Texto

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Acordo de Empresa 2011-2014

Cláusula 4ª

16-Irregularidades Operacionais

-Alterações decorrentes de dificuldades técnicas ou operacionais, não previsíveis, e não remediáveis em tempo útil, superiores a 1 hora; excluem-se as alterações ditadas por motivos comerciais.

21-Período Nocturno de Repouso

-Período de 8 horas consecutivas compreendidas entre as 23h00 e as 09h00 23-Período de Serviço de Voo (DUTY TIME)

-Período desde a apresentação de um tripulante no aeroporto para executar um voo ou séries de voos, sem período de repouso intermédio, até 30 minutos depois do momento de imobilização definitiva da aeronave, uma vez completado o ultimo daqueles, para voos de ida-volta. No regresso à base após uma rotação ou série de voos, este tempo será acrescido em 15 minutos.

Cláusula 8ª

2.2.1. Nos voos em equipamento N/B que incluam o período critico circadiano no PSV são reservados 2 lugares na ultima fila de C/CL (lugares A-C), sendo reservados 3 lugares no caso do A-321 (lugares D-E-F), para descanso da tripulação.

Cláusula 13ª

5-Fora da base, todas as alterações às escalas só poderão advir, de dificuldades técnicas ou operacionais, não previsíveis. Salvo acordo expresso do Tripulante, não poderão ser atribuídos outros voos se os inicialmente planeados se realizarem.

a) O serviço de voo resultante da nomeação não pode escalar a base, antes do seu termo;

b) O regresso à base, não pode exceder 3 horas, o inicialmente programado; c) Não poderá alterar o planeamento subsequente do tripulante;

Cláusula 16ª

1-a) O período de serviço de voo não exceda em mais de 3 horas, o período de serviço de voo inicial, bem como o horário previsto de regresso à base, inicialmente

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Cláusula 22ª

3- Nos casos em que o planeamento, por motivo de optimização da utilização dos Tripulantes, não seja observado o limite exposto no número anterior, a folga semanal terá de ter o seu início até às 00h00 do 7º dia e terá um descanso adicional de 24 horas.

5-Os Tripulantes terão direito ao gozo efectivo de um Sábado e de um Domingo, como período de folga semanal, com intervalo não superior a 7 semanas, não podendo ser alterado ao abrigo da Cláusula 23ª.

13-a) No regresso à base, após um PSV de 11h00 planeado, os tripulantes gozarão de um repouso mínimo de 24 horas; no Longo Curso esse descanso será acrescido de uma folga semanal de 48 horas. Este tempo não é cumulativo com o definido na Cláusula 31ª, nº 2.

14-Os Tripulantes têm direito efectivo a uma folga imediatamente antes e depois de um período de férias.

Cláusula 25ª

1-Em operações de Médio Curso, os tempos máximos de período de serviço de voo são os seguintes:

-BFTM 09h00-12h00………….12h

-Fora deste período o tempo máximo será de 10h

a)Por irregularidade este limite pode ser aumentado em 2 horas, sendo as mesmas majoradas em 100%, e o descanso subsequente aumentado no dobro da extensão. b)Fora da base, sempre que o despertar (hora local da base) se incluir no período critico circadiano, o PSV que lhe dá origem terá no máximo 6 horas.

2-Em operação de Longo Curso, os tempos máximos de período de serviço de voo é o seguinte…….12 Horas.

a)Sempre que exista descanso horizontal, e em equipamentos WB, o PSV máximo, será de 13h30, para um máximo de 2 aterragens, independentemente do período em que seja realizado. Também não será permitida a realização de serviços de voo, com a mesma tripulação, com inicio e termo na base.

b)Sempre que o PSV seja superior a 13h30 a tripulação terá que ser reforçada em 3 tripulantes, sendo 1 desses elementos obrigatoriamente Chefe de Cabine.

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d)No A-340 as horas excedidas do nº 2 desta cláusula serão majoradas como em c) e o descanso aumentado no dobro da extensão necessária à conclusão do voo, seja ou não efectuado com tripulação reforçada.

Cláusula 26ª

4-Em operação de Médio Curso, para rotação de duração, igual ou superior a 3 dias, o tempo médio diário de período de serviço de voo planeado, não pode ser superior a 8 horas/dia.

Cláusula 31ª

2-O período mínimo de repouso é de 14 horas na base, e de 11 horas fora da base, ou o período de serviço de voo, aquele que for maior.

a)Após um serviço de voo, com 4 aterragens com final fora da base, o período de serviço de voo seguinte, terá obrigatoriamente final na base, onde será gozada a folga, conforme clª22 nº12 alínea a).

b)Num período de 7 dias consecutivos, um tripulante não pode realizar mais que 1 serviço de voo com 4 aterragens.

