essoa? a intenção do -er coletio do curador transmite energia ital sutil ara o -er coletio do aciente. !ssa energia e intenção estimula o -er coletio do aciente em todos os n=eis. &s células do coro do aciente são estimuladas a agir e a auto<cura 8auto< rearação9 é realizada.
& lei da atração e o ato de manifestaçãoI8como isso funciona9 também são eLlicados or este modelo. %omo eu disse? todas as unidades do !u -uerior 8todos os seres ios e coisas9 estão conectados atraés de Eonte. !? assim como as células do coro 1umano? eles interagem uns com os outros de forma dinQmica. Z assim ;ue funcionam todas as curas. 7uando uma essoa gera uma forte intenção e realiza afirmações ara manifestar algo? se@a ara din1eiro ou ara auto<cura? isso afeta todas as outras unidades de !u suerior? < outros
seres e coisas ias. 7uando esta intenção é eLressa com força suficiente? a ida arece consirar magicamente ara manifestar a intenção. !sse é o fundamento não s do ato de manifestação? mas da oração? do ensamento ositio? e de todos os sistemas mágicos.
!u continuarei tratando de eLemlos da ida real sobre manifestação e auto<cura em ação? no osfácio das atualizações da noa edição? no final deste liro.
$$ INTRODUÇÃO
em<indo ao meu mundo de trabal1o energético[ !u gostaria de ter con1ecido um liro como este 1á 3T anos? ois min1a ida teria sido muito mais fácil. & boa not=cia é ;ue agora ocJ tem este liro. !sero ;ue sua ida ossa se beneficiar imensamente com as idéias ;ue ele oferece.
& consciJncia ura é energia? e energia não con1ece fronteiras. #maginação? emoção? intenção e ações enérgicas são todas eLressões da consciJncia e de energia. K-ua energia flui ara onde sua atenção se encontraK? esse é um rinc=io fundamental do trabal1o energético. ! suas ações energéticas serão semre moldadas or seus ensamentos? contendo eLatamente as roriedades ;ue ocJ imaginar e dese@ar ;ue elas conten1am.
+ sistema de trabal1o energético aresentado a;ui é fácil de fazer e eLtremamente eficaz. 7ual;uer um ode fazJ<lo. Não 1á idade ou restrições de saXde? e não é necessária nen1uma eLeriJncia ou 1abilidade anterior. & maioria das essoas eLerimentará sensações ercet=eis de moimentação energética durante os eLerc=cios iniciais. -ão sensações f=sicas?
não aenas sentimentos imaginários. + rogresso é ráido uma ez ;ue ocJ arenda os rinc=ios e métodos básicos.
&s técnicas de trabal1o energético tJm muitos usos ráticos. &lém disso? elas mel1oram a saXde f=sica e a auto<cura? acelerando todos os asectos do desenolimento esiritual e s=;uico. %ircular energia atraés de seu coro energético estimula os mecanismos oderosos de auto<cura do seu coro f=sico e ocJ se conecta com seu eu suerior. & regra K-ua energia flui ara onde sua atenção se encontraK se alica ao funcionamento da dor. & dor c1ama a atenção ara uma lesão e concentra nela as energias de auto<cura do seu coro. + sistema de trabal1o energético aresentado a;ui ermite ;ue ocJ atie esse mesmo mecanismo de auto< cura? sem ter ;ue sentir dor? e concentre suas energias em áreas ;ue ocJ retende estimular e desenoler esiritualmente.
+ trabal1o energético é um con@unto de ráticas simles baseadas em ações de consciJncia cororal focalizada. %omeçando com um con@unto de eLerc=cios ;ue farão ocJ sentir a energia raidamente? iremos construir asso a asso será constru=do um sistema comleto ara estimular e desenoler o seu coro energético.
+ sistema a;ui aresentado foi desenolido da estaca zero. !le começou com uma descoberta acidental? e se desenoleu durante anos de eLerimentação 8er o refácio ara mais detal1es9. &render este sistema colocará ocJ em contato com o seu coro de energia e eLandirá muito seus 1orizontes esirituais. !le roorciona uma marail1osa orta de acesso com a ;ual ocJ ode se aroLimar da realidade esiritual e eoluir como um ser esiritual.
,eus liros anteriores contém artes deste sistema de trabal1o energético? anteriormente c1amado de N!C 8 NeS !nerg Cas9? @á ;ue ele é a base do meu trabal1o. )ma ez ;ue todas as técnicas e ráticas esirituais enolem o coro energético? de uma forma ou de outra? torná<se bio ;ue ;ual;uer rática esiritual ode ser mel1orada atraés de técnicas mais eficazes. ,as o mais eficaz não significa mais dif=cilY na erdade é eLatamente o oosto. ,eu método de ensino é o rimeiro a fornecer uma comreensão simles da energia? e? em seguida? amliar essa comreensão um asso de cada ez. %omleLidades esirituais serão eLloradas mais adiante. &s descrições do coro energético? as lin1as de energia dos meridianos e as estruturas energéticas dadas ao longo deste liro são baseadas? em grande arte? em min1as rrias obserações? obtidas atraés da rática do
trabal1o energético. !ste liro se concentra em E&\! o trabal1o energético? não em /#-%)(# suas comleLidades técnicas e esotéricas. %om isto em mente? teoria comleLa e eLlicações são reduzidas ao m=nimo. /ito isso? é 1ora de começar uma incr=el @ornada? uma iagem de arender fazendoI? ;ue é certamente a Xnica maneira de arender !&*,!N(! alguma coisa.
