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Classificação, solos e formas de relevo brasileiro

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Academic year: 2021

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Classificação, solos e formas de relevo brasileiro

Teoria

O solo possui importância fundamental por nos prover alimento e está relacionado a diversos processos como o crescimento de toda a vegetação. Ele é um corpo dinâmico que se altera junto com a evolução da terra.

Os solos são formados a partir de um processo chamado pedogênese, pela da transformação de alguma rocha de origem, o que condiciona sua qualidade mineralógica. O solo é produto da transformação das rochas, a partir do intemperismo. As áreas mais úmidas, nas quais predomina o intemperismo químico pela ação da água, aceleram esse processo e costumam ter solos mais profundos. Cada nível ou camada do solo que vai se formando damos o nome de horizontes. Todo solo veio de uma rocha que sofreu intemperismo sobretudo

químico. Rochas são aglomerados minerais, logo, os solos também carregam características da rocha nas quais foram formados.

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A primeira camada chamamos de horizonte O, de orgânico, a camada mais superficial composta por material orgânico da superfície. A matéria orgânica, os restos de materiais que vem da superfície podem enriquecer o solo. Ao mesmo tempo é a camada mais exposta, que sofre mais com a erosão e com os fatores externos. Assim como o horizonte A, que ainda tem muita matéria orgânica decomposta ou em decomposição, também sofre com as atividades agrícolas. Já o horizonte B, permite analisar o solo por não ter tanta influência externa diretamente e tende a ser um solo mais puro com poucos ou nenhum fragmento da rocha mãe. Ele revela a transformação inicial. O horizonte C ocasionalmente pode ser chamado de saprólito e está mais próximo da rocha mãe, sendo um intermediário entre a rocha de origem e o material de fato intemperizado.

O Brasil possui muitos solos por ser um país com predominância de clima úmido, fator que acelera o intemperismo químico e a transformação das rochas. A formação dos solos passa, portanto, por diversos fatores. Além do clima, podemos citar o relevo, pois quanto mais plano, mais fácil o intemperismo ocorrer, sendo relevos muito íngremes mais difíceis de serem intemperizados. O material de origem também é muito importante, uma vez que as rochas têm diversas composições mineralógicas, associadas a sua origem de formação. Depois de intemperizadas, o solo carregara parte dessa composição, o que determina o seu nível de acidez, de fertilidade, a quantidade de ferro e demais características. Sobre a cor dos solos, os solos mais avermelhados tendem a possuir maior concentração de ferro, enquanto solos mais escuros possuem mais matéria orgânica.

O solo pode ser entendido enquanto sedimentos de rocha + material orgânico. Existem alguns fatores que

determinam a formação dos solos ao longo do tempo. O material da rocha matriz, a exposição a eventos

climáticos, o relevo e sua inclinação e os organismos vivos (portanto matéria orgânica) são alguns fatores que vão determinar a formação dos solos ao longo do tempo cronológico. Quanto mais intemperizados, mais

profundos serão os horizontes de solo, por isso regiões de clima equatorial úmido tem solos naturalmente mais profundos.

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Granulometria

Outra característica importante é a classificando quanto ao tamanho dos grãos. Os solos arenosos, de silte ou de argila possuem diferentes tamanhos dos grãos, que influenciam também no nível de infiltração da água, de acordo com a agregação dessas partículas. Os solos arenosos têm grãos um pouco maiores, solos de silte grãos intermediários e os solos argilosos tem grãos muito pequenos e são mais agregados. Ainda sobre a granulometria, quanto mais fina a partícula de solo, mais argiloso ele será, e quanto maior os grãos do solo, mais arenoso ele será, facilitando também a infiltração. Solos argilosos podem permitir a infiltração da água em subsuperfície sem que ela consiga retornar para atmosfera por exemplo, em função de sua baixa porosidade. Solos arenosos possuem rápida infiltração, possibilitando também que a água se comunique, esteja conectada entre os poros na subsuperfície.

Alguns exemplos de solos brasileiros

Latossolo; solo bastante profundo, desenvolvido, demonstra que é um solo mais antigo.

