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GIOVANNA CAVALCANTI CIANELLI (5.854Mb)

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Academic year: 2021

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(1)UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE GIOVANNA CAVALANTE CIANELLI. Intersecções Design no Espaço Público 1. SÃO PAULO/ 2012.

(2) Intersecções Design no Espaço Público Giovanna Cavalcante Cianelli Trabalho de graduação interdisciplinar apresentado à Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, como requisito parcial para a obtenção do título de Bacharel em Desenho Industrial com habilitação em projeto de produto.. Orientadora: Profª Dr. Teresa Maria Riccetti Convidados: Profª Dr. Ana Paula Calvo Prof° Dr. Ivo Eduardo Roman Pons. 2.

(3) Intersecções Design no Espaço Público Banca Examinadora. __________________________________________ Profª Dr. Teresa Maria Riccetti. __________________________________________ Profª Dr. Ana Paula Calvo. __________________________________________ Prof° Dr. Ivo Eduardo Roman Pons. 3.

(4) Agradecimentos. À minha orientadora, Teresa, que acreditou na minha idéia quando eu nem sabia explicá-la. À Paulo Alves e Luís Suzuki pela compreensão e tempo cedido. Aos colegas de faculdade que se tornaram amigos para a vida. À minha família que me apoiou a fazer o que eu gostava. Ao meu companheiro, Daniel, pela paciência e ajuda de muitos finais de semana. Ao fruto do companheirismo, Antônio.. 4.

(5) Resumo. Este trabalho é o desenvolvimento de um planejamento para um espaço público e o desenvolvimento de uma peça de mobiliário para essa determinada organização. Os principais critérios para a idealização do projeto são cidadania, percepção ambiental e urbanismo. Palavras-chave: espaço, ambiente urbano, convívio, coletivo, relações interpessoais, espaços híbridos, praças, parques, design, mobiliário, modernismo brasileiro. 5.

(6) Abstract. This paper is about the development of a planning for a public space and the design of a piece of furniture for that particular organization. The main criteria for the idealization of the project are citizenship, urbanism and environmental perception. Keywords: space, environment, urban living, collective relations, hybrid spaces, parks, design, furniture, Brazilian modernism.. 6.

(7) Sumário 1. Introdução 2. Desenvolvimento Teórico .............................................................................................................. 8. 2.1 Tema ............................................................................................................................... 9. 2.2 Problema ......................................................................................................................... 10. 2.3 Objetivo ........................................................................................................................... 11. 2.4 Fundamentação Teórica ................................................................................................. 12 3. Referências Projetuais .................................................................................................................. 15 4. Projeto .......................................................................................................................................... 22. 4.1 Sobre o local .................................................................................................................. 22 4.1.1 Avenida Paulista, 1.230 ..................................................................................... 22 4.1.2 Mansão, Estacionamento e Empreendimento Imobiliário ................................. 25. 4.2 Distribuição do Espaço ................................................................................................... 27. 4.3 Componentes do Espaço ............................................................................................... 29 4.3.1 Biblioteca Geraldo de Barros ........................................................................... 29 4.3.2 Palco ................................................................................................................ 35 4.3.3 Lanchonete Z ................................................................................................... 39 4.3.4 Escultura Interativa .......................................................................................... 45 4.3.5 Pista de Skate .................................................................................................. 49 4.3.6 Galpão para Eventos e Exibições .................................................................... 51 4.3.7 Use Bike - Porto Seguro .................................................................................. 53 4.3.8 Playground e Academia para a Terceira Idade ................................................. 55. 4.4 Mesa Geraldo ................................................................................................................. 60 4.4.1 Referências ...................................................................................................... 61 4.4.2 Desenho Final .................................................................................................. 62 4.4.3 Desenho Técnico ............................................................................................. 65 4.4.4 Render ............................................................................................................. 67 4.4.5 Mock Up ........................................................................................................... 68 5. Criação de Marca e Identidade do Projeto ................................................................................... 72 6. Conclusão .................................................................................................................................... 73 7. Lista de Figuras ............................................................................................................................. 74 8. Bibliografia .................................................................................................................................... 78. 7.

(8) 1. Introdução. O objetivo do projeto é o planejamento de um espaço público e o desenvolvimento de uma peça de mobiliário para ser utilizada nesse. Os conceitos abordados no projeto são relativos à percepção ambiental, cidadania, convívio, relações interpessoais e espaços híbridos.. O projeto busca acolher de uma melhor maneira o usuário e o ambiente urbano de maneira que o cidadão sinta-se convidado a permanecer no espaço.. O local escolhido foi o espaço que abrigou a antiga mansão da família Matarazzo na Avenida Paulista, na cidade de São Paulo. O mesmo que comportou um estacionamento durante sete anos, foi comprado em 2007 pelas empresas Cyrella e Camargo Corrêa para construção de um novo empreendimento imobiliário que será composto de shopping e edifício comercial, além de sete andares subterrâneos de estacionamento.. A proposta de fazer um ambiente permeável vai ao encontro com a proposta das grandes empresas de construir mais um edifício no qual o foco é o comércio de bens de consumo pouco duráveis. O projeto aproveita os treze mil metros quadrados e o transforma em uma praça que abrigaria biblioteca, palco para diversas apresentações, pequeno comércio alimentício, espaço para a prática de esportes e um estacionamento para bicicletas.. O projeto procura ser abrangente no campo da artes e ter estrutura para comportar as diferentes formas de expressão. Assim, o projeto oferece opções de lazer e cultura em um ambiente aberto e propõe outras formas de se locomover, alternativas ao automóvel.. O mobiliário desenvolvido é uma mesa para leitura ou estudo que comporta até 10 pessoas e foi inspirado nas linhas do designer Geraldo de Barros.. Nos próximos capítulos serão mostradas as etapas adotadas para realização deste projeto, desde sua conceituação no ambiente até a aplicação do mobiliário desenvolvido na nova proposta de organização do espaço.. 8.

(9) 2. Desenvolvimento Teórico 2.1 Tema Ser Humano. Medo. Sociável. 9. Internet Intolerância. “Facilita” Relações. Preconceito. Evita Profundidade. Protege o Ego. Confronto no Espaço Público. Relacionamentos online. Problemas em se Relacionar. “Second Life”. Enclausuramento. Problemas de saúde Sedentarismo. Virtual > Real ? Obesidade. O tema a ser tratado, esquematizado na figura ao lado, trata das relações interpessoais e sua ligação com o espaço público. Este é o centro do estudo, pois se trata de uma área de choque social em que indivíduos com diferentes propósitos compartilham o ambiente.. As sensações causadas por esse espaço têm influência na percepção e comportamento de seus usuários. O hedonismo e a auto segregação presentes na sociedade atual, podem estar nas entrelinhas também do espaço que, se não planejado de forma a incentivar a sua utilização, cai em desuso e torna-se sem propósito. A internet, que que já é uma realidade para grande parte da população como uma intermediadora das relações afetivas e, por vezes, cumpre o papel de distanciar e evitar o contato entre pessoas diferentes..

