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Guia orientador do processo de avaliação de desempenho SIADAP 3

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Guia orientador do processo de

avaliação de desempenho

SIADAP 3

Janeiro, 2015

SIADAP –

Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho da Administração Pública

(2)

Agrupamento de Escolas Aver-o-Mar Versão II

SIADAP 3 Página 2

Índice

1. Nota Introdutória ... 3 2. Apresentação ... 5 3. Enquadramento Legal ... 5 4. Requisitos de aplicação ... 5

5. Público-alvo (Recursos humanos abrangidos pelo SIADAP 3) ... 6

6. Distribuição do pessoal por avaliador ... 7

7. Metodologia de avaliação 8 8. Menções e efeitos da avaliação ... 9

9. Avaliação por ponderação curricular ... 9

10. Intervenientes no processo de avaliação ... 15

11. Cronograma síntese... 16

12. Publicitação de resultados... 18

13. Biénio 2015/2016 ... 19

14. Outras orientações ... 74

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Agrupamento de Escolas Aver-o-Mar Versão II

SIADAP 3

Página 3

1. Nota Introdutória

Documento compilado por Vera Baldaia, adjunta do diretor, em janeiro de 2013 Documento apreciado pela direção em 07 de março de 2013

Documento aprovado pelo CCA em 25 de março de 2013 (versão I)

REVISÕES:

Documento revisto em 18 de fevereiro de 2015 (versão II). Revisão apreciada pela direção em 18 de fevereiro de 2015

Documento aprovado pelo CCA em 18 de fevereiro de 2015 (versão II)

ANOTAÇÕES ESPECIAIS:

Conselho Coordenador de avaliação

Conforme delegação de competências do Diretor do Agrupamento de Escolas de Aver-o-Mar, Póvoa de varzim, de 11 de fevereiro de 2015, o Conselho Coordenador de Avaliação é formada pelos seguintes elementos:

Diretor – Carlos Gomes de Sá

Subdiretor – Domingos Belo da Costa Adjunta do Diretor – Vera Baldaia

Coordenadoras técnica e operacional – Ana Cândida Brito e Ana Maria Gomes Representante dos coordenadores de escola – Manuel Laranjeira

Comissão Paritária

Conforme ata da reunião do CCA, de 18 de fevereiro de 2015, a Comissão Paritária é formada pelos seguintes elementos:

Representantes eleitos (efetivos): Ana Cândida Martins Novo Carneiro Brito (CSAE) Anabela Lopes Moreira (AT)

Representantes eleitos (suplentes): Isaura Maria do Paço Barroso Gomes (AT); Ana Maria Rodrigues Lino Morais Gomes (CAO) Representantes nomeados (efetivos): Domingos Belo da Costa (subdiretor)

Helena Costa (adjunta do diretor) Representantes nomeados (suplentes): Vera Baldaia (adjunta do diretor)

Emília Carvalho (assessora da direção)

Sessões de informação

Apresentação do documento aos trabalhadores, em: - técnicas superiores: 18 de fevereiro de 2015 - assistentes operacionais: 18 de fevereiro de 2015 - assistentes técnicos: 18 de fevereiro de 2015 Disponibilização do guião

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Agrupamento de Escolas Aver-o-Mar Versão II

SIADAP 3

Página 4 O presente guião e os documentos associados ao processo de avaliação (guião, fichas de avaliação, modelos e regulamento para eleição do trabalhador do mês) foram publicamente divulgados, após discussão e validação final, nos moldes aqui indicados, a 18 de fevereiro de 2015.

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2. Apresentação

Este documento pretende constituir-se como um guia orientador interno de todos os procedimentos e tramitação inerentes ao processo de avaliação de desempenho do pessoal não docente a exercer funções no Agrupamento de Escolas de Aver-o-Mar, Póvoa de Varzim.

Integra, ainda, uma definição dos objetivos a prosseguir nos anos de 2015 e 2016, de modo a ser possível a fixação dos objetivos de cada setor/unidade orgânica, bem como os direitos e deveres dos trabalhadores, definidos em Regulamento Interno, e algumas orientações específicas constantes do mesmo documento.

3. Enquadramento Legal

3.1. Legislação

Lei nº 66-B/2007 de 28 de dezembro.

 Lei n.º 55-A/2010, de 31 de Dezembro

 Portaria nº 1633/2007 de 31 de dezembro.

 Lei n.º 35/2014, de 20 de junho (Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas)

 Lei n.º 66-B/2012; de 31 de dezembro

 Portaria nº 759/2009 de 16 de julho.

 Despacho normativo nº 4-A/2010.

 Circular nº B13001444N de 12 de janeiro de 2013.

 Portaria n.º 359/2013, de 13 de dezembro

3.2 Documentos Internos

Projeto Educativo

Regulamento Interno

Informações Internas (Guião do Conselho Pedagógico e emails do Diretor)

4. Requisitos de aplicação

São requisitos funcionais para avaliação:

 tenha relação jurídica de emprego público com, pelo menos, um ano e o correspondente serviço efetivo, retirando-se as ausências ao serviço significativas:

a) Licenças sem vencimento/remuneração; b) Licenças de maternidade;

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5. Público-alvo (Recursos humanos abrangidos pelo SIADAP 3)

Pessoal Técnico Profissional – Administrativo

Categoria Número

Técnica Superior 2

Coordenadora técnica 1

Assistentes técnicas 6

Subtotal 9

Pessoal auxiliar com vínculo ao Ministério da Educação

Categoria Número

Encarregada de coordenação dos assistentes operacionais 1

Assistentes Operacionais 29

Subtotal 30

Pessoal auxiliar com vínculo ao Ministério da Educação – Contrato a tempo parcial

Categoria Número

Assistentes Operacionais – tarefeiras 1

Subtotal 1

Total 40

Pessoal auxiliar com vínculo à Câmara Municipal da Póvoa de Varzim

Categoria Número

Assistentes Operacionais 6

Assistentes Técnicas 7

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6. Distribuição do pessoal por avaliador

Pessoal afeto ao Agrupamento de Escolas Aver-o-Mar

Secção /Unidade orgânica Número Categoria Avaliador

E. B . de Av er -o -Mar

SPO 2 Técnicas Superiores Subdiretor

Secretaria

1 Coordenadora técnica (CSAE) Subdiretor

7 Assistente técnica CSAE

1 Encarregada de coordenação das assistentes operacionais

Subdiretor

18 Assistente operacional Encarregada de Coordenação das Assistentes Operacionais

E.B. de Agro Velho 3

Assistente operacional Coordenador/a de escola E.B. de Refojos 3 E.B. de Fieiro 2 E.B. de Aldeia 4 E.B. de Navais 1 E.B. de Barros 1 E.B. de Teso 2

O pessoal não docente com contrato a tempo parcial será avaliado (dependendo do tempo prestado efetivamente) consoante a unidade orgânica onde exerce funções.

Pessoal afeto à Câmara Municipal da Póvoa de Varzim

Secção /Unidade orgânica Número Categoria Avaliador

J. I de Agro Velho 2 Assistente operacional

Adjunta do diretor

(ouvidas as

Educadoras) 3 Assistente técnica

J.I. de Aldeia 1 Assistente operacional

1 Assistente técnica

J.I. de Navais 1 Assistente operacional

1 Assistente técnica

J.I. de Barros 1 Assistente operacional

1 Assistente técnica

J.I. do Teso 1 Assistente operacional

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7. Metodologia de avaliação

A avaliação do desempenho dos trabalhadores é efetuada com base nos seguintes parâmetros: 1. Resultados – Cumprimento dos objetivos individuais (entre três e sete objetivos) em

articulação com os objetivos da respetiva unidade orgânica; Os objetivos individuais podem ser:

- De produção de bens e atos ou prestação de serviços, visando a eficácia

- De qualidade, orientada para a inovação, melhoria do serviço e satisfação das necessidades dos utilizadores

- De eficiência, no sentido da simplificação e racionalização de prazos e procedimentos e na diminuição de custos

- De aperfeiçoamento e desenvolvimento das competências técnicas e comportamentais 2. Competências – Demonstração dos conhecimentos, capacidades técnicas e comportamentais

adequadas ao exercício das funções (Escolhidas de entre as constantes da lista aprovada pela Portaria n.º 359/2013, de 13 de dezembro, no mínimo, cinco competências).

