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IMPRESSORAS FUNCIONAMENTO E MANUTENÇÃO. Instituto NCB

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IMPRESSORAS

FUNCIONAMENTO E

MANUTENÇÃO

Instituto NCB

www.newtoncbraga.com.br

[email protected]

(3)

Impressoras – Funcionamento e Manutenção

Autor: Newton C. Braga

São Paulo - Brasil - 2012

Palavras-chave: Eletrônica - Engenharia Eletrônica - Componentes –

Reparação – Service

Copyright by

INTITUTO NEWTON C BRAGA. 1ª edição

Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução total ou parcial, por qualquer meio ou processo, especialmente por sistemas gráficos, microfílmicos, fotográficos, reprográficos, fonográficos, videográficos, atualmente existentes ou que venham a ser inventados. Vedada a memorização e/ou a recuperação total ou parcial em qualquer parte da obra em qualquer programa juscibernético atualmente em uso ou que venha a ser desenvolvido ou implantado no futuro. Essas proibições aplicam-se também às características gráficas da obra e à sua editoração. A violação dos direitos autorais é punível como crime (art. 184 e parágrafos, do Código Penal, cf. Lei nº 6.895, de 17/12/80) com pena de prisão e multa, conjuntamente com busca e apreensão e indenização diversas (artigos 122, 123, 124, 126 da Lei nº 5.988, de 14/12/73, Lei dos Direitos Autorais.

Diretor responsável: Newton C. Braga Diagramação e Coordenação: Renato Paiotti

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INTRODUÇÃO ... 10

OS COMPONENTES ELETRÔNICOS ... 12

FIOS ... 13

FUSÍVEIS ... 17

Como Testar um Fusível ... 18

Como Testar ... 20 PILHAS E BATERIAS ... 21 Como testar ... 22 RESISTOR ... 22 Resistores SMD: ... 25 Como testar ... 29 RESISTORES VARIÁVEIS ... 30 Especificações ... 32 Teste e Substituição ... 32 LÂMPADAS INCANDESCENTES ... 33 Especificações ... 33 Teste e Substituição ... 34 LÂMPADAS NEON ... 34 Testando ... 35 LDRs OU FOTO-RESISTRES ... 35 Como Testar ... 36 NTC/PTC ... 37 Como Testar ... 38 VDR ... 38 Como testar ... 39 CAPACITORES ... 40

CÓDIGOS DE CAPACITORES CERÂMICOS SMD ... 43

Como Testar ... 47 CAPACITORES VARIÁVEIS ... 47 Especificações ... 48 Como testar ... 49 BOBINAS OU INDUTORES ... 49 Símbolos e tipos ... 50 Especificações ... 51

Onde são encontradas ... 51

Como testar ... 51 TRANSFORMADORES ... 52 Como testar ... 54 RELÊS ... 54 Como Testar ... 58 SOLENOIDES ... 58 Como testar ... 60

(5)

MOTORES DE CORRENTE CONTÍNUA (DC) E MOTORES DE PASSO ... 60 Teste ... 63 TRANSDUTORES MAGNÉTICOS ... 64 Teste ... 65 TRANSDUTORES PIEZOELÉTRICOS ... 65 Testando ... 67 SEMICONDUTORES ... 67 Princípio de funcionamento ... 68 Junções ... 70 DIODOS ... 71 Especificações ... 74 Como Testar ... 74 DIODOS ZENER ... 75 Teste ... 77 LEDs ... 77 Testando ... 81 DIODOS ESPECIAIS ... 81 Como testar ... 83 TRANSISTORES BIPOLARES ... 84

Trabalhando com Transistores ... 89

Como os transistores são usados ... 89

Teste e Identificação ... 90

FOTOTRANSISTORES ... 93

ACOPLADORES E CHAVES ÓPTICAS ... 94

Como testar ... 95

TRANSISTORES DARLINGTON ... 96

Testando ... 97

TRANSISTORES DE EFEITO DE CAMPO (FETs) ... 98

Testando ... 100

MOSFETs ... 100

Como Testar ... 103

MOSFETs DE POTÊNCIA (Power FETs) ... 103

Como Testar ... 105

IGBT ... 105

DIODO CONTROLADO DE SILÍCIO (SCR) ... 106

TRIACs ... 110

Teste ... 112

INTEFERÊNCIA ELETROMAGNÉTICA (EMI) ... 112

DIAC ... 114

Teste ... 115

QUADRAC ... 115

(6)