(10) . 2.2 Problema de Pesquisa. Ambientes de uso coletivo são locais onde a socialização deveria ser estimulada. Praças e parques podem ser mais receptivos com seus visitantes, se planejados de acordo com estudos de percepção ambiental e comportamento.. Percepção ambiental é, de modo resumido, a tomada de conhecimento do ambiente pelo homem (GOMES, 2010). Multissensorial, a percepção invade vários sentidos como o espacial, o proxêmico e do pen -samento/memória afetiva - elementos isolados se acoplam gerando uma percepção única.. Na arquitetura, a percepção ambiental aborda principalmente a composição em relação ao ambiente (FERNANDES, 2010).. Pode-se concluir assim que mudando aspectos do ambiente muda-se também a percepção deste e assim o comportamento. Como afirma Vygotsky (1991, p.62): […] o controle da natureza e o controle do comportamento estão mutuamente ligados, assim como a alteração provocada pelo homem sobre a natureza altera a própria natureza do homem.. Analisando alguns espaços públicos e inclusive os objetos que o compõem e o delimitam, pode-se perceber que muitos foram projetados isolando os possíveis grupos de usuários e supondo uma estadia de curto período ou apenas de passagem. Observa-se, na primeira foto, como o usuário aparenta estar desconfortável e na segunda foto, o próprio mobiliário indica aos usuários diferentes direções.. Os lugares públicos como praças e parques que deveriam ter como função lugar de encontro, manifestação da vida e espaço de trocas, porém acabam se tornando espaços para circulação de pedestres. Sem necessariamente, ter uma integração com o entorno ou preocupação com o convívio social o ambiente se torna excludente porque é percebido dessa maneira. . Outra função alternativa para o espaço público que pode ser notada é a transformação da praça ou o ambiente em apenas área verde (ALEX, 2008).. 10. Fig. 2 - Banco da Praça D. José Gaspar. Fig. 3 - Banco da Praça Júlio Prestes.

(11) . 2.3 Objetivos. Objetivos Gerais. Idealizar projeto de um espaço público de modo holístico (o local será o terreno onde se encontrava a mansão da família Matarazzo, na Avenida Paulista, n° 1.230) que proporcione planejadamente a integração do espaço físico com seus usuários, melhorando a qualidade de vida destes e enfatizando as relações interpessoais, convívio e a prática da cidadania.. Objetivos Específicos. O mote do estudo é o projeto de um espaço público (praça ou parque).. Entre seus objetivos específicos estão:. - O design da ambiência, ou seja, a organização de tudo aquilo que envolve o ambiente formando as sensações e as percepções desejadas.. -O desenvolvimento de uma peça de mobiliário para este ambiente. NOTA SOBRE OS OBJETIVOS: Em nenhum momento, o design do ambiente que será proposto procura colocar em choque seus usuários ou obrigá-los a conviver e se relacionar. O projeto procura criar a possibilidade de relações, o exercício da cidadania, ocupar as ruas e as áreas que por direito são do cidadão. Sendo assim, um convite à estadia.. 11.

(12) . 2.4 Fundamentação Teórica. Em um mundo onde as ações tornam-se cada vez mais mecânicas distantes, testam-se (empiricamente) os limites da tecnologia aplicada às relações humanas.. Considerando a afirmação de Vigotski “O espaço não é formado apenas por objetos, é formado por pessoas também que são agentes ativos no processo de criação desse meio” podemos interpretar que o espaço se torna sem sentido se não houver presença nele.. O ser humano é um ser sociável e viver em sociedade foi fundamental para a sobrevivência da espécie (VARELLA, 2009). Pedagogos e também o filósofo Jean Piaget (1979) afirmam que o ser humano aprende com imitação. Inclusive, Piaget considera a imitação pré-verbal uma das primeiras manifestações de inteligência.. Por essa qualidade humana percebemos e refletimos as pessoas e os ambientes em nossa volta. Antropólogos, como a Dra. Pilar Tetilla Manzano Borba, estudam e questionam o fato de as crianças crescerem cada vez mais afastados dos pais e passarem mais tempo em escolinhas e creches. Pilar afirma, em um dos seus artigos, que os três primeiros anos de vida é a fase mais intensa de imitação, a criança se torna uma esponja, absorvendo o ambiente e as atitudes das pessoas em sua volta.. Considerando isto e expondo o fato de que o aprender é constante, habilidades que são desenvolvidas ao decorrer da vida por convivência e experiência (tangíveis) podem ser perdidas aos poucos com cada influência externa contrária.. As influências contrárias podem ser, por exemplo, os cada vez mais comuns aparelhos eletrônicos (celulares, tablets, mp3 player, computadores portáteis, etc.) que permitem apenas um usuário, geralmente conectado a internet. E estes não são mais apenas brinquedos de “gente grande” e muitas crianças com menos de 10 anos de idade já possuem. celular e acessam a internet com frequência. Segundo uma pesquisa realizada pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), o celular é uma das tecnologias mais presentes no dia a dia das crianças de 5 a 9 anos. Cerca de 64% delas já usaram o aparelho e 14% têm telefone próprio. Os aparelhos são utilizados, principalmente, para jogar e ouvir música.. O videogame, se 12 utilizado em excesso, pode se tornar uma ameça também. Mike Fisher, diretor da Associação Britânica de Gerenciamento da Raiva (BAAM, sigla em inglês), afirma que muitos professores se queixam de alunos com falta de concentração, irritabilidade e dificuldades de interagir Fig. 4 - Aparelhos celulares com os colegas devido ao tempo dedicado aos jogos. Fisher explica que muitas vezes o passatempo começa de forma saudável, mas o aumento do número de horas em frente à tela e o distanciamento do convívio são sintomas relacionados a uma fuga de questões emocionais. “Em casos extremos, jovens não conseguem mais se identificar com sentimentos de compaixão, solidariedade e outros aspectos de convivência em grupo”, afirma a reportagem da BBC Brasil sobre o assunto.. Experiências podem ser perdidas também com o medo de sair de casa, das pessoas, do contato com o desconhecido. Não há como ter certeza da “boa índole” das pessoas. Como confiar em quem lhe sorri na.

