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EDIÇÃO 017/ DE OUTUBRO A 28 DE OUTUBRO 4º BIMESTRE

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Avenida Eduardo Roberto Daher, nº 1.135 – Centro – Complexo Administrativo(Bloco B)

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EDIÇÃO 017/2021

18 DE OUTUBRO A 28 DE OUTUBRO

4º BIMESTRE

4° ANO

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SEMANA DE 18 DE OUTUBRO A 22 DE OUTUBRO

18/10/2021 SEGUNDA-FEIRA

LÍNGUA PORTUGUESA

MATEMÁTICA

PÁG. 03 – GÊNERO TEXTUAL: CONTOS – AFRO-BRASILEIROS

PÁG. 12 – FIGURAS GEOMÉTRICAS

19/10/2021 TERÇA-FEIRA

LÍNGUA PORTUGUESA

MATEMÁTICA

PÁG. 04 e 05 INTERPRETANDO OS TEXTOS

PÁG. 13 – SISTEMA MONETÁRIO: FORMAS DE PAGAMENTO

20/10/2021 QUARTA-FEIRA

LÍNGUA PORTUGUESA MATEMÁTICA

PÁG. 06 – PARA VOCÊ ENTENDER MELHOR PÁG. 14 – MEDIDAS DE MASSA: UNIDADES DE MEDIDA

21/10/2021 QUINTA-FEIRA

LÍNGUA PORTUGUESA HISTÓRIA

PÁG. 07 – RECORDANDO OS PRONOMES PÁG. 22 – OS PROCESSOS MIGRATÓRIOS PARA A FORMAÇÃO DO BRASIL – PARTE 1 PÁG. 24 – DATAS COMEMORATIVAS

22/10/2021 SEXTA-FEIRA

ARTE INGLÊS MATEMÁTICA

PÁG. 27 – ARTE DO COTIDIANO

PÁG. 31 – COISAS PREFERIDAS E MESES PÁG. 15 – QUADRADO MÁGICO: SOMAS

SEMANA DE 25 DE OUTUBRO A 28 DE OUTUBRO

25/10/2021 SEGUNDA-FEIRA

LÍNGUA PORTUGUESA MATEMÁTICA

PÁG. 08 – ATIVIDADES COM PRONOMES PÁG. 16 – REPRESENTAÇÃO DECIMAL COM SISTEMA MONETÁRIO

26/10/2021 TERÇA-FEIRA

LÍNGUA PORTUGUESA MATEMÁTICA

PÁG. 09 – PRODUÇÃO DE TEXTO

PÁG. 17 FRAÇÕES COM O VALOR MONETÁRIO

27/10/2021 QUARTA-FEIRA

LÍNGUA PORTUGUESA

MATEMÁTICA

GEOGRAFIA

PÁG. 10 EXERCÍCIO DE DESENVOLVIMENTO DA FLUÊNCIA LEITORA Nº 06

PÁG. 18 ESTRATÉGIA DE CÁLCULO:

MULTIPLICAÇÃO

PÁG. 25 – INSTÂNCIA DO PODER PÚBLICO E CANAIS DE PARTICIPAÇÃO SOCIAL – II

28/10/2021 QUINTA-FEIRA

EDUCAÇÃO FÍSICA CIÊNCIAS

LÍNGUA PORTUGUESA MATEMÁTICA

PÁG. 28 – BRINCADEIRAS E JOGOS

PÁG. 20 – MOVIMENTO DE ROTAÇÃO: DIA E NOITE

PÁG. 11 – HORA DA LEITURA

PÁG. 19 ANÁLISE E PRODUÇÃO DE TEXTO DE GRÁFICO E TABELA

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LÍNGUA PORTUGUESA

CLIQUE NO LINK E ASSISTA A EXPLICAÇÃO DA AULA

GÊNERO TEXTUAL: CONTOS AFRO-BRASILEIROS

- O QUE SIGNIFICA AFRO-BRASILEIRO?

a.fro-bra.si.lei.ro afrɔbrɐziˈlɐjru

adjetivo

1. que diz respeito a brasileiro de ascendência africana;

2. relativo à África e ao Brasil; indivíduo brasileiro de ascendência afri- cana.

nome masculino

- O QUE SÃO CONTOS AFRO-BRASILEIRO?

Os contos populares são textos narrativos carregados do imaginário popular. Através deles, cada comunidade transmite valores, crenças e saberes.

Os contos afro-brasileiros têm, além dessas características próprias da literatura afro- brasileira, um tema, uma linguagem, um público-alvo e um lugar de enunciação. Esses ele- mentos compõem um gênero de importância ideológica, histórica e literária, transmitidos oral- mente ao longo das gerações. A autoria de muitos deles é desconhecida.

CONFIRA, A SEGUIR, DOIS CONTOS AFRICANOS.

CONTO 1

MILHAFRE: Ave de rapina própria das regiões quentes e temperadas.

VIDEOAULA

O PORCO E O MILHAFRE*

O porco e o milhafre eram muito amigos, mas o porco invejava o fato de o milhafre poder voar. Assim, pediu que o amigo lhe arranjasse asas para que ele pudesse voar tam- bém.

O milhafre, então, tentou satisfazer o desejo do amigo e arranjou penas e, com cera, colou-as no ombro do amigo. Ambos puseram-se a voar lado a lado, até que a cera começou a derreter e as penas foram caindo.

O porco despenhou-se com o focinho no chão, que ficou com um aspecto achatado.

Desde essa ocasião deixou de ser amigo do milhafre e, quando o vê pairar no alto, dá um grunhido e olha para ele desconfiado. E aqui está a razão porque o porco tem o focinho achatado e nunca mais quis voar.

RESUMO

Este texto conta como o milhafre ajudou o porco a realizar o seu sonho de voar, o que resultou num acidente e acabou com a amizade de dois amigos até então inseparáveis.

O QUE ESTE CONTO ENSINA?

Que devemos respeitar as capacidades de cada um e entender que as diferenças de- vem nos unir e não nos afastar dos outros.

