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DIELE FERNANDA PEDROZO DE MORAIS

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Academic year: 2019

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DIELE FERNANDA PEDROZO DE MORAIS

DESENHANDO UMA HISTÓRIA:

A FORMAÇÃO DA IMAGEM MENTAL E A REPRESENTAÇÃO GRÁFICA

DE ALUNOS CEGOS PRECOCES E TARDIOS

Vol. 1

FLORIANÓPOLIS

SC

(2)

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA

UDESC

CENTRO DE ARTES

CEART

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES VISUAIS

DIELE FERNANDA PEDROZO DE MORAIS

DESENHANDO UMA HISTÓRIA:

A FORMAÇÃO DA IMAGEM MENTAL E A REPRESENTAÇÃO GRÁFICA

DE ALUNOS CEGOS PRECOCES E TARDIOS

Vol.1

Dissertação de Mestrado elaborada junto ao

Programa de Pós-Graduação em Artes

Visuais do CEART/UDESC para obtenção

do título de Mestre em Artes Visuais.

Orientadora:

Prof.ª Dr.ª Maria Lúcia Batezat Duarte

FLORIANÓPOLIS

SC

(3)

DIELE FERNANDA PEDROZO DE MORAIS

DESENHANDO UMA HISTÓRIA:

A FORMAÇÃO DA IMAGEM MENTAL E A REPRESENTAÇÃO GRÁFICA

DE ALUNOS CEGOS PRECOCES E TARDIOS

Dissertação de Mestrado elaborada junto ao Programa de Pós-Graduação em Artes

Visuais do CEART/UDESC para obtenção do título de Mestre em Artes Visuais, na

linha de pesquisa Ensino das Artes Visuais.

Banca examinadora:

2 duplos

Orientadora: ___________________________________________________

Prof.ª Dr.ª Maria Lúcia Batezat Duarte (CEART/UDESC)

2 duplos

Membro: ______________________________________________________

Prof.ª Dr.ª Neli Klix Freitas (CEART/UDESC)

2 duplos

Membro: ______________________________________________________

Prof. Dr. Paulo Ricardo Ross (DEPLAE/UFPR)

(4)

AGRADECIMENTOS

Agradeço primeiramente a Deus, que sempre colocou em meu caminho as

pessoas certas nas horas certas.

Ao amor da minha família, que acreditou em meus sonhos, acompanhando cada

passo da minha vida acadêmica, incentivando, apoiando e possibilitando a estrutura

necessária para a realização deste mestrado.

Ao carinho e ao companheirismo de Luiz Santo, pelas horas que esteve ao meu

lado nos momentos finais, ouvindo, revisando e organizando a parte gráfica dessa

dissertação.

À Prof.ª Ana Paula de Oliveira, pela revisão gramatical do texto, e ao designer

Leonardo Spolador, pela digitalização das imagens.

À direção do Instituto Paranaense de Cegos, que autorizou a coleta de dados e

compreendeu minha ausência em sala de aula nos momentos de pesquisa.

Aos pais dos alunos participantes da investigação, que prontamente autorizaram

a participação de seus filhos, acreditando na importância da pesquisa.

À Malu, orientadora, pesquisadora e inspiradora, pelos ensinamentos e por

compartilhar comigo a paixão por ensinar desenho para cegos.

(5)

Voici mon secret. Il est très simple: on ne

voit bien qu

’avec  le  cœur.  L’

essentiel est

invisible pour les yeux.

