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Manual Datasheet Interface Placa Controladora CNC NVUM / NVEM. by MACH Suporte // M1 Automação

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Manual Datasheet Interface Placa Controladora CNC

NVUM / NVEM

by MACH Suporte // M1 Automação

ATENÇÃO:

Essa placa interface controladora possui as versões: NV

U

M (USB) e NV

E

M (Ethernet).

É exatamente a mesma placa controladora, mudando somente o soquete e protocolo de

transmissão de dados. Para simplificar, faremos um manual único para ambas as placas.

A única diferença entre elas é a configuração do Plugin e Comunicação na porta de transmissão

de dados, onde explicaremos de forma clara e separada como configurar cada uma das placas.

(2)

#1: SOBRE A PLACA

Desenvolvida especialmente para aplicação CNC (Comando Numérico Computadorizado)

esta interface apresenta uma ótima relação custo e benefício, permitindo conexão de sinal seguro e

sem interferência, entre seu computador, drivers e dispositivos periféricos. Possui transmissão de

dados via porta USB e alimentação secundária separada para proteger seu computador e

componentes.

Apresenta compatibilidade exclusiva com software de controle Mach3, e pode ser utilizada

em Sistema Operacional 32 e 64 bits. É de fácil instalação, possui compatibilidade via

porta USB podendo ser inclusive utilizada em notebooks e dispensa a configuração de

Portas e Pinos das placas via porta paralela convencionais.

Os Pinos recebem sinal de entrada ou emitem sinal de saída. Os sinais de entrada são os

emitidos de outro equipamento para a placa interface, já os sinais de saída são sinais emitidos da

placa interface para outro equipamento ou dispositivo externo.

Dispositivos periféricos ou componentes que podem ser adicionados à sua máquina utilizando

essa placa:

Entradas

ou

Inputs

>> Sensores HOME

[Zero Máquina]

>> Sensores de fim-de-curso

[Limit Switch]

>> Botão de emergência

[E-Stop]

>> Zeramento automático da ferramenta

[Auto Tool Zero]

>> Sensor Probe para scanner 3D

[Probe]

os sinais de entrada são enviados por algum sensor quando ativado, os sensores de entrada podem

ser de contato mecânico tipo micro-switch, do tipo eletromagnético, tipo indutivo (proximidade), e

também sensores ópticos ou infra-vermelho.

Saídas

ou

Outputs

>> Controlar Drivers de Micro Passo (Pulso + Direção) ex: TB6600, TB6560, DM542, etc.

>> Liga / Desliga Spindle

>> Liga / Desliga Refrigeração (Fluído de corte)

>> Sentido de rotação do motor, horário ou anti-horário

>> Controle de RPM do spindle

os sinais de saída são enviados para os dispositivos externos, podendo ser ligados diretamente ao

equipamento: drivers, inversor de frequência, ou através de um dispositivo intermediário por

exemplo um Relé ou chave contadora.

(3)

#2: Características Principais:

* Software de controle

MACH3

* Transmissão de dados via Porta USB

* Taxa de transmissão de dados 300 kHz

* Alimentação principal de energia externa (+12~24 VDC)

* Quantidade de eixos 1 até 6 eixos de duas fases cada (Pulso + Direção)

* Conexão de fios Engate rápido via 4pin XH ou via terminal PCB Screw

* 13 Entradas Opto-Isoladas

(INP3 até INP12 + STOP + PROBE + INDEX)

* 10 Saídas Opto-Isoladas

(OUT1 até OUT10)

+ 1 Saída 0-10V Analógica

(4)

Explicação da figura 2.0:

Os pinos do terminal superior da aba

STEPPERMOTOR CONTROL PORT

são SAÍDAS para

Drivers: X, Y, Z, A, B e C que totalizam 6 Drivers.

Os pinos do terminal superior da aba

SPINDLE

ou [S-AXIS] são SAÍDAS para Spindle, onde:

* O pino [GND1] é o COMUM para todos os pinos da aba Spindle (VSO, INDEX, OUT1 E OUT2)

* O pino [VSO] é saída analógica 0-10 VDC.

* O pino [INDEX] é entrada de sinal digital. Referente ao sinal de rotação do eixo-árvore ou

eixo-ferramenta da máquina CNC. É o pino utilizado para indexar o eixo-árvore nos tornos com

objetivo de fazer operação de

Rosca. Vale lembrar que até o presente momento (Janeiro /

2021) esse recurso ainda não está disponível nessa placa aguardando nova atualização do

Plugin).

