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Roteiro de leitura:
A) Povos Pré-Colombianos:
Elaborar um quadro comparativo entre: Maias, Incas e Astecas.
Conceituar “mita”.
Refazer a prova.
Leitura do capítulo e fichamento.
B) Grandes navegações e conquista da América:
Leitura do capítulo e fichamento.
Conceituar: Mercantilismo e Pacto Colonial.
Elaborar um texto relacionando os principais fatores do pioneirismo português.
Refazer a prova.
Sintetize os elementos ou formas de violência contra os indígenas que resultaram em sua dominação e na conquista da América pelos europeus.
C) Brasil Colônia:
Leitura dos capítulos e fichamentos.
Caracterizar o período pré-colonial.
Elaborar um texto relacionando: Capitanias Hereditárias, Câmaras Municipais e Governo-Geral.
Caracterizar a empresa açucareira.
Resumir as principais invasões estrangeiras.
Comparar os diferentes tipos de bandeiras.
Produzir um texto problematizando a memória construída sobre os bandeirantes.
Elaborar um texto: como a pecuária, mineração e missões jesuíticas contribuíram para a interiorização do território.
Produza um texto comparando o escravismo na sociedade açucareira e mineradora.
Identifique as diferentes formas de controle das minas.
Refazer as provas.
Exercícios:
1) (UNICAMP-2000) Podemos dizer que a ideia de globalização é mais antiga do que imaginamos. Alguns acreditam que sua origem remonta a uma Bula Papal, de 1493, que pela primeira vez empregou a palavra descobrimento. Por este documento, a Europa adquiria o direito de converter à sua religião os povos do mundo e se apropriar das terras por ela descobertas. Evidentemente, trata-se de uma ideia unilateral e unidimensional de globalização: foram desconsideradas, quando não aniquiladas, as diferenças culturais e sociais. (Adaptado de Eduardo Subirats, O mundo, todo e uno)
PLANTÕES DE FÉRIAS
HISTÓRIA
Nome: Nº: Série:
2º ANO
ProfªMAIARA MAZIERO
Data: JULHO 20162
a) Quais os países europeus que desencadearam essa globalização? b) Por que o autor considera unilateral essa globalização?
c) De acordo com o enunciado, qual o significado de descobrimento para os europeus? Por que, hoje, eles são contestados?
2) (UNICAMP-2006) A imagem abaixo ilustra “o encolhimento do mapa mundo graças a inovações nos transportes que
‘aniquilam o espaço por meio do tempo’”.
(David Harvey, A condição pós-moderna. São Paulo: Edições Loyola, 1993, p. 220.)
a) De acordo com a imagem e o texto anterior, qual o significado da expressão “encolhimento do mapa mundo”? b) Relacione o uso dos barcos a vela com as mudanças na cartografia e no conhecimento geográfico da Terra no início da Idade Moderna.
3) (Unicamp 2010) Segundo o historiador indiano K. M. Panikkar, a viagem pioneira dos portugueses à Índia inaugurou aquilo que ele denominou como a época de Vasco da Gama da história asiática. Esse período pode ser definido como uma era de poder marítimo, de autoridade baseada no controle dos mares, poder detido apenas pelas nações europeias. (Adaptado de C. R. Boxer, O Império Marítimo Português, 1415-1835. Lisboa: Edições 70,
a) Quais fatores levaram à expansão marítima europeia dos séculos XV e XVI? b) Qual a diferença entre o domínio dos portugueses no Oriente e na América?
4) (Unesp 2009) (...) A abertura de novas rotas, a fim de superar os entraves derivados do monopólio das importações orientais pelos venezianos e muçulmanos, e a escassez do metal nobre implicavam dificuldades técnicas (navegações do Mar Oceano) e econômicas (alto custo dos investimentos) (...), o que exigia larga mobilização de recursos (...) em escala nacional (...) A expansão marítima, comercial e colonial, postulando um certo grau de centralização do poder para tornar-se realizável, constituiu-se (...) em fator essencial do poder do Estado metropolitano. (Fernando Novais, O Brasil nos quadros do antigo sistema colonial. In: Carlos Guilherme Motta. A partir do texto, responda: por que a centralização política foi condição para a expansão marítima e comercial nos séculos XV e XVI?
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5) ) (Fuvest-2001) “Em suma, a combinação de eficiência técnica e convição mística, submetidas ambas à expansão comercial e ao poder político foi a característica (…) da conquista espanhola na América.” David A. Brading, Orbe indiano. Com base no texto, estabeleça as relações entre:
a) avanços tecnológicos e expansão comercial;
b) poder político da Coroa Espanhola e Igreja Católica.
