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Relacionamentos Abençoados

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Academic year: 2021

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Estudos bíblicos para as células

Série:

Querido Líder:

Os estudos bíblicos para as células neste mês dão continuidade aos anteriores em seu enfoque nos aspectos emocionais de nossa vida, mas agora com uma ênfase especial em nossos relacionamentos.

O objetivo principal e chamar a atenção para o grande potencial que existe em nossos relacionamentos, tanto para trazer benção como maldição, e levar cada participante da célula a experimentar a plenitude da vontade de Deus em cada área de sua vida. Lembre-se de incluir momentos de oração e ministração para que os participantes da célula sejam desafiados a buscar em Deus a capacidade de aplicar os ensinos

transmitidos.

“Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.” (1 João 1:7)

Índice

Semana 1 - Tema: Relacionamentos e comunhão com Deus

Semana 2 - Tema: O Poder das Palavras (estudo no livro de Provérbios) Semana 3 - Tema: O perdão

Semana 4 - Tema: Relacionamentos e Autoimagem Semana 5 - Tema: Cura Interior

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Série - “Relacionamentos abençoados” - Semana 1 Tema: Relacionamentos e comunhão com Deus Texto Base: Mateus 22:37-40

Textos complementares: Gn 1:27; Mt 5:23-24; Ef 6:2-3; I Pe 3:7; Pv 31:12; Ef 4:13; Sl

119:105; Pv 15:1; 18:13; 20:22; Mt 5:21ss; Mt 18: 15ss; Mt 18:19; Jo 14:13-14; Jo 16:13

Objetivo: Iniciar esta série deixando claro aos participantes o quanto Deus se importa

com nossos relacionamentos e o quanto isso pode mudar a nossa vida.

Introdução:

 Nossos relacionamentos tem uma forte ligação com a nossa comunhão com Deus.

 Ao responder ao questionamento sobre qual seria o principal dos mandamentos Jesus deixou isso muito claro:

 “Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.” (Mateus 22:37-40)

1 - A influência dos seus relacionamentos sobre a sua comunhão com deus 1.1- Alguns sinais de que deus se importa com seus relacionamentos.

 Trindade = comunhão eterna

A comunhão está na própria essência de Deus, no fato de ser um Deus trino. Isto significa que mesmo antes de haver criação Ele já experimentava a comunhão na inter-relação das três pessoas. O Pai ama o Filho eternamente, o Filho é eternamente submisso ao Pai, e assim por diante.

 A comunhão é um dos objetivos da criação.

Ao criar o Homem a sua imagem e semelhança (Gn 1:27) Deus demonstra interesse em relacionar-se e demonstrar o seu amor. A redenção em Cristo é uma iniciativa de Deus para anular o efeito destrutivo que o pecado trouxe sobre nosso relacionamento com Ele; É assim, uma renovação de sua oferta de amor.  Sua comunhão com Deus é afetada pelos seus relacionamentos humanos (Mt

5:23-24; Ef 6:2-3; I Pe 3:7)

Estes três textos acima indicam que a falta de amor e perdão nos nossos relacionamentos bloqueiam nossa comunhão com Deus.

 Seus relacionamentos podem produzir vida ou morte.

Veja por exemplo Pv 31:12 ou o estudo sobre o poder das palavras no livro de Provérbios (estudo No. 2).

2 - A influência que a sua comunhão com deus tem sobre os seus relacionamentos.  Nossa comunhão com Deus deve fazer-nos mais parecidos com Ele (Ef 4:13) e isto

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 Pessoas que não crescem espiritualmente ficam limitadas em sua capacidade de abençoar através de relacionamentos pessoais.

 Basicamente Deus nos deu duas grandes armas, para o nosso crescimento espiritual: a sua Palavra e a Comunhão com Ele na Oração.

A Palavra - Sl 119:105

 A Bíblia tem um número muito grande de princípios sobre relacionamentos que devem ser conhecidos e praticados.

 Erramos por agir segundo o nosso temperamento, cultura, herança familiar, etc. Os princípios eternos de Deus são muito mais seguros.

 Veja alguns deles: Pv 15:1; 18:13; 20:22; Mt 5:21ss; Mt 18: 15ss.

 Muitos destes princípios nós nunca seguiríamos por natureza; por isso, nada substitui o conhecimento e a obediência à Palavra de Deus.

A Oração - Mt 18:19; Jo 14:13-14; Jo 16:13

Através da oração recebemos direção de Deus para os nossos relacionamentos. O Espírito nos guia em toda a verdade, portanto vai além dos nossos

sentimentos, que muitas vezes nos enganam.

