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Tópico 009. AFO para os cargos de auditor da CGE/DF; de analista e auditor do TCDF; APO/MP. Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli Turma IGEPP 2014

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(1)

AFO para os cargos de auditor da CGE/DF;

de analista e auditor do TCDF; APO/MP.

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli

Turma IGEPP 2014

Dúvidas  E-mail: [email protected]

1

(2)

Objetivo do curso

•Preparar os “concurseiros” para o concurso da

CGE/DF, do TCDF e de APO/MP.

(3)

Projeto do curso:

ACI-DF e TCDF

(4)

Projeto do curso: ACI-DF e TCDF

Tópico

Itens do edital de

AFO

Planejamento e

Orçamento

Direito

Financeiro

AFO - TCDF

Quantidade de

aulas

1

2

Orçamento

público: conceitos e

princípios.

2.1

Evolução conceitual

do

orçamento

público.

2.2

Orçamento-Programa:

fundamentos

e

técnicas.

9.

Orçamento

público:

conceitos

e

elementos

básicos

do

orçamento

público,

orçamento

tradicional,

orçamento

de

base

zero,

orçamento

de

desempenho,

orçamento-programa.

2. Orçamento:

conceito

e

espécies.

Natureza

jurídica.

Princípios

e

normas

constitucionais

orçamentários.

1.

Orçamento

público e sua

evolução;

o

orçamento com

o

instrumento

do

planejamento

governamental;

princípios

orçamentários.

3

(5)

Projeto do curso: ACI-DF e TCDF

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 5

Tópico

Itens do edital de AFO

Planejamento e

Orçamento

Direito

Financeiro

AFO - TCDF

Quantidade de

aulas

2

3 Orçamento público no Brasil: Títulos I, IV, V e VI da Lei nº 4.320/1964. 3.1 Orçamento na constituição de 1988: Plano Plurianual (PPA), Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), Lei Orçamentária Anual (LOA). 3.2 Leis de Créditos Adicionais. 4 Plano Plurianual (PPA): estrutura, base legal, objetivos, conteúdo, tipos de programas. 4.1 Decreto nº 2.829/1998. 5 Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO): objetivos, Anexos de Metas Fiscais, Anexos de Riscos Fiscais.

7. Lei Complementar Federal nº 101/2000: planejamento.

8. Orçamento na Constituição Federal: Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual. 14. Integração planejamento e orçamento – Decreto nº 2.829, de 29/10/98 e Portaria MPOG nº 42, de 14/04/99. 2.Orçamento público no Brasil; Plano Plurianual; diretrizes orçamentárias; orçamento anual. 7. Lei Complementar Federal nº 101/2000: planejamento. 2

(6)

Projeto do curso: ACI-DF e TCDF

Tópico

Itens do edital de AFO

Planejamento

e Orçamento

Direito

Financeiro

AFO - TCDF

Quantidade de

aulas

3

8 Gestão organizacional das finanças públicas: sistema de planejamento e orçamento e de programação financeira constantes da Lei nº 10.180/2001. 7 Ciclo orçamentário: elaboração da proposta, discussão, votação e aprovação da lei de orçamento. 7.1 Execução orçamentária e financeira: estágios e execução da despesa pública e da receita pública. 7.2 Programação de desembolso e mecanismos retificadores do orçamento. 5. Critérios para limitação de empenho.

7. Lei Complementar Federal nº 101/2000: prestação de contas. 2. Sistema e processo de orçamentação 3 Programação e execução orçamentária e financeira; acompanhame nto da execução; sistemas de informações; alterações orçamentárias; créditos ordinários e adicionais. 7. Lei Complementar Federal nº 101/2000: prestação de contas. 2

(7)

Projeto do curso: ACI-DF e TCDF

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 7

Tópico

Itens do edital de

AFO

Planejamento e

Orçamento

Direito

Financeiro

AFO - TCDF

Quantidade de

aulas

4 6. Classificações orçamentárias. 6.1 Classificação da despesa pública: institucional, funcional, programática, pela natureza. 2. Classificação das Receitas e Despesas Públicas segundo a finalidade, natureza e agente. 11. Classificação e conceituação da receita orçamentária. 12. Classificação e conceituação da despesa orçamentária. 13. Manual Técnico do Orçamento 2014 3. Despesa pública: conceito e classificação. Princípio da legalidade. Técnica de realização da despesa pública: empenho, liquidação e pagamento. Crédito suplementar, crédito extraordinário e crédito especial. Receita pública: conceito. Ingressos e receitas. Classificação: receitas originárias e receitas derivadas. Preço público e taxa.

