PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA
PEE
ÍNDICE
Introdução
Pág. 31. Caraterização do Meio
Pág. 41.1. História da Cidade de Borba
Pág. 41.2. Caraterização da Cidade de Borba
Pág. 52. Demografia
Pág. 82.1. Natalidade
Pág. 92.2. Educação
Pág. 93. Fundação da Instituição
Pág. 113.1. Onde e Como nasceu a Creche e o Jardim de Infância
Pág. 123.2.Caraterização da Creche e Jardim de Infância
Pág. 13- Espaço Físico
Pág. 133.3. Organigrama da Creche e Jardim de Infância
Pág. 153.4. Recursos Humanos
Pág. 153.5. Horário de funcionamento
Pág. 163.6. Planta
Pág. 173.7. Atividades extra curriculares
Pág. 183.8. Atendimento aos pais
Pág. 18INTRODUÇÃO
O conceito de projeto educativo é entendido como um instrumento fundamental e encarado como fator de inovação, reconhecendo a escola como comunidade educativa.
Projeto educativo no jardim de infância, vai ao encontro destas linhas de pensamento. É uma proposta centrada nas indicações para o educador na previsão de aprendizagens a realizar pelas crianças e dá possibilidade de fundamentar diversas opções educativas.
Como é sabido, o desenvolvimento curricular é da responsabilidade do educador. É ele o principal gestor do currículo.
O projeto educativo é um precioso contributo para a planificação do trabalho do educador. Pensamos que as atividades a desenvolver no jardim de infância alcançarão melhores resultados se estiverem ligadas ao projeto.
Estamos conscientes de que a metodologia na educação pré-escolar não deve adotar os princípios rígidos do ensino formal, mas também não podem sujeitar-se ao mero improviso, à atitude de deixar que as coisas simplesmente aconteçam e é por isso que a planificação na educação pré-escolar deve ser entendida como um suporte para a organização do ambiente educativo pelo educador.
1 - CARATERIZAÇÃO DO MEIO
1.1. HISTÓRIA DA CIDADE DE BORBA
Borba é uma povoação antiquíssima cuja fundação se atribui aos Galo-Celtas.
Esteve sobre o domínio romano, godo e árabe, sendo conquistada por D. Afonso II em 1217 e povoada pelo mesmo rei.
Borba foi elevada a concelho no dia 15 de junho 1302, graças à Carta de Foral dada pelo rei D. Dinis, libertando-se assim de Estremoz.
Nesse documento mandou o Rei que os borbenses construíssem às suas custas um castelo que defendesse a vila. De grossa alvenaria, tinha muramentos espessos e um fosso pouco profundo, que desapareceu com a construção do casario que se foi desenvolvendo na face exterior.
Borba foi lugar de muitos acontecimentos notáveis da nossa história. Um dos principais foi o enforcamento do governador do castelo, Rodrigo da Cunha Ferreira, e de mais dois capitães portugueses da guarnição, no verão de 1662, após a invasão vitoriosa do exército de D. João da Áustria.
Em 1383–1385, também Borba se viu envolvida na Campanha da Independência onde Borba foi quartel-general de D. João I.
Em 1665, Borba esteve ocupada, por três regimentos de infantaria que deu origem à Batalha de Montes Claros, com a derrota dos exércitos de Filipe IV.
Em junho de 1711, a vila sofreu os incómodos da ocupação militar do general espanhol D. Domingos de Ceo, que impôs à população um elevado imposto de guerra.
A ELEVAÇÃO A CIDADE MARCA UM NOVO CAPÍTULO NA HISTÓRIA DO CONCELHO DE BORBA.
Foi aprovado por unanimidade, no dia 12 de junho de 2009, na Assembleia da República Portuguesa, o Projeto-lei 336/X que propunha a elevação de Borba a cidade. Borba passa a ser a sexta cidade do Distrito de Évora, depois de Évora, Estremoz, Montemor-o-Novo, Vendas Novas e Reguengos de Monsaraz.
Conta-se que um pastor que vivia na região sentiu sede e foi beber a uma fonte. Ao chegar à fonte, saciou a sua sede, mas, de repente, avista dois peixes chamados Barbos. Admirado, o pastor correu para o povoado a gritar: “Encontrei dois Barbos, na velha fonte.” E assim começaram a chamar ao Povoado, a terra dos Barbos. Posteriormente, deram-lhe o nome de Borba..
