MARIA CACILÍDA RI~B~OS~KI
PARTICIPAÇÃO PAIS NA ESCOI.A
Monografia apresenta-da «à C-oord-enação do Curso de =Pós~Gra›du-ação -em -'Metodologia d-o Ensino, a nível de =Es~p-ecialização, -ofer
tado através de conrvênio entre a 'Universi
dade ~FederaI do Paraná e a -Fu-ndação Edu
caçional d-o Norte Catarinense.
MAFRA 1992
oRIENw:âÇÃoz
Prof. Fábio José Rauen
Mostre em Lingüística
CO-ORIENTAÇÃO:
Profa. Maristela Povaluk
PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NA ESCOLA
por
MARIA CACILDA RIBOSKI
Y
Monografia aprovada como requisito parcial para
obtenção do grau de Especialista no Curso de
Pós-Graduação em Metodologia do Ensino, pela Comissão formada pelos professores:ORIENTADOR2 ppppp ppip____pp_pp____p_ppp__ pppp pppp
Prof. Fábio José Rauen
Prof.
Prof.
Mafra, outubro de 1992
DEDICATÓRIA
Ao Corbani, companheiro de todas as horas, pelo apoio
recebido. 4
À meu filho Arno, pela compreensão,
À memoria de meu pai Eugênio S. Riboski.
AGRADECIMENTOS
Em especial a Fábio José Rauen e 1V[a.ristela. Povaluk,
orientadores deste trabalho, pelo incefntivo e estímulo, durante esta jornada.
Aos pais com os quais pode-se alcançar o objetivo pro posto.
Às inumeras pessoas, entre elas colegas e familiares, pelo apoio recebido.
SUMÁRIO
RESUMO...
INTRODUǡOoooo9oooooooooOoooo 2.1 - ENUNCIADO DO PROBLEMA...
2.2 « OBJETIVOS DO TRABALHO...
203 “ JUSTIFICATIVAoooøooo¢
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA...
3.1 - UNIVERSO TEÓRICO...
3.2 - CONCEITUÃRIO BÃSICO....
METODOLOGIA...
4.1 - DELINEAMENTO DA PESQUISA ...
4.2 - DESCRIÇÃO DA POPULAÇÃO E AMOSTRA ....
4.3 - MÉTODOS E TÉCNICAS UTILIZADOS ....
4.4 - DESCRIÇÃO DOS INSTRUMENTOS ....
4.5 - DESCRIÇÃO DA COLETA DE DADOS ....
ANÁLISE DOS DADOS...
501 " oooooo oooooáoooooo ooaø
5.2 - EVIDENOIAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS
CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES...
601 C'ONcLUSõESooooooøooo
612 " o 0 0 0 0 0 0
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...
O I O
O objetivo do presente trabalho foi verificar a partici
pação dos pais nas escolas da Rede Publica Estadual do Municím pio de Papanduva - SC., envolvendo por meio de entrevista, 60 pais de alunos, aleatoriamente escolhidos,
Como resultado, constatou-se que os pais julgam auxiliar seus filhos, nas atividades escolares, se bem que priorizem os aspectos quantitativos e negligenciem os aspectos cognitivos;
estão propensos a participar em atividades que sejam afeitas na
escola, embora a falta de iniciativa deles e das próprias unida
des escolares, seja fator de não participação.
/\ .P
2.0 - INTRODUÇÃO
2.1 - ENUNCIADO DO PROBLEMA
Em se considerando pais de alunos de unidades escolares de zona urbana do Município de Papanduva - SC., quais os moti
vos que levam a sua participação na Escola?
2.2 ~ OBJETIVOS DO TRABALHO
2.2.1 - Geral
VERIFICAR quais as razões que levam a pouca participa
ção dos pais na Escola, em considerando pais de alunos de uni
dades escolares da zona urbana do Município de Papanduva ~ SC.
2.2.2 - Específicos
- DIAGNOSTICARpreocupações dos pais sobre a aprendiza
gem.
- VERIFICAR possíveis diferenças de relação pais/escola nas unidades escolares em estudo.
- ELENCAR possibilidades de participação dos pais em atividades escolares.
3
2.3 - JUSTIFICATIVA
Este projeto surgiu do fato de que a participação dos pais nas referidas escolas deixa muito a desejar. Dessa forma achouése conveniente fazer uma pesquisa de levantamento para verificar quais as razões dessa pouca participação.
Sabe-se que a participação dos pais é fundamental no processo ensino-aprendizagem, pois os problemas de uma escola não são de natureza individual, mas envolvem grupos de pessoas.
A responsabilidade dos pais decorre de ser a família a célula-mater da sociedade e o principal elemento condicionador da formação do caráter individual. É junto aos pais que se es
tabelecem os primeiros padrões de conduta.
A familia é o primeiro elemento social que influi na educação. Semaa família a criança não tem condições de subsis
tir. Tal necessidade não é apenas de sobrevivência física, mas também psicológica, intelectual, moral e espiritual. No entan
to a família encontra uma série de problemas, na sua missão de educar. E o principal 6 a falta de preparo de muitos pais, por isso a necessidade de conscientização e preparo dos mesmos.
*'Este trabalho poderá ainda g9ntribuir`em uma pequena parcela de orientação para professores interessados em conhecer a realidade, no que tange a participação dos pais no processo
ensino-aprendizagem.
Dessa maneira estamos estimulando os pais a tomarem co
nhecimento da realidade, e propor soluções para a resolução dos problemas existentes na comunidade escolar, buscando alternati
vas mais viãveis que possam ser aplicadas.
3.0 _ FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
3.1 _ UNIVERSO Teónico
UA,educa%ãp considerando o homem como _
proprietario no processo educativo e in
timamente relacionado com o meio, leva em conta certos aspectos da realidade do educando, como: desenvolvimento psicofi»
siológico, vida afetiva e intelectual,
relacionamento social, condições sócioeconõmicas; aspirações no campo profis
sional e desenvolvimento pleno de suas potencialidades e realização pessoal."
(MQBTINS, p.23)
A educação de hoje necessita de um amparo além daquele proporcionado pelos pais e professores, uma vez que a vida, sob todos os aspectos, está se sofisticando de uma forma cada vez mais intensa.
"A educação deve ter em mira formar o
9 ' ' 0 Q
homem, pois e um processo que visa orien
tar o educando para um estado de maturi
dade que o capacite a encontrar-se cons
ciente com a realidade para nela atuar,
. ' Q . f .
de maneira eficiente e responsavel, a fim de serem atendidas as necessidades e as
pirações pessoais e coletivas." (NÊRICI,
p.ll)
A educação atual deve adequar-se gradativamente às exi
gências da sociedade em expansão, pois os indivíduos que ela forma são pouco capazes de adaptaram-se às mudanças. Isso 6
5
conseqüência de um processo desigual e descontinuo, caracteri
zado por saltos e mudanças às quais estes custam a se adapta
rem, justamente por falta de uma visão crítica da sociedade, os indivíduos começam a enfrentar problemas.
A escola sempre foi o meio mais eficaz para transferir a riqueza da tradição de uma geração para a outra. Isso se pas
sa hoje num grau ainda mais elevado do que em épocas anterio
res, pois, atraves do desenvolvimento moderno da vida econômi
ca, a familia, como portadora da tradição e da educação, perdeu seu poder. A continuidade e a sanidade da sociedade humana, portanto, dependem hoje mais da escola do que antigamente.