(13) rua, sem motivo, como quem diz boa tarde? Apesar da sociabilidade, o ser humano tem, intrinsecamente, medo. E este tipo de medo do convívio se chama fobia social, de acordo com o Dr. Márcio Bernik, médico psiquiatra coordenador do Ambulatório de Transtornos de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo, é normal ter ansiedade social e sentir preocupação ao expor uma opinião, porém, algumas pessoas evitam esse desconforto de modo que prejudicam a qualidade de vida.. O medo que na pré-história era causado principalmente pelas forças da natureza (até então desconhecidas e que o deixava em uma situação de impotência em relação a uma força externa incontrolável e aparentemente sem explicação) foi substituído pelo medo do semelhante (ELIAS, 1950). Esta substituição tem como alguns exemplos claros ao decorrer da história como os senhores feudais, monarcas, governo, força policial, opressão política, ou seja, representantes das formas de imposição de regras/governo para se viver em determinado grupo da sociedade.. Desde os tempos antigos, o sentimento de coletividade esteve presente nas relações humanas. Seja nos banhos em conjunto em Roma ou na Idade Média em que o fervor religioso unia massas, o grupo era uma característica fortena convivência humana.. O século XX foi marcado pelo êxodo das cidades e o que, teoricamente, deveria levar ao maior convívio pelo grande número de pessoas em grandes centros urbanos, acabou por afastando-as ainda mais.. Com a ascensão do capitalismo e o fortalecimento desse sistema no neoliberalismo, a individualidade passa a ser cada vez mais estimulada. Na era pós-moderna, o hedonismo e o egocentrismo parecem reinar nas relações interpessoais (justificado também, pela queda dos valores que antes uniam massas como religião e família), projetos em que leva-se em conta o convívio e a estimulação das relações (sem nenhuma pretensão). 13. Fig. 5 - Emmanuel Oberhausen: The Roman Bath. parece não fazer sentido. Projetos como a UNILABOR, fábrica de móveis que funcionava com influências liberais, onde os funcionários opinavam sobre todas as etapas do produto final e que o bem-estar era perseguido, parecem utopia. A fábrica funcionou de 1954 a 1967, portanto a autogestão operária durou treze anos (CLARO, 2004).. As relações humanas sofreram uma grande mudança com o avanço da tecnologia. No último trimestre de 2010, uma pesquisa do IBOPE constatou que 73,9 milhões de pessoas têm acesso à internet no Brasil e isso corresponde a quase 40% da população. No mundo, o número de usuários da rede já passou de 1 bilhão..

(14) Em uma entrevista para o Seminário Fronteiras do Pe nsamento em parceria com o CPFL Cultura em 2011, Zygmunt Bauman – premiado sociólogo polonês – comentou sobre os novos tipos de relacionamento que o mundo virtual oferece hoje.. Bauman comenta a diferença de significado, por exemplo, que a palavra ‘amigo’ sofreu. Antes, amigo era relacionado a companheirismo e comprometimento (principalmente ligado a convivência). Agora, amigo pode ser alguém que está inserido em sua rede social, porém sem nunca tê-lo visto.. O tempo que se passa conectado a internet é cada vez maior Fig. 6 - Ilustração de Zygmunt Bauman e caminha, claramente, para conexão contínua. No universo virtual, as opções de informações são variadas e de fácil acesso. As escolhas podem parecer menos arriscadas, os romances mais passageiros e as brincadeiras mais seguras. Bombardeiam-se rasas notícias de acontecimentos trágicos e futilidades, em sua maior parte. O internauta seleciona seus interesses e contatos, criando seu universo de conforto, reforçando a idéia de egoísmo e se auto-segregrando.. Como ilustra o filme da Pixar, Wall-E (2009), parece que a humanidade caminha para viver em cápsulas individuais, comunicando-se apenas online (mesmo que o destinatário esteja do seu lado).. Os objetos necessários ao alcance das mãos, as escolhas na ponta dos dedos. A falta de convivência com o diferente e o não-exercício da aceitação do outro pode gerar preconceito.. As próximas gerações que irão nascer conectadas podem perder algumas das experiências importantes que agregam tanto conhecimento.. Levando em conta os aspectos citados, os lugares compartilhados (praças, parques, museus, centros culturais) poderiam ser mais convidativos a estadia por sua natureza de local de encontro e convívio. Porém, em grande parte dos projetos não foram levadas em consideração tais diretrizes causando um 14 desuso quase que intencional. Fig. 7 - Cena do filme Wall-E (Pixar). Há também, um grande descaso das praças o que acentua a fragmentação do espaço urbano e encolhimento do espaço público (Alex, 2008).. Prejudicando o exercício da cidadania, a má configuração da ambiência torna o ambiente sem sentido. É um espaço público sem propósitos coletivos..

(15) 3. Referências Projetuais. As referências projetuais citadas a seguir foram pensadas considerando o conceito da obra como um todo e não necessariamente uma referência direta de projeto de praça/parque ou espaço público.. Alguns conceitos estão explícitos na convivência, outros são mais sutis e são percebidos na idéia e na espacialidade usada como um elemento diferencial no projeto.. Foram levados em consideração, além de projetos arquitetônicos, obras de arte e espaços híbridos que pensados de um modo diferente, causam diferentes sensações em seus usuários. Em todos os espaços, a integração usuário-espaço é essencial.. FAU (USP). Projeto de Villanova Artigas para a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo concluído em 1969. Visto de longe, aparenta ser um grande bloco de concreto, porém ao se aproximar percebe-se a permeabilidade do edifício, a sustentação aquele grande bloco são múltiplas colunas estreitas que criam entradas diferentes. As divisórias 15 entre muitos ambientes são translúcidas, de modo em que o “dentro” e o “fora” se confundem. O grande vão no meio cria um ambiente para a efervescência estudantil, seja de protesto ou qualquer outro motivo que exija um grande encontro de pessoas.. Fig. 8 - FAU - USP. Fig. 9 - FAU-USP: protesto estudantil em 2011 (esquerda) e na década de 70 (direita).

(16) MASP. Projeto de Lina Bo Bardi para o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, mais conhecido como MASP teve seu projeto finalizado em 1968.. Foi pedido à Lina, que a vista fosse aberta a contemplação da paisagem paulistana. A arquiteta cria, então, o maior vão livre da América Latina que surge como uma cortina ou uma moldura. A peculiaridade deste, além de seus 74 metros de extensão, é que apesar de enorme se torna quase um ninho em meio à grandiosidade caótica da Avenida Paulista. O prédio abriga eventos como amostras de cinemas, feiras, exposições e shows.. E a diversidade não fica apenas para os eventos que ocorrem sob o Museu, as pessoas também são muito diferentes entre si. As atividades ali praticadas são variadas: pessoas lendo, visitando o museu, turistas descansando, ponto de encontro, obstáculo de skate, entre muitos. Não há uma identidade fixa do público que freqüenta o vão do MASP e isso o torna riquíssimo e um objeto interessante de estudo. Apesar de não ter sido projetado com esse propósito, o prédio abriga grandes concentrações de protestos que frequentemente começam ou terminam no vão do MASP.. Fig. 10: Desenho de Lina para o MASP. Fig. 11: Ilustração de Lina para o MASP. 16. Fig. 14: Lina desenhando. Fig. 12: MASP em construção. Fig. 13: MASP.