Avaliação final

Incidência Níveis de avaliação Ponderação

Ob je ti vo s (Em nú m er o nã o in ferio r a 3 )  5 - Objetivo superado  3 – Objetivo atingido  1 – Objetivo não atingido

60% A pontuação final deste parâmetro é a média aritmética das

pontuações referentes aos resultados obtidos em todos os objetivos. C o mpe tên ci as (Em nú m er o n ão in ferio r a 5 )

 5 – Competência demonstrada a um nível elevado  3 – Competência demonstrada

 1 – Competência inexistente

40% A pontuação final deste parâmetro é a média aritmética das

pontuações referentes aos resultados obtidos em todas as competências.

A avaliação final é o resultado da média ponderada das pontuações obtidas nos dois parâmetros de avaliação (Resultados e Competências).

Nota: Na avaliação do parâmetro “competências” devem seguir-se os seguintes indicadores e

critérios de superação:

a) Quando a competência é demonstrada nos termos em que é descrita na lista de competências e através dos comportamentos a ela associados deve ser atribuído o nível de “competência demonstrada” (3)

b) Quando a competência demonstrada e os comportamentos associados superam o padrão descrito na lista de competências deve ser atribuído o nível de “competência demonstrada a nível elevado” (5)

c) Quando a competência demonstrada e os comportamentos associados ficam aquém do padrão descrito na lista de competências deve ser atribuído o nível de “competência não demonstrada ou inexistente” (1)

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8. Menções e efeitos da avaliação

A avaliação final é expressa em menções qualitativas em função das pontuações finais em cada parâmetro.

Avaliação final

Pontuação final Menção atribuída Efeitos

De 1 a 1,999 Desempenho Inadequado a)

A atribuição da menção qualitativa de Desempenho inadequado deve ser acompanhada de caracterização que especifique os respetivos fundamentos, por parâmetro, de modo a possibilitar decisões no sentido de:

a) Analisar os fundamentos de

insuficiência no desempenho e identificar as necessidades de formação e o plano de desenvolvimento profissional adequados à melhoria do desempenho do trabalhador;

b) Fundamentar decisões de melhor aproveitamento das capacidades do trabalhador. De 2 a 3,999 Desempenho Adequado De 4 a 5 Desempenho Relevante a)  b) Desempenho Excelente  b)

Diferenciação de desempenhos: Fixação máxima de 25% para as avaliações qualitativas de

Desempenho Relevante e, de entre estas 5%, do total dos trabalhadores para o reconhecimento de Desempenho Excelente.

a) As menções de Inadequado e Relevante carecem de fundamentação, sendo objeto de apreciação e validação pelo Conselho Coordenador da Avaliação.

b) Tendo estes normativos legais sido revogados pelo n.º 4 do artigo 49.º da Lei n.º 66-B/2012, de 31 de dezembro, lei que entrou em vigor em 1 de janeiro de 2013, verifica-se que, a partir desta data, deixou de haver base legal para a constituição daquele direito, pelo que deixou de se poder verificar a aquisição do direito a dias de férias ao abrigo do SIADAP.

9. Avaliação por ponderação curricular

(Despacho Normativo nº 4-A/2010, de 8 de fevereiro e artigo 43º da Lei nº 66-B/2007 de 28 de dezembro)

Estabelece o ponto 2, do artigo 42º da Lei n.º 66-B/2012 de 31 de dezembro,” No caso de trabalhador que, no biénio anterior, tenha relação jurídica de emprego público com, pelo menos, um ano e o correspondente serviço efetivo, independentemente do serviço onde o tenha prestado, o desempenho é objeto de avaliação. Nesse mesmo artigo, estabelece-se a possibilidade de, na ausência de avaliação, ser relevada a avaliação do ano civil anterior ou, em alternativa e a requerimento do interessado, se proceder a uma avaliação por ponderação curricular.

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Página 10 O artigo 43º da Lei nº 66-B/2007 de 28 de dezembro estabelece os moldes em que é feita essa ponderação, a qual se encontra ainda regulamentada pelo Despacho Normativo 4-A/2010, de 8 de Fevereiro.

1. A ponderação curricular rege-se pelo artigo 43º da Lei 66-B/2007, de 28 de Dezembro e são considerados os seguintes elementos, com base em documentação relevante:

-As habilitações académicas e profissionais

-A experiência profissional e a valorização curricular

-O exercício de cargos dirigentes ou de interesse público, designadamente de dirigente sindical. A expressão da ponderação curricular corresponde à escala de avaliação e às regras de diferenciação. Critérios fixados e publicitados pelo CCA.

Obedece ao Despacho Normativo 4-A/2010, de 8/2

Nos termos do disposto na supramencionada legislação, na ponderação do currículo do titular da relação jurídica de emprego público, são considerados, com base em documentação relevante, os seguintes elementos

a) As habilitações académicas e profissionais; b) A experiência profissional;

c) A valorização curricular;

d) O exercício de cargos dirigentes ou outros cargos ou funções de reconhecido interesse público ou relevante interesse social.

A ponderação curricular (PC) terá a valoração máxima de 5 pontos e será obtida pela média aritmética ponderada das pontuações nos parâmetros considerados, cada um deles com um valor máximo de 5 pontos, de acordo com a seguinte fórmula:

PC=10% HAP + 55% EP + 20% VC + 15% EC PC = Ponderação Curricular

HAP = Habilitações Académicas e Profissionais EP = Experiência Profissional

VC = Valorização Curricular

EC=Exercício de cargos dirigentes ou outros cargos ou funções de reconhecido interesse público ou relevante interesse social

2. Habilitações académicas e Profissionais

O parâmetro “Habilitações académicas e profissionais” será avaliado conforme abaixo indicado e de acordo com a seguinte fórmula: Habilitações académicas e profissionais (HAP) = Grau académico (GA) + Habilitação profissional (HP):2.

Assistente técnico/assistente Operacional

Grau académico Pontuação

Habilitação legalmente exigível 1

Licenciatura 3

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Página 11 Nota: são consideradas as habilitações legalmente exigíveis à data de entrada do trabalhador na carreira; mestrados académicos e doutoramentos são considerados graus superiores equiparando-se outros a licenciaturas

Técnico Superior:

Grau académico Pontuação

Inferior a Licenciatura pré Bolonha ou a mestrado pós Bolonha 1

Licenciatura pré Bolonha ou mestrado pós Bolonha 3

Mestrado académico ou superior 5

Assistente técnico/assistente operacional

Habilitação profissional Pontuação

Habilitação legalmente exigível 1 Um curso/ licenciatura em área afim 3 Outros graus superiores em área afim 5

Considera-se área técnico-científica afim aquela que se enquadre nas atribuições e competências dos serviços atribuídos, designadamente formação desenvolvida em áreas como: recursos humanos, secretariado, contabilidade, gestão de stocks. Serão valoradas as habilitações que correspondam a curso legalmente considerado ou equiparado.

Técnico Superior:

Habilitação profissional Pontuação

Inferior a Licenciatura pré Bolonha ou a mestrado pós Bolonha em área afim 1 Licenciatura pré Bolonha ou mestrado pós Bolonha em área afim 3

Mestrado académico ou superior em área afim 5

3. A experiência profissional pondera e valora o desempenho de funções ou atividades, sendo valorizada de acordo com o expresso nos quadros seguintes. Deverá reportar-se ao exercício de funções dos anos em avaliação. A experiência profissional é declarada pelo requerente, com a descrição das funções exercidas e a indicação da participação em ações ou projetos de relevante interesse e devidamente confirmada pela entidade onde são/foram exercidas. Integra ações ou projetos que envolvam participação em grupos de trabalho, estudos ou projetos, bem como a atividade de formador, a realização de conferências, palestras e outras atividades de idêntica natureza.

