RS
À'v
Universidade de
Évora
Departamento
de
Pedagogia
e
Educação
Mestrado
em
Educação
-
Variante de
Administração
Escolar
Maria de Lurdes Beraldo de Brito Oliveira Batista
Dissertação apresentada para obtenção do grau de
Mestre em Educação
Orientador: Professor Doutor José Lopes Verdasca
Contributos das Estruturas de Orientação Educativa
na
Gestão Escolar
Estudo de Caso no Agrupamento de Escolas ne4 de Évora
Evora,2009
À'v
Universidade de
Évora
Departamento
de
Pedagogia
e
Educação
[vlestrado
em
Educação
-
Variante de
Administração
Escolar
Maria de Lurdes Beraldo de Brito Oliveira Batista
Dissertação apresentada para obtenção do grau de
Mestre em Educação
Orientador: ProÍessor Doutor José Lopes Verdasca
Contributos das Estruturas de Orientação Educativa
na
Gestão Escolar
Estudo de Caso no Agrupamento de Escolas ns4 de Évora
Evora,2009
S
À'v
Universidade de
Évora
Departamento
de
Pedagogia
e
Educação
It/estrado
em
Educação
-
Variante de
Administração
Escolar
Maria de Lurdes Beraldo de Brito Oliveira Batista
Dissertação apresentada para obtenção do grau de
Mestre em Educação
K5f
)lt{
I
fl
I
Orientador: ProÍessor Doutor José Lopes Verdasca
Contributos das Estruturas
de
Orientação Educativa
na
Gestão Escolar
Estudo de Caso no Agrupamento de Escolas ns4 de Évora
Évora,2009 S rrt
ç
I,^
tt \., ii"...entreoteupovo,escolherásoshomensmaisavisados'tementesaDeus'
Íntegros, desinteressados,
os
quais irás colocarà
cabeça do teu povo' como chefesde
mithares, chefesde
centenas, chefesde
cinquentenas,chefes de
dezenas.Esteschefesiutgarãoopovoemtodasasestaçõesdoano'Esó
trarão
à
tua
presençaos
litígios mais importantes, mas iulgarãoeles próprios
os casos
de
menor importância.o
que será mais fácil para tie
etes partilharão
contigo este pesado fardo.
Se
fizeres isso,de
acordo com os comandos de Det)s, serás capazde
levara
cabo a tua tarefae
toda esta gente poderá voltarAgradecimentos
o
presente trabalho,só foi
possível realizar-se, mediantea
disponibilidade manifestada pelos docentes, não docentes, técnicose
pais/encarregadosde
educaçãoquestionados,peloqueaquideixoomeuagradecimentoatodosos
que,deumaformaoudeoutra,contribuíramparaaSuaconcretizaçãoe
principalmente para a construção de um plano de melhoria para o Agrupamento' permitindo-lhe ser cada vez mais uma escola de referência'
A minha gratidão ao Professor Doutor José Lopes Verdasca' responsável
pela
orientação deste trabalho, a quem devo
o
inestimável apoio' saber' estímuloe
confiançaecujosconselhosecríticasforamdeterminantesaolongodotrabalho. A psicóloga do Agrupamento, Ana Cristina do Rosário pelos conselhos, ajuda e força anímica para continuar; aos meus colegas, núcleo duro' que sempre
me
ajudaram
e
apoiaram no desenvolvimento do meu percurso profissional; Mané'paula, celeste,
cidália,
Rosa,zé, e,
especialmenteao
João
Romão pelosconselhos,apoio,eotraçardasmetasparaasuaconclusão,àminhaprima
Fátima por ser a minha companheira de estrada'
Para terminar agradeço à minha família, pelo apoio sempre presente' pela força
dada e por acreditarem que eu posso' sempre'
"lr
Mais Além"'Resumo
A presente investigação iniciou-se a partir da identificação do problema/
questão
de partida:
Quaisos
contributos das estruturas de orientação educativapara a
gestãoeadministraçãoescolar?Estaquestáofoiofiocondutordapresente
investigação, "contributos das Estruturas de orientação Educativa
na Gestão e
Administração Escolar
-
EStudode
caso
no Agrupamentode
Escolasne
4
de Évora".Neste
sentido,
constituíram-secomo
objectivos específicos
da
presenteinvestigação os seguintes:
.AvaliarofuncionamentodasestruturasdeorientaçãoeducativadoAgrupamento de Escolas n.e 4 de Évora'
.
ldentificar os pontos fortes e fracos da intervenção das estruturas deorientação na gestão e administração do Agrupamento de Escolas n'e 4 de Évora'
.
Elaborarum
plano
de
acçãocom
vista
à
optimizaçãodas
estruturasde
orientação educativa.
Em relaçãO ao estudo empírico,
e
como forma de dar resposta àsquestões da investigação, optámoS por uma metodologia mista, quantitativa
e qualitativa.
Apósaapresentaçãodosdadosrecolhidos,daSuaanáliseerespectiva
interpretação, apurámos as seguintes conclusões:
A
maioriados
inquiridos, neste caso,os
docentes,têm
opinião favorávelem
relaçãoàsdiferentesestruturas,ressalva-sepelanegativaaAssociaçãode
Pais/Encarregados
de
Educação, devidoa
estar
inactivae'
pela
positiva o
ConselhoExecutivo,consideram-nocomoumórgãodinamizadordetodasas
estruturas do Agrupamento; a maioria dos náo docentes tem boa opinião sobre
o
desempenho das suas funções
e
revelaa
importância da suarepresentação no
Conselho Pedagógico e na Assembleia de Escola'
os
paise
encarregados de educaçáo inquiridos, são consensuais em relaçãoà
colaboração com os professores, principalmente com o Director de
Turma'
os
Directoresde
Turma
inquiridos referema
colaboraçãocom
os
pais
eencarregados
de
educação,e
realçamo
papel
do
órgão
de
gestão como
os
membros da Assembleia de Escola inquiridos, consideram o seu desempenhocomo activo
e
dinamizadorno
processode
aplicaçãodo
novo
regimede
autonomia.
No
final
da
nossa dissertação, expressámosas
recomendações' acções esugestões que possam potenciar futuras investigaçôes'
Abstract
contributions
oÍ the
structures
oÍ Educational Guidance Íor the
Management and School Administration
Exploratory study in the 4th Group oÍ Schools oÍ Évora
The
present
investigation startedfrom
the
identificationof
the
problem/ beginning question: Whatare
the contributionsof
the structures of educationalguidance
for
the management and school administration? This question wastheguidelineoftheresearch,..ContributionsoftheStructuresofEducational
Guidance for the Management and School Administration
-
Exploratory study in the 4th GrouP of Schools of Évora"'ln this sense, the specific objectives of this investigation are the following:
.
Evaluatethe
functionof
the
structuresof
educational guidanceof
the
4th
Group of Évora.
.
ldentifythe
strengths and weaknessesof the
interventionof
structures of educational guidance in the management and administration of the 4th Group ofÉvora
o
Elaborate an action plan to optimize the structures of educational guidance' For the empirical study and in order to address the question of the investigation' waschosenamixedmethodology,quantitativeandqualitative'After submission of the collected data, of their analysis and their interpretation' we established the fotlowing conclusions:
Most of the participants, in this case teachers, have favourable opinion towards
the different structures, noted as a negative feature is the Parents Association'
due to be inactive, and the Executive Board as positive, because it is viewed
as
a
promoterof
all the structures of the Group; most ofthe
non teaching staff havea
good opinion aboutthe
performanceof
its functions and showsthe
importance oÍ their representation on the Executive Board and in the school
AssemblY.
