SENAI-RJ AUTOMAÇÃO ESPECIAL

Texto

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SENAI-RJ

AUTOMAÇÃO ESPECIAL

SENAI-RJ Rio de Janeiro

2007

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Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira

Presitente

Augusto Franco de Alencar Diretoria-Geral

Roterdan Pinto Salomão Diretor Regional

Andréa Marinho de Souza Franco Diretora de Educação

ThyssenKrupp CSA Companhia Siderúrgica Dr. Hans-Ulrich Lindenberg

Presidente do Conselho Administrativo Aristides Corbellini

Diretor Presidente

ThyssenKrupp Steel Klaus Bailer

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Prezado aluno,

Quando você resolveu fazer um curso em nossa instituição, talvez não soubesse que, desse momento em diante, estaria participando do maior sistema de educação profissional do país: o SENAI. Há mais de sessenta anos, estamos construindo uma história de educação voltada para o desenvolvimento tecnológico da indústria brasileira e da formação profissional de jovens e adultos.

Devido às mudanças ocorridas no modelo produtivo, o trabalhador não pode continuar com uma visão restrita dos postos de trabalho. Hoje, o mercado exigirá de você, além do domínio do conteúdo técnico de sua profissão, competências que lhe permitam decidir com autonomia, proatividade, capacidade de análise a solução de problemas, a avaliação de resultados e propostas de mudanças no processo do trabalho. Você deverá estar preparado para o exercício de papéis flexíveis e polivalentes, assim como para a cooperação e a interação, o trabalho em equipe e o comprometimento com os resultados.

Acresce, ainda, que a produção constante de novos conhecimentos e tecnologias exigirá de você a atualização contínua de seus conhecimentos profissionais, evidenciando a necessidade de uma formação consistente que lhe proporcione maior adaptabilidade e instrumentos essenciais à auto- aprendizagem.

Essa nova dinâmica do mercado de trabalho vem requerendo que os sistemas de educação se organizem de forma flexível e ágil, motivo que levou o SENAI a criar uma estrutura educacional, com o propósito de atender às novas necessidades da indústria, estabelecendo uma formação flexível e modularizada.

Essa formação tornará possível a você, aluno do sistema, voltar e dar continuidade à sua educação, criando o próprio percurso. Além de toda a infra-estrutura necessária ao seu desenvolvimento, você poderá contar com o apoio técnico-pedagógico da equipe de educação dessa escola do SENAI para orientá-lo em seu trajeto.

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Mais do que formar um profissional, estamos buscando formar cidadãos.

Seja bem-vindo!

Andréa Marinho de Souza Franco Diretora de Educação

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Sumário

AUTOMAÇÃO ESPECIAL

1 – DESCRIÇÃO GERAL DO PROJETO

2 – DESCRIÇÃO DETALHADA DAS ESTAÇÕES 3 – DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

4 – OBJETIVOS GERAIS 5 – SUGESTÕES

6 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Automação Especial - SENAI-RJ

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9 9 9 9 9 Apresentação

A automação nos dias de hoje é considerada como uma importante aliada nas indústrias.

Este módulo proporcionará a você pratica de aplicar os conhecimentos adquiridos nos módulos anteriores de Automação Básica e Avançada, bem como apresentar novos conhecimentos que o auxiliarão no desenvolvimento do trabalho em automação industrial.

Obviamente, devido à diversidade de equipamentos e softwares de automação existentes e dos inúmeros tipos e aplicações de sistemas de automação, o aprofundamento de todos os sistemas e técnicas é assunto para um curso mais avançado.

Bom estudo!

Automação Especial - SENAI-RJ

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Automação Especial - SENAI-RJ

1. DESCRIÇÃO GERAL

DO PROJETO

O equipamento deve ser composto por quatro estações de trabalho, que em conjunto (ligadas numa rede industrial) irá produzir um determinado produto.

As estações 1 e 3 devem possuir uma IHM local para proporcionar os comandos e a visualizações referentes à estação em questão, sendo que a estação 2, terá apenas uma botoeira de emergência.

A estação 4, que será formada por um computador (PC), terá um soft- ware supervisório que fará a supervisão de todo o processo.

O processo começa com a entrada da matéria-prima, na qual a dosagem deve ser controlada por uma válvula proporcional.

Uma vez passado o tempo de enchimento (pois o enchimento se dará por tempo) e a matéria-prima esteja na temperatura predeterminada, o manipulador da segunda estação deve pegar o recipiente e colocá-lo na esteira.

Em seguida, a esteira deve transportar o recipiente para a estação 3 (estação do misturador).

A estação 3 deverá retirar o recipiente da esteira e conduzi-lo ao misturador e em seguida acionar o motor do misturador durante o tempo predeterminado.

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Referências

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