(17) SESC POMPÉIA. Outro projeto de Lina Bo Bardi, o SESC Pompéia, é um espaço onde ocorrem múltiplas atividades. É composto por vários prédios e de fato, alguns deles eram galpões de fábrica que a arquiteta preservou e propôs outras finalidades. Um detalhe interessante do SESC Pompéia é o grande número de possibilidades de compartilhamento, nas mesas compridas de refeições, nas mesas dos cursos, nas mesas redondas para leitura na biblioteca.. 17. . Fig. 15: SESC Pompéia. Fig. 16: oficina no SESC Pompéia. Fig. 17.18 e 19: Comedoria; Detalhe Arquitetônico e Comedoria.

(18) MARQUISE DO PARQUE IBIRAPUERA. Projeto de Oscar Niemeyer, a marquise do Parque Ibirapuera promove encontro de jovens de diferentes tribos, praticantes de esportes, danças, jogos, etc.. A marquise liga a Oca e o prédio onde acontecem as Bienais. Possui 600 metros de extensão e pode ser considerado um ambiente diferente dos museus e não apenas uma passagem que abriga do sol ou da chuva. É o público que frequenta a marquise que cria um significado de um espaço novo de acordo com suas atividades.. Fig. 20 e 21: Marquise do Parque do Ibirapuera. 18.

(19) OBRAS DE BURLE MARX. Premiado paisagista e reconhecido internacionalmente Burle Marx ajudou muito no desenvolvimento do paisagismo e valorização da flora nacional. Nas suas obras os elementos gráficos e inspirações modernistas ficam claros. Em sua maior parte, são praças e jardins.. Trabalhou ao lado de Lúcio Costa, Gregori Warchavchik e Oscar Niemeyer, entre suas obras estão o Aterro do Flamento (Rio de Janeiro RJ), Museu de Arte da Pampulha (Belo Horizonte - MG).. Fig. 22, 23, 24 e 25: Obras de Burle Marx. 19.

(20) OBRAS DE ROBERT SMITHSON. Cansado do espaço expositivo ocupado pelas obras de arte mais tradicionais, Smithson se cansa das paredes e começa a produzir obras externas, o chamado land-art. Utilizando muitas vezes apenas os materiais naturais e que estão próximos ao local da obra.. O artista brinca com a questão do espaço, chegando formar geologias artificiais. A obra é uma experiência que deve ser sentida/ percebida e isso pode ocorrer em diferentes lugares da obra, cada uma com uma perspectiva e uma sensação e portanto, uma obra diferente. O artista convida o expectador a sentir.. Fig. 26 e 27: Obras de Smithson. 20.

(21) “FORTY PARTY” DE JANET CARDIFF. “Forty Party” brinca com a espacialidade do som. Cada caixa reproduz um detalhe de uma ópera e quando se ocupa espaços diferentes, o resultado também se difere. Obra atualmente exposta no Instituto Inhotim. 21. Fig. 29: “Forty Party” no Instituto Inhotim.

(22) 6. Projeto Sobre o Local 6.1.1 Sobre o Local - Avenida Paulista, 1.230. Projetado pelos italianos Giulio Saltini e Luigi Mancini, a antiga mansão da família Matarazzo foi construída em 1896 e era localizada na esquina da Avenida Paulista com a Rua Pamplona.. A construção, luxuosa e com amplo jardim, foi residência da Família Matarazzo até a década de 70, quando as indústrias da família entraram em crise.. Em 1989, a prefeita de São Paulo, Luíza Erundina, demonstrou interesse em transformar a casa no Museu do Trabalhador. Pelo tamanho da propriedade, amplas salas, fácil acesso a região e relação histórica da família com o desenvolvimento econômico de São Paulo, era uma idéia com grande potencial de se tornar realidade. A casa estava vazia na época, mas seus herdeiros demostraram interesse em vender a propriedade à compradores particulares e não a Prefeitura, já que é uma região nobre e um dos mais altos valores por metro quadrado do Brasil. Então, a família tentou implodir a casa antes que fosse tomada qualquer decisão da Prefeitura. Neste período, o pedido de tombamento da casa já estava em andamento há mais de 10 anos, mas sem nenhuma decisão concreta. A implosão não teve sucesso.. Em 1990, o CONRESP - órgão do patrimônio histórico da prefeitura - decide o tombamento do imóvel, porém em 1994, a família consegue o destombamento do mesmo.. Em 1996, durante o governo de Paulo Maluf, o prédio desabou e o laudo do Instituto de Criminalística constatou que as colunas de sustentação foram fragilizadas.. Já que não havia como salvar o patrimônio e a Prefeitura não se interessou em tentar preservar o que restou e o terreno foi vendido e virou um estacionamento durante um pouco mais de seis anos.. Em 2007, o terreno foi vendido para Cyrela e Camargo Corrêa por R$ 125 milhões. No local, será construído (atualmente, o projeto já foi aprovado pela Companhia de Engenharia de Tráfico e pela Prefeitura de São Paulo) uma “Mega Torre” que comportará um shopping nos andares 22 próximos ao térreo, prédio comercial sobre o shopping e estacionamento subterrâneo de 7 andares.. No dia 6 de maio de 2010, entrou em vigor a lei n° 15.150 no município de São Paulo que delimita uma nova regra para concessão de alvarás para grandes empreendimentos. A lei prevê que a construtora deve prestar serviços e obras para minimizar o impacto no sistema viário dos arredores do novo empreendimento.. A estimativa da própria C.E.T. é que o projeto atraia aproximadamente 1.090 carros por hora. O trânsito da região será prejudicado e soluções pouco realistas foram tomadas para prever o futuro trânsito de carros. A Prefeitura exigiu que a construtora alargasse um trecho da Rua Pamplona, colocasse placas para sinalização; conjunto de semáforos, botoeiras, e laços detectores de veículos para operações inteligentes; iluminação e guia rebaixada para faixa de pedestre e câmeras de vigilância..

(23) 23. Fig. 30: Avenida Paulista em 1907. Fig. 32: Em 1990, o CONRESP decide pelo tombamento da mansão. Fig. 31: Em 1988, caminhões retiram estátuas do jardim da mansão. Fig. 33: Tentativa de implosão em 1989..

(24) 24. Fig. 34: Ruínas em 1996. Fig. 35: Ruínas em 1996.

(25) 6. Projeto Sobre o Local 6.1.2 Mansão Matarazzo, Estacionamento, Empreendimento Imobiliário. Ícone histórico, a mansão representava a ascensão da indústria e do comércio paulista. Apesar de não possuir uma estética arquitetônica excepcional, o valor histórico e a memória da cidade é que deveriam ter sido avaliados para a transformação da propriedade em patrimônio público.. Por descaso e interesses de empresas, o patrimônio se tornou um estacionamento e o empreendimento mobiliário que vai trazer mais do mesmo para a Avenida Paulista e seus frequentadores.. Será o terceiro shopping, que atrairá mais carros (já que a oferta de vagas no estacionamento é grande) e consequentemente, mais trânsito ara a cidade.. 25. Fig. 36: Corte do projeto que será construído.