Theparentswhoparticipateintheinquiryareinagreementwiththeteachers
The class Directors respondents mention the cooperation with the parents and enhance
the
role
of
the
Executive Boardas
a
promoterof the
ParentsAssociation.
The members of the Schoot Assembly respondents consider their performance
as
activeand
dynamicin
the
application processoÍ
the
new
system ofautonomY.
ln
the
end
oÍ
this
thesis
we
expressour
recommendations' actions andsuggestions that may promote future research'
íttolce
lntrodução
Parte
l-
Fundamentação TeóricaCapítulol-AEscolaSegundoaPerspectivadeMintzberg
1.
A Escola Segundo a Perspectiva de Mintzberg1.1.A Estrutura da organizaçáo escola segundo Mintzberg
1 .2. As Configurações Estruturais em Mintzberg
1.2.1. A Burocracia Profissional
1.2.2. A Adhocracia
Évora
3.1. Caracterização do Agrupamento de Escolas n'e 4 de Évora
3.1.1'Constituição/PopulaçãodoAgrupamentodeEscolasn.94 de Évora em 2008
g.1.2. Área de abrangência do Agrupamento de Escolas n'e 4 de
Évora 3.1.3. Recursos Humanos 1 6 7
I
8 16 19 21Capítuloll-AsorganizaçõeseasEstruturasdeGestão28
2.
A Organização versus Organização escolat
29
2.1.AbordagemàsEstruturasdeorientaçãoEducativanaGestão38
EscolarfaceaoDecreto-Lein9tt5-A/gScomasalterações
dadas
peã
tei
ne
24lgg
e
conjugado
com
o
DecretoRegulamentar ne 10/99
2.2,AbordagemàsEstruturasdeorientaçãoEducativanaGestão
Escolar face ao Decreto-Lei n'e 7512008
2.3. A Gestão lntermédia como Factor de Dinâmica 2.4. Aautonomia das escolas
2.5.AAvaliação da Escola numa Perspectiva de Mudança
Capítulolll-EstruturasdeGestãolntermédianoAgrupamentode
Escolas n.e 4 de Evora
Estruturas de Gestão lntermédia no Agrupamento de Escolas n.e 4 de
91 3 45 51 58 78 90 91 94 95 101
3.1.3.1. 3.1.3.2. 3.1.3.3.
Alunos
Pessoal Docente
Pessoal não Docente
Prioridades e Objectivos Metas
Objectivos
Estratégias de desenvolvimento sociopedagógico
lndicadores de medida promotores do sucesso dos
alunos
lnstrumentos operacionalizadores
Recursos informáticos e audiovisuais Biblioteca
Serviço de Psicologia e Orientação
Educação EsPecial
101
103
104
106
3.1.4. Projecto Educativo
do
Agrupamentode
Escolas n'04
deEvora 3.1.4.1. 3.1.4.2. 3.1.4.3. 3.1.4.4. 3.1.4.5. 106 108 109 111 114 3.1.4.6. 3.1.4.7. 3.1.4.8. 3.1.4.9. 3.1.4.10 115 119 119 120 121 121 122 125 3.2.Organizaçâo e Gestão do Agrupamento
g.2,1.orgãosdeGestãoeEstruturasdeorientaçãoEducativae
sua
artiü"çào,-iàgrndo
o
Decreto-Lei n.e 115-fu98, de 4 de Maiog.2.2.orgãosdeGestãoeEstruturasdeorientaçãoEducativae
sua
articiLç"ã
ãtg'ndo
o Decreto-Lei n'e75
12008' de 22 de Abril9.2.2.1.
Gestão Pedagógica 3.3. Ligação à Comunidade 128 129 1293.3.1. Participação
dos
Paise
Encarregadosde
Educação na Vida do AgruPamentog,g.2.ParticipaçãodaAutarquiaelnstituiçõesLocaisnaVidado
130 Agrupamento Partell-
A lnvestigação 133 133 x Capítulo lV-
Metodologia4.
Metodologia4.1. Enquadramento Geral do Estudo e sua importância
4.1.1. Cuidados Eticos e Deontológicos 4.2. Definiçáo dos Objectivos
4.3. Caracterização da Amostra
4.4. Descriçáo dos lnstrumentos 4.4.1. Questionários
4.4.2. Entrevistas
4.5. Procedimentos Gerais da Recolha de Dados
4.5.1. Tratamento Estatístico dos Dados
CAPíTULO
V'Análise
e Discussão dos Resultados5.
Análise e Discussão dos Resultados 5.1. Caracterização da Amostra5.2. Análise dos Resultados dos Questionário
5.2.1. Questionário Tipo 1
-
Pessoal Docente5.2.1.1.
Caracterizaçáo do Pessoal Docente5.2.1.2.
Análise e Discussão dos Resultados5.2.1.2.1.Análisequantitativadasrespostasdadaspelo
Pessoal
Docente
às
questões relativas
aoDePartamento Curricular
5.2.1.2.2.
Análise
qualitativadas
respostasdadas
peloPessoal
Docente
às
questôes relativas
aoDePartamento Curricular
5.2.1.2.3'Análisequantitativadasrespostasdadaspelo
Pessoal ooóánte
às
questões relativas
àAssembleia de Escola
5.2.1.2.4.
Análise
qualitativadas
respostasdadas
pelgPessoal Docente
às
questões relativas
àAssembleia de Escola
5.2,1,2.5.Análisequantitativadasrespostasdadaspelo
Pessoal
Docente
às
questões relativas
aoConselho Pedagógico 134 134 138 139 140 142 142 145 147 150 152 153 154 155 155 155 157 157 162 163 165 166
5.2.1.2.6.
Análise
qualitativadas
respo,stas dad.as peloPessoal
Docente
às
questões relativas
aoConselho Pedagógico
5.2.1.2.7. Análise quantitativa
das
respostas dadas peloPessoal
Docente
às
questões relativas
aoConselho de Directores de Turma
5.2.1.2.8.
Análise
qualitativadas
respostas dad.as peloPessoal
Docente
às
questões relativas
aoConselho de Directores de Turma
5.2.1.2.g. Análise quantitativa
das
respostas dadas peloPessoal
Docente
às
questões relativas
aoConselho de Docentes
5.2.1.2.10.
Análise qualitativa das respo-stas dadas peloPessoal Docente
às
questões relativas aoConselho de Docentes
5.2.1.2.11.
Análise quantitativa das respostas d.adas pelo Pessoal Docenteàs
questões relativas ao Conselho Executivo5.2.1.2.12.
Análise qualitativa das respo-stas dadas peloPessoal Docente
às
questões relativas ao Conselho Executivo5.2.1.2.1g.
Análise quantitativa das respostas d.adas pelo Pessoal Docenteàs
questões relativas aoServiço de Psicologia e Orientação
5.2.1.2.14.
Análise qualitativa das respo,stas dadas peloPessoal Docente
às
questões relativas aoServiço de Psicologia e Orientação
5.2.1.2.15.
Análise qualitativadas
respostasdadas
àsquestões' formuladas
nas
entrevistasefectuadas
aos
docentes
da
educaçãoespecial e à psicóloga, nas questõe-s relativas ao Serviço de Psicologia e Orientação
5.2.1.2.16.
Análise quantitativa das respostas d.adas pelo Pessoal Docenteàs
questões relativas aoDepartamento de Educação Especial
5.2.1.2.17.
Análise qualitativa das respostas dadas pelo Pessoal Docenteàs
questões relativas aoDepartamento de Educação Especial
169 170 173 173 176 177 180 181 183 184 186 189 xll
5.2.1.2.18. 5.2.1.2.19. 5.2.1.2.20. 5.2.1.2.21. 5.2.1.2.22. 5.2.1.2.23. 5.2.1.2.24.