2.classificações orçamentárias 4 Receita pública: categorias, fontes e estágios; dívida ativa. 5 Despesa pública: categorias e estágios; restos a pagar; despesas de exercícios anteriores; suprimento de fundos. 4 5 6. Classificações orçamentárias. 6.2 Classificação da receita pública: institucional, por categorias econômicas, por fontes.

(8)

Projeto do curso: ACI-DF e TCDF

Tópico

Itens do edital de AFO Planejamento

e Orçamento

Direito

Financeiro

AFO - TCDF

Quantidade de

aulas

6 7.Tópicos selecionados da Lei Complementar nº 101/2000: princípios, conceitos, renúncia de receitas, geração de despesas, transferências voluntárias, destinação de recursos para o setor privado, transparência da gestão fiscal, e fiscalização da gestão fiscal. 8. Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000). 5.Dívida flutuante e fundada. Lei Complementar Fed eral nº 101/2000: princípios, conceitos, renúncia de receitas, geração de despesas, transferências voluntárias, destinação de recursos para o setor privado, transparência da gestão fiscal, fiscalização da gestão fiscal. 2

(9)

Projeto do curso: ACI-DF e TCDF

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 9

Tópico

Itens do edital de

AFO

Planejamento e

Orçamento

Direito

Financeiro

AFO - TCDF

Quantidade de

aulas

7

1

Funções

do

Governo.

1.1

Falhas de mercado

e

produção

de

bens públicos. 1.2

Políticas

econômicas

governamentais

(alocativa,

distributiva

e

estabilizadora). 1.3

Federalismo Fiscal.

6. Federalismo

fiscal.

7.

Processo

e

etapas

de

intervenção do

Governo

na

economia

brasileira.

10.

Objetivos

da

política

orçamentária.

2

8

6.3. Conta Única

do

Tesouro

Distrital: conceito

e previsão legal.

1

(10)

Projeto do curso: ACI-DF e TCDF

Tópico

Itens do edital

de AFO

Planejamento e

Orçamento

Direito

Financeiro

AFO - TCDF

Quantidade de

aulas

9

1. Objetivos, metas,

abrangência

e

definição

de

Finanças

Públicas.

3.

Hipóteses

teóricas

do

crescimento

das

despesas públicas.

1.

Finanças

públicas

na

Constituição

de 1988.

1

10

4. O financiamento

dos gastos públicos

tributação

e

equidade.

Incidência

tributária.

(11)

Projeto do curso: ACI-DF e TCDF

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 11

Tópico

Itens do edital de

AFO

Planejamento e

Orçamento

Direito

Financeiro

AFO - TCDF

Quantidade de

aulas

12

Decreto Distrital

nº 32.598/2010

(normas

de planejament

o,

orçamento,

finanças,

patrimônio

e

contabilidade

do

Distrito

Federal)

1

(12)

Projeto do curso:

ACI-DF e APO-ESAF

(13)

Projeto do curso: ACI-DF e APO-ESAF

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 13

Tópico

Itens do edital de

AFO

Planejamento e

Orçamento

Direito

Financeiro

APO - ESAF

Quantidade de

aulas

1

2

Orçamento

público: conceitos e

princípios.

2.1

Evolução conceitual

do

orçamento

público.

2.2

Orçamento-Programa:

fundamentos

e

técnicas.

9.

Orçamento

público:

conceitos

e

elementos

básicos

do

orçamento

público,

orçamento

tradicional,

orçamento

de

base

zero,

orçamento

de

desempenho,

orçamento-programa.

2. Orçamento:

conceito

e

espécies.

Natureza

jurídica.

Princípios

e

normas

constitucionais

orçamentários.

3.

Orçamento

público: conceitos

e

elementos

básicos

do

orçamento

público,

orçamento

tradicional,

orçamento

de

base

zero,

orçamento

de

desempenho,

orçamento-programa.

