Aventuras muito loucas
Jaqueline Bernardo
Livro 1
Para Isaque e Helena.
Para verem como sua mãe tem idéias loucas, mas ao mesmo tempo é muito criativa.
Para Paula, que não é apenas uma personagem desse livro.
Para todos que me aguemtam.
Jaqueline, Paula, Diogo e Eduardo são amigos inseparáveis, se divertem e estão sempre em busca de aventura, todos tem uma vida corrida na cidade e sempre que podem fazer acampamentos para se distrair e curtir a natureza. Mas numa noite que deveria ser tranquila algo assustador acontece. Portais, pessoas do futuro, ninguém ta entendendo nada. Cheio de suspense, diversão e piadinhas, Aventuras muito loucas, é um livro que agradará a poucos, mas tudo bem é impossivel agradar a todos.
Aventuras muito loucas - Livro 1 - Jaqueline Bernardo
Sinopse
1
Índice
Sinopse...1
Índice...2
Capítulo Um – O primeiro capítulo ...3
Capítulo Dois – Segundo capítulo ...4
Capítulo Três – O Acampamento ...5
Capítulo Quatro – O barulho ...6
Capítulo Cinco – A Luz ...6
Capítulo Seis – O amanhecer ...7
Capítulo Sete – E agora? Quem poderá nos defender? ...9
Capítulo Oito – Portões do tempo? Conta outra! ...10
Capítulo Nove – Portões do tempo? Conta outra! (2ª Tentativa)...11
Capítulo Dez – O penhasco e o portal ... 12
Capítulo Onze – Eu sou você? No futuro?...13
Capítulo Doze – Dá pra entender uma coisa dessas?... 14
Capítulo Treze – De volta ao presente ...15
Capitulo Quatorze – Temos de sair daqui!...16
Capitulo Quinze – Me chamo Montana!...17
Capítulo Dezesseis – O plano ...19
Capitulo Dezessete – Agora ou Nunca...21
Capitulo Dezoito – Eita sonho estranho ... 22
Capitulo Dezenove - O depois...24
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Era uma vez num reino muito, muito distante... não,não espera aí... deixe-me tentar de novo... Tudo começou numa noite fria e assustadora... não, ainda não deu certo... Era um dia como outro qualquer... Que coisa! Vou começar mais uma vez...
O dia amanheceu com um lindo sol amarelo, num lindo céu azul.... Eram lá pelas oito horas, quando a cidade resolveu despertar, Jaqueline mora num apartamento, com três cômodos, pequeno, porém espaçoso. Ela trabalha como fotógrafa para uma pequena empresa de flores, ela gosta do que faz. Desde que começou nesse ramo adquiriu algo com o qual sempre sonhava, Ryan – uma Chevrolet Blazer – preta simplesmente P-E-R-F-E-I-T-A, como ela mesma gosta de salientar.
Ela não tem muitos amigos, mas dá muito valor para aqueles que possue. Do outro lado da cidade, mora Diogo, o primo de Jaqueline, ele tem uma fazenda, que conquistou com muito esforço, fica todo contente quando fala dos animais e das plantações que evoluem de vento em popa! Ele mora na fazenda, mais gosta mesmo de se divertir na cidade. Ele também possui um meio de locomoção, que apelidou gentilmente de Peter. Peter é uma moto XT 660. Eles simplesmente se divertem muito...Ainda mais quando a “gangue” se reúne, ai sai de baixo.
A gangue é composta por Paula, uma garota divertidíssima, que a propósito é irmã de Jaque. Caio é o fiel escudeiro de Diogo, e para finalizar a gangue, o cargo de CDF é ocupado por Eduardo - apelidado gentilmente de Dudu - que irá fazer faculdade de Medicina e se especializar em neurocirurgia.
E eu quem sou? Bom eu sou apenas o narrador... eu também faço parte da história, eu narro e dou vida a tudo isso, sem eu aqui os personagens não saberiam viver, ops, desculpa me empolguei! Então tá que a história continue!
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Capítulo Um – O primeiro capítulo
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Então, era sexta-feira e todos estavam seguindo sua rotina de costume, Jaque estava a tirar fotos de arranjos para um casamento, Paula cuidava de uma Lan House, a única na cidade, Caio estava andando de skate como sempre, Dudu estava se preparando para o vestibular. Diogo cuidava de sua fazenda. O casamento iria acontecer ali mesmo na cidade, e pelo fato de o noivo ser parente de Jaque ela pensou em ser a fotógrafa do casamento. Eles aceitaram, pois ela sabia muito bem o que fazia.
O local começava a serem preparado, os arranjos de flores chegavam, um mais lindo que o outro. Jaque realmente achava que para ser um casamento perfeito, devia-se usar as flores corretas. Paula tinha aberto a Lan House recentemente, mais já era sucesso, afinal nem todos temos o privilégio de possuir um computador em casa. O preço de acesso era bem acessível, tirando o fato, de que é um máximo poder usar a internet e usufruir tudo de bom que ela nos oferece não é?
Caio era bem conhecido por ser bem mulherengo e por ser encrenqueiro, sua ficha era extensa, fora que o mesmo tinha a “sorte” de ter o pai como policial.
Ele simplesmente gostava de andar de skate, quando andava era como se o mundo fugisse de seus pés. Ele fazia manobras interessantes e já havia quebrado a perna três vezes. Quando ele quebrou a perna foi a pior coisa que havia acontecido a ele, afinal era a mesma coisa que ser um pássaro e não poder voar por estar sem as asas.