Solos aluviais; estão relacionados à beira de rios, na área onde o rio ocupa apenas em épocas de cheia,

acumulando material orgânico e nutrientes, sendo úmido e fértil.

Massapê (Vertissolo); tem características de solo aluvial, também é importante para agricultura, se

encontra em vales e em beiras de rio e se associa a produção de alimentos no Nordeste, sobretudo no litoral e zona da mata, e foi importante na economia da cana. Se origina da gnaisse, a rocha metamórfica do granito. É um solo argiloso.

Terra roxa (Nitossolo): é fruto de derrames basálticos do mesozoico. Solo bastante fértil. Encontrado na

Bacia do Paraná (abrange também oeste de São Paulo). Foi muito usado na época da exportação de café, hoje trabalha em grande parte para Cana de Açúcar. A economia cafeeira contou bastante com esse tipo de solo, onde era possível plantar até mesmo em regiões íngremes pela sua capacidade de sustentação.

Terra preta de Índio; solos antrópicos e muito ricos, são testemunhos culturais de ocupações antigas de

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Mais alguns solos importantes

Chernossolo; encontrados no leste europeu, se associa a formação das Florestas de taiga e coníferas.

Típico de clima frio proporciona acúmulo de matéria orgânica que se decompõem lentamente. Existe baixa ocorrência no Sul e no Nordeste do Brasil e em pequenas áreas no Centro-Oeste, totalizando aproximadamente 0,5% do território nacional.

Loess; Comum na China, nos arredores do Rio Amarelo (Huang-Ho), que nasce em região desértica, e no

seu curso aglomera enxofre. Na cheia transborda e deposita enxofre deixando as várzeas muito férteis.

Confira os perfis de solo no site da Embrapa!

Usos do Solo

Quando falamos de uso do solo estamos nos referindo ao tipo de atividade exercida sobre o solo, ou seja, qual está sendo a atividade presente naquela determinada região. A geografia frequentemente categoriza as

ocupações e usos do solo de acordo com as atividades estabelecidas e distribuídas no território brasileiro.

Alguns critérios do uso do solo são; área urbana, pastagens, florestas e locais de mineração.

Para elaboração de mapas, a regionalização frequentemente é feita obedecendo esses e outros critérios. Por exemplo, uma cidade pode ser categorizada quanto aos tipos de uso do solo, ou seja, as atividades exercidas em cada localidade. Para entender o uso do solo no meio urbano poderíamos associar algumas categorias como; Comércio, moradia, plantio, unidades de conservação, parques públicos...

Em suma, o uso do solo refere a como aquele solo está sendo utilizado. Seja impermeabilizado para construção urbana, seja nas mais diversas plantações, as categorias de uso do solo ajudam a entender a distribuição dos fenômenos do espaço geográfico.

Infelizmente, como vimos em outras aulas, existem diversos impactos ambientais associados ao uso dos solos. A perda de solos tem sido um problema grave no mundo.

Impactos ambientais nos solos

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Relevo brasileiro – classificações e formas

Existem algumas formas de classificar o relevo. Existem três tipos de classificação principais. A primeira fala sobre a estrutura geológica de origem, e classifica os relevos em “Dobramentos modernos / Escudos

cristalinos (ou Maciços antigos) / Bacias sedimentares”. Há ainda a classificação que considera os processos externos atuantes, relacionados a morfologia, ao formato resultante das estruturas de relevo,

classificando em “Planaltos / Planícies / Depressões”. E por fim, existe uma infinidade de termos que se referem a geomorfologia dos relevos, aos seus formatos, que vão ter nomes como serras, chapadas, montes,

morros, inselbergs, cuestas, montanhas.... Logo, é possível afirmar que uma Serra, é um maciço antigo e um planalto. A estrutura geológica, portanto, assume determinada forma do relevo. Outro exemplo, as bacias

sedimentares (estrutura) podem ser uma planície (forma do relevo), como é o caso da Planície do Pantanal. Vamos entender melhor o que são esses nomes.

Estrutura do Relevo, classificação geológica

No caso brasileiro só existem duas estruturas geológicas que compõem o território, os maciços antigos,

representando 36%, e as bacias sedimentares, com 64%.

As estruturas do relevo também chamadas de províncias geológicas, são importantes para se compreender a composição de um relevo de uma determinada localidade, mesmo que se refira à uma área que pouco se conheça o relevo. São três as estruturas geológicas conhecidas: os dobramentos modernos, os maciços antigos e as bacias sedimentares.

Dobramentos Modernos

Os dobramentos modernos são formados a partir do choque entre placas tectônicas (movimento convergente de placas) em que uma das placas desce e a outra soergue (dobra). Essa estrutura é chamada de moderna pois, na escala geológica, teve origem em um período recente, o Cenozoico. A consequência disto é a formação de grandes cordilheiras, um relevo pontiagudo, alto e pouco erodido e, devido à altitude e ao gradiente de inclinação elevado, as áreas de dobramentos modernos tendem a possuir alto potencial hidrológico. Cabe destacar ainda que são áreas propensas à ocorrência de terremotos e atividade vulcânica. Podemos citar o Japão e o Himalaia como exemplos. Lembrando: essa estrutura de relevo não é encontrada no Brasil, que no seu território possui um relevo antigo e desgastado.

Maciços Antigos

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Bacias Sedimentares

Por outro lado, as bacias sedimentares são áreas mais baixas formadas pela deposição de sedimentos que levam à formação de camadas de deposição aglomeradas. O acesso à esta estrutura é muito disputado pelos países, isso porque nessas áreas chega também matéria orgânica que pela ação da pressão se transforma em combustíveis fósseis (petróleo, gás natural, carvão mineral e xisto). As bacias sedimentares podem originar rochas sedimentares quando passam por um processo chamado de diagénese. Um exemplo de bacia sedimentar brasileira é o próprio Pantanal (MT). E um exemplo de rocha sedimentar são as chapadas e relevos tabulares do Brasil, que revelam em sua estrutura um acúmulo deposicional, ou seja, os sedimentos foram depositados naquela estrutura, que posteriormente se consolidou.

Atenção!

Maciços antigos ou escudos cristalinos são ricos em minerais metálicos, nesse sentido as províncias minerais que se destacam no Brasil são: Quadrilátero Ferrífero em Minas Gerais, a Serra do Carajás no Pará e o Maciço do Urucum no Mato Grosso do Sul.

As Bacias sedimentares são caracterizadas pela grande riqueza em combustíveis fósseis (petróleo, gás

natural, carvão mineral e xisto). No Brasil, a maior disponibilidade de petróleo está localizada nas bacias sedimentares costeiras como a de Campos e a de Santos.

A classificação por Formato + Processo externo atuante

A primeira classificação do relevo brasileiro foi proposta por Aroldo de Azevedo, em 1949, e tinha por critério

a altitude, isto é, o nível altimétrico das estruturas. O relevo foi dividido em planalto e planície.

A segunda classificação foi de Aziz Ab’Saber, proposta em 1962. Adotou-se um critério baseado em

processos geomorfológicos – erosão e intemperismo. O relevo seria então formado por planícies, em que

predominam a sedimentação, e por planaltos, em que predominam a erosão.

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Essa classificação utilizou como critérios o processo de formação das formas de relevo, o nível altimétrico

e a estrutura geológica do terreno. De acordo com essa classificação, o relevo brasileiro pode ser dividido

em 28 unidades, sendo elas áreas de:

Planaltos: Áreas de médias a altas altitudes, com superfícies irregulares e predomínio de processos de erosão. De acordo com essa classificação, as áreas de planalto no Brasil constituem onze unidades do

relevo: Planalto da Amazônia Oriental, Planalto da Amazônia Ocidental, Planalto e Chapadas da Bacia do Parnaíba, Planalto e Chapadas da Bacia do Paraná, Planaltos Residuais Norte-amazônicos, Planaltos Residuais Sul-amazônicos, Planaltos e Chapadas dos Parecis, Planalto da Borborema, Planalto sul-rio-grandense, Planalto e Serras do Atlântico Leste, Planaltos e Serras de Goiás-Minas, Serras Residuais do Alto Paraguai.

Planícies: Superfícies, geralmente planas e de baixa altitude, formadas a partir do acúmulo de sedimentos de origem marinha, lacustre ou fluvial. Segundo essa classificação, o país possui seis áreas de planície: Planície do Rio Amazonas, Planície do Rio Araguaia, Planície e Pantanal do Rio Guaporé,

Planície e Pantanal do Rio Paraguai ou Mato-grossense, Planície das Lagoas dos Patos- Mirim, Planícies e Tabuleiros Litorâneos.

Depressões: Áreas formadas a partir de processos erosivos nas áreas de contato entre as bacias sedimentares (material menos resistente) e os maciços cristalinos (material mais resistentes). Nessa

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Perfis do Relevo Brasileiro

Três grandes recortes no relevo brasileiro originam perfis que permitem uma melhor visualização das formas do relevo encontradas. São eles os perfis: da região Norte, da região Nordeste e do Centro-oeste/Sudeste.

O perfil Norte; possui aproximadamente 2 mil

quilômetros e inicia-se nas serras de Roraima, estendendo-se até o estado de Mato Grosso. O ponto central deste perfil é o Rio Amazonas e as planícies no seu entorno, tanto à esquerda quanto à direita, que são seguidas por um planalto (Planalto da Amazônia central), depressões (Depressão Marginal Norte-Amazônica à esquerda e a Depressão Marginal Sul-Amazônica à direita) e mais planaltos (Planaltos Residuais Norte-Amazônicos à esquerda e Planaltos Residuais Sul-Amazônicos à direita).

O perfil Nordeste; possui aproximadamente 1,2 mil

quilômetros, estendendo-se do Maranhão à Pernambuco. Ele conta com o rio Parnaíba, com Planaltos e chapadas da bacia do rio Parnaíba, com a Escarpa do Ibiapaba, com a Depressão Sertaneja, com o Planalto da Borborema, com os Tabuleiros litorâneos e, por fim, com o Oceano Atlântico.

O perfil Centro-Oeste/Sudeste; apresenta

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As formas do relevo brasileiro

Escarpa: forma de relevo localizada nas bordas dos planaltos que apresenta declive acentuado. Existem

dois tipos, a escarpa de falha, originada a partir de movimento tectônico, e a escarpa de erosão, originada pela ação dos agentes externos. Exemplo: Escarpa da Serra do Mar (SP).

(Disponível em: https://bityli.com/3ZGub)

Cuesta: forma de relevo com declividade suave de um lado e declividade abrupta em outro, originada

pela ação dos agentes externos sobre rochas que apresentam diferentes resistências. Exemplos: Cuesta de Botucatu (SP).

Chapada: relevo de altitude considerável, em formato tabular e encostas escarpadas, encontradas no

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Morro ou monte: forma do relevo que corresponde a uma elevação no terreno de topo arredondado. Exemplo: Monte Pascoal (BA).

Montanha: relevo protuberante, com o cume definido. Na maioria das vezes tem a origem associada ao

choque entre placas tectônicas, contudo, pode ter também como origem o vulcanismo. A um conjunto de montanhas dá-se o nome de cordilheira. Exemplo: Pico da neblina (AM).

Inselberg: forma do relevo que é uma protuberância encontrada em áreas que apresentam o clima árido

ou clima semiárido e que foi formada pela maior resistência à erosão do que a área no seu entorno.

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Exercícios

1.

(UNICAMP 2011) Ao considerar a influência da infiltração da água no solo e o escoamento superficial em topos e encostas, é correto afirmar que

a) a maior infiltração e o menor escoamento superficial retardam o processo de intemperismo físico

e aceleram a erosão

b) a maior infiltração e o menor escoamento superficial retardam o processo de intemperismo físico

e aceleram a erosão

c) a menor infiltração e o maior escoamento superficial aceleram o intemperismo físico e químico e

retardam o processo de erosão.

d) a infiltração e o escoamento superficial aceleram, respectivamente, os processos de

intemperismo químico e de erosão.

2.

(UNESP 2014)

O esquema representa o fenômeno responsável pelo desenvolvimento dos horizontes pedológicos. Esse fenômeno ocorre devido à atuação do

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3.

(UECE 2018) Atente ao seguinte excerto: “Os solos são corpos naturais da superfície terrestre que ocupam áreas e expressam características (cor, textura, estrutura etc.) da ação combinada dos fatores associados aos mecanismos e processos de formação do solo”.

(Palmieri, F. e Larach, J. O I. Pedologia e Geomorfologia. Pág. 70. In. Geomorfologia e Meio Ambiente. Guerra, A. J. T. e Cunha, S. B. da. Rio de Janeiro. 1996. Bertrand Brasil.)

Considerando o excerto acima e os conceitos de formação do solo, é correto afirmar que solo pedológico é formado:

a) por uma camada de sedimentos silicosos de origem distrófica que recobre a superfície terrestre. b) por sedimentos alíticos distróficos com elevada acidez, fator que favorece a sua fertilidade natural. c) por material mineral pouco espesso, com boa presença se sódio geralmente derivado de rochas

do cristalino.

d) por um conjunto de fatores, dentre os quais encontra-se a ação integrada do clima e dos

organismos sobre o material de origem.

4.

(UFRGS 2012) Assinale com V (verdadeiro) ou com F (falso) as afirmações abaixo, referentes às formas do relevo brasileiro.

( ) Chapadas são superfícies com no máximo 100 metros de altitude, formadas por morros ou cadeias

de morros com topos em crista, características das regiões Sudeste e Sul do Brasil.

( ) Planaltos são superfícies planas com altitudes acima de 1.000 metros, formados pela acumulação

recente de material de origem marinha e fluvial, ocupando quase um terço do território brasileiro.

( ) Depressões são superfícies com 100 a 500 metros de altitude, situadas abaixo do nível altimétrico

das regiões adjacentes, como as colinas e morros da Depressão Central do Rio Grande do Sul.

( ) Tabuleiros são superfícies com 20 a 50 metros de altitude, em contato com o oceano, geralmente

com topo plano e limite abrupto em direção ao mar, típicos da região costeira do Nordeste brasileiro. A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

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5.

Analise a figura e o texto apresentados a seguir.

O perfil geológico acima apresenta, dentre outras unidades geomorfológicas, o relevo da bacia do Paraná, o qual abrange rochas sedimentares, com idades desde o Devoniano até o Cretáceo, e rochas ígneas do Mesozoico.

(ROSS, Jurandir Luciano Sanches. Os fundamentos da geografia da natureza. In: ROSS, J.L.S. (Org.). Geografia do Brasil. 2. ed. São Paulo: Edusp, 1998. p. 55; 63. [Adaptado].)

Tendo em vista a ocorrência de solos mais férteis, originados do arcabouço geológico apresentado,

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Gabaritos

1. D

O escoamento superficial é quando a água escorre pela superfície do solo, erodindo-o quanto maior for o nível de exposição do solo, ou seja, com a vegetação suprimida, mais exposto a erosão ele está. Já a infiltração é quando a água entra no solo.

2. A

O intemperismo se destaca como agente da pedogênese, uma vez que a transformação do material de origem é que gera o solo.

3. D

O solo se forma a partir de vários elementos, como o clima, a ação de agentes biológicos que ajudam a decomposição, e o intemperismo químico com a ação da água alterando a rocha mãe.

4. C

O topo das chapadas não é em crista.Trata-se de um relevo tabular, como uma mesa aplainada. Os planaltos não necessariamente são planos.

5.

a) Os Planaltos e Chapadas da Bacia Sedimentar do Paraná correspondem à maior unidade de relevo.

Possuem altitudes entre 500 e 1000 metros, em que predomina a erosão. A superfície do planalto apresenta colinas e as bordas apresentam cuestas.

b) Os solos mais férteis estão associados à composição mineralógica da rocha em que ocorreu o

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