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AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PÊRO VAZ DE CAMINHA

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Academic year: 2019

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AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PÊRO VAZ DE CAMINHA

PROJETO EDUCATIVO - TEIP

2013 - 2017

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“Projeto Educativo” é “um instrumento com projeção do futuro, pensado e elaborado coletivamente pela comunidade educativa a partir da análise da própria realidade, que atua de modo coerente sobre a prática docente com a intenção de a melhorar, dotando as instituições escolares de eficácia necessária para alcançar os objetivos pretendidos”.

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2 INDÍCE

INTRODUÇÃO 4

PARTE I CONTEXTO E IDENTIDADE DA COMUNIDADE EDUCATIVA 6

1 – A FREGUESIA DE PARANHOS 6

2 – O AGRUPAMENTO PÊRO VAZ DE CAMINHA 18

2.1 – IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DAS ESCOLAS/JARDINS DE INFÂNCIA 18

2.2 – CARACTERIZAÇÃO DA COMUNIDADE EDUCATIVA 24

2.2.1 – OS ALUNOS 24

2.2.2 – CORPO DOCENTE E NÃO-DOCENTE 25

2.2.3 – PAIS/ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO 27

2.2.4 – RESPOSTAS EDUCATIVAS AO PROCESSO DE ENSINO APRTENDIZAGEM 28

2.2.5 – PARCEIRAS E RECURSOS DA COMUNIDADE 32

3 – DIAGNÓSTICO E ANÁLISE SWOT 34

PARTE II POLÍTICA EDUCATIVA DO AGRUPAMENTO 35

1 – OBJECTIVOS EDUCATIVOS 35

2 – VISÃO, MISSÃO E VALORES 36

PARTE III DIAGNÓSTICO, METAS E OPERACIONALIZAÇÃO DO PROJETO 37

1 – DIAGNÓSTICO 37

1.1 – INSUCESSO, ABANDONO E ABSENTISMO 37

1.2 – AVALIAÇÃO INTERNA 39

ÍNDICE

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1.3 - AVALIAÇÃO EXTERNA 40

1.4 – INDISCIPLINA 41

2 – METAS E OPERACIONALIZAÇÃO DO PROJETO 42

PARTE IV OPÇÕES E ESTRATÉGIAS METODOLÓGICAS 51

1 – CRITÉRIOS GERAIS DE ORGANIZAÇÃO 51

2– CRITÉRIOS DE ELABORAÇÃO DOS HORÁRIOS 52

3– HORÁRIOS DAS TURMAS 53

4 – HORÁRIOS DOS PROFESSORES 53

PARTE V MONITORIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DO PROJETO 56

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4 INTRODUÇÃO

O Projeto Educativo é um instrumento estratégico que confere a coerência socioeducativa do Agrupamento de Escolas Pêro Vaz de Caminha e contém os princípios e linhas orientadoras gerais da ação a desenvolver, assentes nas características do meio envolvente. Pretende ser um documento de carácter pedagógico, elaborado com a participação da comunidade educativa, procurando estabelecer a identidade própria da escola.

Neste sentido, o Projeto Educativo deste Agrupamento surge, assim, da necessidade de aumentar a visibilidade dos processos de escolarização, mobilizando vontades e recursos para promover uma ação educativa articulada e eficaz. Apresenta-se como um documento orientador, aberto, flexível e dinâmico, na medida em que se encara como passível de alterações em função da reflexão da prática e através dos resultados dos processos de autoavaliação.

O presente Projeto Educativo abarca um conjunto de linhas orientadoras que se operacionalizam através de um planeamento que articula o Projeto TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária), o Projeto Curricular de Agrupamento (PCA), o Plano Anual de Atividades (PAA), o Regulamento Interno (RI) e os Planos Próprios de Turma.

O Agrupamento de Escolas Pêro Vaz de Caminha integra a rede de escolas do Programa TEIP desde 1 de junho de 2007 até à presente data. Durante estes anos, com o resultado das ações e das contínuas avaliações do Projeto TEIP procedeu-se á reformulação e alteração de algumas estratégias. Como no ano letivo 2012/13 atingimos as metas contratualizadas com o Ministério de Educação, foi dada continuidade ao Projeto para o ano letivo 2013-2014 contratualizando-se novas metas.

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Tendo em conta a conjetura sócio económica atual, com os problemas apresentados pela comunidade escolar e o perfil dos alunos, tem-se verificado o ressurgir das situações problemáticas já diagnosticadas. Por este motivo os processos de intervenção mantêm a sua atualidade.

Assim, o caminho a percorrer pelo Agrupamento de escolas Pêro Vaz de Caminha tem como objetivo principal continuar a ser o de criar condições potenciadoras do progresso escolar dos alunos, a par de um maior envolvimento da Família e da Comunidade. Pretende-se construir uma escola de todos e para todos, capaz de promover aprendizagens de qualidade, promovendo o Sucesso Educativo.

A estrutura do documento, que agora se apresenta, inclui alguns indicadores relativos à caracterização do agrupamento. De seguida apresenta-se a Missão, Visão e os principais objetivos educativos adoptados pelo Agrupamento. Posteriormente é desenvolvida uma síntese do diagnóstico, onde são identificados os principais constrangimentos na ação educativa e as metas e operacionalização do projeto. São apresentadas também as opções e estratégias metodológicas e o processo de monitorização e avaliação do projeto, tendo em vista o crescimento e melhoramento da qualidade educativa prestada.

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PARTE I – CONTEXTO E IDENTIDADE DA COMUNIDADE EDUCATIVA

1. A Freguesia

Paranhosfaz fronteira, a Norte, com S. Mamede Infesta, freguesia do Concelho de Matosinhos, Águas Santas e Pedrouços, freguesias do Concelho da Maia. A Nordeste, faz fronteira com Rio Tinto, freguesia do concelho de Gondomar, a Este, confronta-se com Campanhã, a Sul com o Bonfim e a Sudoeste com Cedofeita, sendo estas freguesias do concelho do Porto.

Legenda: Localização Geográfica da Freguesia de Paranhos

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O crescimento demográfico da freguesia está diretamente relacionado com a sua história, nomeadamente com o processo de urbanização que transformou a sua natureza e quotidiano, ao longo de todo o século XX. Atualmente, Paranhos é em termos de habitantes, a maior freguesia do Norte e a terceira maior do país.