1.2. CARATERIZAÇÃO DA CIDADE DE BORBA
Borba é um dos concelhos do Distrito de Évora situado em pleno interior alentejano, no chamado coração da zona dos mármores, próxima da fronteira com a Espanha, fazendo fronteira com o Distrito de Portalegre, com Vila Viçosa, Redondo e Estremoz.
O Concelho tem uma área de 144,9 K2, uma população de 7785 habitantes e está dividido em quatro freguesias: Matriz, S Bartolomeu, Rio de Moinhos e Orada.
Borba compreende um conjunto de atividades económicas bastante diversificadas e ímpares na região e no Alentejo. O principal motor de desenvolvimento é a extração e transformação de mármore. Esta atividade origina uma paisagem única, contrastando as crateras profundas de onde se extrai o denominado “ouro branco” com as enormes escombreiras onde são depositados os excedentes.
medalhas obtidas nos concursos nacionais e internacionais do setor. Um bom vinho, branco ou tinto, é sempre motivo para degustar os saborosos queijos produzidos em Rio de Moinhos, cuja maneira de se tratar e curar lhes dá uma intensidade e sabor únicos. Temos também o tradicional pão de Borba produzido com ensinamentos e saberes de longa data, que foram passando de geração em geração, perpetuando a sua genuinidade até aos dias de hoje.
Fruto das dificuldades económicas verificadas em determinadas épocas da nossa história, as populações foram forçadas a recorrer a novos produtos para garantirem a sua alimentação, tornando a gastronomia local bastante rica em plantas e ervas aromáticas que tornam o seu paladar bastante apetecido e procurado aprimorado pelo azeite que se extrai dos vastos olivais que complementam a paisagem do concelho, em contraste com as pedreiras e vinhas. A par, os enchidos são também bastante afamados não só pela tradição como pela sua qualidade, sendo cada vez mais procurados pela sua genuinidade.
Borba evidencia-se ainda pelo vasto e rico património histórico que convidam à descoberta e ao reencontro com a história.
Fonte das Bicas
Construída em 1781 em mármore branco e consagrada à rainha D. Maria I e ao rei D. Pedro III, cujos bustos ostenta entre outras figuras esculpidas.
Igreja Matriz
A primitiva Igreja de Santa Maria foi fundada no interior do Castelo de Borba em 1260 e entregue pelo rei D. Afonso III à Ordem Militar de Avis. No entanto, em 1420, D. Fernão Rodrigues de Sequeira mandou construir uma nova igreja na sua atual localização, por aí ter aparecido, num bosque de sobreiros, a imagem da Virgem Maria. Em 1560, o Cardeal D. Henrique mandou reconstruir a atual Igreja, seguindo o modelo da Igreja de Santo Antão de Évora.
Padrão de Montes Claros – Rio de Moinhos
2. Demografia
O conhecimento dos recursos demográficos constitui um instrumento essencial ao exercício do planeamento do território e posteriormente a um correto planeamento prospetivo em matéria de Educação.
Nos últimos cem anos a evolução da população no concelho de Borba caraterizou-se por algumas variações, reflexo das transformações sociais, económicas, políticas e culturais ocorridas no País e na região Alentejo. Da análise dos quadros a seguir apresentados, identificam-se três períodos distintos que marcaram a demografia do concelho, designadamente:
De 1900 a 1930:
neste período o concelho de Borba apresentou uma evolução populacional positiva, com taxas de variação abaixo dos 9%. O crescimento demográfico foi suportado, essencialmente, pela componente natural. No final deste período o concelho detinha 8094 habitantes, o que equivale a um crescimento de 23,55% face a 1900 (mais 1543 habitantes).De 1930 a 1960:
estas duas décadas ficaram marcadas por um crescimento populacional de cerca de 28,87% (mais 2337 habitantes). Contudo foi na década de 30 que se verificaram as maiores taxas de crescimento da população (cerca de 19%) motivadas pelo afluxo de mão-de-obra de outras regiões do país para trabalhar nas atividades agrícolas que neste período sofreram um forte impulso com o lançamento da “Campanha do Trigo” pelo “Estado Novo”. Ao contrário do período anterior, o fator fundamental que esteve na génese de tão significativo crescimento populacional foi a componente migratória, especialmente masculina.Quadro 1 – Evolução demográfica do concelho de Borba, 1900 – 2001 1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 Matriz 2677 2682 2825 2920 3283 3397 3525 3230 3496 3570 3701 Orada 952 1288 1281 1431 1734 1804 1775 1230 1205 1074 878 Rio de Moinhos 1691 1944 2073 2378 3044 3186 3398 3010 2757 2462 2271 S. Bartolomeu 1241 1186 1290 1365 1546 1488 1733 1595 1355 1148 932 Total 6551 7100 7449 8094 9607 9875 10431 9065 8813 8254 7782
Fonte: INE, Recenseamentos Gerais da População, 1900 – 2001
2.1. NATALIDADE
A natalidade no concelho de Borba, à semelhança da conjuntura nacional, aponta para um decréscimo contínuo.
