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Disciplina Princípios e Métodos de Supervisão Escolar.

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Ui^ItfSRdlOADc FEDERAL DA PARANA GENTRO DE FORMAQAO DE PROFESaQREo DEPARTAMERTO DE EOUCAQAO E LETRAS CAMPUS V - CAJAZEIRA3 : - P3

CUR30 DE LIGEMGIAfURA PLENA EM PEDAGOGIA

DISCIPLINA PRINCfPIOS £ M*ID0003 DE SUPERVISAO EaCOLAR

PRDFE33URA ORIENTADGRA : i^ARIA 3ILVANI PINTO

INSTITUigAO 00 Pfi£ - E3TA3I0 - E3C0LA EOTADUAL DE i s 3RAU LICA DANTAo

ADMIN I3TR ADDB EoCOLAR : M A R I A AUXILIADORA MANQUE IB A MEIRELE3

PERfGDO DE 23 DE A3RIL A 08 DE AG03rO DE 1935

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2 & Z £ d 1 2 L 11 $ £ % L £

As a t i v i d a d e s dasenvoividas durante nosso t r a b a -l h o no p e r -l o d o de 23 de A b r i -l a 06 de Agosto de 1 9 8 6 , foraru as • s a g u i n t e s :

. Antes de i n i c i a r m o s nossas a t i v i d a d e s nas es-' c o l a s , convocamos para uma r e u n i a o as Direcores das e s c a l a s , on de lamas t r a b a l h a r coma tambera a p r o f e s s o r a a r i e n t a d o r a . do as'-» t a g i o , r e u n i a o que f o i r e a l i z a d a no Campus V da UFP3 C a j a 7 a i r a s Pb, no d i a 0? da Maio, onda f o i d i s c u t i d o a l g o sabre nossa atua cao nas a s c o l a s ,

. oedulanciando nosso t r a b a l h o , i n i c i a m o s nossas' a t i v i d a d e S na Escola Estadual de IE Greu L i c a Dantas, onde

.nan-tivemos uma converse i n f o r m a l com os p r o f e s s o r e s , sobre nossos' a n s a i o s . Com a f i n a l i d a d e da j u n t a s rapansar a posicao do p r o -f e a s o r -f r a n t e a r a a i i d a d e . €>.tr).

Para desenvolvermes a p a r t e b u r o c r a t i c a , p r o -curamos c o l e t a r dados da comunidade a a p l i c a c a o do q u e s t i o n a r i o e urn c o n t a t o d i r e t o com os p a i s , alem de d i a l o g a r com os p r o f e s sores da e s c o l a .

Concluida essa p r i m e i r a p a r t e , elaboramos a s1 diagnoses a da e s c o l a e da comunidade. Vale s a l i e n t a r que na as o o l a , j a h a v i a diagnose da e s c o l a a da comunidade, f a c i l i t a n t i o • assim nosso t r a b a l h o , mas a t r a v e s de nossas pes qu i s as e i n f o r m a goes conseguimos mudar m u i t a c o i s a , conforme (anexoj I e I I .

Prosseguindo nossos trabalhoia, tiveraos uma ou t r a conversa com os p r o f e s s o r e s , tendo como ponto fundamental ' d e t e c t a r os problemas mais graves que impedem o bom r e i a c i o n a -mento da e s c o l a ; as d i f i c u l d a d e s na sale, de a u l a , como tambem 1 v e r i f i c a r os o b s t a c u l o s que afatam o procasso ensino~aprendiz,a~ gem, para Que pudessemos montar a m a t r i z a n a l i t i c a ( A n e x o I I l ) •

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a q u a l a constitu£da de v a r i a v e i s como: o b a i x o n i v e l de apren--dizagem em l e i t u r a e e s c r i t a na IS a 3& s e r i e e d i f i c u l d a d e s am matematica, no que d i z r e s p e i t o a adicao com r e s e r v e na l e s e -rier±e"^

Oetectades/essas v a r i a v e i s , elaboramos o piano da agao (Anexo I V ] , com o o b j e t i v o de m i n i m i z a r es d a f i c i e n c i a s . * Procuraremos o r i e n t a r e desenvolver a t i v i d a d e S , visando a melho r i a do desempenho do docsnte & no processo ensino-apx-endizagem,

a f i n da trabalharmos f r a r t t a a uma r s a l i d a d a c o n c r e t a , t e n t a n d o s u p r i r as nscessidades c o n s t a t a d a s .

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S U G E S T 0 E 6

. Qua h a j a una contaco d i r s t o da coordenacao do es-t a g i o com as a d m i n i s es-t r a d o r s s das e s c o i a s , para e x p l i c a r o es-t r a b a l h o das e s t a g i a r i a s .

. Que h a j a mais praparo com r e l a c a o a d i s c i p i i n a p r i n c i p i o s e Mstodos de dupervisao E s c o l a r , antes de parclrmos pa*-r a as e s c o l a s .

. blue tanhamos aulas p r a t i c a s para termos uma v i -sao mais ampla da r e a l i d a d a e s c o l a r .

. Que p p e r i o d o da e s t a g i o se prolongue por mais tarnpo a f i m da Qua nao h a j a acumulo de t a r e f a s .

