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SMT (SURFACE MOUNTED TECHNOLOGY)

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(1)

TEC-ENC 7

-1

SMT (SURFACE MOUNTED TECHNOLOGY)

VANT

AGENS

•A

umento da Automação na Montagem de Circuitos Eletrônicos

•D

iminuição de ruídos, menores tempos de

retardo e maior resposta

em frequência

•M

enor interferência eletromagnética

•R

edução de área do C.Impresso em 50% comparado com um PCB típico

•R edução do N o de camadas em 40% •r edução de custo em 50% •M

elhoria nas características mecânicas

•M

aior velocidade de colocação dos SMD

•A

umento de “Yield”

Linha de Produção de

(2)

TEC-ENC 7

-2

EVOLUÇÃO dos COMPONENTES “SMD”

• C omponentes Passivos D iminuição de L: 3,1 mm para 0,2 mm – D iminuição de W: 1.6 mm para 0,1 mm L W

(3)

TEC-ENC 7

EVOLUÇÃO dos SMD’S ATIVOS

C

omponentes ativos:

D

iminuição de 15 mm

(4)

TEC-ENC 7 -4

COMPONENTES SMD

C

omponentes Básicos

E

ncapsulamentos típicos

G

eometria ou pegada

“Foot Print” dos SMD

E

(5)

TEC-ENC 7 -5

COMPONENTES SMD

Ca pacitores Indutores Circuitos Integrados Resistores Transistores Indutores

(6)

TEC-ENC 7

-6

PEGADA de COMPONENTES de DOIS TERMINAIS

RE SI STO R E S SM D RE SI STO R E S SM D CAPACITORES SMD CAPACITORES SMD

(7)

TEC-ENC 7

-7

GEOMETRIA de RESISTORES SMD

Configuração

(8)

TEC-ENC 7

-8

GEOMETRIA dos CAPACITORES MULTICAMADA

Nickel Barrier T erminations Configuração Unidade: mm

(9)

TEC-ENC 7

INDUTOR DE FERRITE MULTICAMADA

(10)

TEC-ENC 7

-10

(11)

TEC-ENC 7

(12)

TEC-ENC 7

-12

(13)

TEC-ENC 7

TECNOLOGIA SMT

P

rodutividade em SMT

F

atores que contribuem para o

“YIELD” em “SMT”

S

istema Integrado de Manufatura

T

ipos de circuitos com “SMD”

S

equências típicas de montagem

dos circuitos com “SMD”

A

plicação de Adesivos e Cura

A

plicação de Pasta de Solda

P

osicionamento de componentes

“SMD”

T

écnicas de Soldagem em “SMT”

S

olda e Fundentes para “SMT”

L

impeza após processo

C

ontrole de Qualidade em SMT

(14)

TEC-ENC 7

-14

PRODUTIVIDADE em SMT

Produtividade é

o fator de maior importância na industria de

montagem de aplicações eletrônicas e se associa diretamente a

eficiência de um processo de produção para a geração de um

produto com um certo grau de confiabilidade.

A complexidade crescente das operações na montagem de

aplicações eletrônicas implica em investimentos em gente e

equipamento muito elevados, tornando o retorno do

investimento muito significativo.

Eficiência = [Valor de saída] / [Custos de capital + Custos

Operacionais]

O valor de saída é

m

aximizado pelo “Yield”

d

o Processo tendo

em contrapartida a confiabilidade (R) do produto gerado:

R = [MTBF] / [MTBF + MTTR], onde MTBF é

o tempo médio

entre falhas e MTTR é

(15)

TEC-ENC 7

FATORES que CONTRIBUEM pa

(16)

TEC-ENC 7

-16

(17)

TEC-ENC 7

(18)

TEC-ENC 7

-18

MÉTODOS de MONTAGEM dos CIRCUITOS SMD

M

étodo de montagem

para circuitos tipo I A.

Prepara-se o substrato

B.

Aplica-se a pasta de solda

C.

Colocam-se os componentes SMD

D.

Secagem da pasta de solda

E.

Refusão da pasta de solda

F.

(19)

TEC-ENC 7

MÉTODOS de MONTAGEM dos CIRCUITOS SMD (cont.)

M

ontagem de circuit

os tipo IIA

A.

