BASES COMPUTACIONAIS DA CIÊNCIA
Turma: D – Sub-turma: 14
PROJETO FINAL:
Prof. Dr. Carlos Alberto Kamienski Integrantes:
Ana Carolina Barbosa Silva Guilherme Takeshi Okina
Pedro Henrique S. Rodrigues
SUMÁRIO
1 – INTRODUÇÃO...3
1.a) A dengue no Brasil...3
1.b) Sobre a dengue...3
2 – OBJETIVOS...4
3 – JUSTIFICATIVA...4
4 – METODOLOGIA...5
4.a) Dados...5
4.b) Organização do trabalho...5
5 – DADOS E DISCUSSÕES...5
5.a) A dengue por regiões brasileiras (comparação 2008, 2009)...5
5.b) Casos de dengue com relação às estações do ano...9
5.c) Casos de dengue na América Latina...10
5.d) Casos de dengue e PIB per capita nas regiões...12
5.e) Coleta e tratamento de esgoto (saneamento básico) e casos de dengue
nas regiões brasileiras...13
6 – CONCLUSÃO...14
1 – INTRODUÇÃO
1.a) A dengue no Brasil e no mundo
A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que mais de 50 milhões de pessoas são infectadas ao ano em mais de 100 países ao redor do mundo. Esses doentes demandam cerca de 550 mil hospitalizações e 20 mil morrem em conseqüência da dengue.
No Brasil, o clima tropical e outras condições sócio-ambientais favorecem a dispersão do mosquito e a proliferação da doença. O vetor da doença (o mosquito Aedes aegypti) possui grande capacidade de se adaptar a novos ambientes, tal qual o ambiente criado pela urbanização acelerada e por novos hábitos da sociedade.
1.b) Sobre a dengue
A dengue é uma doença febril aguda causada por um vírus de evolução benigna, na maioria dos casos, e seu principal vetor é o mosquito Aedes aegypti, que se desenvolve em áreas tropicais e subtropicais.
TRANSMISSÃO
O ciclo de transmissão ocorre do seguinte modo: a fêmea do mosquito deposita seus ovos em recipientes com água; ao saírem dos ovos, as larvas vivem na água por cerca de uma semana. Após este período, transformam-se em mosquitos adultos, prontos para picarem as pessoas. O
Aedes aegypti procria em velocidade rápida e o mosquito adulto vive em média 45 dias.
SINTOMAS
Existem duas formas de dengue: a clássica e a hemorrágica. A dengue clássica apresenta-se geralmente com febre, dor de cabeça, no corpo, nas articulações e por trás dos olhos, podendo afetar crianças e adultos, mas raramente mata. A dengue hemorrágica é a forma mais severa da doença, pois além dos sintomas citados, é possível ocorrer sangramento, ocasionalmente choque e conseqüências como a morte. Na dengue hemorrágica o quadro clínico se agrava rapidamente, podendo levar a pessoa à morte em até 24 horas. De acordo com estatísticas do Ministério da Saúde, cerca de 5% das pessoas com dengue hemorrágica morrem. O objetivo do Ministério da Saúde é que esse número seja reduzido a menos de 1%.
TRATAMENTO
importante que todo tratamento seja feito sob orientação médica.
PREVENÇÃO
O grande problema para combater o mosquito Aedes aegypti é que sua reprodução ocorre em qualquer recipiente utilizado para armazenar água, tanto em áreas sombrias como ensolaradas. A prevenção e as medidas de combate exigem a participação e a mobilização de toda a comunidade a partir da adoção de medidas simples, visando a interrupção do ciclo de transmissão e contaminação.
Contra picadas: espirais e vaporizadores elétricos, mosquiteiros, repelentes e telas. Não havendo picada, não há doença.
Eliminação de locais de reprodução do mosquito: tampar os grandes depósitos de água, remover o lixo, fazer controle químico (aplicação de produtos químicos de exterminação do foco), limpar os recipientes de água. Essas medidas tem como objetivo eliminar os possíveis locais onde a água poderia se acumular e virar local propício para o desenvolvimento do mosquito.