O seu crescimento, nas últimas décadas, ficou a dever-se, sobretudo à construção de vários bairros sociais, nomeadamente os bairros do Outeiro, Amial, Bom Pastor, Carriçal, Paranhos, Regado, Azenha e S. Tomé. Outro fator deste crescimento foi a construção do Pólo Universitário, atualmente em grande expansão, e que mudou radicalmente a face urbana desta freguesia.

Gráfico 1

De acordo com os censos de 2001 (Fonte: Junta de Freguesia de Paranhos), Paranhos era, em termos de população residente, a maior freguesia do norte e a terceira maior do país. Os censos de 2011, retratam uma nova imagem da

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freguesia, quando analisada à luz deste indicador demográfico. Atualmente, Paranhos é a 5ª maior freguesia do país, mantendo-se a maior do Concelho do Porto, como afirma o quadro acima representado.

Gráfico 2

Esta redução demográfica deve-se sobretudo ao acentuar de movimentos migratórios de população que opta por fixar residência noutros locais, nomeadamente em concelhos vizinhos.

Legenda: População residente e presente na Freguesia de Paranhos Fonte: INE - Censos 2011

População Residente População Presente População Residente

HM

População Residente

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População Residente

M

População Presente

HM

População Presente

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População Presente M

44.298 20.051 24.247 47.800 21.753 26.047

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Gráfico 3 Gráfico 4

Conforme é possível analisar no gráfico 3, a população residente em Paranhos é maioritariamente portuguesa. Os residentes oriundos de outros países são em número bastante reduzido, destacando-se no entanto, as pessoas oriundas de países do continente africano.

O gráfico 4 permite-nos conhecer o número de crianças por tipo de núcleo familiar, residentes em Paranhos. Podemos concluir que mais de 50% das crianças da Freguesia se encontram em núcleos de casal de direito com filhos, sendo que as restantes se encontram em núcleos constituídos por casal de facto com filhos e núcleos monoparentais, nomeadamente, mães com filhos.

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Gráfico 5 Gráfico 6

O gráfico 5 representa as pessoas com mais de 65 anos, que vivem isoladas. Perto de 13% da população com mais de 65 anos encontra-se nesta situação de família unipessoal.

No gráfico 6 podemos verificar que o índice de dependência de idosos (relação entre a população idosa e a população em idade ativa, definida habitualmente como o quociente entre o número de pessoas com 65 ou mais anos e o número de pessoas com idades compreendidas entre os 15 e os 64 anos (expressa habitualmente por 100 (10^2 ) pessoas com 15-64 anos). é em Paranhos, superior em 8 pontos, ao índice nacional.

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Gráfico 7

O gráfico que nos dá a conhecer o índice de envelhecimento, ou seja, a relação entre a população idosa e a população jovem, definida habitualmente como o quociente entre o número de pessoas com 65 ou mais anos e o número de pessoas com idades compreendidas entre os 0 e os 14 anos, revela que este índice em Paranhos é bastante superior ao índice nacional. São as Freguesias do núcleo histórico as que apresentam os índices de envelhecimento mais elevados, acompanhadas das Freguesias de Cedofeita e Bonfim (Freguesias que pertencem à denominada Baixa da cidade).

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Gráfico 8 - Evolução da População Residente na Freguesia de Paranhos

O crescimento demográfico da freguesia de Paranhos, está infimamente ligado à evolução demográfica da cidade. Na segunda metade do século XIX, a cidade do Porto assiste a uma alteração da configuração habitacional, provocada sobretudo pela fixação da indústria têxtil do algodão, que atrai população das cidades e aldeias para trabalharem nas fábricas, fazendo aumentar de forma acentuada a sua população, mas também, pelo desenvolvimento da rede de transportes rodoviária que atravessava toda a cidade. Por Paranhos passava a linha de eléctrico que seguia para a Ponte da Pedra.

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Perante este aumento de população, o mercado imobiliário torna-se alvo de forte especulação e a classe operária é forçada a abandonar as zonas centrais da cidade e procurar alojamento na periferia, onde o valor da habitação fosse comportável. As ilhas começam então a proliferar. Este tipo de alojamento é acentuado nas freguesias de Paranhos, Bonfim, Cedofeita e Santo Ildefonso.

A construção de habitação social de iniciativa privada no final do século XIX é pouco significativa, sobressaindo a iniciativa da empresa têxtil Azevedo Sousa & Companhia, que constrói um bairro fabril com 42 casa junto à sua fábrica na Areosa para alojar os seus operários. Os bairros ligados à Companhia Industrial de Salgueiros foram também edificados nessa época. São construídas as Colónias Dr. Manuel Laranjeira e Antero de Quental entre 1914 e 1917, por iniciativa da Câmara Municipal.

É sobretudo entre o final da década de 30 e o início dos anos 40 do século XX, que as ilhas se acentuam enquanto preocupação dos decisores da cidade, devido à insalubridade que as caracterizam. Por iniciativa da Câmara Municipal são edificadas construções para alojar a classe operária, numa tentativa de extinguir as ilhas e promover a salubridade junto da população.

Entre 1935 e 1950, é com investimentos públicos que se edificam as casas económicas da Azenha, de Paranhos e Costa Cabral dando início a uma fase de construção de edifícios, quer monofamiliares, mas sobretudo, plurifamiliares, que se prolongou até final dos anos 90.

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Gráfico 9 Gráfico 10

Como podemos ver pelo quadro 9, população presente, (pessoas que, no momento de observação, se encontram numa unidade de alojamento, mesmo que aí não residam, ou que, mesmo não estando presentes, lá chegam, até às 12 horas desse dia), é bastante significativa na Freguesia de Paranhos, fruto sobretudo da existência do Pólo Universitário da Asprela e dos dois hospitais de referência da região: o Hospital de São João e o IPO. A outra Freguesia da cidade que também apresenta índices elevados de população presente é Ramalde, mas neste caso, os números devem-se à fixação da zona Industrial da cidade nesta Freguesia.

Por sua vez, o gráfico 10 é bastante esclarecedor no que respeita à distribuição do número de alojamentos na cidade: Paranhos destaca-se claramente das restantes freguesias, com um total de 27.256 alojamentos.

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Gráfico 11 Gráfico 12

O gráfico 11 mostra os alojamentos por tipologia e local de residência. Permite-nos verificar que a totalidade dos alojamentos existentes são familiares.

