3ª Parte
OBRIGAÇÕES COMUNS AOS
EMPRESÁRIOS
a) Registrar-se na Junta Comercial
b) Manter escrituração regular de seus negócios
c) Levantar demonstrações contábeis periódicas
REGISTRO EMPRESARIAL
REGISTRO EMPRESARIAL
REGISTRO EMPRESARIAL
REGISTRO EMPRESARIAL
Evolução no Brasil
Código Comercial de 1850:
Função Jurisdicional
“Tribunais de Comércio”
( até 1875)
Função Administrativa
Função Administrativa
(Juntas Comerciais
)
Atual base legal:
Código Civil, Lei n. 8.934/94 e Dec. n. 1.800/96
Nova denominação do Registro Público:
“Registro de empresas mercantis e atividades afins”
CONTINUAÇÃO:
CONTINUAÇÃO:
CONTINUAÇÃO:
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EVOLUÇÃO LEGAL DO REGISTRO
EVOLUÇÃO LEGAL DO REGISTRO
EVOLUÇÃO LEGAL DO REGISTRO
EVOLUÇÃO LEGAL DO REGISTRO
Inovação da Lei n. 8.934/94: ampliou o âmbito do
registro nas Juntas Comerciais
até 1994 – admitia apenas o registro de S/As, comerciantes
(empresários individuais) e Sociedades (e sociedades
empresárias ) voltadas à exploração da atividade mercantil
(Teoria dos Atos de Comércio)
de 1994 a 2002 – com a edição dessa nova lei de registros
qualquer
sociedade
com
finalidade
econômica
independente de seu objetivo poderia requerer o registro
na Junta Comercial
CONTINUAÇÃO:
CONTINUAÇÃO:
CONTINUAÇÃO:
CONTINUAÇÃO:
EVOLUÇÃO LEGAL DO REGISTRO
EVOLUÇÃO LEGAL DO REGISTRO
EVOLUÇÃO LEGAL DO REGISTRO
EVOLUÇÃO LEGAL DO REGISTRO
Novo Código Civil de 2002: impôs nova restrição no âmbito
do registro a partir de 2003
Conceito de empresário do art. 966 e restrições de seu
parágrafo único
Facultou o registro mercantil do empresário rural (arts. 970, 971 e
984 do C.C.) e dos microempresários e empresários de pequeno 984 do C.C.) e dos microempresários e empresários de pequeno porte (art. 970, art. 1179, § 2o do C.C. - arts. 170 e 179 da CF/88 e art. 3o da LC 123/2006)
OBS: Lei n. 5.764/71 sobre cooperativas – embora as cooperativas sejam sociedades simples e não empresárias para o Novo Código (art. 982, par. único), ainda assim, estas devem ser registradas na Junta Comercial (art. 18 da referida lei especial sobre o tema)
MICROEMPRESÁRIO E EMPRESÁRIO DE PEQUENO
MICROEMPRESÁRIO E EMPRESÁRIO DE PEQUENO
MICROEMPRESÁRIO E EMPRESÁRIO DE PEQUENO
MICROEMPRESÁRIO E EMPRESÁRIO DE PEQUENO
PORTE NA LC 123/06
PORTE NA LC 123/06
PORTE NA LC 123/06
PORTE NA LC 123/06
“Art. 3o Para os efeitos desta Lei Complementar, consideram-se
microempresas ou empresas de pequeno porte a sociedade empresária, a sociedade simples e o empresário a que se refere o art. 966 da Lei no
10.406, de 10 de janeiro de 2002, devidamente registrados no Registro de Empresas Mercantis ou no Registro Civil de Pessoas Jurídicas, conforme o caso, desde que:
I – no caso das microempresas, o empresário, a pessoa jurídica, ou a ela equiparada, aufira, em cada ano-calendário, receita bruta igual ou inferior a R$ 240.000,00 (duzentos e quarenta mil reais);
II – no caso das empresas de pequeno porte, o empresário, a pessoa
jurídica, ou a ela equiparada, aufira, em cada ano-calendário, receita bruta superior a R$ 240.000,00 (duzentos e quarenta mil reais) e igual ou
inferior a R$ 2.400.000,00 (dois milhões e quatrocentos mil reais).” OBS: há outros critérios de exclusão §4º desse artigo!
MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL NA LC 123/06
MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL NA LC 123/06
MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL NA LC 123/06
MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL NA LC 123/06
“Art. 18-A. O Microempreendedor Individual - MEI poderá optar pelorecolhimento dos impostos e contribuições abrangidos pelo Simples Nacional em valores fixos mensais, independentemente da receita bruta por ele
auferida no mês, na forma prevista neste artigo. (produção de efeitos: 1o de julho de 2009)
§ 1o Para os efeitos desta Lei, considera-se MEI o empresário individual a que se refere o art. 966 da Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002 - Código Civil, que tenha auferido receita bruta, no ano-calendário anterior, de até R$
que tenha auferido receita bruta, no ano-calendário anterior, de até R$
36.000,00 (trinta e seis mil reais), optante pelo Simples Nacional e que não esteja impedido de optar pela sistemática prevista neste artigo. (produção de efeitos: 1o de julho de 2009)”
Do Nome Empresarial
“Art. 72. As microempresas e as empresas de pequeno porte, nos termos da legislação civil, acrescentarão à sua firma ou denominação as expressões “Microempresa” ou “Empresa de Pequeno Porte”, ou suas respectivas abreviações, “ME” ou “EPP”, conforme o caso, sendo facultativa a inclusão do objeto da sociedade.”