Outras medidas: coleta de lixo, inspeção domiciliar para controle da reprodução de mosquitos, mobilização da sociedade. Todas as medidas devem andar em conjunto para que se obtenha eficiência no resultado tão esperado: combater a doença.
Relacionar os possíveis fatores que ajudam essa doença a se desenvolver pelo Brasil pode nos ajudar a entendê-la, combatê-la e, assim, evitar hospitalizações, mortes, gastos com remédios e a super-lotação das instituições de saúde, principalmente as públicas.
2 –
OBJETIVOS
Relacionar o problema da dengue no Brasil com possíveis fatores de estímulo à sua proliferação.
3 – JUSTIFICATIVA
4 – METODOLOGIA
4.a) Dados
Pelo fato de a dengue ser um problema de alcance nacional que pode afetar as condições de saúde de todos, os dados têm sido explorados pelo Ministério da Saúde em relatórios periódicos. Utilizamo-nos de alguns desses dados para saber sobre a proliferação da doença.
As informações sobre os indivíduos (alvos da doença) e suas características são provenientes principalmente de arquivos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que realiza o recenseamento da população brasileira, coletando dados de suma importância para a caracterização do perfil do cidadão brasileiro, subdividindo-os em diversos grupos diferentes com a finalidade de, a partir desse perfil, entender as necessidades do povo e trabalhar para supri-las.
4.b) Organização do trabalho
O trabalho foi organizado de modo que estipulamos primeiramente os possíveis dados que poderiam estar correlacionados à dengue:
- Casos de dengue x Regiões brasileiras - Casos de dengue x Estações do ano
- Casos de dengue no Brasil x Casos de dengue em países vizinhos - Casos de dengue x Renda per capita na região
- Casos de dengue x Tempo (anos, décadas, etc...) - Casos de dengue x Saneamento básico
Então começamos a realizar as buscas de dados e executar as confecções de tabelas e gráficos, sempre procurando estabelecer as possíveis correlações dos dados.
5 – DADOS E DISCUSSÕES
5.a)
A DENGUE POR REGIÕES BRASILEIRAS (COMPARAÇÃO 2008, 2009)
Casos de dengue nas diferentes regiões do Brasil nas 10 primeiras semanas de 2008 e 2009:
Tabela 1: casos de dengue no Brasil – 2008/ 2009 – por regiões
População das Regiões Brasileiras (2007):
Região Do Brasil Número de habitantes
Norte 14.500.000
Nordeste 51.500.000
Centro-Oeste 13.200.000
Sudeste 77.800.000
Sul 26.700.000
Total 183700000
Tabela 2: População brasileira por regiões - 2007
Porcentagem de habitantes afetados pela doença na região:
Região do Brasil % de casos por total de habitantes da região em 2008
% de casos por total de habitantes da região em 2009
Norte
0,22 0,16
Nordeste 0,07 0,07
Centro-Oeste 0,13 0,12
Sudeste 0,09 0,05
Sul 0,02 0,01
Tabela 3: Porcentagem de casos por habitente em cada região – 2008/2009
A partir desses dados, apresentamos os seguintes gráficos:
Gráfico 1- Casos de Dengue nas regiões brasileiras nas 10 primeiras semanas de 2008 e Ano 2008 Ano 2009
Norte 31340 23478 19,57% 20,53% -25,09% Nordeste 35984 34273 22,47% 29,97% -4,75% Centro-Oeste 17508 15271 10,93% 13,35% -12,78% Sudeste 71119 38632 44,41% 33,78% -45,68%
