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1º SEMESTRE DE 2023

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Academic year: 2023

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1º SEMESTRE DE 2023

CÓDIGO: MNA872 – ANTROPOLOGIA COGNITIVA

DISCIPLINA: Configurações da pessoa em contextos contemporâneos de populismo de direita (com vistas ao caso brasileiro)

PROFESSOR: Luiz Fernando Dias Duarte e Marco Julián Martínez-Moreno (Pós-doc PPGAS/MN)

TIPO: LIVRE

N° DE CRÉDITOS: 03 (TRÊS), 45 HORAS AULA, 15 SESSÕES INÍCIO DO CURSO: 14/03/2023

DIA/HORÁRIO: Terças-feiras, das 13:30h às 17h

SALA: 101 – Pavilhão de Ensino, Horto do Museu Nacional, Quinta da Boa Vista

Textos:

https://drive.google.com/drive/u/1/folders/1YhAZoluM1IrcIQ8btyF7YomCsyDpkcdw

As ideologias ou configurações de valor, em qualquer situação histórica, necessitam ser portadas e compartilhadas pelas pessoas componentes da socialidade em que se manifestam, para que possam exercer efeitos culturais coletivos notáveis e duradouros.

As sociedades modernas, onde se entrechocam mais explícita e regularmente as ideologias, dispõem de mecanismos complexos de constituição e transformação das formas de compartilhamento, que atravessam todos os níveis da organização social. As próprias características mais marcantes da “modernidade” são o resultado de um longo trabalho de articulação, difusão e convencimento de algumas formações ideológicas, frequentemente em luta contra alternativas ou variações. Uma antropologia da pessoa pode se empenhar na compreensão dos modos como os sujeitos sociais vivem as diferentes ideologias, muitas das quais absolutamente estruturantes de sua forma fenomenal. Não há “construção social da pessoa” sem o suporte de diversas configurações de valor, presentes durante toda sua trajetória, ainda que contraditórias, alternativas ou sucessivas. As ideologias políticas são uma parte importante desse trabalho de construção do self, por demarcarem os “campos de possibilidades” mais abrangentes e constituírem

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um espaço de lutas particularmente renhidas. Desde o século XVIII, uma demarcação política fundamental se desenhou entre uma “esquerda” e uma “direita”, baseada – grosso modo – na disposição predominante em mudar ou em manter o status quo. De um modo geral, a ideologia individualista (em paralelo com as ideologias liberal e científica) tendeu a se inclinar para a “esquerda”, dada sua ênfase estruturante na mudança histórica – e na defesa dos valores centrais da liberdade, igualdade e autonomia. Foi contraditada – ou distorcida – reiteradamente por diversas fórmulas conservadoras, de “direita”, que redundaram em regimes políticos resistentes àqueles valores, com diferentes argumentos ideológicos e estratégias práticas. Entre eles avultaram, ao longo do século XX, as formas chamadas de “nazismo”, “fascismo”, “populismo” e “autoritarismo” – com fronteiras muito debatidas. Na segunda década do presente século houve um reavivamento de diversas dessas fórmulas conservadoras, com graves implicações para a reprodução dos valores individualistas. Estudar as diferentes teorias e hipóteses que lidaram com os processos de compartilhamento e vivência das ideologias políticas é o objetivo desta disciplina, paralelamente ao exame das descrições e elaborações críticas correntes na sociedade brasileira contemporânea, particularmente acometida pelo que se pode chamar de um “populismo de direita”.

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Algum material visual de apoio:

Bertolucci, Bernardo. Il Conformista, 1970 Malle, Louis. Lacombe, Lucien, 1974 Puenzo, Luis. La Historia Oficial, 1985.

Von Hunty, Rita. “Guerra Cultural e Retórica do Ódio”, Tempero Drag, https://www.youtube.com/watch?v=C1pxtNjLPVI, 2022.