A finalidade da educação está em guiar e ajudar o homem a atingir a sua plenitude humana.
A escola capaz de satisfazer os ideais democráticos e as expectativas de um povo, de uma época e da-civilização, além de ter em vista o desenvolvimento de cada aluno, devera preo
cupar-se enormemente, como o aprimoramento social, porque reco
nhece que o bem comum depende ao mesmo tempo do bem de todos e
do bem de cada um, destacando aqui a participação ativa dos pais no problema educacional.
Podemos dizer que dificilmente se conseguira um ambien
te educativo, se diretor, professores e pais não mantiveram re
lações de recíproco respeito e intensa colaboração.
Os problemas de uma escola não são de natureza indivi
dual, mas envolvem grupos de pessoas. É indispensável assim, que todas as ações sejam norteadas por um pensamento diretivo ou trabalho, por uma coordenação de forças, por uma convergên
cia de esforços e por uma unidade de ações capaz de imprimir
\ 'U _ A , ,
a organizaçao um funcionamento harmonico e produtivo.
O direito de educar cabe, em primeiro lugar aos pais porque a família e a célulaamater da sociedade e o principal elemento condicionador da formação do carater individual. É na família que se estabelecem os primeiros padrões de condu
ta. Educação 6 um processo prático concreto que precisa de princípios orientadores.
A educação considerada como o processo de desenvolvi
mento consciente do homem em todas as suas potencialidades e sobre todos os aspectos, 6 defasada pela falta da participa
ção dos pais.
"Aparentemente o Estado não tem nada a ver com educação. Entretanto como o Es
tado é o responsãvel pela criação de um ambiente favorável aos cidadãos, para levarem melhor sua vida sendo o encarre
gado de andar o bem comum, e É evidente que ele tem algo e muito a ver com edu
cação. Embora talvez não eduque direta
mente, tem, contudo, obrigação e direi
to de criar condições favoráveis para que a educação seja realizada, tanto pe
los indivíduos educados, como pelas di
versas agãncias educativas ou seja, a
familia, a comunidade, a igreja e a es
cola." (SCHMITZ, p.l45)
A sociedade existe, por causa dos integrantes deste to
do, e tem o direito de ter todas as condições necessárias para que se cumpra com eficiência sua função, e o Estado como res
ponsável pelo bem comum tem o.direito e a obrigação de cuidar que a sociedade tenha condições favoráveis, ao desempenho de
suas funções. O sistema de escolas compreende uma rede de es
colas, sua estrutura de sustentação formam um conjunto inter
dependente, como um todo organizado.
O sistema escolar é aberto cujo objetivo principal É a
ä O 0 O O ' n
educaçao que caracteriza-se intencional e sistematico.
A educação é bem insustímavel, sem a qual nenhuma pes
soa poderá realizar-se como pessoa, nem como cidadão. A educa»
ção fornece ao indivíduo condições de tornarêse pessoa, de realizar-se junto com os outros, atingindo a realização humana em todos os aspectos.
"A família é e primeiro elemento eeeiei que influi na educação. Sem a família a criança não tem condições de subsistir.
Tal necessidade não_é apenas de sobrevi
vência física, mas também psicológica,
intelectual, moral e espiritual. A famí
lia, no entanto encontra uma série de problemas, na sua missão de educar. A falta de preparo dos pais para exercer integralmente essa função é o principal problema." (PILETTI, p.l7)
Dessa falta de preparo surge uma série de problemas emo cionais, e por isso há necessidade da educação dos próprios pais, que só se conseguirá quando houver entrosamento entre os pais e a escola, ambos trabalhando conjuntamente pela educação
3.2 - CONCEITUÃRIO BÁSICO
Í
1. Aprendizagem: "Termo geral que se refere à mud8flÇ&(\\
relativamente permanente que resulta de experiências ou prãti~
ca passada." (MORGANT, p.346);
2. Comportamento: "Qualquer ação observãvel de uma pes
soa ou animal.” (MORGANT, p.348)3. Educação: "É_um conhecimento de base política, com
L( '› '
prometido com uma expectativa de mudança (individual ou coleti va) coincidente com os desejos da clientela que lhe é afetada e capaz de garantir a evolução do conhecimento humano." (LUZ
a MELLO, p. 13)
8
4. Escola: "Instituição que tem por fim ministrar edu
cação de maneira regular, sistemática e intencional, em con
traste com outros grupos sociais, como a família e a igreja, que realizam a educação assistemática acidental e intencional Consiste num grupo social com composição definida, com organi
zação e estruturas próprias e ainda que rudimentares." (MIRA
DOR, p.4Ol8)
5. Sociedade: "Qualquer grupo de indivíduos que se refi nem para a consecução de determinados objetivos." (MANDIM, p.
3l9)õ
~4.0 - METODOLOGIA
4.1 - DELINEAMENTO DA PESQUISA
Este trabalho é uma pesquisa de campo que envolve pais de alunos da rede pública estadual da zona urbana do municipio
de Papanduva. ,
A opção pelas três escolas da zona urbana se deu pela fa cilidade de acesso e locomoção às mesmas, sendo uma no centro e duas em bairros.
Os pais foram escolhidos aleatoriamente não levando em conta o nivel cultural e econômico dos mesmos.
1
4.2 - DESCRIÇÃO DA POPULAÇÃO E AMOSTRA
A ãrea de abrangência pertence a 8a SERE localizada no município de Mafra, envolvendo três estabelecimentos de ensino da rede pública estadual do municipio de Papanduva - SC.
- Colégio Estadual Alinor Vieira Corte - denominado "Es
cola`A", localizado no centro da cidade, com 1387 alunos e 622 pais.
, - Escola Básica Manuel Estevão Furtado, denominada "Es
cola B", localizada no Bairro São Cristóvão, com 720 alunos e
L
' 10
353 pais.* - Escola Básica Maria Avelina de oliveira Furtado, danominada "Escola C", localizada no Bairro Rondinha, com 347 alu
nos e 172 pais.
4.2.2 - Amostra
- Colégio Estadual Alinor Vieira Corte f 20 pais;
- Escola Básica Manuel Estevão Furtado - 20 pais;
1- Escola Básica Maria Avelina de Oliveira Furtado - 20 pais.
Eis algumas características mestres desta amostragem:
f” 19) Verificamos que da população'amostrada, a faixa etá
ria varia entre 20 e 60 anos, sendo que 55% estão entre 31 e 40 anos; 23% entre 41 e 50 anos; 17% entre 21 e 30 anos e 5%
entre 51 e 60 anos, sendo que destes 87% são do sexo feminino e 13% do sexo masculino.
29) Percebemos que o grau de parentesco das pessoas en»
trevistadas é de 84% mães; 13% pais e 3% irmãos ou pessoas res
ponsáveis; sendo que 91% são casadas; 5% desquitadas; 2% viu
vas e 2% solteiras.
39) Constatamos que o numero de filhos na escola das pessoas entrevistadas varia entre um e quatro, sendo que 40%
têm dois; 39% têm um; 18% têm três e 3% têm quatro filhos, com uma remuneração em salarios que varia entre menos que um e 10 salários mínimos, sendo que 17% percebem menos que um salário mínimo mensal, 22% percebem um, 30% percebem dois, 10% percebem três, 11% percebem quatro, 3% percebem 5, 2% percebem seis e apenas 5% percebem acima de seis salários mínimos mensais.
