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Informativo da Produção de Leite

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Academic year: 2022

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Ediç ã

Edição 324 Ano XXIV Maio de 2016 Viçosa-MG

Veja também nesta edição

2 3 5

6

Construção da Pista de Trato

Visita do Tobias ao produtor:

Gilvan Gasparoni Fazenda Boa Esperança

Diagnóstico de mastite clínica Dobradinha milho-feijão,

bom ou ruim?

Informativo da Produção de Leite

Qualidade do Leite:

Dica do Veterinário:

Produtor Valdir Zara

Luiz Guilherme Leite Estudante de Zootecnia

Em uma propriedade leiteira, as instalações são de grande importância, pois sendo elas bem planejadas, podem facilitar o manejo dos animais, influenciando diretamente no desempenho produtivo de toda a propriedade.

A elaboração de um projeto de instalações para a atividade leiteira depende de uma série de fatores, tais como: padrão racial do rebanho, manejo, tecnificação do sistema, área da propriedade, disponibilidade de mão de obra, recursos econômicos, características do clima e topografia da região. O projeto deverá levar em consideração o somatório destes fatores e a disponibilidade de expansão da atividade.

Afim de se especializar cada vez mais na pecuária leiteira o Sr. Valdir Zara, proprietário da fazenda Corujão, situada em São Geraldo-MG, decidiu que iria reformar seu curral e com algumas adaptações conseguiria ter na mesma estrutura uma pista de trato, um curral de manejo, uma sala de espera e anexo a isso ainda construiria uma sala de ordenha nova.

O primeiro passo, foi a escolha do local, pois deve ser próximo a sala de ordenha e ao pasto em que elas descansam e pastejam, evitando perda de tempo e energia para os animais e os funcionários.

A elaboração do projeto foi feito com base em 50 vacas em lactação que serão divididas em 4 lotes, sendo dois de cada lado, com os cochos e corredor no meio. Primeiramente levamos em consideração o espaçamento de cocho necessário por animal, para dimensionar o comprimento da pista:

- 50 vacas x 0,8 metros/vaca = 40 metros;

- 40 metros/2= 20 metros de comprimento;

Sendo assim, a pista terá um comprimento de 20 metros com um corredor central, serão dois lotes em cada lado da lista. É de suma

importância a instalação de canzileiras para que alguns animais dominantes não impeçam outros de comer.

Para dimensionar a largura da pista de trato, adotou-se como base à experiência prática. , tendo como base o comprimento de uma vaca mais o espaço para passar um animal atrás (para ter acesso ao bebedouro e cocho de sal mineral), sendo assim não teria espaço suficiente para que o animal deite.

Levando em consideração que uma vaca tem em média 2,2 metros de comprimento e para outra vaca passar atrás dela sem atrapalhar o acesso dos animais ao bebedouro e ao cocho de sal, nem a alimentação dos mesmos, foi adicionado mais 2,3 metros totalizando 4,5 metros de largura por lote. A largura total da pista de trato será duas vezes a largura de um lote mais a largura do corredor, sendo que para dimensionar este último, foi levado em consideração a bitola do trator 3,3 metros mais a largura dos cochos, 0,7 metros, totalizando assim 14,20 metros de largura.

Como os animais não deitam na pista de trato, cada lote terá saída para o respectivo piquete em que as vacas se encontram, aumentando assim o conforto e a sanidade dos animais, além de facilitar o manejo da mão-de- obra.

Visto a importância de se investir em uma pista de trato, devemos nos atentar que esta deve ser simples e funcional, para que a atividade leiteira seja competitiva e rentável.

