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Eixo Temático – Ciências Biológicas e Cuidados com a Saúde – sala nº 28

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Academic year: 2021

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XIII ERIC – (ISSN 2526-4230)

Eixo Temático – Ciências Biológicas e Cuidados com a Saúde – sala nº 28 (RESUMO)

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XIII ERIC – (ISSN 2526-4230)

PERCEPÇÕES SOBRE O HÁBITO DE FUMAR EM PACIENTES COM DIABETES MELLITUS TIPO 2 TABAGISTAS E EX-TABAGISTAS

Fundação Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Mandaguari. Ane Caroline Rodrigues Miranda Lucena Mayckel da Silva Barreto ([email protected] ) ([email protected])

Objetivo: compreender os comportamentos e percepções de pacientes com DM tipo 2 tabagistas e ex-tabagistas sobre o hábito de fumar, a intenção de parar de fumar e o apoio familiar neste processo. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo de abordagem qualitativa realizado na cidade de Mandaguari-Paraná, no âmbito da Atenção Primária à Saúde. Os dados foram coletados por meio de entrevista com um roteiro semi-estruturado. Resultados: Participaram 17 pessoas com DM 2, das quais 13 eram fumantes e 4 ex-fumantes. A idade variou entre 47 e 80 anos. A maioria era do sexo feminino (10 casos), tinha até oito anos de estudo (5 casos), possuía renda familiar de até um salário mínimo (0 casos) e era casada (5 casos). Entre os impulsionadores para cessar o tabagismo estiveram o surgimento de doenças/agravos decorrentes do hábito de fumar e os receios quanto ao futuro. Por sua vez, entre os limitadores do abandono houve destaque para os efeitos colaterais iniciais da não utilização do tabaco; a sensação de domínio sobre o cigarro; o reconhecimento de que os hábitos alimentares são mais prejudiciais à pessoa com DM, comparado ao hábito de fumar; e a ausência de familiares para apoiarem a decisão de abandonar o cigarro. Conclusão: É importante criar estratégias e medidas educativas aos pacientes e incentivar os familiares e comunidade, visando conscientiza-los quanto a gravidade do uso do tabaco relacionado à Diabetes Mellitus 2.

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XIII ERIC – (ISSN 2526-4230)

AVALIAÇÃO DA SUSCEPTIBILIDADE BACTERIANA FRENTE AO EXTRATO FÚNGICO DA LINHAGEM ENDOFÍTICA JBN01 ISOLADA DE Justicia

brandegeana

1Angela Aparecida da Silva, e-mail: [email protected] 2Juliana Cristina Castro, e-mail: [email protected] 3Andreia Ferreira da Costa Souza, e-mail: [email protected] 4Benício Alves de Abreu Filho, e-mail: [email protected] 5João Alencar Pamphile, e-mail: [email protected]

1Doutoranda Programa de Pós Graduação em Biologia Comparada – UEM 2Pós Doutoranda do Programa de Pós Graduação em Ciência de Alimentos – UEM 3Graduança em Ciências Biológicas – UEM 4Professor Associado do Departamento de Ciências Básicas da Saúde – UEM 5Professor Associado do Departamento de Biotecnologia, Genética e Biologia

Celular – UEM

COMUNICAÇÃO ORAL

RESUMO

O Brasil possui grande diversidade da flora mundial com potencial em pesquisas biotecnológicas. A Justicia brandegeana possui diversas propriedades medicinais. Devido ao uso indiscriminado de antibacterianos, houve um crescimento descontrolado de bactérias multirresistentes. Por isto, tornou-se necessário a busca por novos compostos bioativos contra estes microrganismos. Os fungos endofícos são muito promissores nesta área. São considerados como endofíticos microrganismos que vivem no interior da planta sem lhes causar danos. Este trabalho teve como objetivo avaliar a susceptibilidade antibacteriana frente ao extrato fúngico do endófito JBN01 isolado de Justicia brandegeana contra Escherichia coli e Staphylococcus aureus. A avaliação do extrato fúngico foi

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realizado por meio da microdiluição seriada em placas de 96 poços. Neste ensaio foi avaliado a Concentração Inibitória Mínima (MIC) e a Concentração Bactericida Mínima (CBM). Para a avaliação da CBM foi realizado um microcultivo de 10 μL do inóculo presente no micropoço para avaliar a viabilidade celular, e o não crescimento de colônias indica que o extrato fúngico pode ser considerado como substância bactericida. Em ambos ensaios, as placas foram incubadas a 35 ºC por 24 horas. Para E. coli a CIM e a CBM foi de 8.000 µg/mL, enquanto que para S. aureus a CIM e a CBM foi de 2.000 µg/mL e 8.000 µg/mL, respectivamente. Portanto, podemos concluir que o extrato fúngico avaliado pode ser considerado como agente antibacteriano frente as cepas avaliadas. No entanto, são necessárias mais pesquisas nesta área para avaliar seu potencial biotecnológico.

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XIII ERIC – (ISSN 2526-4230)

REPERCUSSÕES DA DOENÇA CRÔNICA INFANTIL NA FAMÍLIA.