Eduardo. Esse ai gostava de ler livros de anatomia, veias, coração, aorta, pulmões, tudo era interessante para ele. Ele gostava mesmo de assistir as séries médicas, gostava de ver a maneira que eles agiam, o que eles usavam e como usavam. Simplesmente era um computador que absorvia as informações do livro, no fim ele se tornava o livro.
Diogo morava numa república com alguns amigos de faculdade, e quando terminou o curso, decidiu investir na fazenda e acabou se dando bem, a fazenda é muito grande para alguém sozinho, então ele convidou Caio e Eduardo para o ajudarem e morarem ali com ele. Nem pensaram duas vezes e se mudaram afinal as amizades predomina. A fazenda é bem localizada tem um lago que todos prezam e mantêm limpo. E o céu visto da fazenda? E-X-P-E-T-A-C-U-L-A-R.
Capítulo Dois – O segundo capítulo
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Após todos terem seguido sua rotina, realizado suas atividades e eu contar ter contado um pouco de suas vidas, eles seguem com o plano tão esperado. O Acampamento... Era costume de todos se reunirem e uma vez ao ano acampar nos campos da cidade, afinal não há nada melhor que amigos se divertindo no meio do mato!
- Então! Tá frio hoje! – resmunga Dudu, irritado por não ter podido trazer seus livros.
- Cara se manca! – diz Diogo – Ler num local desse? Se você quer ler, volta para casa.
- Então tá gente! – chama Paula – há três barracas, sendo assim, eu e minha maninha vamos ficar em uma. Vocês tiram na sorte pra ver quem fica em qual barraca.
- É garotos – Jaque interrompe – se o Dudu não tivesse tirado a sacola preta do carro cada um teria sua barraca.
Todos encaram Dudu, que disfarça:
- Gente o que é aquilo? – apontando para o mato.
- Dudu, não faz isso vai assustar as donzelas – diz Caio debochando.
- Cuidado – diz Paula olhando para Caio – acho bom você dormir com os olhos abertos.
Então a noite se seguiu e eles acenderam uma pequena fogueira e se aqueciam ao redor da mesma.
- Olha o que eu trouxe! – diz Diogo segurando um pacote de marshmellows Todos começam a rir
- Esse cara pensou em tudo! – fala Jaque
- Mais sério, eu não vou dormir com o Eduardo na mesma cabana – reclama Caio...
- Ah! Vai ser legal! Eu posso te contar uma história – ri Dudu – tipo aquela de quando eu tinha 5 anos..
- Para! – grita Caio – essa historia de novo não!!!
Todos pegam suas xícaras e tomam um café ao redor da fogueira!
Capítulo Três – O Acampamento
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Já passava das duas da madrugada, foi decidido que Paula e Jaque iriam dormir na mesma cabana, pois afinal eram as únicas garotas ali e também eram irmãs.
Caio dormiu numa cabana sozinho, deixando Diogo e Dudu na outra cabana.
Então de repente Caio acorda, e escuta um barulho, se levanta e fica na entrada da cabana, para ver se ouve novamente o barulho.
O barulho era desconhecido e estava cada vez mais perto, Caio decide acordar Diogo.
- Hei cara – fala sussurrando – tem algo estranho no mato!
- Cara deixa disso! – Diogo fala ainda dormindo
- Não é sério... – Caio fala e é interrompido por um grito
Todos despertam e saem da cabana. Paula e Jaque ficam próximas uma da outra Dudu e Diogo pegam as lanternas e começam a iluminar o mato, para ver se vêem algo. O barulho se aproxima ninguém consegue enxergar nada. Jaque pega a chave do Ryan e resolve ligar os faróis, ela ilumina uma clareira, e sai do carro, deixando o mesmo ligado.
De repente, quando todos estão no maior silêncio algo como que um vulto passa na frente das luzes das lanternas. Todos ficam assustados, sem saber o que fazer. As lanternas se apagam e a buzina do Ryan começa a ressoar no silêncio da mata. Jaque tenta desligar o motor mais não consegue. Todos tapam os ouvidos. De repente algo estranho acontece. Bu!
Capítulo Quatro – O barulho
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Capítulo Cinco – A Luz
Estão todos ali, esperando que algo aconteça, e é isso que acontece.
COMUNICADO IMPORTANTE: Eu sou apenas um simples narrador que narro histórias para viver a vida, não me culpem por nada que possa ocorrer!
Voltando, estão todos aflitos com o silêncio e com a escuridão que se segue.
- Pessoal? Tão ai? – pergunta Jaque - Tô aqui! – diz Caio
- Eu também!– fala Diogo
- Eu to aqui mana! – diz Paula segurando o braço de Jaque
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Mais Dudu não responde!
- Eu tô aqui – diz Dudu
- Poxa, você não entendem – diz o narrador - como narrador sigo ordens, eu disse que Dudu não respondeu!
- Foi mauzão ai! –diz Dudu para o narrador – gente finjam que eu não to aqui.
Então todos ficam preocupados ao perceberem que Dudu não estava ali. Então a escuridão é quebrada por uma forte luz, vinda d’entre as árvores. Todos ficam com suas visões ofuscadas. Eles não sabem o que fazer, se correm ou se ficam ali. Parecido com um espectro, Dudu aparece como a Fênix das cinzas!
MUAHAHAHAHA tô zuando, ele aparece normal.
Era Dudu e atrás deles havia, várias pessoas vestidas com trajes estranhos como que se fossem cientistas, o ar fica pesado... e os amigos ali começam a se sentir com sono e caem no chão como moscas mortas...hahahahaha
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Capítulo Seis – O amanhecer
Era uma manhã normal como outra qualquer! Tá gente, calma, eu conto o que aconteceu....Gente apressada! Todos estão dentro das cabanas. E como se nada tivesse acontecido, começam a acordar. Jaque e Paula preparam o café da manhã, depois acordam os rapazes. Dudu e Caio são o primeiro a acordar, Diogo com sempre foi o último. Então todos sentam numa roda.