1

Antoine de Saint-Exupéry

(Le Petit Prince, 1943)

1

(6)

RESUMO

Na presente investigação, buscou-se observar e analisar a representação gráfica de

quatro alunos cegos já iniciados no desenho. O objetivo foi apontar as diferenças

presentes nos processos de raciocínio entre aqueles que nasceram cegos (cegos

precoces) e aqueles que perderam a visão com determinada idade (cegos tardios). A

pesquisa ocorreu nas dependências da Escola de Educação Especial Professor Osny

Macedo Saldanha, mantida pelo Instituto Paranaense de Cegos, na qual a pesquisadora é

professora de Artes desde 2006. No primeiro momento, é apresentado um resgate

histórico-social com relatos de vivências das aulas de Artes, salientando a importância

da mediação neste processo. Esta pesquisa fundamentou-se em alguns aspectos do

desenho infantil apontados pelos autores Luquet (1969), Darras (1998), Gombrich

(1999), Arnheim (1980), Wilson e Wilson (1997) e Cox (2007). São apresentadas

também três propostas metodológicas de ensino de desenho para cegos: a pesquisa de

Duarte (2005), a metodologia criada por Bardisa (1992) e os apontamentos dos treinos

de desenhos táteis realizados por Lima (2001). A investigação iniciou-se com uma

pré-coleta que consistiu em: proposições do desenho de seu corpo, desenhos de memória de

objetos, desenhos no contato com miniaturas e desenhos de espaços e ações. A partir da

pré-coleta, foi criada uma história baseada no dia a dia dos alunos, contendo elementos de

desenho já conhecidos por eles, mas que agora estavam apresentados em forma de um texto

a ser ilustrado. Observou-se na coleta de dados que: a) alunos cegos precoces e tardios

utilizam recursos diferentes de representação gráfica; b) a narrativa se faz necessária no

entendimento da representação gráfica dos alunos cegos precoces; c) os desenhos dos

alunos cegos tardios que tiveram experiências anteriores com o desenho se assemelham

aos desenhos de crianças videntes; d) ensinar desenho para uma criança cega requer um

método de ensino sistemático; e) a forma com que os alunos foram estimulados quando

pequenos e o contexto sócio-histórico-cultural em que vivem são determinantes na sua

capacidade de representar o mundo pelo desenho.

(7)

ABSTRACT

In the present investigation was intended to observe and analyze the graphic

representation of four (4) blind children. The goal was to pinpoint the existing

differences in the logic process of those who were born blind (nearly totally blind) and

those who lost their sight at some age (older totally blind). The research took place at

the   “Escola   de   Educação   Especial   Professor   Osny   Macedo   Saldanha”,   kept   by   the  

“Instituto  Paranaense  de  Cegos”,  in  which  the  researcher  is  the  Arts  Program  Teacher  

since 2006. At first, a social historical profile is rescued and presented, based on daily

basis reports of the Art classes, pointing the importance of mediation in this process.

This  research  was  fundamented  in  some  aspects  about  children’s  drawings  pointed  by  

the Authors Luquet (1969), Darras (1998), Gombrich (1999), Arnheim (1980), Wilson

& Wilson (1997) and Cox (2007). Three drawing teaching methods for blind children

are   also   presented:   Duarte’s   (2005)   research,   the   methodology   created   by   Bardisa  

(1992), and the notes about the practice of tactile drawings made by Lima (2001). The

investigation took place with a pre-collection that consisted in: propositions of drawing

their own bodies, drawings off the top of their heads objects, drawings after touching

miniatures, and drawings places and actions. From the pre-collection, a history based on

the  students’  daily  lives  was  created,  containing  drawings  elements  already  known  by  

them, but this time presented as a text to be drawn. In the data collection it was

observed that: a) nearly totally blind and older totally blind students use different

resources of graphic representation; b) the narrative is necessary in the understanding of

the graphic representation of the nearly totally blind; c) the older totally blind

s

drawings that had previous experiences drawing resemble the nearly totally blind

s

drawings; d) teaching a blind child to draw requires a systematic teaching method; e)

the way students were stimulated as a child and the social-historical-cultural context that

they live in are determinant in their capacity of representing the world by drawing.