4.3 - MÉTODOS E TÉCNICAS UTILIZADOS
4.3.1 - Quanto a Postura da Participação dos Pais na
Escola
.a) Montagem dos instrumentos para análise;
b) Validação dos instrumentos;
O) Reformulação, se for necessario;
d) Implantação definitiva.
4.3.2 - Análise dos Dados
a) Organização e tabulação dos dados;
b) Interpretação e anãlise dos dados.
f
4.4 - DESCRIÇÃO DOS INSTRUMENTOS
\Os dados da pesquisa foram coletados por meio de entre
vistas efetuadas junto aos pais de alunos, conforme pode ser ob
servado em anexo. Í
São vinte e oito perguntas feitas aos pais envolvendo a participação dos pais na aprendizagem de seus filhos e a parti
cipação dos mesmos nas atividades escolares.
4.5 - DESCRIÇÃO DA COLETA DE DADOS
Os dados da pesquisa foram coletados por meio de entre
vistas com os pais cujas respostas foram anotadas ou gravadas.
Esse questionãpio constou de varios itens.
Primeiramente visitei os pais da Escola A onde chegava, me apresentava e explicava as razões do meu trabalho, em segui
da¢âniciava a entrevista aos pais em forma de diálogo com as
12
anotações das respostas. De inicio sempre havia um certo re
ceio por parte dos pais, mas no desenrolar do assunto os mes
mos já demonstravam estar seguros de suas respostas. Contudo houve pais que prontamente se dispuseram a colaborar sem res
trições ou ressalvas.
As entrevistas foram realizadas na sua maioria, no pe
riodo_matutino, pelo fato das mães se encontrarem neste horá
rio mais em casa, no período vespertino e, em casos onde os pais trabalham fora, no periodo noturno.
A maioria dos entrevistados foram as mães tendo em vis
ta que os pais traöalham fora e as mães são responsaveis pelos afazeres e pelos filhos, sendo que as mesmas dizem assumir com a ajuda do marido, as responsabilidades dos filhos referente a escola. Quando os pais respondiam juntos sempre havia um con
censo nas respostas dadas.
.-\
Em seguida foi realizado o trabalho na Escola B e finalÍ' mente na Escola B, com os mesmos procedimentos. da,)
I T `
5.o ¬ ANÁLISE nos Danos
5.1 - TRATAMENTO DOS DADOS
Inicialmente os dados coletados foram separados por es
cola, por questão/e transcritos em folhas individuais. Após as folhas individuais foram coladas em seqüência, Escola A, B,e C,
Q
e em seguida foi feito o agrupamento por semelhanças semânticas
onde finalmente_foram analisadas as questões. ~
5 .2 - EVIDENCIAÇÃO E IN'rER_PREfrAçÃ'o nos nssutfrâoos
- A questão numero l teve por objetivo verificar a par
ticipação dos pais na aprendizagem de seus filhos.
Constatamos que 100% dos pais dizem participar da aprendizagem de seus filhos, sendo que 6O% desses pais deixaram de se justificar, limitando-se apenas em responder que sim, en
quanto que 4O% dos mesmos justificaram, entre os quais destaca
mos os seus posicionamentos:
a) ajudo nas tarefas e trabalhos (10 casos);
b) para que tenham uma aprendizagem melhor (8 casos);
c) participo ativamente (3 casos);
d) sempre que posso (3 casos).
Percebemos pela evidenciação dos resultados que os pais procuram participar da aprendizagem de seus filhos, colaboran
14
do nas tarefas e pesquisas, e de um modo geral auxiliando nas dificuldades dos mesmos.
- A questão numero 2 visou verificar se para os pais é
importante a sua participação para auxiliar seus filhos nas ta
refas.
Em 100% dos casos a resposta foi sim, demonstrando que os pais consideram sua participação importante. Contudo houve diferenças interessantes no modo de justificar esse posiciona
mento.
Conforme nossa interpretação, agrupamos as respostas em três sub-grupos terminais:
19) Os que vêem sua atitude como minimização de dificul
dades dos filhos, ou seja os que tentam facilitar o trabalho
escolar da criança, 26 casos: eis alguns exemplos:a) porque se sente mais seguro quando ajudo (12 casos);
b) se os pais não auxiliarem não haverá aprendizagem (8 casos);
c) porque tem dificuldade em resolver as tarefas sozi
nho (6 casos).
29) Os que estão apreensivos quanto a aprendizagem e o
futuro de seus filhos, 32 casos, eis:
a) estarei ajudando os filhos a se prepararem para um futuro melhor (22 casos);
b) é importante porque através dessas atividades acompa
nho a aprendizagem do meu filho (10 casos).
- A questão numero 3 teve como`alvo verificar como os pais participam da aprendizagem de seus filhos.
Constatamos que 100% dos pais 'ajudam' entre os quais ficaram visíveis dois pontos essenciais:
15
19) A ajuda dos pais varia a ponto de incentivar, auxi
liar, apoiar os filhos nas atividades escolares (38 casos).
a) auxiliando, incentivando (14 casos);
b) ajudando nas tarefas (24 casos).
29) A ajuda dos pais vai desde as exigências por melho
res notas, até vigilância (22 casos).
a) observando os cadernos (17 casos);
b) mandando estudar (3 casos);
c) estudando junto com eles (1 caso);
d) fazendo o irmão mais velho ajudar (1 caso).
Observamos que os pais que participam apenas incentivan
do e auxiliando os filhos nas tarefas, reclamam a falta de conhe cimentos para ajudar de outro modo.
- A questão numero 4 visou verificar se os pais partici
pam das tarefas escolares de seus filhos.
,Em 97% dos casos a resposta foi positiva porém, as manei
ras de ajudar divergem. Há pelo menos dois sub-grupos:
19) Os que participam juntamente com os filhos das tare
fas (48 casos):
a) sempre auxilio, ajudando (9 casos);
b) ajudo a resolver as tarefas (9 casos);
c) ajudo quando sei (30 casos).
29) Os que dizem participar, mas que pelas evidências das respostas se limitam a fazer cobranças:
a) olhando os cadernos (9 casos);
b) mandando fazer quando eles não fazem sozinhos (1 caso) Os demais 3% deixaram de opinar.
Ressalta-se um interesse positivo dos pais em ajudar nas tarefas, pois há casos que demonstram interesse, iniciativa e
cooperação com algumas restrições: os mesmos não têm conheci
A 16
mentos para ensinar seus filhos, ficando esta ajuda na medida do possivel.
- Quanto a questão numero 5, visou verificar a frequên
cia da ajuda dos pais nas tarefas de seus filhos.
Constatamos que 97% dos pais participam da aprendiza
gem de seus filhos com freqüências variadas. Dispomo-los em cinco grupos:
a) sempre (32 casos);
b) às vezes (14 casos);
c) diariamente (5 casos);
d) quando necessario (4 casos)f e) raramente (3 casos).
Observamos que 3% dos pais se recusam a ajudar os fi
lhos nas tarefas, julgando ser tarefa de total responsabilida
de da escola. São as seguintes as suas opiniões (2 casos):
a) a escola tem professores, bibliotecas... (1 caso);
b) é responsabilidade do professor (l caso).
Percebemos que a maioria dos pais julgam estar sempre
presente nas tarefas de seus filhos.
š ' Q O Q 0 O
- A questao numero 6 teve por objetivo verificar quais as matérias que os pais mais ajudam seus filhos.