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UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARANA CENTRO DE FORMAQAO DE PR0FE330RE3 DEPARATMENTO DE SOUCAgAO E LETRA3

L I C E N C I A T U R A P L E N A EM PAQAGQGIA

H A B I L I T A C A Q : SUPERVI3A0 ESCOLAR

PISGIPLINA; PRINCfPIOS E M£T0D0S DE SUPER7. ESCOLAR

PROFESSORA: M A R I A S I L V A N I P I N T O

E Q U I P S E S T A G I A R I AI; q A gM J J , c i d y ^ ^ ^ - 4 ^ ^ V ^ e ^ ^ M A R I A DA CONCEIQAO AL\/ES C*3AR

F R A N C I S C A L I M A

D I A G N O S E DA E S C O L A

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0 1

OI.AGNQiS DA ESCOLA

I . INTRODUCAO

Nesta pesquisa f a i t a na Escola L I c a Dantas, ir8mos a p r e s a n t a r dados concrebos a r e a l s a p a r t i r das condigoas' f l s i c a s do p r e d i o a aducagao por a l a transmifcida, com r e l a g a o ao* aducador, aducando a comunidade am g e r a l , obsarvando os pontes ba s i c o s e que am cima dos quais podemos t r a b a l h a r .

0 bom desenvolvimento do processo educativo, depende da urn a s f o r g o mutuo da coesao enbra os elementos da a s c o -1 l a . Cada pessoa a uma p8ga fundamental ao andamento s a t i s f a t o r i o • das a t i v i d a d e S e s c o l a r e s .

fentamos j u n t a r nossas a x p e r i e n c i a s a m i n i m i 7ar os desvios detactados na a s c o l a , r e a l i ^ a n d o abividades c o n d i -Zantes a cada s i t u a g a o .

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02

I I - IDENflFICACAO

Escola Estadual de 16 Grau LJ.ca Dantas

Endarago: Rua F a l i s m i n o Coelho, 302 - Centre Cidadet C a j a ? e i r a s - Pb.

III ~ 00^3IC5E3 FJ3ICA3 0 0 PREDIO

A" JF~3E'-' 00 NP-vE DA ESCOLA

A Escola E s t a d u a l de 15 Grau L i c a Dantas, f o i fundada pe l a associagao do c l u b e l e de Maio no d i a 12 da A b r i l d e1 1959, para m i n i s t r a r ads f i l h o s dos associados, o ansino p r i m a r i o a p r o f i s s i o n a l conforma a s t a t u t o s p u b l i c a d o s no d i a r i o o f i c i a l da apoca am regime p a r t i c u l a r .

Esta a s c o l a rscebeu o none da L i c a Dantas como homanagem da c l a s s a o p e r a r i a da C a j a z e i r a s , aquela Que em v i d a f o i s o f r i m e n t o perane, am b e n e f f c i o das pobres dasamparados* da c i d a d e .

Mo p e r i o d o em que f o i fundada, f o i c o n s t i t u i d a por p r o — f e s s o r e s pages p a l a P r e f e i t u r a M u n i c i p a l , e n t r e t a n t o , a1 p a r t i r da 1955, tando am v i s t a o crescimento do humero' • de c r i a n g a s m a t r i c u l a d a s , foram nomaados mais p r o f e s s o — r a s , tornando-33 Escola E s t a d u a l e t r a n s f e r i n d o - S e em Grupo E s c o l a r de 35 c a t e g o r i a no d i a 19 de Outubro de * ' 1970, sob o d e c r a t o n? 5.131/70, p u b l i c a d o no D i a r i o O f i c i a l do Estado, am 22 de Outubro de 1970.

3. LIMITE3

Ao N o r t e : com c l u b e 1^ de Maio e Agude Grande Ao 3 u l : com a Rua Or. Coelho

Ao L e s t e : com a Travassa Bland

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03

C. GgSURAfm A-C£030 E q^ADT^E3 3£0 3R^FI3A3

3ua l o c a l i z a g a o a boa, porem sam n u i t a saguranga, sen asp ago ••• ou p a t i o am sua dependancia para recraagao das c r i a n g a s . 0 aces so a Escola a considerado f a v o r a v a l , una ve7. que e s t * l o c a l i z a -do no c e n t r o da c i d a d e .

D. AREA E £3?A~Q

* r 2

0 p r e d i o ocupa uma area t o t a l de 655 m", sendo t o t a l en araa co b a r t a , nao havendo ass i n area d i s p o n i v a l nem espago para s a r me l h o r a p r o v e i t a d o .

E. GARACTERI?-AC AO 003 3LGG03 D3 - Salas de a u l a

01 - Sala de aulas dapartamantais 01 - Cozinha

01 - Cantina 03 - Ranhairos

01 - 3alao para d e p o s i t o de meranda 01 - 3al'ao para Educagao F l s i c a .

MOBILIARIO E EQUIPAMENTQ E3G0LAR

A a s c o l a d i s a o e dos s e g u i n t e s r e c u r s o s : 43 - C a r t e i r a s duplas 30 - C a r t a i r a s i n d i v i d u a l s 14 - Cadairas 02 - mesas de f i l t r o (em f o r m i c a ] 05 - mesas de c a d e i r a 01 - b i r o . 0 08 - e s t a n t e s 33 - a r n a r i o s (2 de ago e 1 em madeira] RECUR303 QIoAriGOo 03 - quadros de g i z 01 — mimeografo

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01 - grampeador 01 - p e r f u r a d o r / 01 — maquina de ascrev/er » / 01 - mapa munda " 02 - mapas do B r a s i l 01 - mapa da Paralba 06 - mapas paquenos do a r a s i l 02 - cartages do corpo humano 02 - f l a n a l o g r a f o s

m a t e r i a l de a l f a I e I I

a p o s t i l a s de estudo e a p o s t i l a s para Fetiv/idadas.

IV - ESTRUTURA E FUNCIONAfCNTO OA ESCOLA A. BIBLI0TECA

Atualmente ha nessa e s c o l a uma e s t a n t e com urn t o t a l da 250 l i v r o s , i n c l u i n d o e s t o r i a s i n f a n t i s . Ha tambem alguns 11 -vros do programs A l f a para d i s t r i b u i c a o aos alunos.