SUS ... 116

Testando ... 117

SBS ... 118

Teste ... 119

DISPLAYS DE CRISTAL LÍQUIDOS (LCDs) ... 119

Como testar ... 122 CIRCUITOS INTEGRADOS ... 122 Analógicos ... 126 Reguladores de Tensão ... 126 Teste ... 128 Amplificadores Operacionais ... 128 Testando ... 132 Amplificadores de Áudio ... 132 Timers ou Temporizadores ... 133 O 555 ... 134 Como testar ... 136 PLL ... 136 Como testar ... 137

Outras funções lineares ... 138

Digital ... 138 TTL ... 141 CMOS ... 142 Teste ... 143 Consumo e Embutidos ... 143 Como testar ... 145 Microprocessadores e Microcontroladores ... 145 DSP ... 148 O que é um DSP? ... 148 SMDs ... 150 OS COMPONENTES MECÂNICOS ... 152

Parafusos, Arruelas e Porcas ... 153

Alavancas ... 155

Engrenagens ... 158

Parafuso sem Fim ... 160

Roletes e Cilindros ... 160

Polias e Correias ... 161

Molas ... 163

Encoders ... 164

Sensores Eletro-Mecânicos ... 166

AS FERRAMENTAS E OS INSTRUMENTOS – A PLACA DE CIRCUITO IMPRESSO ... 167

A Estação de Retrabalho ... 174

(7)

O Multímetro ... 185

Multímetros Analógicos ... 185

Multímetros Digitais ... 187

Como Usar o Multímetro ... 188

Medidas de Tensão e Corrente ... 189

Medidas de Resistência ... 191

Outras Funções do Multímetro ... 192

Leituras e Interpretações das Medidas com o Multímetro ... 193

Encontrando Componentes ... 193

Equivalentes ... 195

O OSCILOSCÓPIO NA MANUTENÇÃO DE IMPRESSORAS,COMPUTADORES E PERIFÉRICOS ... 197

COMO LIGAR O OSCILOSCÓPIO NUM EQUIPAMENTO EM TESTE ... 201

OUTROS AJUSTES ... 207

QUE OSCILOSCÓPIO COMPRAR ... 210

COMO FUNCIONAM AS IMPRESSORAS ... 211

Impressoras Matriciais ... 211

Vantagens e Desvantagens ... 230

Impressoras Térmicas ... 232

Desvantagens ... 239

Impressoras Jato de Tinta ... 241

Limpando Cartuchos e Contactos ... 249

Recarga e Reciclagem de Cartuchos ... 251

O circuito eletrônico da Impressora Jato de Tinta ... 252

Mecânica das Impressoras Jato de Tinta ... 263

Impressoras Jato de Bolhas ... 269

Impressoras Laser ... 273

A Natureza da Luz ... 274

Funcionamento ... 283

O Cartucho ... 310

Circuitos Eletrônicos ... 311

CIRCUITOS TÍPICOS E DEFEITOS COMUNS ... 314

FILTRO E PROTEÇÃODE ENTRADA ... 315

FONTES DE ALIMENTAÇÃO ... 319

Fonte Analógica (Linear) Típica ... 319

Fontes Chaveadas ... 339

COMUNICAÇÃO ... 367

Porta Paralela ... 367

Sinalização ... 372

Mais Velocidade com a IEEE 1284 ... 377

Modo de Nibble ... 378

(8)

Modo ECP ... 379

Modo EPP ... 379

O mais importante é o cabo ... 380

Porta Serial ... 380

Arquitetura ... 382

Memórias ... 390

a) Memórias não voláteis (permanentes) ... 390

ROM ... 391 PROM ... 391 EPROM ... 392 EEPROM ... 393 b) Voláteis (Temporárias) ... 393 SRAM ... 394 DRAM ... 396 Diagnóstico ... 399 Sintoma 1 ... 402 Sintoma 2 ... 407