Prepara substrato

B.

Deposita-se a pasta de solda

C.

Coloca-se o componente SMD

D.

Secagem de pasta de solda

E.

Refusão de solda

F.

Inserção de componentes de furo passante

G.

Acondicionamento de componentes de furo passante

H.

(20)

TEC-ENC 7

-20

MÉTODOS de MONTAGEM dos CIRCUITOS SMD (cont.)

I.

Aplica-se adesivo ao substrato

J.

Coloca-se componente SMD no lado 2

K.

Cura-se adesivo

L.

Inverte-se substrato

M.

Realiza-se solda de onda

N.

(21)

TEC-ENC 7

MÉTODOS de MONTAGEM dos CIRCUITOS SMD (cont.)

M ontagem de circuit os tipo II B A. Prepara o substrato B.

Inserção de componentes de furo passante

C. Inverter substrato D. Aplica-se adesivo E. Coloca-se o componente SMD F. Cura-se o adesivo G.

(22)

TEC-ENC 7

-22

MÉTODOS de MONTAGEM

dos CIRCUITOS SMD (cont.)

A.

Prepara o substrato

B.

Inserção de componentes de furo passante

C.

Condicionamento do componente

D.

Inverte-se o substrato

E.

Aplica-se adesivo no substrato

F. Coloca-se componente SMD G. Cura-se adesivo H. Inverte-se o substrato I.

Realiza-se solda tipo onda

J.

(23)

TEC-ENC 7

APLICAÇÃO de ADESIVOS e CURA

O

s componentes SMD devem ser

(24)

TEC-ENC 7

-24

•O

s ade

sivos são formulados para ter

os seguintes atributos: –Perfil e tamanho de ponto consistentes –Alta resistência (molhado e curado) –Boa flexibilidade e res

istência a

choques térmicos –Boa aplicabilidade, os Epoxies permitem alta velocidade de aplicação –Excelentes características elétricas após cura –Como os epoxies são sensitivos ao calor eles devem permanecer refrigerados a [5°C] para manter suas especificações. –Para permitir a utilização de equipamento automático de inspeção e melhorar o contraste as cores típicas usadas nos epoxies de adesivo são (vermelho e amarelo) –Tipicamente a cura destes adesivos ocorre num forno de IR a temperatura de 110° a 160°C

(25)

TEC-ENC 7

CRITÉRIOS para DEFINI

ÇÃO de PONTO de ADESIVO

E

xistem critérios

para definição de

tamanho de ponto

de adesivo como:

S

e existe ou não o “Dummy track”

S

e a solda é do tipo onda ou pasta

T

ipo de

(26)

TEC-ENC 7 -26

MÉTODOS de APLICAÇÃO

P

ino de Transferência

S

erigrafia

S

(27)

TEC-ENC 7

(28)

TEC-ENC 7

-28

PROBLEMAS DURANTE a APLICAÇÃO

•S

ão diversos os problemas que surgem durant

e a apli

cação dos

adesivos: –

F

ormação de cordão: Produzem

contaminação nos terminais •

S

ão causados por: cargas

eletrostáticas, ajuste Z incorreto, baixo suporte da placa

–Tamanho de ponto inconsistente: que diminui a resistência da colagem

•S

ão causados por: Bicos inadequados, tempo insuficiente para recuperação do adesivo, tempo e pressão para terminar o ciclo de aplicação

–Pontos faltantes que evitam a colocação dos componentes

•S

ão causados por : pressão de linha baixa

(29)

TEC-ENC 7

-29

GEOMETRIAS de PONTOS OBTIDAS

Usando aplicadores •

U

sando Seri

grafia com

(30)

TEC-ENC 7

-30

BOMBAS UTILIZADAS par

a APLICAÇÃO de ADESIVOS

•B

omba com Pistão de Deslocamento

Positivo –Bombas de deslocamento positivo usam pistão para forçar o material a descer pelo bico. –Uma pressão constante é aplicada à seringa a qual fornece material à câmara do pistão enquanto este está levantado. –Quando a câmara fica cheia o pistão é acionado forçando o material a sair pela bico.