Verificamos que 35% dos pais percebem que a matéria que seus filhos mais precisam de ajuda 6 a matematica, enquanto que 32% dos pais julgam serem todas as matérias merecedoras de sua ajuda, 18% julgam ser português e os demais opinaram por diver
sas matérias.
Entre todas as respostas dadas salientamos:
a) todas (l9%);
b) Matemática (2l%);
c) Português (ll%);
â) História (2%);
e) Geografia (2%);
f) Iniciação para o Trabalho (l%);
g) Ciências (l%);
h) Inglês (1%).
Observamos que 3% dos pais responderam que não ajudam
seus filhos nas tarefas e portanto não poderiam justificar uma determinada matéria.
- A questão numero 7 teve como alvo verificar qual o ho
rário que mais os pais ajudam seus filhos nas tarefas escolares Observamos que 97% dos pais ajudam seus filhos nas tare
fas escolares nem todos têm horário determinado para tais afaze
res, entre os quais ficaram visíveis:
a) qualquer hora (42% - 25 casos);
b) noite (35% - 21 casos);
c) tarde (13% - 8 casos);
d) manhã (7% - 4 casos).
E ainda, constatamos que 3% dos pais não ajudam seus fi
lhos.
Y~"” fèercebemos que os pais que não tem horários estipulados aproveitam-se das horas de folgartem se tratando da mãe, quan
do da ajuda do pai, ocorre geralmente à noite.L.z--- --_`Z
- A questão numero 8 teve como objetivo verificar a opi
nião dos pais quando da freqüência dos filhos na escola.
Em 100% dos casos a resposta foi sim. Contudo houve di
ferenças no modo de justifica-la.
Conforme nossa interpretação, agrupamos as respostas em
18
dois subgrupos terminais:
19) Os que têm uma atitude passiva, incentivando e
apoiando seus filhos a frequentarem a escola sempre (31 casos), alguns exemplos:
1 a)_só faltam por motivo justo (15 casos);
b) incentivando a não faltar (5 casos);
c) não há problemas (9 casos); h
d) meu filho gosta de ir para a escola (2 casos).
29) Os que têm uma atitude autoritária, cobrando de seus
filhos a freqüência diária (29 casos), entre os quais destaca»
mos:
a) não deixo faltar (16 casos); '
b) mando todos os dias (12 casos);
c) não deixo faltar e quando isso acontece providencie para que coloque as matérias e os assuntos em dia (l caso).
> I/ Observamos que dos pais que responderam que seus filhos só faltam por motivo justo, estes podem ser: doença, ônibus ou outra necessidade.
- A questão numero 9 visava a verificação dos cuidados com as notas e avaliações: como ajudam e participam.
Em 100% dos casos a resposta dos pais nos cuidados com as notas e avaliações: como ajudam e participam, observamos que todos 'dizem' que ajudam e participam. Entretanto houve diferen
ças interessantes no modo de justificarem suas opiniões.
Conforme nossa interpretação agrupamos as respostas em quatro grupos terminais:
19) Os que têm uma atitude autoritária sendo sua ajuda em forma de cobrança (21 casos). Eis alguns exemplos:
a) fazendo estudar mais as matéria que tem notas bai
f 19
xas (12 casos);
b) cobrando regularmente para que se saiam bem nas no
tas (9 casos).
29) Os que têm uma atitude passiva de apenas observar e acompanhar as notas de seus filhos, deixando de manifestar a sua ajuda (16 casos):
a) observando as avaliações feitas pelo professor (15 casos);
b) através das notas bimestrais (l caso).
39) Os que têm uma atitude de preocupação, passando a orientar, auxiliar e incentivar seus filhos para que tenham
êxito permanente (22 casos): f
a) incentivando (15 casos);
b) orientando, fazendo se esforçar ao maximo (2 casos);
c) procuro ficar atenta nos dias de provas para que as avaliações sejam a melhor possivel (5 casos).
49) Há ainda, quem se manifeste com certa vaidade com relação à capacidade de seus filhos (l caso):
a) suas notas são muito boas, é muito inteligente e não precisa da minha ajuda.
Observamos que o interesse dos pais não está no desenvol vimento sócio-cultural de seus filhos, mas na quantidade de pon tos prováveis que farão estes filhos irem de uma série para ou
tra. Pesa o valor individual e quantitativo e não o qualitativo
- A questão numero 10 teve como objetivo verificar quem
deve auxiliar mais os filhos nas tarefas escolares.
Çonstatamos que a resposta dos pais a pergunta 'Quem de
ve auxiliar mais os filhos nas tarefas escolares', os mesmos estão muito divididos, entre os quais destacamos cinco grupos:
20
a) os pais (40% - 24 casos);
b) a mãe (22% - 13 casos);
c) o professor (17% - 10 casos);
d) pais e professor (10% - 6 casos);
e) o pai (6% - 4 casos);i
f) o irmão mais velho (5% - 3 casos).
âll
- A questão numero ll visou justificar o porquê da opção de quem deve auxiliar mais os filhos nas atividades escolares, entre os quais ficaram visíveis seis subgrupos. Eis alguns exem
plos:
19) Os que julgam serm 'os pais' (casal) a melhor ajuda para os filhos porque os mesmos semprefquerem o melhor para seus filhos (24 casos):
a) porque os dois são responsaveis diretos pelos filhos e cabe a eles a educação e o futuro dos filhos (10 casos);
b) porque estão em contato direto com os filhos (5 ca
sos);
c) sempre querem o melhor para os filhos (3 casos);
d) porque através dos pais a criança começa sua vida educacional (1 caso);
e) porque são os unicos que os filhos escutam (2 casos);
f) os pais devem participar juntos da vida de seu filho em todos os momentos (3 casos).
29) Os que julgam ser a 'mãe' a melhor pessoa para aju
dar seus filhos nas tarefas escolares porque geralmente ë ela quem esta mais diretamente ligada ao filho (13 casos);
a) porque fica mais tempo com a criança (11 casos);
b) porque mãe fica sempre em casa e acompanha o desen
volvimento do filho (2 casos).
39) Os que julgam que 'o professor' além de ministrar
21
aulas deve ainda auxiliar nas tarefas de casa sob alerta de
que os mesmos têm mais conhecimentos e obrigações (lO casos):
a) estão preparados para ensinar e são responsáveis pe
la sua profissão (4 casos);
b) porque na maioria das vezes têm mais conhecimento que os pais (3 casos);
c) possuem mais habilidade para ensinar (3 casos).
49) Os que julgam_ser um trabalho conjunto entre 'pais e professores' (6 casos):
a) professor tem habilidade e o pai responsabilidade (6 casos).
59) Os que julgam ser 'o pai' a pessoa mais indicada a
ajudar os filhos (4 casos):
a) geralmente o pai estudou mais (1 caso);
b) porque está sempre perto dos filhos (l caso);
c) porque esta há mais tempo com os filhos e tem a 'guar
da' dos mesmos (l caso);
d) porque eles escutam mais ao pai (l caso).
69) Os que julgam ser 'o irmão mais velho' quem deve au
xiliar mais (3 casos):
a) o irmão mais velho, os pais não sabem ajudar (1 caso);
b) os irmãos mais velhos têm condições de orientar os q mais novos (l caso);
c) o irmão mais velho tem mais estudos que os pais (l caso).
