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PROPEDÊUTICA DO DIREITO AMBIENTAL PROFª. IVONEIDE ALENCAR

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Academic year: 2022

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PROPEDÊUTICA DO DIREITO AMBIENTAL

PROFª. IVONEIDE ALENCAR

(2)

CONCEITO DE DIREITO AMBIENTAL

O Direito Ambiental é o ramo da Ciência Jurídica que disciplina as atividades humanas efetiva ou potencialmente causadoras de impacto sobre o meio ambiente, com o intuito de defendê-lo, melhorá-lo e de preservá-lo para as gerações presentes e futuras.

(3)

Isso implica dizer que os

impactos ambientais que não

forem causados nem puderem ser

influenciados pelo ser humano

não farão parte do objeto desta

disciplina.

(4)

IMPORTANTE:

O objeto do Direito Ambiental são as atividades cujos impactos ambientais são causados ou influenciados pela atividade humana.

(5)

OBJETIVO DO DIREITO AMBIENTAL

O objetivo do Direito Ambiental é defender o meio ambiente e a qualidade de vida da coletividade.

Isso implica dizer que esse ramo da Ciência Jurídica não procura simplesmente regulamentar as relações humanas que se utilizam ou que possam se utilizar dos recursos naturais.

(6)

Posto que sua finalidade é promover a proteção e a melhoria da qualidade ambiental.

(7)

IMPORTANTE:

Ao defender o meio ambiente, o Direito Ambiental protege a qualidade de vida da coletividade.

(8)

DEFINIÇÃO DE MEIO AMBIENTE

Para o

Dicionário Aurélio da língua

portuguesa, ambiente é o “que cerca

ou envolve

os seres vivos ou as coisas, por todos os lados”. Por isso, alguns entendem que a expressão meio ambiente é redundante, podendo se referir à ambiente.

(9)

A definição legal do meio ambiente se encontra insculpida no artigo 3.º, I, da Lei 6.938/1981, que pontifica que o meio ambiente é “o conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas”.

(10)

O Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA nos trouxe um conceito de meio ambiente mais completo do que o posto na Lei 6.938/1981, englobando o patrimônio cultural e artificial, o definindo como o “conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química, biológica, social, cultural e urbanística, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas”.

(11)

ESPÉCIES DE MEIO AMBIENTE

 natural,

 cultural,

 artificial e

 do trabalho.

(12)

Considerações sobre a nomenclatura

"Direito Ambiental“

Outras designações têm sido apontadas para esse ramo da Ciência Jurídica que tem como objetivo a proteção do meio ambiente, a exemplo de Direito Ecológico, Direito da Ecologia, Direito do Ambiente, Direito do Meio Ambiente e Direito da Proteção da Natureza

(13)

A expressão Direito Ambiental foi adotada pela doutrina, pela jurisprudência e pela legislação, alcançando na atualidade praticamente o consenso entre os profissionais da área.

(14)

AUTONOMIA DO DIREITO AMBIENTAL

Esse caráter autônomo passou a existir a partir da edição da Lei nº 6.938/81, que delineou o objeto e o objetivo e estabeleceu as diretrizes, os instrumentos e os princípios do Direito Ambiental.

(15)

A Constituição Federal de 1988 consagrou definitivamente essa condição ao dedicar um capítulo inteiro ao meio ambiente e ao alçá-lo à condição de direito fundamental da pessoa humana, o que contribuiu para estabelecer um processo de permanente fortalecimento dos institutos desse ramo do conhecimento jurídico.

(16)

EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO DIREITO AMBIENTAL

A evolução histórica da legislação ambiental é dividida em três momentos distintos: fase individualista, fase fragmentária e fase holística.

(17)

Individualista Ausência de preocupação com o meio ambiente Do descobrimento até 1950

Fragmentária Controle de algumas atividades exploratórias de recursos naturais em razão de seu valor econômico De 1950 a 1980

Holística Compreensão do meio ambiente como um todo integrado e interdependente De 1981 até o presente

(18)

IMPORTANTE:

Apenas com a fase holística do Direito Ambiental, cujo marco de surgimento é a Lei nº 6.938/81, é que o meio ambiente passou a ser considerado como um bem jurídico autônomo.

(19)

FONTES DO DIREITO AMBIENTAL

As fontes do Direito Ambiental

são classificadas em formais e

materiais.

(20)

FONTES FORMAIS

Constituição Federal,

leis,

Jurisprudências,

tratados internacionais.

FONTES MATERIAIS

movimentos populares,

descobertas científicas,

doutrina jurídica nacional ou internacional.

(21)

REFERÊNCIA

MACHADO, Paulo Afonso Leme. Direito ambiental brasileiro. 24.ed. São Paulo:

Malheiros, 2016.

(22)

BOA TARDE!!!

Referências

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