5.20

5.00

5.00

5.00

4.75

19.88

Pista de trato

Local animais

Principais carrapaticidas utilizados na pecuária e

suas particularidades

Pista de trato das vacas Croqui da construção da pista de trato

(2)

Dica do Veterinário

PDPL

Programa de Desenvolvimento da Pecuária Leiteira

PCEPL

Programa de Capacitação de Especialistas em Pecuária Leiteira

Publicação editada sob a responsabilidade do Coordenador

do PDPL/PCEPL Adriano Provezano Gomes

Redação:

Christiano Nascif Zootecnista Marcus Vinícius C. Moreira

Médico Veterinário André Navarro Lobato

Médico Veterinário Thiago Camacho Rodrigues

Engenheiro Agrônomo Diagramação e coordenação gráfica:

Regiane Valéria Magalhães

Endereço do PDPL:

Ed. Arthur Bernardes Subsolo/Campus da UFV

Cep: 36570-900 Viçosa-MG Telefax: (31)3899-5250

E-mail: [email protected] Site: www.pdpl.ufv.br

Facebook:

PDPL Minas Gerais

Informativo da Produção de Leite

2

Priscila Fernandes

Estudante de Medicina Veterinária

Enterites: causas e prejuízos em bovinos jovens

Amanda Alcântara

Estudante de Medicina Veterinária

Principais carrapaticidas utilizados na pecuária e suas particularidades

PRINCÍPIO ATIVO

USO EM ANIMAIS

JOVENS

USO EM VACAS GESTANTES

CARÊNCIA NO LEITE

1 Cipermetrina Sem restrição

Não recomendado para vacas no

terço final da gestação

Verificar o produto.

Carência varia de zero à 3 dias

2 Fipronil Sem restrição Sem restrição

3 Fluazuron Sem restrição Sem restrição

4 Deltametrina Sem restrição

Não possui estudos que comprovem, portanto não são

recomendados

Carência zero

5 Ivermectina Sem restrição Sem restrição

Verificar o produto.

Carência varia de zero**à não recomendado para

vacas leiteiras

6 Abamectina

Não aplicar em animais com idade inferior a

16 semanas

7 Eprinomectina Sem restrição Sem restrição

Verificar o produto.

Carência varia de zero à 3 dias

8 Doramectina Sem restrição Sem restrição Não recomendado para vacas leiteiras

Não recomendado para vacas no

terço final da gestação

Não recomendado para vacas leiteiras Não recomendado para vacas leiteiras Não recomendado para vacas leiteiras Podemos observar que o mer-

cado possui várias opções de dife- rentes produtos que possuem a fina- lidade de combater os ectoparasitas.

Sendo assim, devemos estar atentos às restrições presentes para algumas bases farmacológicas, para que assim não tenhamos maiores prejuí- zos durante as aplicações. Além disso, também temos que considerar o custo dos produtos e das aplica- ções, tipo de manejo adotado na propriedade e emprego de mão-de- obra envolvidos, para que venha- mos a escolher a melhor alternativa para o uso de um carrapaticida.

Veja no quadro ao lado as prin- cipais particularidades dos princi- pais produtos utilizados*:

Observe os princípios ativos no quadro e confira com aquele que você usa em sua fazenda. Vale res- saltar que devemos sempre estar atentos à infestação de carrapatos na propriedade, visto que eles são fonte de transmissão de doenças como a tristeza parasitária bovina, causam perda de peso e também podem levar à queda na produção de leite.

No dia 27 de abril os estagiári- os do PDPL/PCEPL tiveram a opor- tunidade de assistir a palestra da empresa Ouro Fino com título Ente- rites: causas e prejuízos em bovinos jovens. Ministrada pelo Médico Veterinário Marcel Onizuka, Espe- cialista Técnico em Saúde Animal da Ouro Fino com foco nas linhas de produtos antiparasitários e vacinas para bovinos.

Sabemos que as enterites, tam- bém conhecidas por diarréias, são importante causa de prejuízos da pecuária leiteira. Além da debilida- de que causa nos bezerros, as diarre- ias causam lesões no tecido intesti- nal que prejudica a absorção de ali- mentos, alimentos esses que com- põem a maior parcela do custo da atividade. Há desperdício de ali- mento e retardo no crescimento das bezerras, traduzido em prejuízo financeiro ao produtor.

As enterites possuem 3 causas:

bacterianas, parasitárias e virais.

Dentro da causa parasitária os prin- cipais agentes são os protozoários.

As doenças causadas por protozoá-

rios são conhecidas como coccidio- ses, e o agente patogênico em bovi- nos é a Eimeria spp.