B

(31)

TEC-ENC 7

PASTA de SOLDA para SMT

A

pasta de solda é uma mistura partículas

metálicas esféricas de ligas de solda encapsuladas com fundente usadas no processo de solda por refusão

N

a formulação das pastas de solda

especificam-se características como: –

T

empo de aderência “Tackiness”,

V

ida do “Stencil”,

R

eologia (Características de fluxo da pasta).

E

m produção a pasta de solda envelhece e

suas características mudam, portanto uma manipulação adequada permi

te:

P

reservar as características originais

durante um tempo maior,

E

vitar desperdiço de pasta,

A

umentar o “Yield” do processo,

D

(32)

TEC-ENC 7

-32

MATERIAIS para PASTA de

SOLDA (LIGAS METÁLICAS)

U

ma liga típica para pasta de solda cons

iste de Chumbo (Pb), Estanho (Sn) e as

vezes Prata (Ag)

A

liga é formada por partículas de diâmetro de 20-75 micrometros

U

ma liga muit

o popul

ar para solda por refusão e a composição eutêtica

63Sn/37Pb (veja diagrama de fase abaixo

) com uma temperatura de transição de

183

o C

E

(33)

TEC-ENC 7

-33

TIPOS de PASTA de SOLDA

D

iversos tipos de ligas metálicas encontram-se disponíveis para

sua utilização em SMT com te

mperaturas de fusão de 180-300

(34)

TEC-ENC 7

-34

MATERIAIS para PASTA

de SOLDA (FUNDENTES)

N

uma só operação uma serie de materiais

com diversos graus de soldabilidade devem

ser sol

dados usando uma determinada liga

de solda, isto faz com que a escolha do

fundente (Flux) seja importante.

A

s funções do fundente no processo de solda de SMT são: –

R

etardar a oxidação devida à temperatura de soldagem

R

emover óxidos superficiais

E

vitar re-oxidação

A

judar à transferência de calor até a junta de solda

P

ermitir que resíduos corrosivos ou não sejam facilmente removidos do substrato

M

elhorar a molhabilidade das soldas

O

fundente é aplicado antes do processo de

soldagem por onda ou durante o processo

refusão, sendo aplicados ao substrat

o através de Espuma,

Onda ou

(35)

TEC-ENC 7 -35

TIPOS de FUNDENTES

• F undentes Inorgânicos • F

undentes Inorgânicos são altamente corrosivos, já que se constit

uem de ácidos e sais

inorgânicos como HCl e HF, Cloretos de est

anho, sódio, fl

uoreto

de potássio e cloreto de zinco.

E

stes fundent

es podem remover

filmes de óxidos de metais ferrosos e não –ferrosos como aço inox., Kovar e ferro-níquel, que não podem ser sol

dados com fundentes

mais fracos.

O

s fundentes inorgânicos são

usados para aplicações não- eletrônicas e não são usados em SMT.

F

undentes Ácidos Orgânicos (AO)

E

stes fundent

es são mais fortes que

os de ti

po ROSIN e mais fracos que

os inorgânicos.

F

ornecem um balance adequado entre a atividade do fundent

e e sua

limpabilidade. Estes fundentes contém íons polares que podem ser removidos por solventes polares com água.

D

evido a sua solubili

dade os

(36)

TEC-ENC 7

-36

TIPOS de FUNDENTES (Cont.)

•F

undentes tipo ROSIN

•R

OSIN ou colophony é um produto natural

extraído da casca do pinheiro. •A composição do ROSIN é C

19

H 29

COOH e

consiste principalmente de ácido abiético (70 a 85 percento) com (10 a 15 percento) de ácido pimárico. •Os fundentes de ROSIN são inativos a temperatura ambiente mas ficam ativos nas temperaturas de soldagem. A T

o de

fusão do ROSIN es de (172°C to 175°C) •Estes fundentes podem ser:

– não ativado(R), – m eio ativado (RM A ), – totalmente ativados (R A), –N o-C le an •I

sto devido à concentração de ativadores adicionados ( alógenos, ácidos orgânicos, aminoácidos, etc)

O

s fundentes tipo R e RMA são

geralmente não corrosivos, portanto seguros e muitas vezes não precisam de limpeza. O solvent

e usual

é

Isopropanol ou álcool etílico.

S

ua desvantagem é que é pegajoso segurando poeira e contaminantes.