O gráfico 12 apresentado, deixa-nos observar que a taxa de atividade de Paranhos se situa ao nível da taxa de atividade da cidade do Porto. Mesmo tendo em conta as diferentes Freguesias da cidade, a taxa é bastante homogénea, mesmo se tivermos em conta as Freguesias menos populosas.

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Gráfico 13 Gráfico 14

A população empregada residente em Paranhos situa-se nos 17.000 indivíduos (gráfico 13), sendo que a maior parte desta população possui habilitações superiores. Ainda tendo a escolaridade como variável de referência, verificamos que a população desempregada (3.461) é maioritariamente, constituída por pessoas com o ensino básico (1.802). A população desempregada (gráfico 14) com o ensino secundário (796) ou ensino superior (783), é em número inferior. Podemos, portanto, estabelecer uma relação positiva entre a escolaridade e a taxa de emprego. Ainda no que caracteriza o desemprego de Paranhos, podemos referir, que dos 3.461 desempregados, 688 encontram-se à procura do 1º emprego e os restantes à procura de novo emprego. A faixa etária que regista maior número de pessoas em situação de desemprego é entre os 25 e os 29 anos de idade.

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Gráfico 15 Gráfico 16

No que respeita à taxa de analfabetismo, o gráfico acima apresentado permite-nos observar que ainda persistem taxas elevadas por todo o concelho, nomeadamente, nas Freguesias do núcleo histórico e em Campanhã. Paranhos apresenta uma taxa de analfabetismo elevada, exatamente igual à Freguesia de Ramalde.

No que concerne ao abando escolar, podemos afirmar que são várias as Freguesias do Concelho que se situam acima da taxa nacional (1,58). Paranhos, apresenta uma taxa inferior (1,41). As Freguesias do núcleo histórico são as que apresentam as taxas de abandono escolar mais elevadas.

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2 - O Agrupamento Pêro Vaz de Caminha

Na freguesia de Paranhos as escolas estão atualmente integradas em três Agrupamentos: Agrupamento Pêro Vaz de Caminha, Agrupamento Eugénio de Andrade e Agrupamento António Nobre e a escola não agrupada Escola Secundária Filipa de Vilhena.

O Agrupamento Pêro Vaz de Caminha integra cinco unidades orgânicas: a Escola básica 2.º e 3.º ciclo (Pêro Vaz de Caminha), 1 Escola Básica do 1.º ciclo (Azenha) e 3 Escolas Básicas com 1.º ciclo e Pré-escolar (Agra, Miosótis e S. Tomé).

As escolas do agrupamento ficam implementadas numa zona de vários bairros sociais com uma parte significativa de população desfavorecida económica, social, e culturalmente. Com a remodelação e modernização de duas escolas e com a abertura do Pré-Escolar, nomeadamente na escola dos Miosótis tem havido uma maior procura de matrículas por parte dos encarregados de educação que vivem e/ou trabalham na área envolvente à escola.

2.1 Identificação e caraterização das escolas e Jardins de Infância do Agrupamento

A sede de Agrupamento está localizada na Rua da Telheira. É composta por um edifício inserido num amplo espaço ocupado pelos recreios, Pavilhão Gimnodesportivo, campo de jogos e zonas ajardinadas. O espaço coberto está dividido em quatro corpos interligados, sendo três compostos por rés-do-chão e primeiro piso, e o quarto apenas por rés-do-chão.

Legenda: Escola Básica Pêro Vaz de Caminha - Sede do Agrupamento

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No primeiro bloco, pavilhão A, situa-se o polivalente no qual estão instalados o bufete, instalações sanitárias para os alunos, papelaria, Cantina, (cozinha, despensa, refeitório, instalações sanitárias e sala de funcionários), sala da rádio, sala de convívio dos auxiliares de ação educativa e arrecadações. Em Agosto/Setembro de 2009 foi reconstruída uma sala existente no espaço da Cantina. A divisória de madeira foi substituída por uma parede, que avançou um pouco para a área da Cantina, capacitando a sala para comportar uma turma de 28 alunos. Foi aberto um acesso para o átrio do pavilhão A que possibilita as entradas e saídas da sala sem atravessar a área de serviço da Cantina.

No segundo bloco, pavilhão B, no piso do rés-do-chão está localizada a entrada principal para professores, funcionários e visitantes e os seguintes serviços: Secretaria, gabinete do Chefe de Secretaria, sala para receção aos Encarregados de Educação pelos Diretores de Turma, sala de Professores, gabinete da Direção, sala de apoio à Direção, instalações sanitárias para professores e funcionários, reprografia, gabinete do Assistente Social e Serviços do ASE, gabinete de primeiros socorros e arrecadações.

Ainda no primeiro bloco, ao nível do 1º piso, situam-se a Biblioteca/CR, recentemente remodelada e integrada na Rede de Bibliotecas Escolares, sala de Matemática, sala de Educação Musical, sala de Informática, uma sala de aulas, instalações sanitárias e arrecadações.

No terceiro bloco, pavilhão C, no 1º piso estão localizadas sete salas de aula, sendo uma delas de menores dimensões para turmas com redução de alunos, Sala de Estudo, Sala de Apoios Educativos; no piso do rés-do-chão encontram-se salas específicas para a prática de determinadas disciplinas: duas salas de aula adaptadas como laboratórios para Ciências e Físico Química, uma sala para Educação Tecnológica, uma sala para os alunos do Educação Especial e uma sala para a

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Unidade de Apoio Educativo Especializado (UAE). Existem ainda instalações sanitárias para alunos, uma delas foi adaptada para uso da UAEM e arrecadações para arrumos e acondicionamento de diversos materiais didáticos.

É de referir que a UAE foi implementada no ano letivo 2009-2010, em parceria com os serviços de Educação Especial deste

Agrupamento e da DEGES’t, tendo sida equipada com material próprio e adequado para as unidades de multideficiência. Esta sala responde a uma necessidade de encaminhar os alunos que frequentam a Unidade da EB1/JI de S. Tomé e outros que necessitem de frequentar este serviço.

No terceiro bloco, Pavilhão D, no 1º piso estão localizadas sete salas de aula, sendo uma delas de menores dimensões para turmas com redução de alunos, Gabinete da Psicóloga, Sala de Apoios Educativos; no piso do rés-do-chão encontram-se salas específicas para a prática de disciplinas específicas: duas salas para Educação Visual e duas para Educação Tecnológica. Existem ainda instalações sanitárias para alunos e arrecadações para arrumo e acondicionamento de diversos materiais didáticos.

