TECNOLOGIA DE
ALIMENTOS
NUTRIÇÃO – UNIC
ALTERAÇÕES DAS MATÉRIAS-PRIMAS
E/OU PRODUTOS: CAUSAS E FATORES
Os alimentos são constituídos por tecidos vivos e assim estão sujeitos a reações bioquímicas, biológicas e físicas. Objetivo tecnologia de alimentos retardar/suprimir
estas reações, preservando o máximo possível a qualidade dos alimentos.
CAUSAS DAS ALTERAÇÕES EM ALIMENTOS 1. Crescimento e atividade de microrganismos
2. Ação das enzimas presentes no alimento 3. Reações químicas não-enzimáticas
4. Alterações provocadas por insetos e roedores
• O homem busca métodos para preservar os alimentos,
empregando técnicas empíricas que se mantém até hoje, como a secagem, a salga, a fermentação dentre outras.
• Processos utilizados requerem:
- Amplo conhecimento a respeito dos microrganismos
que atuam sobre o alimento em questão; - Ambiente que cerca este alimento; - Composição deste alimento.
ALTERAÇÕES DAS MATÉRIAS-PRIMAS
E/OU PRODUTOS: CAUSAS E FATORES
FATORES QUE INFLUENCIAM O
DESENVOLVIMENTO MICROBIANO EM
ALIMENTOS:
• FATORES EXTRÍNSECOS: • TEMPERATURA AMBIENTE • ATMOSFERA • UMIDADE DO AMBIENTE • FATORES INTRÍNSECOS: • NUTRIENTES • ATIVIDADE DE ÁGUA • pHPrincipais reações de perda de
qualidade de alimentos
Microbiológicas
Crescimento ou presença de microrganismos que causam intoxicação: Staphylococcus aureus, Clostridium botulinum, Aspergillus flavus, Clostridium perfringens, Bacillus cereus;
Crescimento ou presença de microrganismos que causam infecção:
Salmonella, Listeria, Campylobacter, Shigella, Streptococcus, Vibrio, Proteus, Pasteurella;
Crescimento de microrganismos deterioradores:
Bactérias, bolores e leveduras: produtos metabólitos principais ou menores, secreção de enzimas, presença de biomassa.
MULTIPLICAÇÃO MICROBIANA
▪ Depende da interação dos fatores intrínsecos X extrínsecos;
▪ CONDIÇÕES FAVORÁVEIS
ALIMENTOS PERECÍVEIS OU ALTERÁVEIS: são aqueles que contém um elevado teor de água (leite, carnes, pescados); possuem fatores
intrínsecos favoráveis ao crescimento microbiano.
ALIMENTOS SEMI-PERECÍVEIS OU SEMI-ALTERÁVEIS: são
aqueles que, embora tenham bastante água esta é firmemente retida no interior pelo tecido envoltório de proteção (casca) que se rompido por qualquer meio os tornará vulneráveis como os perecíveis (ex.: beterraba, cenoura, batata, etc).
ALIMENTOS NÃO PERECÍVEIS, ESTÁVEIS OU NÃO-ALTERÁVEIS: são aqueles que possuem baixo teor de umidade (açúcar, farinha, feijão).
■ Quando os microrganismos chegam ao alimento, se as
condições forem favoráveis, iniciam sua multiplicação, passando por uma série de fases sucessivas
CURVA DE CRESCIMENTO DOS MICRORGANISMOS. Esta curva contém 4 fases:
A- Fase Lag ou de adaptação; B- Fase Log ou Exponencial; C- Fase Estacionária;
CURVA DE CRESCIMENTO DOS
MICRORGANISMOS:
CRESCIMENTO BACTERIANO:
É a multiplicação rápida das bactérias que
freqüentemente causam os problemas
Sob condições ideais, uma bactéria dobra sua
população a cada 20 minutos.