- Meu que sonho – diz Diogo que toma um golão de café – tava escuro e o Dudu tinha sumido...
Todos olham atentamente para Diogo.
- O que eu fiz? – fala Diogo apreensivo
- Você também sonhou isso? – perguntam todos os outros juntos - Sim, mais o Dudu tinha desaparecido – responde Diogo.
Todos param por alguns minutos.
- Eu tinha desaparecido? – diz Dudu – no meu sonho vocês tinham sumido!
- Nós? – diz Paula – Você sumiu e apareceu com a sua equipe!
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- Equipe? Eu tava sozinho - diz Dudu se explicando – mais havia algo que achei estranho, tinha uma luz...
- É uma luz – Caio retruca – uma luz forte, parecia a de um portal!
- Gente devia ter algo nos marshmellows - ri Diogo – ou estamos todos doidos!
Eles ficam ali, pensativos.
Eles decidem esquecer e dar algumas voltas pelo local, guardam os pertences principais na Blazer. O clima estava agradável, com um sol gostoso saindo tímido d’entres as nuvens. O ar estava meio pesado, estranho para aquela época do ano.
Mais esquecer não era fácil, ainda mais se todos haviam tido o mesmo sonho. E todos se lembram muita bem daquela luz, forte, meio azulada. Loucos eles não estavam, e cá para nós, nem eu. Andando pelo campo, percebem que ali não estava do mesmo modo como haviam chegado. Estava diferente, mais parado.
Quando estavam próximos ao lago, escutam um barulho como se algo estivesse sendo demolido. Escondem-se, pois afinal não sabiam a origem de tal coisa.
Observam que há pessoas trabalhando num local como se fosse um campo de pesquisa. Estavam vestidos com trajes de proteção aqueles que vemos nos filmes americanos.
- Gente o que é isso – pergunta Diogo
- Sei lá, mais falemos baixo, alguém pode ouvir – fala Paula...
Então de repente alguém surge atrás deles, eles se viram e gritam. A única saída vista por eles é correr, e isso que eles fazem. Correm!!!
- Alerta de intrusos – diz o homem misterioso que chamaremos de J - tragam reforços imediatamente!
E os amigos correm, chegam no acampamento e entram desesperados na Blazer. Jaque dá a partida, e pisa no acelerador. Diogo pega Peter e sai na frente. Surge do meio do nada um carro gigante, tipo uma Hummer. Os amigos percebem que estão fugindo de pessoas perigosas e pior, avistam que a sua frente há um penhasco, Jaque tenta pisar no freio, e não consegue parar.
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- Gente abre a porta e pula!!! – diz aos amigos desesperados - Eu não vou pular! – diz os três amigo num coro
- Vocês que sabem, afinal vocês pulam agora ou pulam com o carro do penhasco – diz Jaque – tentando abrir a porta...
Nesse mesmo momento abrem a porta e se jogam pra fora. Avistam a moto de Diogo passando a direita da Blazer, também sem poder parar. Os três pulam. E algo assustador está próximo! A porta do motorista está travada e não abre.
Jaque observa Diogo, caindo do penhasco e o que se segue passa pela mente de Jaque como um filme em câmera lenta. Ela percebe que não poderá sair do carro e percebe que o penhasco também a espera. E os três que ficaram para trás observam quando Diogo e Jaque somem na grota.
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Capítulo Sete – E agora? Quem poderá nos defender?
Eduardo quando pulou da Blazer torceu o tornozelo
- Gente vocês podem fugir – diz Eduardo para Caio e Paula...
- Eu não vou te deixar aqui sozinho... – diz Paula - Muito menos eu! – diz Caio
Levantam Eduardo e se escondem atrás de uma árvore
- Gente, o que aconteceu com o Diogo e com a Jaque? – pergunta Paula ainda sem entender o que aconteceu.
- Não sei, mais pela queda, não estão bem! – diz Eduardo enquanto tenta mexer o pé.
- E estamos aqui sem qualquer defesa – diz Paula
- Hei – diz o narrador – dois amigos de vocês caíram do penhasco e você tão ai, sem derramar uma lágrima?
- Cala boca! – diz Caio ao narrador – por que não deixa a gente em paz e diz o que realmente aconteceu com eles!
- Gente estressadinha – diz o narrador – eu não posso dizer agora, só no próximo capitulo.
- Então continua a dizer o que vai acontecer com a gente – diz Eduardo – e espero que não tente se vingar da gente.
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- E por que eu iria me vingar? – o narrador sorri estranhamente – só faço meu trabalho.
Então os três ficam ali, sentados, quando de repente J surge com uma equipe, bem munidos de armas. Eles apontam as armas para os amigos, que simplesmente não fazem nenhum tipo de movimento.
- Quem são vocês? – pergunta J
- Eu me chamo Paula, esse é o Eduardo e aquele é o Caio – responde Paula apavorada...
- Quem mandou vocês aqui? – pergunta um amigo de J - Ninguém! – diz Caio
- Sim, claro, levantem-se! – diz J
Os três não vêem outra escolha a não ser obedecer, e visto que Eduardo está debilitado, Caio e Paula o ajudam. Eles seguem escoltados até uma base militar.
Eduardo é levado até a enfermaria. Paula e Caio são postos em salas separadas
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Então, só por que é novo capitulo não significa que eu vou contar agora o que aconteceu com os primos! Por que afinal todos querem saber para onde Paula e Caio foram levados. E querem saber se Eduardo tá com o tornozelo melhor!