3

(14)

Projeto do curso: ACI-DF e APO-ESAF

Tópico

Itens do edital de AFO

Planejamento e

Orçamento

Direito

Financeiro

APO - ESAF

Quantidade de

aulas

2

3 Orçamento público no Brasil: Títulos I, IV, V e VI da Lei nº 4.320/1964. 3.1 Orçamento na constituição de 1988: Plano Plurianual (PPA), Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), Lei Orçamentária Anual (LOA). 3.2 Leis de Créditos Adicionais. 4 Plano Plurianual (PPA): estrutura, base legal, objetivos, conteúdo, tipos de programas. 4.1 Decreto nº 2.829/1998. 5 Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO): objetivos, Anexos de Metas Fiscais, Anexos de Riscos Fiscais.

7. Lei Complementar Federal nº 101/2000: planejamento.

8. Orçamento na Constituição Federal: Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual. 14. Integração planejamento e orçamento – Decreto nº 2.829, de 29/10/98 e Portaria MPOG nº 42, de 14/04/99. 2. Planejamento e Orçamento na Constituição de 1988: Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual. 8. Integração planejamento e orçamento – Decreto nº 2.829, de 29/10/98 e Portaria nº 42, de 14/04/99. 12. Mensagem Presidencial do Plano Plurianual 2012-2015. 16. Modelo de gestão do PPA 2012-2015 Lei 12.593/2012 -2

(15)

Projeto do curso: ACI-DF e APO-ESAF

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 15

Tópico

Itens do edital de AFO

Planejamento

e Orçamento

Direito

Financeiro

APO- ESAF

Quantidade de

aulas

3

8 Gestão organizacional das finanças públicas: sistema de planejamento e orçamento e de programação financeira constantes da Lei nº 10.180/2001. 7 Ciclo orçamentário: elaboração da proposta, discussão, votação e aprovação da lei de orçamento. 7.1 Execução orçamentária e financeira: estágios e execução da despesa pública e da receita pública. 7.2 Programação de desembolso e mecanismos retificadores do orçamento. 5. Critérios para limitação de empenho.

7. Lei Complementar Federal nº 101/2000: prestação de contas. 13. O sistema de planejamento e orçamento federal (Lei 10.180/01), estrutura e competências do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (Decreto 6.929/09). 10. Ciclo orçamentário. 2

(16)

Projeto do curso: ACI-DF e APO-ESAF

Tópico

Itens do edital de

AFO

Planejamento e

Orçamento

Direito

Financeiro

APO- ESAF

Quantidade de

aulas

4 6. Classificações orçamentárias. 6.1 Classificação da despesa pública: institucional, funcional, programática, pela natureza. 2. Classificação das Receitas e Despesas Públicas segundo a finalidade, natureza e agente. 11. Classificação e conceituação da receita orçamentária. 12. Classificação e conceituação da despesa orçamentária. 13. Manual Técnico do Orçamento 2014 3. Despesa pública: conceito e classificação. Princípio da legalidade. Técnica de realização da despesa pública: empenho, liquidação e pagamento. Crédito suplementar, crédito extraordinário e crédito especial. Receita pública: conceito. Ingressos e receitas. Classificação: receitas originárias e receitas derivadas. Preço público e taxa.

5. Classificação e conceituação da receita orçamentária brasileira. 6. Classificação e conceituação da despesa orçamentária brasileira. 7. Manual Técnico do Orçamento 2014. 4 5 6. Classificações orçamentárias. 6.2 Classificação da receita pública: institucional, por categorias econômicas, por fontes.

(17)

Projeto do curso: ACI-DF e APO-ESAF

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 17

Tópico

Itens do edital de

AFO

Planejamento e

Orçamento

Direito

Financeiro

APO -ESAF

Quantidade de

aulas

7

1

Funções

do

Governo.

1.1

Falhas de mercado

e

produção

de

bens públicos. 1.2

Políticas

econômicas

governamentais

(alocativa,

distributiva

e

estabilizadora). 1.3

Federalismo Fiscal.

6. Federalismo

fiscal.

7.

Processo

e

etapas

de

intervenção do

Governo

na

economia

brasileira.

10.

Objetivos

da

política

orçamentária.

