Para Compreender o Que é a Energia Orgone e o Significado Científico de Sua Descoberta

Texto

(1)

 Para compreender o que é a

 Para compreender o que é a energia orgoneenergia orgone e o significado científico  e o significado científico de sua descoberta,de sua descoberta, é preciso retomar, ainda que de forma sucinta, o singular trajeto cursado por Reich ao é preciso retomar, ainda que de forma sucinta, o singular trajeto cursado por Reich ao lloonnggo o dde e sseeu u ttrraabbaallhhoo.. Wilhelm Reich

Wilhelm Reich (18!"1#!$ foi um médico e cientista natural que, por quase quarenta (18!"1#!$ foi um médico e cientista natural que, por quase quarenta ano

anos, s, dedesensen%ol%ol%e%eu u uma uma amampla pla pespesquiquisa sa sobsobre re osos  processos  processos energéticos energéticos primordiaisprimordiais,, vitais

vitais.. &n

&niciciaialmlmenentete, , ReReicich h dededidicocou"u"se se a a cocompmpreereendnder er e e dedemomonsnstratrar r cicienentitificficamamenente te oo funcionamento

funcionamento da da ''bio-energiabio-energia' '  uma energia biol)gica específica que, além deuma energia biol)gica específica que, além de apresentar uma din*mica muito singular, seria, também, distinta

apresentar uma din*mica muito singular, seria, também, distinta das formas cl+ssicas dedas formas cl+ssicas de energia.

energia. eg

eguinuindo do memetodtodicaicamenmente te a a l)gl)gica ica funfunciocionanal l de de suasuas s pepesqusquisaisas, s, ReiReich ch esestabtabeleeleceuceu interfaces

interfaces cocom m %+r%+rias ias +re+reas as do do coconhenhecimcimentento o (ps(psicaican+ln+liseise, , se-se-oloologiagia, , socsocioliologiogia,a,  biofísica,

 biofísica, biognese, biognese, física, física, etc$ etc$ e e abriu abriu dire/0es dire/0es de de trabalho trabalho que que culminaram culminaram nana descoberta de uma energia que atua no apenas em seres humanos, mas, também, em descoberta de uma energia que atua no apenas em seres humanos, mas, também, em

ttooddoo oo ccoossmmooss..

2ssa 'no%a' e peculiar forma de energia foi e-perimentalmente compro%ada por Reich 2ssa 'no%a' e peculiar forma de energia foi e-perimentalmente compro%ada por Reich no

no ppeeríríoodo do 1133"1"1445 5 ee, , eentnto, o, nnomomeaeada da ccomomoo eneenergrgia ia ororgogone ne cóscósmicmicaa. . 6s6s  pormenori7adas pesquisas empreendidas por

 pormenori7adas pesquisas empreendidas por Reich re%elaram Reich re%elaram que essa que essa energia, em energia, em seuseu esta

estado do b+sicb+sico, o, é é li%reli%re"de"m"de"massaassa, , preepreenche o nche o uni%uni%erso e erso e manimanifestafesta"se, também, "se, também, nasnas ccaammaaddaas s mmaaiis s pprrooffuunnddaas s ddo o ffuunncciioonnaammeenntto o %%ii%%oo.. om a descoberta dessa 'for/a' primordial, surge, também, a

om a descoberta dessa 'for/a' primordial, surge, também, a orgonomiaorgonomia9 a cincia que9 a cincia que se dedica ao estudo das manifesta/0es da energia orgone no micro e no macro cosmos, se dedica ao estudo das manifesta/0es da energia orgone no micro e no macro cosmos, nno o %%ii%%o o e e nno o iinnaanniimmaaddoo.. :o

:ontuntudo, do, %al%ale e lemlembrabrar r que que o o nanasciscimemento nto da da cicincncia ia ororgogon;mn;mica ica amamparpara"se a"se emem apro-imadamente <5 anos de trabalho, e que, ap)s a descoberta do orgone, Reich apro-imadamente <5 anos de trabalho, e que, ap)s a descoberta do orgone, Reich continuou desen%ol%e

continuou desen%ol%endo a orgonomia por mais de7oito anos (até ndo a orgonomia por mais de7oito anos (até sua morte, em 1#!$=.sua morte, em 1#!$=. imultaneamente >s pesquisas sobre os processos energético

imultaneamente >s pesquisas sobre os processos energético"%itais (que come/am j+ "%itais (que come/am j+ emem 11<<55, , aannttees s mmeessmmo o dda a ddeessccoobbeerrtta a ddo o oorrggoonnee$$, , RReeiicch h eellaabboorroouu99 a$

a$ ??rrs s tétécncnicicas as teterarappututicicasas9 9 aa análisanálise e do do carcaráteáter r  (1(1<<3"3"113434$, $, aa vegetoterapiavegetoterapia caractero-analítica

caractero-analítica ((113344""1133$ $ e e aa orgonoterapiaorgonoterapia   (13"1#!$.(13"1#!$.  b$

 b$ @m @m no%o no%o método método de de pensamento pensamento e e pesquisa pesquisa " " oo  funcionalismo  funcionalismo orgonômorgonômicoico ", que ", que aapprreesseenntta a a a ll))ggiicca a qquue e rreegge e oos s pprroocceessssoos s eenneerrggééttiiccoos s ffuunncciioonnaaiiss.. c$ @ma inédita técnica que ordena e estabelece rela/0es entre os aspectos qualitati%os e c$ @ma inédita técnica que ordena e estabelece rela/0es entre os aspectos qualitati%os e qquuaannttiittaattii%%oos s ddaas s ffuunn//00ees s oorrggoonn))ttiiccaass9 9 aa orgonometriaorgonometria.. Preocupado em caracteri7ar as fun/0es e a din*mica da energia orgone, Reich reali7ou Preocupado em caracteri7ar as fun/0es e a din*mica da energia orgone, Reich reali7ou muitos