6) (Fuvest) No Brasil e no Caribe, a escravidão africana constituiu-se na principal modalidade de trabalho, Na América de colonização espanhola - México, Peru - predominou o trabalho indígena compulsório. Explique as origens dessas diferenças.
7) (UNICAMP-2007) Depois da conquista da América pelos espanhóis, ocorreu uma explosão populacional de gado, porcos, carneiros e cabras, os quais causaram grandes danos às plantações de milho indígenas, que não eram protegidas. As medidas tomadas pela população indígena eram, muitas vezes, ineficazes. Os conquistadores preferiam o gado. Bois e carneiros eram protegidos pela lei, pelos costumes e pelo sentimento espanhóis. As leis que protegiam a pecuária na Península Ibérica foram exportadas para o México e permitiam que o gado pastasse em propriedade alheia. Os animais destruidores eram, afinal, propriedade dos vitoriosos; a agricultura, dos derrotados.
(Adaptado de Kenneth Maxwell, “Morte e sobrevivência”. Folha de S. Paulo, 11/08/2002, Mais!, p. 8.)
a) Segundo o texto, por que a agricultura indígena foi prejudicada após a conquista da América? b) Indique dois outros efeitos da conquista da América sobre as populações indígenas. c) O que foi a encomienda, utilizada pela colonização espanhola na América?
8) (Uerj) Mar Português Ó mar salgado, quanto do teu sal São lágrimas de Portugal! Por te cruzarmos, quantas mães choraram, Quantos filhos em vão rezaram! Quantas noivas ficaram por casar Para que fosses nosso, ó mar! Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem quere passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu. (Fernando Pessoa) O poema de Fernando Pessoa descreve aspectos da expansão marítima portuguesa no século XV, dando início a um movimento que alguns estudiosos consideram um primeiro processo de globalização. Identifique duas motivações para a expansão portuguesa e explique por que essa fase de expansão pode ser considerada um primeiro processo de globalização.
9) (Ufrrj) Leia o texto adiante sobre a expansão comercial e marítima portuguesa e, com base nele, responda às questões a seguir. Em 1498, o português Vasco da Gama consegue chegar a Calicute, nas Índias, contornando o Cabo da Boa Esperança. Em seguida, as frotas portuguesas procuraram estabelecer um maior controle do oceano Índico. À medida que as rotas de navegação se consolidam, Portugal centraliza o comércio das especiarias alterando o papel a ser desempenhado pelas cidades de Gênova e Veneza. THEODORO, J. "Descobrimentos e Renascimento". São Paulo: Contexto, 1991. p. 20.
a) Mencione duas razões que explicam o pioneirismo português nas navegações e descobrimentos dos séculos XV e XVI.
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b) Estabeleça uma relação entre práticas mercantilistas e a assim chamada expansão comercial e marítima.
10) (Unicamp) Contestando o Tratado de Tordesilhas, o rei da França, Francisco I, declarou em 1540: "Gostaria de ver o testamento de Adão para saber de que forma este dividira o mundo." (Citado por Cláudio Vicentino, HISTÓRIA GERAL, 1991)
a) O que foi o Tratado de Tordesilhas?
b) Por que alguns países da Europa, como a França, contestavam aquele tratado?
11) (Unicamp 2014) Desde o início da colonização, os portugueses chamaram de tapuias os grupos indígenas que julgavam bárbaros, por seus hábitos culturais distintos dos que habitavam o litoral e por seu poder de resistência aos portugueses.
a) Contextualize historicamente os significados de Guerra Justa para os portugueses a partir do fim da Idade Média.
b) Indique duas práticas dos indígenas que os portugueses consideravam bárbaras.
12) (Unicamp 2013) 1549 e 1763 são os anos do estabelecimento de Salvador e Rio de Janeiro, respectivamente, como capitais da área que viria a ser o Brasil. Em 1960, a terceira capital foi inaugurada. Em relação ao estabelecimento das capitais, responda:
a) Quais os objetivos políticos do estabelecimento das duas primeiras capitais?
b) Por que a mudança da capital do Rio de Janeiro para Brasília pode ser vista como uma mudança política e estratégica?
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a) EXPLIQUE um motivo para as Expedições de Apresamento.
b) CITE dois processos históricos decorrentes das Expedições de Apresamento.
c) COMPARE o tratamento dado aos povos indígenas por parte das Expedições de Apresamento e das Missões jesuíticas.
