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REGULAMENTO DA ATIVIDADE DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

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REGULAMENTO DA ATIVIDADE DE

FORMAÇÃO PROFISSIONAL

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ÍNDICE

Capítulo I: Âmbito ... 2

Capítulo II: Política e estratégia ... 2

Capítulo III: Formas e métodos de inscrição e seleção ... 3

Capítulo IV: Disposições relativas a responsabilidades, deveres e competências ... 4

Capítulo V: Condições de frequência das ações de formação ... 6

Capítulo VI: Interrupção e possibilidade de repetição de cursos... 9

Capítulo VII: Regime de pagamentos e política de devoluções e isenções ... 9

Capítulo VIII: Procedimentos de queixas e reclamações... 9

(3)

CAPÍTULO I: ÂMBITO

Artigo 1º

Aplicação

O conteúdo do presente regulamento abrange todas e quaisquer ações de formação profissional concebidas, desenvolvidas e executadas pelo Instituto Pluri - Formação Profissional.

As referidas ações de formação podem ter lugar nas suas instalações ou no exterior, nomeadamente em empresas clientes, centros protocolares de formação profissional ou outras entidades públicas ou privadas.

CAPÍTULO II: POLÍTICA E ESTRATÉGIA

Artigo 2º

Visão/Missão/Política

Através da formação profissional, desenvolver nos indivíduos um conjunto de competências pessoais e profissionais, que lhes permita uma maior adaptabilidade ao mercado de trabalho.

Estabelecer parcerias com as empresas, fornecendo soluções ao nível da consultoria e oferta forma-tiva adequada, promovendo o desenvolvimento e o crescimento sustentado do tecido económico da região, num contexto de crescente competitividade.

Através da sua política de formação profissional, o Instituto Pluri - Formação Profissional procura:

a. Atualizar e reciclar técnicos e quadros de empresas, incluindo os/as colaboradores/as do Instituto

Pluri - Formação Profissional;

b. Qualificar profissionais com competências que sejam fundamentais para a sua evolução na

carreira;

c. Transferir e atualizar conhecimentos para empresas e/ou pessoas no ativo;

d. Proporcionar aos/ás seus/suas colaboradores/as condições para a aquisição de competências

com vista a otimizar o desempenho e consolidar as motivações;

e. Assegurar a satisfação dos seus clientes.

Artigo 3º

(Estratégia)

A estratégia preconizada pelo Instituto Pluri - Formação Profissional é sustentada pelos seguintes vetores:

f. Seleção de formadores/as, cujas competências e conhecimentos sejam adequados às ações de

formação e ao público-alvo;

g. Adaptação da oferta às necessidades do mercado, através da colaboração com as empresas,

de forma a complementar e descortinar eventuais necessidades de formação;

h. Melhoria contínua dos processos de formação, através da revisão e atualização dos métodos e

conteúdos formativos;

i. Promoção de serviços e oferta, junto de empresas, destacando os benefícios que a frequência de

formação profissional suscitam nos seus colaboradores;

j. Promoção de serviços e oferta, junto do mercado em geral, de acordo com necessidades e

(4)

REGULAMENTO DA ATIVIDADE DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

CAPÍTULO III: FORMAS E MÉTODOS DE INSCRIÇÃO E SELEÇÃO

Artigo 4º

Forma e Método de Inscrição

1. A solicitação de formação ou intenção de candidatura a qualquer ação de formação é efetuada

pelo/a candidato/a mediante o preenchimento de uma ficha de inscrição onde devem constar os dados pessoais e profissionais, a identificação da ação a que se candidata e os meios preferenciais de contacto.

2. Decorrente do parágrafo anterior, poderão os/as candidatos/as formalizar a sua inscrição

presen-cialmente, numa loja Pluricosmética ou por email (em casos excecionais).

3. Para a formalização da inscrição, o/a candidato/a terá de sinalizar a formação e entregar os

docu-mentos que comprovarão a sua elegibilidade, nomeadamente:

a) Documentos de identificação: Bilhete de identidade e cartão de contribuinte ou cartão de cidadão;

b) Certificados de habilitações académicas ou profissionais que comprovem que o nível de conheci-mentos é adequado ao programa e objetivos da ação em que o/a candidato/a pretende inscrever-se.

c) Nos casos de formação cofinanciada, poderão, ainda, ser solicitados outros documentos que sejam exigidos pelo programa de financiamento, nomeadamente:

I. Ativos empregados: declarações comprovativas de situação profissional ou de atividade profis-sional da entidade patronal;

II. Ativos desempregados: declaração do Centro de Emprego e histórico de descontos; III. Candidatos/as à procura do primeiro emprego: declaração de honra.

d) A não disponibilização dos documentos anteriores pela parte dos/as candidatos/as poderá originar a sua exclusão do processo de seleção.