O

fundente tipo RA apresent

a uma

percent

agem maior de ativador,

porem seus resíduos são corrosivos.

O

s fundentes tipo ROSIN em geral

requerem um estágio de limpeza

E

xiste uma classe de fundentes

(37)

TEC-ENC 7

-37

TIPOS de PASTAS ATUAIS

O

protocolo de Montreal restringe ou proíbe a utilização de

materiais que destroem a camada

de ozônio do tipo CFC’s. Isto

tem afetado profundamente a industr

ia eletrônica e tem restringido

ou eliminado as pastas de solda

tradicionais com fundentes tipo

(RMA) e métodos de limpeza baseados em CFC.

A

ssim solventes alternativos tem sido usados pelos fabricantes e

os

sistemas “ no clean” e “water

clean” estão se tornando os

predominantes hoje na industria.

Sistema de Pastas Solúveis em água “water clean”

P

astas solúveis em água são esco

lhidas para aplicações onde os

resíduos que ficam na placa de PCB devem ser removidos. estas pastas apresentam uma excelent

e molhabilidade mas apresentam

problemas com o tempo de adesão e vida útil. Os fabricantes atualmente estão resolvendo estes problemas .

E

ste sistema requer a avaliação do

s materiais usados para limpeza,

especialmente de lugares de di

(38)

TEC-ENC 7

-38

SISTEMA de PASTAS de SOLDA “NO CLEAN”

O

sistema “No clean” está sendo muito usado já que diminui

custos eliminando o processo de limpeza e evitando rejeitos após este processo.

Inicialmente o sistema “no clea

n” apresentava problemas de

molhabilidade e ativação. Hoje es

tes problemas de molhabilidade

estão superados permitindo a ma

nutenção da confiabilidade

mesmo em diversas superfícies.

O

resto dos parâmetros (propriedades de impressão, tempo de

adesão, consistência, etc) permanecem compatíveis com as apresentadas pelos sistemas tradicionais com (RMA).

A

cor do resíduo é tipicamente clara, eliminando problemas

cosméticos das placas e assim não sendo necessária sua retirada da placa.

P

(39)

TEC-ENC 7

-39

LIGAS ALTERNATIVAS “LEAD FREE”

•Um novo campo para o desenvolvimento de pastas de solda é o de ligas “livres de chumbo” “’Le

ad Free” , devido aos problemas

ambientais que o chumbo causa qu

ando descartadas as placas de

PCB.

–A maioria do trabalho nesta área esta fo

calizado ao redor de sistemas ternários

o de ordens superiores baseados em

Sn/Ag/Cu/Sb.

Os pontos de fusão são

maiores que os do sistema Sn/Pb mas test

es revelam que a metodologia atual é

compatível com este sistema. –Dados extensivos de confiabilidade es

tão sendo gerados e alguns produtos já

estão sendo lançados no mercado. –O Impacto destes sistemas de solda

no equipament

o para processo de SMT é

função da past

a selecionada que produz mudanças em:

•T

ecnologia de fabricação da pasta

•T

emperatura de refusão

•A

tividade do fundent

e

–Em geral o equipamento de SMT é compat

ível com os novos si

stemas de

(40)

TEC-ENC 7

-40

VOLUME de PASTA de SOLDA

É

muito importante depositar o

volume certo de pasta de solda, para evitar soldas inconsistentes.

O

Volume de pasta de solda é

definida basicamente: –

P

elo processo de deposição

(Serigrafia ou “Dispensing”) – T amanho de partícula – V iscosidade da Pasta – P

elas aberturas do “Stencil”,

P

(41)

TEC-ENC 7

CRITÉRIO GERAL PARA UMA BOA SOLDA

U

ma solda adequada deve realizar funções tanto

(Elétricas) quanto estruturais (Mecânicas) sem falhas durante seu tempo de vida.

