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7 UE Ferramentas SGA: FMEA. Disciplina: Gestão Ambiental Faculdade Pitágoras Prof.a Viviane Maio

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(1)

7 UE – Ferramentas SGA: FMEA.

Disciplina: Gestão Ambiental Faculdade Pitágoras

(2)

FMEA (Failure Mode and Effects Analysis)

Análise de Modo e Efeitos de Falha

É um processo sistemático para avaliação dos

modos de falhas e causas associadas ao processo

ou projeto de um produto ou sistema.

FMEA pode ser resumida nos seguintes tópicos:

1 – Identificação das falhas potenciais.

2 – Determinação dos efeitos potenciais.

3 – Determinação das causas potenciais.

4 – Implantação de ação corretiva.

(3)

FMEA – Failure Mode and Effects Analysis

DEFINIÇÃO GERAL:

• MODO é a “Forma ou maneira de ser ou manifestar-se uma coisa”; “Maneira ou forma particular de fazer as coisas, ou de falar”; “Maneira de conseguir as coisas; meio, via”.

• FALHA: “Defeito”, “Desarranjo, enguiço” ou “ato ou efeito de falhar”, sendo que FALHAR está descrito como “Não dar o resultado desejado, não ser como se esperava”.

• EFEITO: “Resultado produzido por uma ação ou um agente, denominados causa em relação a esse resultado”, “conseqüência, resultado”, “fim, destino” (MICHAELIS, 2000).

(4)

FMEA – Failure Mode and Effects Analysis

Desta forma, pode-se então começar a

definir MODO DE FALHA como sendo: “a

forma do defeito”, “maneira na qual o

defeito se apresenta”, “maneira com que

o item falha ou deixa de apresentar o

resultado desejado ou esperado”, “é um

estado anormal de trabalho, a maneira

que o componente em estudo deixa de

executar a sua função ou desobedece as

especificações”.

(5)

FMEA – Failure Mode and Effects Analysis

 Ferramenta preventiva

 Evita a ocorrência de falhas no projeto

e/ou processo

 Através da análise das falhas

potencias e propostas de ações de

melhoria

 Tem o objetivo de detectar falhas antes

que se produza uma peça e/ou produto

(6)

 É uma técnica para assegurar que todas as

possíveis falhas de um processo ou sistema, foram

consideradas e analisadas, objetivando sua

eliminação, com ações corretivas recomendadas,

antes do início da produção

 Porquê o FMEA?

 O FMEA, se feito previamente, permite

eliminar as possíveis causas das possíveis falhas

 Desta maneira será reduzido o defeito do

produto, sistema ou processo, melhorando

assim a confiabilidade

(7)

Benefícios do FMEA

 Redução de falhas no desenvolvimento, na produção e utilização do produto

 Prevenção aos invés de detecção

 Redução de tempo e custo no desenvolvimento de produtos  Fonte de dados para critérios de manutenção

 Critério para planejamento e aplicação de inspeções de ensaios  Reduzir número de “recall”

 Integração entre os departamentos envolvidos

 Documentação do “know how” que a empresa tem do produto e sua fabricação

(8)

Tipos de FMEA:

O FMEA deve ser utilizado em todas as etapas de projeto e construção de um determinado produto ou sistema (projeto, produção, experimentação, equipamentos e utilização)

 FMEA de sistema

 FMEA de projeto

 FMEA de processo

 FMEA de logística

 FMEA de segurança

(9)

Tipos de FMEA

FMEA de projeto

é uma metodologia disciplinada

para analisar e documentar o processo de

desenvolvimento de produto, realizada pela

equipe de desenvolvimento do projeto.

FMEA de processo

o foco do processo de

desenvolvimento é na eliminação de causas de

variação para obter consistência na execução do

processo.