A experiência profissional será ponderada através da análise do tempo de serviço na carreira (TSC) e

contacto com a área funcional (CAF), expressa na seguinte fórmula: EP = TSC+CAF:2 Tempo de serviço na carreira em 31.12.2014

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Página 12 Na pontuação da TSC serão considerados apenas os anos completos e será calculada da seguinte forma:

Tempo de serviço na carreira (TSC) Pontuação

Inferior a 5 anos 1

De 5 a 10 anos 3

Superior a 10 anos 5

Contacto com a área funcional (CAF)

Referente ao período em avaliação, em áreas de interesse para o serviço, devidamente comprovada)

Realização de atividades de responsabilidade acrescida Realização de atividades de coordenação

Louvores

Substituição de chefias em faltas e impedimentos

Participação em júris de procedimentos concursais desde que membro efetivo

Promotora de formação para pares e/ou outros no local de trabalho

Participação na revisão de documentos estruturantes ligados ao exercício profissional

Eleição ou designação para cargos ligados ao exercício profissional Outras (descrever claramente a função para ponderação pelo avaliador)

Nota: Assinale com uma cruz as atividades desempenhadas pelo trabalhador no período em avaliação.

Valoração:

 Até 2 atividades desempenhadas = 1 valor

 Mais de 2 até 4 atividades desempenhadas = 3 valores

 Mais de 4 atividades desempenhadas = 5 valores

4. Valorização curricular (VC)

Na valorização curricular é considerada a participação em ações de formação, estágios, congressos, seminários ou oficinas de trabalho realizadas no período em avaliação, ou seja, este parâmetro corresponde ao volume de horas de formação e aperfeiçoamento profissional obtido no período de avaliação.

No caso da declaração de participação em formações não ser expressas em horas, o apuramento será efetuado da seguinte forma: um dia = 8 horas

Caso não exista qualquer informação relativamente ao nº de horas/ duração, será considerada a duração de 2 horas.

É relevante, neste parâmetro de valorização curricular, a formação académica superior à exigida para o desempenho das suas funções, quando obtida durante o período de avaliação.

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Horas de formação Pontuação

De 1 a 19 horas de formação 1

Entre 20 e 50 horas 3

Superior a 50 horas 5

5. O exercício de cargos ou funções de relevante interesse público considera o desempenho, no período sujeito a apreciação, das seguintes funções:

a) Titular de órgão de soberania; b) Titular de outros órgãos políticos; c) Cargos dirigentes;

d) Cargos ou funções em gabinetes de apoio aos membros do Governo ou equiparados; e) Cargos ou funções em gabinetes de apoio aos titulares dos demais órgãos de soberania;

f) Cargos ou funções em gabinetes de apoio dos órgãos de governo próprio das regiões autónomas dos Açores e da madeira;

g) Outros cargos ou funções cujo relevante interesse público.

Decorre da última alínea do número anterior a clarificação dos cargos ou funções de relevante interesse social:

a) Cargos ou funções em organizações representativas dos trabalhadores que exercem funções públicas, designadamente a atividade sindical;

b) Cargos ou funções em associações públicas ou instituições particulares de solidariedade social; c) Outros cargos ou funções cujo relevante interesse social seja reconhecido no respetivo instrumento de designação/ vinculação, especificamente a participação comprovada em júris e comissões para concursos de pessoal, aquisição de bens e serviços ou outros de índole similar relativos aos serviços administrativos.

Será ainda considerado, neste item, o exercício de funções de chefia ou coordenação, nos termos legalmente previstos.

A ponderação relativa ao exercício de cargos ou funções de relevante interesse público será valorada conforme descrito no quadro abaixo, sendo considerado o somatório das diferentes alíneas, até um máximo de 5 pontos.

Exercício de cargos ou funções relevantes Pontuação

Inferior a seis meses 1

Entre 6 e 18 meses 3

Superior a 18 meses 5

6. A avaliação final da Ponderação Curricular será obtida de acordo com a seguinte ponderação: I. Habilitações académicas e profissionais (HAP): 10%

II. Experiência Profissional (EP): 55% III. Valorização curricular (VC): 20%

IV. Exercício de cargos e funções de relevante interesse social (CF): 15% De acordo com a seguinte fórmula, com base na ficha em anexo:

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SIADAP 3

Página 14 Quando o último elemento CF tiver de ser valorado com 1 ponto, as anteriores ponderações passam a ser alteradas de acordo com a seguinte fórmula:

PC = 10%HAP+60%EP+20%VC+10%CF

7. Resultado da classificação final da Ponderação Curricular

Será expresso quantitativa e qualitativamente, nos termos da Lei n° 66-B/2007, de 28 de dezembro, da seguinte forma:

Menção Quantitativa Menção Qualitativa

Entre 4 e 5 Desempenho Relevante

Entre 2 e 3,999 Desempenho Adequado

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SIADAP 3

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10. Intervenientes no processo de avaliação

Intervêm no processo de avaliação do desempenho: a) O avaliado;

b) O avaliador (superior hierárquico imediato)1;

c) O conselho coordenador da avaliação (composto pelo diretor, pelo CSAE, pelo ECAO e 2 membros da direção e um coordenador de estabelecimento);

d) A comissão paritária (composta por 4 vogais, sendo dois representes da administração e dois representantes dos trabalhadores por eles eleitos) - cfr ponto 2, Anotações Especiais

e) O diretor.

Competências / Ações Avaliado

Proceder à respetiva autoavaliação;

Negociar com o avaliador na fixação dos objetivos e das competências que constituem parâmetros de avaliação e respetivos indicadores de medida.

Avaliador

Negociar com o avaliado os objetivos e as competências a avaliar;

Rever regularmente com o avaliado os objetivos anuais negociados;

Elaborar as propostas de avaliação, com fundamentação, e apresentá-las no CCA;

Fundamentar as avaliações de Desempenho relevante e Desempenho inadequado.

Conselho Coordenador da avaliação

Estabelecer diretrizes para aplicação do SIADAP;

Estabelecer orientações gerais em matéria de fixação dos objetivos, de escolha de competências e de indicadores de medida;

Estabelecer o número de objetivos e de competências;

Garantir o rigor e a diferenciação de desempenhos, validando as avaliações de Desempenho Relevante e Desempenho Inadequado, bem como proceder ao reconhecimento do Desempenho Excelente;

Emitir pareceres sobre o pedido de apreciação das propostas de avaliação.

Comissão Paritária

Apreciar propostas de avaliação dadas a conhecer aos avaliados e antes da homologação, a pedido do avaliado;

Ouvir o avaliador e/ou avaliado (caso considere necessário);

Elaborar um relatório.

Diretor

Homologar as avaliações de desempenho;

Apreciar as reclamações, tendo em conta os fundamentos apresentados pelo avaliado e pelo avaliador, bem como os relatórios da comissão paritária ou do conselho coordenador da avaliação.

1

O avaliador deve recolher os contributos que reputar adequados e necessários a uma efetiva e justa avaliação (art. 56º, ponto2).

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SIADAP 3

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11. Cronograma síntese

De acordo com a circular nº B13001444N de 12.01.2013 a avaliação de desempenho do pessoal não docente (SIADAP) passa a realizar-se por ciclo avaliativo bienal.

Data Ação Intervenientes Enquadramento

legal

Ano

0

30 de novembro

Definição de objetivos e resultados a atingir pelo serviço.

Diretor Art.º 62

15 de dezembro

Aprovação dos objetivos dos serviços pela tutela /diretor?

Diretor 31 de

dezembro

Planeamento do processo de avaliação com definição do número de objetivos e indicadores de medida e critérios de superação, e escolha das competências a priorizar.