Análise quantitativa
das
respostas dadas àsquestões
formuladas
nas
entrevistasefectuadas
aos
docentes
da
educaçãoáspeciat e à psicóloga, nas questões relativas ao Departamento de Educação Especial
Análise quantitativa das respostas dadas pelo
Pessoal
Docenteàs
questões
relativas àAiiociação
de
Pais
e
Encarregados deEducação
Análise qualitativa das respostas dadas pelo
Pessoal
Docenteàs
questões
relativas àAisociação
de
Pais
e
Encarregados deEducação
Análise quantitativa das respostas dadas pelo Pessoal Docente
às
questões relativas aoPessoal não docente
Análise qualitativa das respostas dadas pelo Pessoal Docente
às
questões relativas aoPessoal não docente
Análise quantitativa das respostas dadas pelo Pessoal Docente
às
questões relativas aoConselho Administrativo
Análise qualitativa
das
respostas dadas peloPessoal
Docenteàs
questões
relativas ao Conselho Administrativo 189 192 195 206 206 207 212 195 200 200 204 2045.2.1.3. Conclusões
da
análise das respostas dadas pelos docentes ao Questionário "Tipo 1"5.2.2. Questionário Tipo 2
-
Pessoal Não Docente5.2.2.1.
Caracterizaçáo do Pessoal Não Docente5.2.2.2.
Análise e Discussáo dos Resultados5.2.2.2.1
Análise
qualitativa
das
respostas
dadas
peloPessoalnaoDocenteàsquestõesrelativasao
Pessoal não Docente
5.2.g.QuestionárioTipo3_PaiseEncarregadosdeEducação
5.2.3.1.
Caracterizaçáo
dos
Pais
e
Encarregados de Educação5.2.3.2.
Análise e Discussão dos Resultados5.2.4. Questionário Tipo 4
-
Directores de Turma214 214
215 220
Caracterização dos Directores de Turma Análise e Discussão dos Resultados
Análise
comparativa
das
conclusões
dosquãtiionarios'Tipo 3
-
Encarregados de Educação" e "Tipo 4-
Directores de Turma"'5.2.5. Questionário tipo 5
-
Membros da Assembleia de Escola5.2.5.1.CaracterizaçáodosMembrosdaAssembleiade
Escola
5.2.5.2.
Análise e Discussão dos Resultados 5.3. Discussão dos ResultadosCapítulo
Vl-
Conclusões e Áreas Potenciais de Melhoria6.
Conclusões e Áreas Potenciais de Melhoria 6.1. Nível Crítico da lnvestigação6.1.2. Diagnósticos que contribuíram para o Projecto Educativo
do Agrupamento (20bg 12011) e elaboração de um Plano de
Melhoria
6.1.2.1. Questionário Tipo 1- Pessoal Docente
6.1.2.2. Questionário Tipo 2
-
Pessoal Não Docente6'1.2.3.QuestionárioTipo3.Pais/Encarregadosde
Educação
6.1.2.4. Questionário Tipo 4 - Directores de Turma
6.1.2.5.QuestionárioTipoS-MembrosdaAssembleiade
Escola
6.2. Áreas Potenciais de Melhoria 6.2.1
.
Projecto Educativo6.2.1.1.
Envolvênciadas
estruturasde
Administração e Gestão na concretizaçáo dos Planos de Acção6.2.1.2.
Construção da imagem do Agrupamento6.2.1.3.
Percurso dos alunos apÓs o 9'e ano6.2.1.4.
Estatuto do aluno6.3. Plano de Acção para a Melhoria do Sucesso 5.2.4.1. 5.2.4.2. 5.2.4.3. 220 221 225 226 226 227 235 246 247 247 248 248 251 252 253 254 255 255 258 259 260 260 261 xlv
6.4. Proposta
de
um. Planode
Melhoriapara
o
Agrupamento deEscolas n'e 4 de Evora
6.5. Nível Crítico para o lnvestigador
Blbliografia
Webibliografia
Legislação
Outras Fontes
Anexos
Anexo 1
-
Explicitação do QuestionárioAnexo 2
-
Questionário Tipo 1-
Pessoal DocenteAnexo 3
-
Questionário Tipo 2-
Pessoal Não DocenteAnexo 4
-
Questionário Tipo 3-
Associação de Pais e Encarregados deEducação
Anexo 5
-
Questionário Tipo 4-
Director de TurmaAnexo 6
-
Questionário Tipo 5-
Membros da Assembleia de EscolaAnexo 7
-
Guião da EntrevistaAnexo
I -
Caracterização das EntrevistasAnexog-GrelhadecategorizaçáodasEntrevistas Anexo 10
-
Entrevista 1 Anexo 11-
Entrevista 2 Anexo 12-
Entrevista 3 Anexo 13-
Entrevista 4 Anexo 14-
Entrevista 5 Anexo 15-
Entrevista 6 263 271 273 280 281 284 285 286 288 297 300 303 306 309 312 314 317 321 325 329 333 337Anexo
16
_
Grelha
resumoda
caracterizaçãoda
informação dasentrevistas
Anexo 17
-
Análise de conteúdo às perguntas abertas do Questionário 3621
-
Pessoal DocenteAnexo 18
-
Análise de conteúdo às perguntas abertas do Questionário 3882
-
Pessoal Não DocenteAnexo 19
-
Análise de conteúdo às perguntas abertas do Questionário 3935
-
Assembleia de Escola341
Quadro 1
-
Resumo das cinco configurações de MintzbergQuadro 2
-
síntese de algumas dimensões organizacionais para acompreensãodosprocessosdedecisãoaoníveldosórgãosde
"direcção" e "gestão"
Quadro 3
-
constituiçáo do Agrupamento de Escolas Ne 5 de ÉvoraQuadro 4
-
constituição do Agrupamento de Escolas Ne 4 de ÉvoraQuadro 5
-
constituição do Agrupamento de Escolas Ne 4 de Évora/ Nede alunos, professores e funcionários
Quadro 6
-
Breve caracterização das Freguesias do Agrupamento de 96Escolas Ne 4 de Évora
Índice de Quadros
euadro 7
-
Alunos do Agrupamento de Escolas Ne4 de Évora, por ciclode ensino e escalão de acção social escolar
Quadro 11
-
Actividades extracurriculares da EB 2,3 conde de Vilalva33 17 102 116 117 92 93 94
Quadro g
-
proveniência, por freguesia, dos alunos do Agrupamento de 103Escolas Ne4 de Évora
euadro 9
-
Pessoal docente do Agrupamento de Escolas Ne4 de Évora 103Quadrol0-PessoalnãodocentedoAgrupamentodeEscolasN94de
105Évora
Quadro 13
-
Temas a desenvolver nas Escolas Básicas de 1'e ciclo Quadro 14-
Temas a desenvolver nos 2'e e 3'a ciclosQuadro 15
-
Dimensão, instrumentos e técnicas utilizadas nainvestigação
Quadro 16
-
Caracterização da Amostra em função das variáveis "Tipo" e "Género"QuadrolT-VantagenseDesvantagensdasperguntasabertase
fechadas
Quadro 18
-
Caracterização da Amostra dos inquiridos por questionário'emfunçãodouniversodosquestionáriosentreguesedevolvidos Quadro 19
-
Caract erizaçâo da amostra dos inquiridos por entrevistaQuadro 20
-
caracterização da Amostra em função das variáveis "Tipo" e "Género"Quadro 21
-
caracterização do Pessoal Docente em função dasvariáveis "Género" e "ldade"
Quadro
22
caracterização
das
entrevistadasdos
serviçosEspecializados de Apoio Educativo e do
sPo
em função das variáveis"ldade"e "Cargo"
Quadro 23
-
Caracterização do Pessoal Docente em função da variável "Tipo de Cargo"Quadro24-DistribuiçãodoPessoalDocenteporNíveldeEnsino
Quadro 25
-
Departamentos curriculares/ "Envolvo-me nos trabalhospropostos pelo Coordenador de Departamento"
Quadro 26
-
Departamentos Curriculares/ "Não sinto necessidade das reuniões de DePartamento"Quadro 27
-
Departamentos curriculares/ "As decisões de natureza pedagógica são tomadas em sede de Departamento"Quadro 28
-
Departamentos curriculares/"As reuniões deDepartamento servem apenas para cu mprir form alismos admi nistrativos"