$2 CAP$TULO UM
SEU CORPO ENERGÉTICO
-eu coro energético é o modelo de energia sutil ;ue dá forma e suorte ao seu coro f=sico. !Listem árias abordagens tradicionais e contemorQneas ara trabal1o energético? mas todas buscam o mesmo fim: estimular e desenoler o coro energético 1umano. + ob@etio é eoluir esiritualmente ? e ao fazJ<lo ? tornar<se mais saudáel e mais dinQmico. !ste liro introduz um sistema de trabal1o noo e oderoso ;ue é ao mesmo temo simles e eficaz. & imortQncia do coro energético ara a saXde e italidade é con1ecida 1á mil1ares de anos. & !nergia 0ital tem recebido muitos rtulos ? tais como %1i? Prana ? Huna ? Eorça dica ? +rgone ? etc . !la tem sido utilizada em muitas ráticas? incluindo %1i Dung ? (ai %1i? Boga? Dung Eu ? &cuuntura? eiOi ? efleLologia? %ura PrQnica ? (o;ue ;uQntico? etc . 7ual;uer sistema ;ue enole o uso de energia sutil? maniulação de energia? ou de cura? ode ser aerfeiçoado atraés da incororação dos rinc=ios de moimentação energética baseados na erceção das sensações energéticas do coro? ;ue formam o sistema deste liro. 7uanto mais energia ital ;ue ocJ tem? mais ocJ se torna io em todos os n=eis : f=sico ? mental? emocional ? criatio e esiritual.
-e ocJ dese@a mel1orar suas ráticas tradicionais ? mel1orar a sua saXde? ou desenoler 1abilidades esirituais e s=;uicas ? o trabal1o energético eficaz é a c1ae ara o sucesso
& atiidade 1umana enole energia em cada molécula ? osso ? mXsculo e rgão? mesmo ;uando ocJ s está ensando ou dormindo. %ada ensamento? função dos rgãos ? e moimentos f=sicos? enolem sinais bioelétricos e bio;u=micos massios ;ue ercorrem todo o coro. (oda a atiidade elétrica gera camos eletromagnéticos.
)m camo biomagnético é um camo electromagnético ;ue é roduzido or um ser io . &lguns desses camos são sutis e dif=ceis de detectar ? mas isso não significa ;ue elas não são imortantes . + camo biomagnético 1umano mais forte é roduzido elo coração ? ;ue ode ser detectado a uma distQncia de mais de cinco metros .
& energia roduzida or curandeiros e outros maniuladores de energia também foi medido or e;uiamento similar e mostrou<se uma força significatia 8 +sc1man e Pert ? 2TTT9. & energia sutil flui atraés do coro energético 1umano de muitas maneiras. &lém de fontes f=sicas? como alimentos e bebidas? duas fontes rinciais são a energia gerada or nosso laneta e do ar ;ue resiramos . & energia ital sutil em da atmosfera ? da energia solar? e das energias csmicas do unierso.
!nergias também são trocadas entre as essoas e todas as coisas ias . No n=el subatRmico ? toda a matéria é energia. (odo o unierso é ? de fato? uma eLressão infinita de energia e consciJncia. ! no n=el de energia? todos os seres ios e não<ios estão intimamente ligados .
O %UE É O CORPO ENERGÉTICO&
%ada célula do seu coro está io com a atiidade bioelétrica ;ue roduz camos biomagnéticos . -ob essa atiidade eListem as camadas dos camos de energia sutis e esirituais ;ue comõem o coro de energia 1umana. !ste coro sutil é tão comleLo ;uanto sua contraarte f=sica ? aesar de ;ue suas estruturas sutis e esirituais se@am dif=ceis de detectar.
$3 &té o momento? a Xnica ferramenta sens=el o suficiente ara erceber as energias 1umanas mais sutis é o ser 1umano . Para realmente comreender isso? ocJ dee arender a sentir a energia or si mesmo? sentindo e moendo a sua rria energia . )m dos rinciais ob@etios deste liro é demonstrar isso ara ocJ . - ;uando ocJ sente a sua rria energia ;ue ocJ realmente saberá ;ue ocJ tem um coro energético . - então ocJ será caaz de realmente trabal1ar com a sua energia. #sso não é dif=cil? como em bree ou l1e mostrar .
+ coro energético 1umano sobreõe o coro f=sico como um modelo? mas artes dele também eListem de forma indeendente. No caso de amutações de membros ? as artes do coro energético continuam a oerar. +casionalmente? uma fotografia Dirlian 8 uma fotografia de descarga de alta tensão9 ai mostrar edaços ;ue foram erdidos ou remoidos 8or eLemlo? dedos amutados ou artes de lantas 9 .