(10)

Formação do grupo de trabalho:

O grupo de trabalho deve ser constituído por especialistas diretamente envolvidos no projeto ou no processo

O grupo de trabalho deverá ser formado por 4 à 7 pessoas escolhidas dentre às áreas interessadas

Elementos Chave no Grupo de Trabalho:

_Desenvolvimento ou Projeto do Produto ou Sistema _Processo e Métodos

_Qualidade _Produção

Obs.: A falta de qualquer um dos elementos acima pode comprometer significativamente o desenvolvimento dos trabalhos e a elaboração do FMEA

Todo Grupo de Trabalho para o desenvolvimento de um FMEA deverá ter um líder ou coordenador, para melhor desenvolvimento dos trabalhos

(11)

Definição do assunto:

O coordenador e o grupo de trabalho devem definir objetivamente o título e o assunto do FMEA

Deve ser especificado o tipo do FMEA (Projeto, Processo, Sietema, Logística, Segurança). A importância da definição e da descrição, deve-se à necessidade de identificar o âmbito e a finalidade do trabalho

Função Atribuições

Coordenador Pessoa responsável pelo evento

Líder/Moderador Pessoa que detém conhecimento da técnica de FMEA e os métodos para a sua condução

Participantes Pessoas que estão ou não ligadas ao evento, mas que

detém informações e experiência em sistemas similares

Convidados Pessoas com conhecimento específicos que poderão vir

a ser convocados pelo coordenador, para participar de determinadas etapas do FMEA

(12)

Etapas do desenvolvimento do FMEA

COORDENADOR EQUIPE MULTIFUNCIONAL Descrição do Sistema Análise Funcional Análise de Falhas Análise do Risco Ações Corretivas e Preventivas

(13)

 Iniciando o FMEA

 Para desenvolvimento do FMEA, é recomendável um formulário para Registro das informações coletadas durante as diversas etapas do FMEA

 Este formulário deverá registrar algumas informações básicas, que ajudarão num melhor gerenciamento de atividades futuras

FMEA Nº

 Número seqüencial do FMEA DATA DA ELABORAÇÃO

 Indicar a data do início da elaboração do FMEA DESCRIÇÃO DO PRODUTO / PROCESSO

 Descrição do produto ou processo que está sendo analisado Obs.: a descrição do produto deve ser a mesma constante no desenho

(14)

CÓDIGO DO PRODUTO

 Indicar o código do produto APLICAÇÃO/CLIENTE

 Indicar o código do conjunto final, nome do produto e cliente FUNÇÃO DO PRODUTO/PROCESSO

 Descrever de forma resumida a função do produto ou processo COORDENADOR/PATICIPANTES (Nome e Área)

 Indicar o nome e a área do FMEA DATA DA REVISÃO

 Indicar as datas em que foram efetuadas revisões do FMEA RESPONSÁVEL

 Indicar o responsável pela revisão do FMEA

(15)

Vanessa Fortes Aula 16 15 FMEA de Processo FMEA nº 0011 Pag 01 de 01

Produto: Revestimento de embreagem Código: CH6613l Responsável: Aplicação: Embreagens Cliente: VALEO Coordenador:

Data FMEA (início) / / Data chave / / Revisão: Data / / Grupo de Trabalho: _______________________________________________ Processo Função Modo de Falha Efeitos da Falha Se ve rid ad e Causas da Falha O co rrê nc ia Meios e Métodos de Controles D et ec çã o N PR Ações Recomend adas Pesp. Prazo Ação Tomada Se ve rid ad e O co rrê nc ia D et ec çã o N PR

Indicar o Produto, Código, -Aplicação e Cliente

GRUPO DE TRABALHO Responsável pelo desenvolvimento

E elaboração do FMEA

DATA CHAVE

-Prazo para conclusão do FMEA

Responsável pelo Processo

-Indicar o módulo, departamento, Engenheiro ou técnico. -Coordenador do desenvolvimento

do FMEA

FMEA Nº utilizado para Identificação e rastrabeilidade do FMEA Indicar: -Data de início -Nº da revisão -Data da revisão.

(16)

 DESCRIÇÃO DO PROCESSO

 Descrição resumida do processo que esta sendo analisado

 Para melhor identificação, pode-se numerar as operações de acordo com a folha de processo do produto ou de produtos semelhantes, identificando o código do produto adotado como referência

 O QUE É O PROCESSO?

 É uma série de tarefas inter-relacionadas que, quando executadas produzem os resultados esperados

 OBJETIVO DO PROCESSO

 Fornecer ao cliente interno um trabalho de qualidade superior, de modo que o cliente externo receba um produto ou serviço de alta qualidade, no menor prazo e ao mais baixo custo

(17)

FMEA – PROCESSO

FMEA de processo é usado por engenheiros e técnicos durante o desenvolvimento de um processo, para assegurar que todas as falhas em potencial e suas respectivas causas sejam analisadas e tomadas as ações preventivas necessárias.