3. SUPERVISA0 0U C0QRDSNACA0 PEDAOfiGIGA

Mo momento e s t a f a l t a n d o s u p a r v i s o r a nessa e s c o l a , tendo *' em v i s t a a que a q u i atuava e s t a sendo t r a n s f e r i d a para o , f Cantro o u p l a t i v o M. 3. V i v e n t a F r e i t a s , f i c a n d o a e s c o l a • sem a s s i s t e n c i a da s u o e r v i a a o .

0. CANTINA

E x i s t s na e s c o l a u-na c a n t i n a onde a f e i t a a merenda e s c o l a r estando a masma em p r e c a r i a s condicoes.

0. ENTIDADES EDUCACI0NAI3 0U SERVTC0 DE ORIENTAHAO EDUCACI0NAL

E x i s t i u nassa e s c o l a somenta una e n t i d a d e e d u c a c i o n a l , 0 '• Cantro O i v i c o , que f o i c r i a d o am 1934, palas a s t a g i a r i a s »« que per a q u i pass a r am; Mas, i n f e l i z m e n t e os alunos qua p l e i tearam o cargo eram alunos da 4?? s e r i e , sendo qua ao coniblui

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s-ra a n t e s , v i s t o que os alunos que f i c a r a m nao estavam s u f i c i e n temante i n s t r u i d o s para levarem a f r e a t e a l i d a r a n g a i m p l a n t a d a .

V- T U R N Q I H O R A R I O DE FUNCIONAMSNTO

A Escola E s t a d u a l de i s Grau L i c a Oantas, f u n c i o n a nos t u r n o s m a t u t i n o a v e s p a r t i n o , nos h o r a r i o s da 0 7 as 1 1 hs. a de 1 3 as • 1 7 hs. NO'VI£R03 DE ALUNOS PGR S ^ R I E 15 s a r i a 3 2 alunos 22 s e r i e A 2 1 alunos 25 s e r i e 3 I S alunos 35 s e r i e 3 1 alunos 4Q s e r i e A 2 5 alunos 45 s a r i e 3 2 2 alunos. Um t o t a l de 1 4 3 alunos. vT. s i r u A c ' ^ a oo E N S I N O SPBENDIZAGEM

0 c a l e n d a r i o e s c o l a r a curnprido segundo as d e t e r m i n a t e s da 3e-c r e t a r i a da Edu3e-cagao, Sao 130 d i a s l a t i v o s que 3e-correspondem a' 720 horas a u l a s .

Quanta ao planejamento e f a i t o anualmente, os p r o f e s s o r e s s a r e unem oara alaboracao do seu piano da c u r s o . Sua a p l i c a b i l i dade' e f l e x i v a l dapendendo do desanv oI v i nento do n i v a l da turrna. A- METODOLOGIA E T U N I C A S UTTLI7ADA3

A m e t o d o l o g i a e a p i i c a d a de maneIra a atandar aos anseios de t o dos os educandos. Sao u t i l i z a d o s metodds comuns como: t r a b a l h o * an grupo a t r a b a l h o i n d i v i d u a l . Quanta ao m a t e r i a l d a d a t i c o os* p r o f e s s o r e s usam f i c h a s de l e i t u r a , apresantacao da c a r t a z e s , 1 para forma de composig'ao e redacao.

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CORPO TfCNICO ADMINISTRATIVE] - 1985

NOME FUNfffO CLAS3E E NiVEL QUALIFICAjflO

1 - M§ A u x i l i a d o r a M. M e i r e l e s Adm. E s c o l a r E - 1.401.5 L i c e n c i a t u r a P l e n a em L e t r a s 2- Raimunda G o n g a l v e s V i e i r a | Aux. de S e r v i g o s 6.302 - 1 1- Grau i n c o m p l e t o

3- Raimunda G o n g a l v e s V i e i r a A u x# de Serv/igos 6.302 - 1 12 Grau i n c o m p l e t o 4- M a r i a M o e s i a de A l m e i d a Aux, de S e r v i g o s 6.302 - 1 i s G r a u i n c o m p l e t o 5- M§ de F a t i m a H. B a r b o s a Aux. de S e r v i g o s Z C V 500 l e Grau i n c o m p i e t o 6- M a r i a B r a q a de L i m a Aux. de S e r v i g o s Z C V 500 l 2 Grau i n c o m p l e t o

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CORPO DOCENTE - 1985

NOME FUNQ/tO CLASSE OU Nfl/EL REG. TRA3 H O R A R I O

1 - L a u r a de Sousa T. e S i l v a P r o f e s s o r a MAG. 401.5.3 L i e . P l e n a em L e t r a s T - 40 T a r d e 2- M a r i a D a r n o b i a Lopes P r o f e s s o r a MAG. 4 0 1 . 5 . 1 L i e . P l e n a em Pedaq. T - 32 T a r d e 3- M a r i a E z i l t a B r a q a Mota P r o f e s s o r a MAG. 401.5.3 L i e . P l e n a em Geoq. T - 40 Manha 4- Ma do S o c o r r o P. N o b r e q a P r o f e s s o r s MAG. 4 0 1 . 1 . 1 C u r s a n d o G e o g r a f i a T - 32 T a r d e 5- Rosa MS- L a c e r d a P e r e i r a P r o f e s s o r a MAG. 4 0 1 . 5 . 1 L i e . P l e n a em L e t r a s T - 32 Manha 6- T e r e z a A I v e s de Sousa P r o f e s s o r a MAG. 4 0 1 . 3 . 1 L i e . C u r t a em C i e n c . T - 40 Manha

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1 / R- SISTT-SA DE A V A L I A C A O

No i n i c i o do ano l e t i v o a p l i c a m a a v a l i a g a o d i a g n o s t i c a a t r a v a s do t e s t e da sondagem. Ha tambem a a v a l i a g a o por b i n e s t r e que 3$ s e r v i r a o para observacao do grau da aprendizagem e randimanto do a l u n o , u t i l i z a n d o como i n s t r u m e n t o , t e s t e s de v e r i f i c a c a o as * c r i t o s e o r a i s .