8N+(& /+ (&/)(+: &dicionei as imagens abaiLo ara ilustrar. !las não fazem arte do liro original9
+ coro energético 1umano tem mXltilas camadas e centros de energia. +s centros de energia 8também c1amados de %1aOras 9 são como os rgãos itais do coro energético . #sso inclui os sete centros rinciais de energia 8%1aOras rinciais 9? centenas de centros secundários de energia? trJs centros de armazenamento de energia ? e as áreas densas de centros terciários 8 minXsculos oros de troca de energia 9 . Há também um canal central 8-us1umna 9 correndo até o centro do coro? com dois grandes condutos de energia
$4 8c1amados de #da e Pingala 9? serenteando dos dois lados. !sta estrutura é tradicionalmente reresentada elo s=mbolo do caduceu de mercXrio 8o cetro de Hermes 9
+ coro energético 1umano é uma estrutura comleLa? multifacetada. 7uando alguém é aresentado ela rimeira ez ao trabal1o energético? uma abordagem simles é a mel1or. & ilustração a seguir mostra as estruturas básicas do coro energético 1umano? incluindo centros rimários? centros de armazenamento e áreas de troca de energia. 0amos discutir isso mais M
medida ;ue rogredimos.
Não é necessário memorizar uma série de termos e conceitos orientais eLticos ara realmente trabal1ar com o coro de energia. !u uso os termos descritios ocidentais semre ;ue oss=el. #sso torna discutir e trabal1ar com o coro energético mais fácil. %ada arte do coro f=sico também faz arte do coro de energia. #sso ficará mais claro M medida ;ue ocJ raticar os eLerc=cios.
O %UE É O TREINO ENERGÉTICOF
%omo ocJ ensa e sente afeta rofundamente o seu coro de energia. -e ocJ se sentir feliz? seu coro de energia se eLande e l1e dá oderes. ,as se ocJ está triste? seu coro de energia diminui e drena sua italidade e entusiasmo ela ida. + trabal1o da energétco mel1ora e e;uilibra a saXde e italidade em todos os n=eis.
)m sentido amlificado de consciJncia cororal e um fluLo energético intensificado também estimulam os seus asectos esirituais sueriores a se tornarem mais actiamente enga@ados na sua ida.
$ Há muitas maneiras de alcançar isso. K(odas as estradas leam a omaK? mas algumas estradas são mais curtas do ;ue outras. &s abordagens tradicionais enolem árias combinações de isualização? moimentos f=sicos e alongamentos? osturas e resiração? e V ou cantos ou entoar certos sons? ;ue estimulam o fluLo de energia sutil de formas diferentes. & abordagem t=ica da Noa !ra enole rincialmente a isualização e eLerc=cios de relaLamento. & isualização é? no entanto? dif=cil ara muitas essoas? or;ue é geralmente mal interretada. !u ensinarei os segredos da isualização eficaz no rLimo ca=tulo. (odo mundo ode isualizar erfeitamente? desde ;ue arendam como fazJ<lo.
+ trabal1o de energia ensinado neste liro é um sistema de imagem tátil ;ue não necessita de isualização. #magem tátil enole focalizar a consciJncia do seu coro f=sico < sua consciJncia cororal < em um onto esec=fico do seu coro? e ? em seguida? moimentar esse onto focal. #sso estimula o coro de energia de forma muito eficaz . Z um método
$" simles de arender e ;ual;uer um ode fazJ<lo. !le não s é mais simles do ;ue ;ual;uer outro sistema ? mas é significatiamente mais eficaz .
+s rinc=ios sub@acentes do moimento da imagem tátil e moimentação energética da consciJncia cororal odem ser encontrados em todos os sistemas orientais sobre maniulação energética . U rimeira ista isso não é bio ? talez or causa das dificuldades em traduzir conceitos esotéricos orientais. !u acredito ;ue o uso de ações de conscientização cororal ara estimular o coro de energia é um detal1e nas tradições orientais ;ue simlesmente não é bem traduzido . Ealei com muitos rofessores de ráticas tradicionais sobre o assunto. (odos erceberam o meu onto de ista e a@ustaram os seus ensinamentos de acordo com ele? or simlesmente esclarecerem a imortQncia das ações de conscientização cororal. +s alunos ? então? aançam muito mais ráido do ;ue teriam aançado de outra forma . #sso ocorre or;ue uma ez ;ue um aluno arende a sentir e moer a energia sutil ? o sistema tradicional ;ue estão arendendo torná<se mais acess=el e fact=el? or;ue tudo assa a fazer mais sentido.
,eu fil1o mais el1o? en@amin ? é um siclogo . !le tem raticado o sistema de imagem tátil ara trabal1o energético or ários anos ? além de estudar diersos sistemas? tais como \en ? (ao? Boga? etc. &lguns anos atrás ? ele se inscreeu em um curso de %1i Dung %amisa de EerroI . !nsinaram<l1e ;ue a maioria dos estudantes começará a sentir n=eis significatios de moimentação energética as raticarem todos os dias durante um ano. ,as? durante o rimeiro dia de instrução? en@amin @á estaa sentindo grandes moimentações de energia. 8 -eus instrutores não conseguiam entender um rogresso tão ráido ? e não foram recetios as eLlicações de en@amin . 9. (en1o ouido muitos relatos semel1antes ao longo dos anos .
POR %UE DE"ER$AMOS FAER TREINO ENERGÉTICO&
Normalmente? muitas das estruturas dentro do coro energético 1umano estão raticamente adormecidas. !las funcionam num n=el m=nimo? aenas suficiente ara a eListJncia f=sica normal? mas em um n=el muito baiLo? do onto de ista esiritual . !ssas estruturas e centros energéticos odem desertar acidentalmente ? muitas ezes roocando eLeriJncias s=;uicas esontQneas ? ou eles odem ser atiados or ráticas esirituais e trabal1o energético .