ÓRGÃOS DE REGISTRO
ÓRGÃOS DE REGISTRO
ÓRGÃOS DE REGISTRO
ÓRGÃOS DE REGISTRO
Departamento Nacional do Registro do Comércio – DNRC
(
www.dnrc.gov.br
)
Órgão federal ligado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria
e Comércio Exterior
Competência:
normatização, disciplina, supervisão, fiscalização do registro no normatização, disciplina, supervisão, fiscalização do registro no
plano técnico (art. 4o da Lei n. 8.934/94)
Manutenção do Cadastro Nacional de Empresas Mercantis
Preparação do processo de autorização de nacionalização ou
instalação no Brasil de empresa estrangeira
OBS: não tem poder de intervenção nas Juntas Comerciais, podendo apenas representá-las (apresentar reclamações) às autoridades competentes! (ex.: governo estadual ou distrital, Ministérios Públicos etc.)
CONTINUAÇÃO: CONTINUAÇÃO: CONTINUAÇÃO:
CONTINUAÇÃO: “ÓRGÃOS DE REGISTRO"“ÓRGÃOS DE REGISTRO"“ÓRGÃOS DE REGISTRO"“ÓRGÃOS DE REGISTRO"
Juntas Comerciais
(em São Paulo: www.jucesp.sp.gov.br)Órgão estadual Competência:
Execução das normas legais e regulamentares do DNRC sobre
registro de empresas
Expedição de carteiras de exercício profissional dos agentes Expedição de carteiras de exercício profissional dos agentes
auxiliares do comércio, titulares de firma individual e administradores das sociedades empresárias e cooperativas
Vinculação hierárquica híbrida:
Ao DNRC (nível federal) em matéria de Direito Comercial referente ao
registro empresarial
Ao governo estadual a que pertença em questões de Direito
Administrativo, Financeiro etc.
CONTINUAÇÃO: CONTINUAÇÃO: CONTINUAÇÃO:
CONTINUAÇÃO: “ÓRGÃOS DE REGISTRO"“ÓRGÃOS DE REGISTRO"“ÓRGÃOS DE REGISTRO"“ÓRGÃOS DE REGISTRO"
Órgãos internos das Juntas Comerciais:
Presidência: exerce a direção administrativa e sua
representação em relação à terceiros
Plenário: órgão deliberativo, composto de 11 a 23 vogais
OBS: subidvide-se em turmas, formadas por 3 vogais OBS: subidvide-se em turmas, formadas por 3 vogais
Secretaria-geral: suporte administrativo e execução Procuradoria: exerce a consultoria jurídica, advocacia
judicial e fiscalização interna da Junta Comercial
OBS: É possível a criação de delegacias regionais, subordinadas às Juntas Comerciais, para os atos e autenticações sujeitos ao regime de decisão singular
ATOS DE REGISTRO
ATOS DE REGISTRO
ATOS DE REGISTRO
ATOS DE REGISTRO
Dividem-se, segundo o art. 32 da Lei n. 8.934/94, em:
Matrícula e seu cancelamento: referente ao registro do
profissionais “auxiliares do comércio” (tradutores públicos e interpretes comerciais; leiloeiros,
administradores de armazéns-gerais e trapicheiros)
Arquivamento: voltado aos atos de criação e modificação das
sociedades empresárias, firmas individuais, cooperativas, consórcios, grupos societários e autorizações de empresas estrangeiras
Autenticação: relaciona-se ao registro da escrituração
OBS: Alcance formal do controle dos atos de registro: não há análise de mérito dos atos administrativos pela Junta Comercial
ARQUIVAMENTO DA INSCRIÇÃO DO EMPRESÁRIO
ARQUIVAMENTO DA INSCRIÇÃO DO EMPRESÁRIO
ARQUIVAMENTO DA INSCRIÇÃO DO EMPRESÁRIO
ARQUIVAMENTO DA INSCRIÇÃO DO EMPRESÁRIO
Aspectos normativos: Arts. 968 e 969 do Código Civil; arts. 7o e 46 do Decreto n. 1.800/96; Instruções normativas do DNRC: n. 95/2003, n. 97/2003, n. 98/2003, n. 100/2006, n. 103/2007, n. 105/2007, n. 107/2008 e n. 109/2008
“Requerimento de Empresário”: instrumento para arquivamento da inscrição, alteração de dados e extinção do empresário (firma individual)
- Do requerimento devem constar (art. 968 do C.C):
I - o seu nome, nacionalidade, domicílio, estado civil e, se casado, o regime de bens; II - a firma, com a respectiva assinatura autógrafa;
III - o capital; IV - o objeto e a sede da empresa
- Devem ainda ser registrados:
I – pactos e declarações antenupciais; II – título de doação; III – herança
ou legado de bens clausulados de incomunicabilidade ou
inalienabilidade; IV – alterações referentes ao seu estado civil e regime de bens (art. 979 C.C.)