Paula havia sido levada para uma sala escura e sombria. Havia ratos pelo chão, uma torneira pingava gotas que produziam um barulho horripilante.
- Meu cara, você está pegando pesado, não acha? – pergunta Paula para o narrador
- Eu não to não – diz o narrador - Eu também acho – diz J
- Você também concorda J?– pergunta Eduardo - Eu só faço meu trabalho – diz o narrador
- É mais você tá pegando pesado com a gente. Você fez a Jaque e o Diogo caírem de um penhasco, fez o Eduardo torcer o tornozelo e fez com que eu e a Paula fossemos capturados. Você é um psicopata! – diz Caio
- Olha só cansei tá bom, eu me demito meu advogado entrará em contato com vocês, tô OFF aqui – diz o narrador...
- E agora como fica? – pergunta J - Não sei – diz Paula
Capítulo Oito – Portões do tempo? Conta outra!
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PAUSA:
- Oi? Aqui é o presidente do sindicato dos narradores achei um substituto!
- Oi! Eu sou o substituto – diz o narrador substituto – eu vou pular pro próximo capitulo e aliviar a barra de vocês.
- Valeu - diz juntos Paula, Caio, Eduardo e J...
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Então Paula havia sido levada para um alojamento, e recebera assim como Caio comida e roupas limpas. Eduardo havia sido tratado e tirou muitas dúvidas que tinha com o médico, J ainda está do mesmo jeito. Os três são levados para uma sala e ali passam por um interrogatório.
- Então vocês dizem que não sabem de nada? – pergunta J
- Não, nós não sabemos de nada, e por que deveríamos saber? – pergunta Eduardo
- Bom não sei, – pensa J – os amigos de vocês Jaque e Diogo, sabiam de alguma coisa?
- Acho que não! – explica Paula – Sei lá, só eles devem saber se sabem de algo!
- Lógico! – diz J – É por que o assunto que eles devem saber é de questão muito importante.
J se aproxima de uma estante e pega um controle
- Meus jovens o que irei lhes mostrar é sério – fala J com voz pesada – é um vídeo que afeta todos vocês.
J liga um projetor de ultima geração e começa a passar um vídeo, no vídeo aparecem imagens de Diogo e Jaque numa espécie de base militar, sombria e deserta.
- O que significa isso? – pergunta Caio
- Significa que seus amigos estavam no lugar errado e na hora errada, assim como vocês – responde J...
- Como assim? – pergunta Paula - Narrador Substituto explique – Diz J
Capítulo Nove – Portões do tempo? Conta outra!
(2ª Tentativa)
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Era um dia comum para uma equipe de cientistas, eles estavam trabalhando na área de tecnologia da CTD – Central Tecnológica Douran. O projeto deles visava a melhoria nos transportes, acreditavam que era possível usar portões dimensionais para tal fim, mais algo deu errado, e como em qualquer livro, filme ou novela, um membro da equipe se revoltou e fez com que o portal do tempo uma vez aberto, ficasse aberto. O problema estava no fato de que as descobertas usadas para o mal poderiam ser trazidas do futuro para o presente, como, por exemplo, armas nucleares.
- Sim, mais o que nossos amigos tem haver com isso? – pergunta Caio
- Seus amigos? – Diz J – apenas eles agora podem impedir que isso aconteça, pois afinal o futuro deles está realmente em jogo.
- Futuro? – questiona Paula
- Sim – explica J – Vocês acham que a queda do penhasco os matou? Enganam- se o que aconteceu foi pior!
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Capítulo Dez – O penhasco e o portal
Então depois de explicado aos amigos o que realmente estava em jogo, veremos o que aconteceu com Diogo e Jaque. Vamos voltar no tempo e observar os últimos minutos que precederam as quedas do penhasco. Diogo havia fugido na sua moto, e havia também sido o primeiro a cair do penhasco, qualquer um que ler pensa que ele devia ter virado carne moída. Mais se enganam, o que aconteceu foi o seguinte.
- Narrador-substituto ladrão de trabalho! – diz o narrador para o narrador- substituto...
- Dá um tempo, você que vacilou! – diz o narrador-substituto para o narrador...
- Parem de brigar! – diz o representante do sindicato dos narradores – deixe-o terminar a historia, eu tenho que ir ao meu casamento e vocês ficam enrolando!
Então, Diogo, no momento da queda do penhasco acabou passando por um portal dimensional e foi parar no ano de 2015. Ele havia caído numa plantação de milho, a moto estava totalmente danificada, mais ele estava bem. Ele resolve ficar sentado por um tempo.
Vejamos agora o que aconteceu com Jaque, ela não estava conseguindo abrir a porta da Blazer, não viu como se livrar da terrível realidade. Sem conseguir abrir a porta, caiu do penhasco, logo atrás de Diogo.
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Ela havia também caído na fazenda, mais quando o carro parou no chão o Air- bag havia sido acionado, fazendo com que a pancada por ela sofrida fosse maior. Ela então desmaia.
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Capítulo Onze – Eu sou você? No futuro?
Diogo se levanta e resolve sair da plantação e vê algo estranho, Jaque está ali trabalhando na fazenda, ela estava cuidando de um cavalo doente. Ele se aproxima:
- Jaque? O que aconteceu?
- Esse cavalo comeu algo estranho, está muito doente – responde Jaque...
- Não foi isso que quis dizer, a gente caiu do penhasco! – fala Diogo - Penhasco? Você tá bem? - fala Jaque rindo
- Eu tô bem! Não se lembra, estávamos fugindo ai de repente caímos daquele penhasco, estava lá a Paula, o Eduardo e o Caio – fala Diogo pensativo...