A zona gimnodesportiva compreende um campo de jogos e um pequeno edifício onde se alojam os antigos balneários, que se encontram desativados, onde funciona a Comissão de Estudantes recentemente formada. O Pavilhão Gimnodesportivo foi construído em parceria com Ministério da Educação e Câmara Municipal do Porto. O Agrupamento usufrui do espaço das 8h30m às 18h30m nos dias úteis. Nos restantes horários e dias (fim de semana e feriados) o Pavilhão Gimnodesportivo é da responsabilidade do Porto Lazer (Câmara Municipal do Porto). Como se depreende, a gestão deste espaço é partilhada pelas duas entidades.

O Pavilhão Gimnodesportivo é composto por um ginásio, um Pavilhão com galeria, instalações sanitárias na galeria, balneários femininos e masculinos para os alunos, gabinete dos docentes, balneários dos docentes, gabinete médico, instalações sanitárias para deficientes e arrecadações de materiais

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Escolas Básicas do 1º ciclo

Todas as Escolas do 1.º ciclo, cuja propriedade e manutenção é da responsabilidade da Câmara Municipal do Porto, encontram-se razoavelmente equipadas em termos de mobiliário, oferecendo salas de aula em número suficiente para o número de alunos que as frequentam, funcionando todas em regime normal. Das quatro escolas, três não possuem um espaço destinado à prática da Educação Física e para o desenvolvimento das Atividades de Enriquecimento Curricular, nomeadamente a atividade desportiva.

Escola EB1/JI da Agra

Esta escola é um projeto de 1960, sem tipologia definida e situa-se no bairro da Agra, onde a maioria das populações se caracteriza por baixos níveis sociais, económicos e culturais. Prevalecem grupos socioeconómicos muito desfavorecidos e desenraizados que tiveram origem em antigos bairros degradados.

Esta escola é constituída por dois pisos. No rés-do-chão situam-se três salas do ensino Pré-Escolar, instalações sanitárias para os alunos do pré-escolar, Biblioteca/CR (RBE) e sala de arrumos.

No 1º piso existem quatro salas de aula do 1º ciclo, sala dos Professores, Gabinete da Coordenadora de Escola, instalações sanitárias para alunos do 1º ciclo, e instalações sanitárias para os professores e dois arrumos.

No exterior existem poucas áreas ajardinadas, um campo de jogos, recreios cobertos e descobertos, um refeitório com cozinha e um anexo com duas pequenas salas e instalações sanitárias.

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Escola EB1/JI de S. Tomé

Este estabelecimento fica situado na Travessa Conde de Avranches, inserido no Bairro de S. Tomé. Esta escola recebe maioritariamente alunos residentes ou com familiares do referido bairro. A sua construção obedece ao Projeto P3, encontrando-se em bom estado de conencontrando-servação, tendo sido alvo de melhoramentos no ano de 2009. Esta escola é constituída por dois pisos. No rés-do-chão situam-se o polivalente, cozinha, refeitório, despensas, gabinete de Coordenação de Escola/sala de professores, instalações sanitárias para professores/funcionários, sala de apoio, sala da UAE com instalações sanitárias adaptadas, uma sala de aulas do 1º ciclo, duas salas destinadas ao ensino Pré-Escolar, instalações sanitárias para os alunos do Pré-Escolar, instalações sanitárias para alunos do 1º ciclo, Biblioteca/CR (RBE).

No primeiro piso localizam-se quatro salas de aula, uma sala de Informática, e instalações sanitárias para os alunos, e instalações sanitárias para os professores. No exterior existem poucas áreas ajardinadas, um campo de jogos, e um recreio com um piso irregular e uma cobertura onde os alunos podem permanecer em dias de chuva.

Escola EB1 da Azenha

A escola da Azenha fica situada na rua da Ribeira Grande, no bairro da Azenha. É uma escola do tipo Plano Centenário, constituída por dois pisos.

No rés-do-chão situam-se duas salas de aula, sala dos Professores/Gabinete da Coordenadora de Escola, sala adaptada para Biblioteca, instalações sanitárias para os alunos, instalações sanitárias para professores/funcionários.

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No 1º piso existem duas salas de aula. No exterior existe um bloco onde se situam o refeitório com cozinha e um espaço adaptado para a prática desportiva. A escola possui poucas áreas ajardinadas, o recreio apresenta um piso irregular, não possuindo um espaço coberto para a permanência das crianças nos recreios. Atualmente a escola está a necessitar de obras urgentes para o bom funcionamento das atividades e segurança de todos.

Escola EB1 de Miosótis

É uma escola do tipo Plano Centenário, constituída por dois pisos. Situa-se no Bairro do Amial, na rua dos Miosótis. A Escola serve uma população, oriunda de dois bairros sociais: Bairro do Regado e Bairro de Santa Luzia, bem como alunos cujos encarregados de educação trabalham na área do agrupamento. Esta escola encontra-se em bom estado de conservação, tendo sido alvo de obras no ano de 2011 com ampliação e melhoramento de espaços. No ano letivo de 2011-2012 a escola abriu pela primeira vez uma sala de Jardim de Infância, respondendo assim às muitas solicitações por parte dos encarregados de educação.

Em virtude de existir uma lista de espera para a frequência do ensino pré-escolar, a Direção fez a proposta à Câmara para abertura de mais uma sala. Assim, neste momento estão em funcionamento duas salas do ensino pré-escolar e oito turmas do 1º ciclo.

No rés-do-chão situam-se três salas de aula do 1º ciclo, duas do pré-escolar, instalações sanitárias para os alunos, instalações sanitárias para professores/funcionários e a Cantina. No 1º piso existem cinco salas de aula do 1º ciclo, sala dos Professores, instalações sanitárias para os alunos e instalações sanitárias para os professores/funcionários, Biblioteca, Gabinete Médico e Gabinete da Coordenadora de estabelecimento. No exterior existem áreas ajardinadas, um campo de jogos e um coberto.

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2.2 Caraterização da comunidade educativa 2.2.1 Os Alunos

Quadro 1 - Alunos matriculados no Agrupamento por níveis de ensino

NÍVEL DE ENSINO TOTAL DE ALUNOS

Pré- escolar 141

1º Ciclo 379

2º Ciclo 211

3º Ciclo 292

Total 1023

Estão matriculados e frequentam o Agrupamento de Escolas Pêro Vaz de Caminha, 1023 alunos, distribuídos pela educação pré-escolar e pelos três ciclos da escolaridade.