HIPÓTESES
Baixa pelo fim do exercício da empresa
Por seu falecimento
(sob responsabilidade do inventariante) Exceção:Exceção: por herança ou legado assume a empresa um novo empresário individual com novo nome empresarial, mantendo, ainda assim, NIRE e CNPJ antigos
Por decisão judicial ou administrativa
Por vontade própria para utilização do acervo na formação
de nova ou já existente sociedade
Importância - Art. 985. do Código Civil
“A sociedade adquire personalidade jurídica com a inscrição, no registro próprio e na forma da lei, dos seus atos constitutivos (arts. 45 e 1.150)”
Prazo para levar a registro dos atos sujeitos a arquivamento
30 dias a contar de sua assinatura (art. 1.151 do C.C e art. 36, da Lei n. 8.934/94)
8.934/94)
- Efeito do descumprimento: não retroação dos efeitos do registro até a
data do ato ou alteração contratual
Prazo para a efetuação do registro pela Junta Comercial
5 dias para atos sujeito à decisão colegiada e 2 dias para os demais atos a partir do protocolo (art. 43 da Lei n. 8.934/94)
- Efeito do descumprimento: aprovação por decurso do prazo, o que não
isenta sua desconstituição pela Procuradoria
CONSEQUÊNCIAS DA FALTA DE REGISTRO E
CONSEQUÊNCIAS DA FALTA DE REGISTRO E
CONSEQUÊNCIAS DA FALTA DE REGISTRO E
CONSEQUÊNCIAS DA FALTA DE REGISTRO E
DA SITUAÇÃO DE INATIVIDADE DA EMPRESA
DA SITUAÇÃO DE INATIVIDADE DA EMPRESA
DA SITUAÇÃO DE INATIVIDADE DA EMPRESA
DA SITUAÇÃO DE INATIVIDADE DA EMPRESA
Falta de Registro
Sociedade de fato/irregular: leva à responsabilização ilimitada dos sócios;
ilegitimidade ativa para pedir a falência de outras sociedades empresárias; impossibilidade de requerer recuperação judicial
Sanções fiscais de administrativas: como a impossibilidade inscrição no Sanções fiscais de administrativas: como a impossibilidade inscrição no
Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas – CNPJ, nos demais cadastros estaduais e municipais e impedimento para a matrícula do empresário no Instituto Nacional do Seguro Social – INSS; incidência de multas e demais sanções tributárias
Inatividade da Empresa
Ausência de ato sujeito a registro no período de 10 anos. (art. 60 da lei n.
8.934/94): leva à perda da proteção ao nome empresarial e torna a sociedade
OBRIGAÇÕES COMUNS AOS
EMPRESÁRIOS
a) Registrar-se na Junta Comercial
b) Manter escrituração regular de seus negócios
FUNÇÕES DA ESCRITURAÇÃO
FUNÇÕES DA ESCRITURAÇÃO
FUNÇÕES DA ESCRITURAÇÃO
FUNÇÕES DA ESCRITURAÇÃO
Gerencial: relacionada à tomada de decisões
Documental: voltada para a demonstração dos
resultados para outras pessoas
Fiscal: permite o controle do pagamento de tributos
Fiscal: permite o controle do pagamento de tributos
EM SÍNTESE: A escrituração tem por finalidade, através
dessas funções, viabilizar o controle interno e
externo confiável e padronizado do exercício
da atividade empresarial
PRINCIPAIS NORMAS RELACIONADAS À ESCRITURAÇÃO
PRINCIPAIS NORMAS RELACIONADAS À ESCRITURAÇÃO
PRINCIPAIS NORMAS RELACIONADAS À ESCRITURAÇÃO
PRINCIPAIS NORMAS RELACIONADAS À ESCRITURAÇÃO
Código Civil, arts. 1.020, e 1.179 a 1.195 Lei n. 11.638/07
LC n. 123/2006, arts. 26, II, § 1o, II, § 2o, § 4o e art. 27 Lei n. 11.101/05, art. 178
Lei n. 6.404/74, arts. 100 e 177 (atualizados pelas Leis 11.638/07, 11.941/2009, esta última
alterada em seu art. 10 pela lei 12.024/2009)
Lei n. 6.385/76, arts. 10-A e 22, § 1o, incisos II e IV (Ref. ao Mercado de Valores e CVM
-atualizada pela Lei n. 11.638/07) atualizada pela Lei n. 11.638/07)
Lei n. 5.474/68, art. 19 (Ref. Duplicatas)
Decreto n. 6.038/2007, art. 3o, XV, XVII, XX, XXI e XXIX (Ref. Às competências do Comitê
Gestor do Simples Nacional)
Resolução CGSN nº 10/2007, arts. 3o, 7o e 13-A IN/DNRC n. 107/2008 e n. 109/2008
Resolução CFC n. 1328/2011, de 22/03/2011 (Normas Brasileiras de Contabilidade) Decreto-Lei n.º 9.295/46 (sobre as atribuições do Conselho Federal de Contabilidade) Decreto-Lei Nº 486/69 (sobre a escrituração de livros mercantis)