- Impossível primo, os três ficaram no Brasil cuidando da fazenda lá – Jaque responde enquanto cuida do cavalo...
- O que você está fazendo com esse cavalo? – pergunta Diogo assustado - O meu trabalho, como veterinária! – responde Jaque
- Veterinária??? – Diogo se senta num banco
- É veterinária, tem algo errado com você? – pergunta Jaque assustada...
Diogo começa a se sentir mal e desmaia. Jaque havia caído com a Blazer um pouco mais distante da fazenda, ela desperta e vê Diogo parado em frente da Blazer. Ela sai do carro, meio atordoada. E cai no chão desmaiada. Lá na fazenda as peças desse quebra-cabeça se juntam. O que era um mal entendido agora era realmente um problema. Diogo, o que havia desmaiado e foi levado por Jaque para sala de estar da fazenda. Ela estava sentada numa cadeira olhando para Diogo, quando de repente Diogo entra na sala de estar com Jaque. É isso ai. Havia duas Jaques e dois Diogos.
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Capítulo Doze – Dá pra entender uma coisa dessas?
Diogo e Jaque, aqueles que não haviam desmaiado ficam parados sem saber o que realmente estava acontecendo, então acordam os dois que estavam desmaiados. Todos ficam ali olhando um para o outro sem entender o que está acontecendo.
- Quem são vocês? – pergunta Diogo
- Ora eu sou o Diogo e essa é a Jaqueline – diz Diogo
- Não, nós somos Diogo e Jaqueline – respondeu Jaqueline...
- Espera ai, para tudo! – diz o narrador...
- Hei, eu devo decidir quando interromper ou não a historia, você que foi demitido... – diz o narrador-substituto
- Então trate de explicar logo por que eu não to entendendo nada aqui – diz o narrador
- Olha só, você tem de parar de se meter tá bom? Não é você que disse seguir o manual? Eu tô seguindo o meu manual, e você não está nele! – diz o narrador substituto.
Então como o Narrador tá enchendo o saco vou explicar o ocorrido. Era o seguinte. Diogo e Jaque passaram por um portal, e acabaram caindo no ano de 2015, então logicamente que o outro Diogo e outra Jaque eram o futuro de Diogo e da Jaque, que passaram pelo portal, deu pra entender? Ou preciso desenhar?
Bom voltando, eles realmente estavam surpresos e assustados. Diogo do presente explica a historia para eles do futuro.
- Vocês são o nosso futuro? – pergunta Diogo para Diogo - É isso o que parece ser – diz Diogo para Diogo
- Mais como pode isso acontecer? Vejamos é surreal pensar que o presente pode se encontrar como o futuro não é? – fala Jaque
- É mais parece que aconteceu! – Diz os dois Diogos juntos
- E o que aconteceu com a Paula e com os rapazes? – pergunta Diogo do presente
Bom é isso que veremos agora.
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Capítulo Treze – De volta ao presente
J havia explicado aos amigos tudo o que poderia acontecer, e como não estávamos atentos à explicação dele, iremos espiar a conversa de Paula, Dudu e de Caio e descobrir o que J disse a eles.
- Minha gente, isso é estranho demais para se acreditar, imaginar que Diogo e Jaque estão se encontrando com eles no futuro – diz Paula, que é interrompida por Caio...
- É mais estranho ainda é saber que tem gente querendo impedir eles de salvarem seja lá o que tá em perigo – diz Caio
- É, uma coisa que J não mencionou é quem quer impedir eles de fecharem o portal. – diz o narrador
- Cara você não desiste não é! – diz Paula para o narrador
- Poxa gente eu conheço bem vocês, não se esqueçam eu que comecei essa historia, tô curioso pra saber como acaba... – diz o narrador
- Tá bom, pode ver o que vai acontecer mais para de dialogar com a gente – diz Eduardo ao narrador...
Paula decide perguntar para J quem é realmente esses que querem impedir o presente de salvar o futuro. Ela então vai até o laboratório com esperançada de receber respostas a suas perguntas. Chegando lá não vê ninguém, mais percebe que há algo realmente perturbador, percebe que as imagens passadas pelo telão mostram a exata hora em que os primos passam pelo portal, e percebe que alguém mais atravessou o portal atrás deles, e então percebe que Diogo e Jaque correm grande perigo...
Ela não pensa duas vezes e corre para contar o visto aos seus companheiros, ela para na porta do alojamento e percebe que seus amigos na estão sozinhos e então ela se esconde. E espera que os “estranhos” deixem seus amigos lá sozinhos, alguns minutos depois ela percebe que está tudo livre e entra no alojamento.
- Gente o que foi isso? – pergunta Paula
- Eles querem saber onde está Diogo e jaque, querem muito saber – responde Dudu...
- Acho que a coisa vai esquentar, eu vi no laboratório, quando eles passaram pelo portal, não passaram sozinhos, temos de fazer alguma coisa – resmunga Paula...
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Capitulo Quatorze – Temos que sair daqui!
Até que estava tudo bem na fazenda, Diogo e Diogo conversavam sobre a fazenda e sobre a cidade. Jaque contava a Jaque quando ela decidiu ser veterinária. Explicou como veio a trabalhar com Diogo. Estava tudo bem até demais. Eu disse que estava bem demais! Alguém ouviu isso!
- Desculpe Narrador-Substituto – diz Diogo – foi mal...
- Gente o que é aquela luz? – diz Diogo
- Obrigada! Por se tocar – diz o narrador-substituto a Diogo
A luz vinha da plantação, havia também um barulho ensurdecedor.
- Gente, temos de sair daqui o pior aconteceu! – diz Jaque...