+s benef=cios do trabal1o energético aarecem em todos os n=eis . !le estimula o coro f=sico a funcionar mel1or ? mantendo<o e rearando<o de forma mais eficiente ? rearando<o ara resistir Ms doenças . & caacidade de trabal1ar diretamente com o seu coro de energia ermite estimular os mecanismos de auto<cura do seu coro de maneiras esec=ficas ara atingir áreas feridas ou doentes . !nergias itais fluem atraés de cada arte do seu coro? o ;ue é tão imortante ara a ida ;uanto o sangue. &ssim como o seu coro f=sico ai se adatar e mudar em resosta ao seu estilo de ida ? eLerc=cio e dieta ? sua energia cororal também se adata < ara mel1or ou ior . 7uando ocJ faz o trabal1o energético? seu coro de energia será estimulado a um maior n=el de atiidade. !? assim como treinar regularmente em uma academia mel1ora o seu coro f=sico ? o trabal1o energético mel1ora rogressiamente a atidão e a funcionalidade de seu coro energético .
$W + desenolimento s=;uico e esiritual são fortemente deendentes da atiidade do seu coro energético. (odo mundo tem 1abilidades s=;uicas latentes ou arciais e todos tem um grande otencial esiritual? mas muito oucas essoas conseguem erceber isso de forma significatia . +s métodos de trabal1o de consciJncia energética do coro ermitem o direcionamento esec=fico dos canais de energia e dos centros energéticos rimários. &o eLercitá<los? eles odem ser atiados e desenolidos. #sso se traduz em desenolimento esiritual real e eolução.
+ coro energético 1umano contém sete centros de energia rimária 8também c1amados de %1acOras ou centros s=;uicos 9 ? centenas de centros energéticos secundários? trJs centros de armazenamento 8também c1amados de (an (ians 9? e mil1ares de centros terciários 8 oros de troca energética 9 . (odos estes centros < rimário? secundário e terciários < são interligados atraés de uma mir=ade de condutos energéticos . No centro do coro de energia eListe uma estrutura do tio tubular . + coro energético 1umano é tão comleLo ;uanto o funcionamento interno do coro f=sico 1umano e do seu sistema neroso ? com o ;ual está intimamente relacionado .
Nota: & min1a intenção a;ui é oferecer uma regra rática iáel ara a comreensão do coro energético. &s descrições são baseadas? em grande arte? nas min1as rrias obserações . (ermos descritios ocidentais serão usados semre ;ue oss=el. !u não estou tentando concordar ou discordar de ;ual;uer tradição articular ou escola de ensamento .
& energia ital é roduzida no coro f=sico atraés da digestão de alimentos e bebidas. !nergias sutis também são transmitidas atraés das mãos e dos és ? ela resiração? e elas interações ambientais e sociais com o mundo ;ue nos rodeia. &s energias sutis entram no coro e circulam atraés dos condutos energéticos e dos centros rimários? ;ue absorem e transformam as energias de diferentes caracter=sticas ;ue estão dison=eis ou ;ue assam or eles. !les odem ser comarados a sutis transformadores? alterando a ;ualidade e a fre;]Jncia das energias recebidas ara atender uma ariedade de necessidades em todos os n=eis de eListJncia.
CENTROS ENERGÉTICOS PRIMÁRIOS
&s suas emoções são o elo mais ercet=el com a atiidade dos centros energéticos rimários. ,Xsica edificante ode roocar icos de formigamento energético ;ue sobem elas suas costas. (risteza ode causar uma sensação de eso. )m c1o;ue reentino ode fazer sua garganta secar instantaneamente. + medo e a eLcitação odem roocar arreios ou deiLar seu cabelo em é. ,edo intenso ode gerar diarréia e fra;ueza nas ernas. !stresse mental ode causar dores de cabeça . )m coração artido rooca deressão e até uma dor f=sica no seu coração. &aiLonar<se ode causar gerar reiraoltas no estRmago . Há tantas sensações relacionadas com a atiidade dos centros energéticos rinciais ;uanto 1á emoções e situações emocionalmente carregadas .
$6 +s sete centros de energia rinciais são as seguintes: o centro da base? centro do umbigo? do leLo solar? centro do coração ? centro da garganta ? o centro da testa e o centro da coroa. !les são os rinciais rgãos sutisI do coro energético e estão enolidos com cada asecto da eListJncia 1umana. !les estão semre atios em algum n=el e são resonsáeis or todos os sentidos emocionais ? s=;uicos e esirituais . (ratarei dos centros de energia rimária em detal1es mais adiante neste liro.
CENTROS ENERGÉTICOS SECUNDÁRIOS
+s centros energéticos secundários são semel1antes aos centros de energia rimária ? mas são muito menores e tJm funções mais simles. !les ariam em taman1o e estão localizados or todo coro e ossos do coro f=sico. !stes centros energéticos e seus meridianos de interconeLão estão bem documentados nos sistemas tradicionais de acuuntura. !ste diagrama reresenta centro energético secundário t=ico? de uma articulação do dedo. !sses tios de centros energético tem ;uatro los cada e um nXcleo de coneLão central. %ada lo é uma energético e;uena? em forma de rteL? ;ue brota na suerf=cie da ele e diretamente acima da articulação . !sses los estão ligados a condutos internos
maiores? ;ue estão ligados ao nXcleo do osso e da medula? em todos os ossos. 7uando a energia ercorre fortemente os canais rinciais ? ela ode estimular os demais neros f=sicos e roocar formigamento ? fazendo surgirem sensações rofundas na medula do osso . !stas sensações são articularmente ercet=eis nos braços e ernas. +s centros energéticos
$G secundários do es;ueleto eListem em todas as articulações do coro 1umano ? e;uenas e grandes.