Acionamento de Motores e Solenóides ... 408

Problemas Comuns ... 419

Sintoma 1 ... 420

Sintoma 2 ... 420

Sintoma 3 ... 421

Sensores ... 421

Micro Controlador (MCU) ... 426

Linhas de Endereço ... 431

Linhas de Dados ... 433

O Clock ... 433

Linhas de Controle ... 434

Painel de Controle ... 436

LEDs, Displays e Monitores ... 436

Diagnóstico e Reparação ... 442

Teclados e Botões ... 444

Conclusão ... 449

ANÁLISE DE SINTOMAS E CAUSAS ... 450

1. Impressão fraca ... 451

2. Impressão difusa (sem nitidez) ou com fundo esfumacento ... 453

3. Folha em branco ... 453

4. Página em preto ... 454

5. Impressão com linhas pretas e brancas de falhas no sentido vertical. ... 455

6. Falhas no sentido horizontal ... 455

7. Áreas em que a impressão é falha ou falta ... 456

(9)

9. Fora de Registro ... 457

10. Manchas escuras ou de sujeira na impressão. ... 457

Problemas de Conexão ... 458

1. A impressora opera de modo aleatório ... 458

2. Mensagem de erro indicando que a impressora não está disponível ... 458

3. A impressora não informa o Windows sobre esvaziamento de cartucho e outros problemas que podem ocorrer. Também temos nesse caso um problema de comunicações. ... 459

4. Falha Intermitente de Comunicação ... 459

5. Erro de ocupado ou fora de operação são enviados durante a operação, interrompendo a impressão. ... 460

Problemas de Driver ... 460

1. A luz que indica impressão aparece, mas nada acontece ... 460

2. Fontes incorretas são usadas na impressão. ... 460

RESET DE CARTUCHOS E IMPRESSORAS ... 461

Reset de Cartuchos ... 461

Reset de Impressoras ... 463

CUIDADOS COM A ESD ... 465

Como o Problema se Manifesta ... 466

(10)

INTRODUÇÃO

Um dos periféricos de maior importância na interação do computador com o operador é a impressora. Centenas de tipos existem hoje disponíveis no mercado e milhões delas foram vendidas nos últimos aos usuários de computadores de todo o país. No entanto, como qualquer equipamento eletrônico, as impressas quebram exigindo a intervenção de um profissional habilitado para fazer sua reparação.

Até mesmo simples procedimentos de instalação e diagnósticos de eventuais problemas que se devem a pequenos ajustes de software exigem o conhecimento que somente um profissional competente pode ter.

Podemos dizer que existe uma falta de uma literatura completa que permita ao profissional da eletrônica aprender um mínimo necessário à manutenção de impressoras, e o pouco que encontramos é vago e muito superficial não chegando aos problemas eletrônicos principais e nem mesmo analisando o princípio de funcionamento de seus circuitos.

Na verdade, esse tipo de abordagem didática, em que se analisa o princípio de funcionamento das diversas partes de uma impressora, é de extrema importância, pois ele ajuda o técnico a deduzir a causa de muitos defeitos, mesmo que ele não tenha um esquema ou um manual de serviço de determinada impressora.

O caráter didático de nossas publicações pode ser melhor entendido pelos leitores que conhecem livros de nossa autoria como o Curso de Eletrônica em seus diversos volumes, incluindo os de Eletrônica Digital (Muito importante para entender tudo que se relaciona à informática), Como Testar Componentes (4 volumes) e muito mais.

(11)

Este livro não visa ser uma obra completa, pois há muito mais do que cabe nas páginas desta edição no vasto mundo das impressoras. Além disso, a cada dia, novos tipos, utilizando novas tecnologias são lançados pelos fabricantes de todas as marcas.

O que vamos levar ao leitor são itens dos defeitos básicos nos circuitos eletrônicos comuns, tomando como exemplo diagramas das impressoras mais encontradas em nosso mercado na época em que preparamos este trabalho.

Pelo seu entendimento e análise o leitor poderá facilmente chegar às causas de defeitos semelhantes em impressoras mais modernas que possuam as mesmas configurações, mesmo que não usem os mesmos componentes sabendo, portanto, quais são os melhores procedimentos para o diagnóstico e reparação.

Evidentemente, o conhecimento básico para que o leitor possa aproveitar totalmente os ensinamentos deste livro vem de uma boa fundamentação teórica em eletrônica e conhecimento do uso de instrumentos eletrônicos, como o multímetro, além das técnicas de diagnósticos comuns.

Se o leitor já é um profissional da manutenção de computadores e monitores de vídeo, esta obra lhe poderá ser de grande utilidade.

(12)

OS COMPONENTES

ELETRÔNICOS

Atenção: se o leitor já tem uma boa base na eletrônica, conhecendo

componentes e circuitos, pode saltar este capítulo indo diretamente à segunda parte deste livro onde abordamos técnicas e circuitos específicos das impressoras.