* O pino [OUT1] e [OUT2] são saídas de sinal digital. Apesar dessas duas saídas específicas

estarem localizadas dentro da aba Spindle/S-Axis, elas são saídas iguais as demais OUT3 até

OUT10. As saídas OUT1 e OUT2 podem e devem ser utilizadas como saídas de sinal para

ligar/desligar o Spindle através do Inversor de Frequência.

Exemplo:

[OUT1] > Liga/Desliga Spindle no sentido Horário (comando M3)

[OUT2] > Liga/Desliga Spindle no sentido Anti-Horário (comando M4)

Os pinos do terminal à direita da aba

OUT PORT

são SAÍDAS DIGITAIS (OUT3 até OUT10),

onde:

* Os pinos [OUT3 até OUT10] são SAÍDAS DIGITAIS.

* O pino [GND1] é o COMUM para todas saídas (OUT3 até OUT10).

Os pinos do terminal à direita da aba

MPG

são ENTRADA para Handwheel/MPG ou manivela.

Os pinos do terminal inferior da aba

ADJUST PORT

são ENTRADAS de encoder e chave

seletora para ajuste de SRO (Spindle RPM Override) e SJM (Slow Jog Rate // pressione a tecla

[TAB] dentro do Mach3); através de componentes externos diretamente na Placa Interface

Controladora Novusun NVUM USB V2.

Os pinos do terminal inferior da aba

INPUT PORT

são ENTRADAS DIGITAIS (STOP + PROB

+ INP3 até INP12) onde:

* Os pinos [INP1 até INP12] são ENTRADAS DIGITAIS.

* Os pinos [12V] são COMUM para todas entradas (INP1 até INP12).

(5)

#3: Diagrama De Portas e Pinos:

(6)

#4.0: Saídas para Drivers (terminal superior aba:

STEPPERMOTOR CONTROL PORT

) :

O terminal superior possui 18 pinos de saída para drivers, sendo:

* [12] saídas digitais que podem ser ligados até 6 eixos de Pulso e Direção cada, são eles:

CPX- DIX- // CPY- DIY- // CPZ- DIZ-

// CPA- DIA-

// CPB- DIB- // CPC-

DIC-* [6] pinos “Comum”, são eles: Todos COM+, presente nos eixos: X, Y, Z, A, B, C-Axis.

fig 4.0– esquema de ligação em um driver Toshiba TB6600 de 4A

Ligação EXEMPLO!

(7)

#5.0: Entradas de Sinal:

O terminal inferior totaliza 12 pinos de entradas, sendo:

* [12] entradas digitais (ou Inputs), são eles: STOP (INP1) // PROB (INP2) // INP3 // INP4 //

INP5 // INP6 // INP7 // INP8 // INP9 // INP10 // INP11 // INP12;

* [4] pinos (12V) que devem ser usados como “Comum”.

Através dessas entradas você pode interligar na máquina dispositivos e equipamentos a fim de

enviar sinais para a placa interface que serão interpretados pelo Mach3.

Os sinais de entrada são enviados por algum sensor, botão, chave ou dispositivo que quando

ativado, enviam sinal para o software de controle.

Esses sensores podem ser de contato mecânico tipo micro-switch ou chave-mecânica, do tipo

eletromagnético, tipo indutivo (proximidade), e também sensores ópticos ou infra-vermelho.

E são caracterizados de 2 formas:

#5.1: Sensores sem alimentação de energia: (*ver fig 5.0)

Os sensores mecânicos geralmente não necessitam de alimentação de energia. São os mais fáceis

de ligar, bastando fazer uma “ponte” entre os pinos: 12V e INP1 até IN12.

A ligação desses sensores deve ser feita sempre utilizando o pino 12V e um INP (INP_).

#5.2: Sensores

com

alimentação de energia:

(*ver fig 5.0)

Sensores eletromagnético, indutivo (proximidade), e também sensores ópticos ou infra-vermelho

geralmente necessitam de alimentação de energia. Esse tipo de sensor precisa ser ligado à uma

fonte de energia para funcionar. Geralmente são do tipo de 3 fios com ligação NPN ou PNP.

Essa placa suporta somente sensores do tipo PNP de 3 fios.

ATENÇÃO:

1: Não confundir sensores mecânicos tipo micro-switch de 3 pinos - NA e NF - com sensor de 3 fios

que precisa de energia para funcionar.

2: Não confundir sensor “NA – Normal Aberto” e “NF – Normal Fechado” com sensor NPN e

PNP.

*4

– “NA” e “NF” são a abreviação respectivamente de Normal Aberto e Normal Fechado. E referem-se ao tipo de

contato de um sensor , chave ou dispositivo que ele envia no seu estado Inicial.