!Listem muitos centros secundários imortantes em todo o coro? nos mXsculos ? rgãos e gQnglios? todos unidos or uma rede de coneLões energéticas. )m bom eLemlo disso ode ser isto em torno da estrutura do centro card=aco. + diagrama abaiLo mostra canais energéticos robustos conectando braços? ombros e ulmões. 8& estrutura comleta de coneLões do centro card=aco é muito mais comleLa do ;ue é reresentado a;ui.9
+s condutos sueriores ligam o centro do coração com os braços . +s inferiores conectam<se com os ulmões . !sses condutos estão em ares? eListindo tanto na arte de trás como na da frente do traL. Pessoas ;ue ossuem uma consciJncia cororal sens=el são caazes de erceber essas estruturas ;uando elas são atiadas. + centro do coração também tem ramificações ;ue se conectam com outras áreas 8or eLemlo? com a garganta 9 .
2T POROS DE INTERC'MBIO ENERGÉTICO TERCIÁRIO
+s oros de troca energética são e;uenos centros de energia com funções simles ? como os mil1ões de oros de suor ;ue cobrem a suerf=cie da ele . & rincial função desses centros energéticos minXsculos é a troca de energia sutil com outras essoas e com o meio ambiente. & suerf=cie da ele está coberta or eles? mas eles estão altamente concentrados em algumas áreas: as solas dos és? almas das mãos? o nariz e assagem nasal ? os ol1os e as orel1as? os ulmões? a boca ? os lábios ? a l=ngua e os rgãos genitais.
+s oros de troca energética são muito sens=eis e tJm a caacidade de entrar em sintonia e sentir os camos sutis de energia. &s mãos em articular? odem ser utilizadas como rgãos sensoriais refinados ara erceber camos energéticos.
CENTROS DE ARMAENAMENTO DE ENERGIA
+ coro energético 1umano ossui trJs centros de armazenamento de energia rinciais ? onde as diferentes ;ualidades de energias são acumuladas. !les são diferentes dos centros de energia rimária ;ue comartil1am as mesmas áreas gerais? embora este@am ? obiamente? conectados energeticamente a eles.
+s centros de armazenamento são mostrados abaiLo:
Cent(o S)*+),*-.-/0.: fica a meio camin1o entre o umbigo e a lin1a ubiana? dois cent=metros ara dentro do coro. -ua função é armazenar a italidade f=sica. 7uando
2$ estimulado ? este centro roduz uma ibração ? um sensação de borbul1amento energético ? uma ou duas olegadas ao lado do lin1a central ou ubiana. !la não dee ser confundida com a moimentação dos gases intestinais.
Cent(o /0(d10/o: fica no meio do eito? entre os mamilos? dois cent=metros ara dentro do coro. -ua função é armazenar a energia emocional.
Cent(o d0 test0: fica entre as sobrancel1as? no centro da testa? um ouco dentro abaiLo da suerf=cie do crQnio. -ua função é armazenar a energia mental V s=;uico.
-imlifi;uei muito a descrição da natureza dos centros de armazenamento de energia ara torná<los mais comreens=eis. /os trJs centros de armazenamento de energia? o mais imortante a ser carregado é o centro sub<umbilical. 7uando ele está c1eio? ode<se dizer ;ue ele transborda energia naturalmente modulada ara o centro card=aco e deois ara o centro da testa.
!Lerimentos de gruo me ensinaram ;ue carregar eLcessiamente os dois centros de armazenamento sueriores? do coração e da testa? é uma atitude imrudente? or;ue ode erturbar o coro energético e causar roblemas reis=eis ? incluindo instabilidade
emocional ? mental e s=;uica. Não eListem atal1os seguros nessa área. O CANAL CENTRAL
+ canal central 8 c1amado -us1uma ? um termo oriental 9 flui erticalmente elo centro do coro ? a artir do centro da base 8 localizado no er=neo 9 até o meio do centro da coroa 8arte suerior central da cabeça 9 . )m camo de energia ode ser ercebido eLandindo<se a artir do canal central acima da cabeça ? ariando de oucos cent=metros a até cerca de um metro acima . /ois grandes condutos de energia serenteiam o canal central? e são con1ecidos como #dá? no lado es;uerdo? e Pingalá? no lado direito ? ara usar os termos orientais. &s ra=zes desses canais sobem or entre as ernas e enetram na estrutura do centro da base. !sses condutos ? em seguida? serenteiam o canal central ? atraessando cada centro rimário de energia M medida ;ue sobem . !les assam atraés da caidade da boca? ela arte
de trás? de cada lado ? erto dos segundos molares traseiros .
& coluna ertebral e a medula esin1al estão intimamente relacionadas com o canal central ? mas o esaço f=sico ocuado elo canal central não fica na coluna? mas no centro do coro e da cabeça . + canal central arece ter cerca de $Tcm de diQmetro na maioria das essoas? estreitando<se ligeiramente M medida ;ue assa atraés do escoço . & arte eLterior desta estrutura arece se de natureza magnéticaI? ;uando ercebido ela nossa sensibilidade cororal. !le gira no sentido 1orário e deois anti<1orário. (en1o obserado mudanças de rotação ;ue acontecem em ários interalos de $T a "T minutos ou mais.