(26) 26. Fig. 37 e 38: Perspectivas em 3D da “Mega Torre”.

(27) Av. Paulista. 6.2 Distribuição do Espaço café/lanchonete. Galpão - Desenvolvimento de Projetos Especiais. Porto Seguro Use Bike. 27. Palco. Biblioteca/ Àrea de leitura. Escultura. Pista de Skate. Playground. Academia da Terceira Idade. Rua São Carlos do Pinhal. Rua Pamplona. Com tudo que foi colocado, a premissa do ambiente foi criar motivos para a estadia ou para a locomoção até o espaço.. São cerca de 13 mil metros quadrados e pela área ser grande, o primeiro passo foi dividir em quatro partes para melhorar o foco do desenvolvimento dos ambientes.. Aspectos que o projeto busca alcançar:. - Proporcionar cultura de fácil acesso a população. - Incentivar o uso de outros meios de transporte fora o automóvel. - Proporcionar uma área menos estressante, um suspiro fora do caos da Avenida Paulista.. O ambiente foi dividido como na imagem ao lado e os principais elementos escolhidos para compor, além de elementos fundamentais como iluminação e vegetação, foram:. - Biblioteca. - Espaço para leitura. - Palco. - Lanchonete. - Pista de Skate. - Academia da Terceira Idade. - Playground Infantil.

(28) 6. Projeto 6.2 Distribuição do Espaço. 28.

(29) 6. Projeto 6.2.1 Biblioteca Geraldo de Barros. Sugestiona-se que a biblioteca tenha seu acervo focado em design, arquitetura e arte.. Com ricas livrarias na região da Avenida Paulista (Livraria Cultura, Fnac, Martins Fontes, etc), temos fácil acesso a compra de livros mas não há locais apropiados para leitura e estudo desses. A biblioteca oferece o empréstimo de livros e espaço para leitura com iluminação adequada dentro e fora do prédio.. No térreo, em frente a porta de entrada, encontramos um conjunto de mesas e bancos sob um teto com iluminação que oferece proteção da chuva e do sol forte. No segundo pavimento, temos um espaço de leitura mais livre, onde o usuário pode apreciar a vista privilegiada.. O mobiliário utilizado no térreo é inspirada na obra do designer Geraldo de Barros, sendo a mesa desenvolvida para este projeto e o banco sendo do próprio Geraldo de Barros.. Na lateral da biblioteca, encontra-se um bicicletário com capacidade para até 50 bicicletas.. 29.

(30) 30. Lateral da biblioteca, vista da Rua São Carlos do Pinhal..

(31) 31. Perspectiva da biblioteca, sobre a área coberta, há um jardim elevado com bancos..

(32) 32.

(33) 33. No hall da biblioteca, um conjunto de mesas e bancos para leitura e estudo..

(34) 34. Na outra lateral, há um bicicletário com capacidade para 50 bicicletas..

(35) 6. Projeto 6.2.2 Palco. O palco foi pensado para abrigar apresentações ao ar livre como concertos, peças de teatro, eventos e palestras.. Há uma área para a platéia de cerca de 2 mil metros quadrados, ou seja, é um espaço para eventos de pequenas ou médias proporções.. Sua forma foi inspirada no palco existente no Crystal Palace Park em Londres e muitos músicos consagrados como Elton John, Eric Clapton, Joe Cocker e Pink Floyd já tocaram neste palco ao ar livre.. 35. Fig. 39 e 40: Palco do Crystal Palace em Londres.

(36) 36. Visão frontal do palco..

(37) 37. Visão lateral do palco que teria depósito para guardar equipamentos..

(38) 38.

(39) 6. Projeto 6.2.3 Lanchonete Z. A lanchonete foi pensada como uma alternativa para a alimentação de quem pretende ficar por horas na praça.. Algumas formas que compõem este ambiente foram inspiradas no designer brasileiro Zanine de Caldas. Utilizando compensado naval nos móveis, no balcão e até como puxadores de portas são detalhes que nos remetem as peças de Zanine.. 39.

(40) 40. Perspectiva, lateral a Avenida Paulista..

(41) 41. No caixa, a altura da bancada é menor para atender a todos..

(42) 42. Mesas e cadeiras feitas em compensado e dobráveis, de modo que à noite a lanchonete possa guardar estes equipamentos. Há uma porta grande para entrada de funcionários e mercadoria..

(43) 43. Nos fundos da lanchonete, encontram-se os sanitários..

(44) 44. Painel de Referência: Móveis de Zanine de Caldas Fig. 41,42,43,44,45 e 46.

(45) 6. Projeto 6.2.4 Escultura Interativa. A escultura foi pensada como um modo mais livre da ocupação do espaço. O usuário escolhe se prefere apoiar as costas enquanto senta no chão, se senta sob a escultura, deita ou apóia os pés.. De maneira casual, o usuário traz sentido e utilidade a escultura pois sem ele, ela se torna apenas estética. Esta obra foi inspirada em módulos criados pelo escritório catalão Ábalos & Herreros que desenvolveram o Xurrent System em Barcelona. O Xurrent System é formado por quatro módulos que foram posicionados pela cidade,alguns direcionam o usuário a alguma ação enquanto outros módulos têm interpretação mais livre.. Seria interessante houvesse iluminação no chão para que a escultura também fosse útil durante a noite. A iluminação surgiria como uma fogueira artificial, iluminando o espaço de baixo para cima e sugerindo encontros noturnos.. 45.

(46) 46. Vista aérea..

(47) 47.

(48) 48. Fig. 47,48,49 e 50: O Xurrent System espalhado por Barcelona.

(49) 6. Projeto 6.2.4 Pista de Skate. Devido ao “grande número de reclamações” de moradores da região da Paulista, o vereador Adolfo Quintas criou uma votação para proibir o skate sobre as calçadas. A iniciativa criada em agosto de 2010 e aprovada na primeira votação, aplicaria multas aos praticantes. Em nenhum momento o vereador ofereceu em seu projeto alternativas de locais para a prática do esporte. Menos de 48 horas depois da primeira votação, o próprio vereador arquivou o projeto e alegou que “foi um engano”. Esta ação, foi similar a lei 25871 criada em 06/05/1988 em que o prefeito de Sâo Paulo, Jãnio Quadros proibiu a prática de skate, bicicleta e patinete em parques e praças, logo depois em calçadas também.. Mesmo com nenhuma dessas leis estando em vigor, não há como negar que o número de esportistas é grande e portanto, precisam de local adequado.. A pista não foi pensada como um circuito profissional e sim para skatistas amadores ou iniciantes. A pista oferece uma “folga” ao seu redor, justamente para não atrapalhar cidadãos que estiverem praticando outras atividades.. 49.