muitos estudos laboratoriaisestudos laboratoriais, descre%endo detalhad, descre%endo detalhadamente os fen;menos orgoamente os fen;menos orgon)ticos en)ticos e ssuuaas s ee--pprreessss00ees s nnoos s ddoommíínniioos s ddo o AAii%%o o e e ddo o iinnaanniimmaaddoo.. :Para abordar, aqui, fen;menos tais como a pulsa/o e a lumina/o orgon)ticas, a :Para abordar, aqui, fen;menos tais como a pulsa/o e a lumina/o orgon)ticas, a dire/o de mo%imento da energia orgone, a sobre"e-cita/o energética, o potencial dire/o de mo%imento da energia orgone, a sobre"e-cita/o energética, o potencial orgo

orgon;mn;mico ico re%ere%erso, rso, etc.etc., , precprecisaríisaríamos de amos de muitamuitas s introintrodu/0du/0es es e e contconte-tue-tuali7aali7a/0es/0es.. @ma tarefa que, ob%iamente, e-trapola os objeti%os dessa r+pida resposta. Portanto, @ma tarefa que, ob%iamente, e-trapola os objeti%os dessa r+pida resposta. Portanto, apresentarei, a seguir, apenas algumas descobertas centrais relati%as ao funcionamento apresentarei, a seguir, apenas algumas descobertas centrais relati%as ao funcionamento da energia orgone, e remeterei o leitor, no final da pergunta, > literatura mais técnica, da energia orgone, e remeterei o leitor, no final da pergunta, > literatura mais técnica, qquuee, , eem m ppaarrttee, , ppoodde e sseer r eennccoonnttrraadda a aaqquui i mmeessmmoo, , nno o 22ssppaa//o o BBRRCC<<==.. 6o

6o lonlongo go de de de7de7oitoito o anoanos s de de intintensensas as pespesquiquisassas, , a a orgorgonoonomia mia de de ReiReich, ch, sesemprmpree funda

fundamentmentada ada em em um um funcifuncionalonalismo ismo eneenergétrgético, ico, chechegou gou >s >s seguseguintes intes concconclus0elus0es9s9 a$ 6 energia orgone é obser%+%el e in%estig+%el em suas manifesta/0es luminosas, a$ 6 energia orgone é obser%+%el e in%estig+%el em suas manifesta/0es luminosas,

ttéérrmmiiccaas s e e ''mmoottoorraass''..

 b$

 b$ ob ob certas certas condi/0es, condi/0es, a a energia energia orgone orgone pode pode pro%ocar pro%ocar rea/0es rea/0es %egetati%as%egetati%as  perceptí%eis.

(2)

c$ D possí%el acumular energia orgone e reali7ar importantes e-perimentos em um aparato que Reich bati7ou como BR6 ('orgone energE accumulator'$. d$ 6 energia orgone pode ser diferenciada empiricamente de outras formas de energia, tais como a energia eletromagnética e a energia nuclear. 6p)s a morte de Reich, %+rios grupos ao redor do mundo continuaram (e continuam$ desen%ol%endo a cincia orgon;mica, trabalhando em promissoras +reas tais como a  física-orgone, que se dedica > pesquisa das fun/0es orgon)ticas atmosféricas e c)smicasF a astrofísica-orgone, que estuda a rela/o entre a energia orgone e a cria/o e mo%imento dos corpos celestesF a biofísica-orgone, que aborda as manifesta/0es da energia orgone nos seres %i%osF e a orgonoterapia, que aplica as descobertas da Brgonomia > pr+tica teraputica.

onsulte os li%ros A Função do Orgasmo,Te !ancer "iopat#, $ter% &od and 'evil  e !osmic (uperimposition (para referncias bibliogr+ficas mais amplas, clique aqui$

GGG.org<.com.br  http9HHGGG.libertas.com.brHno%oHinde-.phpI

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emonstrando clinicamente que os sintomas do c*ncer podem ser re%ertidos atra%és de dieta, elimina/o dos %ermes, desinto-ica/o e recupera/o da qualidade do sangue. @m resumo do que ele e-plica9 o c*ncer pode ser causado por uma série de fatores, genéticos ou adquiridos. Bs genéticos se de%eriam a um problema qualquer nos genes, unidades heredit+rias situadas no cromossomo que determinam as características do indi%íduo e que esto sendo estudadas agora. Bs fatores adquiridos podem %ir atra%és da radia/o (de todos os tipos, inclusi%e solar$, da polui/o química do ar, da +gua e do solo, dos campos eletromagnéticos > nossa %olta, do stress que pro%oca e-cesso de o-ida/o no organismo, da comida, da bebida, das drogas L mas, principalmente, das les0es causadas pelos %ermes que %i%em muito tempo dentro do hospedeiro.

6 Mra. Nulda larO, PhM., .M. é especialista em micro"fisiologia celular , 2m 1! fundou um gabinete de pesquisa onde se iniciou no mundo da aturopatia ap)s ter concluído esta na laEton ollege de aQde atural. eis anos mais tarde descobriu uma técnica electr)nica para e-aminar minuciosamente o corpo humano.

omo mostra a ísica Su*ntica, tudo no uni%erso possui uma oscila/o ou %ibra/o com uma frequncia particular (usualmente mQltiplas frequncias ou uma fai-a de frequncias$, frequncia esta que pode ser utili7ada para identificar uma subst*ncia ou organismo particular. B sincr)metro desta forma é uma ferramenta de enorme potencial. Taseada na sua in%estiga/o, sobre as causas dos desequilíbrios humanos, afirma que todas as doen/as so causadas por duas coisas9 parasitas e to-inas. 6o eliminar uma delas ou as duas do organismo humano ou do corpo do animal, usando o 7apper, a doen/a pode ser eliminada.

 pode ajudar a eliminar parasitas (%írus, bactérias, lagartas, le%eduras, fungos, etc.$ Murante todo o corpo, melhorar o sistema imunol)gico,melhorar a saQde e 22RC&6

(3)

@m nQmero crescente de profissionais de saQde acreditam que muitas pessoas e-perimentam algum grau de doen/a e debilita/o na presen/a do parasita no

organismo.Bs parasitas so geralmente considerados como %ermes, mas as bactérias, %írus e fungos também so parasitas.

.

2letrodos podem ser ligados aos pulsos,ou diretamente no orgonite ou chembuster  . 6s melhorias incluem uma pedra preciosa ametista na linha para o eletrodo positi%o e uma granada na linha para o eletrodo negati%o, bem como um potenciador orgone.  pessoas que tinham sentindo desconfort+%eis %estindo um 7apper sem esses cristais,

sentem"se mais a%ontade com os cristais.e mais a %ontade a usar o 7apper.