+ momento e a duração da fase de rotação aria de essoa ara essoa e em resosta a mudanças na consciJncia e atiidade f=sica. & rotação do canal central não é consistente. !la irá? naturalmente girar mais em uma direção do ;ue em outra . !sta rotação ode ser detectada ela erceção de consciJncia cororal em essoas suficientemente sens=eis ara isso. !ssa
mudança de rotação arece relacionada com o fluLo natural de energia ;ue sobe atraés das ernas ? com uma ou outras erna se alternando na redominQncia. & energia flui ara cima atraés de uma erna de cada ez . 7uando o fluLo de uma erna é substitu=do elo da outra? 1á um curto er=odo de turbulJncia no canal central? ;uando ele ára e inerte a direção . -e ocJ estier focado e ercebendo o canal central durante uma transição ? oderá sentir alguma tontura durante esse momento? caso contrário? essa transição assará desercebida.
22 &s artes internas do canal central arecem ser de natureza elétricaI? ;uando detectadas ara nossa sensibilidade cororal. + enrolar e desenrolar de uma mir=ade de delicadas lin1as de energia ode ser ercebida no interior do canal central ? M medida ;ue ele gira . (ambém eListe um ulso de energia sutil moendo<se atraés do canal central .
+ rimeiro asso ara se tornar consciente do canal central é tomar consciJncia das sensações ;ue ele rooca dentro de ocJ. )ma ez ;ue elas se@am detectadas ? a erceção consciente dessa estrutura aumentará. !stas sensações são sentidas como uma esécie de lee ertigem rotatria no interior do estRmago e do eito. #sso é similar também a sensação de afundamento ;ue ocJ sente no estRmago ;uando o eleador começa a se moer? ou ;uando ocJ erra um degrau em uma escada . Há sensações corresondentes na cabeça ? braços e ernas ;ue se relacionam com o fluLo de energia atraés do canal central.
&s sensações relacionadas ao canal central resondem aos moimentos f=sicos e osturas cororais? aos ensamentos e resiração. &lguns ensamentos ão estimular essas sensações? en;uanto ;ue outros irão diminu=<las. &ções de estimulação energética? como a oscilação longitudinal das energias elo canal central? tendem a remoer dessa estrutura os blo;ueios energéticos e torná<la mais sens=el e ercet=el ara ocJ.
23 O CAMPO ÁURICO
& atiidade dentro do coro energético 1umano gera um camo de energia forte? mas sutil ? ;ue se estende até uma certa distQncia do coro f=sico. !sta distQncia aria de acordo com a saXde? desenolimento e atiidade energética do coro. #magine uma forma oide com aroLimadamente um metro de largura? ;ue enole todo o coro f=sico? e ocJ terá a idéia. 8& ilustração não está em escala.9 %ada centro energético rimário ro@eta energia colorida no camo áurico. + centro da base é ermel1o ? o do umbigo é laran@a? o do leLo solar é amarelo ? o do coração é erde? o da garganta é azul? o centro da testa é =ndigo arroLeado ? e o da coroa é ioleta . !sse fenRmeno muitas ezes cria uma imressão de faiLas coloridas na aura 1umana? ;uando isto or clariidJncia . !m essoas comuns? essas cores costumam se misturar e criar uma tonalidade geral ? ;ue muda de acordo com as suas emoções e atiidade de centros rimários. & aura 1umana é ercebida como se fosse uma luz? mas na erdade ela não é constitu=da or nen1um tio ou fre;]Jncia luminosa . !la é um camo de energia sutil e comleLo? ro@etado ao redor de uma essoa. & aura 1umana ode ser ercebida de duas formas básicas : com a isão áurica e com isão clariidente .
& isão áurica é obtida atraés do funcionamento dos ol1os e do centro da testa trabal1ando em con@unto. &mbos estão ligados ao centro de isão do cérebro. +s ol1os a@udam o centro da testa a focalizar e erceber a aura. &s cores da aura são istas sobreostas M isão normal. 0isão áurica eLige obserar uma essoa com a isão eriférica? ol1ando ligeiramente ara o lado da essoa e desfocando a isão. !sse tio de ol1ar recisa ser mantido? @á ;ue a erceção da aura desaarece se ocJ focaliza diretamente nela. á a clariidJncia é um n=el significatiamente suerior de 1abilidade s=;uica isual? e enole a
24 erceção direta elo centro da testa. %om clariidJncia? os ol1os odem estar abertos ou
fec1ados.
&s cores básicas da aura 1umana são bastante consistentes ;uando istas com isão áurica de ;ual;uer Qngulo. No entanto? isualizar as estruturas mais rofundas do coro energético eLige clariidJncia. !stas estruturas são mais is=eis ;uando a essoa é obserada de frente . !las são menos n=tidas ;uando istas or trás ? e bem dif=ceis de er ;uando a essoa obserada estier de lado .
2 CAP$TULO DOIS
TREINO COM "ISUALIAÇÃO E RESPIRAÇÃO
!ste ca=tulo mostra como ocJ ode isualizar erfeitamente ? agora. + seu sentido de tato e de consciJncia cororal são essenciais ara o trabal1o energéticos eficaz. !ste ca=tulo aresenta os rinc=ios do treino de consciJncia energética cororal e eLlica como a imagem tátil estimula dinamicamente o coro de energia.