É com comunhão com o Espírito de Deus na oração que recebemos poder para viver uma vida de amor e satisfação.

Conclusão:

 A obediência à Palavra e a comunhão e direção do Espírito na oração, são as maiores armas que Deus colocou a nossa disposição para a transformação de nossas atitudes e sentimentos e, portanto, de nossos relacionamentos.

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Série - “Relacionamentos abençoados” - Semana 2 Tema: O Poder das Palavras (estudo no livro de Provérbios) Texto Base: Pv 6:16 a 19

Textos complementares: 10.21; 11.9e11; 12.18; 18.21; 12.14; 18.4; 25.25; 12.25; 18.14;

16.24; 15.30; 6.12 a 14; 10.10; 16.27,28; 18.8; 25.23; 26.21; 18.8; 24.24-26; 27.5,6; 28.23; 25.12; 10.14; 17.28; 13.3; 11.12,13; 10.19; 17.27; 18.13; 15.1; 15.28; 25.15; 15.23; 10.32; 25.11; 4.23.

Objetivo: Demonstrar a importância de aprendermos a usar sabiamente as nossas

palavras, levando em conta o alto poder que elas tem para produzir benção ou maldição.

Introdução:

 “Seis coisas o SENHOR aborrece, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal, testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos.” (Pv 6:16-19)

 Este texto nos apresenta uma lista de sete coisas abomináveis à Deus. Destas sete, três estão relacionadas ao uso da palavra.

 Esta estatística deve nos levar a refletir sobre o modo como temos usado as palavras.

1 - PALAVRAS: benção ou maldição nos relacionamentos

 Alguns contrastes: morte e vida no poder da língua. (10.21; 11.9e11; 12.18; 18.21).

 Formas de benção: a cura nas palavras (12.14; 18.4; 25.25; 12.25; 18.14; 16.24; 15.30).

 Formas de maldição: a destruição pelas palavras (6.12 a 14; 10.10; 16.27,28; 18.8; 25.23; 26.21)

 OBS: O poder das palavras não depende só de quem fala, mas também de quem ouve (Pv 18.8).

2 - Como devem ser as suas palavras

 Honestas e francas (24.24-26; 27.5,6; 28.23)  Sábias (25.12; 10.14)

 Poucas (17.28; 13.3; 11.12,13; 10.19)  Calmas (17.27; 18.13; 15.1; 15.28; 25.15)  Oportunas (15.23; 10.32; 25.11)

CONCLUSÃO - As palavras são frutos daquilo que está no seu coração e no seu

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Tema: O perdão Texto Base: Mt 18:21-22

Textos complementares: Mt 5.23,24; Mt 18.23-35; Mt 5.43-48; Rm 12.17-21; Mt

18.15-20; Lc 17.3-6

Objetivo: Levar os participantes da célula a compreender plenamente o princípio do

perdão, sondando seus corações para que possam se livrar de qualquer mágoa que ainda possuam.

Introdução:



(aphiemi)- é a palavra mais usada no Novo Testamento para perdão; significa: soltar, deixar ir, cancelar.

 Não é possível falar em relacionamentos abençoados sem incluir o tema do perdão. Isso ocorre simplesmente porque todos somos pecadores, imperfeitos.  Sendo assim, relacionamentos de longo prazo só podem existir se aprendemos a

lição do perdão.

1 - Perdão: opção ou imperativo?

 A primeira pergunta que devemos fazer é: o perdão é uma opção ou um imperativo?

 A Bíblia nos responde isso com clareza. O perdão é uma condição imposta à vida no Reino de Deus (Mt 5.23,24; Mt 18.23-35). Aquele que foi perdoado da grande dívida que tinha com Deus não pode negar-se a perdoar aqueles que o ofendem, pois certamente a nossa dívida com Deus era maior do que a que alguém possa ter conosco.

 Observe o contraste entre 100 denários e sessenta milhões de denários (valor correspondente a dez mil talentos).

 Além disso, Deus não nos autoriza a vingança (Mt 5.43-48; Rm 12.17-21)

 Não oferecer o perdão já é uma forma de vingança, que procura trazer sofrimento psicológico ao outro. Além disso, quem não perdoa, ainda que não tenha atitudes objetivas de vingança, vai deseja-la no seu coração.

2 - Há limites para o perdão?

 Entendendo a necessidade do perdão você pode acabar se perguntando: "Está bem, mas existe um limite para o perdão?"