Os componentes encontrados nas impressoras não são muito diferentes dos componentes encontrados na maioria dos equipamentos eletrônicos comuns. É claro que não vamos encontrar um alto-falante ou um cinescópio numa impressora, da mesma forma que não teremos motores de passo em equipamentos de som ou televisores. No entanto, resistores, capacitores, transistores, circuitos integrados, etc. são componentes tão comuns numa impressora como em qualquer outro equipamento eletrônico.

Isso significa que o diagnóstico de defeitos passa pelo conhecimento das funções destes componentes e do modo como eles devem ser testados.

Evidentemente, isso também inclui saber como ler as especificações destes componentes e como reconhecê-los pelos diversos aspectos com que se apresentam, para poder encontrar tipos exatamente iguais, caso se constate que eles estão com problemas.

Assim, um primeiro passo para saber mexer com estes componentes é conhecer cada um, saber para que servem, os tipos e formas em que aparecem nas aplicações e, finalmente, como fazer testes básicos que permitam saber se eles estão bons ou não.

Desta forma, depois de uma breve introdução aos conceitos básicos de eletrônica (que podem ser vistas mais profundamente nos nossos livros da série Curso de Eletrônica (Eletrônica Básica, Eletrônica Analógica e também da série

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Como Testar Componentes), principalmente se o leitor não tem uma boa base em eletrônica), vamos dar o essencial dos principais componentes que encontramos nas impressoras.

O conhecimento que passamos a seguir é de extrema importância para todos os leitores que desejam mexer não só com impressoras também com outros periféricos tais como scanners, som multimídia, etc.

FIOS

Para interligar componentes e mesmo dispositivos de entrada e saída das impressoras são usados fios de metal. Existem vários tipos de fio que podemos encontrar nas impressoras.

O tipo de fio usado numa aplicação depende, não só das intensidades das correntes que devem ser conduzidas, como também do tipo de corrente, ou seja, forma de onda, freqüência, etc.

As correntes encontradas nas impressoras são, em geral, muito menores do que as encontradas nos circuitos elétricos comuns de alta potência, daí normalmente serem usados fios mais finos.

Basicamente, ao trabalhar com reparação de impressoras e outros tipos de periféricos semelhantes o leitor vai encontrar os seguintes tipos de fios:

(a) Cabos - formados por um núcleo com diversos condutores de cobre cobertos por uma capa isolante de plástico

(b) Rígidos - formados por um núcleo com um único condutor coberto por uma capa isolante de plástico

(c) Nu - formado por um condutor de cobre rígido sem capa protetora

(d) Blindado ou coaxial - formado por um núcleo com um ou mais condutores encapados. Estes condutores são envolvidos por uma rede de fios trançados formando uma blindagem.

(14)

Ao tratarmos dos cabos de conexão de impressoras com a unidade do sistema (PC), falaremos especificamente de suas configurações e das tomadas que usam. Procedimentos especiais de teste e reparação exigem um capítulo especial para eles.

Na figura 1 temos estes fios representados.

Outro tipo de fio especial encontrado em muitos dispositivos eletrônicos, comuns nas impressoras, é fio esmaltado AWG ou American Wire Gauge. Este tipo de fio é usado para fazer enrolamentos de componentes como indutores, solenóides, motores de passo, relês, etc.

AWG é um padrão americano estabelecido para condutores não ferrosos. O calibre destes condutores está relacionado com o diâmetro. Este padrão também é conhecido como B&S de Brawn and Sharpe.

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Os fios esmaltados AWG são formados por um condutor de cobre rígido isolado por uma fina camada de esmalte. O diâmetro do fio determina a intensidade máxima de corrente que ele pode conduzir. O diâmetro pode ser expresso em milímetros ou mils (milésimos de polegadas), ou ainda por um número AWG.

Na tabela 1 mostramos os números AWG, milímetros de diâmetro, milímetros quadrados da secção do fio e resistência em ohms por quilometro.

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FUSÍVEIS

Os fusíveis são elementos de proteção de um circuito. A finalidade do fusível é comparada ao elo mais fraco de uma corrente. Se acontecer alguma coisa no circuito que eleve a corrente para além de certo valor que seja perigoso para a integridade do circuito, ele se rompe interrompendo o circuito.