A coccidiose possui maior prevalência em bezerros de 3 a 5 meses, causa uma diarreia escura devido ao sangue e os estudos da doença mostram que em 95% dos casos ela é subclínica, portanto o produtor não vê o problema, mas da mesma forma a doença prejudica o crescimento da bezerra. A identifica-

ção da doença no rebanho deve ser realizada com exame de contagem de ovos por grama de fezes (OPG).

O tratamento recomendado é um produto à base de Toltrazuril, melhorando o desempenho animal.

A coccidiose, se presente, pode causar prejuízos mesmo sendo, na maioria dos casos, não visível, por- tanto o tratamento preventivo é importante para promover o cresci- mento dos bezerros.

* Alguns carrapaticidas podem ter uma ou mais bases farmacológicas associadas, devendo sempre estar atento ao rótulo do produto.

** Já existem no mercado produtos à base de ivermectina pour on que possuem carência zero para o leite.

Médico Veterinários Marcel Onizuka, Especialista Técnico em Saúde Animal da Ouro Fino

Thaís Soares da Silva

(3)

Visita do Tobias ao Produtor...

PDPL/PCEPL, desde 1988, aliando teoria à prática!

3

“Alô pessoal!” Eu sou o Tobias, faço parte da equipe do PDPL/PCEPL e este mês fui conhecer mais uma fazenda da nossa

região...

A atividade já está no “sangue”, passando de geração em geração. Na busca de aperfeiçoamento na área, se tornou Técnico

Agrícola no IFET - Rio Pomba em 2009.

Peguei uma carona com os estudantes, Letícia Oliveira e Gabriel Benhami, para visitar a Fazenda Boa Esperança, situada

na cidade de Ubá.

Família dedicada e que não mede esforços para a propriedade evoluir a cada dia, e junto a eles o

funcionário Evandro.

Esse é o Gilvan Gasparoni...

... proprietário da fazenda Boa Esperança; juntamente

com seus pais, Sr.

Marco e Sra.

Aparecida.

2009

Em 2015 o produtor tornou- se integrante do PDPL/PCEPL

em busca de melhores índices econômicos e gerenciamento de

sua propriedade

Consciente da importância de uma gené- tica de qualidade, adquiriu 20 novilhas (1\2 sangue HZ) FIV (Fertilização In Vitro), par- tindo de uma base sólida e consistente para a produção de leite, onde além disso associou-se

junto à Associação Brasileira dos Criadores de Girolando.

Uma das preocupações do produtor é com a alimentação

do rebanho.

(4)

4

Letícia Oliveira Estudante de Zootecnia

Gabriel Benhami Estudante de Agronomia O trabalho do produtor com a assistência técnica

e gerencial de qualidade oferecida pelo PDPL/PCEPL, contribui para a otimização da rotina da propriedade,

maior controle produtivo dos animais e melhoria considerável dos índices zootécnicos.

Um forte abraço.

Encerramos mais uma visita, mas, no mês que vem estaremos de volta com

mais uma fazenda de sucesso.

A propriedade é autossuficiente na pro- dução de volumosos! Onde conta com áreas de pasto, canavial e produção de

silagem de milho.

Além de contar com um investimento em máquinas e implementos agrícolas que viabilizam e otimizam o manejo de

suas lavouras, pastos e rebanho.

Mesmo com as diversidades climáticas que enfrentamos nos últimos anos últimos anos, o produtor obteve uma

produtividade de 63 toneladas de milho silagem por hectárie na última safrinha

Olha aí o Gilvan mostrando a safrinha

2016!

Plantio

out/15 Hibrido

P3862H Área

11,72 há Produtivi

dade

32,3 ton/há Custo Total

R$ 2762,8/há Custo Total por tonela de

Silagem

R$ 85,53 SAFRA 15/16

Plantio fev/16

Hibrido AS 1581 PRO

Área 9,42 há

Produtividade 63 ton/há Custo Total R$ 3875,30 / ha Custo por tonelada de silagem R$ 61,50

SAFRINHA

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5

Dobradinha milho-feijão, bom ou ruim?

Bruna Horta

Estudante de Agronomia

É comum entre produtores rurais da Zona da Mata o plantio de milho na safra e de feijão na 2ª safra. E entre os produtores do PDPL/PCEPL não é diferente. Após a safra de milho, que é plantada para produção de silagem para o rebanho leiteiro, muitos produtores optam por plantar a cultura do feijão, ao invés de plantar o milho safrinha.