Diminuição ou inibição do
crescimento microbiano
•
Diminuição da temperatura (resfriamento,
congelamento);
•
Redução na atividade de água / aumento da
concentração (secagem, desidratação, cura,
salga, adição de açúcares);
•
Diminuição do oxigênio (embalagem sob vácuo
Principais reações de perda de
qualidade de alimentos
Enzimáticas
•
Reações hidrolíticas catalisadas por
lipases e proteases;
•
Oxidação (lipoxigenase);
AÇÃO DE ENZIMAS PRESENTES
NO ALIMENTO
♦ As enzimas catalisam reações químicas;
♦ Lipases, peptidases, catalases, peroxidases, etc.; ♦ Algumas enzimas são desejáveis, outras não;
♦ Ex.: lipases agem sobre triglicerídeos e liberam ácidos graxos que sofrerão oxidação (reação química não enzimática autocatalítica) = radicais mal
cheirosos; ♦ Desejáveis:
• Renina: formação da coalhada
Rancidez oxidativa
Ocorre em lipídeos que contém ácidos
graxos insaturados.
REAÇÕES QUÍMICAS NÃO
ENZIMÁTICAS
REAÇÕES QUÍMICAS NÃO
ENZIMÁTICAS
Ocorre em 3 fases:
• Inicial ou indução: formação de radicais livres; • Propagação: aumento de peróxidos e outros
produtos de decomposição. Início do cheiro e sabor;
• Terminação: há fortes alterações de cheiro, sabor,
cor, viscosidade e da sua composição.
É acelerada pelo calor, luz, umidade e metais (ferro e cobre)
Mecanismo
Aceleram: O
2, luz (UV), metais (Cu e Fe),
temperatura; ex.: azeite de oliva.
Retardam: antioxidantes físicos (embalagem) e
Principais reações de perda de
qualidade de alimentos
Químicas
•
Rancidez oxidativa;
•
Descoloração por oxidação e redução;
•
Escurecimento não enzimático;
ESCURECIMENTO QUÍMICO
• Escurecimento ou “browning” químico com formação de cor marrom ou semelhante (melanoidinas);
• Pode ser benéfica (crosta do pão), café torrado, chocolate, carne assada;
• Pode ser indesejável (leite tratado pelo calor e sucos); • Promovem a perda de aminoácidos (triptofano, lisina,
histidina) = redução do valor nutritivo das proteínas; • Pode ser:
- Caramelização;
- Reação de Maillard: açúcar + proteínas = cor marrom; - Degradação do ác. Ascórbico: ác. Ascórbico aquecido =
Caramelização
•
Açúcar
hidroximetilfurfural (HMF)
É o corante mais usado na indústria de
alimentos.
Água Calor 120°CMelanoidinas
Intermediários incolores de baixo PMReação de Maillard
•
Açúcar + proteína
Melanoidinas
Principal causa de escurecimento não enzimático
produzido durante o aquecimento e armazenamento
prolongado.
CO2 Calor
Principais reações de perda de
qualidade de alimentos
Físicas
•
Transferência de massa (absorção ou
perda de umidade);
•
Perda de textura crocante;
•
Perda de aroma;
MUDANÇAS FÍSICAS
•
Escurecimento da carne na estocagem:
oxidação da mioglobina;
Carne fresca
Transformação damioglobina (vermelho púrpura) em oximioglobina (vermelho brilhante) Transforma-se em metamioglobina (vermelho enegrecida)
Princípios e métodos de
conservação de alimentos
PRINCÍPIOS
a- Uso de temperaturas;
b- Controle da quantidade de água;
c- Controle da taxa de oxigênio;
d- Uso de substâncias químicas;
e- Uso de irradiações;
Eficiência do TT
Tempo Temperatura
Inativação m.o. (patogênicos e deteriorantes) Redução da ação das enzimas
Objetivos doTratamento Térmico
(TT)
Termorresistência dos Microrganismos
Depende de fatores intrínsecos e extrínsecos:
INTRÍNSECOS:
BACTÉRIAS•T
ótima Termorresistência - + Psicrófilos, PsicrotróficosMICRORGANISMOS TEMPERATURA ( ºC ) TEMPO (MINUTOS) Estreptococcus fecais 65,0 5,0 - 30,0 Salmonella spp 65,5 0,02 - 0,25 Staphylococcus aureus 65,5 0,02 - 2,0 Escherichia coli 65,0 0,10 Bolores e Leveduras 65,5 0,50 - 3,0 Clostridium botulinum 100,0 100,0 - 330,0
Valores de resistência térmica de alguns microrganismos mais comumente encontrados em alimentos.