(50) 50.

(51) 6. Projeto 6.2.5 Galpão para Exibições e Eventos. O galpão em uma das suas possibilidades, tem a intenção de reunir empresas e designers para um brainstorming coletivo, ou crítica de um novo produto.. Outra possibilidade é a de espaço de exposição e palestras.. Seria bom que empresas apoiassem essa iniciativa para melhorar a conservação dos ambientes e trazer investimentos ao espaço.. 51.

(52) 52.

(53) 6. Projeto 6.2.6 Use Bike - Porto Seguro. Outra iniciativa privada que seria interessante ser colocada no projeto é o “Use Bike” da Porto Seguro que tem como propósito o empréstimo de bicicletas.. Desde 2007, o Use Bike é fácimente encontrado nas estações de metrô de São Paulo e esta seria a primeira unidade fora das estações.. 53.

(54) 54.

(55) 6. Projeto 6.2.6 Playground e Academia da Terceira Idade. Moradores da região seriam beneficiados com equipamentos de ginástica e playground para crianças.. A “Academia da Tereira Idade” é o nome de uma iniciativa da Prefeitura de São Paulo que desde 2009, está instalando em praças e parques, equipamentos para a prática de exercício físico focando no público da terceira idade. Usuários dizem gostar dos equipamentos porque são de baixo impacto e não provocam dores no corpo devido ao exercício.. Os equipamentos são simples, de funcionamento mecânico e fixados ao chão.. A inciativa da prefeitura teve referência em equipamentos chineses que foram instalados em muitas praças de Pequim, pouco antes das Olimpíadas de 2008.. O playground poderia ter formas e cores lúdicas, para estimular as crianças. O material utilizado para a fabricação deste seria madeira e aço. . A faixa etária seria de 03 a 10 anos de idade.As formas poderiam ser inspiradas no designer Sérgio Rodrigues que brinca com formas robustas e elementos vazadas redondos.. 55. Fig. 51.

(56) 56.

(57) 57.

(58) 58.

(59) 59.

(60) 6. Projeto 6.3 Mesa Geraldo. A mesa utilizada na biblioteca foi inspirada na obra do designer e desenvolvida para um ambiente de leitura em conjunto.. As premissas da mesa são:. - Durabilidade. - Fácil manutenção. - Fácil limpeza. - Superfície sem rugosidades para desenhar e escrever. 60.

(61) 6. Projeto 6.3.1 Referências. 61. Fig. 52, 53, 54 e 55.

(62) 6. Projeto 6.3.3 Desenho Final. 62. Materiais utilizados: aço 1020 para estrutura, madeira laminda compensada para o tampo, revestida com Fórmica. madeira maciça com acabamento em Polisten..

(63) 63.

(64) 64.

(65) 6. Projeto 250. 6.3.4 Desenho Técnico. • • • • • • • • •• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •. 75. 72. 3. 120. 65. 20. 2.5. 75. 2.5. 20. 35. 2.5. 175. 2.5. 35.

(66) 6. Projeto. • • • • • • • • •• • • • • • • • • • • • • • • • • • •. 1.5. 7.5 1.5 27 54 27. 15 2. 9. 2.5. 2.5. 2.4. 37.5. 37.5. 10. 2.5. 86.2. 2.5. 86.2. 2.5 1.5. 2.5. 75. 1.5. 2.5. 66.

(67) 6. Projeto 6.3.5 Render. 67.

(68) 6. Projeto 6.3.4 Mock Up. O mock up nesse projeto tem como objetivo buscar os aspectos estéticos semelhantes aos materiais que seriam utilizados no produto final.. A escala adotada é 1:5.. Os materiais utilizados foram: tubo de cobre 5 mm Ø, tubo de cobre 3 mm Ø, MDF BP revestido em uma face de 6 mm, fita de bordo, catuaba maciça, cola instantânea e tinta em spray.. Os fornecedores dos materias são:. - Marcenaria São Paulo. Rua do Lavapés, 508 – Cambuci. De segunda a sexta das 07h15min às 17h15min. - Papelaria Universitária Rua Maria Antônia, 263 – Consolação De segunda a sexta das 07h às 22h Sábado das 8h às 18h. - Central dos Metais Rua do Lavapés, 598 Segunda a sexta das 8h às 18h. - Casa da Bóia Rua Florêncio de Abreu, 123 Segunda a sexta das 9h às 17h. As peças em cobre que foram levadas a um ourives para serem soldadas, já que a solda de estanho (solda comum) não fixa esse tipo de material.. O MDF foi comprado com a espessura certa e revestido em uma das faces com laminado de baixa pressão branco, só restando o corte e o 68 acabamento nas laterais para tornar o tampo pronto..

(69) 6. Projeto 6.3.4 Mock Up - Desenvolvimento. 69.

(70) 6.3.4 Mock Up - Base Pronta. 70.

(71) 6.3.4 Mock Up - Finalizado. 71.

(72) 5. Criação da Marca e Identidade do Projeto 7.1 Referências. 7.2 Marca desenvolvida. 72. Fig. 56, 57, 58, 59, 60, 61 e 62. Fontes sem serifa, elementos gráficos, diagramação justificada, simplicidade e cores contrastantes..

(73) 6. Conclusão. Os resultados obtidos com este projeto foram satisfatórios. Fica claro que para desenvolver um espaço dessa complexidade e com ambientes tão distindos, é necessário a contratação de vários profissionais especializados.. Uma das principais questões abordadas não é apenas o projeto em si mas o modo de pensar o espaço compartilhado. O contraste entre o projeto (até de modo utópico) e o que de fato será construído é enorme. . Enquanto um propõe o comércio e a utilização de carros, outro promove eventos ao ar livre e a locomoção por bicicleta, skate, ou transporte coletivo.. O público que possivelmente frequentaria o projeto Intersecções seria muito distinto entre si, pelas várias formas de atividade que são oferecidas. Os horários em que o pico de atividades exercidas em cada ambiente também seriam diferentes. O playground e a academia seriam utilizados durante a manhã e a tarde, a pista de skate atrairia muitos esportistas durante a noite. O palco poderia ser utilizado esporadicamente, com horários marcados já o galpão e a biblioteca funcionariam em horário comercial.. Em relação ao projeto do mobiliário, a simplicidade formal e técnicas comuns de fabricação levariam a produção de baixo custo, acessível como um mobiliário público. A manutenção e a troca de ítens danificados se torna fácil pelo modo que foi pensada. O tampo (a área de mais contato com o usuário) pode ser trocado sem prejudicar a base que pode ser reutilizada.. 73.