Quadro 2 - Número de alunos e turmas por escolas e ASE

ALUNOS TURMAS ASE

NEE

OBSERVAÇÕES

Estabelecimento

de Ensino JI Ciclo Total 1º JI Ciclo Total 1º Escalão A Escalão B

EB1/JI da

Agra 49 70 119 3 4 7 67 15 2

EB1/JI de

S. Tomé 42 83 125 2 4 6 59 16 10 Os totais integram 4 alunos da sala da UAEM

EB 1 da

Azenha - 53 53 - 3 3 29 11 2

EB1/JI de

Miosótis 50 173 223 2 8 10 62 44 7

TOTAL 141 379 520 7 19 26 217 86 21

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Quadro 3 – Alunos matriculados na Escola EB 2/3 por anos de escolaridade, alunos NEE e ASE

Ano de

Escolaridade Alunos Turmas Alunos NEE

ASE

Observações Escalão

A Escalão B

5º Ano 106 5 10 48 18 1 aluno na Unidade Multideficiência

6º Ano 105 5 5 62 18 1 aluno na Unidade

Multideficiência

7º Ano 119 6 9 53 18 1 aluno na Unidade

Multideficiência

8º Ano 93 4 --- 29 17 4 alunos na Unidade

Multideficiência

9º Ano 80 3 4 25 21

TOTAL 503 23 25 217 92

É de realçar que nos últimos anos o número de alunos subsidiados pela Ação Social Escolar tem vindo a aumentar, a que não será alheia a crise económica e social, que tem impelido as famílias para o desemprego.

2.2.2 Corpo Docente e Não Docente

Quadro 4 - Corpo Docente do Agrupamento

PQE PQZP CONTRATADOS TOTAL

60 23 18 101

Os recursos humanos constituem a área onde se tem verificado maiores alterações nas escolas do Agrupamento devido ao grande número de aposentações do pessoal docente e não docente.

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Quadro 5 - Serviço distribuído

Docentes responsáveis

por grupo/turma

Docentes do Ensino Especial

Docentes do Apoio Educativo

Docentes sem componente

letiva Assessorias

Docentes das AEC

26 8 2 a) 6 b) 4 c) 24

a) Dois docentes apoiam as 4 escolas EB1 com horário completo. b) Os docentes sem componente letiva:

- Diretor

- Uma Educadora de Infância – dispensa da componente letiva ao abrigo do ponto 3 do Artigo 79º do ECD. Desempenha o cargo de Coordenadora de Projetos.

- Duas educadoras de Infância colocada por condições específicas. Desempenham o cargo de apoio ao ensino pré-escolar.

- Uma professora do 1º ciclo - dispensa da componente letiva ao abrigo do ponto 3 do Artigo 79º do ECD. Desempenha o cargo de Coordenadora de Estabelecimento.

- Um professor do 2º ciclo – ausência da componente letiva. Desempenha o cargo de professor de apoio.

c) Quatro professores apoiam o 2º e 3º ciclo através da bolsa de professores disponibilizada pelo projeto TEIP

nas áreas de Português e Matemática.

Quadro 6 - Corpo Não Docente

ASSISTENTES

Níveis de ensino Operacionais Técnicas POC’s

Pré- Escolar 6 3 ---

1º ciclo 6 --- 5

2º e 3º ciclo 14 6 a) 8

a) Seis assistentes técnicos a desempenhar funções nos Serviços Administrativos.

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b) Autorizados pela DREN - Centro de Emprego e Formação Profissional Quadro 7 - Técnicos especializados

Psicóloga Assistente Social Animadora Social

1 1 1

O Assistente Social e a Animadora Social foram colocados ao abrigo do Programa TEIP, negociados com as instâncias responsáveis pelo Ministério da Educação.

2.2.3 Pais / Encarregados de Educação

Quadro 8 – Habilitações Literárias recolhidas no estudo feito numa amostra de 420 Encarregados de Educação

Habilitações Literárias Pai Mãe

1.º Ciclo 22,1% 20, 4%

2.º Ciclo 30, 5% 26, 9%

3.º Ciclo 22, 9% 25%

11.º ano /Sec 20, 8% 19,4%

Ensino Superior 3,7% 8,3%

Quadro 9 – Taxa de desemprego

Taxa de Desemprego

PAI MÃE

22, 2% 37, 6%

Verifica-se uma maior taxa de desemprego nas mães/encarregados de educação das crianças da amostra.

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Na avaliação às famílias das crianças ou jovens sinalizados, a Equipa de Ação Social têm detetado que o desemprego, os baixos salários, os baixos níveis de escolaridade ou os problemas de saúde, estão na origem dos processos de risco identificados e estes aspetos têm afetado a vida dos nossos alnos no que diz respeito às suas relações familiares e comportamentos desadequados.

2.2.4 Respostas educativas de apoio ao processo ensino/aprendizagem

 Serviços Especializados de Apoio Educativo (SEAE) São constituídos por:

 Grupo Disciplinar de Educação Especial

 Apoios Sócio Educativos

 Serviços de Psicologia e Orientação

 Serviços de Ação Social Escolar

O Grupo de Educação Especial é composto por 8 docentes especializados que prestam apoio a alunos com NEE de carácter permanente nas diversas áreas de desenvolvimento e de aprendizagem. É da sua competência orientar a intervenção de outros intervenientes no processo educativo dos alunos.

O Agrupamento Pêro Vaz de Caminha é um Agrupamento de referência para a Multideficiência, estando neste momento a funcionar duas unidades de apoio especializado à multideficiência, nas escolas de S. Tomé e Pêro Vaz de Caminha. Estas salas são apoiadas por uma Terapeuta Ocupacional, uma Terapeuta da Fala e uma Fisioterapeuta disponibilizadas pelo CRI.

A observação/avaliação e a elaboração dos Programas Educativos Individuais são da responsabilidade dos diversos intervenientes.

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O Serviço de Psicologia é assegurado por uma psicóloga. Funciona em gabinete próprio, na sede do Agrupamento. Faz a avaliação e o acompanhamento psicológico dos alunos do 2º e 3ºciclos; observa e avalia alunos do pré-escolar e do 1.º ciclo, após pedido formulado pelos encarregados de educação e/ou sugerido pelos Conselhos de Turma ou pelos professores titulares e de educação especial. Procede também à orientação vocacional e profissional dos alunos do 9º ano, bem como a orientação e encaminhamento para percursos alternativos ao ensino regular.