E

xistem três critérios

para julgar uma solda:

B

oa molhabilidade das superfícies,

S

uperfícies de solda limpas, suaves e brilhantes,

V

olume adequado de solda

C

(42)

TEC-ENC 7

-42

SOLDABILIDADE

S

oldabilidade de componentes e substratos define-se como sua

adequação para o processo de sold

agem industrial. Esta é afetada

pelos seguintes fatores:

D

emanda Térmica •D

eve ser tal que permita o aquecimento da área onde será realizada a

solda sem prej

udicar os component es e substratos. – M olhabilidade A metalização do componente ou condut

or deve ser tal que a

superfície está totalmente molhad

a com solda, no tempo disponí

vel

para a soldagem.

R

esistência a dissolução da metalização •A

metalização do componente o condutor deve suportar as

temperaturas de solda sem se dissol

(43)

TEC-ENC 7

TESTES para AVALIAR PASTAS de SOLDA

•P

ara avaliação de Pastas de Solda é necessário realizar testes para quantificar: –A Distribuição de partículas do pó de solda –Sua Consistência –O

Acontecimento de Resíduos

–A Molhabilidade da pas

ta

–O Tempo de Aderência de componentes –O teste de bola de Solda –A

(44)

TEC-ENC 7

-44

(45)

TEC-ENC 7

Teste de Molhabilidade

0% 30% 40% 50%

(46)

TEC-ENC 7

-46

TESTES de IMPRESSÃO

P

ara avaliar a impressão deve-se to

mar em conta os seguintes fatores:

V

ida do “Stencil”

C

ondições ambientais (temperatura e umidade)

V

elocidade do “Squeegee” Rodo

F

reqüência de movimentação do “Stencil”

C

(47)

TEC-ENC 7

-47

DEPOSIÇÃO de PASTA de SOLDA

S

erigrafia usando STENCIL

E

quipamento para Serigrafia de Solda

O

processo de deposição de pasta de

solda no PCB, para refusão, utiliza um “stencil printer”.

D

urante o processo de impressão , o

rodo pressiona o “stencil” de forma que est

e toca a superfí

cie do

substrato.

A

pasta de solda é impressa através

das aberturas do “stencil” devido a pressão hidrodinâmica gerada pelo rodo quando este percorre a área total de imagem.

P

ara obter um ótimo “Yield” nest

e

(48)

TEC-ENC 7

-48

STENCIL para SERIGRAFIA de PASTA de SOLDA

O

“Stencil” é projetado de forma que

suas aberturas coincidam com os “Pads”

de solda .

A

quantidade de past

a de solda requ

erida para atingir uma determinada

dimensão de solda pode ser estimad

a durante projeto do “Stenci

l”.

A

s abe

rturas nos “Stencils” são fabr

icadas usando processos aditivos ou

subtrativos: Corte por LASER e

Corros

ão

Quími

ca são processos subt

rativos

,enquanto Eletro-formação

(49)

TEC-ENC 7

-49

FABRICAÇÃO das ABERTURAS no “STENCIL”

CORTE POR LASER:

CORTE POR LASER:Um laser programável é usado para

cortar as aberturas, criando

geometrias trapezoidais com aber

turas maiores no lado do rodo

que no lado do substrato. Em al

guns cas

os isto melhora a liberação

da p

asta de solda. Estes stenci

ls são tipicamente de aço inox.

CORROSÃO QUÍMICA: CORROSÃO QUÍMICA:É o mét odo mais comum de fabr icação de s tencils. Um” Ph oto Resist” é laminado n os d ois lados da folha metá

lica e mascaras com

a imagem a ser transferida s

ão ali

nhadas nos dois lados e realizada

uma exp

osição com uma fonte de luz com o comprimento de ond

a

adequ

ad

o. A folha é revelada e colo

cada n

u

ma câmara de corros

ão,

obtendo-se assim as aberturas projetadas. Este método é ad

equad

para dispositivos com terminais

co

m passo de 0.65 mm ou maior.

Os stencils são fabricad

os em geral com aço inox.

ELETRO FO RMAÇÃO : ELETRO FO RMAÇÃO :

•Esta técnica req

uer também um “Ph

oto Resist” que está

posicionado num “M

andrel” ou b

ase metálica.O resist tem uma

espessura maior que a es

pessura do

“stencil”. O resist é revelado e

pilares de resist aparecem onde es

tarão as aberturas

do “sten

cil”.