Decreto Nº 64.567/69 (Regulamenta o Decreto-lei nº 486)
A ESCRITURAÇÃO COMO OBRIGAÇÃO COMUM AOS
A ESCRITURAÇÃO COMO OBRIGAÇÃO COMUM AOS
A ESCRITURAÇÃO COMO OBRIGAÇÃO COMUM AOS
A ESCRITURAÇÃO COMO OBRIGAÇÃO COMUM AOS
“EMPRESÁRIOS”
“EMPRESÁRIOS”
“EMPRESÁRIOS”
“EMPRESÁRIOS”
Código Civil
“Art. 1.179. O empresário e a sociedade empresária são obrigados a seguir um sistema de contabilidade, mecanizado ou não, com base na escrituração uniforme de seus livros, em correspondência com a documentação respectiva, e a levantar anualmente o balanço patrimonial e o de resultado econômico.
§ 1o Salvo o disposto no art. 1.180, o número e a espécie de livros ficam a critério dos interessados.
§ 2o É dispensado das exigências deste artigo o pequeno empresário a que se refere o art. 970.”
A LC 123/2006 – manteve a figura do “pequeno
empresário”
“Art. 68. Considera-se pequeno empresário, para efeito de aplicação do disposto nos arts. 970 e 1.179 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, o empresário individual caracterizado como microempresa na forma desta Lei Complementar que aufira receita bruta anual de até R$36.000,00 (trinta e seis
DOS LIVROS “COMERCIAIS”
DOS LIVROS “COMERCIAIS”
DOS LIVROS “COMERCIAIS”
DOS LIVROS “COMERCIAIS”
Tipos de livros
Contábeis
Ex: Livros Diário, Razão, Caixa, Inventário etc.
Simplesmente Memoriais
ex: livros de registro dos empregados (art. 41, CLT); de Inspeção do Trabalho (art. 628, § 1o, CLT); das Atas das Assembleias Gerais (art. 100, IV, LSA); de Registro de uso de placas de
20
Classificação
IV, LSA); de Registro de uso de placas de experiência (Art. 330, Código de Trânsito Brasileiro) etc.
Livros
Livros
Livros
LivrosObrigatórios
Obrigatórios
Obrigatórios
Obrigatórios
– impostos por lei; sua falta implica sanções.
Ex: Diário; Caixa, Registro de Duplicatas; Registro de Compras; Registro de Inventários
Livros Facultativos ou Auxiliares
Livros Facultativos ou Auxiliares
Livros Facultativos ou Auxiliares
Livros Facultativos ou Auxiliares
- podem ou não ser autenticados pela Junta Comercial - têm menor eficácia probatória
REQUISITOS DA ESCRITURAÇÃO
REQUISITOS DA ESCRITURAÇÃO
REQUISITOS DA ESCRITURAÇÃO
REQUISITOS DA ESCRITURAÇÃO
Intrínsecos
Idioma portuguêsMétodos de contabilidade (art. 1.183, C.C.; Dec.-Lei n. 486/69; Res. CFC n. 750/93)
Moeda nacional Individuação
Clareza e ordem cronológica (dd/mm/aa)
Extrínsecos
(Finalidade: conferir segurança jurídica)
Termo de abertura
Termo de encerramento
Autenticação da Junta Comercial (OBS:(OBS:(OBS:(OBS: autenticação em branco – IN/DNRC n. 65/97 e Processo Digital - INs/DNRC n. 107/08 e 109/2008)
SIGILO E HIPÓTESES DE EXIBIÇÃO DOS
LIVROS “COMERCIAIS”
“Princípio” do sigilo dos livros comerciais
(art. 1.190 C.C.)Relacionado à proteção à privacidade e à livre concorrência
Exibição à autoridade fiscal Exibição à autoridade fiscal Exibição à autoridade fiscal Exibição à autoridade fiscal
Formalidades preliminares Formalidades preliminaresFormalidades preliminares Formalidades preliminares Instauração fiscalização Exceções Exceções Exceções Exceções
Exibição à autoridade fiscal Exibição à autoridade fiscal Exibição à autoridade fiscal Exibição à autoridade fiscal
(art. 1.193 C.C.; art. 195 CTN; art. 33, §1o, Lei n. 8.212/91; Súmula
n. 439 do STF)
Exibição por ordem judicial Exibição por ordem judicialExibição por ordem judicial Exibição por ordem judicial
(arts. 226, 1.021, 1.191 e 1.192 C.C. e art. 105 Lei n. 6.404/76) Exibição parcial Exibição parcial Exibição parcial Exibição parcial Em audiência ou no próprio estabelecimento (art. 382 do CPC) Exibição total
Exibição totalExibição total Exibição total
Há a retenção dos livros em cartório pelo depositário (art. 381 CPC)
Instauração fiscalização
Autuação do procedimento administrativo
EFICÁCIA PROBATÓRIA DOS LIVROS COMERCIAIS
A escrituração e os livros comerciais podem ser
utilizados tanto a favor como contra o empresário ou a
soc. Empresária