Os fusíveis são especificados pela intensidade da corrente com que abrem. Eventualmente podem também ter uma tensão máxima recomendada.

Na figura 2 mostramos alguns tipos de fusíveis encontrados nos aparelhos eletrônicos comuns, incluindo as impressoras, assim como seus símbolos. Fusíveis com outros formatos também podem ser encontrados.

Estes fusíveis são basicamente formados por um pedaço de fio fino que é calculado para se fundir com uma determinada intensidade de corrente.

Os fusíveis são ligados em série com os dispositivos ou circuitos que devem proteger, conforme mostrado na figura 3.

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Normalmente são intercalados entre a entrada de energia e o dispositivo alimentado ou ainda num setor em que correntes intensas posam causar a queima de componentes delicados.

Em muitos equipamentos encontramos diversos fusíveis protegendo diversos setores de tal forma que, se uma etapa de um equipamento tem problemas, apenas o fusível que a protege abre.

A especificação mais importante de um fusível é a corrente em que ele abre (queima). Esta é a corrente nominal podendo ser especificada tanto em miliampères como em ampères.

Quando substituir um fusível o profissional deve estar atento para usar sempre um com a mesma corrente que o original. Se um fusível de maior corrente for usado, em caso de falha ele pode não abrir, e com isso podem ocorrer danos irreversíveis no circuito que deveria estar sendo protegido.

Outra especificação importante de alguns fusíveis é a sua velocidade de ação, ou seja, quanto de rapidez que esperamos para sua abertura. Assim, existem aplicações em que se exige o emprego de fusíveis de ação rápida.

Como Testar um Fusível

Um fusível em bom estado deve ter uma resistência elétrica muito baixa. Para saber se ele está em bom estado o teste que se faz é de continuidade, ou seja, como ele conduz a corrente. Este teste pode ser feito com um multímetro ou mesmo um provador de continuidade.

CHAVES

Nas impressoras assim como outros equipamentos eletrônicos o profissional vai encontrar diversos tipos de chaves. Como em qualquer outro

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equipamento, as chaves são usadas para se controlar a corrente nos circuitos ou em suas partes.

As chaves encontradas nas impressoras podem ter as mais diversas funções como ligar e desligar a impressora até mudar ou selecionar suas funções.

Na figura 4 mostramos os símbolos adotados para representar as chaves a os principais tipos. O símbolo indica o que a chave faz.

Por exemplo, em (a) temos uma chave SPST (Um pólo uma posição ou Single-Pole Single Throw) que é um interruptor simples que controla uma única corrente num único circuito.

Uma chave de dois pólos x 2 posições (DPDT - Pole Double-Throw) controla a corrente em dois circuitos ao mesmo tempo, passando-a de um para outro condutor (b).

Nas impressoras podemos encontrar muitas chaves de teclas com contacto momentâneo, como as mostradas em (c), as quais selecionam funções produzindo um breve pulso de corrente.

As chaves também são classificadas de acordo com o modo como são operadas, podendo ser deslizantes ou rotativas.

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Algumas chaves especiais também podem ser encontradas diretamente montadas nas placas de circuito impresso para configuração, sendo chamadas de "dip switches".

As chaves são encontradas em todas as aplicações onde a corrente precisa ser controlada. Todo equipamento precisa de pelo menos uma chave para seu funcionamento, a que liga e desliga sua alimentação.

As chaves são especificadas pelo número de pólos, pelo número de posições, além da corrente e tensão máxima de operação.

Os pólos podem ser indicados por símbolos como os que vimos: SPST - Um pólo x Uma posição (Single-Pole Single-Throw) SPDT - Um pólo x Duas posições (Single-Pole Double-Throw) DPDT - Dois pólos x Duas posições (Double-Pole Double-Throw)

A corrente máxima de operação de uma chave é indicada em ampères (A). Nunca use numa aplicação uma chave com menor capacidade do que a recomendada. Os contactos podem aquecer danificando-a. A tensão máxima de operação é indicada em volts (V).

Como Testar

Uma chave aberta tem de apresentar uma resistência infinita e quando fechada, muito baixa (próxima de zero). Para testar uma chave basta fazer um teste de continuidade com ela aberta e depois fechada. Para isso pode ser usado um multímetro na escala mais baixa de resistências. Um teste visual também ajuda, pois uma chave que tenha sofrido sobrecargas tem sinais de queimado e deformações.

Referências

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