O Serviço de Ação Social Escolar dispõe de um técnico profissional administrativo que assegura o apoio necessário nessa área que se estende a todas as escolas do Agrupamento, a ativação do Seguro Escolar e os subsídios do ASE destinados a material e alimentação.

 Bibliotecas/CR

As BE/CRE das escolas EB2/3 Pêro Vaz de Caminha, EB1/JI de S. Tomé, da EB1/JI Agra e EB1/JI dos Miosótis integradas na Rede de Bibliotecas Escolares, são espaços diversificados, confortáveis, equipadas com mobiliário moderno, dedicadas à consulta de materiais em diversos tipos de suporte, ao serviço de toda a comunidade escolar.

Constituem um recurso do processo educativo, por permitir a execução de práticas que envolvam toda a comunidade educativa no sentido de fomentar o gosto pela leitura, as literacias da informação e da comunicação e o aprofundamento da cultura cívica, científica, tecnológica e artística.

As Bibliotecas Escolares/CR têm como objetivo fomentar os hábitos de leitura e o prazer de ler; promover a autonomia dos utilizadores no recurso à informação e às tecnologias; estimular o enriquecimento da comunidade educativa em termos culturais, tecnológicos, artísticos e cívicos. Estão organizadas com os seguintes espaços:

 Leitura recreativa

 Pesquisa individual/grupo

 Audiovisuais.

 Multimédia.

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 Produção gráfica.

São utilizadas como forma de:

 Potenciar a utilização de recursos pedagógicos;

 Proporcionar, através de um fundo documental adequado, a diversificação de estratégias de ensino aprendizagem nas diferentes disciplinas e projetos;

 Permitir a seleção, organização, produção e difusão da informação em diferentes suportes;

 Desenvolver nos alunos competências relativas à literacia da informação, de modo a integrá-las nas práticas escolares;

 Associar a leitura aos tempos livres e à ocupação lúdica.

 Sala da Matemática

O Laboratório da Matemática é um espaço que se pretende que desmistifique a ideia negativa que muitos alunos têm sobre a Matemática. Irá permitir que os alunos desenvolvam a curiosidade e o gosto de aprender Matemática. Está equipada com um quadro interativo, livros, jogos e materiais didáticos.

 Sala T.I.C.

Na Escola Básica Pêro Vaz de Caminha a sala TIC é um espaço reservado às aulas da disciplina de TIC e às atividades de formação contínua da comunidade educativa.

Todas as escolas do 1º ciclo possuem uma sala com um quadro interativo e a EB1 de S. Tomé possui uma sala TIC além do Centro de Recursos da Biblioteca Escolar.

 Sala de Apoio

 Contribuir para a aquisição de técnicas de estudo;

 Apoiar os alunos em situações pré-definidas ou resultantes da sua solicitação;

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 Promover a autonomia dos alunos ao nível da organização das atividades escolares e identificação das suas dificuldades.

 Equipamento Audiovisual

Quadro 10 – Equipamentos audiovisuais

Escolas Quadros Interativos Computadores Projetores Equipamento de som

EB2/3

Pêro Vaz de Caminha 13 91 23 1

EB1/JI da Agra 1 4 --- 1

EB1/JI de S. Tomé 1 12 1 1

EB1da Azenha 1 5 --- 1

EB1/JI dos Miosótis 2 12 1 1

 Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) e Componente de Apoio à Família

As AEC proporcionam aos alunos do 1º ciclo uma ocupação didático-pedagógica, permitindo que os alunos permaneçam nas escolas até às 17h30m, reforçando o desenvolvimento das competências do 1º ciclo do Ensino Básico. As atividades adotadas para o ano letivo 2013-2014 foram: Ensino de Inglês, Ensino de Música, Atividade Física e Desportiva, Expressão Plástica.

A Componente de Apoio à Família dirigido aos alunos da educação pré-escolar dá resposta à necessidade dos encarregados de educação e à ocupação das crianças após atividades letivas. No horário da Componente de Apoio à Família foi

implementado pela CMP o projeto “Crescer com Música” em todos os Jardins de Infância.

Estes projetos, “A Escola a Tempo Inteiro” e a “Componente de Apoio à Família”, são desenvolvidos em parceria com o

Município do Porto ao nível dos recursos humanos (colocação de professores nas AEC e assistentes de ação educativa no pré-escolar).

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 O Desporto Escolar visa promover a competição saudável e capacitar os alunos para a prática do desporto. Tem também o objetivo de promover a escola e fomentar a relação com a família e a comunidade.

 Assistente Social e Animadora sócio – cultural

No âmbito do Programa TEIP, o Agrupamento dispõe de um Assistente Social, uma animadora sócio – cultural que desenvolvem o seu trabalho nas 5 escolas do Agrupamento, tendo o assistente social um Gabinete de Atendimento na escola sede. O trabalho desenvolvido por estes técnicos tem como base as necessidades identificadas junto dos alunos, no que diz respeito à intervenção comportamental, desenvolvimento de competências pessoais e sociais. A ação da Animadora tem como objetivos: consciencializar os alunos para a importância da escola; refletir sobre comportamentos, atitudes e valores através de atividades lúdicas e de ocupação de tempos livres.

A intervenção do Assistente Social tem vindo a desenvolver-se com a deteção e acompanhamento de situações consideradas de risco; o encaminhamento para diferentes estruturas e entidades no sentido de colmatar as dificuldades e problemas detetados; consciencializar a família para a importância da escola, promovendo uma maior interação entre escola e família e o desenvolvimento de competências parentais. Assim sendo, têm vindo a ser implementados planos de intervenção familiar, atendimento a famílias e visitas domiciliárias.

2.2.5 Parcerias e recursos da comunidade

A Escola depara-se frequentemente com dificuldades para viabilizar caminhos e ações a desenvolver. Ao longo destes anos o Agrupamento tem manifestado um interesse constante em estabelecer parcerias, que se têm revelado fundamentais para colmatar lacunas e assegurar respostas às necessidades e problemas diagnosticados. Neste sentido, a Direção tem vindo a implementar dispositivos e dinâmicas formativas, com o objetivo de proporcionar a toda a comunidade educativa um ambiente de trabalho formativa.