 Segundo Mt 18.23-35, somos obrigados a perdoar porque recebemos um perdão muito maior. Como não é possível que alguém nos ofenda mais do que nós ofendemos à Deus, não há limites para o perdão.

 Em Mt 18.21,22 Pedro parece considerar que sete vezes já seria uma medida misericordiosa (o numero sete é símbolo de perfeição na Bíblia), mas Jesus lhe disse "setenta vezes sete". Isto não significa 490, mas mostra que o perdão não tem limites.

 Ouvi uma ilustração que falava de alguém que se dispôs a anotar quantas vezes perdoava a seu irmão, esperando chegar ao limite de 490. Pouco depois de passar da primeira centena, no entanto, resolveu jogar fora a caderneta dizendo "agora já aprendi a perdoar, não preciso mais dela".

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3 - Como se processa o perdão?

 Mt 18.15-20 é o texto que ensina, não somente a disciplina, mas o processo do perdão (veja também Lc 17.3-6).

 É mais importante obedecer do que sentir. Perdoar pode não ser a primeira inclinação do seu coração, mas quando você age por obediência, Deus honra esta obediência e produz no seu coração o sentimento de perdão.

 Não confie no silêncio nem no tempo, pois eles não são agentes do perdão. O silêncio e o tempo podem apenas encobrir provisoriamente as marcas da ofensa, mas sem um tratamento objetivo, segundo os princípios acima, não haverá perdão verdadeiro e restauração de relacionamentos.

Conclusão:

 Perdoar é parte essencial da vida cristã e condição para melhorar seus relacionamentos.

 Examine seu coração, diante deste estudo, pois podem existir mágoas antigas travando sua possibilidade de relacionar-se construtivamente.

(7)

Tema: Relacionamentos e Autoimagem Texto Base: Mc 12:30-31

Textos complementares: Jo 10.10; 2 Co 2:11; Gn 1:31; Sl 8:5; Sl 139:13-16;

Gn 1:26; Is 43:7; Ef 1:5,6, Rm 11:36; 2 Co 5:17; Rm 5:1, 8:1, 6:3-11; 1 Co 6:9-11, Rm 6:12-14; Jo 1:12; Ef 1:5; Rm 8:14-16; I Jo 3:1-3; Jo 8:36, Gl 5:1.

Objetivo: Levar os participantes a um exame de sua autoestima, visto que este é um

tema com forte influência sobre nossos relacionamentos.

Introdução:

 Ao nos ordenar que amemos ao próximo como a nós mesmos, Jesus nos deixa claro que não podemos nutrir sentimentos provenientes de uma baixa

autoestima.

 Os sentimentos e as emoções são alvos de frequentes ataques do inimigo, em sua tentativa de "roubar, matar e destruir" (Jo 10.10), não devemos, portanto, ignorar as armadilhas psicológicas que Satanás usa para aprisionar as pessoas (2 Co 2:11).  Ilustração: Woody Allen diz (no filme "Annie Hall"): "hoje eu fui aceito como sócio

de um clube, mas não vou frequentá-lo jamais. Como posso frequentar um clube que aceita como sócio um sujeito como eu?".

 Uma autoimagem negativa é um grande empecilho, pois paralisa o seu potencial e prejudica seus relacionamentos.

 Limitando seu potencial, a autoimagem negativa prejudica os outros, que perdem a oportunidade de se relacionar com uma pessoa mais rica (do ponto de vista de personalidade).

 A autoimagem errada também pode produzir dois tipos diferentes de problemas de relacionamento:

 retraimento, timidez, omissão.

 arrogância, distanciamento, máscaras.

1 - Ensinos bíblicos que devem influenciar sua autoimagem

1.1- A autoimagem e a criação

 Gn 1:31 Assim que nos criou Deus declarou que tudo era "muito bom".  Sl 8:5 Somos a coroa da criação

 Sl 139:13-16 Deus nos conheceu na nossa concepção 1.2- Identidade e propósito na criação

 Identidade: imagem e semelhança de Deus Gn 1:26

 Propósito: dominar a terra (Gn 1:26) e glorificar a Deus (Is 43:7, Ef 1:5,6, Rm 11:36).

1.3- O efeito do pecado

 A imagem de Deus no Homem é danificada, mas não destruída.  O pecado produz desarmonia na personalidade

 A identidade do homem natural: ele é um pecador. 1.4- Nova criação = nova identidade (2 Co 5:17)

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 Justificado: Rm 5:1, 8:1, 6:3-11  Santificado: I Co 6:9-11, Rm 6:12-14

 Adotado: Jo 1:12, Ef 1:5, Rm 8:14-16, I Jo 3:1-3

2 - Porque não devemos aceitar uma autoimagem negativa.  Somos novas criaturas.