Bs cristais aumentam a energia eletromagnética do 7apper e estimular a Oundalini no corpo.

Parece que os cristais de formar uma ponte energética entre o dispositi%o e o corpo. 6 bobina de Uobius, aparentemente acorda uma energia latente dentro do pr)prio corpo de uma maneira equilibrada e benéfica. 6lguns chamam essa energia Oundalini.

Brgone 2nhancers (no%a in%en/o$ so feitas colocando partículas de metal em uma matri7 org*nica.

6 pro-imidade dos cristais, e da corrente que passa atra%és dele, parece multiplicar"se e concentrar orgone do gerador.

Brgone é também conhecida como chi, éter, for/a de %ida magnetismo animal, etc  praticantes Briental reali7ar acupuntura

tirar essa energia para o corpo para a cura, o Mr. Wilhelm Reich projetou dispositi%os que acumulam a energia do ambiente e orient+"la no corpo.

 esta configura/o, a corrente elétrica, cristais e orgone trabalham em sinergia para acelerar a morte dos parasitas, a e-pulso de subst*ncias %enenosas, e para reconstruir e dinami7ar os fracos e H ou tecidos danificados. N+ também refor/ado ao alí%io da dor quando esse modelo é usado sobre +reas afetadas.

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(4)

Energia Orgônica

http://www.agapeholos.org/artigos047.htm

Wilhelm Reich foi o descobridor da energia Orgônica. A energia Orgônica  a energia !"e est# em t"do. $ o anti!%&ssimo conceito de '(hi' dos

chineses) '*i' dos +aponeses) de ',rana' dos indianos do 'A- inan' da ciilia12o maia. Em 345) Reich) crio" "m motor !"e f"ncionaa com a energia Orgônica. 6"a inen12o desaparece" +"ntamente com "m de se"s assistentes. Reich desenole" o ac"m"lador de Orgônio !"e trataase de "ma cai8a com paredes met#licas cobertas por "ma s"bst9ncia org9nica) como l2 o" algod2o) !"e sere para concentrar a energia atmosfrica do Orgônio no interior de "m espa1o fechado. 6e"s efeitos terap"ticos foram

s"rpreendentes. ;"rante s"as e8perincias e "so) Reich form"lo" alg"ns princ&pios gerais relatios < energia Orgônica e ao se" f"ncionamento. Abai8o estaremos en"merando os mais importantes.

3  A Energia Orgônica  =niersal e est# em toda a parte) oc"pa todo o espa1o) mas em diferentes concentra1>es. Est# em constante moimento) e8ceto !"ando blo!"eada) !"ando ent2o ass"me "ma forma partic"lar.

?  A energia Orgônica n2o tem massa)  primordial) antecede tanto a matria como o"tras formas de energia. Esse aspecto  m"ito importante e dee ser c"idadosamente obserado. $ "ma caracter&stica essencial de nossa base de opera12o ass"mir !"e o oceano primordial de energia Orgone 

completamente lire de massa. Em conse!%ncia) a massa emerge @massa inerte) n"m primeiro momento desse s"btrato de energia lire de massa. B"ando d"as "nidades de energia Orgone lires de massa espiraladas e altamente e8citadas) perdese energia cintica) a ta8a de moimento giratCrio decresce bastante) a tra+etCria do moimento enc"rase abr"ptamente e ocorre "ma m"dan1a da tra+etCria em forma de "m giro alongado !"e aan1a no espa1o para "m moimento circ"lar no l"gar da s"perposi12o. E8atamente nesse ponto do processo) emerge a massa inerte a partir do moimento mais lento de d"as o" mais "nidades de energia orgone s"perpostas. A atrib"i12o de "m nome a esta primeira part&c"la de massa inerte) se+a '#tomo') 'eltron' o" o"tro)  irreleante. Dessa linha de pensamento) deemos ass"mir !"e esse estado de cria12o da matria  "m ato cont&n"o. Essa rela12o f"ncional entre os moimentos da energia orgone primordial e a matria nos fornece pela

primeira e na histCria da astrof&sica) a compreens2o do por!"e !"e os corpos celestes se deslocam girando. Alm disso) tornase compreens&el o fato de !"e o nosso 6ol e nossos planetas se moem no mesmo plano e na mesma dire12o) mantidos +"ntos no espa1o como "m gr"po coeso de corpos girantes. O oceano de Orgone se apresenta como motor primordial dos corpos

celestes.

  As concentra1>es nat"rais de Orgônio tendem a formar sistemas !"e se desenolem) atingem se" #pice e depois declinam at dissolerse. Fais sistemas podem ser gal#8ias) estrelas ) planetas e) na atmosfera terrestre) t"f>es e o"tros sistemas ciclônicos) bem como n"ens indiid"ais.

(5)

4  A concentra12o e o f"ndirse de correntes Orgônicas indiid"ais podem criar  a matria onde esta anteriormente n2o e8istia.

G  A matria e8istente pode) atras da a12o da energia Orgônica) ser

organiada espontaneamente em formas ias) onde anteriormente n2o e8istia ida.

H  A Ferra est# circ"ndada por "ma camada Orgônica !"e se moe na dire12o da rota12o terrestre) de Oeste para Ieste) mas de modo mais elo. B"ando s"rgem as tempestades) a dire12o do moimento Orgônico se inerte.

7  As concentra1>es de Orgônio na atmosfera atraem a "midade e podem determinar n"ens) ch"a o" nee. Essas concentra1>es podem ser

controladas por "m aparelho inentado por Reich e !"e foi chamado de 'clo"db"ster'.

5  O lire c"rso do Orgônio dentro do organismo io  lire metabolismo energtico   "ma condi12o indispens#el para o f"ncionamento sadio do organismo.