FONTE: contos tradicionais africano.

http://www.uarte.mct.pt.

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CONTO 2

TODOS DEPENDEM DA BOCA...

Certo dia, a boca, com ar vaidoso, perguntou:

— Embora o corpo seja um só, qual é o órgão mais importante?

Os olhos responderam:

— O órgão mais importante somos nós: observamos o que se passa e vemos as coisas.

— Somos nós, porque ouvimos — disseram os ouvidos.

— Estão enganados. Nós é que somos mais importantes, porque agarramos as coisas

— disseram as mãos.

Mas o coração também tomou a palavra:

— E eu? Eu é que sou importante: faço funcionar todo o corpo!

— E eu trago em mim os alimentos! — interveio a barriga.

— Olha! Importante é aguentar todo o corpo como nós, as pernas.

Estavam nisto, quando a mulher trouxe a massa, pronta para comer. Os olhos viram a massa, o coração emocionou-se, a barriga esperou ficar farta, os ouvidos escutavam, as mãos podiam tirar bocados, as pernas andaram..., mas a boca recusou comer. E continuou a recusar.

Todos os outros órgãos começaram a ficar sem forças. Então, a boca voltou a per- guntar:

— Afinal, qual é o órgão mais importante no corpo?

— És tu, boca — responderam todos em coro. Tu és o nosso rei!

FONTE: "Eu conto, tu contas, ele conta... Estórias africanas", org. de Aldónio Gomes, 1999

Após ler os dois textos, responda cada questão com respostas completas.

1- Qual a opinião de cada órgão do corpo, apresentado no conto 2, sobre si mesmo?

A) olhos: ___________________________________________________________________

B) ouvidos: _________________________________________________________________

C) mãos: ___________________________________________________________________

D) coração: _________________________________________________________________

E) barriga: __________________________________________________________________

F) pernas: __________________________________________________________________

INTERPRETANDO OS TEXTOS

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2- O que fez cada órgão do corpo quando a massa ficou pronta?

A) olhos: ____________________________ D) coração: __________________________

B) ouvidos: __________________________ E) barriga: ___________________________

C) mãos: ____________________________ F) pernas: ___________________________

3- A que conclusão todos os órgãos chegaram? E por quê?

__________________________________________________________________________

__________________________________________________________________________

4- E pra você, qual o órgão do corpo que considera mais importante? Justifique sua resposta.

______________________________________________________

______________________________________________________

5- No conto 1, encontramos o

RESUMO

e o

QUE ESTE CONTO ENSINA

. Leia, novamente, o conto 2 e escreva um pequeno resumo e o que po- demos aprender com este conto.

RESUMO:

__________________________________________________________________________

__________________________________________________________________________

__________________________________________________________________________

O QUE PODEMOS APRENDER COM O CONTO 2 ?

__________________________________________________________________________

__________________________________________________________________________

__________________________________________________________________________

EF15LP01 - Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecendo para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam.

FONTE: escolakidscom.br

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Os textos vistos nas páginas anteriores, como todo conto, são textos narrativos. E suas características abordam a estrutura apresentada no mapa conceitual a seguir.

1- Complete cada item do quadro com as informações contidas nos dois contos.

<

ITENS CONTO 1 CONTO 2

ESPAÇO – lugar onde acontece a história.

PERSONAGENS – quem participa da história.

TEMPO – quando acon- tece os fatos.

ENREDO – é o assunto que a história traz.

PARA VOCÊ ENTENDER MELHOR

TEXTO NARRATIVO

PERSONAGENS TEMPO ENREDO

É o lugar onde se passa toda a trama.

São as pessoas que participam da história.

É o encadeamento dos fa- tos narrados no texto É um elemento que

retrata o momento que ocorrem os fatos.

Desenvolvimento e clímax: desen- volvimento e ponto de tensão do conflito.

Introdução: início da trama, onde são apresentados cenário e tempo.

Desfecho: solução do conflito.

ESPAÇO

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O QUE SÃO PRONOMES?

Pronomes são palavras que acompanham os substantivos, podendo substituí-los (direta ou indiretamente), retomá-los

ou se referir a eles. São 06 os tipos de pronome. Já vimos, nos Cadernos de Atividades anteriores, os pronomes pessoais, possessivos e demonstrativos.

DESAFIO:

Faça uma pesquisa e descubra exemplos dos outros três tipos de pronomes que não foram apresentados nos Cadernos de Atividades.

__________________________________________________________________________

__________________________________________________________________________

__________________________________________________________________________

 Reveja os pronomes possessivos, pronomes demonstrativos e os pronomes pes- soais do caso reto.

Você sempre pode usar esse tipo de pronome para falar de alguma coisa que você ou outro(s) têm. Podendo ser um objeto, um sentimento, uma relação, um espaço, entre muitos outros.

Estes são usados para indicar a localização de seres, seja no espaço ou no tempo. Não há muito segredo: se você pensa em uma palavra que sirva para situar algo na sua conversa, provavelmente vai fazer uso desse tipo de pronome.

Os pronomes pessoais da língua por- tuguesa seguem o mesmo padrão: os que desempenham a função de sujeito.

EXERCITANDO

1- Identifique os pronomes nas frases, circulando-os com um lápis colorido, conforme a le- genda.

Pronome possessivo:

Pronome demonstrativo:

Pronome pessoal do caso reto:

RECORDANDO OS PRONOMES

PRONOMES POSSESSIVOS

meu, minha, seu, sua, teu,

tua, nossa, nosso, vosso, vossa

PRONOMES DEMONSTRATIVOS

esse, essa, aquele, aquela, esta, este, isso, isto, daquele, aquilo

PRONOMES PESSOAIS DO CASO RETO

SINGULAR PLURAL

eu, tu, ela (ele) nós, vós, eles (elas)

A) Ele disse que a tua boca é pequena B) O milhafre é meu melhor amigo.

C) Aquele focinho ficou achatado.

D) Esta asa parece muito com a sua.

E) Aquele carro é nosso ou vosso?

F) Esse mel é meu ou é seu?