(74) 7. Lista de Figuras Fig. 1 - Homem sentado na Praça D. José Gaspar disponível em <http:// farias.files.wordpress.com/2007/02/banco-anti-mendigos.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 2 - Banco da Praça Júlio Prestes foto por Giovanna C. Cianelli Fig. 3 - Celulares disponível em <http://www3.allaroundphilly.com/blogs/ pottstown/balancingthebooks/uploaded_images/CELL-PHONES-749163. jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 4 - pintura de Emmanuel Uberthasen, The Roman Bath disponível em <http://www.passionforpaintings.com/art-gallery/emmanuel-oberhausen-painter/the-roman-bath-oil-painting-reproduction >. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 5 - Ilustração de Przekrój, disponível em <http://www.patrykmogilnicki. com/files/gimgs/17_zygmunt-bauman5.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 6 - disponível em <http://3.bp.blogspot.com/-7cO25nLRBz0/TfsUozdgBNI/AAAAAAAAAtA/IuCNsMpQ_Pw/s1600/WALL-E-humans_320. jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 7 - disponível em <http://www.lsi.usp.br/~artigas/home/images/fauin. jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 8 - disponível em http://29.media.tumblr.com/tumblr_luvajfjvxY1qbbbngo1_500.jpg . Acesso em 28 nov. de 2011.. Fig. 9 - disponível em <http://26.media.tumblr.com/tumblr_lsvhrgN7IH1r27u7co2_500.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig.10 - disponível em <http://4.bp.blogspot.com/_Rp-fr6ytzoc/STPU5mhEbwI/AAAAAAAAAYg/oGAYuUNGEg4/s400/masp.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig.11 - disponível em < http://1.bp.blogspot.com/_Vls_TFmgkFg/Swr3YA4AHHI/AAAAAAAAAHo/uD0ObVJuKGs/s1600/croqui+do+masp.jpg >. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig.12 - disponível em < http://teoriacritica13ufu.files.wordpress. com/2010/12/croqui-masp1.jpg >. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 13 -disponível em < http://www.lmc.ep.usp.br/people/hlinde/pef-2200/ maspcons.jpg >. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig.14 - disponível em <http://www.vivercidades.org.br/publique_222/web/ media/altaneiras_Lina.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 15- disponível em <http://www.div-som.com.br/images/jpg/destaques/ sesc_chopperia_2.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 16- disponível em <http://media.timeout.com.br/contentFiles/image/saopaulo/01_AROUND_TOWN/venues/cultural_centres/sesc_pompeia_interior_pi.jpg>. Acesso em 28 nov. de de 2011. Fig. 17 - disponível em <http://www.flickr.com/photos/47333265@N00/>. Acesso em 28 nov. de 2011. 74.

(75) Fig. 18 - disponível em <http://media.dwell.com/images/643*437/LINA-bobardi-SESC-Pompeia-complex.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 28 - disponível em <http://www.tate.org.uk/liverpool/exhibitions/janetcardiff/cardiff_40partmotet.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011.. Fig.19 - disponível em <http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2009/10/marquise_ibirapuera-1.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011.. Fig. 29 - disponível em <http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/994-mansao-matarazzo-um-seculo-de-historia>. Acesso em 28 nov. de 2011.. Fig.20 - disponível em <http://2.bp.blogspot.com/_V8-kMGe02ZE/ SQhMMBt_k6I/AAAAAAAAAxs/WOSKoRDzkZY/s400/Marquise.JPG>. Acesso em 28 nov. de 2011.. Fig. 30 - disponível em <http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/994-mansao-matarazzo-um-seculo-de-historia>. Acesso em 28 nov. de 2011.. Fig. 21 - disponível em <http://www.urbanamente.net/blog/mngt/wp-content/uploads/2010/09/projeto_aterro_do_flamengo_RJ_por_burle_marx. jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 22 - disponível em <http://sp0.fotolog.com/photo/32/29/59/fabionobre/1234715208187_f.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 23 - disponível em <http://sp0.fotolog.com/photo/32/29/59/fabionobre/1234715208187_f.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 24 - disponível em <http://25.media.tumblr.com/tumblr_lsvhnlPYwB1r27u7co1_400.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 25 - disponível em <http://www.arquitetonico.ufsc.br/wp-content/uploads/Emmen_Smithson_Broken_Circle.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 26 - disponível em <http://www.starfetch.com/keywords/Robert_Smithson/Robert_Smithson_1.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 27 - disponível em <http://www.starfetch.com/keywords/Robert_Smithson/Robert_Smithson_1.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011.. Fig. 31 - disponível em <http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/994-mansao-matarazzo-um-seculo-de-historia>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 32 - disponível em <http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/994-mansao-matarazzo-um-seculo-de-historia>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 33 - disponível em <http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/994-mansao-matarazzo-um-seculo-de-historia>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 34 - disponível em <http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/994-mansao-matarazzo-um-seculo-de-historia>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 35 - disponível em <http://www.aflaloegasperini.com.br/sites/default/ files/projetos/imagens/sshot_2011-09-30_at_14.27.11.png>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 36 - disponível em <http://i.imgur.com/omsU6.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 37 - disponível em <http://www.aflaloegasperini.com.br/sites/default/ files/projetos/imagens/sshot_2011-09-30_at_14.27.11.png>. Acesso em 28 nov. de 2011.. 75.

(76) Fig. 38 - disponível em <http://www.silvianayla.com/wp-content/uploads/2010/09/CX4615.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 39 - disponível em <http://www.thomazsaavedra.com.br/novo/img_produtos/7476007_big.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011.. Fig. 48 - disponível em < http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1009855-5605,00-PARQUES+DE+SP+TEM+APARELHOS+DE+GINASTICA+QUE+SIMULAM+ESQUI+CAVALGADA+E+SURF. html >. Acesso em 28 nov. de 2011.. Fig. 40 - disponível em <http://lojateo.com.br/imagens/produtos/img_44. JPG>. Acesso em 28 nov. de 2011.. Fig. 49 - disponível em <http://4.bp.blogspot.com/_xlY7IPCpbfI/SgzTJm1T2KI/AAAAAAAAAgE/Ku4hBmbwFn8/s400/geraldo.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011.. Fig. 41 - disponível em <http://www.reformafacil.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Dpot.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011.. Fig. 50 - disponível em <http://www.escritoriodearte.com/leilao/2010/maio/ JPEG/7099.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011.. Fig. 42 - disponível em <http://www.saberdesign.com.br/images/img3/clip_ image026_0007.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011.. Fig. 51 - disponível em <http://c.imguol.com/casaeimoveis/2010/09/27/degeraldo-de-barros-a-escrivaninha-unilabor-criada-em-1950-e-de-ferro-emadeira-1285624079132_560x400.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011.. Fig. 43 - disponível em <http://www.saberdesign.com.br/images/img3/clip_ image044_0001.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011. Fig. 44 - imagem retirada do livro <MINGUET, Josep Maria.Arquitectura Del Paisaje: Mobiliario Urbano. Barcelona: Monsa, 2007>. Fig. 52 - disponível em <http://www.legadoarte.com.br/media/Arquivo/poltrona_Unilabor_Geraldo_de_Barros_Legado_Arte_front.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011.. Fig. 45 - disponível em < MINGUET, Josep Maria.Arquitectura Del Paisaje: Mobiliario Urbano. Barcelona: Monsa, 2007 >.. Fig. 53 - disponível em <http://www.legadoarte.com.br/media/Arquivo/estante_Unilabor_Geraldo_de_Barros_Legado_Arte_front.jpg>. Acesso em 28 nov. de 2011.. Fig. 46 - disponível em < MINGUET, Josep Maria.Arquitectura Del Paisaje: Mobiliario Urbano. Barcelona: Monsa, 2007 >.. Fig. 54 - disponível em <http://www.giovannacianelli.tumblr.com>. Acesso em 28 nov. de 2011.. Fig. 47 - disponível em < MINGUET, Josep Maria.Arquitectura Del Paisaje: Mobiliario Urbano. Barcelona: Monsa, 2007 >.. Fig. 55 - disponível em <http://www.giovannacianelli.tumblr.com>. Acesso em 28 nov. de 2011.. 76.