4. A inscrição só é válida após a sinalização e a entrega de toda a documentação necessária, sendo

a informação recolhida confidencial, destinando-se apenas aos fins da formação.

5. O/A candidato/a só poderá iniciar a formação se o pagamento da formação estiver totalmente

liquidado.

Artigo 5º

Forma e Método de Seleção de Formandos/as

1. Os processos de candidatura são analisados com base nos critérios de seleção definidos pelo Instituto Pluri – Formação Profissional previamente divulgados através dos meios de divulgação relativos a cada curso. Os critérios de seleção gerais são os seguintes:

a) Preenchimento dos requisitos imprescindíveis ou condições de elegibilidade (características dos/as formandos/as: idade, nível de formação, perfil profissional, situação perante o emprego, residência, outros requisitos impostos pela legislação aplicável);

b) Análise curricular/Motivação para a frequência da ação; c) Ordem de inscrição;

2. Poderá ainda ser realizada uma entrevista tendo por base um guião contendo, para além dos requisitos imprescindíveis, outros considerados necessários à frequência da ação, tais como conheci-mentos prévios, motivação e disponibilidade.

3. Os/As candidatos/as que não reunirem os requisitos imprescindíveis são automaticamente excluí-dos.

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CAPITULO IV – DISPOSIÇÕES RELATIVAS A RESPONSABILIDADES, DEVERES E

COMPETÊNCIAS

Artigo 6º

Responsabilidades/Deveres do Instituto Pluri – Formação Profissional

São responsabilidades/deveres do Instituto Pluri – Formação Profissional:

1) Respeitar os contratos com as entidades e/ou pessoas a quem presta os seus serviços.

2) Proporcionar as melhores condições possíveis de formação, bom ambiente de trabalho entre todos os intervenientes, meios e instalações, equipamentos e materiais.

3) Aplicar a lei em vigor, nomeadamente a que diz respeito à formação profissional.

Artigo 7º

Responsabilidades/Deveres dos Formadores/as

São responsabilidades/deveres dos/as formadores/as:

1. Participar nas reuniões de preparação, acompanhamento e avaliação organizadas pelo Instituto Pluri – Formação Profissional.

2. Preparar atempadamente e com qualidade as sessões de formação, respeitando as metodolo-gias indicadas nos programas de formação.

3. Preparar e fornecer atempadamente os suportes pedagógicos de apoio aos/às formandos/as (e.g., manuais do/a formando/a, textos de apoio, baterias de casos práticos) adaptados aos níveis de formação e ao público-alvo e de acordo com o referencial proposto pelo Instituto Pluri – Formação Profissional ou com os referenciais previstos no Catáligo Nacional de Qualificações.

4. Preparar e aplicar instrumentos de avaliação de conhecimentos adquiridos, conforme o previsto nos programas de formação.

5. Cumprir os horários de formação e procurar sempre o alcance dos objetivos tendo em consider-ação as particularidades dos destinatários.

6. Zelar pelos meios materiais, técnicos e logísticos, colocados à sua disposição.

7. Pautar a sua atuação por padrões de comportamento que estimulem a criação de um clima de confiança e compreensão mútua entre os intervenientes no processo formativo.

8. Manter o Instituto Pluri – Formação Profissional informado acerca das ocorrências de caráter pedagógico, logístico ou administrativo, que possam colocar em risco o normal desenvolvimento da formação.

9. Assegurar a reserva sobre informação, dados e acontecimentos relacionados com o processo de formação e os seus intervenientes.

10. Cooperar com o Instituto Pluri – Formação Profissional e seus clientes, bem como com todos os outros intervenientes do projeto de formação em que participa no sentido de assegurar a eficácia da formação.

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REGULAMENTO DA ATIVIDADE DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Artigo 8º

Competências do Pessoal não Docente / Pessoal não Exercendo Função de Formador/a

1. Atribuições e competências do/a Diretor/a de Departamento de Formação – reportando direta-mente à Gerência:

a. A definição e implementação da política de formação da Pluricosmética;

b. O desenvolvimento de toda a atividade comercial associada ao processo formativo; c. A deteção de oportunidades e o levantamento de necessidades;

d. A gestação de relação com Clientes;

e. A Coordenação da Equipa Técnico-Pedagógica.