Vou prestar atenção!

vermelho

verde

azul

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2- Retorne à leitura dos dois contos para circular, com as cores correspondentes (vermelho, verde e azul), os pronomes que você encontrar.

3- Complete as frases com pronomes pessoais do caso reto.

4- As frases, abaixo, foram retiradas dos contos, porém estão incompletas. Releia os contos e descubra o que está faltando em cada uma delas.

A)... o coração emocionou-___. C)... quando ___ vê pairar no alto.

B)... colou-___ no ombro do amigo. D)... pediu que o amigo ___ arranjasse asas.

→ As palavras usadas para completar as frases (questão 4) são chamadas de pronomes pessoais oblíquos, já vistos no Caderno de Atividades 08 (1º bimestre).

5- Para fixar bem o conhecimento sobre os pronomes possessivos, demonstrativos e pessoais, encontre-os no caça-palavras para completar o quadro.

6- Agora, escolha um exemplo de cada tipo de pronome e elabore uma frase bem criativa para cada um deles.

__________________________________________________________________________

__________________________________________________________________________

__________________________________________________________________________

EF35LP14 - Identificar em textos e usar na produção textual pronomes pessoais, possessivos e demonstrativos, como recurso coesivo ana- fórico.

A) ______ somos os órgãos mais importantes. C) ______ és o nosso rei!

B) ______ é que sou importante.

D)

... e olha para _____ desconfiado.

M E U D A Q U E L E I S S O N Ó S L Q I N S D T Q A Ó E S S H A Q U E L A S N T A Q U E L E L N O O S U A S A V O S S O E U T S V Ó S I S T U M T E U V S D O V

PRONOMES POSSESSIVOS PRONOMES DEMONSTRATIVOS PRONOMES PESSOAIS

Fonte:facebook.com

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Converse com alguém que seja adulto e peça para que conte a você uma história que fora contada a ele por um antepas- sado. É uma experiência memorável!

Depois de ouvir atentamente o conto, é hora de escrevê-lo com suas palavras. Mas, antes de usar o espaço abaixo, escreva-o em seu caderno, para, em seguida, reescrevê-lo já com as devidas correções: ortografia, gramática, letras maiúsculas e, não menos importante, a estrutura certa de um texto narrativo. Reveja o mapa conceitual apresentado na página 06 deste Caderno. Capriche na caligrafia.

TÍTULO

__________________________________

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_________________________________________________________________________

_________________________________________________________________________

_________________________________________________________________________

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_________________________________________________________________________

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_________________________________________________________________________

_________________________________________________________________________

EF35LP09 - Organizar o texto em unidades de sentido, dividindo-o em parágrafos segundo as normas gráficas e de acordo com as caracte- rísticas do gênero textual.

PRODUÇÃO DE TEXTO

Fonte:br.freepik.com

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ORIENTAÇÕES

1- O aluno terá 1 minuto para ler, iniciando sempre pelo título. Acompanhe a leitura que seu filho fará, em voz alta. Peça para parar quando completar 1 minuto e circular a última palavra que conseguiu ler. Marque na tabela quantas palavras foram lidas;

2- Se ele leu incorretamente alguma palavra, volte ao texto, aponte a palavra e peça que leia novamente. Importante: não leia a palavra, só aponte, e deixe que ele mesmo perceba que não leu corretamente;

3- Repita o procedimento três vezes. Sempre marcando na tabela a quantidade de palavras lidas.

O objetivo não é que o aluno leia desesperadamente; e sim, que leia no ritmo certo, entre 100 e 130 palavras, com entonação e respeitando os sinais de pontuação.

AFRICANIZANDO

Quando meu sonho me ilumina, eu escrevo África

9

.

Eu amo essa gente cheia de África. O chão da África tem cheiro de mim.

Na

25

África, todos os caminhos nos levam às fontes da Terra e às origens do mundo.

E o que me torna africano

46

? É o amor pela Terra e pela cultura, a Terra me ilumina, e a cultura me encanta

63

.

[...]

A maioria dos rios da África nasce no planalto dos olhos, por isso eu caminho de mãos dadas com a flora e a fauna. Sou savana africana

90

de mim mesma.

A poesia africana é para se vestir dela e correr poemas pelo mundo. E eu escrevo para justificar a

112

poesia africana. Não acredito na riqueza material fácil e rápida para todos os

125

africanos, mas acredito no ideal de riqueza espiritual, através da promoção da cultura.

Eu hoje escrevo o coração da África. Nunca me separo da África, porque a trago den- tro de mim

156

.

Morgado Mbalate - poeta moçambicano

1ª LEITURA 2ª LEITURA 3ª LEITURA Quantidade de palavras lidas durante

1 minuto

EF15LP02- Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizada.

EXERCÍCIO DE DESENVOLVIMENTO DA FLUÊNCIA LEITORA Nº 06

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Os contos, sejam eles, orais ou escritos, estão por toda a parte para serem recolhidos e oferecidos para nosso deleite, num tecido poético bordado de símbolos e ensinamentos. Pra comprovar isto, leia mais um conto afro-brasileiro, transformado em um livro, re- latando a história de Obax.

As histórias, como contam os contadores na África, são sagradas. Mas, algumas invenções de Obax eram demais. Como po- deriam chover flores no lugar onde pouco chove água?

 Leia o início para aguçar sua curiosidade.

A HISTÓRIA DE OBAX

Quando o sol acorda no céu das savanas, uma luz fina se espalha sobre a vegetação escura e rasteira.

O dia aquece, enquanto os homens lavram a terra, as mulheres cuidam dos afazeres domésticos e das crianças.

Ao anoitecer, tudo volta a se encher de vazio, e o silêncio negro se transforma num ótimo companheiro para compartilhar boas histórias. Ali morava Obax.

Para uma criança, viver numa paisagem como aquela pode ser perigoso.

Mas Obax não tinha medo. Corria pela planície em busca de aventuras e de- pois retornava com os olhinhos brilhantes. As histórias eram muitas.

(...) Uma vez Obax contou ter visto cair do céu uma chuva de flores.