Essa “dobradinha” de culturas na safra e safrinha apresenta algumas vantagens e desvantagens para o produtor. A mais atrativa das vantagens é financeira. O custo de formação de um hectare de feijão é menor que o custo para a cultura de milho. E o lucro que o feijão gera é uma fonte de renda extra para o produtor. Essa diferença entre os custos de produção atrai o produtor, pois além de mais caro, o plantio de milho na safrinha é arriscado devido às condições climáticas muitas vezes desfavoráveis a essa cultura. O feijão normalmente se adapta melhor ao clima mais seco da safrinha, gerando melhores produtividades, devido ser uma cultura de ciclo rápido.

Na Fazenda São Miguel, em Piranga, o produtor Cristiano Lana planta feijão na safrinha há muitos anos. Segundo ele, o cultivo de feijão é vantajo- so dependendo do valor de venda do produto no ano. Em 2015, na Fazenda São Miguel, o custo do plantio e colheita foi de aproximadamente R$

2200,00/ha. A produtividade média foi de 28 saca/ha e cada saca foi vendida a R$ 150,00. Isso gerou uma renda bruta de R$ 2000,00 por hectare para o produtor.

Além da vantagem financeira, o cultivo de feijão é importante para alternância de ciclos de cultura na área, o que desfavorece a incidência de insetos pragas e doenças nas plantas do milho. Também é vantajoso para o solo, pois mantém cobertura vegetal durante o desenvolvimento vegetativo do feijão, evitando crescimento de plantas daninhas na área. Apesar de o feijão ser uma planta leguminosa, que tem capacidade de fixação de nitrogê- nio atmosférico, a quantidade de nitrogênio fixada não é significativa (30-40 kg/ha/ano).

Mas o cultivo do feijão na safrinha também apresenta desvantagens.

Depois de colhido, o feijão normalmente não deixa cobertura vegetal morta permanente sobre o solo. Isso porque muitos produtores não “batem” o fei- jão no campo. Mesmo “batendo” o feijão no campo, fica pouca palhada sobre o solo e essa palhada tem degradação rápida, deixando o solo desco- berto em pouco tempo.

Outro problema da sucessão milho-feijão é o uso indiscriminado do herbicida seletivo a base de Fomesafem na cultura do feijão. Esse herbicida tem um período residual longo, deixando o resíduo no solo por até 150 dias Lucas Pousas

Maria Izabelle Brandão Estudante de Zootecnia

Estudante de Medicina Veterinária

após a aplicação. Muitas vezes, a safra de milho é novamente plantada quan- do ainda há resíduo do Herbicida no solo, o que causa problemas de fito- toxidez no milho. Há outras bases herbicidas seletivas que não causam esse problema de toxidez.

Portanto, para o produtor que consegue, na safra, produzir toda a sila- gem que precisa para o rebanho, o plantio de feijão na safrinha se apresenta como vantagem, principalmente financeira, salvando que se trata de outra atividade paralela a pecuária leiteira.

Rotação entre safras milho e feijão

O novo Código Florestal (lei 12.651), publicado em maio de 2012, após discussão no Congresso Nacional, no qual a lei revogou a anterior, de 1965, e trouxe benefícios e modernidades, como o Cadastro Ambiental Rural – CAR .

O CAR é um registro eletrônico, obrigatório para todos os imóveis rural, que tem por finalidade integrar as informações ambientais referentes a situação das Áreas de Preservação Permanente – APP, das áreas de Reserva Legal, das florestas e dos remanescentes de vegetação nativa, marcações de nascentes e curso d'águas das Áreas de Uso Restrito e das Áreas consolida- das da propriedade. O prazo inicial para o cadastro venceu no dia 5 de Maio

Fim do prazo do CAR

Géssika Oliveira e Lídia Maria Estudantes de Zootecnia Lucas Freitas

Estudante de Agronomia

de 2016, sendo que foi prorrogado para 31 de dezembro de 2017.