Objetivo

Identificar ao longo do fluxo/processo produtivo, os riscos de falhas que um produto possa apresentar devido ao seu

processo

O FMEA DE PROCESSO ASSUME QUE O PRODUTO, COMO PROJETADO, ATINGIRÁ OS REQUSITOS DO PROJETO

(18)

A FMEA consiste de um procedimento indutivo e que tem como principais objetivos:

A priorização dos riscos envolvidos;

A identificação das falhas em potencial ou formas de mal funcionamento de cada componente da função, produto ou processo, como objeto de análise;

A determinação de suas consequências, efeitos ou riscos envolvidos;

A avaliação de ações corretivas que eliminem as causas ou reduzam os efeitos dessas falhas ou formas de mal funcionamento;

A documentação do processo de análise.

(19)

Modo de Falha Efeito Severidade Ocorrência Detecção causa causa 1 2 3

Esquematicamente

(20)

1. Define Processo 9. Calcula NPR Prioriza 10. Toma Ações Corretivas 8. Determina Detecção 6. Estima Ocorrência 5. Identifica Causa 3. Avalia Efeitos 2. Identifica Modo de Falha 7. Identifica Método de Controle

Fluxo de execução da FMEA

4. Determina Severidade

(21)

Etapas para aplicação da FMEA

• Descrever o produto e seu projeto ou o processo e suas operações.

• Identificar o propósito ou função de cada componente ou operação.

• Usar diagramas funcionais (blocos), desenhos de projetos, fluxogramas e outras técnicas gráficas.

• Incluir cada elemento significante que é provável de falhar.

1. Definir processo: funções e características do produto/processo

(22)

Etapas para aplicação da FMEA

2. Identificar Modos de Falhas em Potencial

Fase em que o grupo de trabalho discute e

preenche o formulário FMEA de acordo com os

passos abaixo:

1. tipos de falhas potenciais para cada função.

2. efeitos do tipo de falha.

3. causas possíveis da falha.

4. controles atuais.

(23)

2.1 Tipos de falhas potenciais para cada função

O modo de falha é uma demonstração de

não-desempenho ou não-conformidade com a

especificação de projeto/processo.

Questões a serem respondidas são:

– Como o processo pode falhar em alcançar as especificações.

– Estando fora das especificações, o que o cliente poderia encontrar que seria sujeito a objeções.

(24)

Etapas para aplicação da FMEA

• Avaliar o efeito do modo de falha para o

cliente.

• O cliente pode ser a próxima operação,

operações subsequentes, o usuário final ou o

vendedor.

• Indicar o que o cliente poderia perceber por

observação ou experimentar.

(25)

Etapas para aplicação da FMEA

2.3 Determinar a severidade (S)

Uma avaliação da gravidade do efeito do modo de falha para o cliente.

Estimado em uma escala de 1 a 10. Avaliado quanto a:

– segurança;

– extensão do dano, ou

– quantia de perda econômica.

Redução: somente através de alteração de projeto

(26)

Índice de Severidade do

Efeito

Efeito

Critério: Severidade do Efeito

Es ta clas s ificação é o res ultado de quando um m odo de falha potencial res ulta em um defeito no

cliente final e/ou na planta de

m anufatura/m ontagem . O cliente final deveria s er s em pre cons ultado.

Critério: Severidade do Efeito

Es ta clas s ificação é o res ultado de quando um m odo de falha potencial res ulta em um defeito no

cliente final e/ou na planta de

m anufatura/m ontagem . O cliente final deveria s er s em pre cons ultado.

Índice de Severi dade Perigos o s em avis o prévio

Índice de s everidade m uito alto quando o m odo de falha potencial afeta a s egurança na operação do veículo e/ou envolve não-conform idade com a legis lação governam ental s em avis o prévio.

Ou pode pôr em perigo o operador (m áquina ou

m ontagem ) s em avis o prévio. 10 Perigos o

com avis o prévio

Índice de s everidade m uito alto quando o m odo de falha potencial afeta a s egurança na operação do veículo e/ou envolve não-conform idade com a legis lação governam ental com avis o prévio.

Ou pode pôr em perigo o operador (m áquina ou

m ontagem ) com avis o prévio. 9

Muito alto Veículo/Item inoperável (perda das funções prim árias ).