,ara !"e ha+a "m lire metabolismo energtico alg"ns prre!"isitos deem ser  erificados:

a A possibilidade de o organismo absorer liremente a energia da !"al precisa atras da n"tri12o) da respira12o e do fornecimento de Orgônio. (oma alimentos frescos) preferencialmente prod"idos em casa. O Orgônio mais eleado se encontra em alimentos sa&dos diretamente da horta. (omida elha rapidamente perde o Orgônio. Da erdade) !"al!"er coisa elha)

borolenta) ran1osa o" mofada indica a"sncia da energia Jital e dee ser eitada. Alimentos ind"strialiados tambm tm "m n&el m"ito bai8o de Orgônio. A #g"a de beber dee ser p"raK a melhor  a #g"a da fonte o" a res"ltante da nee derretida. A #g"a pol"&da  deficiente de Orgônio.

 A atiidade f&sica a"menta o Orgônio ao traer energia para o corpo) a menos !"e leada ao ponto de e8a"st2o. E8a"st2o e fadiga s2o importantes

indicadores da e8a"st2o do Orgônio. @Da medicina ocidental tambm

reconhecemos esta !"est2o: !"ando o e8erc&cio f&sico  cond"ido a "m ponto alm das reseras de o8ignio do corpo) ele tem !"e ganhar energia

metaboliando se"s prCprios tecidos.

Respira12o  A fonte principal de Orgônio do organismo  a respira12o) o !"e) n"ma Ctica mais ampla) capta o o8ignio) e) n"m n&el mais s"til) capta a energia da ida. O Orgônio  assim literalmente identificado como o sopro de ida. Os s#bios antigos consideraam !"e a !"alidade da ida de "ma pessoa seria refletida na !"alidade de s"a respira12o. B"ando a respira12o  refinada) lenta e reg"lar) a circ"la12o do Orgônio est# alcan1ando todos os n&eis de corpo e mente) promoendo "m estado de e!"il&brio completo.

(6)

b A possibilidade de a energia circ"lar liremente pelo corpo) de forma a estar sempre presente onde se necessita dela.

E8istem diersas formas de at"ar no organismo de forma preentia no sentido de !"e os blo!"eios se+am eitados) bem como) de at"ar de forma sanadora !"ando os blo!"eios +# est2o estabelecidos) impedindo dessa forma) a lire circ"la12o da energia Orgônica. 6em dLida) destacamos dentre o"tras) o Reii @Rei M Orgone.

  A isibilidade da energia Orgone no !"arto esc"ro se dee obiamente < f"n12o de l"min9ncia. A energia Orgone 'emite' o" 'desenole l"' o") e8presso de o"tro modo) f"nciona de tal forma !"e nosso sentido da is2o percebe a l". Essa l"min9ncia OrgonCtica  de cor cinaa"lada) erde a"lada o" ioletaa"lada na maioria dos casos. Essa diferen1a de cores se dee ao meio no !"al est# sendo obserada. Do moimento e forma) parecem se m"ito com espermatoCides. O desenolimento de bions @es&c"las de cor a"l formados a partir de #g"a destilada orgoniada estabelece) acima

!"al!"er dLida) o processo de forma12o prim#ria de matria org9nica a partir do Orgone lire de massa.

 A Ng"a de bions  amarela) ariando de intensidade at !"ase marrom. Desse conte8to) fa lembrar a resina amarela prod"ida pelas #rores. Assim) a

lac"na em biologia) !"e at agora continha "m mistrio  a saber) como as

plantas conertem 'energia solar' em carboidratos e formas sClidas de cel"lose  parece preenchida. 'Energia solar'  nossa energia Orgone !"e as plantas absorem do solo) da atmosfera e dos raios de 6ol.

 As folhas de hera s2o "m caso il"stratio. Do inerno) perdem s"a cor erde) com e8ce12o das ner"ras) !"e permanecem erdes. O resto tornase marrom amarelado. Da primaera) o erde se espalha das eias das folhas por toda a folha lisa. Este fenômeno permite s"por !"e) no inerno) a energia Orgone se retrai da periferia das folhasK em o"tras palaras) ela se contrai por ca"sa do frio) para se e8pandir noamente na primaera. Essa parte das folhas da hera prestes a morrer  assim reiificada.

 A m"dan1a de erde para amarelo no o"tono e de amarelo para erde na primaera tornase perfeitamente compreens&el em termos do f"ncionamento OrgonCtico. ;e acordo com as inestiga1>es cl#ssicas) o erde  res"ltado da mist"ra de amarelo e a"l. A"l  a cor espec&fica da energia Orgone) !"e se pode er na atmosfera) no oceano) nas n"ens carregadas.

 Agora parece claro !"e o amarelamento das folhas no o"tono se dee ao desaparecimento da parte a"l da cor erde e) do mesmo modo) a olta do erde na hera se dee < noa absor12o de energia Orgone da atmosfera. ibliografia:

(orpo 6em Pdade) Qente 6em ronteiras  ;eepa (hopra) Q.;. O $ter) ;e"s e o ;iabo  Wilhelm Reich

(7)

 A Energia OrgoneS

Fonte: http://www.org2.com.br/faq.htm#orgonofaq1

,ara falar sobre a energia orgone e o significado cient&fico de s"a descoberta  preciso retomar) ainda !"e de forma s"cinta) o sing"lar tra+eto c"rsado por Reich.

Wilhelm Reich @3573G7 foi "m mdico e cientista nat"ral !"e) por

!"ase !"arenta anos) desenole" "ma ampla pes!"isa sobre processos energéticos primários.

Pnicialmente @333H Reich amparo"se em distintos referenciais energticos @o conceito fre"diano de libido) a no12o bergsoniana de elan vital  etc.K interessado em pes!"isar a bioenergia, em 3H ele prCprio

detecto") a partir de e8perimentos laboratoriais) "ma energiabio-  eletétrica.

 Ao longo de s"as pes!"isas Reich estabelece" interfaces com #rias

#reas do conhecimento @psican#lise) se8ologia) sociologia) biof&sica) biognese etc.) adotando dire1>es de trabalho !"e c"lminaram na

descoberta de "m o"tro tipo de energia @distinta da energia bioeltrica) !"e at"a n2o apenas em seres h"manos) mas tambm) em todo o cosmos. Essa 'noa' e pec"liar forma de energia foi e8perimentalmente

comproada por Reich no per&odo 3340 e) ent2o) nomeada como

energia orgone cósmica. ,ormenoriadas pes!"isas empreendidas por

Reich reelaram !"e essa energia) em se" estado b#sico)  liredemassa e preenche o "nierso) embora possa coligarse < matria.