<extremistas.br>, GloboPlay

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1. Introdução

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http://www.jstor.org/stable/40970650. [pdf]

Shoshan, Nitzan. Más allá de la empatía: la escritura etnográfica de lo desagradable. Nueva Antropología 83: 147-162, 2016 [pdf]

Pasieka, Agniezka. Taking Far-Right Claims Seriously and Literally:

Anthropology and the Study of Right Wing Radicalism. Slavic Review 76:519- 529, 2017[pdf]

Pinheiro-Machado, Rosana; Scalco, Lucia. 2021. Humanizing fascist? Nuance as an anthropological responsibility. Social Anthropology 29(2):329-372. [pdf]

2. Conflito social e identidade

Marx, Karl. 2011 [1852]. O Dezoito Brumário de Luís Napoleão. São Paulo:

Boitempo Editorial. [pdf]

Weber, Max.[1922] Economia e Sociedade, Vol 1, capítulo V, "Sociologia da Religião" / "Comunidades Religiosas": de "7. Estamentos, Classes e Religião"

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Elias, Norbert; Scotson, John L. 2000. Os Estabelecidos e os Outsiders:

Sociologia das Relações de Poder a partir de uma Pequena Comunidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 224pp. [pdf]

3. Psicomaquia

Freud, Sigmund [1921]. Psicologia de grupo e análise do ego. In Obras completas.

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Simmel, Georg 2005. As grandes cidades e a vida do espírito (1903). Mana 11 (2):577-591. [pdf]

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Reich, Wilhelm. 1974 [1933]. Psicologia de massa do fascismo. Martins Fontes Editora, 1988 [pdf] [ddd]

Birman, Joel Apocalipse à brasileira, FSP de 20/11/22 [pdf]

4. A forma totalitária

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Arendt, Hannah. 1989 [1958]. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária. [ddd] / La condición humana. Buenos Aires: Paidós, 2009 [pdf]

ARENDT, Hannah. 2022 [1973]. Origens do totalitarismo: anti-semitismo, imperialismo, totalitarismo. São Paulo: Cia das Letras. [355-376]. [ddd] [pdf]

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5. A política no jardim das espécies

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Maruyama, Masao. 2022 [1946]. Teoria e psicologia do ultranacionalismo. In Além do cânone: para ampliar e diversificar as ciências sociais. Org. Castro, Celso. Rio de Janeiro: FGV. [ddd]

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6. Morfologia e ideologia

Paris, Robert. 1976. As origens do fascismo. Translated by Perez, Elisabete, Coleção Khronos. São Paulo: Editora Perspectiva S.A. Original edition, Les Origines du Fascisme. [ddd]

Romano, Roberto. 1981. Conservadorismo romântico - Origens do totalitarismo, Primeiros Vôos. São Paulo: Editora Brasiliense S.A. [ddd]

Butler, Judith. 2018. Corpos em aliança e a política das ruas: Notas sobre uma teoria performativa de assembleia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. [pdf]

Camargo, Aspásia Alcântara de. 1976. Autoritarismo e populismo. Bipolaridade no sistema político brasileiro. Dados n. 12 Rio de Janeiro 1976. [pdf]

7. Agonismo dialético

(5)

Bateson, Gregory. 2006 [1936]. Naven. Um esboço dos problemas sugeridos por um retrato compósito, realizado a partir de três perspectivas, da cultura de uma tribo da Nova Guiné. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. [pdf]

Duarte, Luiz F. D. “Família, Moralidade e Religião: tensões contrastivas contemporâneas à busca de um modelo”. In Gerações, família, sexualidade (org.

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Gregori, Maria Filomena. Gênero, Erotismos e Violência: backlash e intolerâncias no Brasil atual. (no prelo) [pdf]

Vital da Cunha, Christina. Retórica da perda nas eleições presidenciais brasileiras em 2018: religião, medos sociais e tradição em foco. Plural: 123-149, 2020. [pdf]

8. Religiosidades

Almeida, Ronaldo de. 2017. A onda quebrada - evangélicos e conservadorismo.