C. SISTEMA DE RECUBEBAQAQ

A recuparagao e c o n t i n u e , i s t o a, f a i t a atravas da observagao do desenpenho do aluno no d e c o r r e r das a t i v i d a d e S d e s a n v J l v i d a s . Segue tambem o c a l e n d a r i o a s c o l a r axpadido p e l a s a c r a t a r i a da*

Educacao a Culcura.

D. EVASAO ESCOLAR

No que d i z r aspai :o a evasao a s c o l a r , podamos d e t e c t a r que qua-sa nao a x i s t e , qua-sau indaca p e r c e n t u a l e apenas de EP/o.

E' PRINCIPALS CAUoAS DA EVAaAO ESCOLAR

. Fa^ta de a s s i s t e n c i a por p a r t e dos p a i s , que nao aispoem da' tanpo a formagao s u f i c i a n t s para o r i e n t a - l o s .

. Gr=tnda nunaro da alunos am s a l a da a u l a , i n p o s s i b i i i t a n d o que

o p r o f e s s o r da uma roelhor a s s i s t e n c i a i n d i v i d u a l .

. F a t o r economico dos p a i s . . F a i t a da meranda a s c o l a r .

F. REPR07AQA0

0 i n d i c a da raprovacao a considarado b a i x o , no e n t a n t o d a v e r i a1 1 s a r bem manor ainda, s e o aducando contasse com a estimulagao e' a ajuda dos p a i s , uma vez que, muicos deles nao procuram nam t o -mar comhacimanto das a t i v i d a d a s e x t r a - c l a s s a a i s s o so tande a '1 fracassa** o desampanho do aluno, levando-o a repravagao.

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07

8- PR IMC IP A13 CAU3A3 OA RcPRO'v/AQAO

. Ausancia da i i v r o s a t u a l i z a d o s .

. F a i t a de colaboragao p o r p a r t e dos p a i s .

• F a i t a de preparacao desda as s e r i e s a n t e r i o r e s . . F a i t a de a s s i s t e n c i a i n d i v i d u a l .

H. PR INC IP AI3 DEFA3A3ENS £LJE AFETAM 0 ^NoIN0-A?B£N0I7.A3EM

As p r i n c i p a l s defasagens que d a n i f i c a m a pracesso ansino-apren-' dizagam, varia.ii am daterminadas areas, t a i s como- Comunicagao a Expressao, onda o aluno aprasenta d i f i c u l d a d a s na g r a f i a das p a -l a v r a s , Estudos Soc-les, I n i c i a c a o as Ciancias e R a -l i g i a o , d i f i c u -l dades p o r p a r t a do p r o f e s s o r devido a f a i t a de m a t e r i a l d i d a t i c o . Quanta so a l u n o , a ausancia de l i v r o s a t u a i s a f a i t a da acompanha mento dos p a i s .

I . PERFIL 00 ALUNO FORvlADO PGR EdfA ESCOLA

Qs alunos formados p o r e s t a e s c o l a , sao c r i a n g a s c a r a n t e s , v i n -' das de l a r e s d e s a j u s t a d o s , nao consaguindo una boa c l . s s s i f i c a g a o , devido as d i f i c u l d a d a s socio-aconomicas, ambora tam-sa notado mu-dangas da comportamanco a maior p a r t i c i p a g a o no que clhas dizsm ' r a s p a i t o .

J* 3UGEST0E3 QUE j/ENHAM JELHQRAB 0 PROGESdO EN3INQ-AP JE^DIZAGSM . I n t e g r a r a comunidade a s c o l a r a t r a v a s da reunioes p r e a s t a b e l e

-c i d a s .

. I n t e n s i f i c a r o s i s t e m a de a v a l i a g a o , tando em v i s t a urn bam e x i -t o na recuperagao.

. Malhorar o antrosamento do a d m i n i s t r a d e r e s u p e r v i s o r , a f i m da malhorar o ensino-aprendizagem.

. Davara p p r o f e s s o r f a z a r com que o aluno s i n t a - s e a vontada.

V I I . GARAG rERJoTICAS SQciO-EGONu^IGAS E CULTURAIS

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08

- .

^

s e cons t a t a r p e s s o a s de d i v e r s as formagoes socioeconoVnacas a edu -c a -c i o n a l , onde na m a i o r i a d e l a s variam e n t r e d o m e s t i -c a s , p e d r e i r o s , gargon, p r o f e s s o r , s e r v e n t e , b a n c a r i o , l a v a d e i r a , e o m e r c i a n t e s , med i c o s , medesampregamedos e t c . Como sabemos ess as p r o f i s s o e s medeixam r e n

da s u p e r i o r ou i g u a l ao s a l a r i a minima, uma v/ez que e s s e s p r o f i s s i

-onais davariam s e r bam remunerados, tendo em v i s t a uma c o n s t i c u i c a o f a m i l i a r que a composta da o i t o ou mais pessoas.

Os p a i s veem a e s c o l a como instrumanco u n i c o para a aducagao dos f i i h o s , quando a m a i o r i a nada f e z para qua e s t a educagao s e j a i n t s -g r a l , j a qua a a s c o l a nao tern condi-goes de c o n s e r t a r , porque na , f verdade a e s c o l a nao f o i pensada para os pobres a sim para uma mi -n o r i a .