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Quadro 11 - Parcerias

PARCERIAS CONTRIBUTOS

Câmara Municipal

Apoio a nível de transportes para visitas de estudo

Apoio financeiro para o desenvolvimento de atividades nas EB1/JI Melhoramento de infraestruturas nas EB1/JI

Projeto “Escola a Tempo Inteiro” (EB1)

Projeto “Crescer com a Musica” (JI)

Projeto “Porto Futuro” (todos os níveis de ensino)

Junta de Freguesia de Paranhos Cedência de instalações Apoio a nível de transportes

Realização de atividades lúdicas para famílias e filhos

Associações de Pais e E.E Reuniões de Pais e E.E Participação nas atividades das escolas

Contato com as famílias

Centro de Saúde de Paranhos Rastreios Ações de Formação

Acompanhamento de jovens e famílias

Colaboração no Projeto “Promoção e Educação para a Saúde”

Polícia de Segurança Pública /Escola Segura

Apoio logístico

Ações de Formação para alunos (todos os níveis de ensino)

Comissão de Proteção de Crianças e Jovens Acompanhamento de crianças e jovens sinalizados e respetivas famílias

Escola Profissional de Tecnologia Psicossocial do Porto Estágios da componente prática do Curso Técnico de Apoio Psicossocial Estágios da componente prática do Curso Técnico de Apoio Psicossocial

Centro de Formação Guilhermina Suggia Promoção de ações de formação para Pessoal Docente e não Docente

Escola Superior Educação do Porto Formação de Professores Estágios ao nível do 2º ciclo de estudos (mestrados)

FADEUP Formação de Professores Estágios ao nível do 2º ciclo de estudos (mestrados)

Cedência da piscina aos alunos do 2.º e 3º ciclo

Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Porto Observatório da vida das escolas

Universidade Católica do Porto Consultora externa TEIP Formação de Professores

Escola de Música Academia Costa Cabral Formação de alunos do Ensino Articulado da Música

EDP Projetos: “Escola de Judo Nuno Delgado” “Transformers”

Semear-te (Psicólogos do Bem)

Associação Ajudaris Campanhas e projetos de cariz solidários

Empresa Symington Family States (Grahams)

Projeto: “Braço Direito”

Apoio no Projeto de Rugby (desporto escolar) Prémio de Excelência e de Mérito aos alunos

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3 – Diagnóstico e Análise SWOT

Após a identificação dos problemas e potencialidades da comunidade, fez-se uma análise SWOT, no âmbito da qual foi possível identificar os pontos fortes e os fracos, bem como as oportunidades e as ameaças

Quadro 12 – Tabela de Análise SWOT

PONTOS FORTES PONTOS FRACOS

Existência de um bom ambiente educativo nas diversas escolas do Agrupamento, em termos de relações pessoais e

profissionais.

Fraca envolvência dos alunos na elaboração dos documentos estruturantes da atividade do Agrupamento.

Existência de três Bibliotecas nas escolas integradas na rede

de Bibliotecas Escolares e no Plano de Leitura. Degradação das instalações da Escola da Azenha. Pessoal docente com motivação e empenho nas várias ações

da Escola. Monitorização e avaliação da eficácia das medidas de apoio educativo.

Dinamização de projetos e programas pertinentes ao Projeto

Educativo e à comunidade. Rendibilização dos recursos afetos ao ensino experimental.

Elementos das Associações de Pais intervenientes e

empenhados em resolver problemas. Pouca consolidação nas ações de articulação curricular entre os ciclos do ensino. Funcionamento de duas turmas do Ensino Articulado da

Música. Pouco envolvimento dos Encarregados de Educação na escola.

OPORTUNIDADES AMEAÇAS

Estabelecimento de parcerias com instituições / Associações de

carácter desportivo e /ou cultural. Falta de pessoal auxiliar.

Comissão de Alunos na escola sede. Aumento do desemprego.

Consolidar as boas práticas do Agrupamento. Conjuntura nacional de crise, que está a originar desemprego e precariedade laboral, conducentes a uma rutura com a escola.

Aumento da procura do Pré-escolar no Agrupamento. Défice de envolvimento da comunidade Recursos humanos afetos ao Agrupamento através do Projeto

TEIP. Descrédito da imagem e perda progressiva da autoridade do professor.

Proximidade de diversas Instituições de Ensino Superior. Dificuldade no cumprimento das normas e diretrizes por parte de alguns membros da comunidade educativa;

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PARTEII–Política Educativa do Agrupamento

Ao longo dos últimos anos, o Agrupamento Pêro Vaz de Caminha aspira a uma política educativa no sentido da construção duma escola de qualidade e promoção do sucesso.

1 Objetivos Educativos

As linhas orientadoras definidas assentam em Objetivos Educativos que visam:

 Valorizar a Escola, enquanto lugar de aprendizagens significativas, no domínio do saber ser, saber estar e saber fazer.

 Promover a melhoria das aprendizagens fomentando a adequação do processo ensino-aprendizagem às capacidades e

competências de cada um, estimulando a articulação de saberes das diferentes áreas curriculares.

 Humanizar a escola estimulando a tolerância, a solidariedade e o respeito pela diferença bem como o desenvolvimento da autoestima e das regras de convivência.

 Contribuir para a melhoria do ambiente educativo, otimizando os recursos humanos, os recursos materiais existentes e as parcerias estabelecidas com a comunidade.

 Reforçar a ligação Escola – Comunidade incentivando um maior comprometimento dos encarregados de

educação/famílias no acompanhamento dos alunos.

 Consciencializar para questões de saúde pública, ambientais e para o desenvolvimento de estilos de vida saudáveis.

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2 - Visão, Missão e Valores

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Parte III –Diagnóstico, Metas e Operacionalização do Projeto 1. Diagnóstico

1. 1 Insucesso, Abandono e Absentismo.