(om a descoberta dessa 'for1a' primordial) s"rge tambm) a orgonomia:

cincia !"e se dedica ao est"do das manifesta1>es da energia orgone no micro e no macro cosmos) no io e no inanimado.

T(ont"do) ale lembrar !"e o nascimento da cincia orgonômica ampara se em apro8imadamente ?0 anos de trabalho e !"e) apCs a descoberta do orgone) Reich contin"o" desenolendo a orgonomia por mais deoito anos @at s"a morte) em 3G7.

6im"ltaneamente <s pes!"isas sobre os processos energticoitais @!"e come1am +# em 3?0) antes mesmo da descoberta do orgone

Reich elaboro":

a Frs abordagens terap"ticas: a análise do caráter  @3?34) a vegetoterapia caractero-analítica @3G3 e a orgonoterapia @340

3G7.

b =m noa metodologia de pes!"isa - o funcionalismo orgonômico -,

metodologia essa !"e b"sca apresentar a lCgica !"e rege os processos energticos f"ncionais.

c =ma indita tcnica !"e ordena e estabelece rela1>es entre os aspectos !"alitatios e !"antitatios das f"n1>es orgonCticas: a orgonometria.

(8)

Reich realio" #rios est"dos laboratoriais) descreendo detalhadamente os fenômenos orgonCticos e s"as e8press>es nos dom&nios do io e do inanimado.

T,ara abordar !"est>es orgonômicas tais como a p"lsa12o e a l "mina12o orgonCticas) a dire12o de moimento da energia orgone) a sobree8cita12o energtica) o potencial orgonômico reerso etc.) precisar&amos recorrer a "ma ampla conte8t"alia12o - tarefa essa !"e) obiamente) e8trapola os ob+etios dessa r#pida resposta. ,ortanto) apresentarei) a seg"ir) apenas alg"mas descobertas centrais relatias ao f"ncionamento da energia

orgone e remeterei o leitor) no final da resposta) < literat"ra tcnica !"e) em parte) pode ser encontrada a!"i mesmo) no Espa1o ORU?V.

 Ao longo de deoito anos de intensas pes!"isas) a orgonomia de Reich) sempre f"ndamentada em "m f"ncionalismo energtico) chego" <s

seg"intes concl"s>es:

a A energia orgone  obser#el e inestig#el em s"as manifesta1>es l"minosas) trmicas e 'motoras'.

b 6ob certas condi1>es a energia orgone pode proocar rea1>es egetatias percept&eis.

c $ poss&el ac"m"lar energia orgone e realiar importantes e8perimentos em "m aparato !"e Reich batio" como ORA( @'orgone energ

acc"m"lator'.

d A energia orgone pode ser diferenciada empiricamente de o"tras formas de energia) tais como a energia eletromagntica e a energia n"clear.

 ApCs a morte de Reich) #rios gr"pos ao redor do m"ndo contin"aram @e contin"am desenolendo a cincia orgonômica) trabalhando em

promissoras #reas tais como a física-orgone) !"e se dedica < pes!"isa

das f"n1>es orgonCticas atmosfricas e cCsmicasK a astrofísica-orgone)

!"e est"da a rela12o entre a energia orgone e a cria12o e moimento dos corpos celestesK a biofísica-orgone) !"e aborda as manifesta1>es da

energia orgone nos seres iosK e a orgonoterapia) !"e aplica as

descobertas da orgonomia < pr#tica terap"tica.

Energia e Informação

por Xos U"ilherme (. Olieira

Y 3H  ;ireitos A"torais Reserados  O a"tor a"toria a reprod"12o deste artigo desde !"e sem fins comerciais) sendo citada s"a a"toria e feita

referncia < esta p#gina) sit"ada em

http://www.orgonizando.psc.br/artigos/enerinf.htm. (aso se+am citados trechos

do artigo) solicitamos c"idado para !"e o sentido da cita12o fora do conte8to n2o enha a ser det"rpado o" pass&el de m# interpreta12o.

(9)

6"m#rio @Abstract in english ,arte 3  =ma B"est2o de Ordem ,arte ?  A &sica do Esp&rito

,arte   Orgon: Energia e Pnforma12o ,arte 4  R"mo ao desconhecido

(oncl"s2o ibliografia

"$%E I - &' (&E)%*+ E +$E' Pntrod"12o

(ontrib"i1>es da Fermodin9mica Ordem e 6ignificado) (aos e (ria12o  A Entropia ,ositia

Intro!ção

 A ant&tese entre corpo e mente) pode ser apenas "m aspecto de o"tra ant&tese semelhante em "m o"tro n&el. ,or "m lado) a matria pode ser ista como "ma forma condensada de energia @3) por o"tro) a f"n12o b#sica da mente  lidar com informa1>es @? . Estamos nos propondo a leantar alg"mas !"est>es a!"i sobre a ant&tese energiainforma12o. Dosso interesse por esta ant&tese em da constata12o das propriedades organiadoras do orgon. Organiar  do 9mbito da informa12o) n2o da energia) logo o orgon não é apenas energia, é uma energia prenhe de informação.

 Antes de aprof"ndar essa !"est2o) cabe definir se"s dois polos:

Informação: A Feoria da Pnforma12o @ de 6hannon "tilia "m conceito

de "ma informa12o destit"&da de significadoK s2o meramente elementos de "m alfabeto) s2o sinais transitando por "m canal !"al!"er) como "ma linha telefônica o" "ma esta12o de FJ. D"m o"tro polo de abrangncia) podese dier !"e informação é tudo aquilo que está implicado na

conscincia do uni!erso. Engloba abstra12o) significado) conhecimento)

saber) afeto) ra2o) o inconsciente) rela12o) com"nica12o) ordem e caos) etc.

"nergia: (lassicamente) energia  definida como a potencialidade para

realiar trabalho @4 . Z medida !"e noas formas de energia foram se tornando conhecidas) percebe"se !"e "ma forma de energia podese transm"tar no"tra) mas a energia total do sistema  sempre im"t#el. D2o se cria nem se destrCi energia) a energia do "nierso sempre foi a mesma.