(8)

LISTA DE QUADROS

Quadro 1 – Características da amostra ... 60

Quadro 2 – Objetos e miniaturas utilizadas na pré-coleta ... 63

Quadro 3 – História coleta de dados ... 64

Quadro 4 – Categorias de análise ... 66

Quadro 5 – Desenho de animais de Kleyton (10 anos, cego tardio) ... 77

Quadro 6 – Desenho de animais de Tiago (15 anos, cego tardio) ... 78

Quadro 7 – Desenhos de memória dos animais de Michel (13 anos, cego precoce) ... 79

Quadro 8 – Desenho de meios de transporte de Kleyton (10 anos, cego tardio) ... 80

Quadro 9 – Desenho de meios de transporte de Tiago (15 anos, cego tardio) ... 81

Quadro 10 – Parte 1– O personagem ... 91

Quadro 11 – Parte 2 – A rotina ... 92

Quadro 12 – Parte 3 – A construção de uma cena da natureza ... 93

Quadro 13 – Parte 4 – A família ... 95

Quadro 14 – Parte 5 – Os objetos em cena ... 96

Quadro 15 – Parte 6 – Os meios de transporte ... 97

Quadro 16 – Parte 7 – Um prédio ... 99

Quadro 17 – Parte 8 – A multidão ... 100

Quadro 18 – Parte 9 – Os amigos ... 102

Quadro 19 – Parte 10 – A sala de aula ... 103

Quadro 20 – Parte 11 – A aula preferida ... 104

Quadro 21 – Parte 12 – Um trajeto ... 105

(9)

Quadro 23 – Parte 14 – Atividade de vida autônoma e social ... 108

Quadro 24 – Parte 15 – Orientação e mobilidade ... 109

Quadro 25 – Parte 16 – Esporte preferido ... 110

Quadro 26 – Parte 17 – Outras atividades ... 111

(10)

LISTA DE FIGURAS

Figura 1 – Michel (9 anos, cego precoce), explorando a borboleta de metal – ago/2006 ... 24

Figura 2 – Michel (9 anos, cego precoce) realizando atividade com lã e cola – ago/2006 ... 24

Figura 3 –1ª  representação  na  qual  Michel  afirma  que  seu  desenho  está  “errado”  (9  anos  na  época,  cego   precoce) – set/2006 ... 25

Figura 4 – 2º representação do aluno Michel, considerada por  ele  a  “correta”  (9  anos    na  época,  cego   precoce) – set/2006 ... 25

Figura 5 – Tiago (10 anos, cego tardio) colorindo seu desenho com tinta guache – out/2006 ... 26

Figura 6 – Adaptações da obra do artista Mário Rubinski em papel e madeira (Foto: Douglas Fróis) ... 28

Figura 7 – Autorretrato de Bruno (10 anos, cego precoce) – set/2009 ... 32

Figura 8 – Retrato de Bruno, feito por Kleyton (10 anos, cego tardio) – massa de modelar sobre uma folha de sulfite – set/2009 ... 32

Figura 9 – Representação de figura humana ideal – Bruno (10 anos, cego precoce) – nov/2009 ... 69

Figura 10 – Representação ideal de figura humana – Michel (12 anos, cego precoce) – nov/2009 ... 69

Figura 11 – Representação de figura humana ideal – Kleyton (10 anos, cego tardio) – nov/2009 ... 69

Figura 12 – Representação de figura humana ideal – Tiago (15 anos, cego tardio) – nov/2009 ... 69

Figura 13 – Autorretrato de Bruno (10 anos, cego precoce) – nov/2009... 70

Figura 14 – Primeira tentativa de autorretrato de Michel (12 anos, cego precoce) – nov/2009 ... 71

Figura 15 – Autorretrato com objetos – Michel (12 anos, cego precoce) – nov/2009 ... 71

Figura 16 – Retrato da Prof.ª Diele - Michel (12 anos, cego precoce) – nov/2009 ... 71

Figura 17 – Autorretrato de Kleyton (10 anos, cego tardio), no qual o aluno enfatiza suas orelhas – nov/2009 ... 71