2. Atribuições e competências do/a Gestor/a de Formação:

a. O/a Gestor/a de Formação tem por função principal a definição da política de formação da empresa.

b. É responsável pela gestão dos recursos afetos à formação, bem como pela elaboração, execução, acompanhamento, controlo e avaliação do plano de formação.

c. Assegurar o cumprimento dos objetivos do Plano de Intervenção/Atividade Formativa; d. Assegurar o cumprimento dos requisitos de Certificação e a ligação ao sistema;

e. Assegurar a articulação da função formativa às restantes funções dentro da organização;

f. Ser o elo de ligação entre a gestão de topo, os/as formandos/as e, caso se aplique, as empresas clientes;

g. Analisar os resultados da atividade formativa; propor e introduzir ações de melhoria de forma a garantir a satisfação de todos os intervenientes no processo formativo;

h. Analisar, reencaminhar e/ou resolver todas as reclamações, garantindo a sua resolução de forma fundamentada e independente;

i. Assegurar e fazer cumprir todos os procedimentos necessários a uma boa prossecução dos obje-tivos definidos para a área de formação.

3. Atribuições e competências do/a Coordenador/a Pedagógico:

a. Coordenar a atividade administrativa inerente aos processos de formação;

b. Assegurar o apoio à gestão da formação, o acompanhamento pedagógico das ações de formação, a articulação com os/as formadores/as e outros agentes envolvidos no processo forma-tivo;

c. Apoiar e participar no levantamento de necessidades de formação e colaborar no planeamento e calendarização das ações de formação;

d. Organizar e planificar as atividades de formação, supervisionando todos os processo e gerindo os projetos desenvolvidos de acordo com os referenciais de qualidade instituídos e em vigor;

e. Reunir com os/as técnicos/as envolvidos nos projetos para transmitir a informação necessária a uma adequada execução;

f. Definir o calendário de reuniões com os/as técnicos/as no decurso dos projetos; g. Gerir e controlar os tempos de execução estabelecidos para os projetos;

h. Reunir com os/as técnicos/as no sentido de analisar e validar os projetos em execução; i. Analisar os questionários de avaliação das ações de formação.

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4. Atribuições e competências do/a Responsável pelo Atendimento: a. Assegurar o atendimento pessoal e telefónico;

b. Organizar a correspondência;

c. Elaborar as listas de presenças e emitir os certificados de formação;

d. Agendar a formação de acordo com a disponibilidade da equipa de formadores/clientes; e. Reproduzir os materiais e documentos de apoio à formação;

f. Assegurar toda a logística da formação, nomeadamente: disponibilidade de sala de formação, coffee-breaks, materiais para as atividades e disposição da sala;

g. Entregar atempadamente aos formandos/as todos os materiais solicitados;

h. Organizar o Dossier Técnico Pedagógico inerente a cada curso/ação de formação.

5. Atribuições e competências do/a Técnico/a Contabilístico-financeiro Executar o trabalho contabilístico de acordo com a legislação aplicável;

CAPITULO V – CONDIÇÕES DE FREQUÊNCIA DAS AÇÕES DE FORMAÇÃO

Artigo 9º

Obrigações

Aplicam-se aos/às formandos/as as obrigações estabelecidas pelas entidades que contratam os serviços do Instituto Pluri – Formação Profissional e/ou as seguintes regras:

1. Cumprimento deste regulamento;

2. Cumprimento da legislação nacional relativa à formação profissional; 3. Respeitar colegas, funcionários e formadores;

4. Ser assíduo e pontual durante a ação de formação;

5. Cumprir as normas de higiene e segurança e de manutenção e limpeza de equipamentos usados na ação de formação, bem como de todas as instalações usadas;

6. Cumprir as normas, ordens e regras emitidas pela coordenação e gestão da ação;

7. Responsabilizar-se por qualquer estrago provocado, voluntariamente ou não, em equipamentos ou nas instalações;

8. Comunicar por escrito, ao/à coordenador/a da ação, mudança de dados pessoais, reclamações ou incidentes.

Artigo 10º

(Interdições)

Aplicam-se aos/às formandos/as as interdições estabelecidas pelas entidades que contratam os serviços do Instituto Pluri – Formação Profissional e/ou as seguintes interdições:

1. Consumir, guardar ou permutar qualquer tipo de bebida alcoólica, drogas ou estupefacientes. 2. Fumar fora dos locais indicados para o efeito.

3. Danificar qualquer conteúdo das instalações onde decorre a ação. 4. Apresentar estado de embriaguez ou indiciar consumo de drogas.

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REGULAMENTO DA ATIVIDADE DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Artigo 11º

Requisitos

Aplicam-se as condições previstas na legislação nacional e comunitária que regula a formação profissional, em termos gerais, e as condições particulares previamente divulgadas no caso de ações específicas.