A freguesia mais populosa e, com tendências evolutivas demograficamente, é sem dúvida, a freguesia Matriz. Todas as outras apresentam valores regressivos (S. Bartolomeu, sita no perímetro urbano da cidade, Rio de Moinhos e Orada – freguesias rurais do concelho).
2.2. EDUCAÇÃO
A igualdade de oportunidades para cada um e de todo o indivíduo se expressar, dispor de si próprio e desempenhar um papel útil na sociedade íntegra, depende em grande parte, do conjunto de experiências e vivências a que teve acesso na primeira e segunda infância.
Segundo dados estatísticos do INE, conseguimos apurar o seguinte:
POPULAÇÃO RESIDENTE NO CONCELHO DE BORBA, SEGUNDO O
NÍVEL DE ENSINO ATINGIDO, FREQUÊNCIA DE ENSINO E SEXO.
Nível de ensino na População
Nível de ensino Homens Mulheres
Nenhum nível de ensino 734 958 1º Ciclo do ensino básico 1463 1405 2º Ciclo do ensino básico 460 387 3º Ciclo do ensino básico 484 380 Ensino secundário 541 521
Ensino médio 11 6
Ensino superior 176 256 A frequentar ensino 611 690
Da análise do quadro podemos retirar as seguintes conclusões: os índices de analfabetismo da população do concelho de Borba são muito elevados. Facto que se justifica pela existência de uma população envelhecida, oriunda do meio rural onde o conceito de escolaridade e alfabetização são pouco significativos. No entanto, com os jovens de hoje isto já não se verifica. Uma alteração dos valores morais implica uma maior escolarização e profissionalização dos indivíduos.
Relativamente à questão da escolarização feminina, a mulher deixou de ser doméstica e passou a assumir um papel determinante na vida familiar e no orçamento do lar, dando-se a emancipação da mulher e pela inserção no mercado de trabalho.
Atualmente o cenário é bem diferente, havendo mais mulheres nas universidades do que homens, tendência que se verifica também no concelho de Borba, onde temos uma proporção de 176 homens para 256 mulheres que frequentaram o ensino superior.
3. FUNDAÇÃO DA INSTITUIÇÃO
A Santa Casa da Misericórdia de Borba é uma Instituição de Solidariedade Social cuja origem e fundação remontam ao séc. XV, mais propriamente no dia 26 de junho de 1417 como Irmandade do Espírito Santo, sedeada na Igreja de Santa Maria do Castelo, tendo ocupado integralmente esta igreja após a refundação em 1420.
Após a fundação da Misericórdia de Lisboa em 1498, Borba, tal como outras vilas e cidades, fundou a sua Misericórdia a 11 de novembro de 1516, pois apesar da sua origem datar de 1417, só neste ano se reconverteu em Santa Casa da Misericórdia.
A Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Borba, fundada em 1524, é uma associação de fiéis, constituída na ordem jurídica canónica, tendo por objeto a satisfação de carências sociais e a prática de atos de culto católico.
A Irmandade tem personalidade jurídica civil e está reconhecida como Instituição Privada de Solidariedade Social, encontrando-se o seu compromisso (estatutos), elaborado nos termos do Decreto-lei nº119/83, de 25 de fevereiro, ajustado pela portaria nº179/87, de 13 de março, que aprovou o Estatuto das Instituições Particulares de Segurança Social.
Num concelho alentejano de interior, em que a população está cada vez mais envelhecida, a atividade da Santa Casa da Misericórdia de Borba centra-se sobretudo no apoio a idosos, no entanto o apoio e dedicação aos jovens e crianças também é uma das atividades de grande importância da Instituição, e como não poderia descurar-se, o apoio à população mais carenciada também é uma constante no dia-a-dia da nossa Instituição.