euadro 29
-
Departamentos Curriculares/ "É em reunião de Departamento que surgem as grandes decisões pedagógicas"Quadro 30
-
Departamentos curriculares/ "Valorizo cada vez mais otrabalho colectivo (Departamento)"
117 118 138 141 143 148 148 155 155 156 156 157 159 159 159 160 160 160 xvrll
Quadro 31
-
Departamentos curriculares/ "lntervenho com frequência nasreuniõesdeDepartamentoparaapresentaromeupontodevistasobre as matérias em discussão"
Quadro 32
-
Departamentos Curriculares/ "A responsabilidade que hojetenho como
docentesinto-a
como algo
resultantede
uma
maiorautonomia de Escola"
euadro 33
-
Departamentos Curriculares/ "É nas reuniões de Departamento que mais intervenho"Quadro
g4
-
Departamentos curriculares/ "Tenhocada
vez
mais valorizadoo
meu trabalho individual,face às
exigênciasdo
contextoeducativo"
Quadro 35
-
Departamentos curriculares/ "No Departamento têm sido160 161 161 161 164 164 165 165 167
promovidas actividades
de
investigação'visando
aqualidade das práticas educativas"
Quadro36DepartamentosCurriculares/..Nas
161
melhoria
dareuniões
de
162162 Departamento tem sido promovido
o
desenvolvimento de componentescurriculares destinadas a melhorar as aprendizagens dos alunos"
Quadro 37
-
Departamentoscurriculares/
"No Departamento não setempromovidoaadopçãodemedidasdestinadasamelhoraraS
aprendizagens dos alunos"
Quadro 38
-
Assembleia de Escola/ "A Assembleia teve um papelimportante na definição do Projecto Educativo do Agrupamento"
Quadro
39
-
Assembleiade Escola/
"A
Assembleianáo tem
tido qualquer acçãono
acompanhamento do desenvolvimentodo
ProjectoEducativo"
Quadro 40
-
Assembleia de Escola/"o
desempenho da Assembleia natomada
de
decisõestem sido
sentido
positivamentepor toda
a Comunidade Educativa"Quadro 41
-
Assembleiade
Escola/ "A actividade da Assembleia nãopromoveu qualquer alteração ao quotidiano do agrupamento"
respondido às suas exPectativas"
Quadro 43
-
Conselho Pedagógico/ "A sua acção não tem sido sentida positivamente no funcionamento do Agrupamento"Quadro 44
-
conselho Pedagógico/"o
trabalho deste órgão tem-se feito sentir positivamente nos Conselhos de Turma"Quadro 45
-
Conselho Pedagogico/"A
sua acçãotem
sido sentidapositivamente na gestão pedagogica do Agrupamento"
Quadro 46
-
Conselho Pedagógico/ "o trabalho deste órgão não se temfeito sentir nos Departamentos Curriculares/ Conselho de Docentes" Quadro
47
-
Conselho Pedagógico/ "O trabalho desenvolvido neste órgão nãose
encontraem
sintonia coma
acçãoda
Assembleia deEscola"
Quadro
48
-
Conselho Pedagógico/ "O trabalho desenvolvido nesteórgão encontra-se em sintonia óom a acção do conselho Executivo" Quadro 49
-
Conselhode
Directores deTurma/
"o
desempenho doórgão tem respondido às suas expectativas"
Quadro 50
-
conselho de Directores deTurma/
"A sua acção -tem sidoúr,tiO"
positivamente no planeamento dos Conselhos de Turma"Quadro 51
-
Conselho de Directores deTurma/
"A sua acção não tem sido sentida na gestáo pedagógica dos conselhos de Turma"Quadro 52
-
Conselhode
Directores deTurma/
"o
trabalho deste trgáóúr-."
feito sentir positivamente no desempenho dos docentes"QuadroS3ConselhodeDirectoresdeTurma/"otrabalho
desenvolvioo nesie órgão não se encontra em sintonia com a acção do Conselho Pedagógico"
Quadro
54
conselho
de
Directoresde
Turma/
"o
trabalho desenvolvidoneste órgão
encontra-seem
sintoniacom
as
metas propostas no Projecto Educativo"Quadro 55
-
cOnselhode
Docentes/
"o
desempenhodo
órgáo temrespondido às suas exPectativas"
Quadro 56
-
Conselhode
Docentes/ "A sua acção tem sido sentida positivamente no planeamento das actividades dos docentes"Quadro 57
-
Conselho de Docentes/ "A Sua acção não tem sido sentidaü
gestão pedagógica da actividade dos docentes"167 167 168 168 168 168 171 171 171 172 172 172 174 175 175 xx
Quadro 58
-
Conselho deDocentes/
"O trabalho deste órgão tem-se teitó senti, positivamente no desempenho dos docentes"õuaOro SSi
-
Conselhode
Docentes/ "O trabalho desenvolvido nesteórgãonãoSeencontraemsintoniacomaacçãodoconselho
Pedagógico"Quadro 60
-
conselho deDocentes/ "o
trabalho desenvolvido neste órgão encontra-seem
sintonia comas
metas propostasno
ProjectoEducativo"
Quadro6lConselhoExecutivo/"odesempenhodoórgãotem
respondido às suas expectativas"Quadro
62
-
Conselho Executivo/"A
sua
acçãotem
sido
sentidapositivamente no planeamento do Agrupamento"
Quadro 63
-
Conselho Executivo/"o
trabalho deste órgão tem-se feitosàntir positivamente no funcionamento global do Agrupamento"'
Quadro 64
-
conselho Executivo/ "o
trabalho desenvolvido neste órgãonão se encontra em sintonia com a acção do conselho Pedagógico"
Quadro
65
-
Conselho Executivo/"A
sua
acçãotem sido
sentidapositivamente na gestão pedagógica do Agrupamento"
Quadro
66
-
conselho
Executivo/"A
sua
acçãotem
sido
sentidapositivamente no planeamento administrativo do Agrupamento"
Quadro 67
-
conselho Executivo/"o
trabalho desenvolvimento neste *Çao encontra-se em sintonia com a acção da Assembleia de Escola" Quadro 68-
serviço de PSicologia e orientaçâol"o
desempenho deste serviço tem respondido às suas expectativas"Quadro 69
-
Serviço de Psicologia e orientaçáol "A sua acção tem sid.osentida positivameàte
no
planeãmento pedágógicodos
Conselho deTurma"
Quadro
70
serviço
de
Psicologiae
orientaçãol
"o
trabalhodesenvolvido neste serriço encontra-s--e em sintonia com
a
acção dosóepartamentos curriculares/conselhos de Docentes"
Quadro
71
serviço
de
Psicologiae
orientaçãoI
"O
trabalhodesenvolvido neste
setiço
encontra-õeem
sintonia coma
acção do Conselho Pedagógico"Quadro 72
-
Serviçode
Psicologiae
orientação/ "o
trabalho desteserviço encontra-se àm sintonia com a acção do Conselho Executivo"
Quadro 73
-
Departamentode
EducaçãoEspecial/
"o
desempenho175 176 176 178 178 179 179 179 179 180 182 182 183 183 183 187
deste departamento tem respondido às suas expectativas"
Quadro 74
-
DepartamentOde
Educação Especial/ "A SUa acção tem sido sentida positivãÀànte no planeamento pedagógico dos Conselho de Turma"Quadro
75
Departamentode
Educação
Especial/"O-t]t^11:
desenvolvido neste departamento encontra-Se em sintonia com a acçao àos Departamentos curriculares/conselhos de Docentes"Quadro
76
Departamentode
Educação Especial/"o
trabalho desenvolvido neste departamento encontra-sé em sintonia com a acção do Conselho Pedagógico"Quadro 77
-
Departamentode
Educação Especial/"o
trabalho deste departamento"nóônir"-."