Artigo 12º

Assiduidade

Aplicam-se aos/às formandos/as o regime de assiduidade estabelecido pelas entidades que contratam os serviços do Instituto Pluri – Formação Profissional e/ou as seguintes regras:

1. Todas as ausências obrigam à comunicação escrita (em impresso próprio) das causas, no máximo dois dias úteis após o facto, sendo consideradas faltas justificadas e sujeitas a comprovação por escrito as originadas pelos factos seguintes:

a) Falecimento de familiares; b) Casamento;

c) Provas de exame em estabelecimento de ensino;

d) Doença, acidente, cumprimento de obrigações legais, prestação de auxílio urgente à família. 2. As ausências para além das apontadas anteriormente são consideradas faltas injustificadas. 3. Em cada ação de formação (ou módulo), o/a formando/a não poderá exceder 5% de faltas injustificadas.

4. O limite de faltas, quer sejam justificadas ou injustificadas, não deverá ultrapassar 10% da carga horária do programa ou curso, exceto indicação expressa por escrito em contrário por parte do Instituto Pluri – Formação Profissional.

5. É permitida a existência de outros regimes de assiduidade, resultantes da especificidade dos cursos/ações de formação. Nestes casos, o/a formando/a será previamente informado por escrito.

Artigo 13º

Condições de Funcionamento

As ações de formação só terão início quando estiver garantido o número mínimo de formandos/as, que permita um bom funcionamento da mesma.

Artigo 14º

Horários

1. O horário da formação é variável (laboral, pós-laboral), consoante a modalidade de formação e o projeto em causa;

2. A definição dos cronogramas e horários da formação é elaborada pela coordenação pedagógica;

3. O cronograma é apresentado aos/às formandos/as através dos elementos de divulgação da ação;

4. Quando, por razões alheias à sua vontade e a si não imputáveis, a entidade formadora não puder cumprir integralmente o plano de ação previsto, poderá proceder aos convenientes ajustamentos, comunicando as alterações ocorridas aos/às formandos/as com a antecedência que lhe seja possível.

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Artigo 15º

Locais de Formação

As ações de formação são realizadas nas instalações do Instituto Pluri – Formação Profissional. Exce-cionalmente poderão decorrer em espaço alugado especificamente para o efeito, em instalações de clientes empresariais ou outro local considerado adequado à natureza da ação/curso a realizar. Em qualquer dos casos, os/as formandos/as serão devidamente e atempadamente avisados do local selecionado para a realização do curso/ação.

Artigo 16º

Avaliação

Utilizar-se-ão, conforme aplicável, os seguintes níveis de avaliação:

Nível 1- Satisfação/Reação - são definidos internamente procedimentos de acompanhamento do nível de satisfação dos participantes relativamente à formação (avaliação do desempenho dos formadores e outros intervenientes na formação, avaliação de espaços, recursos, equipamentos e outros aspetos envolvidos no desenvolvimento da formação);

Nível 2- Aprendizagem - são definidos critérios de avaliação das aprendizagens efetuadas pelos formandos/as no decurso da formação, para aferir o sucesso da formação, tendo como referência que novos conhecimentos, capacidades ou comportamentos adquiriram os formandos/as. A opção relativa ao modelo de avaliação a adotar será tomada com base nos objetivos gerais e específicos da ação, nos seus conteúdos e na sua duração.

A avaliação de nível 3 (dos adquiridos para o contexto de trabalho) bem como a avaliação de nível 4 (avaliação dos resultados da formação) apenas serão implementadas em projetos específicos e a sua aplicabilidade, bem como metodologia de desenvolvimento subjacente, estarão especificadas na fundamentação dos mesmos.

No final da ação o/a formando/a terá direito, consoante o tipo e resultado da avaliação, a: a) Certificado de formação profissional;

b) Certificado de frequência de formação profissional.

Artigo 17º

Direitos dos/as Formandos/as

Nos termos do presente regulamento o/a formando/a tem direito a:

a) Participar na ação de formação, de acordo com os programas estabelecidos; b) Ser integrado/a num ambiente de formação ajustado ao perfil profissional visado;

c) Receber, no final da formação, um certificado comprovativo da frequência ou aproveitamento; d) Receber informação e orientação para melhor desempenho da sua atividade profissional;

e) Aceder ao processo individual o qual inclui todos os factos relevantes ocorridos durante a sua formação, designadamente, data de início e fim da formação, resultados das provas, faltas injustifi-cadas e sanções apliinjustifi-cadas;

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REGULAMENTO DA ATIVIDADE DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

CAPITULO VI – INTERRUPÇÃO E POSSIBILIDADE DE REPETIÇÃO DE CURSOS

Artigo 18º

Interrupção da Frequência por Parte do/a Formando/a

Aplica-se ao/à formando/a o regime estabelecido pelas entidades que contratam os serviços do Instituto Pluri – Formação Profissional e/ou a seguinte regra:

A desistência do/a formando/a por motivo de força maior considerada válida pelo/a coordenador/a do curso/ação dará prioridade ao/à mesma para frequentar o próximo curso ou ação similar.