Em Inglês usa NO (Normal Open = Normal Aberto) e NC (Normal Closed = Normal Fechado)

Um sensor Normal Aberto possui contato Aberto inicialmente, e se torna Fechado quanto ativo.

Um sensor Normal Fechado possui contato Fechado inicialmente, e se torna Aberto quanto ativo.

*5

- “NPN” e “PNP” refere-se ao tipo de sinal de saída do sensor. Sensor NPN possui sinal de saída negativo.

Enquanto que sensor PNP possui sinal de saída positivo.

(8)

fig 5.0 – esquema de ligação de um sensor mecânico tipo Botão de Emergência,

sensores mecânicos tipo micro-switch ou Probe e sensor de proximidade tipo sensor indutivo.

Sensores mecânico tipo Botão de Emergência e micro-switchs ( primeiro

e

segundo

dispositivo da

fig

5.0

) são do tipo simples, não necessitam de alimentação externa e portanto devem ser ligados

fazendo uma “ponte” entre o pino (12V) e qualquer pino do INP1 ao INP12. Repare que essa placa

tem disponível 4 pinos

“Comum” de 12V cada. No exemplo acima foi ligado:

* Botão de Emergência: 12V // INP1 (dedicado) (INP1 = STOP – na placa não está escrito INP1)

* Sensor Probe mecânico: 12V // INP2 (dedicado) (INP2 = PROB – na placa não está escrito INP2)

* Sensor Fim-de-Curso mecânico: 12V // INP3

(9)

Para ligar um sensor que requer alimentação externa ( quarto

dispositivo da

fig 5.0 –

sensor

indutivo), você deve utilizar os pinos (12V) e (GND1) como fonte de alimentação. O terceiro fio do

sensor (fio de sinal) deve ser ligado em um pino de entrada à sua escolha: INP3 até INP12. (No

exemplo acima foi ligado no Input8). No exemplo acima foi ligado:

* Sensor Fim-de-Curso indutivo ou proximidade: 12V // INP8 // GND1

Sendo:

Marrom

>> (GND1)

//

Azul >> (12V)

//

Preto >> InputX

Consulte o datasheet do seu sensor para confirmar as cores.

ATENÇÃO:

Deve ser utilizado uma fonte de alimentação secundária compatível com os sensores e dispositivos

periféricos que serão interligados na placa interface controladora. Por exemplo na imagem acima o sensor Indutivo (de

proximidade), possui tensão de trabalho de 6 até 36VDC. Portanto seria possível utilizar uma fonte secundária de

+12 VDC ou de +24 VDC.

(10)

#6.0: Saídas de Sinal:

O terminal direito totaliza 8 pinos de saídas digitais, sendo:

* [8] saídas digitais (ou Outputs), são eles: OUT3 // OUT4 // OUT5 // OUT6 // OUT7 // OUT8 //

OUT9 // OUT10;

* [1] pino

[GND1]

que deve ser usado como “Comum”.

* Essa placa totaliza 10 saídas digitais nos pinos [OUT1] até [OUT10]. Todas essas saídas tem

exatamente o mesmo funcionamento e parametrização. Apesar de duas saídas estarem localizadas

dentro da aba Spindle/S-Axis

(OUT1 e OUT2)

, elas são saídas digitais iguais as demais OUT3 até

OUT10. Todas tem exatamente o mesmo comportamento e devem ser programadas da

mesma forma.

fig 6.0– esquema de ligação de um inversor de frequência *convencional na Placa Interface

(11)

Através dos pinos de saída da placa (

OUT1 até OUT10)

você pode controlar dispositivos externos.

Por exemplo ligar/desligar o Spindle, ligar/desligar a Bomba de Refrigeração, acionar Relés, etc.

* FOR é a abreviação de Forward – em

inglês *Adiante ou * Pra Frente.

No inversor de frequência é o pino que define o sentido de rotação principal do Spindle. Por padrão

esse sentido é Anti-Horário, mas pode ser alterado pela configuração do inversor ou trocando os

cabos RST que conectam o inversor no Spindle.

Na placa interface controladora é SAÍDA DIGITAL. É responsável somente por Ligar/Desligar o

Spindle. (No exemplo acima foi ligado no OUT1).

* REV é a abreviação de Reverse – em

inglês *Reverso ou *Reversão.

No inversor de frequência é o pino que define o sentido de rotação contrário do Spindle. Por padrão

esse sentido é Horário, mas pode ser alterado pela configuração do inversor ou trocando os cabos

RST que conectam o inversor no Spindle.