O apoio prestado aos utentes reparte-se por diversas respostas sociais, sendo elas:
Creche e Jardim de Infância D. Ana Angélica Silveira; Centro de Atividades de Tempos Livres (CATL); E.R.P.I. Humberto Silveira Fernandes;
E.R.P.I D. Josefina Silveira Fernandes; E.R.P.I Manuel Ramalho;
Centros de Dia (Borba e Rio de Moinhos); Serviço de Apoio Domiciliário (S.A.D); Centro Comunitário;
Centro de Acolhimento Temporário; Oficina do Idoso;
Cantina Social;
Pavilhão Multiusos “Caetano Gazimba”.
3.1. ONDE E COMO NASCEU A CRECHE E JARDIM DE INFÂNCIA
A origem da Creche e Jardim de Infância data de janeiro de 1959, por proposta do Dr. Armando Pessoa Verão, foi criado o que na altura denominaram de “Dispensário Materno Infantil” para prestar apoio às grávidas e às crianças até à idade escolar e funcionava em instalações anexas ao Hospital da Misericórdia (já extinto).
Para se reunirem fundos foram solicitadas verbas à Direcção Geral de Assistência.
Alguns anos mais tarde, a 1 de setembro de 1975, a Creche e Jardim de Infância (antigo “Dispensário Materno Infantil) ganha autonomia financeira, desligando-se assim do hospital.
Em 1977, aquando a morte da senhora D. Josefina Silveira Fernandes verificou-se que esta, deixa todos os seus bens para a criação em Borba de uma fundação denominada “Instituto Humberto Silveira Fernandes”, em que um dos seus objetivos era a criação de uma Creche para os filhos dos trabalhadores rurais.
No entanto, só em 1980 é que a Direção Geral da Assistência Social enviou um parecer dizendo que deveriam reverter para a Santa Casa da Misericórdia todos os bens, deveres e obrigações da “Fundação Humberto Silveira Fernandes”.
Desta forma, o Infantário iniciou a sua atividade com as respostas socias Creche e Jardim de Infância (em edifício pré-fabricado com todas as condições requeridas na época) e foi inaugurado a 31 de maio de 1981, com o nome de D. Ana Angélica Silveira (prestando assim homenagem a uma doadora importante).
Ao fim de alguns anos, o edifício começou a apresentar danos referentes ao tipo de construção e foi necessário pensar-se na elaboração de um novo equipamento.
Deste modo, o projeto do novo Infantário (autoria do Arquiteto José Alves Amorim) ficou concluído em maio de 1998. Mas devido a algum impasse sobre a localização do mesmo, a sua construção só viria a estar concluída em outubro de 2003.
3.2. CARATERIZAÇÃO DA CRECHE E JARDIM DE INFÂNCIA
● ESPAÇO FÍSICO
A Creche e Jardim de Infância D. Ana Angélica Silveira da Santa Casa da Misericórdia de Borba (edifício 2), localiza-se junto ao Lar de Idosos, situado na Av. da Quinta da Prata. O edifício de construção moderna, foi inaugurado no dia 7 de novembro de 2003 e é composto por duas respostas sociais: Creche e Jardim de Infância. A Creche é composta por quatro salas de atividades:
Berçário – Crianças entre os quatro meses e a aquisição da marcha, a
sala de atividades serve também de dormitório. Na sala estão presentes uma Educadora de Infância e duas Ajudantes de Acção Educativa.
Sala 1/2 anos – Crianças entre a aquisição de marcha e os 24 meses.
Na sala estão presentes umas Educadora de Infância e uma Ajudante de Ação Educativa.
Sala de 2/3 anos I – Crianças entre os 24 meses e os 36 meses. Na
sala estão presentes uma Educadora de Infância e uma Ajudante de Ação Educativa.
Sala 2/3 anos II – Na sala está presente uma Educadora de Infância e uma Ajudante de Ação Educativa
Na Creche existe também uma casa de banho, uma copa de leite e um vestiário.
O Jardim de Infância é composto por três salas de atividades:
Sala 3/4 anos - Na sala está presente uma Educadora de Infância e uma
Ajudante de Ação Educativa
.
Sala 4/5 anos - Na sala está presente uma Educadora de Infância e uma
Ajudante de Ação Educativa.
Sala 5/6 anos - Na sala está presente uma Educadora de Infância e uma
No Jardim de Infância existe também uma casa de banho e vestiário.
O edifício é composto ainda por outros espaços:
Cozinha – onde são preparados os almoços e os lanches para as duas
respostas sociais. Este espaço inclui também uma despensa. Na cozinha estão presentes umas Cozinheira, uma Ajudante de Cozinha e uma Ajudante de Serviços Gerais.