Termorresistência dos
microrganismos
•
EXTRÍNSECOS
•pH
•Importante
•Classificação dos alimentos:
•Pouco ácidos (pH>4,5)
•Ácidos (4<pH<4,5)
•Muito ácidos (pH<4,0)
CONSERVAÇÃO PELO USO DO
FRIO
USO DO FRIO
REFRIGERAÇÃO
• Utiliza temperatura de 0 a 15 ºC;
• Mantém as características do produto “in natura”;
• É um método temporário (dias ou semanas);
• Método eficiente para conservação de frutas;
• Os microrganismos psicrófilos são o maior problema;
• As temperaturas utilizadas não inativa enzimas, nem
Refrigeração de alguns produtos
alimentícios
USO DO FRIO
CONGELAMENTO
• Utiliza temperaturas, em média, de -10 a -40ºC;
• Método caro exige a necessidade da “cadeia do frio”;
• Método eficiente para conservação de carnes e pescados;
• Conservação por tempo mais prolongado (meses ou anos);
• Reduz as reações enzimáticas, porém não inativa. Reações
como escurecimento de frutas não é solucionado somente com congelamento.
Diminuição ou inibição do crescimento microbiano
CONGELAMENTO
VANTAGENS E DESVANTAGENS COMO
MÉTODO DE CONSERVAÇÃO
Ocorre desidratação rápida e intensa quando não há acondicionamento
adequado Não causa perdas significativas do
valor nutritivo
As toxinas não são destruídas Não reduz a digestibilidade
Os esporos são muito resistentes Não transmite nem altera o aroma
natural
Os microrganismos não são destruídos, embora seu número diminua
Não se acrescentam nem se eliminam componentes
DESVANTAGENS VANTAGENS
USO DO FRIO
• Normalmente armazena-se os alimentos a –18ºC, assim
os psicrófilos não resistem;
• Podemos ter dois métodos para o congelamento:
• Congelamento lento: demora de 3 a 12 horas para se congelar o produto, normalmente usa-se temperaturas na faixa de –25 ºC sem circulação de ar;
• Congelamento rápido: Demora menos de 3 horas para o congelamento, usa-se temperatura da ordem de – 40 ºC a –25 ºC.
TEORIA DA CRISTALIZAÇÃO
CONGELAMENTO
Mudança de estado, de líquido a sólido, que
sofre uma parte da água presente nos alimentos.
Conservação durante longos períodos.
Formação de cristais de gelo: modificações
indesejáveis dos alimentos
CRESCIMENTO DOS CRISTAIS
TEORIA DA CRISTALIZAÇÃO
Velocidade de resfriamento lenta: cristais com
forma alongada (agulhas).
Velocidade de resfriamento rápida: cristais
Evolução da temperatura durante o congelamento de alimento com resfriamento lento (a), rápido (b) e muito rápido (c).
CONGELAMENTO
• 10ºC: Produção de toxinas de
Staphylococcus e Clostridium botulinum tipos
A e B.
• 6,7ºC: Multiplicação de Staphylococcus.
• 6,5ºC: Multiplicação de Clostridium botulinium.
• 5,2ºC: Multiplicação de Salmonella
• 3,3ºC: Produçao de toxinas de Clostridium botulinium. Tipo E
• 0ºC: Risco devido a crescimento e atividade
de bactérias causadoras de intoxicações alimentares
• -8ºC: Multiplicação de bactérias
• -10ºC: Multiplicação de leveduras
• -12ºC: Multiplicação de mofos
• -18ºC: Reações químicas (sua velocidade é
tão lenta que são considerados nulas)
RELAÇÃO ENTRE TEMPERATURA, REAÇÕES DE DETERIORAÇÃO E
CRESCIMENTO E PRODUÇÃO DE TOXINAS DE ALGUNS MICRORGANISMOS DE INTERESSE NOS ALIMENTOS.