1.Processo

e

etapas

de

intervenção do

governo

na

economia

brasileira

2

(18)

Projeto do curso: ACI-DF e APO-ESAF

Tópico

Itens do edital

de AFO

Planejamento e

Orçamento

Direito

Financeiro

APO- ESAF

Quantidade de

aulas

13

11. Orçamento e gestão das organizações do setor público; características básicas de sistemas orçamentários modernos: estrutura programática, econômica e organizacional para alocação de recursos (classificações orçamentárias); mensuração de desempenho e controle orçamentário.

1

14

14. Teorias de PlanejamentoGovernamental.

1

15

15. O ciclo de gestão das políticas públicas: referencial teórico, conceitos básicos, e técnicas de elaboração, monitoramento e avaliação do PPA.

(19)

Tronco Comum de aulas

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 19

Tópico

CGE-DF

TCDF

APO-ESAF

Aulas

1

X

X

X

3

2

X

X

X

2

3

X

X

X

2

4

X

X

X

2

5

X

X

X

2

6

X

X

2

7

X

X

2

(20)

Tronco Específico por turma

Tópico

CGE-DF

TCDF

APO-ESAF

Aulas

8

X

1

9

X

1

10

X

1

11

X

1

12

X

1

13

X

1

14

X

1

15

X

1

(21)

21

(22)
(23)

Fontes de Estudo

• Lei 4.320/1964;

• Decreto Lei 200/1967;

• Decreto 93.872/1986;

• Lei 10.180/2000 (Sistemas Organizacionais)

• CF/1988;

• LC 101/00 (LRF);

• Lei 12.595/2012 (LOA/2012);

• Lei 12.708/2012 (LDO 2012 para a LOA 2013);

• Lei 12.593/2012 (PPA 2012-2015);

• MTO versão 2014;

• Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público: Parte I

5ª edição 2012.

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli

(24)

Fontes de Estudo

• GIACOMONI, James. Orçamento público. 16 ed.

São Paulo: Atlas, 2012.

• GIAMBIAGI, Fábio; ALÉM, Ana Cláudia. Finanças

públicas: teoria e prática no Brasil. 3 ed. Rio de

Janeiro: Campus editora, 2007.

• ALBUQUERQUE, Claudiano; MEDEIROS, Márcio;

FEIJÓ, Paulo H. Gestão de Finanças Públicas. 3

ed. Vol. 1. Brasília: Gestão Pública, 2013.

• REZENDE; Fernando. Finanças públicas. 2 ed.

São Paulo: Atlas, 2001.

(25)

Tópico 9

1.Objetivos, metas, abrangência e definição de

Finanças Públicas.

2.Hipóteses teóricas do crescimento das despesas

públicas

.

(26)

Definição

Finanças Públicas é a terminologia que tem sido

tradicionalmente aplicada ao conjunto de problemas da

política econômica que

envolvem o uso de medidas

de tributação e de dispêndios públicos

(Richard

Musgrave).

Esta definição baseia-se no fato de que a necessidade

de atuação econômica do setor público prende-se na

constatação de que

a simples existência do sistema

de

mercado

não

consegue

cumprir

adequadamente algumas tarefas e funções que

(27)

Objeto

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 27

O objeto precípuo das finanças públicas é

o estudo

da atividade fiscal

, ou seja, aquela desempenhada

pelos poderes públicos com o

propósito de obter e

aplicar recursos para o custeio dos serviços

públicos

.

(28)

Objetivo

As finanças públicas, no Estado moderno, não são

somente um

meio de assegurar a cobertura para as

despesas

do

governo

;

são,

também,

fundamentalmente,

um

meio

de

intervir

na

economia

, de pressionar ou estimular a estrutura

produtiva e de modificar as formas distribuição de

renda.

(29)

Objetivo

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 29

Para

atender

as

suas

obrigações

definidas

constitucionalmente, o

Estado

necessita:

OBTER

: Receitas Públicas;

CRIAR

: Crédito Público

(endividamento);

PLANEJAR E GERIR

: Orçamento

Público;

DESPENDER

: Despesa Pública.