Figura 18 – Kleyton (10 anos, cego tardio) desenhando o movimento do corpo utilizando o modelo do boneco articulado – nov/2009 ... 72

Figura 19 – Desenho da posição do corpo do boneco articulado – Kleyton (10 anos, cego tardio) – nov/2009 ... 72

(11)

Figura 21 – Desenho de memória de uma laranja – Kleyton (10 anos, cego tardio) – abr/2009 ... 73

Figura 22 – Desenho de memória de um kiwi – Kleyton (10 anos, cego tardio) – abr/2009 ... 74

Figura 23 – Desenho depois de tocar o kiwi – Kleyton (10 anos, cego tardio) – abr/2009 ... 74

Figura 24 – Desenho de copo de sua casa – Kleyton (10 anos, cego tardio) – abr/2009 ... 74

Figura 25 – Desenho de xícara de sua casa – Kleyton (10 anos, cego tardio) – abr/2009 ... 74

Figura 26 – Desenho de copo depois de tocar no objeto – Kleyton (10 anos, cego tardio) – abr/2009 ... 74

Figura 27 – Desenho de xícara depois de tocar no objeto – Kleyton (10 anos, cego tardio) – abr/2009 .... 74

Figura 28 – Desenho de memória de maçã – Michel (12 anos, cego precoce) – mar/2010 ... 75

Figura 29 – Desenho de memória de laranja – Michel (12 anos, cego precoce) – mar/2010 ... 75

Figura 30 – Desenho de kiwi – Michel (12 anos, cego precoce) – mar/2010 ... 75

Figura 31 – Desenho de memória de um copo – Michel (13 anos, cego precoce) – mar/2010 ... 75

Figura 32 – Desenho de memória de uma xícara – Michel (13 anos, cego precoce) – mar/2010 ... 75

Figura 33 – Desenho de memória de um copo feito por Bruno (10 anos, cego precoce) – dez/2009... 76

Figura 34 – Desenho depois de tocar o objeto, feito por Bruno (10 anos, cego precoce) – dez/2009 ... 76

Figura 35 – Desenho de memória de uma xícara feita por Bruno (10 anos, cego precoce) – dez/2009 ... 76

Figura 36 – Desenho depois de tocar a xícara, feito por Bruno (10 anos, cego precoce) – dez/2009 ... 76

Figura 37 – Desenho de memória de uma girafa, feito por Kleyton (10 anos, cego tardio) – abr/2010 ... 77

Figura 38 – Desenho de memória de uma onça, feito por Kleyton (10 anos, cego tardio) – abr/2010 ... 77

Figura 39 – Desenho de memória de um rinoceronte, feito por Kleyton (10 anos, cego tardio) – abr/2010 ... 77

Figura 40 – Desenho depois de tocar a miniatura da girafa, feito por Kleyton (10 anos, cego tardio) – abr/2010 ... 77

Figura 41 – Desenho depois de tocar a miniatura de uma onça, feito por Kleyton (10 anos, cego tardio) – abr/2010 ... 77

Figura 42 – Desenho depois de tocar a miniatura de um rinoceronte, feito por Kleyton (10 anos, cego tardio) – abr/2010 ... 77

Figura 43 – Desenho de memória de uma girafa, feito por Tiago (15 anos, cego tardio) – dez/2009 ... 78

Figura 44 – Desenho de memória de uma onça, feito por Tiago (15 anos, cego tardio) – dez/2009 ... 78

Figura 45 – Desenho de memória de um rinoceronte, feito por Tiago (15 anos, cego tardio) – dez/2009 . 78 Figura 46 – Desenho depois de tocar a miniatura da girafa, feito por Tiago (15 anos, cego tardio) – dez/2009 ... 78

(12)

Figura 48 – Desenho depois de tocar a miniatura de um rinoceronte, feito por Tiago (15 anos,

cego tardio) – dez/2009 ... 78

Figura 49 – Desenho de memória de uma girafa, feito por Michel (13 anos, cego precoce) – mar/2010 .. 79