CCA Art. 62º

Dezembro Eleição da Comissão Paritária (A eleição é válida por 2 anos)

Diretor

Pessoal não docente

Art. 59º

Ano

I

Janeiro / Fevereiro

Reunião conjunta para apresentação dos objetivos e resultados a atingir.

Diretor

Pessoal não docente

Art. 66º Reunião entre o avaliador e o avaliado

para contratualização dos parâmetros de avaliação para o ciclo seguinte (objetivos e competências). Avaliado Avaliador Art. 66º Ao longo do ciclo de avaliação

Monitorização do desempenho, com eventual reformulação de objetivos.

Avaliado Avaliador Art. 74º Ano II I

janeiro Solicitação da ponderação curricular – SIADAP 3

Diretor

Pessoal não docente 1ª

quinzena de Janeiro

Entrega da autoavaliação Pessoal não docente avaliado Art. 66, ponto 2 2ª quinzena de janeiro

1º Momento - Avaliação pelo avaliador:

Assistentes operacionais a exercer funções nas escolas do 1.º ciclo pelo coordenador de estabelecimento;

Assistentes operacionais a exercer funções na E.B. 2,3 pela CAO;

Assistentes técnicas pela CSAE;

Técnicos superiores, CAO e CSAE pelo subdiretor

Assistentes técnicas e operacionais dos J.I. pela adjunta da direção (ouvidas as educadoras) educadores de infância. Coordenadores de estabelecimento Educadores CAO CSAE Adjunta da direção Subdiretor Art. 63º

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Agrupamento de Escolas Aver-o-Mar Versão II

SIADAP 3 Página 17 De 1 a 20 de fevereiro

Reunião entre o avaliador e o avaliado para:

Tomada de conhecimento da avaliação feita;

Análise do perfil de evolução do avaliado;  Identificação de expectativas de desenvolvimento; Avaliado Avaliador / avaliado Art. 65º 28 de fevereiro

Validação de avaliações com menção de Desempenho Relevante, Excelente e Inadequado.

CCA Arts 64º e 69º

28 de fevereiro

Conhecimento da validação da avaliação pela CCA

Avaliador / avaliado Até 10 após a tomada de conhecime nto da proposta de avaliação Facultativo

Requerimento ao diretor para que o processo seja submetido a apreciação pela comissão paritária.

Avaliado Diretor Art. 70º Após 10 dias após o requerimen to

Apreciação do processo de avaliação pela comissão paritária.

Elaboração de relatório fundamentado com proposta de avaliação

Comissão Paritária Art. 70º

Até 30 de abril /interrupçã o da Páscoa

Homologação Diretor Art. 71º

Até 5 dias após a homologaç ão

Tomada de conhecimento da homologação das avaliações

Avaliador Avaliado Art. 71º Até 5 dias após a tomada de conhecime nto Facultativo

Reclamações e outras impugnações

Avaliado Diretor

Art. 72º Art. 73º

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Agrupamento de Escolas Aver-o-Mar Versão II

SIADAP 3

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12. Publicitação de resultados

Não obstante a avaliação de desempenho ser individual e confidencial, cada serviço é obrigado a publicitar o resultado global da aplicação do SIADAP.

Será elaborada uma grelha, nos moldes da seguinte: Avaliação SIADAP 2015-16

Categoria Nº de

avaliados

Menção: Desempenho

Inadequado Adequado Relevante Excelente

Assistentes Técnicos/técnicos superiores 9 Assistentes Operacionais 31 12.1 Critérios de Desempate

Para verificar as percentagens máximas legais, entre dirigentes ou trabalhadores, no total e proporcionalmente por carreira, caso existam processos de avaliação com menção qualitativa empatada ou cujo empate decorra da igualdade de acesso entre carreiras a menções qualitativas superiores (Desempenho Excelente e Desempenho Relevante), devem estes processos submeter-se a desempate por aplicação de critérios uniformes.

Os critérios de desempate relevam consecutivamente, ou seja, se, após a aplicação de um dado critério de desempate, ainda se verificam processos de avaliação empatados na possibilidade legal de validação ou reconhecimento de menções qualitativas superiores, passam esses processos a serem submetidos à aplicação do critério subsequente.

Critérios de desempate (Artigo 84.º da Lei n.º 66-B/2007 de 28 de Dezembro)

Quando, para os efeitos previstos na lei, for necessário proceder a desempate entre trabalhadores ou dirigentes que tenham a mesma classificação final na avaliação de desempenho, releva consecutivamente:

a avaliação obtida no parâmetro de «Resultados»,

a última avaliação de desempenho anterior,

o tempo de serviço relevante na carreira e no exercício de funções públicas.

A aplicação destes critérios segue o seguinte procedimento: organizam-se os processos de avaliação empatados por ordem decrescente do resultado aferido pela medida do critério respetivo e consideram-se sucessivamente aqueles processos com maior resultado até ao limite de preenchimento da percentagem máxima legal de validação ou reconhecimento de menção qualitativa superior.

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13. Biénio 2015/2016

Para o ciclo avaliativo 2015 e 2016, o conselho coordenador da avaliação, presidido pelo Diretor, Carlos Gomes de Sá, estabeleceu as seguintes diretrizes para aplicação do SIADAP 3 no Agrupamento de Escolas Aver-O-Mar:

13.1 Missão

O Agrupamento de Escolas Aver-o-Mar tem como missão “Educar e formar cidadãos, dotando-os das competências, conhecimentos e valores necessários ao sucesso pessoal e bem-estar social, com vista à integração/promoção de novos contextos para a continuidade pedagógica e/ou na vida ativa, de uma sociedade em constante mudança.

Ou seja…

“Ação para o sucesso: formando cidadãos ativos”

Neste lema, a “ação para o sucesso” não pode ser entendida senão como sendo estratégica – conceção que impregna todo o projeto – erigida a partir de um conjunto de ações encadeadas e cimentadas com dinâmicas fundamentadas e imbricadas que visam atingir objetivos bem precisos, neste caso, a construção de “Cidadãos Ativos” dotados de competências, capacidades e valores. Só agindo de forma estratégica poderemos ter sucesso.

13.2 Visão

Ser uma Escola Dinâmica, aberta à mudança, promotora de uma cultura de liberdade e participação na tomada de decisão e atenta à diversidade de todos os seus membros. Ser uma Escola que procure desenvolver o Ser Humano em todas as suas vertentes. Enfim, ser uma Escola inclusiva.

Princípios e valores da ação presentes no ponto 5.1.3 do Projeto Educativo, a saber:

 Defesa da Língua Portuguesa

Equidade no Sucesso Educativo e Cidadania são valores que subjazem na defesa deste princípio.

 Formação Integral do aluno

Criatividade, Espírito Investigativo, Espírito Crítico, Curiosidade, Solidariedade, Respeito, Cooperação, Ética, Estética são valores que subjazem na defesa deste princípio.

 Promoção do Sucesso Educativo

Qualidade, Inovação e Responsabilidade são valores que subjazem na defesa deste princípio.

 Articulação de conteúdos curriculares e pedagógicos entre os diferentes níveis de escolaridade Cooperação, Coesão, Dinâmica, Profissionalismo docente são valores que subjazem na defesa deste princípio.

 Promoção de uma escola pública inclusiva, favorecendo a efetiva igualdade de oportunidades Equidade e justiça são os valores que subjazem na defesa deste princípio.

 Promoção de uma educação em função de valores universais como a democracia, a cidadania (atuante), educação intercultural e a solidariedade

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Agrupamento de Escolas Aver-o-Mar Versão II

SIADAP 3

Página 20 Espírito de pertença a uma comunidade reflexiva, cooperação e responsabilidade são valores que constituem elementos de confluência numa adequada resposta da escola para o desenvolvimento dos seguintes valores: liberdade, solidariedade, justiça, respeito pela diferença, valorização da diversidade e confronto esclarecido entre os direitos e deveres de todos e de cada um.