Ou 100% dos produtos podem ter que s er s ucateados , ou o veículo/item reparado no departam ento de reparo com um tem po de reparo m aior que um a hora.

8

Alto Veículo/Item operável, m as com níveis de des em penho reduzido. Cliente m uito ins atis feito.

Ou os produtos podem ter que s er s elecionados e um a parte (m enor que 100%) s ucateada, ou o veículo/item reparado no departam ento de reparo com um tem po de reparo entre 0,5 hora e 1 hora.

7

Moderado

Veículo/item operável, m as item (s ) de Conforto/Conveniência inoperável(is ). Cliente ins atis feito.

Ou um a parte (m enor que 100%) dos produtos podem ter que s er s ucateados s em s eleção, ou o veículo/item reparado no departam ento de reparo com um tem po de reparo m enor que 0,5 hora.

6

Baixo

Veículo/item operável, m as item (s ) de

Conforto/Conveniência operável(is ) com níveis de des em penho reduzidos .

Ou 100% dos produtos podem ter que s er retrabalhados , ou veículo/item reparado fora da linha m as não vai para o departam ento de reparo.

5 Muito

baixo

Itens de Ajus te, Acabam ento/Chiado e Barulho não-conform es . Defeito notado pela m aioria dos clientes (m ais que 75%).

Ou os produtos podem ter que s er s elecionados , s em s ucateam ento, e um a parte (m enor que 100%) s er retrabalhada.

4 Menor

Itens de ajus te, Acabam ento/Chiado e Barulho não-conform es . Defeito evidenciado por 50% dos clientes .

Ou um a parte (m enor que 100%) dos produtos podem ter que s er retrabalhados , s em

s ucateam ento, na linha m as fora da es tação.

3 Muito

m enor

Itens de Ajus te, Acabam ento/Chiado e Barulho não-conform es . Defeito evidenciado por clientes acurados (m enos que 25%).

Ou um a parte (m enor que 100%) dos produtos podem ter que s er retrabalhados , s em

s ucateam ento, na linha e dentro da es tação.

2 Nenhum Sem efeito identificado. Ou pequena inconveniência no operador ou na

operação, ou s em efeito. 1

(27)

Etapas para aplicação da FMEA

2.4 Identificar as causas possíveis da falha

• Identificar como a falha pode ocorrer

• Colocar em termos de algo que possa ser

corrigido.

• Tentar estabelecer uma lista exaustiva.

• Análises adicionais podem ser necessárias

para isolar a causa.

(28)

Etapas para Aplicação da FMEA

3. Estimar a probabilidade de ocorrência (O)

Ocorrência refere-se à probabilidade com que uma causa ou modo de falha venha a ocorrer.

• Estimado em uma escala de 1 a 10.

• Análises estatísticas podem ser utilizadas se dados históricos estiverem disponíveis.

• Análises estimadas subjetivamente.

Redução: prevenindo/controlando causas do modo de falha, através de alteração de projeto ou processo.

(29)

Probabilidade de Falha Taxas de falha possíveis Índice de Ocorrência

Muito Alta: Falhas Persistentes ³ 100 por mil peças 10

50 por mil peças 9

Alta: Falhas freqüentes 20 por mil peças 8

10 por mil peças 7

Moderada: Falhas ocasionais 5 por mil peças 6

2 por mil peças 5

1 por mil peças 4

Baixa: Relativamente poucas falhas 0,5 por mil peças 3

0,1 por mil peças 2

Remota: Falha é improvável £ 0,01 por mil peças 1

Fonte: QS-9000 FMEA - AIAG

(30)

Etapas para Aplicação da FMEA

4. Identificar os métodos de controle

Prevenção:

deve prevenir a ocorrência da

causa/ modo de falha ou reduzir sua

ocorrência

Detecção:

deve detectar a causa/modo de

falha por métodos analíticos ou físicos, antes

do item ser liberado para produção.

(31)

Etapas para Aplicação da FMEA

5. Determinar a detecção de um defeito (D)

• A probabilidade que os controles correntes do processo irão detectar o modo de falha antes que uma peça ou componente deixe o processo.

• Assume que a falha ocorreu, e então avalia a probabilidade que o produto continue defeituoso no próximo estágio.