Figura 50 – Desenho de memória de uma onça, feito por Michel (13 anos, cego precoce) – mar/2010 .... 79

Figura 51 – Desenho de memória de um rinoceronte, feito por Michel (13 anos, cego precoce) – mar/2010 ... 79

Figura 52 – Desenho de memória de uma moto, feito por Kleyton (10 anos, cego tardio) – abr/2010 ... 80

Figura 53 – Desenho de memória de um carro, feito por Kleyton (10 anos, cego tardio) – abr/2010 ... 80

Figura 54 – Desenho de memória de um ônibus, feito por Kleyton (10 anos, cego tardio) – abr/2010 ... 80

Figura 55 – Desenho depois de tocar a miniatura da uma moto, feito por Kleyton (10 anos, cego tardio) – abr/2010 ... 80

Figura 56 – Desenho depois de tocar a miniatura de um carro, feito por Kleyton (10 anos, cego tardio) – abr/2010 ... 80

Figura 57 – Desenho depois de tocar a miniatura de um ônibus, feito por Kleyton (10 anos, cego tardio) – abr/2010 ... 80

Figura 58 – Desenho de memória de uma moto, feito por Tiago (15 anos, cego tardio) – abr/2010 ... 81

Figura 59 – Desenho de memória de um carro, feito por Tiago (15 anos, cego tardio) – abr/2010 ... 81

Figura 60 – Desenho de memória de um ônibus, feito por Tiago (15 anos, cego tardio) – abr/2010 ... 81

Figura 61 – Desenho depois de tocar a miniatura da uma moto, feito por Tiago (15 anos, cego tardio) – abr/2010 ... 81

Figura 62 – Desenho depois de tocar a miniatura de um carro, feito por Tiago (15 anos, cego tardio) – abr/2010 ... 81

Figura 63 – Desenho depois de tocar a miniatura de um ônibus, feito por Tiago (15 anos, cego tardio) – abr/2010 ... 81

Figura 64 – Representação um ônibus – Bruno (10 anos, cego precoce) – dez/2009 ... 82

Figura 65 – Representação do mapa da sua casa – Kleyton (10 anos, cego tardio) – mai/2010 ... 83

Figura 66 – Representação de um trajeto dentro da escola – Kleyton (10 anos, cego tardio) – maio/2010... 83

Figura 67 – Representação de um lance do jogo de futebol – Kleyton (10 anos, cego tardio) – maio/2010... 83

Figura 68 – Representação do ônibus em movimento – Kleyton (10 anos, cego tardio) – maio/2010 ... 84

Figura 69 – Representação do mapa da sua casa – Bruno (10 anos, cego precoce) – maio/2010 ... 84

Figura 70 – Representação de um trajeto dentro da escola – Bruno (10 anos, cego precoce) – maio/2010 ... 84

(13)

Figura 72 – Representação de um ônibus em movimento – Bruno (10 anos, cego

precoce) – maio/2010 ... 85 Figura 73 – Parte 1 – O personagem – Bruno (10 anos, cego precoce) – set/2010 ... 91/119 Figura 74 – Parte 1 – O personagem – Michel (13 anos, cego precoce) – set/2010 ... 91/119 Figura 75 – Parte 1 – O personagem – Kleyton (10 anos, cego tardio) – set/2010 ... 91/116 Figura 76 – Parte 1 – O personagem – Tiago (15 anos, cego tardio) – set/2010 ... 91/120 Figura 77 – Parte 2 – A rotina – Bruno (10 anos, cego precoce) – set/2010 ... 92/120/130 Figura 78 – Parte 2 – A rotina – Michel (13 anos, cego precoce) – set/2010 ... 92/121/130 Figura 79 – Parte 2 – A rotina – Kleyton (10 anos, cego tardio) – set/2010... 92 Figura 80 – Parte 2 – A rotina – Tiago (15 anos, cego tardio) – set/2010 ... 92/127 Figura 81 – Parte 3 – A construção de uma cena da natureza – Bruno (10 anos, cego

precoce) – set/2010 ... 93/125 Figura 82 – Parte 3 – A construção de uma cena da natureza – Michel (13 anos, cego

precoce) – set/2010 ... 93 Figura 83 – Parte 3 – A construção de uma cena da natureza – Kleyton (10 anos, cego

tardio) – set/2010 ... 93 Figura 84 – Parte 3 – A construção de uma cena da natureza – Tiago (15 anos, cego