 Agora, acesse os dois links, um pra ler e outro para ouvir.

BOA LEITURA!

HORA DA LEITURA

https://youtu.be/eJTCnYlbCmA

https://drive.google.com/file/d/1Hm1IzxZyg9OXCOzX1a5e7anX3_3U0pzX/view?usp=sharing

Fonte:amazon.com.br

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MATEMÁTICA

CLIQUE NO LINK E ASSISTA A EXPLICAÇÃO DA AULA

FIGURAS SIMÉTRICAS

1- Observe as figuras e marque um X apenas naquelas que apresentam simetria. Se precisar, trace o eixo de simetria para identificar quais figuras são simétricas.

( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( )

2- Veja o eixo de simetria nas figuras. Marque um X na figura que NÃO é simétrica.

( ) ( ) ( ) ( )

3- Agora, desenhe e pinte a parte que falta nas figuras para que se tornem simétricas.

EF04MA19 - Reconhecer simetria de reflexão em figuras e em pares de figuras geométricas planas e utilizá-la na construção de figuras congruentes, com o uso de malhas quadriculadas e de softwares de geometria.

VIDEOAULA - 017

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SISTEMA MONETÁRIO: FORMAS DE PAGAMENTO A mãe de Ivana, Dona Adriana Machado, no dia 12/10/2021, em sua cidade, Itapecerica da Serra, comprou uma TV na Loja Itapeceri- cana. Ela pagou com R$ 850,00 em dinheiro e o restante com um che- que.

Faça o cálculo para descobrir qual a quantia restante que será paga com o cheque e, depois, preencha-o com a ajuda de um familiar.

Veja outras formas de pagamento da TV que a Loja Itapecericana propôs e faça os cálculos.

A) Pagamento pelo cartão de débito teria um desconto de R$ 25,00. Quanto Dona Adriana pagaria na TV?

B) Pagamento em 4 parcelas de R$ 400,00 pelo cartão de crédito, quanto pagaria na TV? E quanto pagaria a mais se optasse pelo cartão de crédito?

C) Já, se o pagamento fosse pelo PIX, Dona Adriana teria um desconto de R$ 40,00. Quanto ela pagaria na TV?

A) DÉBITO B) CRÉDITO C) PIX

EF04MA25 - Resolver e elaborar problemas que envolvam situações de compra e venda e formas de pagamento, utilizando termos como troco e desconto, enfatizando o consumo ético, consciente e responsável.

FONTE: br.pinterest.com

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MEDIDAS DE MASSA: UNIDADES DE MEDIDA

Para sabermos o “peso” (quantidade de massa) das pessoas, objetos, animais, ali- mentos, entre outros, podemos utilizar as seguin-

tes unidades de massa: o miligrama (mg), o grama (g), o quilograma (kg) e a tonelada (t).

1- As unidades de medidas são usadas conforme

aquilo que vamos pesar. Identifique qual a unidade de medida (mg, g, kg e t) mais apropriada para registrar o peso.

_____ _____ _____ _____

2- Assinale a alternativa com a medida de massa adequada e aproximada de cada item.

( ) 4 g ( ) 4 kg ( ) 4 t

( ) 8 mg ( ) 8 g

( ) 8 kg ( ) 100 mg

( ) 100 g ( ) 100 kg

( ) 32 mg ( ) 32 g

( ) 32 kg ( ) 70 g ( ) 70 kg

( ) 70 t

( ) 29 mg ( ) 29 g ( ) 29 kg 3- Agora que identificou os itens (ilustrações) das atividades anteriores com a medida de massa adequada, preencha a cruzadinha com as seguintes dicas:

1- Unidade de medida de massa da laranja e da maçã.

2- Unidade de medida de massa do menino e do cachorro.

3- Unidade de medida de massa do elefante, da baleia e do cami- nhão.

4- Unidade de medida de massa da joaninha, da mosca e da for- miga.

EF04MA20 - Medir e estimar comprimentos (incluindo perímetros), massas e capacidades, utilizando unidades de medida padronizadas mais usuais, valorizando e respeitando a cultura local.

1 000 mg (miligramas) = 1 g (grama)

1 000 g (gramas) = 1 kg (quilograma)

1 000 kg (quilogramas) = 1 t (tonelada)

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QUADRADO MÁGICO: SOMAS

O quadrado mágico é uma tabela numérica com a mesma quantidade de linhas e colunas. Nele, a soma dos números de cada coluna, de cada linha e das diagonais tem o mesmo resultado.

Veja o exemplo: utilizando os números do 1 ao 9, sem repeti-los, o resultado da soma deve ser nas colunas, linhas e diagonais igual a 15.

COLUNAS LINHAS DIAGONAIS

COLUNAS: 2 + 7 + 6 = 15; 9 + 5 + 1 = 15; 4 + 3 + 8 = 15 LINHAS: 2 + 9 + 4 = 15; 7 + 5 + 3 = 15; 6 + 1 + 8 = 15 DIAGONAIS: 2 + 5 + 8 = 15; 6 + 5 + 4 = 15

AGORA, É A SUA VEZ!

Complete cada quadrado mágico com os números indicados para seu respectivo resultado.

QUADRADO MÁGICO 1

QUADRADO MÁGICO 2

QUADRADO MÁGICO 3

RESULTADO: 45 RESULTADO: 60 RESULTADO: 75

3 – 9 – 21 – 27 8 – 16 – 20 – 24 – 32 5 – 10 – 15 – 20 30 – 35 – 40 – 45

24 18

15

12 6

a

4

12 28

36

25

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REPRESENTAÇÃO DECIMAL COM SISTEMA MONETÁRIO

 Joaquim dará uma mesada aos seus filhos Bira, Dinho e Naldo usando as notas (cé- dulas) a seguir. Todos receberão a mesma quantia.

A) Qual o valor total que Joaquim dividirá aos seus filhos? ___________________________

B) Quanto cada filho receberá? ________________________________________________

C) Escreva quais as cédulas que cada filho receberá para compor o valor da mesada:

DINHO: _______________________________________________________

BIRA: _______________________________________________________

NALDO: _______________________________________________________

 Agora, Joaquim dividirá as moedas a seguir para seus três filhos.