(77) Fig. 56 - disponível nov. de 2011. Fig. 57 - disponível nov. de 2011. Fig. 58 - disponível nov. de 2011. Fig. 59 - disponível nov. de 2011. Fig. 60 - disponível nov. de 2011.. em <http://www.giovannacianelli.tumblr.com>. Acesso em 28 em <http://www.giovannacianelli.tumblr.com>. Acesso em 28 em <http://www.giovannacianelli.tumblr.com>. Acesso em 28 em <http://www.giovannacianelli.tumblr.com>. Acesso em 28 em <http://www.giovannacianelli.tumblr.com>. Acesso em 28. 77.

(78) 8. Bibliografia ARNHEIM, Rudolf. Arte e Percepção Visual: uma psicologia da visão criadora. Rudolf Arnheim; tradIvonne Terezinha de Faria. São Paulo: Pioneira Thomson Learing, 2002.. GORDINHO, Margarida Cintra. Patrimônioda Metrópole Paulistana / textos Margarida Cintra Gordinho; edição fotográfica IatáCannabrava. São Paulo: Editora Terceiro Nome, 2010.. BARROS, Geraldo de. Fotoformas de Geraldo de Barros , 1923-1998. São Paulo: Senac, 2005. OKAMOTO, Jun. Percepção Ambiental e Comportamento: Visão holística da percepção ambiental na arquitetura e na comunicação. São Paulo: Editora Mackenzie, 2002.. BAUMAN, Zygmunt. A Confiança e o Medo na cidade/ ZygmuntBauman; trad. Eliana Aguiar. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2009. CALIL, Carlos Augusto, Org. Memória Paulistana. 2 ed. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2011. CLARO, Mauro. Unilabor: Desenho Industrial, Arte Moderna e Autogestão Operária / Mauro Claro. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2004. COUTO, Ronaldo Costa. Matarazzo: A Travessia. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2004. COUTO, Ronaldo Costa. Matarazzo: Colosso Brasileiro. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2004. FERNANDES, Roosevelt S (org.). Uso da Percepção Ambiental como Instrumento de Gestão em Aplicações Ligadas às Áreas Educacional, Social e Ambiental. Disponível em :<http://www.redeceas.esalq.usp.br/noticias/Percepcao_Ambiental.pdf> FERRARA, Lucrécia D’Alessio, Org. Espaços Comunicantes./ Orgaznização de Lucrécia D’Alessio Ferrara - São Paulo: Annablume, Grupo ESPACC, 2007.. PIAGET, Jean. A formação do símbolo na criança: imitação, jogo e sonho, Figura e representação; trad. de Álvaro Cabral e Christiano Monteiro 78 Oitica. 2ª ed. RIo de Janeiro. Zahar. Brasília, INL, 1979. 370p. RIBEIRO, Maurício Andrés. Uma Cidade se Forma; ilustração de Claudio Martins. 2ª ed. São Paulo. Projeto, 1985. 72 p. ROBBA, Fabio. Praças Brasileiras = Public Squares in Brazil/ Fabio Robba e Silvio Soares MAcedo- 2ª ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2003. Vigotski, Lev Semenovich, 1896-1934. Linguagem, desenvolvimento e Aprendizagem/ L. S. Vigotski, Alexander Romanovish Lecria, Alex N. Leontieo; trad. Maria da Penha Villalobos - São Paulo: Ícone, 2001. Vigotski, Lev Semenovich, 1896-1934. O desenvolvimento psicológico na infância/ L. S. Vigotski; trad. Claudia Berliner - São Paulo: Martins Fontes, 1998..

(79) Secretaria Municipal da Cultura. Disponível em: <http://www.prefeitura. sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/imprensa/index.php?p=4397>. Acesso em 12/06/2012.. Como nos tornamos humanos?. Disponível em: <http://www.acalantojardiminfancia.com.br/artigos/textos/como-nos-tornamos-humanos/>. Acesso em 12/06/2012.. Folha de São Paulo. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/800602-mega-torre-vai-jogar-mil-carros-na-avenida-paulista-em-horado-rush-em-sp.shtml>. Acesso em 12/06/2012.. Norbert Elias e a Teoria da Sociologia. Disponível em: <http://educacao. uol.com.br/sociologia/norbert-elias-teoria-sociologica.jhtm>. Acesso em 12/06/2012.. Folha de São Paulo. Disponível em: <http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/994-mansao-matarazzo-um-seculo-de-historia>. Acesso em 12/06/2012.. Norbert Elias e o Auto-Controle. Disponível em: <http://educacao.uol.com. br/sociologia/norbert-elias-autocontrole.jhtm>. Acesso em 12/06/2012.. O Insólito Destino da Mansão dos Matarazzo. Disponível em: <http://www. paulista900.com.br/?p=1774>. Acesso em 12/06/2012. O Estado De São Paulo. Disponível em: <http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,em-troca-de-megatorre-pamplona-sera-alargada,714029,0. htm>. Acesso em 12/06/2012. Torre Matarazzo. Disponível em: <http://www.skyscrapercity.com/archive/ index.php/t-1268869.html>. Acesso em 12/06/2012. BBC Brasil. Disponível em: <http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/02/120222_sao_paulo_shopping_main_mm.shtml>. Acesso em 12/06/2012. Avenida Paulista (Luiz Gê). Disponível em: <http://blog.meiapalavra.com. br/2012/03/29/avenida-paulista-luiz-ge/>. Acesso em 12/06/2012. Seu filho quer um celular?. Disponível em: <http://gazetaonline.globo.com/_ conteudo/2011/08/a_gazeta/indice/vida/948920-seu-filho-quer-um-celularsaiba-a-idade-certa-para-ele-ficar-ligado.html>. Acesso em 12/06/2012.. 79.

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Referências

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