Em termos de aducagao g e r a l , os pais acham que educar a apenas a n s i nar a l a r , a s c r a v e r s t a r boas mansiras, quando educar a uma prepa-ragao da conhecimencos no -,ue se r e f a r e a formagao da i n d i v i d u o s . * Da e s c o l a , a l e s esperam tudo de bom para os seus f i i h o s , a f i m de ' que ales nao sigam seus axemplos. 0e c e r t a forma os p a i s nao sao 1 a s c l e r e c i d o s dos probiemas que seus p r o p r i o s f i l h o s t e r a o que en*-** f r e n t e r para t a r uma v i d a mais ou menos a q u i l i b r a d a no f u t u r O .

0 r e i a c i o n a m e n t o a n t r a p a i s a e s c o l a e urn f a c e que dispensa coman —

t a r i o s , porque os pais nao a s t a o s e praocupando com o comportaman

da seus f i i h o s na e s c o l a , p o r t a n t o nao, p o r t a n t o nao a x i s t e r e i a c i o namento e n t r e p a i s a as c o l a ; alas nao p a r t i c i p a n t .

(17)

0 9

C0NCLUSA0

A r e a l i z a g a o desta t a r e f a , para nos Foi par dema i s i m p o r t a n t s , apssar das f a l h a s a d i f i c u l d a d a s encontradas qua o r a citamos.

Houve por p a r t e da equipe f a i t a da embasamento e' por p a r t e dos f u n c i o n a r i o s gostarlamas que alas fossein mais a s c l a r e c i d o s a mais o r i a n t a d o s para nos darem ineormagoes mais d e t a l h a -das.

Ao f i n a l dasts c r a b a l h o , pudamos d e t e c t a r v/arias f a l h a s com r e l a g a a a e s c o l a , seu funcionamento a a educagao am ger a l , e n t ger e t a n t o , f o i de ggeranda v a l l a pagera nos de tagermos a opogercu -nidada da por am p r a c i c a nossas i d a i a s , a d q u i r i d a s por todo asse 1 tempo da e s c o l a a con urn so pensamanto, que a fungao do s u p e r v i s o r

nao e f i s c a l i z a r e s i n a j u d a r ao p r o f e s s o r e ao aluno a consequen tentente alcangar o mais i u p o r t a n t e qua e a n i v a l da aprendizagem 1 adequada.

(18)

UNI7ER3IDADE FEDERAL DA PARAfBA CENTRO DE FOR?.1AQAO DE PR0FE3S0RE3 DEPARTAMENTO DE EDUGAQAO £ LETRAS

CAMPUS 7 - CAJAZEIRA3 PB.

LICENCIATURA PLENA E A PEDAG03IA

HAOILirACAOt SUPER7I3A0 ESCOLAR

DISGIPLINA: PRINCfPIOS E MET0D03 DE 3UPERV. ESCOL\R

PR3FE330RA: MARIA SIL7ANI PINTO

EQUIPE:

MARIA DA CONCEIQAO ALVEo CESAR

FRANCISCA LIMA

D I A G N O S E D A C O M U N I D A D

(19)

• 1

Esta t r a b a l h o O b j e t i v a r a t r a t a r as v a r i e s aspec-* cos i n a r e n t a s ao r a l a c i n ?.men,;o as calacam£bid :.da, no q u a l sa d a t e -c t a t a uma s e r i s d i prob.emas qua aflingam a comunidade a qua sao•• h a b i c u ilmente v i v a n c i a d o s palas passoas a n v o i v i d a s , ambora i s s o nao r e f l i t ? . c Jmo Focos da r e s i s c e n c i a ou i n s a j i s f agao davido a f a l t a da e s c l a r a c i m a nzo ,ua leva as passoas a lucararn por uma aduca -cao cransTormadora.

Nessa s a n c i d o , se f a z n e c a s s a r i o pesquisa j u n c o a* comunidade a s c o l a r e p r o f e s s o r e s , a f i m de d e t e c t a r com mais p r o f u n deza a porque da daterminados problamas, a assim, promavar melho -ramanco a populagao e s c o l a r a a comunidade am g e r a l .

(20)

»

IDENflFIGACAO

A Comunidade da Escola da l a Grau L i c a Dantas, l o c a -l i z a - S e na area c e n t r a -l da cidade da C a j a z e i r a s .

L i m i t a - s e ao N o r t e , com o b a i r r o Por do S o l i ao J u l , com o b a i r r j Gapoairas; a Leote, com o j a r d i m Gas i s ; a Oeste, cam*1

o b a i r r o Sanco A n t o n i o .

A populacao :>xistente na ;:idada a de 31.331 h a b i t a n -t a s , que ibrange -toda a area da c i d a d a .

AGPECfOo RELAflVOJ A

F..ir..-1ACA0 AD/.1INlbTRA fI V A

A co-.unidade tern como administrador em atuagao, o 1 1 p r e f a i t o E p i t a c i o L a i t a Rolim. • r e l a c i o n a m a n t o comunidade a t r a b a l h o a d m i n i s t r a t i v e a o minima p o s s l v s l , nao bavendo p a r t i c i p a c a a da comunidade no procasso a d m i n i s t r a t i v e . Ja o r e l a c i o n a m a n t o comunlda de a os podsras, L e g i s l a t i v o , E x e c u t i v o a J u d i c i a r i o , so e x i s t e na* epoca da p o l i c i c a , por sex a comunidade t o t a l m e n t e daspreparada e • desinfarmada.

HA3ITACA0

(21)

Ob

e f a i t a da a l v a n a r i a . Apesar da f i c a r e m na s e t o r c e n t r a l da c i d aT da, f o i cans t a t ado que existent casas da pass i.mas condigaes f i s i e • cas a sen nenhum c o n f o r t o para os seus h a b i t a n t a s , sendo cad as »• p r o p r i a S , alugadas a algumaa f i n a n c i a d a s por i n s t i t u i g o e s b e n e f i -ciadas p e l a comunidade.