Condições como prova a favor do empresário:
Regularidade na escrituração
Regularidade na escrituração
Isonomia (“igualdade”) das partes litigantes
OBS: Caso não sejam preenchidas tais condições, persiste
o “ônus da prova” ao empresário que terá a
necessidade de demonstrar o alegado em sua defesa
por outros meios de prova admitidos
MATERIAL COMPLEMENTAR E FACULTATIVO SOBRE
ESCRITURAÇÃO – LIVROS FACULTATIVOS E
OBRIGATÓRIOS
Exemplos de livros facultativos
Livro de Bancos
Livro de Cheques
Livro de Cheques
Livro de Contas Correntes
Livro de Mão-de-obra
Livro de Matérias-Primas
Livro de Vendas (a prazo e a vista)
LIVROS COMERCIAIS OBRIGATÓRIOS
LIVROS COMERCIAIS OBRIGATÓRIOS
LIVROS COMERCIAIS OBRIGATÓRIOS
LIVROS COMERCIAIS OBRIGATÓRIOS
Livro Diário ou Livro Balancetes Diários
Arts. 1.180, 1.185 e 1.186 do Código Civil;
Substituível por “fichas” no caso de escrituração
Material complementar e facultativo sobre
Material complementar e facultativo sobre
Material complementar e facultativo sobre
Material complementar e facultativo sobre
Material complementar e facultativo sobre
Material complementar e facultativo sobre
Material complementar e facultativo sobre
Material complementar e facultativo sobre
escrituração
escrituração
escrituração
escrituração
escrituração
escrituração
escrituração
escrituração –
–
–
–
–
–
–
– livros facultativos e obrigatórios
livros facultativos e obrigatórios
livros facultativos e obrigatórios
livros facultativos e obrigatórios
livros facultativos e obrigatórios
livros facultativos e obrigatórios
livros facultativos e obrigatórios
livros facultativos e obrigatórios
Substituível por “fichas” no caso de escrituração
mecanizada ou eletrônica
OBS: Livro Digital - autenticado eletrônica pela Junta Comercial através do Certificado Digital e Selo Cronológico digital
conforme as regras de Infra-estrutura Brasileira de Chaves Públicas – ICP-Brasil (IN/DNRC n. 109/2008)
EXCEÇÕES QUANTO AO LIVRO DIÁRIO
EXCEÇÕES QUANTO AO LIVRO DIÁRIO
EXCEÇÕES QUANTO AO LIVRO DIÁRIO
EXCEÇÕES QUANTO AO LIVRO DIÁRIO
Microempresa e Empresa Pequeno Porte (inclusive: empresário individual) optante pelo Simples Nacional
Segundo o art. 26, § 2o da LC 123/2006:
Livro caixa
Livro Registro de Inventário
Demais livros “comerciais” (Art. 3º da Resolução CGSN nº 010/2007):
Material complementar e facultativo sobre escrituração
Material complementar e facultativo sobre escrituração
Material complementar e facultativo sobre escrituração
Material complementar e facultativo sobre escrituração
Material complementar e facultativo sobre escrituração
Material complementar e facultativo sobre escrituração
Material complementar e facultativo sobre escrituração
Material complementar e facultativo sobre escrituração –
–
–
–
–
–
–
– livros
livros
livros
livros
livros
livros
livros
livros
facultativos e obrigatórios
facultativos e obrigatórios
facultativos e obrigatórios
facultativos e obrigatórios
facultativos e obrigatórios
facultativos e obrigatórios
facultativos e obrigatórios
facultativos e obrigatórios
Demais livros “comerciais” (Art. 3º da Resolução CGSN nº 010/2007):
Livro Registro de Entradas (ref. ICMS);
Livro Registro dos Serviços Prestados (ref. ISS); Livro Registro de Serviços Tomados (ref. ISS);
Livro de Registro de Entrada e Saída de Selo de Controle (ref. IPI); (Dentre outros previstos em seu § 2o do referido artigo)
Empreendedor Individual e o pequeno empresário optante pelo
Simples Nacional
Segundo Art. 7º, inciso I, da Resolução CGSN nº 010/2007
Registro de vendas ou prestação de serviços
EVOLUÇÃO DO REGIME DIFERENCIADO DA ESCRITURAÇÃO COMERCIAL E TRIBUTÁRIA DAS ME, EPP E PEQUENO EMPRESÁRIOS
1o Estatuto Lei n. 7.256/84 1984 Dispensados da 2o Estatuto Lei n. 8.864/94 1994 1996 SIMPLES Lei n. 9.317/96 Escrituração simplificada Livro-Caixa Registro de