7-a)Em equipamento NB, sempre que um período de serviço de voo inclua o período critico circadiano, o período de voo subsequente terá obrigatoriamente uma

apresentação posterior ás 09h00 locais.

9-Fora da base, quando a diferença entre os locais de inicio e de fim do período de serviço de voo for igual ou superior a 3 zonas horárias, o período de repouso tem duração, no mínimo, igual a 24 horas incluindo uma noite local, nos termos do numero 21, da cláusula 4ª.

a)Quando esta diferença for superior a 6 zonas horárias, o período de repouso subsequente tem duração, no mínimo, igual a 36 horas incluindo 2 noites locais, nos termos da cláusula 4, no seu numero 21.

11-Se por irregularidade ou atraso, o descanso tiver que ser aumentado, colidindo com a apresentação seguinte, a hora de briefing apenas poderá ser protelada por 30

minutos. A alteração para além destes 30 minutos carece obrigatoriamente da concordância do tripulante.

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REDUÇÃO DAS CARGAS DE TRABALHO

W/B

 A segunda refeição em ambas as Classes, passa a ser fria.  Menus e auscultadores colocados nas bolsas das cadeiras.  Abolição do serviço de aperitivos em Y/CL

N/B

 Sandes frias em todos os voos com Block Time programado inferior a 4 horas.  Abolição do serviço de vendas a bordo.

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Regulamento de Remunerações

Cláusula 7ª

2.d)Folgas: 25% do tempo de voo e do tempo de trabalho realizado, desde que esse tempo de trabalho esteja incluído, total ou parcialmente, em dia de folga.

dd)Se por irregularidade operacional e para regresso à base o tempo de trabalho ou voo se incluir total ou parcialmente o dia de folga esse tempo será majorado em 100%. Feriados-mantem os valores de majoração.

Cláusula 8ª Tabela 4

Duty Pay……1160 horas Block Pay……700 horas

Redução por dia 03h00 (duty) e 02:00 (blck)

Tabela Salarial-Entrada em vigor a 1 de Junho de 2011

S/C …....V.B. 2800 euros….Senioridade …1%/V.B….Multa e horas extra….2%/ V.B. C/C ..…..V.B. 2300 euros….Senioridade…1%/V.B….Multa e horas extra….2%/ V.B. CAB III…V.B. 2000 euros….Senioridade…1%/V.B….Multa e horas extra….2%/ V.B. CAB II….V.B. 1700 euros….Senioridade…1%/V.B….Multa e horas extra….2%/ V.B. CAB I…..V.B. 1350 euros….Senioridade…1%/V.B….Multa e horas extra….2%/ V.B. CAB 0….V.B. 850 euros….Senioridade…1%/V.B….Multa e horas extra….2%/ V.B. CAB INICIO…V.B. 550 euros...Multa e horas extra….2%/ V.B.

CAB INICIO até CAB 0….6 meses CAB 0 até CAB I….2 anos e 6 meses CAB I até CAB II…..5 anos

CAB II até CAB III….5 anos

O Valor do Perdiem/Ajuda de Custo Complementar comum a todas as categorias e escalões………..50 euros

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Incentivo à Reforma e Pré-Reforma

Plano para o triénio 2012-2014

60% do vencimento base e senioridade, multiplicado por 30 meses

;

 Limite máximo de 50.000 euros;

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Memorando/Protocolo de entendimento

Com efeito a partir de dia 1 de Julho de 2011, fica consagrado entre as partes o direito a facilidades de passagem com a figura de XXDHCPNC, à semelhança do que sucede com outras Classes Profissionais.

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Memorando/Protocolo de entendimento

 Caso os dados apresentados até 31 de Março confirmem um lucro no sector do Transporte Aéreo, superior a 75 Milhões de Euros, a TAP compromete-se a restituir a totalidade da redução de vencimentos respeitantes ao ano 2011, em duas tranches, sendo a primeira no mês de Junho e a segunda no mês de Novembro;

 Caso os dados apresentados até 31 de Março confirmem um lucro no sector do Transporte Aéreo, situado entre 50 e 75 Milhões de Euros, a TAP compromete --se a restituir metade do valor da redução de vencimentos respeitantes ao ano de 2011, pagas numa tranche única no mês de Junho.

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Acordo de Empresa TAP-SNPVAC

O Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil, representado

pela Direcção recém empossada, tem como principio para aceitar uma

negociação de boa fé, três pressupostos, a saber:

A retirada do Tripulante nas Tripulações Tipo será sempre um

Comissário/Assistente de Bordo e não um Chefe de Cabine ou um

Supervisor de Cabine;

Todos os Tripulantes de Cabine contratados a termo, passarão a

efectivos no dia anterior à assinatura do novo Acordo de Empresa;

Esta negociação sendo aceite pelas partes será considerada como

um novo Acordo de Empresa com um prazo de vigência de 36

meses.

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Referências

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