A) Qual o valor total que Joaquim dividirá aos seus filhos? ___________________________

B) Quanto cada filho receberá? ________________________________________________

C) Escreva quais moedas cada filho receberá para compor a quantia recebida:

DINHO: ________________________________________________________

BIRA: _________________________________________________________

NALDO: _______________________________________________________

EF04MA10 - Reconhecer que as regras do sistema de numeração decimal podem ser estendidas para a representação decimal de um número racional e relacionar décimos e centésimos com a representação do sistema monetáriobrasileiro.

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FRAÇÕES COM O VALOR MONETÁRIO Quantas moedas de R$ 0,50 são necessárias para obter R$ 1,00?

= 0,50 + 0,50 Assim, são necessárias 2 moedas.

Então, é metade de , ou seja, é (um meio) de .

1- Quantas moedas de R$ 0,25 são necessárias para obter R$ 1,00?

= _____________________________________________

FRAÇÃO:

Como se lê a fração: __________________________________________________________

RESPOSTA: São necessárias ____ moedas.

2 - Quantas moedas de R$ 0,10 são necessárias para obter R$ 1,00?

= _____________________________________________

FRAÇÃO:

Como se lê a fração: __________________________________________________________

RESPOSTA: _______________________________________________________________

3 - Quantas cédulas de R$ 2,00 são necessárias para obter R$ 10,00?

= ________________________________________

FRAÇÃO:

Como se lê a fração: __________________________________________________________

RESPOSTA: _______________________________________________________________

EF04MA09 - Reconhecer as frações unitárias mais usuais (1/2, 1/3, 1/4, 1/5, 1/10 e 1/100) como unidades de medida menores do que uma unidade, utilizando a reta numérica como recurso.

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ESTRATÉGIAS DE CÁLCULO: MULTIPLICAÇÃO Veja as estratégias de cálculo:

ESTRATÉGIA 1

4 x 33= ? 33= 30 + 3 4 x 30 = 120 e 4 x 3 = 12

120 + 12 = 132

ESTRATÉGIA 2

4 x 49= ? 50 – 1 = 49 ou 49 + 1 = 50 4 x (50 – 1) = 4 X 50 – 4 X 1 =

200 – 4 = 196

5 x 78 =

ESTRATÉGIA 1 ESTRATÉGIA 2

2 x 97 =

ESTRATÉGIA 1 ESTRATÉGIA 2

EF04MA05 - Utilizar as propriedades das operações para desenvolver estratégias de cálculo.

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ANÁLISE E PRODUÇÃO DE TEXTO DE GRÁFICO E TABELA

Observe na tabela as informações sobre o peso aproximado dos animais. Depois, complete o gráfico de colunas na malha quadriculada com es- sas informações. Lembre-se que cada número re- presenta um animal.

Veja que, no gráfico, o peso do leão, o nú- mero 1, já foi registrado.

Agora, escreva um texto analisando as informações da tabela e do gráfico. Você pode escrever, por exemplo: o animal mais pesado e o mais leve; o animal que tem o dobro ou a metade do peso de outro animal, entre outras análises.

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EF04MA27 - Analisar dados apresentados em tabelas simples ou de dupla entrada e em gráficos de colunas ou pictóricos, com base em informações das diferentes áreas do conhecimento, e produzir texto com a síntese de sua análise.

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CIÊNCIAS

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MOVIMENTO DE ROTAÇÃO: DIA E NOITE

O movimento de rotação é o percurso que o nosso Planeta Terra faz em torno de si mesmo, ou seja, é a volta que ele faz em seu próprio eixo (linha imaginária que transpassa o planeta do Polo Norte ao Polo Sul: Meridiano de Greenwich). Para completar essa volta, o planeta leva aproximadamente 24 horas.

Esse movimento acontece no sentido anti-horário, do Oeste (à esquerda) ao Leste (à direita). Com isso, podemos caracterizar o nascer do Sol (nascente) e o pôr do sol (poente), e logo, definir o dia e a noite.

VIDEOAULA - 017

FONTE:www.educamaisbrasil.com.br

ADAPTAÇÃO:africaarteeducacao.ciar.ufg.br

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CURIOSIDADE SOBRE O MOVIMENTO DE ROTAÇÃO E se a Terra não girasse?

Os dias apresentariam temperaturas muito elevadas, impossíveis para qualquer ser vivo resistir. Já as noites seriam tão frias que as temperaturas congelariam quase tudo, sendo também impossível de se viver.

Texto retirado do site escolakids.uol.com.br

VAMOS REFLETIR SOBRE O MOVIMENTO DE ROTAÇÃO

1- Quando ficamos expostos diretamente ao Sol, este momento é de:

( ) dia. ( ) noite.

2- Durante o movimento de rotação da Terra, é correto afirmar que os períodos (dia e noite) são diferentes em cada região do planeta?

( ) Sim. ( ) Não.

3- Marque um X na informação INCORRETA sobre o movimento de rotação.

( ) O movimento de rotação tem a função de controlar nossa exposição ao Sol.

( ) O movimento de rotação descontrola a temperatura do nosso planeta.

( ) O movimento de rotação é fundamental para a nossa existência.

( ) Caso nosso planeta ficasse parado, a existência de qualquer tipo de vida seria impossível.

EF04CI09 - Identificar os pontos cardeais, com base no registro de diferentes posições relativas do Sol e da sombra de uma vara (gnômon).

EF04CI11 - Associar os movimentos cíclicos da Lua e daTerra a períodos de tempo regulares e ao uso desse conhecimento para a construção de calendáriosem diferentes culturas

FONTE:brasilescola.uol.com.br

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HISTÓRIA

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OS PROCESSOS MIGRATÓRIOS PARA A FORMAÇÃO DO BRASIL – PARTE 1

O Brasil é um país que sempre rece- beu imigrantes. Estes colaboraram, assim como os negros africanos e os índios, para a

formação da cultura e da sociedade brasileira.