 Princípio da comunicação entre as diferentes comunidades ou instituições que coexistem com o Agrupamento

Participação ativa, democracia e espírito de abertura são valores que subjazem na defesa deste princípio.

13.3 Objetivos Estratégicos da Unidade Orgânica

Os grandes objetivos do Projeto Educativo (2013/1016) do Agrupamento são: Domínio: Resultados escolares

Objetivo central – Criação de uma estratégia integrada de melhoria do sucesso educativo Domínio: Prestação de serviços

Objetivo central – Criação de uma estratégia integrada de melhoria da qualidade do serviço prestado – formação

Domínio: Relações no agrupamento e com a comunidade

Objetivo central – Criação de uma estratégia integrada de melhoria relações no agrupamento e com a comunidade

Domínio: Processo de autoavaliação organizacional (equipa do observatório para a autoavaliação) Objetivo central – Criação de uma estratégia integrada de consolidação do processo de autoavaliação

Domínio: Conservação de bens e espaços

Objetivo central – Melhoria dos espaços e recursos materiais

A missão dos assistentes operacionais e técnicos e técnicos superiores deve orientar-se no sentido de apoiar a organização e a gestão, colaborando ativamente para a prossecução dos objetivos do Projeto Educativo, com a finalidade última de prestar um serviço de qualidade.

Assim, para o biénio 2015-2016 escolhem-se os seguintes objetivos estratégicos:

1. Melhorar os resultados académicos 2. Melhorar os resultados sociais

3. Apresentar uma oferta formativa diversificada

4. Promover metodologias de ensino mais ativas e inovadoras

5. Consolidar o processo de articulação curricular nas diferentes estruturas educativas, em quatro dimensões essenciais: vertical/horizontal; intra e interdepartamental

6. Promover uma formação diversificada e de qualidade ao pessoal não docente

7. Envolver a comunidade local (empresas) nas atividades e necessidades do Agrupamento. 8. Reforçar a colaboração e o diálogo da escola junto do meio social e empresarial da região. 9. Incentivar a participação das famílias no processo educativo dos seus educandos.

10. Institucionalizar a equipa de autoavaliação 11. Promover a formação da equipa de autoavaliação

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Agrupamento de Escolas Aver-o-Mar Versão II

SIADAP 3

Página 21 Nota para os critérios de superação:

Na definição dos critérios de superação relativos a cada indicador, o Avaliador deverá considerar:  Os critérios de superação deverão ser quantificáveis e definidos em intervalos de modo a

clarificar o resultado pelo qual o avaliado não atinge, atinge ou supera o objetivo;

 O critério de superação de determinado objectivo corresponde a alcançar o nível de superação do resultado, pelo que deverá ser exigente e ambicioso, proporcionando a diferenciação do desempenho nos resultados alcançados por parte de um trabalhador ou dirigente;

 O critério de superação corresponderá à superação na concretização de determinado objectivo formulado em conformidade com o art. 46.º da Lei n.º 66-B/2007.

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Agrupamento de Escolas Aver-o-Mar

SIADAP 3

Página 22 No quadro seguinte, esquematizam-se a diretrizes para a contratualização dos objetivos (em reunião individual entre avaliado-avaliador).

Fixa-se em cinco o número de objetivos para cada avaliado.

Objetivos estratégicos

Objetivos estratégicos Secção

/Categoria

Indicadores de medida Critérios de superação

EFI C ÁC IA (p ro d u çã o de be n s e a to s o u prestaç ão de se rv o

s) Criação de uma estratégia

integrada de melhoria do sucesso educativo

Todos

Ação proactiva na prevenção dos comportamentos de risco (ex. assiduidade, indisciplina, consumos,…); Atitudes responsáveis e manifestação de comportamentos exemplares perante os diferentes elementos da comunidade educativa.

-Apresentação de propostas/ ações que demonstrem uma atitude proactiva.

-Pontuação atribuída pelos utentes, no final de cada período, através da aplicação de questionários, numa espécie de eleição do trabalhador do mês/ período…

-Inexistência de queixas em que se comprove a negligência do trabalhador.

- Exercício de atividades de supervisão dos espaços escolares sob sua responsabilidade.

- Correta orientação dos utentes.

- Inexistência de falhas processuais em matéria de ASE.

Assistentes operacionais

Supervisão e acompanhamento dos alunos durante o período de funcionamento da escola.

Atendimento e encaminhamento de utilizadores da escola.

Assistentes técnicas

Exercer tarefas no domínio de prestação de serviços de Ação social escolar.

Técnicas superiores

Avaliação e acompanhamento de alunos/famílias. Planeamento, programação, avaliação e aplicação de métodos e processos de natureza técnica, pedagógica e ou científica, que fundamentam e preparam a decisão QUAL IDA D E/ E FI C IÊN C

IA Melhoria dos espaços e recursos materiais

(Decorrente do Domínio: Conservação de bens e espaços)

Assistentes operacionais

Limpeza e conservação do local de trabalho e respetivos utensílios/equipamentos.

Separação de resíduos e controlo de luzes, torneiras e aparelhos, de modo a diminuir/otimizar os custos de funcionamento.

Comunicação célere de anomalias/ avarias.

- Inexistência de reclamações procedentes relativas ao sector.

- Visitas ao setor para verificação de desconformidades.

- Criação de grelhas de registo de consumos. - Apresentação de propostas exequíveis para os

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Agrupamento de Escolas Aver-o-Mar

SIADAP 3

Página 23 Assistentes

técnicos

Separação de resíduos e redução do material de escritório.

Aplicação de métodos e processos, com base em diretivas bem definidas e instruções gerais cumprindo prazos.

Cumprimento das normas de contratação pública na aquisição de bens e serviços, visando a redução de custos.

espaços.

- Providenciar o material requisitado sem falhas que lhe sejam imputáveis.

- Respeito pelas orientações para o serviço e controlo interno.

- Apresentação de relatórios de custos e orçamentos sectoriais.

- Apresentação de propostas para embelezamento de espaço.

- Verificação da organização/ arrumo dos espaços. - Redução de custos na aquisição de bens e serviços. CSAE +

ECAO

Controlo e redução dos custos

Todos

Contributo para o embelezamento dos diferentes espaços escolares.

Manutenção do seu espaço de trabalho organizado e arrumado AP ER FE OAM EN TO E D ES EN V OLV IM EN TO

Criação de uma estratégia integrada de melhoria da qualidade do serviço prestado – formação

Todos

Assiduidade e pontualidade.

Frequência de ações de formação com vista à aquisição de competências individuais, comportamentais e técnicas.

Adaptação a novos setores/novas tarefas e responsabilidades.

Satisfação dos utentes.

- Registo sem falhas em termos de assiduidade e observância da pontualidade (fixar desvios). - Valorizar a frequência de formações por iniciativa do trabalhador.

- Pontuar a frequência de formação proposta pela escola.

- Rotação de trabalhadores/ polivalência. -Grau de satisfação dos utentes.

-Propostas de formação adequadas às necessidades dos diferentes públicos da comunidade educativa CSAE +

ECAO

Coordenação e planeamento do trabalho dos subordinados.

Apresentação de propostas concretas, equilibradas e sustentadas.

Resolução de conflitos de forma espontânea. Formação/manutenção de equipas de trabalho. Fomento da polivalência de funções.

Técnicas superiores

Apresentação de propostas de formação para alunos, professores, pais e encarregados de educação, assistentes operacionais e assistentes técnicos

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Agrupamento de Escolas Aver-o-Mar

SIADAP 3

Página 24 Criação de uma estratégia

integrada de melhoria relações no agrupamento e com a comunidade

Todos

Satisfação dos utentes.

Participação voluntária em atividades do Agrupamento.

Organização de eventos/atividades.

- Inexistência de queixas formais.

- Rotação de trabalhadores/ polivalência. -Grau de satisfação dos utentes.