Cadernos Pagu (50), 2017, e175001 / ISSN 1809-4449 / http://dx.doi.org/10.1590/18094449201700500001 [pdf]

BIRMAN, Patrícia. Narrativas seculares e religiosas sobre a violência: as fronteiras do humano no governo dos pobres. Sociologia & Antropologia, Rio de Janeiro V. 09.01:111-134, 2019 [pdf]

BIRMAN, Patrícia. O poder da fé, o milagre do poder: mediadores evangélicos e deslocamento de fronteiras sociais. Horizontes Antropológicos, Porto Alegre 18(37):133-153, 2012 [pdf]

BONFIM, Evandro. O Espírito Santo e o “Rei do fim do mundo”: Transmissão de carisma e iconografia escatológica no Governo de Bolsonaro. Ciências Sociais e Religião 22, 2020 [pdf]

GUERREIRO, Clayton; ALMEIDA, Ronaldo. Negacionismo religioso:

Bolsonaro e lideranças evangélicas na pandemia Covid-19. Religião e Sociedade, Rio de Janeiro 41(2):49-73, 2021. [pdf]

9. Moralidades e projetos

BIRMAN, Patrícia; MACHADO, Carly. A violência dos justos: evangélicos, mídia e periferias da metrópole. Revista Brasileira de Ciências Sociais 27(80):55- 69, 2012. [pdf]

SALEM, Tomas; BERTELSEN, Bjørn Enge. Emergent Police States. Racialized Pacification and Police Moralism from Rio’s Favelas to Bolsonaro. Conflict and Society: Advances in Research 6: 86–107, 2020. [pdf]

ESPERANÇA, Vinícius. “São Francisco na Maré”: religião e pacificação numa ocupação militar. Religião e Sociedade, Rio de Janeiro, 42(1):11-35, 2022. [pdf]

(6)

BOSCATTI, Ana Paula. Economia moral da saliva: Bolsonaro, Covid-19 e as políticas do contágio no Brasil. Religião e Sociedade, Rio de Janeiro, 41(2):23- 47, 2021 [pdf]

10. Emoções

Shoshan, Nitzan El manejo del odio: nación, afecto y gobernanza de la derecha extrema en Alemania. Ciudad de México: El Colegio de México, Centro de Estudios Sociológicos, 2016. [pdf]

SHOSHAN, Nitzan. Managing hate: Political Delinquency and Affective Governance in Germany. Cultural Anthropology 29(1): 150-172, 2014 [pdf]

MARTÍNEZ-MORENO, Marco J. Por el jardín de las delicias. Emocionalismo, acercamiento a la interioridad y alianza con la força. In: Jacobo, F.; Martínez- Moreno M.J., Las emociones de ida y vuelta. Experiencia etnográfica, método y conocimiento antropológico. México D.F.: Universidad Nacional Autónoma de México, pp. 113-136, 2022. [pdf]

MARTÍNEZ-MORENO, Marco J. La agencia humana y la fuerza. Ensayo sobre la emoción en la investigación antropológica con objetos abyectos. In: ARAYA, Lisbeth; RIZO, Marta (Org), Investigando la vida afectiva. San José de Costa Rica: Universidad de Costa Rica, no prelo, 2023. [pdf]

Gracino JUNIOR, Paulo; GOULART, Mayra; FRIAS, Paula. “Os humilhados serão exaltados”: ressentimento e adesão evangélica ao bolsonarismo. Cad.

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Dunker, Christian e Kupermann, Daniel. Existe muito ressentimento nessa trajetória. (entrevista). O Valor. 2023. [pdf]

11. Comunicação de massas e virtual

BIRMAN, Patricia; LEHMANN, David. 1999. Religion and Media in a Battle for Ideological Hegemony: the Universal Church of the Kingdom of God and TV Globo in Brazil. Society for Latin American Studies [pdf]

Cesarino, Letícia. Como vencer uma eleição presidencial sem sair de casa. Um estudo de caso sobre o populismo digital na campanha de Jair Bolsonaro. 2020.

