• Nenhum resultado encontrado

Rev. Bras. Ginecol. Obstet. vol.28 número7

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2018

Share "Rev. Bras. Ginecol. Obstet. vol.28 número7"

Copied!
1
0
0

Texto

(1)

431

Efeito da gravidez na adolescência sobre os resultados perinatais em maternidades de nível

terciário no ano de 2003 no estado do Ceará – Brasil

Effect of pregnancy in adolescence on perinatal results in tertiary level maternities in 2003 in the state of

Ceará – Brazil

Autora: Silvia de Melo Cunha

Orientadora: Profa. Dra. Zenilda Vieira Bruno

Dissertação apresentada ao Departamento de Saúde Materno-Infantil (Mestrado em Tocoginecologia) Universidade Federal do Ceará, em 15 de dezembro de 2006.

Objetivos: avaliar de forma comparativa peso ao

nas-cimento, idade gestacional e internamento de recém-nascido (RN) em unidade de terapia intensiva (UTI), em três grupos de mães, divididos em adolescentes precoce (11-15 anos), tardia (16-19 anos) e não adolescentes (>19 anos). Métodos: estudo observacional, descritivo,

transversal, que estuda a relação da idade materna com idade gestacional e peso ao nascer de RN internados na UTI. Aplicados os testes qui-quadrado de Pearson, rela-ção linear, exato de Fisher e calculado adds ratio (OR).

Resultados: embora exista indicativo de relação linear,

p=0,097 (<0,100), onde à medida que aumenta a idade da mãe, diminui a incidência de RN em UTI, não se obteve estatisticamente, associação entre idade materna e in-ternamento em UTI. Existe, porém, associação estatística

entre idade gestacional e idade materna e entre a primeira e peso do RN ao nascer (p<0,001). Observou-se maior percentual de prematuridade, baixo peso e muito baixo peso ao nascer nos RN de adolescentes precoces, quando comparado com adolescentes tardias e não adolescentes.

Conclusões:não foi encontrada associação signiicativa

entre a idade materna e o internamento do RN em UTI. Existe diferença estatisticamente signiicante entre ado-lescentes e não adoado-lescentes, quanto ao percentual de prematuridade, baixo peso e muito baixo peso ao nascer, mas não foi encontrada signiicância estatística, quando comparadas adolescentes precoces e tardias.

PALAVRAS-CHAVE: Gravidez na adolescência;

Prema-turidade; Baixo peso ao nascer

Resumo de Tese

Rev Bras Ginecol Obstet. 2006; 28(7): 431

Misoprostol sublingual versus vaginal para indução do parto

Sublingual versus vaginal misoprostol for induction of labor

Autor – Francisco Edson de Lucena Feitosa Orientador - Prof.Dr. Renato Passini Júnior

Tese de Doutorado apresentada ao Curso de Pós-Graduação em Tocoginecologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas, em 12 de dezembro de 2005.

Objetivo: comparar a eicácia e segurança da utilização do

misoprostol sublingual versus vaginal na indução do parto a termo. Métodos: realizou-se um ensaio clínico controlado, randomizado e duplo-cego, no período de 1º. de junho de 2004 a 30 de março de 2005. Para atingir diferença mínima entre os grupos de 20%, erro alfa de 5% e um poder (1 - ß) de 80%, foram randomizadas 150 gestantes, das quais 75 receberam 25mcg de misoprostol sublingual e placebo vaginal a cada 6 horas e 75 receberam 25mcg de misoprostol vaginal e placebo sublingual a cada 6 horas. O desfecho primário avaliado foi freqüência de parto vaginal. A análise estatística utilizou o teste qui-quadrado de associação, teste exato de Fisher e de Mann-Whitney, calculando-se a razão de risco com intervalo de coniança de 95%. Utilizou-se nível de signiicância de 5%. Resultados: os grupos do misoprostol sublingual e vagi-nal foram similares e comparáveis. A proporção de partos

vaginais foi de 57,3% no grupo sublingual e 69,3% no grupo vaginal (RR = 1,2; IC9 5% = 0,8-1,8). A média de intervalo de tempo entre a indução e o parto foi de 18h e 48minutos no grupo sublingual (SL) e 18h e 15 minutos no grupo vaginal (V). Não houve diferença signiicante na freqüência de partos vaginais após uma única dose de misoprostol, no número de gestantes que necessitaram de quatro doses de misoprostol, na freqüência de falha de indução, na necessidade de utilização de ocitocinan, na freqüência de taquissistolia, na presença de mecônio intraparto e nos resultados neonatais.

Conclusão: o misoprostol sublingual (25mcg a cada 6

horas) foi tão eicaz e seguro quanto à mesma dose do misoprostol vaginal para indução do parto.

PALAVRAS-CHAVE: Misoprostol; Trabalho de parto;

Trabalho de parto induzido; prostaglandinas

Referências

Documentos relacionados

The importance of considering user context when building digital systems interfaces has been pointed out since early Human-Computer Interaction studies; however, there

Numa outra dimensão de análise, o multiculturalismo encontra as suas raízes na filosofia política, mais concretamente, no debate entre comunitaristas e liberais/individualistas da

Análise dos resultados de um estudo transversal de base populacional realizado com crianças do semiárido do Brasil, em 2007, destaca que variáveis biológicas

1.3.2 Objetivos específicos a desenvolver um data warehouse para dar suporte a aplicação das técnicas de data mining, possibilitando também obter informações para tomada de

[r]

As variáveis gemelaridade, idade da gestante, mostrando proteção para os recém-nascidos de gestantes com ida- de ≥18 anos e &lt;35 anos, e parto cesárea estiveram as - sociadas

Em cada época de avaliação, letras iguais nas colunas indicam que as médias não diferem estatisticamente, a 5% de probabilidade, pelo teste de Tukey.... Comprimento dacm folha D

Por outro lado, a maior concentração das mulheres nas categorias menos valorizadas, em- pregados sem carteira de trabalho assinada (23,3%), não remunerados (2,5%) e trabalhadores