(14)

Figura 99 – Parte 7 – Um prédio – Kleyton (10 anos, cego tardio) – set/2010... 99

Figura 100 – Parte 7 – Um prédio – Tiago (15 anos, cego tardio) – set/2010 ... 99

Figura 101 – Parte 8 – A multidão – Bruno (10 anos, cego precoce) – set/2010 ... 100/117 Figura 102 – Parte 8– A multidão – Michel (13 anos, cego precoce) – set/2010 ... 100

Figura 103 – Parte 8 – A multidão – Kleyton (10 anos, cego tardio) – set/2010 ... 100

Figura 104 – Parte 8 – A multidão – Tiago (15 anos, cego tardio) – set/2010 ... 100

Figura 105 – Parte 9 – Os amigos – Bruno (10 anos, cego precoce) – set/2010 ... 102/122 Figura 106 – Parte 9 – Os amigos – Michel (13 anos, cego precoce) – set/2010 ... 102

Figura 107 – Parte 9 – Os amigos – Kleyton (10 anos, cego tardio) – set/2010 ... 102/122 Figura 108 – Parte 9 – Os amigos – Tiago (15 anos, cego tardio) – set/2010 ... 102

Figura 109 – Parte 10 – A sala de aula – Bruno (10 anos, cego precoce) – set/2010 ... 103

Figura 110 – Parte 10 – A sala de aula – Michel (13 anos, cego precoce) – set/2010 ... 103

Figura 111 – Parte 10 – A sala de aula – Kleyton (10 anos, cego tardio) – set/2010 ... 103/127 Figura 112 – Parte 10 – A sala de aula – Tiago (15 anos, cego tardio) – set/2010 ... 103/127 Figura 113 – Parte 11 – A aula preferida – Bruno (10 anos, cego precoce) – set/2010 ... 104

Figura 114 – Parte 11 – A aula preferida – Michel (13 anos, cego precoce) – set/2010 ... 104

Figura 115 – Parte 11 – A aula preferida – Kleyton (10 anos, cego tardio) – set/2010 ... 104

Figura 116 – Parte 11 – A aula preferida – Tiago (15 anos, cego tardio) – set/2010 ... 104

Figura 117 – Parte 12 – Um trajeto – Bruno (10 anos, cego precoce) – set/2010 ... 105

Figura 118 – Parte 12 – Um trajeto – Michel (13 anos, cego precoce) – set/2010 ... 105

Figura 119 – Parte 12 – Um trajeto – Kleyton (10 anos, cego tardio) – set/2010 ... 105

Figura 120 – Parte 12 – Um trajeto – Tiago (15 anos, cego tardio) – set/2010 ... 105

Figura 121 – Parte 13 – O Instituto – Bruno (10 anos, cego precoce) – set/2010 ... 106/128 Figura 122 – Parte 13 – O Instituto – Michel (13 anos, cego precoce) – set/2010 ... 106/128 Figura 123 – Parte 13 – O Instituto – Kleyton (10 anos, cego tardio) – set/2010... 106/128 Figura 124 – Parte 13 – O Instituto – Tiago (15 anos, cego tardio) – set/2010 ... 106/128 Figura 125 – Parte 14 – Atividade de vida autônoma e social – Bruno (10 anos, cego precoce) – set/2010 ... 108

(15)