Sul 4186 2701 2,61% 2,36% -35,48%
Total 160137 114355 100,00% 100,00% -28,59% Média 32027 22871
25151 14520
Região do Brasil Porcentagem de casos
(2008)
Porcentagem de casos
(2009)
Redução /Aumento -
Percentual
2009:
Gráfico 1: Casos de dengue nas dez primeiras semanas de 2008 - 2009
Gráfico 2 e Gráfico 3 – porcentagem de casos por região em 2008 e 2009, respectivamente:
Gráfico 2: porcentagem de casos em 2008 Gráfico 3: porcentagem de casos em 2009
ANALISANDO OS RESULTADOS
A análise dos dados e dos gráficos nos permite afirmar que é na região sudeste que ocorre o maior número absoluto de casos de dengue diagnosticados no Brasil. Porém ao analisarmos a
Norte Nordeste Centro-Oeste Sudeste Sul Total 0 20.000 40.000 60.000 80.000 100.000 120.000 140.000 160.000 180.000
Casos de Dengue nas Regiões Brasileiras
10 primeiras semanas de 2008 e 2009
2008 2009 Regiões T o ta l d e C a so s D ia g n o st ic a d o s 21% 30% 13% 34% 2%
Porcentagem de Casos por Região em 2009
Norte Nordeste Centro-Oeste Sudeste Sul 20% 22% 11% 44% 3%
Porcentagem de Casos por Região em 2008
população total dessa região, no último senso do IBGE em 2007, verificamos que ela possui o maior número de habitantes do Brasil, portanto em números absolutos, seria esperado um número maior de casos na região sudeste. E o esperado realmente ocorreu.
Mas ao analisarmos a porcentagem da população sudeste que foi diagnosticada com dengue em relação ao total da população da região (77,8 milhões de habitantes) verificamos que apenas 0,09% da população sofreu de dengue em 2008 e 0,05% em 2009. Um número mais baixo, se comparado às regiões Norte e Centro-oeste.
Na Região Norte, que apresenta 21% dos casos em 2009, 0,16% de sua população foi contaminada pelo vírus da dengue, o maior índice de população infectada no Brasil em 2009.
A Região Centro-Oeste, que possui a menor população brasileira em números absolutos(13%), possui poucos casos de dengue identificados, mas em relação a sua população é um número bem elevado, só perdendo para região Norte (0,12% em 2009 versus 0,16% da região Norte).
A região sul possui os melhores números, tanto em número absoluto quanto percentual da população. Com apenas 0,01% da população diagnosticada com o vírus da dengue. Esse fato pode ser explicado pela média da temperatura nessa região, pois essa média de temperatura é inferior à das outras regiões e não propicia desenvolvimento do mosquito em larga escala.
Vale lembrar que em todas as regiões houve uma queda nos números de casos de dengue (de 2008 a 2009), como foi apresentado acima, com a região sudeste atingindo a melhor queda de casos, aproximadamente 46% de queda. Devido a uma possível melhora nas campanhas contra a doença e a preocupação e mobilização da população.
Os cálculos de média e desvio padrão nos dão mais informações sobre os dados. Em média, tivemos em 2008, 32027 casos, com um desvio padrão de 25151 casos; isso nos indica que há uma grande discrepância entre casos de uma região para outra, pois os dados se dispersam bastante da média. O mesmo ocorre no ano de 2009, com média de 22871 casos, com um desvio padrão de 14520 casos.