Artigo 19º

Interrupção da Ação ou Curso e Repetição

Aplicam-se as regras estabelecidas pelas entidades que contratam os serviços do Instituto Pluri – Formação Profissional e/ou a seguinte regra:

Se, por razões de força maior e alheias à vontade do Instituto Pluri – Formação Profissional, a ação tiver de ser interrompida, serão os/as formandos/a avisados/as das razões. Serão envidados todos os esforços para permitir a repetição da ação.

CAPITULO VII – REGIME DE PAGAMENTOS E POLÍTICA DE DEVOLUÇÕES E ISENÇÕES

Artigo 20º

Aplicam-se ao/à formando/a o regime de pagamentos, política de devolução e isenções ao esta-belecido pelas entidades que contratam os serviços do Instituto Pluri – Formação Profissional ou as seguintes regras:

1. O/a formando/a ou empresa que contrata os serviços de formação do Instituto Pluri – Formação Profissional pagará a sua inscrição de acordo com a tabela divulgada no ato da inscrição.

2. O pagamento deverá ser feito em dinheiro, Multibanco ou transferência bancária à ordem da PLURICOSMÉTICA, após a inscrição, de modo a que esta seja validada.

3. Na impossibilidade do/a formando/a poder participar na ação, terá este que avisar a PLURICOSMÉ-TICA (Instituto Pluri – Formação Profissional) por escrito, até 15 dias antes da data de início da ação, de forma a se acionarem os mecanismos para o reembolso do pagamento já efetuado.

4. Os cancelamentos recebidos após esta data estarão sujeitos a uma retenção de 25% do paga-mento.

5. As desistências, após início do curso, não dão direito a qualquer devolução de pagamento de inscrição.

CAPITULO VIII – PROCEDIMENTOS DE QUEIXAS E RECLAMAÇÕES

Artigo 21º

Forma e Método

A melhoria contínua do processo formativo é parte integrante da Política de Qualidade da PLURI-COSMÉTICA. Neste sentido, promove-se o acompanhamento da satisfação do cliente, dando-se particular importância à recolha, análise e tratamento da opinião dos/as formandos/as.

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São consideradas queixas - ou reclamações - todas as expressões de descontentamento que resultem de atitudes, atuações, procedimentos, condições logísticas ou materiais que violem as normas e regras definidas e acordadas e/ou coloquem em causa a aprendizagem ou atentem contra a dignidade e os direitos de qualquer das pessoas ou entidades envolvidas no processo formativo.

As queixas ou reclamações poderão ser comunicadas/apresentadas por formandos/as, formadores/as ou outros intervenientes no processo formativo, oralmente ou por escrito.

Sugestões ou reclamações podem ser diretamente apresentadas através do nosso correio eletrónico [email protected], por correio postal, telefonicamente ou presencialmente na Av. da República, 1226 - 4º, 4430 - 196 Vila Nova de Gaia, recorrendo aos meios disponibilizados pelo Instituto Pluri – Formação Profissional, incluindo o Livro de Reclamações.

Todas as sugestões e reclamações serão apreciadas pelo/a Diretor/a de Formação, e do resultado será dado conhecimento, com a devida fundamentação, aos envolvidos, num prazo máximo de 15 dias.

CAPITULO IX – DISPOSIÇÕES FINAIS

Artigo 22º

Alteração ao Regulamento

Este regulamento é sujeito a alterações que podem ser devidas a publicação de novas leis, portarias ou regulamentos, considerando-se, neste caso, como fazendo parte do presente regulamento a partir da sua entrada em vigor.

Qualquer alteração introduzida a este regulamento, para além do indicado no primeiro ponto, será identificada como uma revisão sequencial, mantendo-se este registo atualizado.

Artigo 23º

Interpretação e Acesso

Quaisquer dúvidas de interpretação ao atual regulamento são resolvidas pela Administração do Instituto Pluri – Formação Profissional.

Este regulamento está disponível para consulta nos serviços administrativos do Instituto Pluri – Formação Profissional e nas lojas Pluricosmética é divulgado a todos os intervenientes na Formação.

Referências

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