(10)

Contribiçe !a %ermo!in0mica

 A partir do est"do das m#!"inas a apor) s"rgi" a termodin9mica) "ma cincia !"e inicialmente est"daa o comportamento trmico da matria) mas !"e tro"8e "ma contrib"i12o filosCfica significatia no sc"lo [P[ @G . 6"a conceit"a12o de energia infl"encio" inLmeros pensadores) dentre eles re"d) como se percebe no se" ponto de ista econômico.

(om a termodin9mica tambm reelo"se o irreers&el @H. 6em

irreersibilidade n2o h# histCria nem memCria. (om ela) o eterno perde" s"a perenidade @7. 6e os acontecimentos fossem todos reers&eis) poder&amos ter "ma 'memCria' do f"t"ro) o tempo n2o teria "ma dire12o) seria como o espa1o) poderseia ir e ir.

 A termodin9mica percebe" !"e nem todo o potencial para realiar trabalho @nem toda a energia estaa efetiamente dispon&el. \aia sempre "ma certa desordem interna !"e impedia esse aproeitamento total @5. A essa desordem chamaram de entropia) !"e  a medida da energia n2o dispon&el para o trabalho.

 A seg"nda lei da termodin9mica rea !"e !"al!"er processo isolado a"menta a entropia) leando de "m estado mais heterogneo para "m estado mais homogneo) mas a possibilidade da a12o reside na

diferen1a. Ent2o) esse conceito de desordem apontaa para "m caos de destr"i12o e de medo) "m espectro da morte @ao pC reerter#s. A

constata12o de !"e a entropia do "nierso estaria sempre a"mentando) foi "m petardo filosCfico  indicaa "m "nierso tendendo ao homogneo disperso e impotente.

#ublinhamos o quanto a idéia de definir uma ati!idade pela destruição que ela realiza das inomogeneidades que a geram, isto é, de suas  pr$prias condiç%es de e&istncia, de a definir, em suma, como le!ando

irre!oga!elmente a seu pr$prio desaparecimento, assinalara o século  'I' com uma ansiedade quase escatol$gica. (osso mundo está

condenado ) morte térmica. (ossas sociedades esgotam seus recursos, estão condenadas ) desgraça. @

Entretanto) na seg"nda metade do sc"lo [[) foi se reelando "ma grande contradi12o e8istente neste pensamento: se o "nierso tende sempre ao caos e < morte) como p"deram s"rgir a matria e

posteriormente a ida) a partir de "m estado inicial onde sC haia energia) como rea a teoria cosmolCgica dominante @do ig angS +r!em e )ignifica!o, Cao e Criação

6e entretanto) passamos a reconsiderar o conceito de ordem) a entropia ganha noos maties. 6e) ao ins do conceito p"ramente ob+etio de informa12o @de 6hannon) incl"irmos o obserador nessa ordem) a

incl"s2o desse obserador trar# o conceito de significado para dentro da ordem e da entropia:

(11)

$ conhecida a histCria da escrianinha e das prateleiras ent"lhadas de liros e doc"mentos @30. Estes) aparentemente) achamse empilhados de !"al!"er maneira. Do entanto) se" dono sabe perfeitamente

encontrar) se for preciso) o doc"mento !"e proc"ra. Ao contr#rio)

!"ando) por infelicidade) alg"m o"sa 'pôr ordem neles')  poss&el !"e o dono se torne incapa de encontrar o !"e !"er !"e se+a. $ eidente) neste caso) !"e a aparente desordem era "ma ordem) e iceersa.  A!"i) tratase de doc"mentos em s"a rela12o com se" "s"#rio. A

desordem aparente oc"lta "ma ordem determinada pelo conhecimento indiid"al @../....

O" se+a) "ma ordem sC  ordem para mim se posso entender nela "m significado. O "nierso  permeado por moimentos !"e nos parecem caCticos) mas !"e se cristaliam em ordem !"ando e8plicados@33. =m e8emplo relatiamente at"al  o fato da prCpria Feoria do (aos terse originado da impreisibilidade meteorolCgica obserada de "m ponto de ista estat&sticoK entretanto) (harles U. Abbot) cost"maa "sar conceitos energticos para preer o tempo meses < frente @3?) ele conseg"i" disting"ir "ma ordem onde os o"tros sC iam o caos.

(om a introd"12o de significado na informa12o) em termos simplCrios) entropia  bag"n1a.

(om a introd"12o do obserador) a entropia passa a ser definida apenas em rela12o <s possibilidades de obsera12o e medida @3 ) o n2o

dispon&el se torna relatio:

*../...+ . -homa mostrou claramente como, ao dei&armos o campo restrito da termodinmica das máquinas para considerar uma

termodinmica de sistemas mais globais *por e&emplo, das cidades+ a noção de calor nãoutilizá!el é completamente reformulada. "sse calor, 0nãoutilizá!el0 pelas máquinas que produzem trabalho, eletricidade, qu1mica e outros, pode muito bem ser utilizado../... no aquecimento2 @34

;o caos homogneo do sc"lo [P[) passo"se ao caos infinitamente heterogneo do sc"lo [[. O conceito de caos foi aos po"cos perdendo s"a conota12o de medo do desconhecido e de l"gar da destr"i12o para o de espa1o da possibilidade e da cria12o. A cria12o preis&el 

conse!%ncia) n2o  realmente o nooK este  decorrente da

impreisibilidade) do n2odeterminado e  irreers&el. ,ortanto) sC no caos h# l"gar para o noo. ,ensandose n"m momento de cria12o do "nierso) sem entropia ele seria reers&el e poderia oltar < n2o e8istncia:

*../...+ é essa produção de entropia que constitui o !erdadeiro 0preço0 da  passagem ) e&istncia de nosso 3ni!erso e constitui, portanto, a

diferença entre este 3ni!erso material e um 3ni!erso !azio. 4omo !eremos, a possibilidade de definir essa diferença e esta passagem ) e&istncia le!ounos a uma generalização das equaç%es de "instein que  permite descre!er um processo irre!ers1!el de criação de matéria.@3G

(12)

=m olhar mais sistmico introd" "ma relatiia12o tambm nos

conceitos de morte e de destr"i12o) onde o obserador tambm introd" "m significado:

5 conceito de ordem estratificada também fornece a perspecti!a

apropriada para o fen6meno da morte. 7imos que a autoreno!ação  o colapso e a construção de estruturas em ciclos cont1nuos  é um

aspecto essencial dos sistemas !i!os. 8as as estruturas que !ão

continuamente sendo substitu1das são, elas mesmas, organismos !i!os. 9o ponto de !ista deles, a autoreno!ação do sistema maior consiste no seu pr$prio ciclo de nascimento e morte. ortanto, nascimento e morte apresentamse agora como um aspecto central de autoorganização, a  pr$pria essncia da !ida. *../...+ ; morte, portanto, não é o oposto da

!ida, mas um aspecto essencial dela. @3H

 Entropia "oitia

(omo originalmente) a entropia era "m conceito meramente estat&stico de energia n2o dispon&el) foi conceit"ada como "ma sendo sempre n"mericamente negatia) algo !"e faltaa. Essa entropia negatia tendia a "ma desordem crescente. B"ando obseramos aspectos

organiadores como "m todo) estamos nos referindo ao oposto) a "ma cria12o de "ma ordem mais comple8a) de "ma aria12o positia de entropia) tambm chamada de neg"entropia.

;iersos a"tores form"laram teorias para e8plicar a e8istncia dessa constr"12o do comple8o:

• Pla ,rigogine) Dobel de !"&mica) se baseia na irreersibilidade

dos processos e demonstra matematicamente !"e  poss&el a e8istncia de processos irreers&eis !"e podem ser portadores de "ma informa12o transmiss&el) o !"e  a base da

reprod"12o@37. Qostra !"e todo acontecimento cria "ma

correla12o entre se"s atores) isso cria "ma interliga12o entre todo o =nierso < medida em !"e s"as part&c"las se chocam.

• \enri Atlan) biClogo) mostra como  poss&el para "m erro

aleatCrio) !"ando ele ocorre n"ma com"nica12o red"ndante) possibilitar a cria12o de "ma noa informa12o) na medida em !"e ele pode ser) por compara12o com as demais ias) identificado como tal. 6e" prod"to pode ser diferenciado da informa12o original e aproeitado como o noo.

• R"pert 6heldrae) biClogo holista) f"ndamenta as possibilidades

de a"toorgania12o na e8istncia de campos mCrficos) e&c"los da memCria. A resson9ncia entre formas similares seria "m

mecanismo de reprod"12o do conhecimento.

• ;aid ohm) f&sico holista) fala de "m espa1o aio cheio de

energia) de corpo e mente como pro+e1>es de "ma mesma

"nidade) e de "m @holomoimento como "m aspecto b#sico por tra do "nierso) permeado de "ma ordem impl&cita a ser

(13)

• Xean (haron) f&sico teCrico) fa "ma e8tens2o da Feoria Ueral da

Relatiidade) onde prop>e mecanismos s"batômicos de

armaenamento) troca e cria12o de informa12o) !"e ocorrem em "m espa1o organiador @neg"entrCpico. (omo  "ma abordagem !"e possibilita o entendimento das bases f&sicas do pensamento) da psi!"e) ele a denomino" de A &sica do Esp&rito.

Fodas essa teorias tem "m o"tro ponto importante em com"m: elas falam de "ma intercone82o) de "ma correla12o entre as partes) e)

alg"mas delas) n"ma ordem maior de "m "nierso org9nico. Entretanto) a teoria de (haron pode ser "sada como infraestr"t"ra conceit"al para entenderse as demais) de forma !"e iremos detalh#la para melhor podermos aaliar essa rela12o poss&el entre energia e informa12o. "$%E 2 -  F3)IC + E)"3$I%+

O Qodelo FeCrico

Os Qecanismos de Froca ,ensamento e Jida

Jolta ao (onteLdo deste artigo + mo!e4o te5rico

 A Feoria Ueral da Relatiidade de Einstein foi elaborada sobre "m contin""m de espa1otempo @35 de 4 dimens>es)  espaciais e "ma temporal.

(haron recalc"lo" a teoria da relatiidade em 5 dimens>es) como se cada "ma dessas 4 dimens>es originais tiesse "m lado direito @real e o"tro aesso @imagin#rio. Os nossos sentidos estariam limitados ao lado anerso) de modo !"e n2o percebemos o aesso do espa1o nem do tempo.

Jamos e8aminar o f"ncionamento s"batômico nesse modelo. As

part&c"las s"batômicas mais lees formam "ma categoria denominada leptons. ;entre os leptons mais importantes est2o o eltron) o fCton) e o ne"trino.

• Os eletrons est2o presentes em todos os #tomos) poss"em

massa e carga @"m fl"8o de eletrons  "ma corrente eltrica.

• Os fotons s2o part&c"las de 'l"' @3) n2o poss"em carga nem

massa) mas fre!%entemente interagem com a matria.

• Os ne"trinos n2o poss"em massa nem carga) permeiam todo o

espa1o e sC m"ito raramente interagem com a matria) de modo !"e n2o podemos percebelos.

(14)

5bs.: 9e forma a tornar mais le!e a nossa e&posição procuramos e!itar um <argão técnico= sempre que falarmos de part1culas estaremos nos referindo apenas aos leptons, quando falarmos de luz, estaremos nos referindo aos fotons de maneira geral, a uma radiação eletromagnética qualquer.

 Ao contr#rio do !"e normalmente pensamos) essas part&c"las n2o s2o sClidas @?0) dentro delas h# part&c"las de l". $ poss&el demonstrar !"e dentro das part&c"las esse espa1otempo com aesso e direito poss"i propriedades neg"entrCpicas) o" se+a)  "m espa1o de 'entropia positia'. ;entro dessas part&c"las) a informa12o n"nca se perde) a ordem sempre se torna mais comple8a. \# o"tras caracter&sticas interessantes. ;entro delas) o espa1o e o tempo se dobram sobre si

mesmos) formando ciclos @?3. 6e e" for sempre em frente) em !"al!"er  dire12o) olto ao ponto de partida) como acontece na s"perf&cie da Ferra para as dire1>es horiontais. Analogamente) se e" esperar "m

determinado per&odo de tempo) estarei de olta ao momento de in&cio da espera. O"tra caracter&stica marcante  !"e o tempo fl"i do f"t"ro para o passado.