FUNDAÇÃO FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE MANDAGUARI

DAYANE GONÇALVES BORTOLACI [email protected] TATIANE SALVADOR DE OLIVEIRA [email protected] ORIENTADOR: MAYCKEL DA SILVA BARRETO [email protected]

As Doenças Crônicas configuram-se como uma série de doenças que em tem comum a característica de permanecer com o indivíduo, mesmo sob tratamento, por períodos superiores há seis meses, são afecções que não se resolvem em um curto espaço de tempo e tem potencial para afetar a vida do indivíduo e a sua família, principalmente, por modificar toda a rotina familiar de diferentes maneiras.(Brasil 2014) . Mudanças significativas ocorrem na rotina, sendo que pelo fato de a doença ser inesperada, inicialmente há um grande impacto na vida de todos os familiares. Eles experienciam sentimentos de medo do desconhecido e da perda e incerteza quanto às alterações na rotina, na alimentação, no convívio familiar e, até mesmo, quanto às mudanças econômicas. Os familiares também sentem receio da nova dinâmica complexa de visitas médica e internações, administração de diferentes medicamentos e a vivência das complicações no período de exacerbaçãoda doença e diante de procedimentos invasivos (SILVA AH, Bellato R, Araújo LFS 2013).Diante dessas implicações diretas que a DC possui sobre as crianças e as famílias há a necessidade de os profissionais de saúde, em especial os enfermeiros, promoverem nas crianças e em seus familiares a adaptação e a convivência saudável com a nova condição de vida.

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XIII ERIC – (ISSN 2526-4230)

CONHECIMENTO E CONDUTA DE ENFERMEIROS QUE ATUAM NA ATENÇÃO BÁSICA A SAÚDE FRENTE ÀS SÍNDROMES HIPERTENSIVAS NA GESTAÇÃO Isabelle Leopoldino de Oliveira1

Leticia Cristina dos Santos2

Viviane Cazetta de Lima Vieira3

RESUMO

Objetivo: identificar o conhecimento do enfermeiro sobre as síndromes hipertensivas na gestação e identificar as principais condutas de enfermagem com a gestante portadora desta condição. Metodologia: estudo descritivo, de natureza qualitativa, realizado junto aos enfermeiros que trabalham em Unidades Básicas de Saúde (UBS) de um município da região norte central do estado do Paraná. Os dados foram coletados em dias e horários estabelecidos pelos profissionais enfermeiros durante seu turno de trabalho no período de junho à julho de 2017 e analisado segundo o referencial metodológico de Bardin.Resultados:Quanto a caracterização dos sujeitos, amaioria dos entrevistados era do sexo feminino (11), com faixa etária entre 23 e 60 anos (média: 39,7), com tempo de formação entre 2 e 24 anos (média: 7,6), o tempo de atuação na atenção básica do município variou entre 40 dias e 23 anos. Das entrevistas emergiram duas categorias temáticas sendo: “Conhecimento e Conduta do enfermeiro quanto às síndromes hipertensivas na gestação e “Importância do conhecimento do enfermeiro no acompanhamento de pacientes com hipertensão gestacional”. Considerações finais: conhecer as condutas do enfermeiro frente às síndromes hipertensas da gestação é fundamental uma vez que compete ao enfermeiro realizar as consultas de pré-natal e acompanhar por meio da Estratégia Saúde da família todas as gestantes da sua

1 Acadêmica do curso de Enfermagem da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Mandaguari (FAFIMAN).

E-mail: [email protected]

2 Acadêmica do curso de Enfermagem da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Mandaguari (FAFIMAN).

E-mail: [email protected]

3Enfermeira. Mestre em Enfermagem. Coordenadora e Docente do Departamento de Enfermagem da Faculdade

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área de abrangência assegurando um acompanhamento pré-natal qualificado e integral, minimizando os riscos de complicações.

Palavras-chave: Enfermeiro; Conduta de Enfermagem; Síndromes Hipertensivas na Gestação.

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XIII ERIC – (ISSN 2526-4230)