em
sintoniácom
a
acção
do
Conselho Executivo"Quadro
78
-
Associaçãode
Paise
Encarregadosde
Educação/"o
O.r*p.nho
desta estrútura tem respondido às suas expectativas"Quadro 79
-
Associação de Pais e Encarregados de Educação/ "A su.3acção tem sido r.niiOà positivamente no planêamento do Agrupamento"
Quadro
80
-
Associaçãode
Paise
Encarregadosde
Educação/"o
trabalho
desta
estrutura
tem-se
feito
sentir
positivamente
nofuncionamento global do Agrupamento"
Quadro 81
-
ASsOciação de Pais e Encarregados de Educação/ "4 su.a".n5o
-t",
siOo-ãeitiOa
positivamenteú
gestão
pedagógica doAgrupamento"
Quadro
82
-
Associaçãode
Paise
Encarregadosde
Educação/"o
trabalho desenvolvido nesta estrutura encontra-seem
sintonia com aacção da Assembleia de Escola"
Quadro
83
-
Associaçãode
Paise
Encarregadosde
Educação/"o
trabalho desenvolvido áesta estrutura nãose
encontra-se em sintoniacom a acção do Conselho Pedagógico"
Quadro 84
-
Associaçãode
Paise
Encarregadosde
Educação/
"o
trabalho desenvolvidohesta
estrutura encontra-seem
sintonia com aacção do Conselho Executivo"
Quadro 85
-
Pessoal nãO DOcente/"o
desempenhodo
pessoal nãodocente tem respondido às expectativas"
Quadro
g6
-
pessoalnão
Docente/
"A
sua acçãotem
sido sentidapositivamente na acção educativa"
187 188 188 188 193 193 193 194 194 194 194 197 197 xxll
Quadro 87
-
Pessoal não Docente/"o
trabalho do pessoal não docentenão se tem feito sentir positivamente na vivência diária do Agrupamenlo." Quadro 88
-
Pessoal não Docente/ "O pessoal não docente tem tidouma participação eÍicaz na Assembleia de Escola"
Quadro 89
-
Pessoal não Docente/ "A representaçãodo
pessoal nãodocente
na
RssómOteiade
Escola
contribuiu
para
um
melhordesempenho dos Auxiliares de Acção Educativa"
Quadro 90
-
Pessoal não Docente/ "A represen-taçãodo
pessoal não docentena
Assembleia contribuiu paraum
melhor desempenho dosServiços de Administração Escolar"
Quadro 91
-
Pessoal não DOcente/ "A representaçãodo
pessoal nãodocente
na
RssãmOteiade
Escola
contribuiu
para
um
melhordesempenho dos docentes"
Quadro 92
-
Pessoal não Docente/ "O pessoal não docente tem tidouma participação eÍicaz no Conselho Pedagógico"
Quadro 93
-
Pessoal nãO Docente/ "A representaçãodo
pessoal nãodocente
no
Conseifro
Pedagógico
contribuiu
para
um
melhordesempenho dos Auxiliares de Acção Educativa"
Quadro 94
-
Pessoal não Docente/ "A representaçãodo
pessoal nãoOocente
no
Co-nsef6àPedagógico
contribuiu
para
um
melhorà.."rp"nho
dos Serviços de Administração Escolar"Quadro 95
-
Pessoal não DoCente/ "A representaçãodo
pessoal nãodocente
no
Co-nseitroPedagógico
contribuiu
para
um
melhordesempenho dos docentes"
Quadro 96
-
Conselho Administrativo/ "O desempenho desta estrutura tem respondido às exPectativas"Quadro 97
-
Conselho Administrativo/ "A sua acção tem sido Sentida positivamente no planeamento pedagógico do Agrupamento"Quadro 98
-
conselho Administrativo/"o
trabalho desta estruturatem-se feito sentir positivamente no funcionamento global do Agrupamento" Quadro 99
-
Conselho Administrativo/"o
trabalho desenvolvido nesta estrutura não se óncontra em sintonia coma
acção da Assembleia de Escola"Quadro 1oo
-
conselho Administrativo/"o
trabalho desenvolvido nesta estruturanão
se
encontraem
sintoniacom
a
acção
do
conselhoPedagógico"
Quadro 101
-
conselho Administrativo/"o
trabalho desenvolvido nesta197 198 198 198 198 199 199 199 199 202 202 202 202 203 203
estrutura
não
se
encontraem
sintoniacom
a
acção
do
conselhoExecutivo"
Quadro
102-
Conselho Administrativo/ "A sua acção tem sido sentida positivamente no planeamento administrativo do Agrupamento"Quadro 103
-
Caracterização do Pessoal não Docente em função dasvariáveis "Género" e "ldade"
Quadro 104
-
PND/"O
desempenhodo
pessoalnão
docente temrespondido às exPectativas"
Quadro 105
-
PND/ "A Sua acção tem Sido Sentida positivamente naacção educativa"
Quadro lOO
-
PND/ "O trabalhodo
pessoal não docente não se tem fe[o sentir positivamente na vivência diária do Agrupamento"Quadro 107
-
PND/ "O pessoal não docente tem tido uma participaçãoeficaz na Assembleia de Escola"
Quadro 108
-
PND/"A
representação dO pessoalnão
docente na Àssembteiade
Escola contiibuiu p€lraum
melhor desempenho dosAuxiliares de Acção Educativa"
Quadro 109
-
PND/"A
representaçãodo
pessoalnão
docente naAisembleia
de
Escola contribuiupara
um
melhor desempenho dosServiços de Administração Escolar"
Quadro 110
-
PND/"A
representaçãodo
pessoalnáo
docente na ÃisemOleiade
fscôta
contiibuiupara
um
melhor desempenho dosdocentes"
Quadro 111
-
PND/ "O pessoal não docente tem tido uma participaçãoeficaz no Conselho Pedagógico"
Quadro
112-
PND/"A
representaçãodo
pessoalnão
docente no Conselho Pedagój'rco contribuiupaia um
melhor desempenho dosAuxiliares de Acção Educativa"
Quadro 113
-
PND/"A
representação dO pessoalnão
docente noõonselho
eedagójúo
contribuiupaia um
melhor desempenho dosServiços de Administração Escolar"
Quadro
114-
PND/"A
representaçãOdo
pessoalnão
docente no õànsetnonedagójúo
contribuiupaia um
melhor desempenho dosdocentes"
Quadro 115
-
caracterização dos Paise
Encarregadosde
Educaçãoem função das variáveis "Género" e "ldade"
207 203 209 209 209 210 210 210 210 211 211 211 211 214 xxlv
Quadro 116
-
Ne de anos em que são pais/encarregados de educaçãoneste AgruPamento
Quadro 117
-
Ne de pais/encarregados de educação sócios/ não sóciosda
Associação
ã;'
Pais
e
Éncarregadosde
Educação
desteAgrupamento
Quadro
118
Pais
e
E.E.I "Noto
um
aumento
significativo dapartiãipaçao
dos pais
e
encarregadosde
educaçãona
vida
doAgrupamento"
Quadro
119
Pais
e
E.E.t
"colaboro
com
o
director
de
turma/professores"
Quadro
12O-
Paise
E.E./"os
pais
e
encarregadosde
educaçãotornaram-se
mais
exigentese
críticos
face
ao
funcionamento doAgrupamento"
Quadro
121-
Paise
E.E./ .Só me interesso pela situação concreta do(s) meu (s) filho (s)"
Quadro 122
-
Pais e E.E./ "OS aSsuntos gerais do Agrupamento não me interessam"euadro