- Certificação de presenças; implicação na dinamização/ organização

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Agrupamento de Escolas Aver-o-Mar

SIADAP 3

Página 25

13.4 Competências a priorizar

Para o biénio 2015-2016 são priorizadas as seguintes competências (de entre as constantes na Portaria 359/2013, de dezembro. Sendo que cada avaliador deve escolher cinco.

1º ORIENTAÇÃO PARA O SERVIÇO PÚBLICO (n.º 2)

2º ORGANIZAÇÃO E METÓDO DE TRABALHO (n.º 4) / PLANEAMENTE E ORGANIZAÇÃO (n.º 3) 3º TRABALHO DE EQUIPA E COOPERAÇÃO (n.º5, nº 7 e nº 13)

4º COORDENAÇÃO (n.º 6 e n.º 14)

5º RELACIONAMENTO INTERPESSOAL (n.º 7)/ COMUNICAÇÃO (n.º 9 e 12) 6º ADAPTAÇÃO E MELHORIA CONTÍNUA (n.º8, n.º5 e n.º6)

7º TOLERÂNCIA À PRESSÃO E CONTRARIEDADES (n.º 13, n.º 15, n.º 17)

13.5 Conteúdo funcional

Para além do conteúdo funcional, a que se refere o n.º 2 do artigo 88.º, constante do anexo à Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, relativamente às diferentes categorias (Técnico Superior, Assistente Técnico e Assistente Operacional), os trabalhadores afetos a cada serviço/setor exercem as funções específicas de acordo com o serviço/sector a que estão afetos.

Caracterização das carreiras gerais (anexo à Lei n.º 35/2014, de 20 de junho) Carreira Categorias Conteúdo funcional

Técnico superior

Técnico superior

Funções consultivas, de estudo, planeamento, programação, avaliação e aplicação de métodos e processos de natureza técnica e ou científica, que fundamentam e preparam a decisão.

Elaboração, autonomamente ou em grupo, de pareceres e projetos, com diversos graus de complexidade, e execução de outras atividades de apoio geral ou especializado nas áreas de atuação comuns, instrumentais e operativas dos órgãos e serviços.

Funções exercidas com responsabilidade e autonomia técnica, ainda que com enquadramento superior qualificado.

Representação do órgão ou serviço em assuntos da sua especialidade, tomando opções de índole técnica, enquadradas por diretivas ou orientações superiores.

Assistente técnico

Coordenador técnico

Funções de chefia técnica e administrativa em uma subunidade orgânica ou equipa de suporte, por cujos resultados é responsável.

Realização das atividades de programação e organização do trabalho do pessoal que coordena, segundo orientações e diretivas superiores. Execução de trabalhos de natureza técnica e administrativa de maior complexidade.

Funções exercidas com relativo grau de autonomia e responsabilidade. Assistente

técnico

Assistente técnico

Funções de natureza executiva, de aplicação de métodos e processos, com base em diretivas bem definidas e instruções gerais, de grau médio de complexidade, nas áreas de atuação comuns e instrumentais e nos vários domínios de atuação dos órgãos e serviços.

Assistente operacional

Encarregado geral

operacional

Funções de chefia do pessoal da carreira de assistente operacional.

Coordenação geral de todas as tarefas realizadas pelo pessoal afeto aos setores de atividade sob sua supervisão.

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Agrupamento de Escolas Aver-o-Mar

SIADAP 3 Página 26 Assistente operacional Assistente operacional

Funções de natureza executiva, de caráter manual ou mecânico, enquadradas em diretivas gerais bem definidas e com graus de complexidade variáveis.

Execução de tarefas de apoio elementares, indispensáveis ao funcionamento dos órgãos e serviços, podendo comportar esforço físico. Responsabilidade pelos equipamentos sob sua guarda e pela sua correta utilização, procedendo, quando necessário, à manutenção e reparação dos mesmos.

Para além da informação infra reproduzida, releva a informação presente no Regulamento Interno, especificamente os artigos 37º, 46º e 47º, a saber:

Artigo 37º - Pessoal Não Docente 1. Direitos

Cada elemento do Pessoal não Docente tem o direito de: 1.1. Ser tratado com lealdade e respeito;

1.2. Apresentar críticas, sugestões e propostas, com vista à cooperação entre todos os membros da escola, de forma a ser efetivamente participante no processo educativo;

1.3. Ser informado e ter acesso à legislação relevante para o exercício das suas funções, bem como dos regulamentos e das normas em vigor na escola;

1.4. Ser informado das iniciativas e das atividades escolares que, de alguma forma, lhe digam respeito;

1.5. Ser atendido nas suas solicitações e esclarecido nas suas dúvidas por quem de direito na estrutura escolar; 1.6. Ser informado, no início de cada ciclo de avaliação, do processo e dos critérios que vão ser utilizados para a sua

avaliação;

1.7. Receber formação técnica e pedagógica adequada ao bom desempenho das suas funções; 1.8. Dispor de uma sala própria, devidamente arranjada;

1.9. Dispor de um expositor para afixação de informações diversas;

1.10. Receber, em cada mês, o recibo comprovativo do vencimento auferido; 1.11. Ter acesso a um bufete devidamente apetrechado;

1.12. Ter instalações sanitárias adequadas e em perfeito estado de limpeza; 1.13. Ser informado das faltas, através da afixação do respetivo mapa de faltas; 1.14. Eleger e ser eleito para os órgãos da escola a que a lei lhes confere direito.

2. Deveres

Cada elemento do Pessoal Não Docente designado tem o dever de:

2.1. Respeitar, usar de lealdade, civilidade e afabilidade para com alunos, professores, colegas, encarregados de educação e para com todas as pessoas que, de alguma forma, se relacionem com a escola;

2.2. Cumprir com competência profissional as funções e tarefas que lhe forem atribuídas;

2.3. Contribuir em todas as situações para a unidade e o bom funcionamento da organização escolar, bem como para a sua boa imagem;

2.4. Acatar e cumprir as ordens dos seus legítimos superiores hierárquicos, dadas em serviço e com fundamento legal; 2.5. Ser pontual e permanecer no local de trabalho, ausentando-se apenas com permissão do seu superior hierárquico; 2.6. Resolver com bom senso, tolerância e compreensão os problemas que surjam na escola;

2.7. Zelar pela limpeza, conservação e arrumação das instalações, mobiliário e material escolar; 2.8. Guardar sigilo profissional;

2.9. Conhecer as normas legais regulamentares;

2.10. Estar recetivo ao desempenho de outras tarefas, enquadradas nas atribuições legais, bem como colaborar com os colegas e professores sempre que necessário;

2.11. Não utilizar o telemóvel durante o desempenho das suas funções. 3. Deveres do Pessoal Administrativo / Assistentes técnicos da Secretaria

São deveres do Pessoal Administrativo/ Assistentes técnicos a exercer funções na secretaria da Escola Básica de Aver-o-Mar:

3.1. Assegurar os serviços de expediente geral, de alunos, de contabilidade e pessoal; 3.2. Prestar apoio administrativo aos Órgãos de Gestão do Agrupamento;

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Agrupamento de Escolas Aver-o-Mar

SIADAP 3

Página 27 3.3. Manter atualizado o inventário dos equipamentos sob a sua responsabilidade;

3.4. Não permitir a entrada a pessoas estranhas dentro do espaço onde exercem a sua atividade, salvo com a devida autorização;

3.5. Sugerir as modificações e adaptações que no seu entender contribuam para o melhor funcionamento da escola;

3.6. Os serviços administrativos compõem-se de cinco áreas funcionais de atuação, sobre responsabilidade direta do respetivo chefe de serviços:

3.6.1. Área de expediente geral 3.6.2. Área de alunos

3.6.3. Área de pessoal (recursos humanos) 3.6.4. Área de tesouraria e contabilidade 3.6.5. Área de serviços económicos (A.S.E.)