0 saneamento basic j, apresenta-se da manaira r a z o a v e l de node qua ha casas com asgoto g a r a l a o u t r a s com f o s s a s . 1 n o t a v a l , p o r t a n t o , qua o s e r v i g o h i d r a u l i c o f u n c i o n a quase q u a1 normal s a t i s f a z e n d o , a s s i n , as nacassidades da populagao c e n t r a l * da cidada. Quanta ao s e r v i c e e l e e r i c a tambem tern sau funciona-nan-to normal, apresentando--se ainda algumas ruas escuras, por f a i t a da i n c e r a a s e da a d m i n i s t r a g a o para com a comunidade.

Na Comunidade E s c o l a r nao a x i s t e h o s p i t a l , ma t e r n i d a d a nem posts de saude. 0 curacivo diagnosticado como sim -pies e r e a l i z a d o no FUNRURAL que f i c a l o c a l i z a d o nas imadiagoes 1 da e s c o l a , anquanco qua as casus mais graves sao t r a n s p o r t a d o s pa r a os h o s p i t a l s que f i c a m sicuados am o u t r a s pantos, acantecenda' o mesma com o s e r v i g a o d o n t o l o g i c o . A comunidade sa b a n e f i c i a das s a g u i n t a s p r a v i d a n c i a s • FUNRURAL, INAMPS e IPEP. Sabemos qua o 1 1

atendimento dessas p r e v i d e n c i a nao s a t i s f a z as nacassidades da co minidade. A a s s i s t e n c i a a populagao carente deixa r»ui :o a desejar nao a t i n g i n d o acraves da seus b e n e f i c i o s , i n d i c e s p a r c e n t u a i s s i -g n i f i c a t i v o s . Os t i p o s da p r o f i l a x i a o f a r e c i d o s a comunidade 1 a s c o l a r a a comunidade em g a r a l sao: . A n t i p o i i o ( S a b i n ] . OPF ( T R i p l i c a j . 3 C 3 (TuberculoseJ . Anti—darampa . f a x a i d e ( T e t a n o j . OFF ( O i f t e r i a e c o l q u e l u c h e j .

As p r i n c i p a l s doengaa qua afetam a comunidade •• sao:

(22)

0 4

co-pneumonia, a t e .

Durance nosso a s t a s i a potteremos p r e s t a r esclerecimen

co aos axunos a pais, sobre nogoaa oasicas de•higiene e outras.

EOyCAgAO £ GULrURA

A comunidade conta com t r e s ascolas da i s a 4a- a e r i e do I? Grau jua funcionam em d o i s t u r n o s .

• Escola E s t a d u a l de 15 Grau L i c a Dantas, na q u a l as tames desenvoivsndo nossas a t i v i d a d e S . Conta com 148 a l u n o s .

. Escola E s t a d u a l de 12 Grau Simeao L e a l 195 a l u -nos.

. Escola I n t e g r a d a do Ensino d u p l e t i v o Engs Srocos -c o n t a -com 101 alunos , t o t a l i ~ a n d o nas t r e s as-colas urn t o t a l da "404 a l u n o s .

. Pudemos d s t e c t a r que as p r i n c i p a l s d i f i c u l d a d a s ax i s t e m t a s na area e d u c a c i o n a l sao consaquancias do fafcor s o c i o a c o -nomico, v i s t o ^ue, uma boa p a r t e da populagao e p r o v e n i e n t e de f a m i l i a humilde, onda as c r i a n p a s apresantam-se com i n s u f i c i e n c i a a l i mentar, tornando-sa incapazes da urn bom desanvolvimanto i n t a l e c t u a l a da uma boa aprendizagam.

Constatamos qua o n i v a l de e s c o l a r i d a d e das pessoas, am g e r a l , a por denials v a r i a d o . Aprasantamsa se alguns a n a l f a b a t o s , o u t r c s a l f a b a l i z a d o s , com 1? Grau complete ou imcompleto, 2s Grau ' Completo a alguns com cursa S u p e r i o r .

A comunidade aspara fcudo da Escola. Que e l a eduqueJ forme a prepare • alunado para a v i d a p r o f i s s i o n a l . P o r e m am p a r t e a a s c o l a atende as necessidadas da comunidade, embora apresante def i c i e n c i a S no ensino por nao c o n t a r com o maior numaro da p r o def a s s o -r a s B com urn boin acervo b i b l i o g r a f i c o capaz da desanvolvar un era -balho da p a s q u i s a . d .

A e s c o l a p o d e r i a a j u d a r a comunidade se funcionassa de forma a atender aos saus i n t e r e s t as,~: a daspartassa nos s a us a l u

(23)

-Jo

nos a i m p o r t a n c i a do sau comportamsnto d a n t r o da p r o p r i a comunida da, p o i s so ha dessnvolvimenco numa r e g i a o quando sau p r o p r i o p o ^ \/o dacide-saus d e s c i n o s . Nassa aspacto a a s c o l a axarce urn p a o a i ' fundamental. No e n t a n t o , acomunidade p o d ^ r i a c o l a b o r a r com a s s -e o l a of-er-ec-endo sug-estoas para sau funcionam-enco, d-e forma a a t a n der os i n t a r a s s a s da n a i o r i a .

Exisca na comunidade uma b i l b i o t a c a p u b l i c a m i n i c i -p a l , t r e s amissoras de r a d i o , nois gru-pos t r a a t r a i s , t r e s cinemas a s u c u r s a i s da t r e s j o r n a i s am c i r c u l a g a o .