Figura 127 – Parte 14 – Atividade de vida autônoma e social – Kleyton (10 anos, cego

tardio) – set/2010 ... 108/129 Figura 128 – Parte 14 – Atividade de vida autônoma e social – Tiago (15 anos, cego

tardio) – set/2010 ... 108/129

Figura 129 – Parte 15 – Orientação e mobilidade – Bruno (10 anos, cego precoce) – set/2010 ... 109

Figura 130 – Parte 15 – Orientação e mobilidade – Michel (13 anos, cego precoce) – set/2010 ... 109

Figura 131 – Parte 15 – Orientação e mobilidade – Kleyton (10 anos, cego tardio) – set/2010 ... 109/130 Figura 132 – Parte 15 – Orientação e mobilidade – Tiago (15 anos, cego tardio) – set/2010 ... 109/130 Figura 133 – Parte 16 – Esporte preferido – Bruno (10 anos, cego precoce) – set/2010 ... 110/131 Figura 134 – Parte 16 – Esporte preferido – Michel (13 anos, cego precoce) – set/2010 ... 110

Figura 135 – Parte 16 – Esporte preferido – Kleyton (10 anos, cego tardio) – set/2010 ... 110

Figura 136 – Parte 16 – Esporte preferido – Tiago (15 anos, cego tardio) – set/2010... 110

Figura 137 – Parte 17 – Outras atividades – Bruno (10 anos, cego precoce) – set/2010 ... 111/128 Figura 138 – Parte 17 – Outras atividades – Michel (13 anos, cego precoce) – set/2010 ... 111/128 Figura 139 – Parte 17 – Outras atividades – Kleyton (10 anos, cego tardio) – set/2010 ... 111/129 Figura 140 – Parte 17 – Outras atividades – Tiago (15 anos, cego tardio) – set/2010... 111/129 Figura 141 – Parte 18 – As aulas de Artes – Bruno (10 anos, cego precoce) – set/2010... 112

Figura 142 – Parte 18 – As aulas de Artes – Michel (13 anos, cego precoce) – set/2010 ... 112

Figura 143 – Parte 18 – As aulas de Artes – Kleyton (10 anos, cego tardio) – set/2010 ... 112

(16)

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO ... 18

CAPÍTULO I ... 23

1. ENSINANDO ARTES VISUAIS PARA PESSOAS INVISUAIS ... 24

1.1 A IMPORTÂNCIA DA MEDIAÇÃO NO ENSINO DO DESENHO

PARA CEGOS ... 28

1.2 COMPREENDENDO A CEGUEIRA ... 30

1.2.1 A cegueira precoce e a cegueira tardia ... 33

1.2.2 A formação das imagens mentais e visuais ... 35

CAPÍTULO II ... 39

2. APONTAMENTOS SOBRE O DESENHO INFANTIL ... 40

2.1 POR QUE, O QUE E COMO AS CRIANÇAS DESENHAM? ... 40

2.1.1 Eles desenham o que acham importante para caracterizar os objetos ... 40

2.1.2 Eles criam esquemas para representar os objetos ... 41

2.1.3 Eles copiam e imitam outros desenhos para representar os objetos ... 43

2.2 COMO ENSINAR DESENHO PARA CEGOS? ... 44

2.2.1 Imagens mentais e esquemas gráficos: o desenho como conceito na

pesquisa de Duarte ... 45

2.2.2  O  desenho  das  silhuetas:  o  método  dos  “Elementos  Básicos”  criado  por  

Bardisa ... 49

2.2.3 O efeito do treino com desenhos em relevo e o reconhecimentos de figuras

tangíveis: as investigações de Lima... 51

2.3 ALGUMAS CONTRIBUIÇÕES DAS METODOLOGIAS ... 55

CAPÍTULO III ... 56

3. DEFININDO OS PROCEDIMENTOS DE PESQUISA ... 57

3.1 TIPO DE PESQUISA ... 57

3.1.1 Os objetivos da investigação ... 58

3.1.2 A instituição ... 59

3.1.3 A amostra ... 59

3.2 PROCEDIMENTOS DE INVESTIGAÇÃO ... 61

(17)