Na placa interface controladora é SAÍDA DIGITAL. É responsável somente por Ligar/Desligar o

Spindle com o sentido contrário. (No exemplo acima foi ligado no OUT2). É comum às vezes não

ligar o REV.

*** Na placa interface controladora o pino “Comum” das saídas DIGITAIS (OUT1 até OUT10) é o

pino [GND1]. Vale Lembrar que essa placa possui dois

pinos [GND1]

que são análogos. Um deles

está dentro da aba Spindle/S-Axis que pode ser utilizado como “Comum” para as saídas digitais

(OUT1 e OUT2) e outro que está dentro da aba OUT PORT

que pode ser utilizado como “Comum”

para as saídas digitais (OUT3 e OUT10) .

* AVI é a abreviação de Analog Voltage Input – em inglês

*Entrada de Voltagem Analógica.

* VSO é a abreviação de Voltage Spindle Output – em inglês *Saída de Voltagem p/ Spindle.

No inversor de frequência é o pino que define a potência ou rotação do Spindle.

Na placa interface controladora é chamado [VSO] SAÍDA ANALÓGICA (0-10 VDC). É responsável

por definir a velocidade ou RPM do spindle controlado pela placa.

* ACM é a abreviação de Analog Common – em inglês *Analógico Comum.

No inversor de frequência é o pino “Comum” da saída analógica.

Na placa interface controladora é o próprio [GND1] o pino “Comum” da saída analógica.

ATENÇÃO: O pino [GND1] é comum para as Saídas Digitais

e

Saída Analógica

0-10VDC.

(12)

#6.5: Esquema de Ligação e Configuração no Mach3:

Os pinos OUT1 e OUT2 acionam o eixo spindle através de um sinal pro inversor de frequência.

Esquema de ligação com sentido horário e anti-horário no spindle:

* Pino “OUT1” --- Sinal para Ligar / Desligar Spindle (comando M3 Liga sentido Anti-Horário / M5

Desliga)

* Pino “OUT2” --- Sinal para Ligar / Desligar Spindle (comando M4 Liga sentido Horário / M5

Desliga)

Inversores de frequência quando conectados à rede elétrica permanecem ligados, porém o Spindle

(ou eixo árvore da máquina) fica em Stand-By aguardando um sinal do operador ou do computador

para iniciar o movimento. Esse sinal pode ser configurado em qualquer pino de Saída do Mach3 -

exemplo: OUT1 ou OUT2.

Para fazer a reversão do motor será necessário configurar no Mach3 um pino para o giro no sentido

Anti-Horário – comando M3 – e outro pino para o giro no sentido Horário – comando M4 –

exemplo: Pino

OUT1

Sentido Anti-Horário

--- Pino

OUT2

Sentido Horário.

Vale lembrar que os inversores de frequência necessitam de uma pré-configuração para receber

esses sinais de controle – liga/desliga e sentido de giro.

Caso não necessite de reversão no spindle ou no motor, você pode configurar um único

sentido de giro utilizando somente 1 pino. E o pino não utilizado para outra determinada

função.

(13)

#6.8: Saídas de Sinal Isoladas

com Relé

:

Em alguns casos ligar o inversor de frequência diretamente na placa interface controladora não

funciona. O inversor de frequência às vezes permanece ligado direto ou não liga de jeito nenhum,

não respondendo aos sinais enviados pela placa interface. Mesmo com o programa devidamente

configurado e o sinal proveniente da placa estar funcionando adequadamente existe uma

incompatibilidade entre os sinais de ambos os circuitos.

Veja que nesse caso é necessário utilizar um Módulo Relé externo para enviar um sinal

isolado (sem energia elétrica) para o inversor de frequência.

(14)

Através desse Relé você pode interligar no inversor os pinos “COMUM” [DCM] e FOR do inversor

de frequência para ligar e desligar o Spindle.

Ver Fig. 6.0 – No exemplo da figura 6.0 o pino da placa [GND1] está ligado no inversor no

“Comum” [ACM/DCM] (Analog Common / Digital Common). Ou seja, é um único comum da placa

interface controladora para a saída analógica [VSO] e [OUT1 e OUT2].

No exemplo da figura 6.8.1 o pino da placa [GND1] está ligado no inversor no “Comum” [ACM]

(Analog Common) para a porta Analógica 0-10 VDC. O pino do Relé está ligado no “Comum”

[DCM] (Digital Common) para as portas digitais (OUT3 e OUT5).

Repare que nesse exemplo por se tratar de um módulo relé de Arduino que trabalha com

+5 VDC

é

necessário fazer um jamper na alimentação da placa utilizando um

resistor de

1K.