Material complementar e facultativo sobre escrituração Material complementar e facultativo sobre escrituração Material complementar e facultativo sobre escrituração Material complementar e facultativo sobre escrituração Material complementar e facultativo sobre escrituração Material complementar e facultativo sobre escrituração Material complementar e facultativo sobre escrituração
Material complementar e facultativo sobre escrituração –––––––– livros facultativos e obrigatórioslivros facultativos e obrigatórioslivros facultativos e obrigatórioslivros facultativos e obrigatórioslivros facultativos e obrigatórioslivros facultativos e obrigatórioslivros facultativos e obrigatórioslivros facultativos e obrigatórios
27
Dispensados da
escrituração simplificada Registro de Inventário
3o Estatuto Lei n. 9.841/99 1999 (Não alterou o SIMPLES) 2 formas de escrituração SIMPLES: Livro-Caixa; Registro de Inventário
Não adesão ao SIMPLES: escrituração normal Novo Código Civil 2002 Peq. Empresário: “Dispensado” da escrituração 2006 4o Estatuto + Supersimples LC 123/06 Opção Simples
SIM: Registro de vendas ou prest. serviços
DEMAIS LIVROS OBRIGATÓRIOS
Livro Razão
Decorre da Legislação Tributária (art. 14 da Lei n. 8.218/91 e art. 259 do Dec. n. 3.000/99)
Permite melhor gerenciamento da contabilidade: visualização
Material complementar e facultativo sobre escrituração
Material complementar e facultativo sobre escrituração
Material complementar e facultativo sobre escrituração
Material complementar e facultativo sobre escrituração
Material complementar e facultativo sobre escrituração
Material complementar e facultativo sobre escrituração
Material complementar e facultativo sobre escrituração
Material complementar e facultativo sobre escrituração –
–
–
–
–
–
–
– livros
livros
livros
livros
livros
livros
livros
livros
facultativos e obrigatórios
facultativos e obrigatórios
facultativos e obrigatórios
facultativos e obrigatórios
facultativos e obrigatórios
facultativos e obrigatórios
facultativos e obrigatórios
facultativos e obrigatórios
Permite melhor gerenciamento da contabilidade: visualização imediata da posição de cada elemento do patrimônio e suas mutações
Livro de Registro de Duplicatas
Art. 19 da Lei n. 5.474/68
Obrigatório apenas para os que emitem duplicata mercantil ou de prestação de serviços, ainda que ME ou EPP
CONT.: DEMAIS LIVROS OBRIGATÓRIOS
CONT.: DEMAIS LIVROS OBRIGATÓRIOS
CONT.: DEMAIS LIVROS OBRIGATÓRIOS
CONT.: DEMAIS LIVROS OBRIGATÓRIOS
Livros próprios das S/A (Art. 100 da Lei n. 6.404/76, atual. Lei n. 11.638/07)
Equiparação das Sociedades de Grande Porte, ainda que não sejam S/A
Lei n. 11.638/07
Material complementar e facultativo sobre escrituração Material complementar e facultativo sobre escrituração Material complementar e facultativo sobre escrituração Material complementar e facultativo sobre escrituração Material complementar e facultativo sobre escrituração Material complementar e facultativo sobre escrituração Material complementar e facultativo sobre escrituração
Material complementar e facultativo sobre escrituração –––––––– livros livros livros livros livros livros livros livros facultativos e obrigatórios
facultativos e obrigatóriosfacultativos e obrigatórios facultativos e obrigatóriosfacultativos e obrigatórios facultativos e obrigatóriosfacultativos e obrigatórios facultativos e obrigatórios
Lei n. 11.638/07
“Art. 3o Aplicam-se às sociedades de grande porte, ainda que não constituídas sob a forma de sociedades por ações, as disposições da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, sobre escrituração e elaboração de demonstrações financeiras e a obrigatoriedade de auditoria independente por auditor registrado na Comissão de Valores Mobiliários.
Parágrafo único. Considera-se de grande porte, para os fins exclusivos desta Lei, a sociedade ou conjunto de sociedades sob controle comum que tiver, no exercício social anterior, ativo total superior a R$ 240.000.000,00 (duzentos e quarenta milhões de reais) ou receita bruta anual superior a R$ 300.000.000,00 (trezentos milhões de reais).”