REALIZAÇÃO DO EXAME CITOPATOLÓGICO ENTRE MULHERES QUE REALIZAM O PRÉ-NATAL

Fernanda Ribeiro Pereira1

Viviane Cazetta de Lima Vieira2

INTRODUÇÃO: O exame citopatológico além de identificar possíveis infecções vaginais tem como o objetivo o rastreamento do câncer do colo uterino, ressaltando que este é o mais comum dentre os cânceres associados à gravidez, uma vez que a gestação gera um desequilíbrio na flora vaginal, favorecendo o desenvolvimento tanto do HPV, quanto de outros agentes infecciosos. OBJETIVO: Estimar a prevalência de mulheres que realizam a coleta exame citopatológico durante o pré-natal e identificar os fatores associados ànão realização deste exame entre as gestantes. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo descritivo com abordagem qualitativa que será realizado junto as gestantes no do 3° trimestre de gestação em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de um município do noroeste do Paraná. O estudo encontra-se em fase de coleta de dados.As gestantes estão sendo entrevistadas em local privativo da própria Unidade Básica de Saúde onde realizam acompanhamento pré-natal. Os dados serão analisados pela modalidade temática. RESULTADOS ESPERADOS: A literatura tem mostrado que embora o exame citopatológico de colo uterino tenha-se mostrando como uma ferramenta essencial na detecção precoce do câncer de colo uterino, as gestantes não tem realizado o exame na proporção esperada. Espera-se com esta pesquisa apontar as causas que levam a essa baixa adesão. CONSIDERAÇÕES PRÉVIAS: Considera-se oportuno aumentar o número de estudos que investigue as práticas assistenciais do pré-natal e averiguar os motivos pelos quais as gestantes não estão realizando para que elas sirvam de subsídios para a implementação de novas políticas de saúde.

Palavras chave: Gestante; pré-natal,exame citopatológico ______________________________________

1 Acadêmica do curso de Enfermagem da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Mandaguari (FAFIMAN).

E-mail: [email protected]

1Enfermeira. Mestre em Enfermagem. Coordenadora e Docente do Departamento de Enfermagem da Faculdade

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XIII ERIC – (ISSN 2526-4230)

CONCEITO DE FAMÍLIA ADOTADO NOS ESTUDOS REALIZADOS COM FAMÍLIAS QUE CONVIVEM COM DOENÇAS CRÔNICAS: UMA REVISÃO

SISTEMÁTICA

Ana Paula Machado Lourenço Luciana Brasiliano da Silva Kurunczi Mayckel da Silva Barreto

INTRODUÇÃO: As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) são problemas de saúde que afetam os indivíduos por um longo período de tempo e, em muitos casos, se caracterizam por apresentarem períodos de oscilação entre remissão e exacerbação dos sinais e sintomas. Com o crescente envelhecimento da população, acarretado, sobretudo, pelo aumento da expectativa de vida, a ocorrência de DCNT tem se elevado a altos índices.

Via de regra, o seio familiar é amplamente afetado em sua funcionalidade e dinâmica. E, o contexto familiar estruturado é apontado como significativamente associado ao comportamento de autocuidado na DCNT, por exercer importante papel em todo o processo de relação do indivíduo com a sua doença, seu tratamento e a adaptação a um novo estilo de vida.

Diante dos impactos que as doenças crônicas têm sobre a família e a relevância que esta tem sobre o cuidado aos seus membros, é perceptível o vertiginoso crescimento numérico, nos últimos anos, das investigações científicas que identificam as relações e intersecções entre família e doença crônica. Entretanto, é preciso analisar em que medida os resultados desses estudos são válidos e aplicáveis na prática clínica junto aos pacientes e seus familiares

OBJETIVO: O objetivo do presente trabalho é identificar o conceito de famílias utilizados nas investigações qualitativas realizadas com famílias que convivem a doença crônica.

METODOLOGIA: Para a realização desse trabalho, utilizou-se como método de pesquisa a revisão sistemática. Foram adotados os seguintes critérios de inclusão: conter definição de família, estar disponível eletronicamente, ser um estudo

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qualitativo, tratar sobre doenças crônicas, e ser publicada totalmente. Os fatores de exclusão, por consequência, são todos os estudos que não atenderam aos critérios estabelecidos.

Palavras chave: Família, doenças crônicas.

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Acadêmicas do curso de Enfermagem da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Mandaguari (FAFIMAN). E-mail: [email protected]/[email protected]

Enfermeiro Doutorando e Docente do Departamento de Enfermagem da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Mandaguari (FAFIMAN). E.mail: [email protected].

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XIII ERIC – (ISSN 2526-4230)

EFEITOS DA TOXINA BOTULÍNICA (TXB) NO TRATAMENTO ODONTOLÓGICO

Elediane Maria Groders Ikeda – Centro Universitário Ingá Aline Tiemi Watanabe Demetrio - Centro Universitário Ingá

Comunicação Oral

RESUMO

O presente artigo tem como objetivo analisar os efeitos da toxina botulínica (TXB) no tratamento odontológico, assunto esse vem sendo estudado na literatura cientifica. Por apresentar diferentes taxonomias e aspectos diagnósticos, existe uma dificuldade em determinar uma padronização aceitável de diagnóstico odontológico. Resultados de estudos mostraram que aplicações intramusculares de BTX-A é um tratamento efetivo para uma variedade de desordens de movimento, pois, inibe a liberação exocitótica da acetilcolina nos terminais nervosos motores levando a uma diminuição da contração muscular. A toxina tornou-se útil, tanto em tratamentos clínicos e terapeuticamente, pois contribui para uma série de condições onde existe excesso de contração muscular. Em conclusão com os avanços científicos, no ramo da odontologia ficou constatado que o bruxismo é causado por altos níveis de atividade motora na musculatura da mandíbula centralmente mediada, indicando que a redução da atividade muscular induzida pelo uso da BTX-A pode ser benéfica para o tratamento destes casos dentre outros diagnósticos.

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