DESCONGELAMENTO
-Deve reduzir ao máximo a exsudação e os danos
causados no alimento pelos cristais de gelo, na reversão
do alimento à temperatura de consumo;
-Além de perdas nutritivas, os alimentos perdem a
aparência comercial;
DESCONGELAMENTO
DESCONGELAMENTO LENTO: deve ser em câmaras entre 4 a
10ºC, UR de 95% e por cerca de 20 a 36 horas. Assim, o tecido não perde muito líquido pois tem tempo de absorvê-lo durante o processo. É o ideal.
DESCONGELAMENTO RÁPIDO: Não adequado, em
temperatura ambiente alta, em água quente, em microondas. Há grande perda de proteínas, pois as fibras musculares não conseguem reabsorvê-las.
Diferenças entre refrigeração e
congelamento
CONSERVAÇÃO PELO USO DO
CALOR
Métodos pelo uso do calor
•
Pasteurização;
•
Esterilização;
•
Branqueamento;
•
Evaporação;
•
Defumação.
Pasteurização (Louis Pasteur)
Objetivos:
• Garantir a inocuidade pela eliminação total
da flora microbiana patogênica (células
vegetativas);
• Prolongar a vida útil dos alimentos pela
destruição dos m.o. Deteriorantes (bactérias
vegetativas, bolores e leveduras) ;
Pasteurização
•Temperatura: 100°C •Objetivo principal:
•alimentos de baixa acidez (pH>4,5):
• destruição das bactérias patogênicas (forma vegetativa);
• alimentos com pH<4,5: destruição m.o. deterioradores e a inativação de enzimas (aumentar a vida de prateleira).
• Cuidados no acondicionamento (embalagens). • Aliada a outros métodos de preservação.
• Refrigeração: inibir o crescimento de m.o. sobreviventes;
• Aditivos químicos: manter o pH baixo;
• Embalagens herméticas: evitar a recontaminação.
Alimentos: leite, creme de leite, manteiga, frutas,
sucos, sorvetes, embutidos, compotas, cervejas, ovos líquidos, enlatados e outros alimentos termo-sensíveis.
Pasteurização
Com relação ao tempo e à temperatura:
•Pasteurização lenta (baixas temperaturas e tempo
longo): LTLT (low temperature long time)
•Temperaturas próximas a 65°C por 30min. •Realizada em tanques, em batelada
•Aplicação:
• leite destinado a produção de derivados; • polpa de frutas.
Pasteurização
Pasteurização lenta (baixas temperaturas e longo tempo): LTLT (low temperature long time)
Pasteurização
•Pasteurização
rápida
a
altas
temperaturas: HTST (high temperature
short time)
• 72°C por 15s;
• Grandes indústrias;
• Trocadores de placas ou de tubos, sob alta
pressão;
Pasteurização
Pasteurização
Características da pasteurização
•
Método de conservação cujas
temperaturas usadas são inferiores a
100ºC;
•
Método de conservação temporário;
•
Necessita de outro método de
conservação complementar;
•
Recomendado para eliminar certos
grupos de m.o.
É indicada para:
• Produtos em que altas temperaturas possam causar
danos a qualidade nutricional do alimento;
• Destruir m.o. patogênicos de baixa resistência ao calor. Ex: leite;
• Produtos que contêm m.o. deterioradores sensíveis ao
calor. Ex: suco de frutas;
• Produtos em que os m.o. sobreviventes possam ser
inibidos por outro método preservativo subsequente, ex: refrigeração;
• Para líquidos ácidos (pH<4,5);
Esterilização
Objetivos:
•Eliminar todas as formas vegetativas e esporos patogênicos; • Inativar enzimas;
•Temperatura: 115-150°C;
•Utiliza-se pressão (autoclaves);
Esterilidade comercial (estabilidade microbiológica)
Eliminação de todos microrganismos e esporos que poderiam se desenvolver nas condições normais de
Esterilização comercial está
associado aos seguintes fatores:
•
Ausência de m.o. capazes de
deterioração do produto nas condições
normais de armazenamento;
•
Ausência de m.o. patogênicos capazes de
proliferar no alimento.