12g-
Paise
E.E./ .A direcção do Agrupamento tem garantidocondições que facilitam a minha participação"
Quadro
124-
Paise
E.E./.O
Níinistério tem garantido condições quefacititam a minha ParticiPação"
Quadro 125
-
"Pais e E.E./ "A participação dOs pais e encarregado-s de.Or.ãção tem ajudado a melhorar o funcionamento do Agrupamento"
Quadro
'126-
Paise
E.E./ "A participação dos pais e encarregados deà-r.ãção
tem Oáàã mais força a direcção para defender os interesses do AgruPamento"Quadro 127
-
Pais e E.E./ "Na qualidade de Encarregado de Educaçãovou à Escola"
Quadro
128-
Caracterização dos Directores de Turma em função das variáveis "Género" e "ldade"Quadro 12g
-
Ne de anos em que são Directores de TurmaQuadro 130
-
DT/ "Noto um aumento significativo da participação dosp";;
én."rr"g"dos
de educação na vida do agrupamento"215 215 217 217 217 218 218 218 218 219 219 219 221 220 222
Quadro
1g2-
DT/ "Os paise
encarregados de. educação tornaram-se mais exigentes e crítiõos face ao funcionãmento do agrupamento"Quadro 133
-
DT/
"os
pais
e
encarregadosde
educaçãosó
seinteressam pela situação concreta dos filhos"
Quadro 1g4
-
DT/ "Os pais e encarregados de educação interessam-se pelos assuntos gerais do agrupamento"Quadro 135
-
DT/'A
direcção do agrupamento tem garantido condições para facilitar a participação àos pais e encarregados de educação"Quadro 136
-
DT/.O
Ministério tem garantido c_ondições para facilitar a partiàipaçao dos pais e encarregados de educação"Quadro 1g7
-
DT/ "A participação dos pais e encarregados de educaçãoü,
ãiro"oo a melhoràr o funcúnamento do agrupamento"Quadro 138
-
DT/'A
participação dos pais e encarregados de educaçãotem
dado
mais
torçã
á
àirécçaopãra
defenderos
interesses doagruPamento"
Quadro 139
-
Caracterização dos Directores de Turma em função dasvariáveis "Género" e "ldade"
Quadro 140
-
MAE/ "Em gerala
Assembleia tem desempenhado um papel activo e dinamizador no processo de aplicação do novo regime deautonomia, administração e gestão"
Quadro 141
-MAE/
"O AgrupamentO dispõe agora de uma estrutura de direcção e gestão mais democrática"Quadro
142-
MAE/
"A
Assembleiatem um
papel
importante namóOifiraçao dos pàir
"
encarregados de educaçãopara participarem nas reuniões e nas eleições"
Quadro
14g-
MAE/ "O novo regime estáa
mostrar que.os órgãos dedirecção
e
gestãodo
Agrupamãntotêm
uma capacidadede
decisãomais alargada do que o anterior"
Quadro
144-
MAE/ "Entendo estas mudanças como uma prova da*ntáni.
Oo Ministérionas
capacidadese
no
profissionalismo dosprofessores"
Quadro
145
MAE/
"Há
agora
assuntosque são
resolvidos no agrupamentoe
qr"
anterior-mentetinham
que
ser
colocados
àcõnsideração da Direcção Regional"
223 223 223 224 224 224 224 226 230 230 230 230 231 231 xxvl
Quadro
146-
MAE/ "Tenho participado activamentena
Assembleiaúô;;
acredito
que
o
novo
regime contribui
para
melhorar
ofuncionamento do AgruPamento"
Quadro
147-
MAE/ "Sinto estas mudanças como u.ma imposição doúinirtério que não dá resposta às reais necessidades do agrupamento"
Quadro 148
-
MAE/ 'Temo
que
estas
mudanças impliquem maisreiponsaOilidades e trabalho, sem aS necessárias contrapartidas"
Quadro 149
-
MAE/ "Consideroo
novo regime uma cópia de modelosestrangeiros que não está adequada à realidade portuguesa"
Quadro 150
-
MAE/ "Revelo entusiasmo pelo facto do Agrupamento termais autonomia para se organizar e desenvolver oS SeuS prOjeCtOS"
Quadro
151
-
MAE/
"A
Assembleiateve um
papel
importante nadefinição do Projecto Educativo do Agrupamento"
Quadro
152-
MAE/"A
Assembleia não tem tido qualquer acção no acompanhamento do desenvolvimento do Projecto Educativo"Quadro
153-
MAH
"O
desempenhoda
Assembleiana
tomada de dôcisões tem sido sàntido positivamente pelos paise
encarregados deeducação"
Quadro
154-
MAE/"O
desempenhoda
Assembleiana
tomada de dôcisões tem sido sentido positivamente pelo pessoal não docente"Quadro
155-
MAU
"O
desempenhoda
Assembleiana
tomada de áecisões tem sido sentido positivamente pelo pessoal docente"Quadro 156
-
MAE/"A
actividadeda
Assembleia não promoveu emnada qualquer alteração ao quotidiano do Agrupamento"
Quadro
157
MAE/
"Considereque
há
assuntos
tratados
naAssembleia
de
Escolaque
deveriamser
da
competênciade
outrosórgãos"
Quadro 158
-
Assiduidade e procedimentos disciplinares,200712008Quadro 159
-
Plano de Melhoria para o Agrupamento de Escolas n'e 4de Évora
oradro
160
-
lndicadoresde
referênciae
objectivosdo
plano
demelhoria 231 231 232 232 232 232 233 233 233 233 234 234 260 264 271
Índice de Organogramas
Organograma 1
-
Agrupamento de Escolas Ne 4 de ÉvoraOrganogr
ama2-
Agrupamento de Escolas Ne 4 de Évora124
127
índice de Figuras
Figura
I
-
Cadeia de ProduçãoFigura 2
-
A estrutura conceptual da liderançaFigura 3
-
As cinco componentes básicas da organizaçáoFigura 4
-
Sistematização do Decreto-Lei ne 43189 Figura 5-
Ciclo da melhoria36 55
56
62
lnÚodução
"L'essentiel est invisibte pour les yeux"
Salnt'ExuPéry, Le Petlt Prlnce
"Na SUa eSSênCia a educação não é, cgm efeito, Senão O proçesso permanente da
realização do humano na sua realidade plena" (Patrício, 1993:19)'
Segundo Patrício, citando
o
Padre Manuel Antunes, a "Educação é uma espéciede
acção". Na sua Teoriada
Educação, M.F. Patrício diz-nos que educar significacriar,
amamentar,guiar,
alimentar. Significa tambémtirar
do
interiordo
serhumano, matéria-prima para a fabricação de si próprio'
Adaptar
o
nosso conceito à pessoa, ao Ser humano que é cada aluno enquanto inserido num determinado contexto social e cultural será o ideal na relação entre o aluno e o professor, entre quem ensina e quem aprende' ComO refere' PatríCiO "Oprocesso educativo é um processo eminentemente relacionale dinâmico"'
"
O
processo educativo pode ser informal ou formal, istoé'
efectuado por umapessoa
ou
grupode
pessoas socialmente designadaspara
isso""'
(Savater'1997..27).