"ISUALIAÇÃO E IMAGINAÇÃO
&s técnicas neste liro não enolem isualização. !m ez disso? elas se baseiam num sistema não<isual c1amado imagem tátilI. !le é fácil de arender e de usar? e muito mais eficaz do ;ue os métodos baseados em isualização. (odo o trabal1o com energias e ráticas de desenolimento esiritual deendem em grande arte de isualização ? ortanto? alguma dificuldade nesta área cria sérios roblemas.
& maioria das essoas tem roblemas com isualização? e muitos acreditam ;ue não odem isualizar de @eito algum. ,as a isualização é uma 1abilidade natural ;ue todos odem fazer erfeitamente? imediatamente. & isualização não é uma 1abilidade isualI na erdade. 0ocJ não tem ;ue erI nada ;uando ocJ isualiza. -e ocJ er algo ? é a isão do ol1o mentalI 8 clariidJncia 9 ou uma eLeriJncia similar a um son1o lXcido acordado.
& isualização é ura imaginação ? ura fantasia . 7ual;uer criança ode fazer isso erfeitamente. )m eLerc=cio de isualização ou meditação orientada é idJntico a ;ual;uer
outra fantasia mental? onde a memria é usada ara construir um cenário fict=cio? imaginário. !le ode estar c1eio de imagens? sons ? c1eiros? sabores? teLturas e sentimentos ? mas nada é realmente istoI .
& memria desemen1a um ael imortante na imaginação e isualização. &lguma ez ocJ @á reetiu ações ou tra@etos assados em sua imaginação? ara a@udá<lo a encontrar um ob@eto erdido F eetir ou recriar eentos reais ou fict=cios ? enole o uso construtio da imaginação. !ssa é a isualização erfeita ? e todos tem a caacidade natural de fazer isso erfeitamente a ;ual;uer momento [
& alara isualizaçãoI é ;ue cria arte do roblema? esecialmente ;uando usada ara descreer ráticas internas? como meditação e treino energético . !sse roblema é
amlificado elas eLressões isuais comumente usadas ara descreer eLeriJncias ou erceções s=;uicas não<isuais . !sta situação é ainda mais agraada or essoas ;ue ercebem si;uicamente as coisas 8 mas na erdade não estão endo nada? isualmente falando 9 e 1abitualmente usam termos isuais como K eu iK? K eu e@o K? e Keu estou endo . K #sso gera uma erceção enganosa ara os alunos. (ermos mais recisos seriam Keu sinto K? Keu ercebo K .
Há um comonente egico or trás desse roblema . !m nossa sociedade cometitia ? soa muito mais conincente se as erceções s=;uicas são demonstrados como sendo eLeriJncias isuais . #sso ode estar relacionado M forma como testemun1os oculares são considerados eidJncias mel1ores do ;ue intuição ou sentimentos. K -enti issoK ou K !u ercebi isso K não soa tão conincente como K!u i isso[K . !u não osso imaginar ;ue o uso oular destes termos um dia mude? mas eLlicações e instruções mais claras odem a@udar a
suerar os roblemas ;ue o uso dessas eLressões causam ara os alunos.
+ roblema fica ainda ior se num gruo o rofessor e alguns estudantes forem naturalmente clariidentes.
+s clariidentes realmente Jem o ;ue isualizam em suam imaginação. !les muitas ezes não ercebem ;ue isso não se alica M grande maioria das essoas ? e assim os alunos
2" tJm a imressão de ;ue a caacidade de realmente er algo imaginado é a regra geral. #sso ode lear os estudantes a acreditam ;ue eles são deficientes nesta área? um mal<entendido ;ue blo;ueia totalmente o desenolimento do aluno . ,uitos estudantes nesta situação fingirão ;ue odem er o ;ue l1es é dito ara isualizar ? ara ;ue o resto da classe não ense ;ue eles são deficientes . (odo este roblema oderia ser eitado or simlesmente fornecer eLlicações mais recisas .
&lgumas essoas realmente 0!^+ as coisas na sua imaginação durante os eLerc=cios de isualização. #sso geralmente acontece ;uando estierem num rofundo relaLamento f=sico e mental . #sso ode induzir um estado em ;ue a mente está deserta e o coro adormecido 8também c1amado de estado de transe 9 ? o ;ue ode atiar 1abilidades clariidentes. & mente son1adora também ode se tornar atia e roduzir imagens isuais. ,as os rofessores e alunos nunca deem resumir ;ue a erceção isual da imaginação se@a a regra ara os alunos.
CONSCI#NCIA CORPORAL E IMAGEM TÁTIL
& c1ae ara o treino energético eficiente é desenoler a consciJncia tátil de seu coro f=sico. #sso estimula o fluLo de energia ital e o desenolimento esiritual. ,uitos sistemas tradicionais utilizam esse rinc=io. Práticas zen? or eLemlo ? destacam a necessidade de desenoler uma consciJncia aguda de seu coro f=sico e como ele interage com o mundo f=sico em todos os sentidos oss=eis. & meditação camin1ando é um bom eLemlo ? onde se arende a andar de forma consciente e estar ciente de todos as mudanças do eso do coro ? moimento muscular e zonas de contato. #sso inclui usar? saatos tio
mocassim? com solas finas ara aumentar o contato tátil com o solo.