• Ordenar na escala de 1 (quase certamente detectável) a 10 (não há maneira de detectar a falha).

Redução: melhorando o planejamento do controle de projeto (atividades de validação/verificação).

(32)

Índice de Detecção Causa/Falha

potencial

Fonte: QS-9000 FMEA - AIAG

Tipos de Inspeção: A. Prova de Erro B. Medição C. Inspeção Manual A B C Quase impossível

Certeza absoluta da não

detecção. x Não pode detectar ou não é verificado. 10 Muito

remota

Controles provavelmente

não irão detectar. x

Controle é alcançado somente com

verificação aleatória ou indireta. 9 Remota Controles têm pouca

chance de detecção. x

Controle é alcançado somente com

inspeção visual. 8

Muito BaixaControles têm pouca

chance de detecção. x

Controle é alcançado somente com dupla

inspeção visual. 7

Baixa Controles podem

detectar. x x

Controle é alcançado com métodos gráficos, tais como CEP (Controle Estatístico do Processo).

6

Moderada Controles podem

detectar. x

Controle é baseado em medições por variáveis depois que as peças deixam a estação, ou em medições do tipo passa/não-passa feitas em 100% das peças depois que deixam a estação.

5

Moderadam ente alta

Controles têm boas

chances para detectar. x x

Detecção de erros em operações subseqüentes, OU medições feitas na preparação de máquina e na verificação da primeira peça (somente para casos de preparação de máquina).

4

Alta Controles têm boas

chances para detectar. x x

Detecção de erros na estação, ou em operações subseqüentes por múltiplos níveis de aceitação: fornecer, selecionar, instalar, verificar. Não pode aceitar peça discrepante.

3

Muito alta Controles quase

certamente detectarão. x x

Detecção de erros na estação (medição automática com dispositivo de parada automática). Não pode passar peça discrepante. 2 Quase certamente Controles certamente detectarão. x

Peças discrepantes não podem ser feitas porque o item foi feito a prova de erros pelo projeto do processo/produto.

1

Critério Faixas Sugeridas dos Métodos de

Detecção

Detecção Índice de

Detecção Tipos de

(33)

NPR = (S) x (O) x (D)

Etapas para Aplicação da FMEA

6. Calcular o número de prioridade de

risco (NPR)

É o produto de Severidade (S), Probabilidade de Ocorrência (O) e Detecção de um defeito (D).

A amplitude é de 1 a 1000 com o maior número sendo o modo de falha mais crítico.

(34)

NPR = índice de severidade * índice de

ocorrência * índice de detecção

NPR: Número de Prioridade de

Risco

(35)

Ações Recomendadas

Quando a severidade for 9 ou 10, desconsidera-se o NPR e assegura-se que o risco seja abordado através dos controles de projeto ou ações corretivas/preventivas. Só então deve-se abordar outros modos de falha, com a intenção de reduzir a severidade, a ocorrência e a detecção, nesta ordem.

Podem reduzir os índices de:

Severidade => revisão do projeto.

Ocorrência => remoção ou controle de uma ou mais

causas/mecanismos do modo de falha, através de revisão de projeto.

Detecção => aumento no número de ações de

validação/verificação do projeto (ação indesejável, pois não aborda severidade e ocorrência).

(36)

Aplicação da FMEA no SGA

• Um risco é a avaliação de um perigo associando a probabilidade de ocorrência de um evento indesejável (incidente ou acidente) e a gravidade de suas consequências.

• Em qualquer processo sempre haverá riscos ambientais que são óbvios, tanto pela natureza do processo, quanto pelos produtos envolvidos.

• Por exemplo, o manuseio de líquidos inflamáveis, tem um aspecto ambiental associado como a possibilidade de um derrame acidental que leva a um impacto de contaminação do solo e/ou da água. • Porém, nem todos os riscos ambientais são

(37)

• A seguir são descritos os passos da

sistemática de utilização do FMEA no SGA:

• 1. Definição da equipe responsável.

– Uma vez que os riscos se apresentam sob várias formas e em várias atividades distintas, é importante que a análise seja feita a partir do debate multidisciplinar com profissionais das diversas áreas do conhecimento.

(38)

• 2. Definição dos itens do SGA que serão

considerados.

– O objetivo a ser alcançado deve ser conhecido.

• 3. Preparação prévia para coleta de dados.