G O N F I J J U U E J : G ^AQXJ

\ r a l i g a o pradfflrninante na comunidade e comprov/ada mente o C a t o l i f t i s m o , havando un r e d u z i d o numaro de passoas p r o t e s -t a n -t a s .

ASPECTOS S 0 C I A I 3 E ECONQMICGo

£PTB ATIFIGACAO SjCIAL

A maifior p a r t e da populacao e s t a i n s e r i d a na c l a s -sa media, contando tambem as c l a s s e s b a i x a e a l t a formadas de uma

pequena m i n o r i a .

S] UPOd FILANTRfiPICQS E CARITATIVOd

Existem nassa comunidade, alguns grupps f i l a n t r o p i cos como: ROTARACT CLUBE, MAQQNARIA, L3A, ROTARY CLUBE, LIONd ft« CLUBE e CfRCULO O P E R A R I J .

Alguns funcionam para a j u d a r a comunidade, buscan-do soiugoes p a l i a t i v a s a de maneira a s s i s t e n c i a l i s t a . D i a n t e da * nossa p a s q u i s a , nao obtivamos dos e n t r a v i s t a d o r e s , r a s p e s t as r e l a cionadas com o da^ampanho dessas grupos, v i s to qua, as passoas »'

(24)

ignoram a atuagao dos roesmos. Mas, na nossa o p i n i a o , declaramos 1 ' qua assas grupos nao sa dasanvoivam am fungao da comunidade a s i m , am fungao da sau p r o p r i a grupo.

PR INC IP -Ala FUNCQEo E^ERCIDAd PELQo CO^UNITARIuo

As p r i n c i p a l s fungoes axarcidas paios c o r a u n i t a r i o s ' sao: p r o f e s s o r , medico, comerciante, c a r v o a i r o , macanico, m o t a r i s t a , p a d r e i r o , chapaados, d e n t i s t a s , v i g i l a n t e , a g r i c u i c o r , c a s t a -r e i -r a , domestica, s e c -r e t a -r i a , e t c .

FflSRICAo EXIbTENTEB

E x i s t e apenas uma f a b r i c a , que produz c o l c h o e s . 0 p r o duCo e exportado para aS cidades a EstadOS c i r c u n v i z i n h o s .

ARTEoANATOd EXISTENTEd

E x i s t e na comunidade casas de a r t e s a n a o t s . Ha uma a r t e s a que f a b r i c a ponecas, randas, f l o r a s , a Outros p r o d u t o s . Nao t o mamas conhaclrnento se ha exportagao ou importagao dos producos.

(25)

H2

CQNCLUSAO

Nests t r a b a l h o c o n c l u i - s e qua a x i s t e ainda uma gran de d i s t a n c i a a n t r a comunidade a a s c o l a , o qua r e f l a t e num ensino r u -im, e l i t i s t a , a u t o r i t a r i a a a l i e n a d o da r e a l i d a d a do povo.

As d i f i c u l d a d a s v i v i d is p e l a comunidade, como desem-prego, a l t o cuSto de v i d a , a acima de ;udo a f a i t a da e s c l a r e c i m e n t o infuem decisivamente na pessagem doe alunos n a l a e s c o l a .

A e s c o l a par s u i vsz, cumpridora f i e l da reproducao' da i d a o l o g i a dominartte, .dan da d i s c r i m i n a r • acesso de alunos a e l a , nao asta praparada para r e c a b e r Urn c o n t i n g e n t e de as cudantes, am sua grande m a i o r i a , c a r a n t e da alimentagao, do v a s t u a r i o , t r a n s p o r t s e * h a b i t a c a o , nacassitiadas basicas da urn povo.

A s i t u a g a o a preocupante, e se agrava de forma assus t a d o r a, com consequencias p r e j u d i c i a i s para a populagao.

(26)

l /

Q U £ 3 T I 0 ±k R I O

I . Q3J£riV03

. Obter maior conhecimento dos problamas a x i s t a n t a s nassa a s c o l a , com r a f a ;cia ao e n s i n o aprendizagem.

I I . Ao3U.; [03 ^ 3 - n : i 0T30UTID0o

. 3 u a l a d i s c i p l i n a com maior d i f i c u l a d a d . ^ sm cransmissao entendimenco?

. ."-ual a causa dessa d i f i c u l d a d a ?

. Que d i s c i p l i n a as alunos apresentam manor rendimento?

. Quais as maioras d i f i c u l d a d a s encontradas em s a l a da au l a ?

. Na sua opjiniao, quais os p r i n c i p a l s motives da avasao' a s c o l a r ?

. Quais as causae qua l a v a n o aluno a s a r reprovado?

. Que sugestao voce d a r i a para s o l u c i o n a r os problemas 1' dassa ascola?

(27)

I Z A i ' A l i i l C A

VARI&VEIS

• 3 i f i c u l d a d . e s em t ransmi s s a o -en t endimen-to, ein inatematica na 2§ s e r i e , nc que se r e f e r e a adigao com r e s e v a .

. Baixo n i v e l de a -prendizageia en l e i t u r a na 1^ e Z- s e r i e do 12 grau, p o i s learn

gague-2ando, s o l e t r a n d o , s e n entonagao de v o z . IEDICADORES . 60$ dos alunos da 2§ s e r i e do 1^ grau, apre sentam baixo i n d i c e de aproveitaraento em mat£ m a t i c a na p a r t e de ad_i gao com r e s e r v a . * Ausencia de c o n ^ e c i - " mentos basicos das '

s e r i e s a n t e r i o r e s . • P a l t a de a s s i m i l a g a c por p a r t e do aluno * devido a c a r e n c i a de re curs os d i d a t i c o s . . 50A clos aluncs da 1§ e 3- s e r i e encontram se com "baixo ifrendimen-| to em l e i t u r a e tarn bem na parte o r t o g r a -f i c a • . P a l t a de acompanha-mento dos p a i s \- . P a l t a de conhecimen-tos a n t e r i o r e s .