Percebe-se que para a maioria dos pais a responsabilida
de defacompanhar as atividades escolares não deve ser obrigação de 'apenas um', mas do casal, visto que ambos têm responsabili
dades conjuntas e, ainda, deve ocorrer um interrelacionamento entre pais e professores para que se alcancem os objetivos pro
postos.
22
- A questão numero 12 visou verificar por que a escola ê importante para a vida de seu filho.
Em 100% dos casos a resposta foi sim, demonstrando o
'por quê' da escola ser importante para a vida de seu filho.
Contudo houve diferenças interessantes no modo de justificar esse posicionamento.
Conforme nossa interpretação, agrupamos as respostas em três subgrupos terminais:
19) Os que vêem a escola como a promovente para prepara
ção das crianças a um futuro 'melhor' (35 casos). Eis alguns
exemplos:
a) através da escola a criança adquire conhecimentos e se prepara para um futuro melhor (30 casos);
b) porque dela depende a preparação do aluno para o fu
turo (5 casos).
29) Os que vêem na escola a complementação dos ensina
mentos familiares (19 casos):
a) para adquirir novos conhecimentos (12 casos);
b) para instrumentalizar, socializar e educação geral (1 caso);
c) pelos ensinamentos, tanto moral quanto de alfabetiza
ção (3 casos);
d) porque é fonte de formação e informação (2 casos);
e) porque educa a mente (1 caso).
39) Os que vêem a escola como mediadora para a convivi
vência, integração e interação (6 casos):
a) porque aprende a conviver com os outros (6 casos).
Observamos nessas opiniões sintetizadas que a maioria dos pais esperam que seus filhos não sigam os seus passos mas
23
que preparem~se para melhor usufruir da vida, coisa que eles, pais, quando mais novos não puderam fazer.
-.A questão numero 13 teve como objetivo verificar se a escola responde as expectativas dos pais.
Constatamos que as opiniões responder as suas expectativas são Em 68% dos casos a resposta 39% deixaram de justificar as suas
dos pais quanto a escola muito divergentes.
foi 'sim', sendo que destes, respostas, ficando as justi
ficativas positivas com 29% dos pais; 16% dos pais responderam que nem sempre ou às vezes; 8% responderam que a escola não responde as suas expectativas e 8%
responder. _
dos pais sequer souberam Conforme nossa interpretação, agrupamos as respostas justificadas em três subgrupos terminais. Eis alguns exemplos:
19) Os que julgam que a escola 'realmente' corresponde as suas expectativas (17 casos ou, 29%)=
a) dentro das suas possibilidades e valores 'sim' (9 ca
sos);
b).a escola complementa a educação de nossos filhos transmitindo a eles culturas e valores (5 casos);
c) sim, através da escola adquirimos conhecimentos onde professores transmitem culturas e valores para os alunos (3 ca
sos). 1
29) Os que julgam que nem sempre ou as vezes a escola responde as suas expectativas (10 casos):
a) nem sempre a escola responde nossos anseios, peca ge
ralmente na transmissão de conhecimentos (6 casos);
b) nem sempre, o ensino se torna muito fraco, fugindo da-realidade que precisamos (3 casos);
24
c) na maioria das vezes a vida ensina mais que a esco
la (1 caso)
39) Os que julgam que a escola não corresponde as suas expectativas (5 casos):
a) não, a escola deixa a desejar, não oferece o que os jovens recisam ue é uma _re ara ão ara entrar no mercado
Q _ P
de trabalho b) a vai ter que
Nota
responde ao
‹
(4 casos);
escola não prepara para a realidade que a criança enfrentar, e sem estudo não consegue nada (1 caso).
se que a maioria dos pais concorda que a escola cor que eles esperam dela, para o aprendizado de seus
!
filhos, acreditando que o que se aprende no interior da mesma 6 a preparação para o futuro, opinião da maioria dos pais, en
quanto que outros não têm certeza dessa correspondência exis
tente entre aluno e escola e outros sequer souberam responder.
- A questão numero 14 teve como objetivo a verificação, na opinião dos pais, se seus filhos correspondem as suas expec
tativas.
Em 78% dosacasos, os pais responderam que seus filhos correspondem as suas expectativas; 15% têm duvidas quanto à esé sa correspondência e 7% julgam que seus filhos não correspondem as suas expectativas.
Conforme nossa interpretação, justificamos esses posi
cionamentos
19) Os que 'acreditam' que seus filhos correspondem as suas expectativas (47 casos):
a) sim, tem mostrado grande desempenho (29 casos);
b) na maioria das vezes sim (l4 casos);
c) sim, gosta de ir à escola (4 casos).
25
29) Os que 'têm duvidas' quanto aos seus filhos corres
ponderem as suas expectativas (9 casos):
a) nem sempre se esforça (5 casos);
b) nem sempre, não gosta de estudar (2 casos);
c) as vezes, pois sempre tem uma nota abaixo da espera
da (1 caso);
d) nem sempre, talvez pela idade, adolescência, não le
va muito a serio as aulas, com certo desinteresse por algumas
disciplinas (1 caso).
39) Os que julgam que seus filhos 'não' correspondem as suas expectativas (4 casos):
a) não, pela dificuldade de acompanhar as matérias (l caso);
b) não, é muito vagaroso, tem que ser incentivado (1 ca
SO);
c) não, não gosta de estudar (1 caso);
d) não, e muito novo (1 caso).
Observamos que para alguns pais os filhos correspondem plenamente às suas expectativas sem restrições ou ressalvas.
Ja outros têm duvidas quanto a esta correspondência.
- A questão numero 15 visou verificar qual a opinião dos filhos, 'dadas pelos pais' quando das expectativas dos mes
mos quanto a escola.
Percebe-se pelas respostas dos pais quando da_expectati
va dos filhos para com a escola, os mesmos têm diferenças inte
ressantes no modo de justificar sua opinião sendo que 62% estão em comunhão com a escola e 38% reconhecem suas deficiências.
Conforme nossa interpretação agrupamos as respostas em dois subgrupos terminais:
26
19) Os que estão em comunhão com a escola (37 casos):
a) eles gostam de ir estudar, participar (17 casos);
b) que o estudo facilita o futuro (14 casos);
c) que aprende coisas novas e aprende a conviver (4 ca- 0 sos);
I d) que professores e funcionarios são bons (1 caso);
e) acham que vale a pena estudar (l caso).
_29) Os que reconhecem na escola algumas deficiências (23 casos):
a) falta motivação, muita materia e pouca explicação (7 casos);
b) a escola deveria ser diferente, mais atraente (4 ca
sos);
c) há necessidade de melhorar o ensino, aprofundar mais (3 casos);
d) que a escola nem sempre ensina o que se quer saber (2 casos);
e) tem dificuldade e as notas baixas o desanimam ( 2 ca
sos);
f) um pouco mais de prática para completar a teoria (2 casos);
g) vai para a escola mais não gosta (2 casos);
h) o desinteresse ocorre quando o professor não corres
ponde as expectativas do aluno (l caso).
Observamos na opinião dos filhos, dadas pelos pais, que a maioria dos mesmos participam e sentem-se em comunhão com a
escola, pelo seu papel utilitário. Já outros reconhecem na es
cola alguma deficiência da mesma e repassa aos pais essa preo
cupação.
Achamos conveniente destacar os posicionamentos das es
colas B e C.
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27
- Escola "B" - "Eles gostam de ir para a escola, parti
cipar" (13 casos).