E8iste "ma propriedade das part&c"las denominada spin. O spin  semelhante a "m moimento de rota12o sobre se" ei8o) e como na rota12o) !"e pode ser mais lenta o" mais r#pida) o spin pode ass"mir diersos alores. ,ortanto) o alor do spin @nLmero de spin  "ma ari#el !"e pode armaenar informa12o) "ma e !"e pode ass"mir diferentes alores. ,or e8emplo) o spin de "m fCton pode ass"mir

!"ais!"er alores inteiros. Alm do mais) "ma part&c"la com nLmero de spin  tambm engloba o spin ? e o 3) como se fosse "m harmônico de #rios oitaas. ,ortanto) o spin f"nciona como "m dispositio

armaenador de informa12o) falta descreer mecanismos de graa12o e de rec"pera12o para config"ramos "ma memCria.

+ mecanimo !e troca

 Alm do spin) as part&c"las poss"em o"tras propriedades) como energia)

imp"ls2o @elocidade e carga eltrica. E8istem alg"ns mecanismos de intera12o entre as part&c"las) enolendo o interc9mbio de alg"mas de s"as propriedades !"e possibilitam !"e essa informa12o armaenada no spin possa ser modificada. (haron descree" 4 mecanismos

poss&eis de troca) !"e) por s"as caracter&sticas) ele denomino" de

refle&ão, conhecimento, ação e amor .

>efle&ão: a refle82o  "m processo interno a "ma part&c"la)  "ma

organia12o da s"a l" interior. As l"es no interior da part&c"la trocam se"s spins entre si) reprod"indo "ma config"ra12o +# conhecida. A refle82o n2o e8ige nenh"ma energia)  lire) ela opta.

 ;ção:na a12o a part&c"la promoe "ma troca com a l" e8terior) da !"al

absore energia e altera o se" moimento. A cada poss&el altera12o de moimento corresponde "ma determinada config"ra12o da l" interior.

(15)

,ortanto) para realiar "ma a12o) a part&c"la precisa prepar#la atras de "m processo de refle82o ade!"ado) resgatando "ma lembran1a @??.

4onhecimento: no conhecimento a part&c"la promoe "ma troca com a

l" e8terior da !"al n2o sC absore energia) mas tambm o spinK

obtendo assim "m ganho de informa12o e "m ganho de moimento @imp"ls2o. X# !"e "m ganho de conhecimento  acompanhado de "m moimento de eletrons)  nat"ral !"e o f"ncionamento do sistema neroso tenha "ma base bioeltrica.

 ;mor: no amor) h# "ma troca entre a l" interior de d"as part&c"las

diferentes. A troca se d# entre pares de l"es com nLmeros de spin complementares) como 4 e M4K com ganho para ambos) !"e passam a G e MG. D2o h# necessariamente "m moimento noo) mas h# "ma gnese da informa12o em ambas as part&c"las] ,ara haer essa troca amorosa  necess#rio antes) haer "ma b"sca de compatibilidade @encontrar l"es com spins opostos.

Jimos at a!"i como) em "m n&el s"batômico)  poss&el armaenar) rec"perar) trocar e criar informa12o. $ poss&el escolher e agir) "ma part&c"la pode ent2o propiciar o" eitar "ma rea12o !"&mica alterando se" moimento. (omo h# troca entre as part&c"las) todo o "nierso se intercom"nica. $ "m "nierso holon6mico  onde cada parte contm o

todo de alg"m modo  pois cada part&c"la detm "m conhecimento alm da s"a prCpria e8perincia) !"e em desse compartilhamento do saber. Desse ponto) o papel dos ne"trinos se torna releante) "ma e !"e s2o part&c"las !"e conseg"em atraessar gal#8ias inteiras sem interagir com a matria) sendo portadores de informa12o a enormes dist9ncias.

"enamento e i!a

,ara !"e essas trocas possam acontecer h# necessidade de "ma troca com o e8terior) demandando energia n"ma sintonia de informa12o com a!"ela !"e a part&c"la disp>e. ,ortanto) n"m ambiente com m"ita

diersidade energtica)  mais f#cil achar "m par para a troca) e a informa12o poder# proliferar mais facilmente.

Ora) "m #tomo de carbono assimtrico @?  capa de irar a dire12o de polaria12o da l" @?4. \# dois tipos) os carbonos !"e iram a l" para a es!"erda e os !"e a iram para a direita. Entretanto) todo organismo io  constit"&do somente de carbonos es!"erdos o" somente de carbonos direitos) demonstrando "ma capacidade de escolha dentre os #tomos dispon&eis]

=m Lnico #tomo de carbono assimtrico gira leemente o plano de polaria12o da radia12o) mas cadeias de #tomos de carbono m"ito longas) como as das prote&nas e principalmente a do ;DA) poder2o m"ltiplicar essa rota12o confinando a radia12o helicoidalmente e

(16)

tornando essa energia ambiente mais tempo dispon&el para as trocas necess#rias.

 A ida seria pois) "m ambiente e8tremamente prop&cio a essas trocas) "m ambiente faor#el a "m a"mento de informa12o e comple8idade. ,ara (haron) a ida  "ma m#!"ina de pensar) "m constr"cto do "nierso !"e faorece s"a eol"12o. A partir da possibilidade de a12o das part&c"las) as rea1>es !"&micas !"e faoreceram o s"rgimento e a reprod"12o da ida foram propiciadas n"m ato de ontade. ,ara a

post"ra neognCstica) n2o somos nCs !"e pensamos)  o "nierso a"to reg"lado) io e inteligente !"e se pensa atras de nCs. 6er&amos os ne"rônios do "nierso.

"$%E 6 - +$7+8: E8E$7I E I8F+$'9*+ O poder organiador do orgon

ormas =niersais

O ,rinc&pio de "ncionamento (om"m Jolta ao (onteLdo deste artigo

+ po!er organia!or !o orgon

=ma das caracter&sticas do orgon  a s"a capacidade organiadora dos ambientes nos !"ais est# presente. Da presen1a do orgon parece haer "ma tendncia a "ma maior sintonia co

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Referências

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