No contexto
das
nossas salasde
aulas, por muito que seja difícil aprender e ensinar, é evidente que ninguém escapa a instruir e Ser instruído' tal como refereSavater.
E
importante queos
alunos adquiram aprendizagens que lhe possam permitir uma boa integração no mundo de trabalho, contribuindo para que' socialmente' sejam homense
mulheres felizese
realizados."A
escola tem que proporcionar aos seus educandos uma inteligência do mundo...proporcionando aprendizagensestruturadas
e
estruturantes" (Sebastião, 2001 :211)'Para que toda esta situaçáo ocorra de uma forma organizada
e
estruturada' é necessário pensara
escola como uma grande estrutura organizacional onde coexistem vários patamares de intervenção e gestão' Esta escolha' por Sua vez'conduz a indagações:
Por que investigar? Qual
a
importânciado
fenómenoa
ser
pesquisado? Quepessoas ou grupos beneficiarão com o resultado desta pesquisa?
Na actual conjuntura em que se pretende uma escola que obtenha cada vez mais o sucesso dos seus alunos, o presente trabalho reflecte as nossas preocupações'
relativamente às estruturas de orientação educativa. Toda esta problemática se encontra intimamente ligada
às
exigênciasde
desempenhoda
organização, àqual cada vez mais competências são exigidas'
A escola
é
uma organização aberta e flexível operacionalizando-se no seu seio todas as mudanças impostas pelo Ministério da Educação' Com uma autonomia relativa,a
escola
adapta-seàs
exigênciasdas
várias
ideologias político-governativase
operacionaliza-as, enquadrando-se juridicamentenos
inúmerosnormativos que vão chegando. A escola dos nossos dias depara-se com inúmeras
situações
e
nem
Sempre
aS
soluções
estão
orientadas
de
forma
acorresponderem às constantes mudanças'
Quase Sempre capazes de acompanhar reformas não avaliadas'
a
escolae
os professores adaptam-se, readaptam-se e asseguram oS objectivos propostos' sebem que por caminhos esforçados, muitas vezes não conseguidos'
Desta forma foram equacionados
o
problemae a
perguntade
partida' Neste contexto, emergiuo
objectivo gerale
os
objectivos desta pesquisa' Tendo em conta tudo o atrás referido, os próximos parágrafos revelam as motivações e as opções metodológicas do presente estudo'A
escolhado
tema
"Contributosdas
Estruturasde
Orientação Educativa na Gestãoe
Administração Escolar-
Estudo Exploratóriono
Agrupamento deEscolaS n.e 4
de
Évora" foi influenciada por aspectos pessoais' tendo em conta queaolongodaminhavidaprofissional,desempenheivárioscargosdegestãodetopo
e
de
gestão intermédia, tendo-me Sempre confrontado'ao
longo dessa experiência acumulada, com a forma como eSSeS cargos são desempenhados e como eSSeS gestores são vistos pelos seus colaboradores' Frende-se tambémcom
a
actualidadedo
mesmoe
a
preocupaçãode
compreendere
melhorar o funcionamento dos vários patamares de gestão do Agrupamento de Escolas n'e 4 de Evora onde exerço o cargo de Presidente do conselho Executivo, cargo esseque me dá uma preocupação acrescida de contribuir para a construção de uma
escola de excelência.
Face
a
esta
situação, liderar eficazmenteé
um
processoque
exige aplicar continuamentea
técnicade
coaching,a
fim de
conseguira
adesão para esteuma
nova conjunturaterá que ser
pensada,de
Íorma
a
serem criadas as condições necessárias para uma escola quedê
resposta aos seus principaisactores: alunos, encarregados de educação, pais, pessoaldocente e não docente'
E
nossa intenção,com
o
presente trabalho, Íazeruma
abordagemà
gestão intermédia através da opinião dos diferentes órgãos do agrupamentoe
restantecomunidade educativa:
departamentoscurriculares,
direcções
de
turma'conselhos
de
docentesdo
pré-escolare
do
1.eciclo,
conselho pedagógico' assembleiade
escola, conselho executivo, serviços especializadosde
apoio educativo. Paratal,
auscultaremos, professores, encarregadosde
educação efuncionários.
primeiramente, iremos proceder
à
caracte rizaçáodo
agrupamento enquantoorganização, com a sua divisão de tarefas, distribuição e inter-relaçáo de
papéis e
sistema
de
autoridade. Este conhecimentoda
organização' segundo Mintzberg (2004), passapela
compreensãodos
seus mecanismosde
coordenação' dagestão intermédia, centro de operações do funcionamento da organização'
As linhas pedagógicas orientadoras das escolas, neste caso' os departamentos
curriculares
e
os
respectivos
coordenadores,constituem
a
base
queconsideramos
de
vital
importânciapara
que
uma
escolase
implemente na comunidadeonde
se
insere
e
seja
respeitadapelas suas
dinâmicas ecompetência.
sem uma gestão intermédia com espírito de liderança, capaz de levar a efeito o processo de coaching, que permite o envolvimento de todos no mesmo objectivo' tal será, em nosso entender, completamente impossível'
Parece-nosqueumaorganizaçáosetornamaisricaatravésdodesenvolvimento destas sinergias,
de
uma articulação clara entre as hierarquiase
as bases'os
grupos são constituídos, como sabemos, por indivíduos que interagem entre si e que,só
com
a
capacidadede se
unirem num objectivo comum, conseguem descobrir soluções novas,"as
pessoasretiram
satisfaçãodo
seu trabalho; otrabathador
tem
iniciativa desde queno
tocat de trabalho este princípio não seia dificuttado;as
pessoas
têm
capacidadede
autocontrole;o
trabalhadoré
responsável
e
criativo;as
pessoas
gostamdos
desafios;o
trabalhador temcapacidade de se autodirigir,,(Firmino, M.2007:19, cit. Chiaveneto, 1999:482).
De uma forma geral, este trabalho incorpora duas partes distintas, mas ao mesmo tempo complementares. A primeira parte considera o enquadramento teórico e é constituída por três capítulos. A segunda parte corresponde ao estudo empírico e
é constituída também por três capítulos'
No
primeirocapítulo
"A
Escota segundoa
perspectivade
Mintzberg" -abordamos as estruturas da organização escolae
as configurações estruturais'bem cOmO duas das suas configurações, que, em nosso entender, mais têm a ver
com o objecto do nosso estudo: a Burocracia Profissional e a Adhocracia'
No segundo capítulo
-
"As organizações e as Estruturas de Gestão"- começamospor apresentar a Organização versus Organização escolar, o Seu funcionamento
e
mecanismosde
coordenaçãoque
utiliza,no
casoem
estudo' através dos patamaresde
gestáo
intermédia; abordamosas
estruturasde
orientação educativa na gestão escolar, face ao Decreto-Lei n.e 115-A/98 Com as alteraçõeS dadas pela Lei n.e 24199, conjugado como
Decreto Regulamentar n'e 10/99' eface
ao
Decreto-Lei 75l2OOg. Analisamos tambéma
gestão intermédia como factor de mudança, importante para o desenvolvimento de cadeias que permitem que as organizações possam funcionar capazmente e ainda sobre autonomia das escolas. Por Último, reflectimos sobre a avaliação da escola numa perspectiva demudança e também como garantia de qualidade educativa.