Veremos nos próximos Cadernos de Atividades quais foram esses imigrantes.

O termo migração refere-se ao deslocamento de pessoas de um lugar para outro.

Migrar é trocar de país, estado, região ou até mesmo de domicílio.

O processo de migrar faz da pessoa um imigrante ou emigrante. Emigrante é o indiví- duo que sai de seu local de origem com destino a outro lugar.

O imigrante, por sua vez, é o indivíduo que entra em um deter- minado local para viver nele.

Historiadores registram que a imigração teve início no Brasil a partir de 1530, quando começou a estabelecer-se um sistema relativamente organizado de ocupação e exploração do

novo mundo. A tendência acentuou-se a partir de 1534, quando o território foi dividido em capitanias hereditárias e se formaram núcleos sociais importantes em São Vicente e Pernam- buco. Foi um movimento, ao mesmo tempo, colonizador e povoador, pois contribuiu para for- mar a população que se tornaria brasileira, sobretudo num processo de miscigenação que incorporou portugueses, negros e indígenas.

Os negros, trazidos da África, mesmo sendo escravizados, contribuíram para o desen- volvimento populacional e econômico do Brasil e tornaram-se parte constitutiva e integrante do povo. Espalharam-se por todo o território nacional, em engenhos de açúcar, fazendas de cria- ção de animais, arraiais de mineração, sítios extrativos, plantações de algodão, fazendas de café e áreas urbanas. Sua presença projetou-se em toda a formação humana, cultural e eco- nômica do Brasil com técnicas de trabalho, música e danças, práticas religiosas, alimentação e vestimentas.

VIDEOAULA - 17

Fonte:fi.pinterest.com

Fonte:sme.goiania.go.gov.br

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Depois de tantas informações apresentadas na página anterior, responda as questões sobre o assunto abordado.

1- As informações estão incorretas, leia novamente o texto para corrigi-las.

A) O Brasil é um país que nunca recebeu imigrantes.

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B) O termo migração refere-se ao locamento de um lugar para outro.

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C) Migrar é ficar no mesmo país, estado, região ou até mesmo no domicílio.

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2- Relacione as duas colunas, usando os símbolos, de acordo com a definição.

( ∆ ) Migração ( ) É a movimentação de saída de um povo do seu país ou região de origem.

( ֍ ) Emigração ( ) É a movimentação de um povo entre o país ou a região dife- rente de sua origem.

( ʘ ) Imigração ( ) É a movimentação de um povo chegando do país ou região de sua origem.

3- Converse com seus familiares para descobrir se,

em algum tempo (tempo dos avós, bisavós), houve migração. Não esqueça de comentar o motivo e de qual região partiu o deslocamento.

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EF04HI09 - Identificar as motivações dos processos migratórios em diferentes tempos e espaços e avaliar o papel desempenhado pela migração nas regiões de destino.

EF04HI10 - Analisar diferentes fluxos populacionais e suas contribuições para a formação dasociedade brasileira.

EXPLORANDO O QUE LEU

Fonte:politize.com.br

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EF01HI08 - Reconhecer o significado das comemorações e festas escolares, diferenciando-as das datas festivas comemoradas no âmbito familiar ou da comunidade.

DATAS COMEMORATIVAS

DIA NACIONAL DA INOVAÇÃO DIA 19 DE OUTUBRO

O Dia Nacional da Inovação é comemorado anual- mente em 19 de outubro.

Com a finalidade de incentivar a inovação e o crescimento tecnológico, científico e intelectual em todos os campos de atuação profissional, o Dia da Inovação foi criado para ajudar a desenvolver a economia sustentável, competitiva e próspera do país.

DIA NACIONAL DA ALIMENTAÇÃO NA ESCOLA DIA 21 DE OUTUBRO

O Dia Nacional da Alimentação na Escola é comemorado em 21 de outubro. A data foi escolhida para ressaltar a importância das ações voltadas para a edu- cação alimentar e nutricional dos estudantes de todas as etapas da educação básica. E é com esse objetivo que o Governo Federal investe no Programa Nacional de Ali- mentação Escolar (PNAE), que tem como objetivo ga- rantir o consumo de alimentos saudáveis no ambiente escolar, de modo a criar bons hábitos nos estudantes para toda a vida.

DIA DO SERVIDOR PÚBLICO DIA 28 DE OUTUBRO

No dia 28 de outubro comemora-se o Dia do Funcio- nário Público. A data foi instituída no governo do Presi- dente Getúlio Vargas, através da criação do Conselho Fe- deral do Serviço Público Civil, em 1937.

Em 1938 foi fundado o Departamento Administrativo do Serviço Público do Brasil, onde esse tipo de serviço passou a ser mais utilizado.

As leis que regem os direitos e deveres dos funcionários que prestam serviços públicos estão no Decreto nº 1.713, de 28 de outubro de 1939, motivo pelo qual esse é o dia da comemoração desse profissional.

Fonte: calendar.com

Fonte: amambaianoticias.com.br

Fonte: radiojotafm.com.br

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GEOGRAFIA

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INSTÂNCIAS DO PODER PÚBLICO E CANAIS DE PARTICIPAÇÃO SOCIAL – PARTE II

O QUE É PARTICIPAÇÃO SOCIAL?

A Constituição Federal de 1988, também conhecida como Constituição Ci- dadã, avaliza o controle social em que a participação da sociedade nas políticas públicas é promovida por diferentes meios. O Ministério da Cidadania determina como essa participação pode ocorrer dentro das esferas de poder:

Legislativo: os cidadãos atuam pelo voto direto, elegendo aqueles que querem ser re- presentados. Vale lembrar que, no Brasil, a democracia é representativa. Por isso, o voto é uma das principais formas para demonstrar a vontade do povo.

Judiciário: participação em um júri popular para julgar crimes dolosos contra a vida.