Quando pensam em correr é tarde demais, pessoas aparecem na frente dos quatro que ficam ali esperando.
- Então, percebi que foi fácil de mais pegar todos vocês juntos – diz um outro homem misterioso...
- Olha só, narrador-substituto, eu tenho nome tá? Chame-me de Montana – diz o homem misterioso - Hello! Cara eu disse meu nome é Montana – diz Montana - Então vocês iam a algum lugar? – Montana pergunta em tom irônico, enquanto faz sinal para seus capangas prenderem os quatro...
Então os quatro são colocados num tipo de van do futuro
- Que carro legal – diz Diogo do presente – eu quero um desse pra mim - Mais você terá um! – ri Diogo do futuro
Enquanto os quatro amigos são levados para um lugar misterioso, Paula decide algo muito importante:
- Eu não vou ficar aqui enquanto o Diogo e a Jaque estão lá correndo perigo...
- O que você pretende fazer? – pergunta Caio - Eu...vou passar pelo portal – responde Paula - Você deve estar louca! – indaga Eduardo
- Louca? Não, eu vou ajudar meus amigos, você não acha certo isso? Afinal nosso quinteto não pode ter apenas três! – Paula responde enquanto solta os amigos.
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Aventuras muito loucas - Jaqueline Bernardo
Em 2015, os quatro amigos são levados para uma base militar do mau, e ali são presos em celas individuais.
- Então vocês se acham os sabichões agora? – diz Montana - Nós? Por que nos acharíamos os sabichões? – pergunta Diogo
- Ora pensam que eu não sei o objetivo pelo qual estão aqui? – responde Montana com cara de mau
- E qual seria nosso objetivo? – pergunta Jaque – deveríamos ter um?
Montana pede para que seus capangas isolem os quatro:
- Coloquem um Diogo e uma Jaque no isolamento e levem os outros dois para o interrogatório – ordena Montana
Capitulo Quinze – Me chamo Montana!
Paula está decidida a ajudar seus amigos. Quando decide deixar a cabana e passar pelo portal, J, a interrompe:
- Onde você pensa que vai?
- Eu vou ajudar meus amigos, o que você já devia estar fazendo – diz Paula com tom arrogante...
- Eu nunca deixaria você passar pelo portal, ainda mais se ele está para ser fechado – diz uma voz misteriosa que surge do nada...
- E você quem é? – pergunta Eduardo A voz levanta o rosto e se identifica:
- Me chamo Montana.... Isso mesmo Montana que brigou comigo antes, aquele que está com os amigos presos, estava ali decidido a impedir que Paula ou qualquer outra pessoa os ajudasse.
- Da onde esse cara veio? – pergunta Caio para o narrador-substituto
- Gente vocês podem adivinhar né! Ele estava em um dos capítulos anteriores, hello!!! Pensem, o outro narrador disse que alguém de um projeto tinha se revoltado!! Hello? – responde o narrador-substituto debochando de Caio...
- É isso ai narrador-substituto! – diz Montana – agora vocês sabem de onde eu vim e qual é meu objetivo – antes de sair do alojamento Montana salienta - seus amigos tem exatos, 50 minutos para voltarem para seu tempo.
- Cinqüenta minutos? – pergunta Paula assustada – e como você acha que eles conseguiram voltar?
- Olha minha linda – Montana debocha – eles não irão!
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Aventuras muito loucas - Jaqueline Bernardo
- Por que você quer destruir eles? – pergunta Eduardo
- Por que? Aqueles dois destruíram meus planos! – diz Montana irritado - Destruíram? Como? – pergunta Paula intrigada
- Ora, eu venho tentado atingir meu objetivo de criar um novo tipo de arma, com o portal tudo ficou mais fácil, só que o local exato que estaria minhas instalações, fica nas mediações da fazenda de Diogo, e digamos que de acordo com meu futuro, ele e aquela garota, descobriram meus planos e o destruíram, e por incrível que pareça eles estavam bem a par do que deviam de fazer.
-Como assim? – interrompe J
- Vejamos meu futuro tinha tudo planejado, o local, os materiais, o modo de produção das armas. Mais de algum jeito, a Jaque percebeu que havia algo errado, e armou um acampamento, esse que deu origem a tudo isso, ela e Diogo sabiam de tudo isso, e você pensa que fizeram isso sozinhos? Exatamente na noite que essas “coisas” estranhas ocorreram com vocês, o futuro deles, digamos começou a “agir”. Eles foram alertados e pediram a ajuda deles, eles ajudaram e
conseguiram acabar com tudo o que eu estava planejando há anos, minha sorte foi o Projeto CTD, o portal que podia ficar aberto, então eu fui pessoalmente falar comigo em 2015, e descobri exatamente a data que tudo isso se sucedeu, refiz meus planos e deixei nas mãos dele a vida ou a morte de seus amigos. E acredite, seus amigos sabem o suficiente até para passarem para meu lado.
-Mais se você sabia de tudo, dos planos, não era para Diogo e Jaque estarem mortos agora? – pergunta Paula
- Sim era, mais como o futuro é incerto, eles devem morrem hoje, o presente e o futuro, morreram juntos – diz Montana – e eu já os vi morrerem varias vezes...
- Como eles morrem? – pergunta Caio
- Digamos que houve, ou haverá uma pequena explosão no local em que eles estão presos – ri Montana - será uma tragédia...
Os amigos ficam desesperados ao pensarem que os amigos poderão morrer.
Percebem que precisam fazer algo, esperam Montana se retirar do alojamento e preparam um plano. Decidem fazer o seguinte:
- Então nós chamamos um capanga, fazemos ele desmaiar, pegamos as roupas dele, um de nos se disfarça e corre para o portal – resolve Eduardo...