Quadro 13: Insucesso, Abandono e Absentismo no 1.º ciclo do ensino básico regular

Quadro 14: Insucesso, Abandono e Absentismo no 2.º ciclo do ensino básico regular

Parte

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Quadro 15: Insucesso, Abandono e Absentismo no 3.º ciclo do ensino básico regular

Parte

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1.2 – Avaliação Interna

Quadro 16: N.º de alunos que obtiveram classificação positiva a todas as disciplinas / áreas disciplinares

Ano de escolaridade

2011/12 2012/13

Nº total de alunos avaliados

(*)

N.º total de alunos com classificação positiva a todas as

disciplinas / áreas disciplinares

Nº total de alunos avaliados

(*)

N.º total de alunos com classificação positiva a todas as

disciplinas / áreas disciplinares

N.º % N.º %

1º ano 95 86 90,53% 94 82 87,23%

2º ano 82 59 71,95% 102 86 84,31%

3º ano 101 75 74,26% 77 65 84,42%

4º ano 101 82 81,19% 91 69 75,82%

5º ano 128 59 46,09% 117 49 41,88%

6º ano 140 59 42,14% 129 65 50,39%

7º ano 102 34 33,33% 120 39 32,50%

8º ano 78 30 38,46% 86 22 25,58%

9º ano 69 22 31,88% 80 28 35,00%

10º ano (*) 0 0

11º ano (*) 0 0

12º ano (*) 0 0

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1.3 – Avaliação Externa

Quadro 17: Provas de aferição/exame nacional 4.º ano

Quadro 18: Exame nacional 6.º ano

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Quadro 19: Exame nacional 9.º ano

1.4 Indisciplina

Quadro 20: N.º de ocorrências, n.º alunos envolvidos, MC e MDS

Parte

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2 - Metas e Operacionalização do Projeto

Eixo 1 – Apoio à Melhoria das Aprendizagens

Designação Descrição Sumária Público Alvo Objetivos Indicadores Dados de Partida Metas por Ação

Aprender na Globalidade

Criação de um espaço de apoio destinado a alunos com problemas de aprendizagem resultantes de dificuldades na organização psicológica/motora/cognitiva que estão na base do sucesso escolar

Alunos do 1º, 2º e 3º ciclo

Despertar o desejo para aprender porque aumenta a autoconfiança e elevando o rendimento escolar

Alunos com desenvolvimento cognitivo normal que apresentam dificuldades de aprendizagem que contribuem para o insucesso escolar.

Dos 8 alunos que beneficiaram da Ação, 7 alunos tiveram sucesso escolar

Manter o sucesso desta ação acima dos 80%

Formar docentes nesta área de atuação

Ação de formação creditada do Centro de Formação Guilhermina Suggia

20 docentes do

Agrupamento receberam formação nesta área

20 docentes receberem continuidade de formação creditada

Tempo para Aprender

Reforço da aprendizagem de Língua Portuguesa e Matemática em regime de assessorias pedagógicas, resultante da Bolsa de Professores (recurso TEIP). Este projeto é conhecido com a designação "Tempo para Aprender" e tem assumido um impacto positivo e benéfico no processo de ensino/aprendizagem dos alunos. Este tipo de intervenção tem-se revelado uma mais-valia no difícil percurso para alcançar o sucesso.

Alunos do 2º e 3º ciclo

Melhorar a aprendizagem e os resultados dos alunos a Língua Portuguesa

Resultados da avaliação Interna e Externa do 6º ano

Avaliação Interna-79,84% Avaliação Externa - 56,3%

Avaliação Interna - 80% Avaliação Externa - 57%

Resultados da avaliação Interna e Externa do 9º ano

Avaliação Interna- 63,75% Avaliação Externa - 40,7%

Avaliação Interna - 64%; Avaliação Externa - 45%

Melhorar a aprendizagem e os resultados dos alunos na Matemática

Resultados da avaliação Interna e Externa do 6º ano

Avaliação Interna- 62,02% Avaliação Externa - 48,7%

Avaliação Interna - 63% Avaliação Externa - 50%

Resultados da avaliação Interna e Externa do 9º ano

Avaliação Interna -63,75% Avaliação Externa- 40,7%

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Apoiar para Melhorar

Utilização dos professores de apoio educativo, no apoio pontual e específico a todos os alunos que sejam identificados pelo professor titular de turma, que estejam a divergir das metas traçadas para o ano de escolaridade que frequentam. Nestes casos será mobilizado um ou mais docentes que num período de tempo pré-estabelecido e rigorosamente planificado se responsabilizarão por assessorar o professor titular no sentido de suprir as dificuldades detetadas no aluno.

Alunos do 1º ciclo

Na disciplina de Língua Portuguesa, garantir a cada aluno, em cada ano de

escolaridade, o desenvolvimento de competências específicas no domínio da compreensão e expressão oral, da leitura, expressão escrita e do

conhecimento explícito da língua.

Percentagem de alunos com avaliação positiva na avaliação interna à disciplina de Língua Portuguesa

Sucesso de 89,6% Melhorar em 2%

Percentagem de sucesso na avaliação externa à disciplina de LP

Sucesso de 33% Melhorar em 12%

Classificação média dos alunos do 4º ano no exame nacional de LP

Média do agrupamento

41% Melhorar em 5%

Desenvolver as competências matemáticas dos alunos.

Percentagem de alunos com avaliação positiva na avaliação interna à disciplina de Matemática

Sucesso de 85,87% Melhorar em 1%

Percentagem de sucesso na avaliação externa à disciplina de Matemática

Sucesso de 57,1% Melhorar em 2%

Classificação média dos alunos do 4º ano no exame nacional de Matemática

Média do agrupamento

53,1% Melhorar em 2%

Reforço de Aprendizagens

Dinamização das bibliotecas escolares das escolas EB1 e da EB2.3, através da promoção dos hábitos de leitura, de concursos da área das Línguas, da realização de atividades de promoção dos livros e da leitura, e do acompanhamento e orientação dos alunos em atividades de pesquisa, em articulação com outras atividades, nomeadamente, no âmbito do PNL e das atividades promovidas pelos departamentos curriculares. Pretende-se igualmente abrir as portas das bibliotecas à comunidade envolvente, funcionando como polo de dinamização cultural.

Comunidade escolar

Desenvolver os hábitos de leitura.

Nº médio de livros requisitados

Média de 1,2 livros requisitados por alunos

Melhorar para 1,5 a média de livros requisitados por alunos

Nº médio por turma de utilizações da biblioteca em contexto letivo.

Média de por turma de utilização das bibliotecas em contexto letivo de 1 vez por período

Nº médio por turma de utilizações da biblioteca em contexto letivo igual ou superior a 2 vezes por período.

Concurso nacional de

Leitura, 3º ciclo 293 alunos envolvidos

Imagem

Gráfico 1
Gráfico 2
Gráfico 8 - Evolução da População Residente na Freguesia de Paranhos
Gráfico 11                                                                              Gráfico 12
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