5.b)
CASOS DE DENGUE COM RELAÇÃO ÀS ESTAÇÕES DO ANO
Os seguintes dados foram coletados sobre os casos de dengue e as estações do ano durante o período de 1998 a 2003:
Tabela 4: Número de munícipios afetados pela dengue em diferentes estações do ano
A partir desses dados, foi feito o seguinte gráfico:
Gráfico 4: Número de municípios afetados em diferentes estações do ano
ANALISANDO OS RESULTADOS
Pela análise deste gráfico, podemos observar que a incidência de casos de dengue foi sempre maior no outono e menor na primavera, deste modo podemos inferir que as estações do ano
ANO 1998 1999 2000 2001 2002 2003 0 500 1000 1500 2000 2500 3000 3500 4000
Número de municípios afetados em diferentes estações do ano
VERÃO OUTONO INVERNO PRIMAVERA Anos N ú m e ro d e m u n ic íp io s a fe ta d o s
Número de municípios afetados nas estações do ano
VERÃO OUTONO INVERNO PRIMAVERA ANO
1998 452 1046 554 448
1999 620 788 598 482
2000 868 1118 718 676
2001 1429 2066 1560 1358
2002 2976 3471 2207 1833
2003 2698 3171 2160 1705
Total 9043 11660 7797 6502
Média 1507 1943 1300 1084
1085 1156 777 625
485 517 347 280 Desvio padrão
influenciam de maneira marcante na incidência de casos da doença. Outro fato que podemos notar olhando para o gráfico, é que o número de casos aumentou de ano para ano, decaindo apenas nos anos de 1999 e 2003.
A média calculada para o número de municípios afetados no decorrer dos anos diferem para as estações do ano; o desvio padrão da médio é grande, o que indica que os dados, em média, se dispersam da bastante da média, neste caso indicando o aumento de casos com o passar dos anos. O erro padrão da média, que nos indica que se pegarmos outra amostra, os dados quantitativos poderão ser mais altos ou mais baixos, com certa imprecisão.
5.c)
CASOS DE DENGUE NA AMÉRICA LATINA
Ao comparar a incidência de casos de dengue no Brasil e na América Latina, encontramos os seguintes dados:
Número de casos nos últimos anos no Brasil
Gráfico 5: Evolução dos casos de dengue no Brasil de 2004 a 2007
Ano 2004 2005 2006 2007
Casos de dengue brasil 112.000 204.000 346.000 560.000
2004 2005 2006 2007
50.000 150.000 250.000 350.000 450.000 550.000 650.000
Número de casos de dengue no Brasil
No decorrer dos anos
Casos de dengue brasil
ANALISANDO OS RESULTADOS
A análise dos dados nos permitem afirmar que houve um aumento do número de casos de dengue nos últimos anos ( de 2004 a 2007), mesmo com uma margem de erro de 3% o número de casos nem se quer esteve próximo dos casos do ano seguinte; esse aumento foi de 448000 casos, o que corresponde a 400% em 4 anos. Além disso 305.500 casos de dengue diagnosticados, foi a média de dengue no Brasil nos últimos anos.
A América Latina apresentou, em 2007, 900 mil casos de dengue. Comparando com o Brasil que apresentou 560mil casos no mesmo ano, o Brasil é o país com maior incidência da América Latina com 38% dos casos.
Casos de dengue no Brasil x Casos de dengue na América Latina:
Gráfico 6: casos de dengue no Brasil x Casos de dengue na América Latina
Média de casos de dengue por dia no Brasil
Casos/Ano 2004 2005 2006 2007
Casos no ano 112000 204000 346000 560000
Média de Casos por dia
306 558 947 1534
38%
62% Comparação de Casos de Dengue
Brasil X América Latina
5.d)
CASOS DE DENGUE E PIB PER CAPITA DA REGIÕES BRASILEIRAS
Os seguintes dados foram coletados sobre o PIB per capita das regiões brasileiras e os casos de dengue detectados nessas regiões:
Tabela 5: PIB per capita e casos de dengue nas regiões brasileiras
Fonte (PIB per Capita) : IBGE 2005
A partir dos dados, foi feito o seguinte gráfico:
Gráfico 7: PIB per capita x Número de casos de dengue – por região
Sul
Sudeste
Centro-oeste
Nordeste
Norte
0 20.000 40.000 60.000 80.000
13.208 15.468 14.604 5.498 7.247 31.340 35.984 17.508 71.119 4.186
PIB per Capita X Casos de dengue
PIB per capita (em R$)
Nº de casos detec-tados
Número de casos de dengue detectados
R e g iõ e s B ra s il e ir a s Região Brasileira
Sul 13.208,00 31.340
Sudeste 15.468,00 35.984
Centro-oeste 14.604,00 17.508
Nordeste 5.498,00 71.119
Norte 7.247,00 4.186
Total 56025 160137
Média 11205 32027
4527 25151
Erro padrão da média 2263 12575
PIB per capita (em R$)
Nº de casos detectados
ANALISANDO OS RESULTADOS
Com os dados obtidos de PIB per capita em 2005, valores de renda mais recente encontrados, pudemos comparar com o número de casos de dengue em 2008 nos primeiros dois meses do ano (Janeiro e Fevereiro), em pleno verão brasileiro.