- Sim, e quem de nós será o “capanga”? – pergunta Caio
- Bom Caio de acordo com o histórico você se dá bem com a velocidade então você ira – responde Paula
- Eu???? – diz Caio
- Eu iria mais preciso mexer em uns controles e atrasar o fechamento do portal - responde Paula
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- E eu preciso ficar aqui caso o capanga acorde – explica Eduardo
Lá no ano de 2015, tudo o que Montana havia dito começa a ocorrer. Os quatro foram separados em salas diferentes. Com o objetivo de impedir qualquer plano de fuga.
Capítulo Dezesseis – O plano
Paula começa a gritar desesperadamente dentro do alojamento, um capanga entra para ver o que esta acontecendo, Eduardo o atinge com um pedaço de cano fazendo-o desmaiar. Eduardo vigia a porta enquanto Caio veste a roupa do capanga. Eles o amarram.
- Gente eu vou passar pelo portal, tomem cuidado – diz Caio aos amigos...
- Cuidado Caio, não se esqueça você terá pouco tempo pra trazer o Diogo e a Jaque de volta – diz Paula...
Caio parte então com o maior cuidado em direção ao portal, quando se aproxima do mesmo, Montana o para:
- Onde você pensa que você vai soldado?
- Senhor, percebi uma movimentação próxima o ao terreno do portal...
- Você deixou os delinquentes sozinhos? – indaga Montana
- Não senhor, meu companheiro ficou cuidando deles – responde olhando pro chão...
- Você poderia falar olhando para mim? – pergunta Montana irritado - Não senhor!
- Por que não, soldado? – pergunta Montana já sem paciência Caio levanta o rosto
- Você? – Montana diz enquanto saca sua Glock 9mm
Nesse momento Paula chega por trás de Montana e acerta o crânio dele com uma pedra
- Oi, eu tava com tédio no alojamento decidi ir ajudar! – responde Paula - Eu não fico lá sozinho – diz Eduardo
- Gente então vamos – responde Paula que se joga no portal seguida de seus amigos.
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Enquanto nossos bravos jovens vão em busca da salvação de seus amigos, o pessoal do futuro está indo de mal a pior. Montana do futuro decide libertar os amigos. Eles saem das celas, mais acham muito estranho, do meio do nada, um cara altos mauzão, libertar pessoas que podiam destruir os planos dele. Eles sobem para a superfície, uma vez que eles estavam numa base subterrânea.
- Meu plano está indo como eu planejei – ri Montana – eles pensam que estão livres, mais não sabem que eu apenas apresei a morte deles.
- Como assim? – pergunta o capanga
- Eles irão para a fazenda antes de me denunciar, e eu apenas coloquei alguns explosivinhos pela fazenda, será um show de fogos – responde Montana...
Então, nossos amigos caminham para a morte. Paula, Caio e Eduardo chegam a 2015. Eles caem próximos a fazenda. Paula adverte:
- Gente temos menos de 20 minutos para encontrar eles e voltar para casa!
Nesse exato momento, avistam uma van no horizonte eram os Diogos e as Jaques. Quando os mesmos deixam a van, os três amigos acham altos estranhos ter amigos gêmeos.
- Gente o que vocês fazem aqui? – pergunta Jaque
- Viemos ajudar vocês, precisamos ir embora – responde Paula...
- Eu preciso pegar algo que eu esqueci na fazenda – diz Diogo enquanto anda em direção da porta da frente da fazenda.
- Não temos tempo mano – diz Eduardo
- Mais é importante – diz Diogo segurando a maçaneta da porta - Não faça isso a casa vai explodir – diz o narrador
- Tu de novo – diz Paula irritada com o narrador
- Eu ouvi quando Montana subornava o narrador-substituto – diz o narrador - Como assim? – pergunta Jaque
- Olha só quando vocês estavam presos, Montana havia confessado o que iria fazer com vocês, eu percebi que o narrador-substituto estava envolvido, pois afinal, ele podia ter feito um de vocês ouvirem a conversa! – responde o narrador
Paula olha no relógio e aflita comenta:
- Gente, temos 5 minutos, é agora ou nunca...
- É mesmo gente eu não quero encontrar o meu futuro aqui, quero esperar ele vir naturalmente – diz Caio...
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O portal se abre próximo à plantação, mais algo está decidido a impedir o grupo a voltar para seu tempo.... Montana
Capitulo Dezessete – Agora ou Nunca
- Pensaram que iriam sair assim fácil? Meu objetivo é destruir todos vocês, especialmente o Diogo e a Jaque - diz Montana apontando uma arma para eles...
- Você acha que realmente irá destruir a gente? – fala Diogo - Sim acho
- Mas como você mesmo deu a entender se você matar o presente automaticamente o futuro morre não é?
- Mas se você matar o futuro antes do presente – interrompe Jaque – você dará uma segunda chance para o presente, pois ele só morreria quando esse dia chegar não é?
- Sim – responde Montana confuso...
- Então, isso significa que se você atirar em um de nós o tiro deve ser certeiro, pois uma vez que puxar esse gatilho os outros três correram diminuindo a chance de seus objetivos serem, mas uma vez, alcançados não é? – Diogo responde
- Não estou entendendo onde vocês querem chegar – responde Montana - Olha só que está aqui – diz J que aparece do nada segurando o Montana do presente
- Como você deixou-se capturar, seu burro – diz Montana a Montana...