4. Deveres do Chefe de Serviços Administrativos / Coordenador

São competências específicas do Chefe de Serviços Administrativos /Coordenador:

4.1. Dirigir e orientar o pessoal afeto ao serviço administrativo no exercício diário das suas tarefas, elaborando o respetivo organograma de funcionamento/ competências;

4.2. Exercer todas as competências delegadas pelo Diretor;

4.3. Propor as medidas tendentes à modernização e eficiência dos serviços de apoio administrativo;

4.4. Preparar e submeter a despacho dos órgãos de administração e gestão competentes todos os assuntos relacionados com o funcionamento do agrupamento;

4.5. Assegurar a elaboração do projeto de orçamento de acordo com as linhas traçadas pelo Diretor; 4.6. Coordenar, de acordo com o Conselho Administrativo, a elaboração de conta de gerência;

4.7. Preparar, apoiar e secretariar reuniões do Conselho Administrativo, ou outras e elaborar as respetivas atas.

5. Deveres dos Assistentes Operacionais/Vigilantes São deveres dos Assistentes Operacionais:

5.1. Executar rigorosamente as indicações dadas pelos professores, no âmbito das suas funções; 5.2. Manter a disciplina no interior e exterior dos pavilhões;

5.3. Impedir que os alunos que não estejam em aulas perturbem o funcionamento das atividades escolares; 5.4. Participar ao Coordenador Operacional/ Diretor qualquer caso de desobediência, incorreção ou

indisciplina;

5.5. Assegurar a conservação e manutenção de todos os artigos de mobiliário ou outros que estejam a seu cargo;

5.6. Dar conhecimento por escrito e de modo imediato ao Coordenador dos Assistentes Operacionais, ou na sua ausência ao Diretor, de qualquer dano ou extravio de equipamento;

5.7. Manter limpos os setores que lhe tenham sido distribuídos, incluindo os espaços exteriores;

5.8. Verificar, durante os intervalos, o estado de limpeza e arrumação das salas de aula, comunicando as eventuais anomalias;

5.9. Usar a indumentária regulamentar, de acordo com as funções desempenhadas;

5.10. Zelar pela mais rigorosa higiene nos serviços, em particular, serviços que forneçam alimentos e instalações sanitárias;

5.11. Providenciar no sentido de as salas de aula estarem apetrechadas com todo o material necessário ao bom funcionamento das aulas: giz, apagador limpo, ou outro material que lhe seja solicitado pelo professor;

5.12. Proceder ao controlo da assiduidade dos docentes, registando as faltas em suporte a indicar pelo Diretor;

5.13. Dar conhecimento aos docentes de todas as informações que lhes digam respeito;

5.14. Providenciar antecipadamente junto dos seus superiores a sua substituição, sempre que se torne necessária uma ausência do local de trabalho. A proposta de nomeação de um substituto cabe ao Coordenador dos Assistentes Operacionais, que comunicará tal facto ao Diretor sendo tal nomeação de aceitação obrigatória;

5.15. Estar presente em reuniões das várias áreas funcionais num espírito de formação recíproca, visando o aprofundamento do sentido educativo do seu desempenho técnico e profissional;

5.16. Preparar, fornecer, transportar e zelar pela conservação do material didático, comunicando estragos e extravios;

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Agrupamento de Escolas Aver-o-Mar

SIADAP 3

Página 28 5.17. Manter atualizado o inventário dos equipamentos e materiais a seu cargo;

5.18. Não abandonar o seu local de trabalho durante as horas de serviço, sem dar conhecimento ao Coordenador dos Assistentes Operacionais ou ao Diretor;

5.19. Não permitir que os alunos fiquem dentro das salas de aula durante os intervalos salvo se devidamente autorizados;

5.20. Comunicar aos alunos a ausência do professor e encaminhá-los para espaços definidos no início de cada ano; 5.21. Prestar, com prioridade, toda a ajuda a alunos indispostos ou doentes, providenciando para que tenham a

devida assistência médica;

5.22. Divulgar pelas salas, de preferência no início ou no fim da aula, as informações ou ordens de serviço emanadas do órgão de gestão.

6. Deveres do Coordenador dos Assistentes Operacionais São deveres do Coordenador dos Assistentes Operacionais:

6.1. Coordenar as tarefas a cargo do pessoal operacional, para que as mesmas sejam cumpridas com eficiência; 6.2. Verificar a pontualidade e controlar a assiduidade do pessoal operacional;

6.3. Elaborar a proposta de horário do pessoal operacional;

6.4. Propor a distribuição de espaços e tarefas do pessoal operacional; 6.5. Elaborar o plano de férias a submeter à aprovação do Diretor;

6.6. Programar, acompanhar, controlar e avaliar todas as atividades desenvolvidas pelo pessoal operacional; 6.7. Fazer chegar a todo o pessoal operacional as determinações do Diretor;

6.8. Propor ao Diretor medidas que possam beneficiar os serviços;

6.9. Informar o Diretor das ocorrências que de algum modo prejudiquem o normal funcionamento da escola; 6.10. Atender e apreciar reclamações ou sugestões sobre o serviço prestado, propondo soluções;

6.11. Afixar e divulgar convocatórias, avisos, ordens de serviço, pautas, horários, etc.;

6.12. Requisitar e fornecer material de limpeza, material de uso corrente nas salas de aula e material de primeiros socorros;

6.13. Levantar autos de notícia ao pessoal operacional relativos a infrações disciplinares verificadas; 6.14. Cumprir as demais funções que lhe forem atribuídas pelo Diretor.

Artigo 46º - Acessos e Segurança

1. Acesso e permanência em todas as Unidades Educativas:

1.1. Todos os membros da Comunidade Escolar, devem ser portadores de documento comprovativo dessa qualidade, em suporte a definir pelo Diretor, que exibirão sempre que lhes for solicitado.

1.2. Tem livre acesso às Unidades Educativas os professores e trabalhadores das mesmas durante o horário normal de funcionamento.

1.3. Tem acesso condicionado às Unidades Educativas os pais e encarregados de educação dos alunos que as frequentam e qualquer outra pessoa que nela tenha assuntos a tratar.

1.4. As entradas e as saídas das Unidades Educativas deverão ser efetuadas pelo portão principal, devendo o trabalhador responsável, após os procedimentos normais de identificação, autorizar ou não o acesso.

1.5. Não é permitida a entrada de quaisquer viaturas no recinto escolar, exceto para cargas e descargas que, pela sua natureza, não possam ser efetuadas de outro modo ou que transportem qualquer membro da comunidade escolar impedido de o fazer pelos seus próprios meios, para além do indicado no ponto 1.11.

1.6. As viaturas que necessitem de circular nas escolas, sobretudo na Educação Pré-escolar e 1.º ciclo, por questões de segurança, não o deverão fazer em período coincidente com o intervalo de atividades.

1.7. As viaturas só poderão circular no recinto cumpridas as normas de segurança existentes: com muito cuidado, em velocidade reduzida e nos locais de circulação.

1.8. As viaturas só permanecerão no recinto escolar o tempo estritamente necessário para cumprir os fins da sua utilização.

1.9. O Agrupamento declina qualquer responsabilidade por danos causados em veículos dentro do recinto das diversas Unidades Educativas, o que não invalida o empenho no apuramento de responsabilidades.

1.10. Qualquer dano ou acidente causado pelas viaturas em circulação serão da responsabilidade dos seus proprietários.

1.11. Só é permitida a permanência de pessoas estranhas ao Agrupamento nas instalações das unidades educativas quando devidamente autorizadas, devendo neste caso permanecer nas instalações escolares o tempo estritamente necessário.

1.12. Não sendo possível o estacionamento no exterior, o Diretor poderá autorizar o estacionamento no interior do recinto escolar, em espaço restrito e de forma a não comprometer a segurança dos peões.