(15)

fig 6.8.2– esquema de ligação das saídas isoladas utilizando Módulo Relé de Arduino +5 VDC

Ou pode passar um fio Fase

3

energizado com 127 VAC ou 220 VAC para ligar diretamente um motor

elétrico, chave contatora ou qualquer outro dispositivo que deve ser conectado diretamente na rede

elétrica.

* OUT2 --- Aciona o relé externo. Através desse Relé você pode passar um fio Fase

3

energizado

com 127 VAC ou 220 VAC para ligar diretamente um motor elétrico, bomba de refrigeração, chave

contatora ou qualquer outro dispositivo que deve ser conectado diretamente na rede elétrica.

Se o pino OUT2 estiver configurado como refrigeração por exemplo, você poderá utilizar o comando

M7 para ligar a refrigeração e M9 para desligar.

*3

- Fio Fase são fios de corrente alternada obtidos diretamente da rede elétrica, usualmente com

127 ou 220 Volts.

(16)

#7.0: Saída PWM / Saída Analógica:

A Saída Analógica

4

/ PWM

5

da placa está no pino VSO – Voltage Spindle Output.

A saída [VSO] é do tipo Analógica 0-10 VDC ou também pode ser configurada do tipo Digital via

PWM. Esse sinal analógico ou PWM pode ser utilizado para controlar a potência ou intensidade de

um dispositivo externo.

fig 7.0 – esquema de funcionamento de uma onda quadrada utilizando PWM com intensidade 10%, 50% e 90%.

Sinal PWM, é a porta que admite tensões intermediárias entre 0-5 VDC ou 0-10 VDC. Através dessa

porta você pode controlar a intensidade / rotação de um dispositivo externo por exemplo um

Spindle através do inversor de frequência.

*4

- Saída Analógica é uma saída que admite tensões intermediárias entre 0 até +10 VDC. Através dessas tensões o

inversor de frequência consegue regular o RPM do spindle em função da tensão que recebe da placa. Exemplo: 0 Volts

corresponde à 0 RPM (parado). 10 volts corresponde à 24.000 RPM. Dessa forma ao receber uma tensão de 3 Volts a

rotação correspondente é 7200 RPM. 5 Volts = 12000 RPM.

*5

– Pull-Width-Modulation em tradução livre é: Controle de Largura de Pulso. É uma técnica utilizada em portas

digitais (que só suportam sinais do tipo nível baixo [ZERO VOLTS] ou do tipo nível alto [+5 ou +10 VOLTS]) para obter

tensões intermediárias que não seriam obtidas por padrão nesse tipo de porta, que só envia sinais do tipo onda

Quadrada.

Através do Controle de Largura de Pulso, a porta pulsa uma frequência determinada em um intervalo específico,

fazendo uma aproximação para tensões intermediárias.

(17)

#8: Instalando o Driver Plugin da placa Novusun NVEM/NVUM no Mach3:

Após instalar o Software Mach3 no PC você deve instalar o DRIVER da placa Novusun

NVEM/NVUM. Arquivo: Novusun.dll

Esse Driver é um Plugin que deve ser copiado para dentro da pasta de instalação do Mach3.

Local de Origem: .../Plugins/Novusun.dll– está dentro da pasta Plugins junto com esse

datasheet.

Local de Destino:

C:/Mach3/PlugIns

– onde o diretório raíz “C:” deve ser substituído pelo

local de instalação do sistema operacional.

fig 8.0 – Cópia do Driver Plugin

Novusun NVEM/NVUM V2

para a pasta de instalação do

Mach3: C:/Mach3/PlugIns

(18)

#8.5: Configurando a Placa Controladora Novosun NVEM ETHERNET/NETWORK (esse

procedimento é dispensado no modelo NVUM / USB)

A Placa Interface Controladora NVEM (Ethernet) com porta de transmissão de dados Ethernet/

RJ45/LAN deve ser plugada ao computador e definido o IP manualmente para:

192.168.1.X ; onde X deve ser utilizado um sulfixo de 10 até 99.

Exemplo: 192.168.1.11

* O protocolo TCP/IP deve ser: IPv4

* Máscara de sub-rede pode utilizar: 255.255.255.0

* Você deve desabilitar o Firewall do Windows!!!

* Desinstale todos anti-vírus e firewall do pc exemplo: Norton, Avast, etc.,

Para definir o endereço IP no Windows XP:

1: Iniciar >> Configurações >> Configurações de Rede

2: No dispositivo de rede, clicar com o botão direito >> Propriedades

3: Na aba Geral >> Selecionar opção: Protocolo TCP/IP >> Clicar em: Propriedades

4: ...e então especifique o IP manualmente.