No
terceiroe
último capítulodo
estudo teórico-
"Estrttturasde
Gestão noAgrupamento
de
Escolas n.e 4" - começamos por caracterizar O Agrupamento e asua
áreade
abrangência,ao
níveldos
recursos humanose
do
seu
projecto educativo. Neste capítulo, debruçamo-nos também sobrea
organização e gestãodo
Agrupamentoao
níveldos
órgãosde
gestãoe
estruturasde
orientação educativa e a sua articulação de acordo com o Decreto-Lei n'e 115-fu98' de 4 de Maioe
de
acordo como
Decreto-Lei n.e 7512008,de
22de
Abril' Abordamostambém a gestão pedagógica, a ligação à comunidade, e a participação dos pais e encarregados de educação na vida do Agrupamento'
No quarto capítulo damos início ao estudo empírico
-
apresentamos as opções metodológicase
procedimentos adoptados,no
âmbitodos
"Contributos dasEstruturas
de
orientação Educativana
Gestão e Administração Escolar" - EstudoExploratório no Agrupamento
de
Escolas n.e4
de
Évora"' Começamos por umenquadramento geral
do
estudoe
Sua importância, preocupamo-nos com oS cuidadoséticos
e
deontológicosa
ter
com
o
nosso
estudo, apresentamos objectivose
hipóteses, caracterizamos a amostra, descrevemos oS instrumentos que foram desenvolvidos/adaptados no âmbito desta investigação e explicamos o procedimento geral da recolha de dadose
do seu tratamento estatístico, numaperspectiva
qualitativa/quantitativa,descrevemos
os
passos
que
nos acompanharam ao longo do trabalho empírico'No quinto capítulo
-
"Análisee
Discussãodos
Resultados", apresentamos as conclusõesobtidas
na
análise
do
conjunto
dos
dados
(resultados dosquestionários
e
entrevistas), estabelecemosaS
relações
que
pensamos contribuírempara
um
melhor
conhecimentodas
estruturasde
orientação educativa em estudo, identificamos aos pontos fracos e fortes das estruturas emestudo.
No sexto capítulo
-
por fim, no sexto capítulo, "Conclusões e Áreas Potenciais deMelhoria,, pensámos a globalidade do trabalho ao nível crítico da investigação e
do investigador; deixamos recomendações e sugestões que podem vir no futuro a potenciar futuras investigações e áreas potenciais de melhoria, formulando uma proposta
de
um
futuro
Plano
de
Melhoriacomo
contributoda
presenteinvestigação para o Agrupamento de Escolas n'e 4 de Évora'
Capítulo
l-
A Escola Segundo a Perspectiva de Mintzberg
1. A Escola Segundo a Perspecüva de Mintzberg
1.1. A Estrutura da organização escola segundo Mintzberg
um dos principais estudiosos organizacionais é Mintzberg.
Este autor relaciona as diferentes componentes básicas, como elas se relacionam e que mecanismos de coordenação são utilizados, sendo dos especialistas que se debruçam sobre as organizações, aquele que, em nosso entender, mais pode contribuir para compreender a escola enquanto organização.
Para Mintzberg (2004), toda
a
actividade humana organizada dá origem a duas exigências fundamentaise
opostas, exigências que nos parecem enquadrar-Se perfeitamente na organização escolar a divisão do trabalho em várias tarefas e a coordenaçãodas
mesmasao
nÍvel
da
sua
execução. Evidenciaa
relação existente entre a estrutura e a sua forma de funcionamento, "estabelecendo trêsgrandes dimensões:
as
componentes básicas da organização, os mecanismos de coordenaçãoe
os sisÍemas de fluxo que, coniuntamente com os parâmetros deconcepção
e os
factoresde
contingências, determinamo
aparecimento dasco nf i g u raçõ e s e str uturais " (Antu n es, 2007 :49)'
Na escola, devido à profusão de estruturas e cargos, proveniente da diversidade legislativa,
e
numa linhade
especialização horizontale
vertical,a
divisão do trabalho em tarefasé
realizada através dos departamentos curricularese,
em seguida,é
assegurada pela coordenação, de formaa
que sejam realizadas asactividades
propostas,
papel
esse
feito
pelos
coordenadores
dessesdepartamentos, oS quais, através
de
competências próprias normalizadas noregulamento
interno
da
organização, coordenam
aS
actividades/tarefasespecíficas.
A
coordenaçãoé
uma tarefa difícil, sendo necessário utilizar váriosmeios "os mecanismos de coordenação"'
Através da descentralização,
a
organizaçáo escola tenta encontrar as soluções mais atempadas paraa
resoluçãode
problemas, dando poderaos
gestores intermédios. Procura-Se que estes sintam mais a escola, e funcionem como motorde
arranquepara
novas estratégias, uNâ descentralização selectiva,o
podersobre
os
diferente.s trposde
decisões reside em pontos diferentes da organização"(Mintzberg, 2004: 21 4).
Em Antunes (2007:51, cit. Hutmacher, 1995:71), é referido que a coordenação do
estandardizaçáo, apresentados
por
ordemde
importância:a
formação inicial, certificadapor um
diplomaque
confirmaa
cada
um
as
competências para ensinar; a prescrição dos desempenhos esperados (programa, planos de estudo)' uma multitude de procedimentos de trabalho herdados da tradição,e
raramentepostos
em
cauSa,entre aS quais aS
configurações estruturaisda
escola (conselhosde
turma,
a
organizaçãoe a
diferenciaçãodos
espaços,
o agrupamentode
alunos, por turmas atravésde
anosde
escolaridade, níveis eopções, as regras da escola, as práticas de ensino e tantos outros elementos que
constituem o funcionamento "normal" e familiar do quotidiano escolar).
Mintzberg diz-nos que são suficientes cinco mecanismos de coordenação para explicar o modo de funcionamento das organizações, são eles:
O
ajustamento
mútuo,
o
qual gere
a
coordenaçãodo
trabalho através de processos informais, tal como acontece na escola, aquando de transmissão deconhecimentos informais de entreajuda, que se vão elaborando
à
medida que o trabalho progride.A
supervisão
directa, onde
iá
existe
um
mecanismode
controlo,
deresponsabilização
pelo
trabalhodo
outro.
Podemos referenciaraqui
alguns patamares de gestãoda
escola, nomeadamente ao nível do director de turma,cuja tarefa
enquanto
competênciafuncional
é
reguladorados
trabalhosdesenvolvidos pelos docentes pertencentes ao conselho de turma'
A estandardização: em que cada qual já tem um trabalho pré-determinado, sem
necessidade
de
regulação.A
globalidadedos
docentes desenvolve aS Suas tarefas normalmente, visto as mesmas já estarem previamente estabelecidas.A
estanda rdizaçáodos
processos de trabatho surge quandoo
conteúdo do trabalho pode ser programado. Na escola, como em qualquer empresa, cada qualgere o seu trabalho de acordo com um plano ou planificação prévia'
A
estandardizaçãodos
resultados
ocorre quandoo
trabalhoé
devidamente planificadoe
tornado objectivo; criam-se metasque
São cumpridassem
sernecessário qualquer tipo de coordenação, visto que tudo está já pré-determinado'
A
estandardizaçãodas
quatiÍicações
em que
a
formação/qualificação dos colaboradores que exercem a sua profissão na empresa ou na escola assegura aessência da coordenação.
Parece, assim, necessário que, nas organizações,