- Escola "C" - "Que o estudo facilita o futuro" (13 ca
sos).
- A questão numero 16 teve como objetivo verificar o que os pais pensam desta relação. Ê
Em 50% dos casos os pais responderam que este relaciona
mento interacional e positivo; 18% alegam não ser positivo;
~que a escola deveria ser mais ativa; 10% não se posicionaram, tomando iniciativa para lado algum e os 3% que deixaram sequer
de responder. ,
Conforme nossa interpretação, as respostas justificadas
foram_agrupadas conforme o seu posicionamento em três subgru-f pos terminais:
\
19) Os que julgam este relacionamento interacional posi
tivo (30 casos):
a) é importante e bom que se ajudem mutuamente (19 cas
sos); `
b) deve continuar para um futuro melhor (9 casos);c) qua a criança adquire conhecimento da realidade (2 casos).
29) Os que julgam este relacionamento interacional não ' a contento (18 casos):
a)_falta motivação por parte de pais, professores e alu
.nos (5 casos);
b) que os professores devem exigir mais dos alunos. Ho
je á escola é muito liberal (3 casos);
c) que as aulas deveriam ser mais atraentes (3 casos);
d) menos matéria e mais explicação (3 casos);
e\suo'rE\0^
DE CIÊNCIAS ããfiälotecs. HUMANAS E EDE CIÊNCEAS !EDUCÀ'Çf*2e__¿_
'HUMANAS eg _.;-ef'
EUUCAÇÃQ ;
28
e) deveria ser mais aprofundado (2 casos);
f) saber ouvir o aluno (l caso);
g) a escola deveria ser mais ativa juntamente com os pro
fessores (l caso). »
'39) Os que não definem claramente a sua posição (9 ca
sos):
a) incentivo a continuar estudando (8 casos);
b) penso que não estudam e não se esforçam (l caso).
Observa-se que este relacionamento interacional para a maioria dos pais é de suma importância para o desenvolvimento da comunidade escolar que deve interagir em todas as frentes sem dispensar nenhuma das partes. Resumindo, todos devem cami
nhar na mesma direção.
Achamos conveniente destacar o posicionamento positivo da Escola "B": "É importante e bom que se ajudem mutuamente."
- A questão numero 11 teve como objetivo investigar se os pais costumam participar das atividades escolares.
Em 93% dos casos os pais responderam que costumam parti
cipar das atividades escolares. Contudo houve diferenças no mo
do de justificar esse tipo de conduta
Q
za) Em 73% dos casos os pais responderam que costumam
participar das atividades escolares 'só quando solicitados' (44 casos).
b) Em 20% dos casos os pais responderam que participam das atividades escolares 'espontâneamentet (12 casos).
Verificamos que 7% dos pais responderam que 'não parti
cipam' das atividades escolares (4 casos).
Observamos que a maioria dos pais aguarda ser solicita
29
da a participar das atividades escolares, pois os mesmos têm
receio de tomar iniciativas proprias, outros já têm iniciativa
própria e participam espontaneamente.
Achamos conveniente destacar o posicionamento da Escola
”A", localizada no centro da cidade, de fácil acesso, com os pais de alunos de um nivel sócio-econômico mais elevado: os pais foram unânimes em responder que 'so participam quando so
1icitados'.
- A questão numero 18 teve como objetivo verificar a opinião dos pais sobre a freqüência de chamados à participação em atividades escolares.
5
Percebemos que a resposta dos pais à pergunta 'isso ocor re na sua opinião', que os mesmos se posicionaram em três gru
pos:
l9) Os que responderam que isso ocorre 'raramente' 65%
(39 casos).
29) Os que responderam que isso ocorre 'muitas vezes', 28% (17 casos).
39) Os que responderam que isso 'nunca' ocorre, 7% (4 ca
sos).
Constatamos pela evidenciação dos resultados que a parti cipação dos pais ocorre raramente pela falta de solicitação, pois os mesmos não têm iniciativa propria. Somente alguns parti cipam por iniciativa propria para melhor acompanhar o processo ensino-aprendizagem de seus filhos, a maioria não participa.
- Quanto a pergunta numero 19, teve como objetivo veri
ficar quem deve participar dessas atividades.
Verificamos que a resposta dos pais quanto a pergunta
30
quem deve participar dessas atividades que os mesmos, tem opi
niões divergentes e se posicionam em quatro grupos:
l9) Os pais que julgam as atividades escolares serem res
ponsabilidade dos 'mesmos' - o casal (57% - 34 casos).
29) Os pais que julgam que deve haver interação entre 'todos que fazem parte dela' (27% - fiõ casos).
39) Os pais que julgam que esta participação deve ser apenas responsabilidade 'da mãe' (15% - 9 casos).
49) Os pais que se excluem desse tipo de participação, alegando que a escola deveria ser responsabilidade do governo ou da Prefeitura; portanto, quem deveria'participar seria a Pre
feitura (2% - 1 caso).
- A questão numero 20 teve como alvo averiguar qual a freqüência ideal para os pais participarem das atividades escola
res.
Em 90% dos casos os pais responderam que a freqüência ideal para os mesmos participarem das atividades escolares deve ser 'sempre'; 5% responderam que deve ser 'raramente' e os ous tros 5% responderam que não deve haver freqüência dos pais.
Verificamos que os pais foram quase que unânimes em res
ponder que a freqüência ideal para as atividades escolares deve
ser sempre. j
- A questão numero 21 teve como objetivo verificar no que os pais devem participar.
Verificamos que a resposta dos pais à pergunta 'no que devem participar' teve opiniões divergentes que foram agrupadas em cinco grupos.
19) Os pais que responderam 'devem participar em todos
os movimentos
31
escolares - promoções', 53%.
29) Os pais que responderam que devem participar apenas em 'reuniões' 22% (13 casos).
39) Os pais que responderam que devem participar 'nos assuntos educacionais e sociais da escola' 12% (7 casos).
49) Os pais que responderamqque devem participar em 'reuniões pedagógicas e conselhos de classe' 10% (8 casos).
59) Os pais que responderam que 'não devem' participar das atividades escolares 5% (3 casos).
Verificamos que a maioria dos pais julgam ser de impor
tância a participação dos mesmos nas atividades escolares, sa
lientando também as reuniões como aspecto positivo, pois só as
sim estariam contribuindo com os filhos e com a comunidade esco Outros porém, julgam que além desses aspectos devem ser
lar.
envolvidos os que não
- A mo os pais
res.
os aspectos administrativos e pedagógicos; há, ainda, têm interesse em participar.
questão numero 22 teve como alvo a verificação de co
julgam que poderiam participar das atividades escola
Como 95% dos pais responderam que devem participar, os mesmos estão justificando 'como poderiam' dar a sua parcela de
contribuição nas atividades escolares, observamos que tal ajuda poderia ser de diferentes modos. Achando conveniente agrupa-las,
destacamos
a) ajudando
os seus posicionamentos:
e trabalhando em promoções e outras campa
nhas (prestação de serviço) (17 casos);
b) ajudando, opinando, dando sugestões em tudo que for possível (16 casos);
32
c) participando de reuniões (7 casos);
d) ajudando a encontrar soluções para os problemas (7 casos);
e) ajuda moral ou financeira (3 casos);
f) participando do desenvolvimento da educação escolar com acompanhamento dos pais, partipipando junto a administra
ção escolar (conselho de classe, orientação profissional, cur
' . . . ~
sos rapidos para alunos como horta, Jardinagem, noçoes de me
cânica, agricultura e excursões que os próprios pais poderiam dar (3 casos);
g) participando da escola e aconselhando os filhos em
casa (2 casos); !
h) buscando maior aperfeiçoamento escolar - pais e mes
tres (2 casos).