LIVROS ESPECÍFICOS DAS S/A (LEI N.6.404/76)
LIVROS ESPECÍFICOS DAS S/A (LEI N.6.404/76)
LIVROS ESPECÍFICOS DAS S/A (LEI N.6.404/76)
LIVROS ESPECÍFICOS DAS S/A (LEI N.6.404/76)
Art. 100. A companhia deve ter, além dos livros obrigatórios para qualquer comerciante, os seguintes, revestidos das mesmas formalidades legais:
I - o livro de Registro de Ações Nominativas, para inscrição, anotação ou averbação: (...) II - o livro de "Transferência de Ações Nominativas", para lançamento dos termos de
transferência, que deverão ser assinados pelo cedente e pelo cessionário ou seus legítimos representantes;
III - o livro de "Registro de Partes Beneficiárias Nominativas" e o de "Transferência de
Partes Beneficiárias Nominativas", se tiverem sido emitidas, observando-se, em ambos, no
Material complementar e facultativo sobre escrituração Material complementar e facultativo sobre escrituração Material complementar e facultativo sobre escrituração
Material complementar e facultativo sobre escrituração –––– livros facultativos e obrigatórioslivros facultativos e obrigatórioslivros facultativos e obrigatórioslivros facultativos e obrigatórios
Partes Beneficiárias Nominativas", se tiverem sido emitidas, observando-se, em ambos, no que couber, o disposto nos números I e II deste artigo;
IV - o livro de Atas das Assembleias Gerais; (Redação dada pela Lei nº 9.457, de 1997) V - o livro de Presença dos Acionistas; (Redação dada pela Lei nº 9.457, de 1997)
VI - os livros de Atas das Reuniões do Conselho de Administração, se houver, e de Atas das Reuniões de Diretoria; (Redação dada pela Lei nº 9.457, de 1997)
VII - o livro de Atas e Pareceres do Conselho Fiscal. (Redação dada pela Lei nº 9.457, de 1997) § 1º (...)
§ 2º Nas companhias abertas, os livros referidos nos incisos I a III do caput deste artigo poderão ser substituídos, observadas as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários, por registros mecanizados ou eletrônicos. (Redação dada pela Lei nº 9.457, de 1997)
CONT.: DEMAIS LIVROS OBRIGATÓRIOS
CONT.: DEMAIS LIVROS OBRIGATÓRIOS
CONT.: DEMAIS LIVROS OBRIGATÓRIOS
CONT.: DEMAIS LIVROS OBRIGATÓRIOS
Livros próprios das Soc. Limitadas:
Livro de Atas das Assembleias Gerais (se tal órgão for
previsto no contrato social – art. 1.075, §1
o, do C.C.)
Material complementar e facultativo sobre
Material complementar e facultativo sobre
Material complementar e facultativo sobre
Material complementar e facultativo sobre
Material complementar e facultativo sobre
Material complementar e facultativo sobre
Material complementar e facultativo sobre
Material complementar e facultativo sobre
escrituração
escrituração
escrituração
escrituração
escrituração
escrituração
escrituração
escrituração –
–
–
–
–
–
–
– livros facultativos e obrigatórios
livros facultativos e obrigatórios
livros facultativos e obrigatórios
livros facultativos e obrigatórios
livros facultativos e obrigatórios
livros facultativos e obrigatórios
livros facultativos e obrigatórios
livros facultativos e obrigatórios
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previsto no contrato social – art. 1.075, §1
o, do C.C.)
Livro de Atas e Pareceres do Conselho Fiscal (se tal órgão
for previsto no contrato social – arts. 1.066 e 1.069, II, do
C.C.)
Livro de Atas da Administração (caso os administradores
OBRIGAÇÕES COMUNS AOS
EMPRESÁRIOS
a) Registrar-se na Junta Comercial
b) Manter escrituração regular de seus negócios
ASPECTOS GERAIS NO CÓDIGO CIVIL
ASPECTOS GERAIS NO CÓDIGO CIVIL
ASPECTOS GERAIS NO CÓDIGO CIVIL
ASPECTOS GERAIS NO CÓDIGO CIVIL
“Art. 1.179. O empresário e a sociedade empresária são obrigados a seguir um sistema de contabilidade, mecanizado ou não, com base na escrituração uniforme de seus livros, em correspondência com a documentação respectiva, e a levantar
anualmente o balanço patrimonial e o de resultado
econômico. § 1o (...).
§ 1o (...).
§ 2o É dispensado das exigências deste artigo o pequeno
empresário a que se refere o art. 970.” “Art. 1.184. (...).
§ 2o Serão lançados no Diário o balanço patrimonial e o de
resultado econômico, devendo ambos ser assinados por técnico em Ciências Contábeis legalmente habilitado e pelo empresário ou sociedade empresária.”
AS DEMONSTRAÇÕES COMO OBRIGAÇÃO DOS “EMPRESÁRIOS”
AS DEMONSTRAÇÕES COMO OBRIGAÇÃO DOS “EMPRESÁRIOS”
AS DEMONSTRAÇÕES COMO OBRIGAÇÃO DOS “EMPRESÁRIOS”
AS DEMONSTRAÇÕES COMO OBRIGAÇÃO DOS “EMPRESÁRIOS”
O que são “demonstrações contábeis”?