Para definir o endereço IP no Windows 7:

1: Iniciar >> Painel de Controle >> Rede e Internet >> Central de Rede e Compartilhamento

2: Clicar em: Alterar as configurações do adaptador ou Conexão Local e depois Propriedades

3: Na aba Rede, Selecionar opção: Protocolo TCP/IP versão 4 >> Clicar em: Propriedades

4: ...e então especifique o IP manualmente.

(19)

Após instalar o Mach3, reiniciar o computador, instalar o Driver/Plugin da placa,

desativar o firewall do windows e qualquer outro anti-vírus faça o seguinte procedimento:

#1: Conectar a placa interface ao computador através do cabo de rede.

#2: Definir o IP do computador para: 192.168.1.11

#3: Abrir o Software Mach3.

#4: Carregar o Driver/Plugin.

#5: Ligar a placa interface Novusun NVEM à rede elétrica (+12~24 VDC).

PS 1:

Ao abrir o Mach3 com o Plugin da placa CARREGADO, se a placa interface estiver

DESCONECTADA é normal o Mach3 ficar "travado".

Nesse caso o "DRO" que são aqueles números de indicação de movimentação dos eixos X, Y,

Z... devem ficar travados.

O Mach3 não deve responder aos movimentos do teclado (JOG) nem comandos manuais:

(G0 X10, etc...).

Isso indica que o Plugin da placa está devidamente instalado e CARREGADO!!!

Quando a placa for CONECTADA no Mach3 o Mach3 irá destravar. Respondendo aos comandos

de movimentação (JOG), etc.

(20)

#9: Configurando o Mach3

fig 9.1 – Abra o Mach3 e clique em: [CREATE PROFILE]

fig 9.2 – janela de criação de Perfil

#1: Selecione o perfil [Mach3Mill] caso esteja configurando uma Router ou uma Fresadora

Selecione o perfil [Mach3Turn] caso esteja configurando um Torno.

#2: Selecione um nome para o perfil da sua máquina.

#3: Ative o campo: [Default Profile Values].

(21)

fig 9.3 – Selecione o seu

perfil criado anteriormente

Dê [OK!]

fig 9.4 – Janela de Plugin referente ao Hardware da placa encontrado

Assim que carregar o software Mach3 será exibido essa janela para selecionar o Plugin da placa

#1: Selecione o Plugin da placa Novusun NVEM/NVUM - (o nome pode variar de acordo com o

nome do arquivo)

(22)

fig 9.5 – clique no painel de configuração:

[Config] >> [Config Plugins]

fig 9.6 – Janela referente à todos Plugins instalados e ativos no software Mach3.

Confirme se o Plugin da placa interface Novusun NVEM/NVUM está ativo (Enabled

Ativado

).

À qualquer momento você pode abrir essa janela para habilitar e desabilitar Plugins.

Os Plugins servem para habilitar recursos de terceiros dentro do Mach3. Por exemplo suporte à uma placa interface

(23)

fig 9.7 – clique no painel de configuração:

[Config] >> [Ports and Pins]

(24)

fig 9.8 – Janela: Config >> Port and Pins >>> Port Setup and Axis Selection

#1: Confirme se a porta [Port #1] está HABILITADA. Não altere o endereço da porta.

#2: Confirme se a velocidade [Kernel Speed] está em [25 000 Hz]. De início mantenha essa

velocidade que é compatível para a maioria dos equipamentos. Não altere essa configuração

se não tiver certeza do que está fazendo. Velocidades baixas tornam o computador mais

estável.

(25)

fig 9.9 A – Config >> Port and Pins >>> Motor Outputs

#1: Habilita ou Desabilita os eixos. Nesse caso está habilitado 6 eixos: X, Y, Z, A, B, C.

#2: Configuração de Pinos referente aos eixos.

Deixe t

udo ZE

RO [0].

A placa interface Novusun NVEM/NVUM dispensa essa configuração que é feita de

maneira automática quando instalado e habilitado o Driver Plugin da placa.

Os pinos de PULSO E DIREÇÃO devem ser ligados nos Drivers conforme Figura 2.0

#3A: [DirLowActive] inverte o sentido de giro do motor. Se sua máquina estiver com o

movimento do eixo [X] invertido, por exemplo: movimento pra direita está NEGATIVO e você

deseja tornar POSITIVO, inverta esse campo. (não confunda o sentido de movimento dos

motores com as “setinhas” do teclado para movimentar a máquina – veja o sentido de

movimento se o valor está indo pro

POSITIVO

ou

NEGATIVO.