Internet & Sociedade, v. 1(1). [pdf]

Cesarino, Leticia. O mundo do avesso: Verdade e política na era digital. São Paulo: Ubu Editora, 2022. [ddd] [mjmm]

Mota, Fabio; Kant de Lima, Roberto. Pega na mentira: notas antropológicas sobre tempos inquietantes. Revista Electrónica de Comunicação, Informação e Inovação em Saúde. reciis.icict.fiocruz.br/index.php/reciis/article/view/3271 [pdf]

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ENGESSER, Sven; ERNST, Nicole; ESSER, Frank; BÜCHEL, Florin. Populism and social media: how politicians spread a fragmented ideology. Information, Communication & Society, 20(8):1109-1126, 2017 [pdf]

12. Análises recentes

Lynch, Christian e Cassimiro, Paulo Henrique. O Populismo Reacionário:

ascensão e legado do bolsonarismo. São Paulo: Editora Contracorrente, 2022.

[ddd]

Lago, Miguel & Barros, Thomás Z. 2022. Do que falamos quando falamos de populismo. São Paulo: Companhia das Letras. [ddd]

Dieguez, Consuelo. O ovo da serpente: Nova direita e bolsonarismo: seus bastidores, personagens e a chegada ao poder. São Paulo: Companhia das Letras, 2022. [ddd]

Castro Rocha, João Cezar de. 2021. Guerra cultural e retórica do ódio: crônicas de um Brasil pós-político, ISBN 978-65-89552-01-7, Goiânia: Editora Caminhos.

2021 [pdf]

13. Análises recentes

Almeida, Alberto Carlos. 2018 [2007]. A cabeça do brasileiro. Rio de Janeiro:

Record. [ddd].

Almeida, Alberto Carlos e Garrido, Tiago. 2022. A mão e a luva: O que elege um presidente. Rio de Janeiro: Record. [ddd]

Nunes, Rodrigo. Do transe à vertigem: Ensaios sobre bolsonarismo e um mundo em transição. São Paulo: Ubu Editora, 2022. [ddd]

Alves da Silva, Wagner. 2023. Os remédios da nação: da controvérsia medicamentosa no contexto da pandemia de Covid-19 no Brasil. Tese de Doutorado. PPGAS/ Museu Nacional / UFRJ.

14. Análises recentes

Neiburg, Federico e Thomaz, Omar Ribeiro. 2020. Ethnographic views of Brazil’s (new) authoritarian turn. HAU: Journal of Ethnographic Theory 10 (1):7-11. [pdf]

Pinheiro Machado, Rosana. Brasil em transe: bolsonarismo, nova direita e desdemocratização. Rio de Janeiro: Oficina Raquel, 2019. [ddd]

Nobre, Marcos. Limites da democracia: De junho de 2013 ao governo Bolsonaro.

São Paulo: Todavia, 2022. [ddd]

Kalil, Isabela. Dreaming with Guns: Performing Masculinity and Imagining Consumption in Bolsonaro’s Brazil. In: Precarious Democracy: Ethnographies of Hope, Despair, and Resistance in Brazil. Edited by Benjamin Junge, Sean T.

(8)

Mitchell, Alvaro Jarrin, Lucia Cantero. Rutgers University Press: New Brunswick, 2021. [pdf]

15. Debate final

Levitsky, Steve; Ziblatt, Daniel. Como as democracias morrem, 2018. Rio de Janeiro: Zahar. [pdf]

FELTRAN, Gabriel. The revolution we are living. HAU. Journal of Ethnographic Theory 10(1), 2020 [pdf]

Navarro, Vicenç. El crecimiento de las ultraderechas a nivel mundial como consecuencia de la Guerra de Ucrania y de la II Guerra Fría. https://www.other- news.info/noticias/el-crecimiento-de-las-ultraderechas-a-nivel-mundial-como- consecuencia-de-la-guerra-de-ucrania-y-de-la-ii-guerra-fria/ 19 enero 2023.

[Pdf]

Shoshan, Nitzan. Epílogo: Desafíos comparativos en el estudio de la ultraderecha.

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***

BIBLIOGRAFIA GERAL DE TRABALHO

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[ddd].

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Almeida, Alberto Carlos e Garrido, Tiago. 2022. A mão e a luva: O que elege um presidente. Rio de Janeiro: Record. [ddd]

Almeida, Ronaldo de 2009. A Igreja Universal e seus Demônios. Um estudo etnográfico.

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Pagu (50), 2017, e175001 / ISSN 1809-4449 /

http://dx.doi.org/10.1590/18094449201700500001 [pdf]

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