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Agrupamento de Escolas Aver-o-Mar

SIADAP 3

Página 29 2. Acesso e permanência na Escola Básica de Aver-O-Mar

2.1 O acesso e saída da escola deverão ser efetuados pelo portão situado na entrada principal:

a. O acesso pelo portão lateral é permitido para fornecimento de mercadorias, operações de carga e descarga e execução de obras devendo, no entanto, os motoristas comunicar previamente a intenção de acesso junto da portaria da escola;

b. O portão de acesso junto ao pavilhão gimnodesportivo só poderá ser utilizado para realização de atividades extracurriculares ou extra-escolares;

c. O estacionamento, quando autorizado, far-se-á através do automatismo do portão principal, estando o mesmo condicionado ao pagamento de uma caução (comando).

2.2 Todos os grupos de pessoas exteriores à escola que utilizem as suas instalações através de aluguer ou protocolos com ela estabelecidos, deverão cumprir rigorosamente o acordado com o Diretor:

a) Os alunos matriculados na escola deverão ser sempre portadores do cartão de estudante, a emitir pelos serviços administrativos, devendo usá-lo de acordo com o regulamento de utilização do cartão multiusos, o qual é apresentado aos alunos e encarregados de educação no início do ano escolar;

b) A saída dos alunos da escola depende do tipo de cartão escolhido pelo respetivo encarregado de educação no ato da matrícula e que poderá ser “autorizado “ ou “não autorizado”;

c) Todos os alunos com direito a transporte escolar são “não autorizados”. Na eventualidade de algum Encarregado de Educação querer que o seu educando seja “autorizado” deverá considerar que o transporte escolar apenas permite duas viagens/dia;

d) Na falta do cartão de estudante, o aluno poderá entrar ou sair mediante a apresentação da respetiva caderneta devidamente preenchida (horário, declaração do encarregado de educação, respetiva assinatura, bem como a do Diretor de Turma), e validação com carimbo aposto nos Serviços Administrativos;

e) Numa eventual perda do cartão de estudante, o aluno ou o encarregado de educação deve, de imediato, solicitar um cartão temporário nos serviços administrativos, requerendo uma segunda via no prazo de 5 dias úteis, caso o cartão inicial não seja recuperado;

f) Caso a situação se repita, o aluno ou o encarregado de educação terá o mesmo procedimento, mediante o pagamento do cartão e de seis euros por cada nova via a emitir;

2.3 O acesso à escola e aos serviços faz-se através de um cartão multifunções, também utilizado para registo de assiduidade do pessoal não docente, cujo regulamento de utilização se encontra em anexo( Número V ) a este regulamento, cabendo a sua aprovação ao diretor, após apresentação em Conselho Pedagógico.

2.4 Quando o portão se encontrar fechado, os utentes deverão utilizar o intercomunicador instalado na portaria e seguir as orientações que lhe forem fornecidas.

3. Segurança

3.1 A segurança de pessoas e bens faz-se através da implementação de medidas que visam prevenir acidentes, furtos, roubos, agressões, ou outras situações que possam prejudicar o normal funcionamento do agrupamento e/ou lesar física ou moralmente qualquer elemento da comunidade escolar.

3.2 Sempre que, no interior das instalações, seja detetado algum intruso, deverá ser informado o Diretor ou seu substituto legal, que comunicará à autoridade pessoal, se necessário.

3.3 Deverão ser escrupulosamente cumpridas as orientações emanadas do Diretor no que concerne: a. As ameaças de bomba ou de outro engenho explosivo;

b. Ao cumprimento dos regulamentos específicos dos espaços laboratoriais, instalações desportivas ou outras; c. A verificação do estado das bocas-de-incêndio externas e internas, dos prazos de operacionalidade dos extintores, do estado da rede de distribuição de gás, de energia elétrica e de água.

3.4 Em caso de emergência devem ser seguidas todas as normas constantes no plano de emergência, nomeadamente, nas plantas de emergência, normas de evacuação, instruções gerais e particulares.

Artigo 47º (Instalações e equipamentos), nº 2

2. Manutenção das instalações e materiais e preservação do meio ambiente

2.1. Todos os elementos da comunidade escolar deverão contribuir para manter a escola limpa, utilizando os recipientes próprios existentes para deitar o lixo, promovendo uma eficaz separação de resíduos.

2.2. Todos devem contribuir para a conservação e manutenção das instalações, equipamentos, mobiliário e material didático. Em particular, devem contribuir para manter em boas condições de higiene as instalações sanitárias e os balneários.

2.3. Os elementos da comunidade escolar são responsáveis por manter uma boa organização das salas de aula, conservando-as devidamente arrumadas e limpas.

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Agrupamento de Escolas Aver-o-Mar

SIADAP 3

Página 30 2.4. Todos os grupos de pessoas exteriores à escola, que utilizem as suas instalações através de aluguer ou protocolos

celebrados, deverão cumprir rigorosamente as suas instruções definidas para o efeito no respetivo protocolo. 2.5. Os equipamentos audiovisuais, pelas suas caraterísticas, requerem um tratamento muito cuidadoso na sua

utilização, que deve cumprir rigorosamente o regulamento específico existente.

2.6. Participação das anomalias – qualquer docente que detete ou tome conhecimento de qualquer avaria ou outra anomalia no seu local de trabalho deve comunicá-la ao trabalhador do setor, ficando, nessa altura, registado em impresso próprio, declarando expressamente se houve responsável intencional. O trabalhador, por sua vez, comunica o facto ao Diretor que atuará em conformidade.

2.7. É proibido fumar no recinto escolar.

2.8. A comunidade escolar deve procurar por todos os meios combater o vício (tabaco, droga, álcool, jogos de azar, etc.), o roubo, palavras indecorosas e atos impróprios entre pares no recinto escolar.

2.9. Toda a comunidade escolar deve evitar fazer barulho que perturbe o bom funcionamento da escola: 2.10. A entrada e saída das aulas deve fazer-se com ordem e sem atropelos;

2.11. Os alunos não podem aproximar-se das janelas das salas durante o decorrer das aulas.

2.12. Todos os elementos da comunidade escolar devem promover um são convívio, na base do respeito mútuo, da camaradagem, da solidariedade, da disciplina e da correção de atitudes.

(31)

Agrupamento de Escolas Aver-o-Mar

SIADAP 3

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13.5.1. – SPO

Técnicas superiores: Psicóloga / Assistente Social

SPO/Serviço Social

Responsável

intermédio Domingos Belo da Costa HORÁRIO DE TRABALHO

Técnicas superiores

Psicóloga Iria Cássio

Assistente Social Andreia Teixeira

Conteúdo Funcional

Carreira de psicólogo

O psicólogo, no quadro do projeto educativo de escola e no âmbito do serviço de psicologia e orientação respetivo, desempenha funções de apoio socioeducativo, em especial as cometidas pelo artigo 4.o do Decreto-Lei nº 300/97, de 31 de Outubro, competindo-lhe, designadamente: a) Contribuir para o desenvolvimento integral dos alunos e para a construção da sua identidade pessoal;

b) Participar na definição de estratégias e na aplicação de procedimentos de orientação educativa para o acompanhamento do aluno ao longo do seu percurso escolar;

c) Intervir, a nível psicológico e psicopedagógico, na observação, orientação e apoio dos alunos, promovendo a cooperação de professores, pessoal não docente, pais e encarregados de educação, em articulação com recursos da comunidade;

d) Participar nos processos de avaliação multidisciplinar e, tendo em vista a elaboração de programas educativos individuais, acompanhar a sua concretização;

e) Conceber e desenvolver programas e ações de aconselhamento pessoal e vocacional a nível individual ou de grupo;

f) Colaborar no levantamento de necessidades da comunidade educativa com o fim de propor as medidas educativas adequadas;

g) Participar em experiências pedagógicas, bem como em projetos de investigação e em ações de formação de pessoal docente e não docente, com especial incidência nas modalidades de formação centradas na escola;

h) Acompanhar o desenvolvimento de projetos e colaborar no estudo, conceção e planeamento de medidas que visem a melhoria do sistema educativo;

Referências

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