São diversos os problemas que o produtor que não fizer o CAR pode encontrar, entre eles:

Reconhecimento de uso consolidado até 22 de julho de 2008 nas áreas de Preservação Permanente (APP), exigindo-se recomposição parcial de algumas áreas

Dificuldade no acesso a programa de crédito

Dificuldade no acesso ao Programa de Regularização Ambiental – PRA

Impossibilidade de somar as APPs na reserva legal, mediante critéri- os.

Mais de 95% das propriedades assistidas pelo PDPL/PCEPL fizeram o CAR (Cadastro Ambiental Rural). Porém quem ainda não fez, deve fazer, porque não há penalidade para quem não fizer o CAR (embora exista para quem não tiver reserva legal averbada). Além de gerar problemas, a ausência do CAR impede que o produtor usufrua de benefícios conquistados pelo novo código florestal.

Brigou-se muito pelo Código Florestal, agora é hora de provar que o setor é responsável e sabe cumprir com o seu dever, usufruindo dos benefíci- os da lei e mostrando a sociedade que no campo a produção e preservação andam juntos.

(6)

Qualidade do Leite

Amanda Lopes Gentil

Estudante de Medicina Veterinária

Ord. Produtores Município Produção

1 Lúcio Flávio Dores do Turvo 46.815

2 Cristiano Lana Piranga 42.038

3 Sérgio Maciel Coimbra 26.723

4 José Maria de Barros Presidente Bernardes 23.886 5 Alvimar Sérgio Teixeiras

22.607 6

Antônio Carlos Reis Piranga 16.106

7

João Bosco Diogo Porto Firme

22.748

8 Roque Maciel Piranga 15.792

9 José Mauro do Carmo Viçosa 14.560

10 Antônio Moreira Presidente Bernardes 12.340 As 10 maiores produções do mês de Abril de 2016

6

Ord. Produtores Minicípio

1 Marcos Duarte Canaã 18,8

2

Alvimar sérgio Teixeiras 13,6

3

José Maria de Barros Presidente Bernardes 17,4 4

Cristiano Lana Piranga 13,4

5 João Bosco Diogo Porto Firme 15,5

6

Antônio Carlos Reis Piranga 12,6

7

Sérgio Maciel Coimbra 16,0

8 Rogério Barbosa Ponte Nova 13,1

9 Alaelson José Ubá 12,6

10

Antônio Moreira Presidente Bernardes 15,6

As 10 maiores produtividades do mês de Abril de 2016

Produtividade por vaca em lactação

23,1

14,4 19,2

15,9 18,6

16,5 22,0

18,2 14,4 16,9

Diagnóstico de mastite clínica

Parceiros:

A mastite é uma das mais frequentes infecções que acometem o gado leiteiro, levando a perdas econômicas pela diminuição na produção e na qualidade do leite, à elevação dos custos com mão-de-obra, medicamentos e serviços veterinários, além de descarte precoce de animais (COSER, et al., 2012).

De acordo com Dürr (2005), o teste da caneca de fundo preto que é realizado o diagnóstico da mastite clínica realiza-se coletando os primeiros jatos de leite de cada ordenha, avaliando se o leite possui grumos, pus, o úbere está inchado e avermelhado, o animal não se alimenta direito, está com febre e se a produção de leite reduziu, apresenta edemas, aumento de temperatura, endurecimento e dor na glândula mamária.

Embora seja uma doença de fácil diagnóstico, ainda observamos muita falha nesse item. Sendo que muitos ordenhadores só consideram mastite, quando há muito grumo e sendo eliminados em toda ordenha; um método fácil de eliminar as dúvida, nesse caso, é fazer o teste de CMT e observar a reação positiva. Outro ponto a ser observado, são as alterações na coloração do leite ou aspecto também devem ser considerados mastite.

De acordo com Brito (1998), existe uma ordem indicada para a ordenha que é a seguinte: animais que nunca tiveram mastite, vacas que tiveram mastite e foram curadas, animais com mastite subclínica e, por fim, os que têm mastite clínica.

Conclusão:

O correto disgnóstico da mastite é imprescindível para um bom controle e minimizar as perdas ao produtor, portanto vamos caprichar nesse teste, diariamente.

Teste da caneca de fundo preto Presença de grumos

Produtividade por vaca total

Referências

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