Observamos que os pais se referenciam com maior evidên
. .. .. I.,
cia em atividades que exigam forças fisicas, poucos se envol-, vem com o lado pedagógico da escola, responsabilizando, assim, os professores pela função didáticQ-pedagógica-familiar.
- A questão numero 23 visava a verificação do motivo que impede os pais a uma maior participação nas atividades es
colares.
Constatamos pelas respostas dos pais sobre o que impede sua maior participação nas atividades escolares que os pais se
posicionam em quatro grupos 19) Em 37% dos casos pede sua maior participação la (22 casos).
29) Em 33% dos casos
de sua maior participação É lho (20 casos).
distintos.
os pais responderam que o que im
é a falta de comunicação da esco
os pais responderam que o que impe
a falta de tempo ou seja, o traba
¡-' ›
¡`êF F7
Vi. 33
39) Em 23% dos casos os pais responderam que nada impede a sua maior participação.
49) Em 7% dos casos os pais responderam que o que impe
de sua maior participação é a distância.
Percebemos que os pais responderam da seguinte maneira:
a) não havendo comunicação efetiva pais-escola, portan
to não existindo interesse de ambas as partesš
b) não havendo tempo para a referida participação;
c) falta iniciativa própria, apesar do interesse em par
ticipar.
- A questão número 24 teve como objetivo verificar se no ano de 1992 os pais foram solicitados a participarem das atividades escolares.
É? Constatamos que no ano de 1992, 77% dos pais foram soli
- » citados a participarem das atividades escolares enquanto que
23% não foram solicitados.
\ .
|
Achamos conveniente destacar os posicionamentos das es
› .|
É colas.
19) Escola "A" - 75% dos pais foram solicitados a parti-J
ciparem.
I
29) Escola “B” - 80% dos pais foram solicitados a parti
ciparem.
I
z, 39) Escola "C" - 75% dos pais foram solicitados a parti
Êfl ciparem.
íí
.L Percebemos que a maioria dos pais foram solicitados a
É
.a participarem das atividades escolares.
_ ,,,_1 .
q, - A questão numero 25 teve como objetivo verificar
.a .quantas vezes os pais foram solicitados a participarem dasÊé ,
34
atividades escolares.
Verificamos que as opiniões dos pais quanto a pergunta
'quantas vezes foi solicitado' varia de um pai para outro.
Achamos conveniente agrupáflas em quatro grupos:
19) Os pais que responderam que foram solicitados 'ape
nas Uma vez', 35% (21 casos). É
29) Os pais que responderam que foram solicitados 'vá
rias vezes' ou sempre, 32% (19 casos).
39) Os pais que responderam que foram solicitados 'duas vezes', 11% (7 casos).
49) Os pais que responderam que 'não foram solicitados a participarem' (5 casos).
Percebemos que uma quantidade significativa foi solici
tada a participar apenas uma vez, enquanto outros negam essa solicitação.
Achamos conveniente destacar o posicionamento das esco
las:
19) Escola "A" - 60% responderam que foram solicitados 'apenas uma vez' no ano de 1992.
29) Escola "B" - 30% responderam que foram solicitados 'várias vezes' e 20% 'duas vezes'.
39) Escola "C" - 60% dos pais responderam que foram so
licitados 'várias vezes'.
- A questão numero 26 teve o objetivo de verificar quando os pais foram solicitados.
Constatamos que os pais responderam haver participado em ocasiões diferentes das atividades escolares, as quais
35
achamos conveniente agrupa-las.
118.8
Dos pais entrevistados verificamos que 39% participaram reuniões da APP, 38% participaram nas reuniões, promoções e campanhas diversas e 23% deixaram de participar.
ria
nas
las
constatou-se pela evidenciação dos resultados que a maio
dos pais participaram de uma forma ou de outra, s que, ape
a minoria deixaram de participar. `
Achamos conveniente destacar o posicionamento das esco
l9) Escola "A" - 70% dos pais responderam que participa
ram de reunião da APP.
29) Escola "B" - 45% dos pais participaram em várias ocasiões.
39) Escola "O" - 55% responderam que participaram em reu
niões, promoções e campanhas.
- A questão numero 27 teve como alvo averiguar em que os pais mais participaram no ano de 1992.
Verificamos que os pais responderam que mais participa
ram em reuniões da APP perfazendo um total de 62%; em campanhas diversas 23%; festas 2%; rifas 2%; clube de mães 2%; bingos Qp,al enquanto 7% deixaram de participar dessas atividades.
tra
Observa-se que os pais participam de uma forma ou de ou
nas atividades escolares e ainda muitas vezes sem marcar presença física na escola.
Achamos conveniente destacar o posicionamento da esco
la "C": "Campanhas diversas" (14 casos).
36
- A questão numero 28 teve como objetivo verificar to que os pais acham disso'.
Verificamos quedas respostas dadas pelos pais quanto a este relacionamento os mesmos se evidenciam em duas posições opostas: uns sob o aspecto positivo e outros negativo. Contudo, houve diferenças interessantes no modo de justificar esse po
sicionamento.
Conforme nossa interpretação, agrupamos as respostas em dois subgrupos terminais.
19) Os que consideram esse relacionamento e entrosamen
to entre pais e escola como positivo (34 casos). Eis alguns
exemplos:
a) é muito bom pois escola e familia devem caminhar jun
tos (ll casos);
b) é bom participar para que a escola melhore na organi
zação e também no pedagógico (10 casos);
c) É bom que os pais estejam integrados na escola de
seus filhos (6 casos);
d) todos precisam e dependem da escola por isso todos devem participar (5 casos);
e) para a escola ir para frente e ter melhores condi
ções financeiras os Pais devem participar (1 caso);
f) a escola contribui com os pais e sempre que tem pro
blemas a resolver os pais são chamados (l caso);
g) muito bom, mas deveria ser cobrada mais a freqüência dos pais (1 caso).
22) Os que consideram esse relacionamento e entrosamen
to como não sendo satisfatório ou como algo que deixa a dese
jar (25 casos):
a) deveria haver maior comunicação entre escola e famí
37
lia (ll casos);
b) muita conversa e pouco aproveitamento (5 casos);
c) angariar fundos e manter a escola é dever e obrigação
âácoverno, ao Município ou as Estado (3 casos); /
1d) não existe participação dos pais nos assuntos que di
zem respeito aos alunos. A escola precisa ir ao encontro das pais, pois nela esta a sustentação do ensino, saber ouvir mais do que muitas vezes impor (2 casos);
9 e) espero melhorar em todos os setores do ensino (2 ca
sos);
f) a escola deve ter melhores condições financeiras (1 caso);
g) muito bom, mas deveria ser cbbrada mais a freqüência
dos pais (l caso).
Verificamos que a maioria dos pais considera bom o entro
samento e a participação entre os pais e as escolas, alguns
acham que devem ocorrer mais entrosamento.
Achamos conveniente destacar os posicionamentos das es
colas:
l9) A escola "A" destacou-se com um posicionamento entre os quais consideramos como algo que deixa a desejar. "Deveria haver maior comunicação entre escola e familia” (ll casos).