-eu centro natural de consciJncia reousa em seus ol1os? @á ;ue a isão é o sentido mais forte? se ocJ não for cego. !la é a @anela atraés da ;ual ocJ obsera o mundo f=sico. ,as o seu centro de consciJncia não se restringe aos seus ol1os. -ua mente não reside dentro de sua cabeça ? mas inclui todo o seu coro f=sico. +s ol1os são aenas o foco 1abitual da consciJncia.
-ua atenção consciente? focalizada em uma arte esec=fica do seu coro? estimula energicamente essa arte. 7uando ocJ desloca a atenção da consciJncia elo coro ? ocJ também estimula as estruturas do coro energético nessas áreas . & moimentação da atenção cororal rooca estimulação direta do coro energético. #sso é a imagem tátilI. /e modo similar ? a energia ode ser moida atraés do seu coro ? e artes esec=ficas e centros energéticos odem ? assim? ser focalizadas e estimuladas .
& imagem tátil é o rinc=io fundamental de todos os sistemas de treino energético e de desenolimento ? embora ela nunca se@a eLlicada desse modo. %omreendJ<la é a c1ae ara o sucesso ou fracasso de ;ual;uer sistema de treino energético. )m dos rinciais ob@etios deste liro é fazer com ;ue os rinc=ios do treino com energias se@am comreens=eis e acess=eis a todos .
COMO A TÉCNICA DA IMAGEM TÁTIL AFETA OS CORPOS F$SICO E ENERGÉTICO
Eocalizar a atenção da sua consciJncia em ;ual;uer arte do coro? na mão or eLemlo? faz com ;ue os neros da mão fi;uem carregados eletricamente e rearados ara o moimento f=sico. -e o moimento não ocorrer < se o onto focal da consciJncia mudar continuamente M medida ;ue as ações de imagens táteis são realizadas? esses neros são descarregados. &ssim? ;uando a consciJncia cororal é deslocada ara trás e ara a frente
2W atraés da mão ? como se a estiesse esfregando? os neros são continuamente carregados e descarregados . #sso aumenta a atiidade bioelétrica e rooca algumas sensações f=sicas incomuns .
& atiidade bioelétrica causada elas ações de imagem tátil no coro f=sico rooca uma erturbação biomagnética corresondente na rria substQncia do coro energético. #sso gera um efeito de ondulação energética sutil. & intensidade e moimento desta onda de energia sutil aria de acordo com a localização e intensidade da ação ;ue está sendo realizada. &lgumas áreas do coro energético ? como as mãos e os és ? são mais sens=eis do ;ue outros. #sto se relaciona? em arte? com a ;uantidade de neros numa determinada área do coro f=sico? e com as estruturas do coro de energia comartil1ando o mesmo esaço.
&ções de imagem tátil odem ser eLecutadas na suerf=cie do coro f=sico ? dentro do coro f=sico? ou até mesmo fora do coro f=sico . !las também odem se estender ainda mais adiante? de modo a afetar os coros energéticos de outras essoas.
!ssas ações de imagem tátil roduzem algumas sensações f=sicas incomuns. !mbora o tio e a intensidade ariem de essoa ara essoa ? as mais comuns incluem sentimentos de aerto? eso ? asereza? formigamento ? zumbido ? ibrações ? eferescJncia ? clicas lees ? e as sensações de ;uente ou frio . !ssas sensações são causadas elo aumento da moimentação energética ;ue está estimulando os neros do coro f=sico .
Eortes sensações f=sicas relacionadas ao moimento energético são comuns em rinciiantes ? esecialmente durante as rimeiras semanas de treino energético . !stas sensações semre diminuirão com a rática? M medida ;ue o coro de energia e os neros do coro f=sico se adatam a n=eis mais eleados de moimentação energética e atiidade bioelétrica .
Pouca ou nen1uma sensação durante o in=cio do treino energético ode indicar trJs coisas: um coro energético saudáel ou @á bem desenolido? um coro de energia lento com os blo;ueios de energia ? ou ações de imagem tátil ineficazes. /as mil1ares de essoas a ;uem eu ensinei essas técnicas energéticas ? eu encontrei aenas um gruo muito e;ueno de essoas ;ue não sentiam sensações. No entanto? em todos os casos em ;ue as essoas erseeram com o treino? o coro de energia ? eentualmente? resondeu e roduziu sensações
de moimentação energética normal.
PRÁTICA
+s eLerc=cios simles ;ue aresentarei mostram como focalizar a atenção da consciJncia cororal em diferentes artes do seu coro. !sse é o treinamento básico de imagem tátil .
Para começar ? sente<se em uma cadeira? retire os saatos e não cruze as ernas . !limine distrações como mXsica? rouas aertadas? etc . Eec1e os ol1os ? faça algumas resirações rofundas ara centrar<se? e comece . !sfregue ou coce leemente as áreas esec=ficas de seu coro ? caso necessário. )se uma caneta ou régua ara isso? se ocJ não uder alcançar a arte do coro a ser trabal1ada. #sso a@udará a destacar áreas esec=ficas ara
;ue sua consciJncia cororal ossa ser focada nelas com mais recisão. + método de coçar ou esfregar será abandonado deois.
P+N(+<%H&0!: 7uando ocJ se concentrar em ;ual;uer área do coro ? a@uda se ocJ imaginar ;ue ocJ está tentando sentir e;uenas mudanças na temeratura do ar em torno dessa área.
!sfregue ou arran1e leemente seu @oel1o es;uerdo ? causando um lee formigamento? ara a@udar a focalizar a atenção da sua consciJncia cororal. -inta com sua consciJncia essa