Refeitório - inclui uma despensa e uma casa de banho.
Casas de banho para adultos, (duas de mulheres e uma para homens). Receção.
Sala de reuniões. Gabinete de direção. Biblioteca.
Arrecadação para material de recreio e jardinagem.
Lavandaria, que presta serviço a todas as respostas sociais e que
funciona na cave do edifício.
Central de Compras, comum a todas as respostas sociais onde se
adquirem e se distribuem todos os produtos necessários à Instituição.
A localização das salas de atividades permite que o sol incida diretamente sobre as paredes da sala, o que as torna num espaço bastante confortável.
Quanto ao piso, o edifício é revestido de vinil e/ou de madeira de carvalho.
O edifício dispõe de um sistema de aquecimento central (caldeira). Relativamente ao espaço exterior, há a referir a existência de uma zona de recreio coberto (onde existem plantas ornamentais).
No que diz respeito ao restante espaço, existem zonas verdes com árvores de fruto, zonas de piso com gravilha, um parque infantil com piso adequado de tartã, onde existem baloiços e escorregas.
Quanto ao restante piso é revestido de lajes de mármore branco.
3.3. ORGANIGRAMA DA CRECHE E JARDIM DE INFÂNCIA
3.4. RECURSOS HUMANOS
A equipa da Creche e Jardim de Infância é constituída por vinte e duas colaboradoras, distribuídas da seguinte forma:
- Sete Educadoras de Infância (das quais faz parte a Coordenadora e Estágio Profissional);
- Oito Ajudantes de Ação Educativa; - Uma Cozinheira;
- Uma Ajudante de Cozinha; - Uma Operadora de Lavandaria;
- Três Trabalhadoras de Serviços Gerais; - Uma Animadora.
E
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Educadoras de Infância 7 (Inclui a Coordenadora e 1 Estágio profissional) Ajudantes de Ação Educativa 8 (1 a tempo parcial) Animadora (a tempo parcial) (1) Cozinheira 1 Ajudante de Cozinha 1 Trabalhadora de Serviços Gerais (1) Trabalhadora de Serviços Gerais 2 Operadora de Lavandaria (1)
3.5. HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
O estabelecimento funciona de setembro a 14 de agosto todos os dias da semana, exceto sábados, domingos e feriados Nacionais e Municipais.
Creche Jardim de Infância
Acolhimento Das 7h30m às 9h30m Refeições Almoço 11h30m 12h30m Lanche 15h 16h Repouso 12h45m Às 14h30m Componente Letiva Das 9h30m às 12h30m Das 14h às 16h Higiene 11h15m 12h30m 14h45m 16h 12h30m 16h10m
Saída Das16h às 18h30m Das16h30m às 18h30m
3.7. ATIVIDADES EXTRA CURRICULARES
Para além das atividades pedagógicas desenvolvidas as respostas sociais proporcionam aos seus utentes sessões de:
- Expressão Musical;
- Expressão Físico-Motora (a partir da sala 1/2 anos);
- Iniciação à Língua Estrangeira: Inglês (Jardim de Infância); - Mini Culinária (a partir da sala 2/3 anos II);
- Dança Criativa (Sala 5/6 anos).
3.8. ATENDIMENTO AOS PAIS/ENGARREGADOS DE EDUCAÇÃO
É a partir da relação Escola/Família que poderemos proporcionar à criança a continuação do seu ambiente familiar.
De forma a fortalecer essa relação dispomos de um atendimento personalizado aos Pais/Encarregados de Educação distribuídos do seguinte modo:
Quarta feira das 14h às 16h – Berçário (Rosa)
Terça feira das 16h às 17h – Sala 1/2 anos (Amarela) Terça feira das 16h às 17h – Sala 2/3 anos I (Laranja)
Terça feira das 16h às 17h – Sala 2/3 anos II (Azul)
Quinta feira das 16h às 17h – Sala 3/4 Anos (Vermelha)
Quinta feira das 16h às 17h – Sala 4/5 Anos (Verde)
Quinta feira das 16h às 17h - Sala 5/6 Anos (Lilás)
3.9. REUNIÕES
- Início do Ano Letivo: 18 de setembro - Reunião da equipa técnica - mensal
- Reuniões gerais de colaboradoras – mensais
- Reuniões de direção técnica com a administração - trimestrais.
Elaborado pela Equipa Técnica a 14-08-2015