Executivo: ingresso em conselhos e comitês de políticas públicas. Os conselhos podem ser populares – como as associações de bairro e institucionais. Eles ainda podem ser consultivos (poder público é consultado, a fim de obter opiniões para aprimorar a organização da administração pública), participativos (maior envolvimento e participa- ção na tomada de decisão, com medidas de monitoramento do Estado) e deliberativos (trabalho conjunto com o poder público, com decisões de aprovação ou veto nas toma- das de decisões e participação ativa em políticas públicas).

MAIS INFORMAÇÕES:

A participação popular significa a satisfação da necessi- dade do cidadão como indivíduo, ou como grupo, organização ou associação, de atuar pela via legislativa, administrativa ou judicial no amparo do interesse público - que se traduz nas aspirações de todos os segmentos sociais.

VIDEOAULA - 017

Fonte:pngwing.com

O PAPEL DE CADA UM!

Fonte:twitter.com

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1- A página anterior trouxe informações de como podem ser os conselhos e comitês de políticas públicas. Escreva cada definição.

 Consultivo: ___________________________________________________________

 Participativo: __________________________________________________________

 Deliberativo: ___________________________________________________________

2- Consulte o texto para encontrar as palavras que completam as informações e, em seguida, procure-as no caça-palavras.

A) Vale lembrar que, no __________, a ____________ é representativa.

B) A Constituição __________ de 1988, também conhecida como Constituição __________.

C) Os conselhos podem ser populares – como as _____________ de bairro e ____________.

D) A participação _________ significa a satisfação da necessidade do cidadão como __________.

E) A participação da _________ nas políticas __________ é promovida por diferentes meios.

P O P O P U L A R F A D A L Ã C Ú A S S O L A S O C I E D A D E B A S I L M R P Ú D S Ç Õ E S C L Í Õ Ç P T E C N B P E T Í D I I N D I V Í D U O U R B Ú M T D C Õ E S B D E M O C R A C I A A A N P R M E F Ã Ú E D O S A S D S O Ã P A M O R A M O R B I S Ã A S S O C I A Ç Õ E S D O Ç L P I N S T I T U C I O N A I S M N

EF04GE03 - Distinguir funções e papéis dos órgãos do poder público municipal e canais de participação social na gestão do Município, incluindo a Câmara de Vereadores e Conselhos Municipais.

INTERPRETANDO O QUE LEU

Fonte:politize.com.br

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ARTE DO COTIDIANO

A artista plástica Adriana Tavares faz quadros bem coloridos de coisas que fazem parte de seu dia-a-dia, como: sapatos, paredes, vidros de perfume e poltronas.

Seu trabalho mostra com alegria e intensidade os espaços rotineiros. Através das cores e formas, redesenha recortes cotidianos comuns a todos nós.

Observe abaixo as pinturas de Adriana Tavares.

Arte Colorida, de Adriana Tavares Cozinha I, de Adriana Tavares

http://anacaroamaral.com.br/2008/09/03/adriana-tavares/

Responda:

Nas pinturas acima, com relação as cores, a artista utilizou a técnica da Monocromia ou da Policromia?

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ARTE

ATIVIDADE 1

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Do lugar que você mais gosta em sua casa, escolha uma parte desse local e faça um desenho bem detalhado e colorido, como vimos nas obras de Adriana Tavares.

Faça esse quadro no espaço abaixo.

HABILIDADE: (EF15AR01) identificar e apreciar formas distintas das artes visuais tradicionais e contemporâneas, cultivando a percepção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e o repertório imagético.

HABILIDADE: (EF15AR02) explorar e reconhecer elementos constitutivos das artes visuais (ponto, linha, forma, cor, espaço, movimento etc.).

HABILIDADE: (EF15AR04) experimentar diferentes formas de expressão artística (desenho, pintura, colagem, quadrinhos, dobradura, escul- tura, modelagem, instalação, vídeo, fotografia etc.), fazendo uso sustentável de materiais, instrumentos, recursos e técnicas convencionais e não convencionais.

ATIVIDADE 2

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EDUCAÇÃO FÍSICA – 017

NOME: ____________________________________________ 4º ANO_______

BRINCADEIRAS E JOGOS

COMO MENCIONADO NO CADERNO DE ATIVIDADE ANTERIOR, MUITAS DAS BRINCADEIRAS QUE CONHECEMOS TIVERAM SUAS ORIGENS NOS POVOS INDÍGE- NAS. ESTAS BRINCADEIRAS SE ESPALHARAM PELO BRASIL E, CONFORME AS CARAC- TERÍSTICAS DE CADA POVO, FORAM GANHANDO VARIAÇÕES TANTO NO NOME COMO NA DINÂMICA. DESTA FORMA, FOI CRIADO UM GRANDE ACERVO DE JOGOS E BRIN- CADEIRAS, AMPLIANDO AS POSSIBILIDADES DE VIVENCIAR NOVAS PRÁTICAS. SÃO ALGUMAS DESTAS BRINCADEIRAS E JOGOS: CABO DE GUERRA (CABO DE FORÇA, JOGO DA CORDA, TRAÇÃO A CORDA) E BOLINHA DE GUDE (FUBECA, BILOSCA, BU- LICA).

1 – ENCONTRE NO CAÇA PALAVRAS AS SEGUINTES BRINCADEIRAS E JOGOS INDÍ- GENAS:

PETECA – TOBDAÉ – SOL E LUA – CORRIDA DO SACI – BOLA DE GUDE – MELANCIA ARCO E FLECHA – CABAS MAË – JOGO DA ONÇA – ARRANCA MANDIOCA

AULA DE EDUCAÇÃO FÍSICA

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PARTE 2

VAMOS CONHECER E VIVENCIAR OUTRAS BRINCADEIRAS E JOGOS INDÍGENAS!

1 - TOBDAÉ – É UM JOGO PARECIDO COM O JOGO DE QUEIMADA. OS PARTICIPANTES (ACIMA DE 4) TÊM POR OBJETIVO ACERTAR OS ADVERSÁRIOS COM AS PETECAS.