)

As setinhas do teclado devem ser configuradas os

Atalhos de Teclado

ou

Hotkeys

no

meneu: Config >> HotKeys

#3B: [StepLowActive] os pulsos do Driver do motor devem ser do tipo: Pulso Baixo. (A

MAIORIA DOS DRIVERS UTILIZAM ESSA CONFIGURAÇÃO – confirme no datasheet do

driver)

(26)

fig 9.9 B – Pulso Alto x Pulso Baixo (Low Active)

#4: Especifica a porta da placa interface.

Deixe sempre UM [1] – configuração proveniente do Plugin.

[APLICAR!!!]

(27)

fig 9.10 – Config >> Port and Pins >>> Input Signal

#1: Habilita ou Desabilita as Entradas ou Input.

[X++] é referente ao curso do movimento X POSITIVO. E [X--] é referente ao

fim-de-curso do movimento X NEGATIVO. Para os eixos [Y], [Z], [A] a mesma lógica.

Como temos um limite de 4 entradas somente, optamos por ligar todos sensores fim-de-curso

juntos para poupar as entradas. A máquina continuará 100% funcional, uma vez que qualquer

sensor que a máquina esbarrar vai interromper o Mach3 imediatamente.

Para mais detalhes sobre os sensores fim-de-curso veja a página 26.

#2: Especifica a porta.

Deixe sempre UM [1] – configuração proveniente do Plugin.

#3: Configuração de Pinos referente à cada Entrada.

Utilize a numeração de 1 até 12 conforme ligação na placa interface Novosun NVEM/

NVUM.

Ver figura 5.0

#4: Especifica se o Sinal ou Pulso de Entrada é do tipo Alto ou Baixo. (ver fig 9.9 B)

[APLICAR]

(28)

fig 9.11 – Config >> Port and Pins >>> Output Signal

#1: Habilita ou Desabilita as Saídas ou Ouput.

#2: Especifica a porta.

Deixe sempre DOIS [2] – configuração proveniente do Plugin.

#3: Configuração de Pinos referente à cada Saída.

Utilize a numeração de 1 até 10 conforme ligação na placa interface Novosun NVEM/

NVUM.

Ver figura 6.0

#4: Especifica se o Sinal ou Pulso de Saída é do tipo Alto ou Baixo. (ver fig 9.9 B)

[APLICAR]

(29)

fig 9.12 – Config >> Port and Pins >>> Spindle Setup

#1: Habilita o sinal de saída (output) para ligar o spindle ou motor.

Podendo ser configurado até 2 saídas. Uma para o sentido de giro (M3) Horário e outra (M4)

Anti-Horário.

A saída deve conter o número do [Output #_] configurado previamente na tela: Output

Signal.

#2: Habilita o sinal de saída (output) para ligar a bomba de fluído.

Podendo ser configurado até 2 saídas para a bomba, uma para (M7) Mist ou “névoa” e a

segunda para (M9) Flood ou refrigeração contínua.

Colocamos aqui o mesmo número do [Output#3] para as duas, dessa forma os comandos M7

e M8 têm a mesma característica.

Ainda é possível configurar um Delay, ou seja, uma pausa que o Mach3 dá antes de continuar a

leitura do código enquanto a bomba carrega o fluído refrigerante.

#3: Ative os campos: [Use Spindle Motor Output] e [PWM Control] para habilitar a saída

analógica 0-10 VDC para controlar o RPM do spindle ou potência de um possível Laser.

Não esqueça de Habilitar a saída PWM na aba: Spindle Setup.

#4: Ative os campos marcados na imagem para Habilitar o sistema de controle de RPM em

malha fechada.

#5: Permite configurar um Delay ou seja, uma pausa que o Mach3 dá antes de continuar a

leitura do código enquanto o spindle acelera e atinge sua rotação de trabalho.

(30)

fig 9.13 – Config >> Spindle Pulley

Nessa janela é feita a Calibração do pino referente ao pino PWM ou Saída Analógica 0-10 VDC.

Os campos [Min Speed] e [Max Speed] servem de parâmetro pro Mach3 calcular as tensões

da saída analógica referente à cada faixa de RPM.

Nesse exemplo específico os comandos:

* S10000 faz o Mach3 enviar a tensão máxima (+10 VDC) na porta analógica.

Enquanto que o comando:

* S3000 faz o Mach3 enviar a tensão mínima (+0 VDC) na porta analógica.

Esses valores servem de parâmetro pro gradiente de tensão para cálculo de potência ou

intensidade dessa saída.

O campo [Ratio] deve ser utilizado como base de cálculo do RPM quando temos um

sensor de RPM instalado no eixo árvore.