O cálculo de correlação entre os dados obtidos foi -0,32. Logo, o PIB per capita e o número de casos de dengue relacionam-se de maneira inversa, ou seja, quanto maior o PIB, menor será o número de casos. Porém é um valor que não corresponde a uma exata correlação, já que podemos ter um PIB per capita maior do que o número de casos de dengue, como acontece na região Norte do país.
Desta forma concluímos que estes dados apresentam uma leve correlação não muito significante, pois muitos fatores diferentes como o número de habitantes ou desenvolvimento da região em termos de identificação da doença podem alterar estes dados mais drasticamente.
5.e)
COLETA E TRATAMENTO DE ESGOTO (SANEAMENTO BÁSICO) E
CASOS DE DENGUE NAS REGIÕES BRASILEIRAS
Os seguintes dados foram coletados sobre o saneamento básico e os casos de dengue nas regiões brasileiras:
Fonte: IBGE 2000 SES/SP 2008
Proporção de municípios por condição de esgotamento sanitário Regiões Brasileiras Coletam e tratam o esgoto (em %) Casos de Dengue na região
Norte 3,6 30.848
Nordeste 13,3 121.495
Sudeste 33,1 53.657
Sul 21,7 4.760
Correlação: -0,01
A relação entre os dados de saneamento básico e casos de dengue coletados no ano de 2000 foi contrária às expectativas. Com um índice tão baixo de correlação (-0,01) podemos praticamente dizer que índices de saneamento básico e casos de dengue não possuem quaisquer relação entre eles.
6 – CONCLUSÃO
A partir das análises feitas com os dados de casos de dengue relacionados com as estações do ano e nível de saneamento básico, por exemplo, pudemos tirar conclusões esperadas e inesperadas.
No caso das estações do ano, percebemos que os índices de casos diagnosticados foi maior nos meses de verão e outono, informações esperadas, já que a quantidade de chuvas é maior, proliferando o mosquito causador. Nos meses de menores quantidades de chuva, inverno e primavera os índices de casos de dengue chegam a cair cerca de 40%.
Já nos nível de saneamento básico o resultado esperado não aconteceu. Onde existe maior infra-estrutura sanitária não necessariamente há menor número de casos. O esperado é que houvesse menos casos por melhores condições, mas a correlação entre os dados é muito baixa, não permitindo esta afirmação. Isso é uma amostra de que nem sempre o senso comum faz parte da real situação.
O Objetivo de relacionar os casos de dengue e sua proliferação foi alcançado devido a dados sérios retirados de fontes governamentais (IBGE, SES/SP). Pudemos relacionar a dengue a alguns de seus fatores de estímulo à proliferação e até desmistificar a crença de que o saneamento básico diminui a ocorrência de todos os tipos de doença. Nesse caso o saneamento básico não se mostrou significativo contra a doença, o desenvolvimento da dengue cresceu por outros estímulos naturais e humanos que vão além do saneamento básico.
Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste 1
10 100 1000 10000 100000 1000000
Saneamento Básico e Casos de Dengue
Coletam e tratam o esgoto (em %)
Casos de Dengue na região
7 – REFERÊNCIAS
- http://www.ibge.gov.br – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
- http://www.saude.sp.gov.br - Ministério da Saúde - Governo do Estado de São Paulo
- http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/condicaodevida/pnsb/default.shtm – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística