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PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS PPRA ANO 2012

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A. DADOS DA EMPRESA Prima Pedras Decorativas Ltda CNPJ: 87.982.997/0001-00

Ramo de Atividade: Comércio varejista de materiais de construção não especificados Número de empregados na data: 02 (dois)

Código CNAE: 4744-0 Grau de risco: 02 (dois)

Grupo: C-21 (Comércio Varejista)

Localização: Av. Assis Brasil, 7421 - Bairro: Sarandi, CEP: 91140-001 - Porto Alegre/RS Telefone: (51)3012-3209

E-mail: [email protected] B. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Fernando Martins Limongi

Profissão: Engenheiro de Segurança do Trabalho CREA n°: RS081772

C. COLABORADOR TÉCNICO E ACOMPANHAMENTO Colaborador Técnico: Fernanda Godoy MTE/RS nº 0001118.0 Profissão: Técnica em Segurança do Trabalho

Acompanhou: Jane

Cargo ou função: Administradora

(2)

INDICE

1. Introdução...03

DOCUMENTO BASE 2. Estratégia e metodologia de ação...04

3. Planejamento anual...05

4. Forma de registro, manutenção e divulgação dos dados...07

5. Periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA...08

6. Situações de adoção de medidas de controle...09

7. Nível de ação e monitoramento...10

DESENVOLVIMENTO DO PPRA 8. Reconhecimento de riscos...11

9. Implantação de medidas de controle...16

10.Monitoramento da exposição aos riscos, registro e divulgação de dados...18

11.Treinamento conforme NR-5...19

12.Responsabilidades e considerações finais...20

13.Anexos...22

(3)

1. INTRODUÇÃO

Em atendimento ao item 9.2.1.1 da NR-9 da Portaria 3214 do MTE que obriga uma análise global do PPRA sempre que necessário e pelo menos uma vez ao ano para avaliação do seu desenvolvimento e realização dos ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades, descrevemos no DOCUMENTO-BASE os seguintes aspectos estruturais:

> estratégia e metodologia de ação;

> planejamento anual com estabelecimento de metas, prioridades e cronograma;

> forma do registro, manutenção e divulgação dos dados;

> periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA.

É responsabilidade do empregador: programar e implantar as atividades do plano anual do documento-base em suas respectivas datas, acompanhar todas as medidas necessárias para a implantação do PPRA, ainda, como sita o item 9.4.1 da NR-15, estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PPRA, como atividade permanente da empresa.

É responsabilidade do trabalhador: colaborar e participar da implantação do PPRA, atender as orientações recebidas nos treinamentos do PPRA, informar ao seu superior hierárquico ocorrências que podem implicar em risco a saúde dos trabalhadores.

(4)

2. ESTRATÉGIA E METODOLOGIA DE AÇÃO

1º Etapa:

1. Obtenção de dados e informações da empresa e de seus trabalhadores através de relatórios da mesma;

2. emissão de ART e solicitação de assinatura de responsável pela empresa;

3. avaliação das condições ambientais dos locais de trabalho;

4. obtenção de Fichas de Informação de Segurança de Produto Químico – FISPQs;

5. avaliações qualitativas e quantitativas de agentes físicos, químicos e biológicos;

6. entrevistas com trabalhadores por grupos homogêneos de risco verificação de proteções/

salvaguardas existentes;

7. impressão dos CAs dos EPIs da empresa para verificação de validade;

8. realização de avaliações de agentes químicos com laboratórios de toxicologia;

9. conclusão do laudo de insalubridade e periculosidade.

2º Etapa:

1. Reunião com direção da empresa para apresentação do laudo e PPRA;

2. apresentação de medidas de controle e prevenção;

3. solicitação de adequações e aquisições de EPI’s;

4. definição de prazos do planejamento anual;

5. designação de responsável pelo atendimento à NR-5;

6. Implantação das Ordens de Serviço (Regras de Conduta de Segurança);

7. auditoria do controle de EPIs;

8. auditoria do controle e execução de consultas ocupacionais e exames complementares;

9. verificação de assinaturas nos programas de SST anteriores;

10.solicitação de leitura criteriosa dos trabalhos 3º Etapa:

1. Aprovação definitiva da OS;

2. definição dos trabalhadores que participarão do treinamento da NR-5;

3. realização de treinamento de EPI.

4º Etapa:

1. Palestra aos empregados para apresentação do PPRA e Ordens de Serviço 5º Etapa:

1. Reuniões, visitas de inspeções de segurança e de acompanhamento da implantação do PPRA e PCMSO

(5)

6º Etapa:

1. Empresa solicita avaliação do andamento do PPRA com a Fabbro.

3. PLANEJAMENTO ANUAL

ITEM CRONOGRAMA DE METAS DE AVALIAÇÃO E CONTROLE RESP.² REC.

($)³ MÊS/ANO

CHECK

1. Disponibilização de dados e informações da empresa e

trabalhadores ao executor do programa. 1 E NÃO Agosto/12

2. Fornecimento de FISPQs de produtos químicos, quando

existentes. 1 E NÃO Agosto/12

3. Entrevistas com trabalhadores por grupo homogêneo de

risco. 1 F NÃO Agosto/12

4. Avaliações quantitativas de ruído com decibelímetro 1 F NÃO Agosto/12 5. Avaliações qualitativas de agentes químicos e biológicos se

existentes. 1 F NÃO Agosto/12

6. Aprovar dosimetria de ruído no setor de produção. 2 E NÃO

7. Efetuar dosimetria de ruído. 2 F SIM

8. Aprovar avaliação quantitativas de estireno em laboratórios

de análises toxicológicas no cargo de auxiliar de marmorista 2 E NÃO Agosto/12

9. Coleta para avaliação quantitativa 2 F SIM Agosto/12

10. Avaliação quantitativas do laboratório. 2 E SIM Set/12

11. Análise e registro das proteções coletivas e individuais

existentes 1 F NÃO Set/12

12. Apresentação do PPRA a direção da empresa. 1 F NÃO Set/12

13. Implantação de Ordens de Serviço de segurança do trabalho

conforme NR 1. 1 E/F NÃO

14. Cumprimento do PCMSO com a execução de exames

complementares e consultas ocupacionais. 1 E SIM

15. Adequação de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) –

aquisição ou substituição conforme este documento. 1 E SIM 16. Auditoria do Controle de fornecimento de EPI – verificação

ao atendimento da norma 1 F NÃO

17. Treinamento de EPI aos trabalhadores e assinatura de

comprovante específico. 1 F NÃO

18.

Apresentação do PPRA aos trabalhadores – destaque sobre os riscos existentes na área de trabalho e medidas e prazos

adotados para a eliminação, neutralização dos mesmos. 1 F NÃO

(6)
(7)

4. FORMA DE REGISTRO, MANUTENÇÃO E DIVULGAÇÃO DOS DADOS

4.1. FORMATO DOS REGISTROS:

Deverá ser realizado ano a ano o reconhecimento de riscos ambientais por cargo e os dados serão registrados neste documento conforme item 9.3.3 da NR-9 e da seguinte forma:

• Apontamento do departamento ou setor de trabalho.

• Apontamento do cargo.

• Verificação do número de trabalhadores expostos.

• Identificação dos riscos ambientais desse local.

• Determinação e localização das fontes geradoras, classificando-as pelo tipo de agente.

• Identificação das possíveis trajetórias e dos meios de propagação dos agentes no ambiente de trabalho.

• Descrição das funções e atribuições dos trabalhadores deste setor ou departamento.

• Identificação do tipo de exposição.

• Obtenção de dados existentes na empresa, indicativos de possível comprometimento da saúde decorrente do trabalho (Nexo técnico).

• Possíveis danos à saúde relacionados aos riscos identificados disponíveis na literatura técnica.

• Descrição das medidas de controle já existentes.

• Quadro de avaliação de riscos.

 Classificado por agente nocivo.

 Avaliações qualitativas e quantitativas.

 Forma de avaliação.

 Mensuração (aval. quantitativas) e identificação (aval. qualitativas)

 Verificação dos limites de tolerância dos agentes segundo a NR-15 e ACGIH (aval. quantitativas) e prevenção (aval. qualitativas).

Além deste documento base serão registrados relatórios de visitas técnicas realizadas

(8)

4.2. MANUTENÇÃO DOS DADOS

A empresa deve manter um registro de dados organizado e suficiente a constituir um histórico do desenvolvimento do PPRA, por um período mínimo de 20 anos.

Documentos como:

Anotação de Responsabilidade Técnica – ART dos trabalhos de engenharia executados pela empresa, inclusive do PPRA e seu documento base;

Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho – LTCAT;

avaliações específicas de insalubridade e periculosidade;

laudos de avaliações de agentes químicos com laboratórios de toxicologia;

fichas de Informação de Segurança de Produto Químico – FISPQs;

programas de SST anteriores;

projetos de EPCs com ART;

formulários de controle de EPIs;

documentos dos CAs válidos dos EPIs da empresa comprados à época;

documento que designa um responsável pelo atendimento à NR-5;

ordens de Serviço assinadas pelos empregados (Regras de Conduta de Segurança);

atestados de Saúde Ocupacional – ASOs e exames complementares;

comprovantes de treinamento realizados;

devem ser cuidadosamente organizados e arquivados pelo designado responsável pela empresa.

O registro de dados deverá estar sempre disponível aos trabalhadores interessados ou seus representantes e para as autoridades competentes.

4.3 DIVULGAÇÃO DOS DADOS

Este trabalho contempla em sua estratégia orientar e informar os trabalhadores dos riscos ambientais dos locais de trabalho e sobre os meios disponíveis de prevenção a fim de assegurar a proteção aos riscos ambientais identificados neste trabalho.

Os trabalhadores interessados poderão apresentar propostas de proteção ou prevenção através de formulário específico no anexo do PPRA.

Além do PPRA, poderão ser divulgados relatórios de visitas técnicas realizadas pela Fabbro apontando outros riscos que possam originar-se nos locais de trabalho, e ainda, meios disponíveis sugeridas pela Fabbro, empregador e empregados para prevenir ou limitar tais riscos e proteger-se dos mesmos.

(9)

5. PERIODICIDADE E FORMA DE AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DO PPRA

A avaliação do desenvolvimento do PPRA deverá ser realizada respeitando-se a estratégia e planejamento descritos anteriormente e com encontros do designado responsável pela NR-5, empregados interessados e direção da empresa até que este programa seja implantado completamente. Nesta reunião deverá ser redigida uma ata com uma avaliação, até a presente data, da implantação das medidas do PPRA e exposição do que foi deliberado com definição de responsabilidades para o próximo encontro.

(10)

6. SITUAÇÕES DE ADOÇÃO DE MEDIDAS DE CONTROLE

Conforme item 9.3.5.1 da NR-9: deverão ser adotadas as medidas necessárias e suficientes para a eliminação, a minimização ou o controle dos riscos ambientais sempre que forem verificadas uma ou mais das seguintes situações:

Identificação, na fase de antecipação, de risco potencial à saúde. Nesta situação conforme item 9.3.2 da NR-9 envolve análise de projetos de novas instalações, métodos ou processos de trabalho, ou de modificação dos já existentes, visando identificar os riscos potenciais e introduzir medidas de proteção para sua redução ou eliminação.

1) Na fase de reconhecimento de risco evidente à saúde.

2) Quando o resultado das avaliações quantitativas excederem os valores de limites previstos na NR-15 ou na ausência destes, valores adotados pela American Conference of Governmental Industrial Higyenists - ACGIH.

3) Quando através do controle médico da saúde, ficar caracterizado a relação entre os danos observados na saúde dos trabalhadores e a situação de trabalho e agentes nocivos que os mesmos ficam expostos.

Quanto ao item 1, a empresa informa que não prevê mudanças em suas instalações, métodos ou processos de trabalho.

Quanto ao item 2, após reconhecimento de riscos em laudo, este trabalho apontará medidas para a eliminação, minimização ou controle dos riscos físicos, químicos e biológicos.

Quanto ao item 3, verifica-se que não há dados na empresa que evidenciem nexo causal.

(11)

7. NIVEL DE AÇÃO E MONITORAMENTO

Avaliações quantitativas devem ser realizadas sempre que necessário para comprovar o controle da exposição ou a inexistência riscos identificados na etapa de reconhecimento, dimensionar a exposição dos trabalhadores e subsidiar o equacionamento das medidas de controle.

O Nível de Ação é o valor, de avaliação quantitativa, acima do qual devemos iniciar ações preventivas contra a possibilidade exceder limites de exposição, as mesmas devem incluir monitoramento periódico, informação ao empregado e controle médico.

Para os agentes químicos, o nível de ação é a metade dos limites de tolerância previstos na NR-15 e na ausência destes, a metade dos valores limites de exposição ocupacional adotados pela ACGIH ou aqueles que venham a ser estabelecidos em negociação coletiva de trabalho, se mais rigorosos.

Para níveis de pressão sonora, o nível de ação é a dose superior a 50% conforme critério estabelecido na NR-15, Anexo 1, item 6:

Se durante a jornada de trabalho ocorrer dois ou mais períodos de exposição a ruído de diferentes níveis, devem ser considerados os seus efeitos combinados, de forma que, se a soma das seguintes frações:

C

1

+ C

2

+ C

3 ...

+ C

n

T

1

T

2

T

3

T

n

exceder a unidade, a exposição estará acima do limite de tolerância.

Na equação acima,

C

n indica o tempo total que o trabalhador fica exposto a um nível de ruído específico, e

T

n indica a máxima exposição diária permissível a este nível, segundo o Quadro deste anexo.

O monitoramento da exposição dos trabalhadores e medidas de controle devem ser realizadas de forma sistemática e repetitiva, visando à introdução de nova medida de controle ou modificação da mesma, sempre que necessário.

(12)

8. RECONHECIMENTO DE RISCOS

Setor: Produção/Pátio

Cargo: Auxiliar de Marmorista N˚ empregados

expostos: 01 (um)

Identificação:

Físicos:

Ruído.

Umidade.

Químico:

Poeira Respirável com Sílica.

Massa Plástica contendo estireno.

Álcalis cáusticos.

Óleo Queimado.

Fonte geradora:

Físicos:

Ruído: lixadeira, máquina de corte e furadeira.

Umidade: utilização de lixadeira e furadeira com água.

Químico:

Poeira: lixação e polimento de pedras.

Massa plástica: (estireno): utilizada na colagem das cubas e pedras.

Álcalis cáusticos: argamassa utilizada para colocação e montagem das pedras.

Óleo queimado: lubrificação dos trilhos das serras e polidora.

Trajetória e meios de propagação:

Físico:

Ruído: ondas sonoras.

Umidade: contato direto.

Químico:

Poeira: ar ambiente.

Estireno: contato dérmico e ar ambiente.

Álcalis cáusticos: contato dérmico.

Óleo queimado: contato dérmico

Descrição das funções: • Receber a pedra do encarregado;

• marcar a pedra conforme desenho;

• fazer aberturas necessárias, utilizando a furadeira a úmido;

• lixar peças utilizando lixadeira a úmido;

• encaminhar a peça para serra para retirada de excesso depois retornar para lixa;

(13)

• colar as cubas nas pedras utilizando massa plástica;

• fazer montagem teste nas peças;

• auxiliar no carregamento e na descarga do caminhão, quando necessário;

• operar serra de corte a úmido;

• encaminhar pedras serradas para o acabamento e polimento;

• fazer regulagem da serra e passar óleo queimado nos trilhos com pincel;

• assentar pedras em pisos e paredes, com argamassa, cimento cola, quando for necessário.

Tipo de exposição: Exposição habitual e permanente.

Nexo técnico: Inexistência de dados na empresa.

Possíveis danos à saúde:

Físico:

Ruído: zumbido no ouvido, perda da audição.

Umidade: destruição da camada impermeabilizante da pele.

Químico:

Poeira respirável com sílica: doenças respiratórias.

Massa plástica (estireno): doenças do sistema nervoso central, irritação, neurotoxicidade.

Álcalis Cáusticos: dermatoses profissionais devido ao contato.

Óleo e graxa: dermatoses profissionais devido ao contato.

Medidas de controle existentes:

EPC:

01 extintor tipo AP 10 litros EPI:

Protetor auricular tipo plugue, CA 5745; protetor auricular tipo concha, CA14235; óculos de segurança, CA 16050; sapato de segurança tipo botina, CA 11540; luva de proteção contra agentes abrasivos, CA 15540;

vestimenta tipo avental, CA 15312.

O estabelecimento de prioridades e metas de avaliação consta do DOCUMENTO BASE no planejamento anual

(14)

AVALIAÇÃO DE RISCOS E EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES

Risco Agente Nocivo Avaliação Exposição Mensuração/

Identificação

Físico Ruído médio (8 h) Quantitativa Habitual e

Permanente 98 dB(A)

Umidade Qualitativa Habitual e

Permanente

Serra de corte a úmido e lixadeira a úmido

Químico

Poeira respirável com

sílica Qualitativa Habitual e

Permanente

Aguardando resultado de análise laboratorial

Estireno Qualitativa Habitual e

Permanente

Necessidade de avaliação toxicológica Produtos contendo

álcalis cáusticos Qualitativa Habitual e

Permanente Argamassa de cimento

(15)

Setor: Produção/Pátio

Cargo: Serviços Gerais

N˚ empregados

expostos: 01 (um)

Identificação:

Físicos:

Ruído.

Umidade.

Químico:

Poeira Respirável com Sílica.

Fonte geradora:

Físicos:

Ruído: lixadeira, máquina de corte e furadeira.

Umidade: utilização de lixadeira e furadeira com água.

Químico:

Poeira: lixação polimento de pedras e limpeza do pátio.

Trajetória e meios de propagação:

Físico:

Ruído: ondas sonoras.

Umidade: contato direto.

Químico:

Poeira: ar ambiente.

Descrição das funções:

• Organizar, limpar o pátio da empresa;

• carregar e descarregar mercadorias para o caminhão;

• recolher lixo e refugos da marmoraria;

• capinar terreno;

• lixar peças utilizando lixadeira a úmido;

• eventualmente, operar serra de corte a úmido.

Tipo de exposição: Exposição habitual e permanente.

Nexo técnico: Inexistência de dados na empresa.

Possíveis danos à saúde:

Físico:

Ruído: zumbido no ouvido, perda da audição.

Umidade: destruição da camada impermeabilizante da pele.

Químico:

(16)

vestimenta tipo avental, CA 15312.

O estabelecimento de prioridades e metas de avaliação consta do DOCUMENTO BASE no planejamento anual

Risco Agente Nocivo Avaliação Exposição Mensuração/

Identificação

Físico Ruído médio (8 h) Quantitativa Habitual e

Permanente 98 dB(A)

Umidade Qualitativa Habitual e

Permanente

Serra de corte a úmido e lixadeira a úmido

Químico

Poeira respirável com

sílica Qualitativa Habitual e

Permanente

Aguardando resultado de análise laboratorial

(17)

9. IMPLANTAÇÃO DE MEDIDAS DE CONTROLE

Faz parte do desenvolvimento do PPRA, conforme alínea d do item 9.3.1 (NR-9), a avaliação da eficácia das medidas de controle, assim para cada medida efetivamente implantada é necessário estabelecer indicadores, parâmetros, de referência para avaliarmos resultados. Estes resultados devem ser registrados em uma espécie de prontuário técnico de desenvolvimento do PPRA, anexados ao final deste documento e divulgados pela empresa aos seus empregados.

Adotar as seguintes medidas de caráter administrativo, comportamental, de organização de trabalho e treinamentos:

Descrição Eficácea¹

Realizar monitoração biológica (exames) conforme PCMSO.

Curso de primeiros socorros.

Não permitir que o empregado trabalhe sem calçado de proteção.

Utilizar bebedouros de jato inclinado sem copos de qualquer tipo.

Realizar curso sobre utilização de extintores.

Delimitar áreas de circulação, operação de máquinas e armazenamento de materiais em todos os setores da produção.

Curso sobre levantamento e transporte manual de pesos.

Realizar o Mapeamento dos Riscos Ambientais, consultando todos os trabalhadores, conforme o item 5.16, letra (a) da NR 5, da Portaria 3214 de 08 de junho de 1978, afixando em cada setor o mapa respectivo.

Sinalizar áreas de risco. Ex. Perigo área de trabalho com sílica trabalhe sempre a úmido evite a formação de poeira, cuidado se a lama secar ela vira poeira molhe a lama antes de removê-la não use vassoura ou ar comprimido.

Afixar informações de obrigatoriedade do uso de EPI.

Manter o extintor de incêndio com a carga dentro do prazo de validade, em local bastante visível e sem qualquer impedimento ao seu acesso.

Manter as instalações sanitárias em perfeito estado de conservação e limpeza.

Proteger todas partes móveis das máquinas, em especial correias e polias.

¹Descrever resultado obtido com a medida implantada.

(18)

Utilizar equipamentos de proteção individual – EPI:

a. Selecionar o EPI adequado ao risco exposto e atividade exercida:

Cargo Risco EPIs

Auxiliar de Marmorista Serviços Gerais

Físico – Ruído e Umidade

Protetor auricular;

Bota de borracha;

Calçado de segurança;

Óculos de proteção;

Avental impermeável.

Químico – poeira mineral, estireno e álcalis cáusticos

Calçado de segurança;

Óculos de proteção;

Luva de PVC;

Respirador tipo peça semifacial filtrante PFF3;

Creme de proteção;

Luva nitrílicas.

Acidente

Calçado de segurança;

Óculos de proteção;

Luva de raspa.

Todos que circularem na área de produção e pátio

Ruído Acidentes

Protetor auricular;

Calçado de segurança;

Óculos de proteção.

b. Adquirir EPIs com Certificado de Aprovação emitido pelo Ministério do Trabalho.

c. Considerar eficiência e conforto segundo avaliação do usuário.

d. Orientar, treinar sobre a correta utilização do EPI e suas limitações.

e. Normalizar, através de formulários específicos, procedimentos para fornecimento, uso, guarda, higienização, conservação, manutenção e reposição de EPIs.

f. Caso trabalhadores de determinado setor ingressar em outro setor observar EPI definido para este.

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10. MONITORAMENTO DA EXPOSIÇÃO AOS RISCOS, REGISTRO E DIVULGAÇÃO DE DADOS

As avaliações quantitativas devem ser realizadas sempre que necessário para comprovar o controle da exposição ou a inexistência riscos identificados na etapa de reconhecimento, dimensionar a exposição dos trabalhadores e subsidiar o equacionamento das medidas de controle.

Situações de novos métodos, processos de trabalho, mudanças em instalações, lay-out, cargos e funções, invariavelmente alteraram a exposição dos trabalhadores aos riscos já identificados, e ainda, outros riscos manifestam-se; sendo necessária nova inspeção por profissional habilitado.

O profissional de segurança do Trabalho deve participar da concepção destas mudanças, assim pode avaliar riscos por antecipação como contempla a NR-9 em seu item 9.3.1.

O monitoramento da exposição dos trabalhadores e as medidas de controle devem ser realizados de forma sistemática e cíclica, visando à introdução de nova medida de controle ou modificação da mesma, sempre que necessário. O planejamento anual do documento base deve ser usado para programar este monitoramento.

Assim como registrado no documento-base deste PPRA, a empresa deve manter um registro de dados organizado e suficiente a constituir um histórico do desenvolvimento do PPRA, por um período mínimo de 20 anos.

A divulgação de dados, informações, avaliações, exames médicos, melhorias no ambiente de trabalho estão assegurada na NR-9, o próprio PPRA deve ser apresentado a todos os trabalhadores e estes têm o direito de apresentar propostas de melhorias ambientais, aproveitando-se do conhecimento e percepção que os mesmos tem de seu ambiente e processo de trabalho.

(20)

11. TREINAMENTO CONFORME NR-5

A empresa deverá treinar anualmente um designado responsável, para o cumprimento do objetivo da NR-5.

Conforme NR-5 o treinamento terá carga horária de 20 (vinte) horas, distribuídas em no máximo oito horas diárias, sendo realizado durante o expediente normal de trabalho e deve contemplar, no mínimo, os seguintes tópicos:

a. Estudo do ambiente, das condições de trabalho, bem como dos riscos originados do processo produtivo.

b. Metodologia de investigação e análise de acidentes e doenças do trabalho.

c. Noções sobre acidentes e doenças do trabalho decorrentes de exposição aos riscos existentes na empresa.

d. Noções sobre a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – AIDS e medidas de prevenção.

e. Noções sobre as legislações trabalhista e previdenciária relativas à segurança e saúde no trabalho.

f. Princípios gerais de higiene do trabalho e de medidas de controle dos riscos.

g. Organização da CIPA e outros assuntos necessários ao exercício das atribuições da Comissão.

(21)

12. RESPONSABILIDADES E CONSIDERAÇÕES FINAIS

A responsabilidade do empregador:

A programação e implantação das atividades do plano anual do documento-base em suas respectivas datas. Acompanhar todas as medidas necessárias para a implantação do PPRA, ainda, como sita o item 9.4.1 da NR-15: Estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PPRA, como atividade permanente da empresa.

A responsabilidade do trabalhador:

Colaborar e participar da implantação do PPRA, atender as orientações recebidas nos treinamentos do PPRA, informar ao seu superior hierárquico ocorrências que podem implicar em risco a saúde dos trabalhadores.

O empregador deve garantir ao empregado a possibilidade de interrupção imediata de suas funções na ocorrência de grave e eminente risco ambiental.

Obter um feedback da área ou profissional de medicina do trabalho sobre os resultados de monitoração biológica, forte indicador de eficiência do PPRA.

O empregador deve ler e assinar este documento.

Porto Alegre, 31 de agosto de 2012.

________________________________

Assinatura do Empregador

(22)

13. ANEXOS

(23)

Eu, ________________________________________________________________, representante legal da empresa _________________________________________________________________

nomeio __________________________________________________________________________

para designado responsável do cumprimento dos objetivos da NR-5, Norma Regulamentadora da Portaria 3214 do Ministério do Trabalho, que objetiva a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho.

_____________________________, _______ de ___________________ de _________________

(Cidade) (Dia) (Mês) (Ano)

X

(Ass. do responsável)

(24)

Setor: Produção/Pátio

A empresa em cumprimento a CLT no que estabelece o artigo 157 (item II), com revisão dada pela Lei 6514 de 22.12.77 e Portaria MTE 3214/78 que regulamenta a Legislação de Segurança e Medicina do Trabalho, determina:

1. Todos os empregados devem atender os regulamentos de Segurança estabelecidos pela empresa e colaborar ano a ano na implantação do PPRA.

2. Conforme cita item 6.7 da NR-6 da Portaria MTE 3214/78 o empregado deve usar o EPI apenas para o fim a que se destina, responsabilizar-se por sua guarda e conservação e comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso.

3. Os empregados dos setor Produção/Pátio deverão fazer uso dos EPIs constantes do PPRA 4. O encarregado direto, que verificar o não uso dos EPIs por parte de um empregado deverá adverti-lo e fazer comunicação à chefia imediata este tem a responsabilidade da não permitir o início do trabalho ou continuação do mesmo sem que o trabalhador esteja usando os EPIs destinado para a atividade.

5. O empregado que fizer mau uso do EPI, extraviá-lo ou danificá-lo deverá indenizar seu custo a empresa.

6. Não é permitido fumar no ambiente de trabalho.

7. Não é permitido fazer refeições no ambiente de trabalho.

8. Os empregados devem atender à definição de datas e horários da empresa para realização de exame elencados no PCMSO.

9. Não será permitido o uso de sapatos abertos no setor Produção/Pátio

10. Cabe ás chefias orientar permanentemente os empregados sobre as instruções de segurança da empresa.

11. Cabe ás chefias ficar atenta durante a jornada de trabalho para situações que possam gerar acidentes.

12. Os empregados devem comunicar imediatamente à chefia imediata, quaisquer situações de risco que possam comprometer a segurança do trabalho ou a integridade física do trabalhador.

O descumprimento das normas de segurança referentes ao uso dos equipamentos de proteção individual importará em ato faltoso do empregado, com a aplicação de penalidades que a critério da empresa poderão variar de advertência por escrito à rescisão do contrato de trabalho por justa causa, independentemente de outras medidas de ordem jurídica aplicáveis com base especialmente no Art. 158 da CLT, e NR-1 da Portaria MTE 3214/78 (1.8 e 1.8.1).

Outrossim, declara o(a) empregado(a) infra-assinado(a) que recebeu cópia do presente documento que ficará em seu poder, passando o original a fazer parte integrante do seu contrato de trabalho para todos os fins previstos em Lei.

Data:

Assinatura do empregado Nome do empregado

(25)

Por este documento, atestamos que os empregados abaixo receberam as Informações sobre os riscos existentes na área de trabalho, bem como das medidas e prazos adotados para a eliminação, neutralização ou amenização dos mesmos.

Declaro ter recebido instruções sobre os cuidados que devo tomar em meu ambiente de trabalho e uso de EPI.

Data Nome do empregado Assinatura do empregado

X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X

(26)

Por este documento, atestamos que os empregados abaixo receberam treinamento e instrução de uso dos Equipamentos de Proteção Individual que foram adquiridos com certificado de aprovação e estão adequados às atividades dos empregados.

Data Nome do empregado Assinatura do empregado

X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X

(27)

RECIBO E TERMO DE COMPROMISSO DE ENTREGA DE E.P.I.

Nome: CTPS:

Cargo: Atividade/Função:

Declaro que recebi de meu empregador os Equipamentos de Proteção Individual – EPI, abaixo relacionados, na data ali registrada.

Comprometo-me a usá-los na execução de minhas tarefas e atividades diárias e apenas para a finalidade a que se destina, zelando pela sua guarda e conservação. Devo comunicar à empresa qualquer alteração que torne o EPI impróprio para o uso, assumindo o compromisso de devolvê-los quando solicitados para substituição, higienização ou manutenção periódica.

O descumprimento dos termos aqui estabelecidos importará em ato faltoso do empregado com aplicação de penalidades, que a critério do empregador, poderão variar de advertência por escrito à rescisão do contrato de trabalho por justa causa, independentemente de outras medidas de ordem jurídica aplicáveis com base especialmente no art. 158 da CLT e NR-1 da Portaria do MTE 3.214/78 (1.8 e 1.8.1).

Os equipamentos que me foram entregues estão em perfeitas condições e os utilizarei conforme as normas de segurança e treinamentos realizados pela empresa.

Data Qtd. e

unid. Discriminação do EPI

Certificado de aprovação

Ass. do empregado

(28)

Nome: CTPS:

Cargo: Atividade/Função:

Devolução Data Qtd. e

unid. Discriminação do EPI C.A. Nº Motivo* Ass. resp. setor da empresa

*Motivo: Descrever o porquê da devolução, ex.: Renovação EPI, EPI danificado, Rescisão do empregado, EPI desnecessário (Por eliminação do risco), etc.

(29)

Eu,_____________________________________________________________, operador do equipamento acima descrito, declaro que recebi treinamento para devida função me qualificando para tal.

Desde já, comprometendo-me, diariamente a vistoriar este equipamento, verificando as condições de segurança para operação, buscando total garantia de segurança antes do início das jornadas de trabalho.

DATA HORA ASSINATURA OBSERVAÇÃO

(30)

NOME:

FUNÇÃO:

OCORRÊNCIA:

Tais atos/comportamentos praticados pelo senhor contrariam as Normas de Saúde e Segurança do Trabalho.

Recebi em ______________________este Termo de Advertência

Nome: Assinatura: X

Testemunha

: Assinatura: X

Testemunha

: Assinatura: X

(31)

Comunico a situação de risco descrita abaixo, que, conforme minha opinião, pode trazer danos aos trabalhadores.

DATA:

LOCAL:

SITUAÇÃO:

SUGESTÃO PARA CORREÇÃO (opcional):

(32)

Apresentação do LTCAT pela Fabbro: informação dos riscos ambientais, insalubridades e periculosidades quando existentes

Definir cronograma de ações do PPRA juntamente com a Fabbro Ler e assinar o PPRA e PCMSO

Informar contabilidade sobre insalubridades e periculosidades quando existentes

Obter e/ou adequar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) de acordo com o PPRA Elaborar Ordem de Serviço (OS) juntamente com a Fabbro

Marcar apresentação do PPRA aos empregados juntamente com a Fabbro

Apresentação do PPRA pela Fabbro e obter assinatura dos empregados na OS de SST, Termo de ciência de riscos e Comprovante de Treinamento de EPI

Adoção de Medidas do cronograma de ação do PPRA, respeitando prioridades e datas Adoção de Medidas de Controle Propostas do PPRA

Disponibilizar designado responsável para treinamento da Fabbro (Cumprimento NR-5) Disponibilizar demais empregados para treinamentos da Fabbro

Cumprir os Exames do PCMSO

Disponibilizar Kit Primeiros Socorros conforme PCMSO Avaliação do andamento do PPRA

Implantação das medidas provenientes de visita técnica

(33)

estão aptos e foram treinados a exercer as funções para que foram contratados, sendo profissionais habilitados ou qualificados, de acordo com a Portaria 3.214 de 08 de Junho de 1978 do MTE.

NOME: FUNÇÃO:

Data:

Empresa:

CNPJ:

Nome do Responsável Legal:

Referências

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