AQUELE QUE FOR ATINGIDO POR UMA ESTÁ ELIMINADO. VENCE AQUELE QUE FICAR ATÉ O FINAL DO JOGO SEM SER ATINGIDO. NORMALMENTE, CADA JOGADOR INICIA EM POSSE DE TRÊS PETECAS, ASSIM TORNANDO O JOGO MUITO DINÂMICO.

VÍDEO: https://youtu.be/9Gr-P5C_cm8

SUGESTÃO: CONFECCIONE PETECAS, ASSISTA O VÍDEO E REALIZE A ATIVIDADE, DE ACORDO COM AS POSSIBILIDADES QUE VOCÊ TEM EM CASA.

2 - ARRANCA MANDIOCA – OS PARTICIPANTES POSICIONAM-SE, TODOS SENTADOS, EM FILA, UMA ATRÁS DO OUTRO. O PRIMEIRO DA FILA (O DONO DA ROÇA) “AGARRA”

UMA ÁRVORE OU UM POSTE. O SEGUNDO DA FILA ENTRELAÇA OS BRAÇOS NA RE- GIÃO DO QUADRIL DO PARTICIPANTE DA FRENTE, E ASSIM FARÃO OS DEMAIS ATÉ O ÚLTIMO. UM DOS PARTICIPANTES É DESIGNADO PARA ARRANCAR AS MANDIOCAS (OS PARTICIPANTES SENTADOS). COM AUTORIZAÇÃO DO DONO DA ROÇA, DEVERÁ TIRAR UM A UM DOS PARTICIPANTES DA FILA, COMEÇANDO PELO ÚLTIMO.

VÍDEO: https://youtu.be/EnbleWys2eU

SUGESTÃO: ASSISTA O VÍDEO E REALIZE ESTA ATIVIDADE EM CASA COM OS FAMILI- ARES.

3 - CORRIDA DO SACI – OS PARTICIPANTES POSICIONAM-SE ATRÁS DE UMA LINHA DE PARTIDA. DADO O SINAL, TODOS DEVEM CORRER, SALTANDO DE UM PÉ SÓ, RUMO A LINHA DE CHEGADA. AQUELE QUE CHEGAR PRIMEIRO VENCE.

VÍDEO: https://youtu.be/QVI0EXIk_CA

SUGESTÕES: ESTA ATIVIDADE PODE SER REALIZADA, TANTO NA SUA CASA COMO NA ESCOLAM, SE HOUVER A POSSIBILIDADE. RESPEITANDO TODOS OS PROTOCO- LOS SANITÁRIOS.

EF35EF 01 - EXPERIMENTAR E FRUIR BRINCADEIRAS E JOGOS POPULARES BRASIL E MUNDO, INCLUINDO AQUELES DE MATRIZ INDÍGENA E AFRICANA, E RECRIÁ-LOS, VALORIZANDO IMPORTÂNCIA DESSE PATRIMÔNIO HISTÓRICO CULTURAL.

EF35EF04 - RECRIAR, INDIVIDUAL E COLETIVAMENTE, E EXPERIMENTAR, NA ESCOLA E FORA DELA, BRINCADEIRAS E JOGOS POPULARES DO BRASIL E DO MUNDO INCLUINDO AQUELES DE MATRIZ INDÍGENA E AFRICANA, E DEMAIS PRÁTICAS CORPORAIS TEMATIZADAS NA ESCOLA, ADEQUANDO-AS AOS ESPAÇOS PÚBLICOS DISPONÍVEIS.

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FAVORITE THINGS AND MONTHS

LEIA A NOVA POSTAGEM NO BLOG “TALKATE” – BLOG CRIADO PELA PERSONAGEM KATE PARA FALAR DE SUAS FAVORITE THINGS:

1) LEIA AS FRASES E MARQUE “TRUE” OU “FALSE” DE ACORDO COM A POSTAGEM DA KATE.

TRUE FALSE

SHE DOESN’T HAVE A FAVORITE MONTH.

HER FAVORITE MONTH IS OCTOBER.

HER FAVORITE HOLIDAY IS CHRISTMAS.

SHE HAS A WITCH COSTUME.

SHE HAS A PUMPKING COSTUME.

HER FAVORITE MONTH IS JULY.

HALLOWEEN

É COMEMORADO NO DIA 31 DE OUTUBRO. A PALAVRA “HALLOWEEN” SIGNIFICA “A VÉS- PERA DO DIA DE TODOS OS SANTOS”. NESSA DATA, É COMUM QUE AS CRIANÇAS SE FAN- TASIEM PARA PEDIR DOCES DE CASA EM CASA DIZENDO: “TRICK OR TREAT”. FESTAS À FANTASIA COM TEMAS ASSUSTADORES TAMBÉM SÃO TRADIÇÃO.

WHAT IS YOUR FAVORITE MONTH? ___________________________________________

WHAT IS YOUR FAVORITE HOLIDAY? __________________________________________

NAME: _____________________________________ 4º ANO: ___

ASSISTA À VÍDEO AULA: COISAS PREFERIDAS E MESES

WORDS BOX HERE – AQUI MONTH – MÊS BECAUSE – POR- QUE

HOLIDAY – FERI- ADO

WITCH – BRUXA COSTUME – FAN- TASIA

HER – DELA

PUMPKIN - ABÓ-

BORA

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2) OBSERVE O CALENDAR E MARQUE O DIA DE SEU ANIVERSÁRIO E DOS SEUS FA- MILIARES:

3) REESCREVA AS FRASES NA ORDEM CORRETA. SIGA O EXEMPLO:

4) SOBRE O HALLOWEEN, PESQUISE E COMPLETE A TABELA:

ONDE SURGIU QUANDO SURGIU ONDE É COMEMO- RADO

(EF04LI09) Expressar gostos e preferências utilizando estruturas frasais adequadas.

(EF04LI11) Dominar o gênero textual calendário, identificando e classificando informações características do gênero.

(EF04LI23) Construir repertório lexical referente aos meses do ano.

(EF04LI33) Conhecer a importância histórica e cultural de feriados típicos dos principais países que têm o inglês como língua materna.

Referências

Documentos relacionados