(28)

41

e«|

PNl o ! H I A 41 M l Q l O l ml 41 ^ ! N I o l H | « l M l i d O $ 6 •H «W •H P .—i »H H o H T-> P P-1 O tea CO »H •H P CD 01 o <!> as »3 rt SJ » CD •H !> o o H •H p •H lei 0) •H «H o* r • m o • ; • O o i U N o •H j> o •H t J «H •H O H o o •H P •H •H '1 P d H H 6 H c9 •n» cj '75 o • CD H b» •H P-j *3 O !-4 -.» PQ OJ "3- VJD

(29)

. T l i t J L Q : Piano 28 Acao Bsjpecffico p a r a o E s t a g i o Supervd Supervisao E s c o l a r .

. EIHIUABE ESOOIJAK: 33cola Estadual de I s Grau L i c a Dantas

, L o c a l i z a c a o : Rua F e l i s i a i n o Coelho, ^02 - Sajazeiras - I

JJii 5e Setembro a ."Dezsmoro a< 3_oP.t oo

(30)

2. JTJTI?:. J..;:T:.,

Apos

ana analise do3 problemas iue dificultaoi 0

ensino-apren-disa

^eiii, detectamos que os problemas do ensino nao estao condizent.es con as necessidades dos

alu-no a.

T a l e s a l i e n t a r iue t do^ nosso e s f o r c o e p a r a urn rielhor desen

volvlmento no que

se re fere us dificul&a&ea, bornandose perceptiVeis c esco Hildas por nos as

-t a g i a r i a s , propomos r e a l i z a r um -t r a b a l h o s i -t u a d o

01a duas v a r i a v e i s .

Conforme a s i i f i c u l d a & e s encontradas no processo &s l e i t u r a na

l> 3 3^ s e r i e como tambem as dififfuldades em mate&alica na 2^ s e r i e , no q.ue d i z respeito a adi

-oao

00a reserva, atraves de conbat0 direto com professores e alunos, propusemos

9

e l a b o r a r e s t e *'

t r u b

^llxO, vondo-o como necessarie

x

.ara iue

0 professor possa deseSipennar produtiyoi cne^ando a

1

s o l u c i o n a r o problema.

Serao f e i t a s a t i v i d a d e s d i v e r s a s , pox meio de t e c n i c a s , u t i i i e

zac~o do cartaa.es e o uso de m a t e r i a l d i d a t i c o cm g e r a l , visando amenizar os problemas

enoontra-dos.

(31)

o Hi H O •H - i • Q i •H O • i p * . ) 1 1 •H ' i H -5 5 ! . ..i •H i • I i • 4 H

.

k . •H v , | i-j i •H ..Q CD H H ! *H -H j o q •rH H

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(32)

4 • P! QMCJAMENTO PAS ATIVIDADES ATIVIDADES 8ASICAS £ P a r t i c i p a r dos E n c o n t r o de P r o f e s s c r e s de I S Grau • C o n v e r s a r s o b r e a n e c e s s i d a d e de 1 ATIVIDADES OPERACIQNALTZANTES T r a b a l h o em q r u p o s e g u i d o de de b a t e s • Conv/ersa i n f o r m a l , com os p r o f e s 2^ Semana de S e t e m b r o t e c n i c a s p'era m e l h o r i a de e n s i n o * s o r e s • a Semana de S e t e m b r o • A s s i s t i r as a u l a s dos p r o f e s s o r e s 1 • C o n f e c c a o de m a t e r i a l d i d a t i c o , da 1 Q s e r i e . em c o m u n i c a c a o e E x p r e s s a o . * Semana de S e t e m b r o • A s s i s t i r as a u l a s dos p r o f e s s o r e s1' * C o n f e c c a o de M a t e r i a l d i d a t i c o , da l * a 4^ s e r i e em M a t e m a t i c a * • 1* Spmana de O u t u b r o

F o r n e c e r urn esquema p a r a uma f x u l a 1 • E l a b o r a c a o de urn esquema desen_r

r e f e r e n t e a s a u d e . r o l a n d o d u r a n t e a a u l a n o r m a l * « 2? Semana de O u t u b r o

« E x e c u t a r uma r e u n i a o Pedagogica« • R e u n i a o com os p r o f e s s o r e s e d^e

m a i s i n t e q r a n t e s da escola« * Semana de O u t u b r o

• P r o m o t e r r e u n i o e s de p a i s e mestresj I n s e n t i v o aos p a i s a

acompanha-rem s e u s f i l h o s nas s u a s a t i v i - e 4* Semana de uu t u b r o dadeS «

c l a b o r a r a p o s t i l a s de j o g o s de l e i -« T r e i n a m e n t o em s c r v i c o s com os*

t u r a s . p r o f e s s o r e s • • 1?- q

Je m a n a de Woverpbro c

E l a b o r a r a p o s t i l a s com j o g o s r e c r e ^ • T r e i n a m e n t o em s e r v i c e s com o s *

\

t i v o s * professores« • 2 ^ Semana de Novsmbro«

(33)

o i 3 o : .—4 • 1 o 0 ) ! i 1 i • CM o • i -i i H • J J > • 3 i i •H - ! ) • O V : i :; -o o o J 3 I o o I f i p O •H O b 5 ! • • ) O .: M » : /> 2 ! > £)* > • 1 . • : •H • i • A < \ • • • Ol o •H H H O 3 O r. > $ J I o I o •• 5 n •H 40 0 •r.A . 1 O : •P O : : -P •H

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