 Fomos eleitos e amados por Deus, predestinados para uma grande futuro.

 As coisas erradas em nós, que provocaram uma autoimagem negativa, fazem parte da natureza pecaminosa do Homem caído, e sobre ela podemos ter vitória através de Jesus.

 Temos dons espirituais, dados por Deus, que nos capacitam e nos tornam úteis e importantes em seu Reino.

 Não estamos no mundo para competir, mas para servir.

 Temos a nossa disposição um potencial ilimitado de crescimento, que não depende de nossas habilidades naturais

 Deus nos chamou para a liberdade e a abundância (Jo 8:36, 10:10, Gl 5:1).

CONCLUSÃO:

 Deus tem poder para mudar sua autoimagem e a sua historia, não permita que Satanás o aprisione com uma autoimagem negativa.

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Tema: Cura Interior Texto Base: Is 61.1 e 2

Textos complementares: Rm 8.26-30; Jo 8.32, 8.36, 10.10; Mt 8.17; Gl 5.1; Tg 5.16; 1 Pe

4:10; Jo 15:12; Rm 8:26.

Objetivo: Concluir a série sobre relacionamentos abençoados reforçando a

necessidade de caminharmos em nossa cura pessoal para que tenhamos relacionamentos melhores.

Introdução:

 Nas últimas semanas já temos aprendido muito a respeito da cura emocional que o encontro com Jesus traz em nossas vidas.

 Essa cura é fundamental para que possamos desenvolver relacionamentos abençoados.

 A salvação que Jesus traz tem efeitos sobre a totalidade da nossa vida.

 Além de mudar nosso destino eterno, a graça de Jesus abençoa também nossa vida no presente, trazendo restauração sobre a personalidade.

1 - ENSINOS GERAIS SOBRE A CURA EMOCIONAL

 Leia os versículos seguintes pensando sobre o que eles ensinam a respeito da cura emocional: Is 61.1 e 2, Rm 8.26-30 .

 Veja estas promessas de liberdade e vida abundante: Jo 8.32, 8.36, 10.10, Mt 8.17, Gl 5.1, Tg 5.16 .

2 - TRÊS FORMAS COMO DEUS OPERA E CURA

2.1- Cura direta mediante conhecimento e apropriação das verdades bíblicas.

 Ao ter uma experiência de conversão a Cristo recebemos acesso a um grande número de bênçãos espirituais que impactam quase que automaticamente as nossas emoções.

 Os princípios eternos da Palavra de Deus produzem cura em nossa personalidade quando cremos neles e os praticamos.

2.2- Cura no grupo mediante ministração dos dons na igreja.

 A experiência de fazer parte da família de Deus nos coloca em um ambiente de cura e restauração. (Jo 15:12)

 Os dons espirituais são dados por Deus para que abençoemos uns aos outros. (1 Pe 4:10)

2.3- Cura com um conselheiro mediante oração e ministração feita pelo Espírito Santo através de um conselheiro.

 Em alguns casos precisamos de apoio para alcançarmos plenamente a cura. O acompanhamento de um conselheiro mais experiente pode nos ajudar a nos apropriarmos das bênçãos que Deus preparou para nós.

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OBS: Em qualquer dos três casos a cura completa ocorre em um processo de duração variável, e não instantaneamente, embora hajam momentos marcantes que aceleram o processo.

3 - O PROCESSO DA CURA

3.1- Encarar o problema. Isto inclui compartilhar e confessar (Tg 5.16) . 3.2- Aceitar sua responsabilidade no fato.

3.3- Examinar-se: veja se realmente deseja ser curado.

3.4- Perdoar todos os envolvidos no problema. (reveja o estudo sobre perdão) 3.5- Perdoar a si mesmo.

3.6- Pedir revelação do Espírito Santo sobre qual é realmente o problema e como orar (Rm 8:26).

Conclusão:

 A bíblia não usa expressões como "cura interior"ou "autoimagem", mas nos mostra com clareza que o plano de Deus para nossa vida incluiu a restauração completa de nossa vida.

 Não somos somente nós que sofremos quando não somos restaurados. Nossos relacionamentos acabam sendo comprometidos e também influenciando a outros.

 Creia e viva os ensinamentos dessa série de estudos para ser um abençoado e um abençoador.

Referências

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