- Eu burro? Você que começou com o lance de subornar o narrador, e olha ai no que deu, todos já sabem os seus planos, eu cansei! – reclama Montana a Montana
- Gente temos três minuto antes que o portal se feche – apressa Paula - Vão crianças me deixem aqui - responde J
- Você vai ficar aqui? – questiona Eduardo
- Eu tenho o meu motivo, vão agora, quando o portal se fechar essa dimensão será atualizada e o que aconteceu aqui não se repetirá...
Nesse momento o céu fica escuro e o portal diminui, Paula é a primeira a passar, Eduardo e Caio vão atrás dela.
- Vão, vocês devem ir – responde a Jaque do futuro – nós ficaremos bem, agora tudo ocorrerá como deve...
- Foi muito bom conhecer eu mesmo – diz Diogo do presente
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- Vocês têm um minuto antes que o portal se feche – grita J – vão...
Diogo e Jaque correm para o portal. Olham para trás e de repente a fazenda explode, pensam que isso foi o fim deles, mais observam no horizonte uma van, estavam salvos, percebem que J e Montana não estavam ali. Diogo atravessa o portal, quando Jaque pensa em atravessar algo segura a perna dela.
- Diogo socorro! – grita desesperadamente - Me de sua mão – fala Diogo
- Eu não morro tão fácil – ri Montana
Jaque se lembra que tem um canivete no bolso que consegue alcançar. Mais o portal está cada vez mais fechado.
- Me solta – grita ela - Nunca - diz Montana
- Diogo largue minha mão - grita Jaque - Você deve estar louca - diz Diogo
Diogo solta a mão de Jaque que cai no chão.
- Você vai me soltar por bem ou por mal!
- Você é que pensa – Montana diz enquanto impede Jaque de se levantar
- Você é que sabe! – Jaque pega o canivete e enfia na mão de Montana que a larga
Faltavam exatos 5 segundos para o portal se fechar completamente, ela se levanta e como sempre acontece, assim que ela passa pelo portal, todo o futuro fica apenas sendo como o futuro. O portal se fecha.
Capitulo Dezoito – Eita sonho estranho
Eles acordam de manhã no acampamento, todos estão exaustos.
-Gente??? – pergunta Diogo – vocês tiveram algum sonho estranho?
- Acho que todos tivemos – responde Paula Nesse momento Jaque aparece com uma carta
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- O que é isso? – pergunta Caio
- É uma carta do J – diz Jaque enquanto se senta próxima aos amigos – eu vou ler
...25 de Março de 2016, se vocês estão lendo essa carta é por que vocês sobreviveram. Não se assustem, a data que eu escrevi essa carta é essa mesma. Eu disse que tinha um motivo para ter ficado no futuro, o meu motivo é o seguinte, aquele dia da primeira vez que nós nos encontramos, e que vocês gritaram, eu estava meio aflito, pois há pouco tempo tinha descoberto um câncer em estado terminal, eu tinha apenas mais seis meses de vida.
Agora percebem, que meu futuro não foi afetado com a minha decisão, pois afinal eu nem existo nesse tempo, já faz um ano desde que tudo aconteceu, fico feliz por ter conhecido todos vocês, e posso dizer, não eu até poderia dizer o destino que vocês tomaram nas suas vidas, mais ai estragaria o prazer de viver a vida, posso dizer que vocês estão bem... Os Montanas foram presos e condenados. A base de Montana agora serve como deposito de ogivas nucleares e será selado de uma vez por todo mês que vem, graças a alguém que enfiou uma faca na mão dele.
A base militar que havia no acampamento nunca existiu, pois tudo ocorreu como devia, a fazenda explodiu, mais isso não é nada em comparação a que vocês terão.
Se a fazenda não tivesse explodido eu não estaria aqui hoje. Mais isso fica pra próxima aventura.
Eu tenho que ir é hora de passear no parque e aproveitar a segunda chance dada a mim.
P.S: Se vocês perceberem algum indicio do portal informem ao chefe da CTD, o endereço está anexado nessa carta.
Abraços eternos do Tenente Justin J Brooke
Então os amigos recolheram o acampamento e foram para casa.
- Gente esse foi um acampamento que nunca será esquecido – fala Diogo com um enorme sorriso na cara ao ver Peter e Ryan ali intactos
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Capitulo Dezenove - O depois
Passou-se cerca de um mês desde o ocorrido com os jovens naquele acampamento. O narrador-substituto foi demitido e passa por investigação.
Eduardo conseguiu passar no vestibular e conseguiu uma vaga na melhor faculdade do país.
Paula teve de fazer mudanças na Lan House, agora que Eduardo resolveu ser seu sócio, as coisas só melhoram para eles, pensam até em abrir uma outra Lan mais para o centro da cidade. Caio tá namorando e aprontando muito, ele quebrou o braço. O pai dele deu um sermão nele, ninguém sabe o que foi dito para Caio, mais surtiu efeito, ele tá bem comportado.
Diogo conseguiu um sócio para sua fazenda, e acaba de aumentar alguns hectares de sua propriedade, além de conseguir que metade das fazendas da cidade aderissem ao programa de redução de desperdício de água. Jaque está contente, pois conseguiu abrir um estúdio fotográfico e irá fazer sua primeira viagem ao exterior. Ela também pensa em futuramente fazer a Faculdade de Veterinária.
O presidente do sindicato dos narradores se casou e está de lua de mel na China. Eu tô bem, continuo narrando historias e fui contratado por um grande estúdio de filmagens. A gangue pretende fazer um passeio de barco mês que vem.... Vamos ver no que isso vai dar!
Hei o que é aquela luz?
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Copyright © 2020 de Jaqueline Bernardo
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Primeira edição, 2007 - Atualizada e editada em 2020 Blumenau, Santa Catarina
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