14) O final do século XVIII foi marcado pelo enfraquecimento da atividade mineradora. Contudo, a extração do ouro e do diamante ao longo daquele século ocasionou em Minas uma diversificação econômica e um consequente crescimento populacional sem precedentes. Na passagem para o século XIX, já se contava ali algo perto de meio milhão de habitantes. Mesmo quando a mineração perde seu vigor, uma população deste tamanho movimenta, por si só, uma dinâmica econômica nada desprezível. E o sul de Minas adquiriu importância crescente ao produzir gêneros de subsistência para abastecer os centros urbanos. CUNHA, Alexandre Mendes. Tropeiros em alta. Revista de História da Biblioteca Nacional. Edição No. 28. Rio de Janeiro. Janeiro de 2008, p.51 (Adaptado). Com relação às transformações econômicas e sociais ocorridas em Minas Gerais entre os séculos XVIII e XIX, responda, de que maneira a própria economia mineradora trouxe consigo elementos que favoreceram a superação da crise da extração de ouro e diamantes em Minas Gerais no final do século XVIII?
15) (UNICAMP-2003) Em 1694, tropas comandadas pelo paulista Domingos Jorge Velho destruíram o quilombo de Palmares, que havia se formado desde o início do século XVII. Poucos sobreviveram ao ataque final, refugiando-se nas matas da Serra da Barriga sob a liderança de Zumbi, morto em 20 de novembro de 1695, depois de resistir por quase dois anos.
a) O que foi o quilombo de Palmares?
b) Além de realizar ataques a quilombos, que outros interesses tinham os paulistas em suas expedições pelos sertões?
c) Explique por que o dia da morte de Zumbi é considerado o "dia nacional da consciência negra". 16) Leia os versos.
"Seiscentas peças barganhei
- Que pechincha! - no Senegal A carne é rija, os músculos de aço, Boa liga do melhor metal.
Em troca dei só aguardente, Contas, latão - um peso morto! Eu ganho oitocentos por cento Se a metade chegar ao porto".
(Heinrich HEINE,, APUD BOSI, Alfredo. DIALÉTICA DA COLONIZAÇÃO. São Paulo: Cia. das Letras, 1992).
a) IDENTIFIQUE a atividade a que se referem esses versos.
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17) (Unesp 2012) O artista holandês Albert Eckhout (c.1610- c.1666) esteve no Brasil entre 1637 e 1644, na comitiva de Maurício de Nassau. A tela foi pintada nesse período e pode ser considerada exemplar da forma como muitos viajantes europeus representaram os índios que aqui viviam.
Identifique e analise dois elementos da imagem que expressem esse “olhar europeu” sobre o Brasil. 18) (Fgvrj 2011) Frans Post chegou ao Brasil em 1637 e integrou o grupo de artistas ligados à administração holandesa sob o comando de Maurício de Nassau. Paisagens, cenas cotidianas e personagens foram os temas principais representados por Post durante os anos vividos no Brasil. Observe atentamente a imagem abaixo, de sua autoria, e depois responda às questões propostas.
a) Identifique na pintura: a instalação representada; a força motriz utilizada; a mão de obra predominante e o produto processado.
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19) (Uerj 2011) Pelo que, começando, digo que as riquezas do Brasil consistem em seis coisas, com as quais seus povoadores se fazem ricos, que são estas: a primeira, a lavoura do açúcar; a segunda, a mercancia; a terceira, o pau a que chamam do Brasil; a quarta, os algodões e madeiras; a quinta, a lavoura de mantimentos; a sexta e última, a criação de gados. De todas estas coisas o principal nervo e substância da riqueza da terra é a lavoura dos açúcares.
BRANDÃO, Ambrósio Fernandes, 1618. Adaptado de PRIORE, M. del; VENÂNCIO, R. P. O livro de ouro da história do Brasil. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001.
Considera-se hoje que o Brasil colonial teve um desenvolvimento bastante diferente da interpretação de Caio Prado Júnior. É que mudou a ótica de observação: os historiadores passaram a analisar o funcionamento da colônia. Não que a intenção da política metropolitana fosse diferente do que propõe o autor. Mas a realidade se revelava muito mais complexa. No lugar da imagem de colonos engessados pela metrópole, vem à tona um grande dinamismo do comércio colonial. (Sheila de Castro Faria)
Indique dois objetivos da Coroa Portuguesa com a implantação da empresa açucareira no Brasil colonial. Em seguida, identifique duas características da economia colonial que comprovam o seu dinamismo interno.