3.2.2 Coleta de dados ... 63

3.2.3 Análise dos dados ... 65

3.3 PRIMEIRA ETAPA DA INVESTIGAÇÃO: COMO ACONTECEU A

PRÉ-COLETA ... 67

3.3.1 Eu e meu corpo ... 68

3.3.2 Eu e os objetos ... 73

3.3.3 Eu e o que não consigo tocar ... 77

3.3.5 Eu e o espaço ... 85

CAPÍTULO IV ... 88

4. COLETA DE DADOS: DESENHANDO UMA HISTÓRIA ... 89

4.1 COMO ACONTECEU A COLETA ... 90

4.1.1 Parte 1: o personagem... 91

4.1.2 Parte 2: a rotina ... 92

4.1.3 Parte 3: construção de uma cena da natureza ... 93

4.1.4 Parte 4: a família ... 95

4.1.5 Parte 5: os objetos em cena... 96

4.1.6 Parte 6: os meios de transporte ... 97

4.1.7 Parte 7: um prédio ... 98

4.1.9 Parte 9: os amigos ... 101

4.1.11 Parte 11: a aula preferida ... 104

4.1.13 Parte 13: o Instituto ... 106

4.1.14 Parte 14: atividade de vida autônoma e social ... 107

4.1.15 Parte 15: orientação e mobilidade ... 108

4.1.16 Parte 16: esporte preferido ... 110

4.1.17 Parte 17: outras atividades ... 111

4.1.18 Parte 18: as aulas de Artes ... 112

4.2 ELEMENTOS IMPORTANTES ENCONTRADOS NA COLETA

... 113

CAPÍTULO V ... 115

5. CATEGORIAS DE ANÁLISE: CONSIDERAÇÕES SOBRE OS DADOS

OBTIDOS ... 116

5.1 EU E MEU CORPO: DESENHO DE FIGURA HUMANA ... 116

5.1.1 Quais elementos os alunos utilizam para representar a figura humana? ... 116

5.1.2 Como representam as características físicas das pessoas? ... 118

5.2 EU E OS OBJETOS: ELEMENTOS CARACTERIZADORES ... 122

5.2.1 Quais elementos são importantes para caracterizar os objetos? ... 122

5.3 EU E O ESPAÇO: O MUNDO QUE ME CERCA ... 124

5.3.1 Como foi realizada a representação de cenas? ... 124

(18)

CONSIDERAÇÕES SOBRE A REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE CEGOS

PRECOCES E TARDIOS ... 132

REFERÊNCIAS ... 137

ANEXOS ... 141

Termo de consentimento livre e esclarecido ...

142

Termo de consentimento em nome do(a) filho(a) ...

143

(19)

-

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(23)

-

145 -

CONSENTIMENTO PARA FOTOGRAFIAS, VÍDEOS E

GRAVAÇÕES

Nós _________________________________________________________________ e

____________________________________________________________ permitimos

que a pesquisadora abaixo identificada obtenha fotografia, filmagem ou gravação de

nosso filho para fins de pesquisa educacional.

Concordamos que os desenhos e informações pedagógicas obtidos relacionados ao

nosso filho possam ser publicados em aulas, congressos, palestras ou periódicos

científicos.

As fotografias, vídeos e gravações pertinentes ao estudo ficarão sob a propriedade da

pesquisadora e sob a guarda da mesma. Fotografias e imagens de vídeo só poderão ser

divulgadas após o meu consentimento.

Nome do pai: ___________________________________________________

Assinatura: _____________________________________________________

Nome da mãe: __________________________________________________

Assinatura: _____________________________________________________

Pesquisadora:

Prof.ª Diele Fernanda Pedrozo de Morais

Data e local onde será realizado o projeto:

Novembro/2009 a julho/2011

Escola de Educação Especial Professor Osny Macedo Saldanha

Referências

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