Em linhas gerais, são relatórios (contábeis) específicos sobre as “mudanças” decorrentes do exercício da atividade econômica num
determinado período de tempo. Ex.: Balanço Patrimonial
Demonstrações do Resultado do Exercício - DRE
Demonstração de Lucro e Prejuízos Acumulados – DLPA ou demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido - DMPL Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos – DOAR
Demonstração de fluxo de caixa (DFC)
Demonstração do valor adicionado para as Companhias abertas
Balanço ordinário ou periódico
Regra geral: anualidade
Exceções: Demonstrações semestrais das Soc. Anônimas cujo estatuto prevê distribuição semestral de dividendos (art. 204 da Lei n. 6.404/76), e Instituições Financeiras em geral – 30.jun. e 31.dez. (art. 31 da Lei n. 4.595/64)
Balanço especial
Balanço especial
Para atualização parcial dos fatos contábeis desde o último balanço – mesmos
critérios e avaliação de bens e direitos do balanço ordinário
Sem efeitos tributários
Balanço de determinação
Para casos específicos como a apuração de haveres de sócio falecido, expulso
ou dissidente numa modificação do estatuto social
Demanda a reavaliação dos bens e direitos a partir do preço de mercado
OBS: Sem efeitos tributários imediatos
AS LEIS 11.638/07 E 11.941/2009
AS LEIS 11.638/07 E 11.941/2009
AS LEIS 11.638/07 E 11.941/2009
AS LEIS 11.638/07 E 11.941/2009 (MP 449/2008) E SUA
E SUA
E SUA
E SUA
MODIFICAÇÃO À LEI DAS S.A. (LEI N. 6.404/76) RELATIVA À
MODIFICAÇÃO À LEI DAS S.A. (LEI N. 6.404/76) RELATIVA À
MODIFICAÇÃO À LEI DAS S.A. (LEI N. 6.404/76) RELATIVA À
MODIFICAÇÃO À LEI DAS S.A. (LEI N. 6.404/76) RELATIVA À
ESCRITURAÇÃO E
ESCRITURAÇÃO E
ESCRITURAÇÃO E
ESCRITURAÇÃO E DEMONSTRAÇÃO
EMONSTRAÇÃO
EMONSTRAÇÃO
EMONSTRAÇÃO CONTÁBIL
ONTÁBIL
ONTÁBIL
ONTÁBIL
Objetivo: atualizar as regras contábeis brasileiras e harmonizá-las
com os pronunciamentos internacionais, em especial os do
International Accounting Standards Board - IASB, por meio dos International Financial Reporting Standards - IFRS
- Altera a escrituração e a elaboração das demonstrações financeiras
das sociedades anônimas e das sociedades de grande porte, que com a nova lei passam a se sujeitar às normas da Lei das S.A.
OBS: considera-se de grande porte a sociedade (inclusive S.A., fechada ou aberta, e limitadas) ou conjunto de sociedades sob controle comum com ativo total superior a R$ 240 milhões ou receita bruta anual
superior a R$ 300 milhões, apurados no exercício social anterior
REFERÊNCIAS NORMATIVAS SOBRE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
REFERÊNCIAS NORMATIVAS SOBRE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
REFERÊNCIAS NORMATIVAS SOBRE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
REFERÊNCIAS NORMATIVAS SOBRE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Código Civil, arts. 1.020; 1.065; 1.069, III; 1.078, I e § 3o; 1.140; 1.179 caput e § 2o; 1.184 § 2o;
1.188, e 1.189
Lei n. 11.101/05, art. 51, II; 105, I
Lei n. 11.638/07 (Altera as Leis no 6.404/76 e no 6.385/76, e estende às sociedades de grande porte
disposições relativas à elaboração e divulgação de demonstrações financeiras)
Lei n. 11.941/09 (conversão da MP 449/08, altera novamente a Lei n. 6.404/76 e a própria Lei n.
11.638/07, dentre outras leis tributárias e comerciais)
Lei n. 6.404/76, arts. 122, III; 132, I; 163, VII; 175; 176; 177 §§ 1o a 6o; 178 a 189 (atualizados pela
Lei n. 6.404/76, arts. 122, III; 132, I; 163, VII; 175; 176; 177 §§ 1o a 6o; 178 a 189 (atualizados pela
Lei n. 11.638/07 e M.P. 446/2008, convertida em na Lei n. 11.941/09)
Lei n. 6.385/76, arts. 9o, IV; 10-A e 22, § 1o, II e IV; 26 (Ref. ao Mercado de Valores e CVM
-atualizada pela Lei n. 11.638/07)
Decreto n. 6.038/2007, art. 3o, XV, XVII, XX, XXI e XXIX (Ref. às competências do Comitê Gestor do
Simples Nacional)
Resolução CGSN nº 10/2007, arts. 3o, 7oe 13-A
Resolução CFC n. 1328/2011, de 22/03/2011 (Normas Brasileiras de Contabilidade) Lei n. 8.218/91, art. 14 e Decreto n. 3000/1999, Art. 274 a 393