Esterilização
•
Pode ser realizada:
—Alimentos já embalados
(Apertização);
—No alimento não envasado com
envase asséptico posterior
Esterilização: Apertização
•
Esterilização do alimento já envasado;
• Embalagens: latas, garrafas de vidro ou
embalagens plásticas/laminadas termoestáveis;
• Máquinas de enchimento;
• Espaço de cabeça: espaço vazio deixado entre a
tampa e o alimento para permitir a expansão dos
gases no interior da embalagem e facilitar a troca
de calor.
gás Espaço de cabeça
Esterilização: Apertização
Preenchimento Exaustão Fechamento TT ResfriamentoEsterilização:
UHT (Ultra High Temperature)
•
Alimentos líquidos ou semi-líquidos
(leite, sucos, nata, pures,etc.);
•
Aquecimento rápido (quase intantâneo);
•
Altas temperaturas (135-150°C);
•
Garante vida de prateleira por 6 meses
sem refrigeração;
Esterilização UHT
•
Processos:
–
Diretos
–
Indiretos
Esterilização:
UHT (Ultra High Temperature)
•
UHT Indireto
–
Trocadores de calor (placas ou
tubos);
–
Não há contato entre alimento
Esterilização:
Esterilização:
UHT (Ultra High Temperature)
•
UHT direto
–
Consiste na injeção de vapor d´água no
alimento ou do alimento em vapor d´água
(difusão);
–
Aquecimento quase instantâneo;
–
Há contato íntimo entre alimento e
calefador;
- Incorporação de 10% de vapor no produto,
eliminado por vácuo.
Esterilização:
UHT - Direto
Esterilização:
UHT
•
Envase deve ser asséptico
–
Embalagem
tetra brik , tetra pack
ou
longa vida (6 camadas)
• Polietileno, papel e alumínio
•
Esterilização prévia embalagens:
UV, H
2O
2, etc.
ALTERAÇÕES DOS ALIMENTOS ENVASADOS:
Os alimentos envasados podem sofrer alterações microbiológicas, químicas e físicas:
- Microbiológicas: gases liberados por microrganismos que acabam por estufar a lata.
- Químicas: gases como o Hidrogênio e gás Sulfídrico vindos de reação enzimática entre lata e alimento.
- Físicas: alteração na textura devido a manejo impróprio da lata, perfurações (contaminação cruzada) e amassamento (reação química da lata com o alimento).
Efeitos da esterilização nos
constituintes dos alimentos
•
Mudanças de cor, textura e sabor;
•
Perda de vitaminas e desnaturação
protéica;
•
Oxidação de lipídeos (rancidez oxidativa);
•
Reação de Maillard ou reação de
Branqueamento
Objetivos:
•
inativação de enzimas
•
remoção de gases dos tecidos
•
redução da contaminação microbiana,
•
abrandamento da textura dos vegetais
•
Processo térmico de curto período
• Realizado por:
– Imersão em água fervente;
– Vapor d´água;
Seguido de:
• Resfriamento;
• Adição de substâncias:
– 0,125% de óxido de cálcio: proteção a clorofila e
– solução salina a 2% de NaCl.: evitar o
escurecimento enzimático ou
– Cloreto de cálcio: reduzir perdas de textura (pectato de cálcio)
–
Imersão em água fervente
O branqueamento no processo das
batatas congeladas, realizado com o uso
de vapor, influi na obtenção de
características como:
-cor uniforme,
-crocância,
-rápido preparo,
Alterações nutricionais e sensoriais
dos alimentos submetidos a
tratamento térmico
Sensoriais:
•
Cor - degradação de pigmentos, reações
caramelização e de Maillard;
•
Sabor, aroma - liberação ou formação
de compostos;
•
Textura - desnaturação proteínas,
degradação carboidratos.
Nutricionais
•
Perda de vitaminas
– Vitamina C (ácido ascórbico): aumenta na presença de oxigênio e cobre
– tiamina (vitamina B1), – vitaminas A e E.
•
Aumento da digestibilidade de algumas
proteínas: desnaturação.
Alterações nutricionais e sensoriais
dos alimentos submetidos a
DEFICIÊNCIA NO