Para utilizar um sensor de RPM devemos habilitá-lo como INDEX na aba: Config >>

Port and Pins >> Input – e configurar seu respectivo pino. (ver figura 9.10)

No campo [Ratio] devemos colocar o valor respectivo à QUANTOS PULSOS O MACH3 RECEBE À

CADA VOLTA COMPLETA DO EIXO ÁRVORE.

(31)

Fig 9.14 – exemplo de um sensor do tipo óptico

modelo F-249 instalado num eixo árvore.

Nesse exemplo acima o sensor está instalado diretamente no eixo árvore da máquina.

Portanto à cada volta completa do eixo árvore o sensor recebe 2 pulsos.

(32)

#10: Sensor Fim-De-Curso / Micro-Switch

fig 10.1 – botão tipo “push” com contato NF = Normal Fechado

Botões, sensores fim-de-curso tipo micro-switch, podem ser do tipo NA (Normal Aberto) ou do

tipo NF (Normal Fechado).

Sensores Normal Aberto – tem seus contatos por padrão abertos, sem passar sinal. Quando

pressionados ou acionados passam para o estado Fechado passando a emitir sinal.

Sensores Normal Fechado – tem seus contatos por padrão fechados, passando sinal. Quando

pressionados ou acionados passam para o estado Aberto interrompendo o sinal.

No Mach3 podemos configurar o tipo de sinal na opção: [Low Active] onde o Mach3 interpreta

como sinal ATIVO a interrupção de sinal vinda do sensor. Esse tipo de funcionamento pode

parecer estranho e ao mesmo tempo contrário ao que estamos acostumados.

A vantagem desse tipo de sinal é a seguinte:

Imagine um sensor fim-de-curso normal fechado, onde o mach3 está interpretando o sinal

como [Low Active], ou seja, quando o sinal vindo do sensor é cortado ou interrompido o

Mach3 interpreta como parada imediata. Caso o cabo elétrico vindo do sensor se quebre ou

desconecte, mesmo o sensor não sendo pressionado a máquina identifica o problema e pára

imediatamente.

Se o sensor fosse do tipo normal aberto, e o cabo se desconectasse do sensor, quando a

máquina tocasse o fim-de-curso o Mach3 não identificaria o sinal. Podendo haver grandes

danos na máquina, ferramentas e dispositivos.

(33)

fig 10.2 – esquema de ligação de sensor micro-swicth em série e em paralelo.

Preste atenção que os terminais dos sensores mudam conforme a ligação em série ou paralelo.

Esses sensores tipo micro-switch podem ser do tipo com 2 terminais: GND + NF ou GND + NA

Ou com 3 terminais, sendo: GND + NF + NA. Esse tipo de sensor é universal e permite os dois

tipos de ligação.

** Para ligação em Série, os sensores devem ser ligados em Normal Fechado.

Dessa forma o sinal vai passar através de todos os sensores continuamente, qualquer sensor

que seja pressionado interrompe todo o sinal imediatamente. Como se fosse uma cadeia ou

um elo de corrente.

** Para ligação em Paralelo, os sensores devem ser ligados em Normal Aberto.

Dessa forma todos os sensores estão com o sinal interrompido no contato NA (normal aberto).

Qualquer sensor que seja pressionado permite que o sinal passe e seja recebido pela placa

interface. Os sensores trabalham de forma independente, e caso haja problema em um dos

sensores os outros continuam em funcionamento.

(34)

fig 10.3 – esquema de ligação de sensor micro-swicth em série utilizando uma única porta INP2

Na ligação dos sensores fim-de-curso tipo micro-switch da imagem 10.3, temos 6 sensores

ligados em série, na ligação Normal Fechado e o Mach3 configurado como [Low Active].

Qualquer sensor que seja pressionado o sinal elétrico é interrompido e o Mach3 recebe o sinal

de parada.

Utilizando o mesmo conceito acima, podemos ligar por exemplo 2 botões de Emergência

[ESTOP] do tipo NF, ligados em série e posicioná-los em locais estratégicos da máquina.

Mesmo utilizando 2 botões de emergência vamos utilizar uma única entrada da placa interface.

(35)

#11: Plugin

fig 11.1 – clique no painel de configuração:

[Config] >> [Config Plugins]

fig 11.2 – Janela referente à todos Plugins instalados e ativos no software Mach3.

Clique no botão: [CONFIG] referente ao Plugin da placa interface Novusun NVEM/NVUM.

(36)

fig 11.3 – Janela de Configuração do Plugin Novusun NVEM/NVUM.

Através dessa janela você consegue saber se a placa está conectada ao Mach3.

Também consegue fazer Upgrade do Firmware para novas versões.

Referências

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