– Antes de coletar os dados, é aconselhável a elaboração de uma listagem ampla, embora não exaustiva, dos elementos que podem auxiliar a organização na identificação de seus aspectos ambientais.

(39)

• 4. Pré-filtragem dos aspectos ambientais

considerados.

– Ao identificar os aspectos ambientais é importante que a organização realize análises críticas, de modo a estabelecer um pré-filtro para assegurar sensatez.

– No que se refere aos aspectos ambientais indiretos e potenciais. Como por exemplo o caso de riscos que estão fora do controle da empresa, como os riscos de força maior (terremotos, furacões, tempestades, etc.).

(40)

• 5. Identificação do processo/função a ser

analisado.

– Na primeira coluna do formulário do FMEA é descrito o processo/função onde serão analisados os riscos ambientais.

• 6. Identificação dos aspectos e impactos

ambientais.

– A segunda e terceira colunas do formulário são preenchidas com o aspecto e o impacto ambiental associados ao processo descrito na primeira coluna.

(41)

• 7. Identificação das causas das falhas.

– A quinta coluna do formulário é preenchida com a causa potencial da falha, descrita em termos de algo que possa ser corrigido ou controlado.

• 8. Identificação dos controles atuais de

detecção das falhas ou causas.

– A sétima coluna do formulário corresponde aos controles atuais do processo/função, que são descrições dos modos de falha que podem ser detectados ou prevenidos.

(42)

• 9. Determinação dos índices de criticidade.

– Correspondem às colunas 4, 6, 8 e 9 do formulário do FMEA. A determinação desses índices segue os seguintes critérios:

• Gravidade do impacto • Ocorrência da causa • Grau de Detecção

• Índice de Risco Ambiental

• Conforme tabelas a seguir.

(43)
(44)
(45)
(46)

• Índice de Risco Ambiental: este índice é

obtido pela simples multiplicação dos

valores estimados para cada um dos três

índices anteriores, fornecendo uma escala

hierarquizada da relevância de cada

produto/processo/função

analisados,

variando entre 1 a 1000.

(47)

• 10. Análise dos riscos ambientais e plano de

ações.

– A norma NBR ISO 14001 não define as metodologias a serem utilizadas para a

identificação e tomada de ações corretivas, somente determina que estas ações sejam adequadas à magnitude e características do problema em questão.

(48)

• 11. Revisão do plano de ação.

– O objetivo do plano de ação é reduzir o Índice de Risco Ambiental (IRA). Na coluna 12, consta uma breve descrição das ações realizadas. As ações, cujo resultado seja julgado ineficaz, devem ser submetidas a novo exame e reiniciadas, conforme a sua priorização.

• 12. Revisão do FMEA sempre que necessário.

– A reavaliação do produto/processo/função para os quais foram sugeridas ações, deve ser contínua. Caso esta avaliação apresente um resultado insatisfatório, novas soluções devem ser buscadas para atenuar o impacto ambiental deste processos/produto/função.

(49)

Exemplo básico FMEA no SGA

• Como suporte à implementação do sistema

de gestão ambiental apresenta-se um

exemplo ilustrativo com o estudo de dois

processos: consumo e abastecimento da

água, que foram escolhidos por serem

comuns à maioria das organizações.

• Onde valores para IRAs iguais ou superiores

a 90 foram considerados prioritários para a

implementação de ações

(50)
(51)

Exemplo básico FMEA no SGA

• A utilização do FMEA, aplicado ao Sistema

de Gestão Ambiental, para análise dos

riscos ambientais constitui um método

simples para priorizar os aspectos e

impactos ambientais segundo uma escala

de avaliação do seu grau de importância,

permitindo quando possível e pertinente, o

estabelecimento

direto

de

medidas

(52)

Exemplo básico FMEA no SGA

• O comprometimento das nascentes, teve um

IRA de 9 (baixo).

• No processo de tratamento de efluentes, o IRA

de 240 (maior encontrado), levou à ação de

aumentar a frequência de monitoramento do

sistema, o que reduziu o IRA para 160 (ainda

maior que 90), mostrando que uma reavaliação

deve ser feita.

• É fundamental que na avaliação de riscos

ambientais dos produto/processo/função haja

uma retroalimentação do FMEA a partir de

experiências acumuladas.

Referências

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