Níquel é eletro depositado até

obter a espessura de “stencil”

desejada. Após o processo os p

ilares de resist são removidos e o

“stencil” é retirado d

a b

ase. Este método é utilizado p

ara

(50)

TEC-ENC 7

-50

DEPOSIÇÃO de PASTA de SOLDA com DISPENSER

•A

plicação de Pasta de Solda usando

equipamentos de “Dispensing” apresentam as seguintes características: –É um processo muito preciso que ut

iliza a base de dados do PCB par a de po si ta r quantidades precisas de p asta em lugares

definidos na placa. Por ser um processo direto não requer “Stencil” p

ara s u a operação. –Este é u m processo flexível já qu e pod e

aplicar quantidade variáveis de pasta eliminando a mudança de

stencils para cad

a

passo. –Os “Multi-Head Dispensers” (veja foto) podem depositar até 140.000 pontos de solda ou

adesivo por h

ora.

–Esta van

tagens tornam este método

adequ

ad

o p

ara p

rodutos com uma alta

mis

tura de componentes de forma que é

fácil mo

dif

icar o programa de deposição.

–O método de aplicação de pasta d

e solda

pode ser considerado como uma alternativa e viável à dep

osição p

or s

(51)

TEC-ENC 7

“Posicionamento de Componentes em SMT

O

“Placement” trata da colocação de componentes SMD sobre

(52)

TEC-ENC 7

-52

FATORES CONSIDERADOS em “PLACEMENT” de SMD

Treinamento Área de produção Tipo de Componentes Capacidade Máquina de “Placement” Conhecimento

Poeira e Sujeira no ambiente

Facilidade de Alteração

Eixo de Movimentação

Circulação do Ar

PCB •Planicidade do PCB •Planicidade das ilhas de Solda

Bicos

Cabeças de colocação •Bicos

Operadores Ambiente Materiais Métodos Equipamento temperatura Suporte do PCB e grampos

Suporte do PCB Alimentadores Software

Adesivo •“Tackiness” ou Aderência ao PCB

Repetibilidade e Precisão do posicionamento

Umidade do Ar

Pasta de Solda •“Tackiness” ou Aderência ao PCB

Parâmetros de “Placement” •Dados de Visão •Dados do PCB

(53)

TEC-ENC 7

-53

FORMAS de POSICIONAMENTO em SMD

O

s métodos de posicionamento seguem as seguintes estratégias:

– P osicionament o em linha – P osicionament o simultâneo – P osicionament o seqüencial – P osicionament o seqüencial simultâneo

(54)

TEC-ENC 7

-54

TIPOS de SISTEMAS de POSICIONAMENTO

•Existem três tipos de posicionamento de

componentes SMD:

–Sistema tipo Pórtico “Gantry” ou Cartesiano, –Sistema tipo Torre “Turret”, –Sistema de posicionamento massivo paralelo.

•A

maior diferença entre estes dois métodos

é o método de transporte dos componentes SMD d

o alimentador ao PCB.

•C

ada sistema apresent

a vantagens e

desvantagens dependendo da aplicação o processo que está a ser implementado e que geralmente trata-se de um compromisso entre velocidade e precisão de posicionament

(55)

TEC-ENC 7

-55

SISTEMA “TURRET”

N

o sistema “Turret” ou de Torre as cabeças de posicionamento são

rotadas, pegando-se o componente numa posição e colocando-o em

outra.

O

s alimentadores são movimentados

até a posição de recolhimento e

o PCB é movimentado na direção X-Y até a posição correta de

colocação do componente SMD.

(56)

TEC-ENC 7

-56

(57)

TEC-ENC 7

-57

SISTEMA “GANTRY”

O

Sistema “Gantry” ou “Pick a

nd Place” ou Cartesiano é um

sistema que possui uma cabeça

de colocação montada num

sistema X-Y

que recolhe o componente SMD d

o alimentador

que está numa posição fixa e o movimenta até a posição do

componente no PCB que também se encontra fixo.

(58)

TEC-ENC 7

-58

FERRAMENTAS de POSICIONAMENTO para SMD

A

s maquinas de P&P movimentam os

componentes SM

D dos

alimentadores

até o local de posicionamento com

Bicos a vácuo.

D

iversos Bicos são projetados para

conseguir recolher os mais diversos

tipos de formatos de componentes

SMD

O

s Bicos também são projetados para

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