29) Escola "B" destacamos um posicionamento entre os quais consideramos como sendo positivo. "É muito bom pois esco
la e família devem caminhar juntas" (ll casos).
39) Escola "C" destacamos o seu posicionamento como sen
do positivo. "É bom participar para que a escola melhore na or
ganização e também no pedagógico" (10 casos).
~6.0 - CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES
w
6.1 - conctusõss
O presente trabalho teve como objetivo verificar quais as razões que levam a pouca participação dos pais na escola, através de uma entrevista envolvendo appnas uma pequena amos
tra de pais de alunos de 59 a 89 serie do 19 grau das unidades escolares da zona urbana do município de Papanduva - SC.
__»
Constatamos que, pela evidenciação dos resultados, alcan
çamos os objetivos propostos tendo em vista que de um modo ge
ral os pais dizem participar da aprendizagem de seus filhos, au, xiliando nas tarefas e pesquisas, julgandofassim sua participa
ção importantÊF>Contudo essa ajuda varia do ponto de incentivar, até as exigências por melhores notas chegando até vigilâncias.
Verificamos que a maioria dos pais não têm horario esti
pulado para auxiliar seus filhos, aproveitando-se assim das ho
ras de folga. O_intereese dos pais não está no desenvglvimento socio-cultural de seus filhos, mas na quantidade de pontos pro
_ .. l - av , I , _ r -'
vaveis que farao estes irem de uma serie para outra. Pesa o va
lor quantitativo e não qualitativo.
Verificamos que os pais exigem que seus filhos freqüen
tem a escola diariamente, e a ajuda em casa deve ser conjunta dos pais, visto que ambos têm responsabilidades conjuntas e ainda, deve haver um interrelacionamento entre pais e professo
39
res para alcançarem os objetivos propostos.
Verificamos que os pais julgam que a escola 6 importan
te para o futuro da criança. Pois os mesmos esperam que seus filhos não sigam seus passos mas que se preparem para melhor usufruir da vida, pois há os que vêem a escola como promotora de garantias de um futuro melhor; outros, a complementação dos ensinamentos familiares. A maioria dos pais concorda que a es
cola corresponde ao que eles esperam dela, acreditando que o que se aprende no interior damesma,_é a preparação do futuro, embora alguns não tenham certeza dessa correspondência.
Verificamos que para alguns pais seus filhos respondem às suasexpectativas sem ressalvas ou restrições; outros têm duvidas. Ém contrapartida, a opinião dos filhos, dadas pelos' próprios pais,¬é de que azmãioria dos mesmos participam e se sentem em comunhão com a escóla,ñpe1o seu papel utilitárioi em
bora outros reconheçam na escola alguma deficiência da mesma e repassem aos pais essa preocupação. Este relacionamento intera
cional para a maioria dos pais é de suma importância para o de
senvolvimento da comunidade escolar que deve interagir em to
das as frentes sem dispensar nenhuma das partes - todos devem
caminhar juntos na mesma direção. / ._ ›
Observamos que a maioria dos pais costumam partigipar_`_
da escola quando solicitados pois os mesmos têm receios em to
mar iniciativas próprias; outros já têm iniciativa própria e
participam espontaneamente. Contudo, todos julgam ser de gran
de importância a participação dos mesmos nas atividades esco
lares, salientando as reuniões como aspecto positivo, pois as
sim estariam contribuindo com os filhos e com a comunidade es
colar. Outpg§_julgam que alem desses aspectos devem ser envo1«
vidos os aspectos administrativos e pedagógicos, e hã ainda os
¡ _
que nao tem interesse em participar.40
Percebemos que os pais se refsrenciam com maior evidên
cia em atividades que exijam força física, poucos se envolvem com a pedagogica.I
Verificamos que a maioria dos pais deixa de participar das atividades escolares pelo fato de não haver comunicação efetiva pais-escola. Logo:
'Ê
a) não há interesse de ambas as partes;
'b) não há tempo para a referida participação;
c) há falta de iniciativa própria, apesar do interesse _ \\`
em participar.
Constatamos que a maioria dos pais considera bom o entro
samento e a participação entre pais e escola, outros acham que deve ocorrer mais entrosamento. No entanto todos estäo dispos
tos a participar e aguardam serem solicitados.
6 .2 - REcoMENDAçõEs
O presente trabalho envolveu apenas a clientela de 59 a 89 séries do 19 grau do Municipio de Papanduva - SC, pelo fato das escolas serem localizadas na zona urbana da cidade para fa
cilitar o acesso aos pais. Para os futuros pesquisadores reco
mendamos um trabalho mais profundo junto a clientela escolar da zona rural e na zona urbana envolvendo alunos de le a 49.séries, 59 a.89 s 29 graus, com perguntas melhores formuladas e mais ob
`etivas ois só assim estaremos mais em contato com a realida
! 9
de de nossa comunidade.
9
o.- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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manente na eduoaç§o. SãoPaulo: Cortez, 1986.
I
8 ‹,O_ -- ANEXOS
10.
16.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
FUNDAÇÃO EDUoAo1oNAL DO NORTE CATARINENSE cURso DE METODOLOGIA CIENTÍFICA
PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NA ESCOLA PESQ. MARIA CACILDA RIBOSKI
Escola;_éHApMppppp4pppM_ ppp ppppp pppppppphwpp pp *ppp
Idad@= 11111,.111l5B×°f111-1É8tfld0CiVil$1-1Q1 A
Grau de Parentesco:l;p pfp ppppp püpmlppêu ppmdpppp péfp
Numero de filhos na escola: (A)5RSÊrie () 69 Serie ( ) 7a série- ( ) 8: série
Renda em Salários: Menos que um ( ) Quantos: Mpúppppppfipppmp
l. Você participa da aprendizagem de seu filho?“i dddd lldll ll
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B- ëflmønéafiíciipá?
4. Náâtáréfáàéii i i 'di""
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6. Matériàáqué mais ajooá§ll`”ll illlfiiífifl d dd
7. Ro:ár1o?"`¬*i"l”lÍ dd Ml* ll l
8. Na*fré§aän¢1Aàs“aú1as¿ i
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11. Por duëëlf dddd
12. Ro£f¿úé¿afEâÉó1adãímporšgnšeíparàládoíáàâésédäfiihóé”
3. Alaëooiàlšeáfiondelàáàušàdéxpe¢tativás?*liͬA¿l7 d d
14. soufilholresponaéäs ddddd sdáé¿ip뢣¿tivás? Jast1fique.l 15. Qugiaépiniäo de säo filma? dustifique.i ddd lllilfl l+fiW<
Queáooäfpánéàlàobreeéta reiação? "
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17. . ( ) espontaneamente ( ) só quando solicitado
( ) não participa
Isso ocorre, fia sua opinião?
( ) muitas vezes
( ) raramente ,r
( ) nunca '
Quem deve participar dessas atividades?
Qual affëquäneia*1deai?% âlddèwmdddigw d
Êmqúzà@iàévà*§àrf1¿1p¿fêl Ad
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O que impede sua maior partícipaçao?
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Quantasvezes? d d d d ddd d ddddld d d
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( ) Festas ( ) Rifas
( ) Promoções da escola ( ) Clube de mães
) Reunião pedagogica
) Tardes de amizade (bingos)
( ) Festas ou bailes
(') Apresentações (danças, teatros, outros) (') Campanhas diversas
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