(30)

Áreas afins (abrangência)

1. Receita pública;

2. Despesa pública;

3. Orçamento público;

4. Crédito público.

(31)

Finanças Públicas na Lei 4320/1964

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 31

A Lei nº 4.320/1964 adotou os conhecimentos mais

avançados de gestão pública existentes à época de sua

edição.

Ultrapassando as limitações dos orçamentos

tradicionais

e incorporando o reconhecimento de que o

orçamento deve expressar o planejamento do governo,

estabeleceu o seguinte ordenamento:

“Art. 2º A Lei de Orçamento conterá a discriminação da

receita e despesa de forma

a evidenciar a política

econômica, financeira

e o programa de trabalho do

governo,

obedecidos

os

princípios

de

unidade,

universalidade e anualidade.”

(32)

Finanças Públicas na CF/1988

Art. 163. Lei complementar disporá sobre:

I - finanças públicas;

II - dívida pública externa e interna, incluída a das autarquias,

fundações e demais entidades controladas pelo Poder Público;

III - concessão de garantias pelas entidades públicas;

IV - emissão e resgate de títulos da dívida pública;

V - fiscalização financeira da administração pública direta e

indireta;

VI - operações de câmbio realizadas por órgãos e entidades

da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;

VII - compatibilização das funções das instituições oficiais de

crédito da União, resguardadas as características e condições

(33)

Finanças Públicas na CF/1988

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 33

Art. 164. A competência da União para emitir moeda será

exercida

exclusivamente pelo banco central

.

§ 1º - É vedado ao banco central

conceder, direta ou

indiretamente, empréstimos

ao Tesouro Nacional e a

qualquer órgão ou entidade que não seja instituição financeira.

§ 2º - O banco central

poderá comprar e vender títulos de

emissão do Tesouro Nacional

,

com o objetivo de regular a

oferta de moeda ou a taxa de juros

.

§ 3º -

As disponibilidades de caixa da União serão

depositadas no banco central

; as dos Estados, do Distrito

Federal, dos Municípios e dos órgãos ou entidades do Poder

Público e das empresas por ele controladas, em instituições

financeiras oficiais, ressalvados os casos previstos em lei.

(34)

Questão 1

(ESAF/STN/2013/AFC) Com relação ao papel do Estado e as Finanças

Públicas, identifique a única opção incorreta.

a)Cabe ao Estado a responsabilidade de viabilizar o funcionamento dos

serviços públicos essenciais demandados pela coletividade.

b) É função do Estado a realização de forma direta e exclusiva das

necessidades de natureza essencial, tais como saneamento e transporte.

c) O objeto precípuo das finanças públicas é o estudo da atividade fiscal,

ou seja, aquela desempenhada pelos poderes públicos com o propósito de

obter e aplicar recursos para o custeio dos serviços públicos.

d) Historicamente, pode-se dizer que a maior intervenção do Estado na

economia brasileira teve como seu principal objetivo a complementação da

ação do setor privado com vistas ao desenvolvimento do país.

(35)

Questão 2

(FGV/SEFAZ-RJ/2009/Fiscal) A respeito da Lei de Responsabilidade

Fiscal, assinale a afirmativa incorreta.

A) Buscou, dentre seus objetivos, a socialização de eventuais dívidas de

prefeituras e estados deficitários.

B) Impôs normas de planejamento e controle das contas públicas,

definindo critérios transparentes para estimativas de receitas, e redefinindo

os limites e critérios de controle de gastos de pessoal.

C) Fixou procedimentos de ampliação de despesas obrigatórias de caráter

continuado, estabelecendo regras severas relativas ao endividamento

público.

D) Buscou, dentre seus objetivos, limitar o uso da máquina administrativa

por governantes em fim de mandato.

E) Buscou, dentre seus objetivos, fortalecer o controle centralizado das

dotações orçamentárias.

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 35

(36)

Tópico 9

1.Objetivos, metas, abrangência e definição de

Finanças Públicas.

2.Hipóteses teóricas do crescimento das despesas

públicas.

(37)

Hipóteses teóricas do crescimento das despesas públicas

As mais diversas correntes doutrinárias no campo da

economia têm procurado as causas que determinam o

crescimento das despesas públicas e, assim, o próprio

aumento da participação do Estado na economia. De um lado,

existem orientações ligadas às correntes neoclássicas e

keynesianas e, de outro, certas posições neoinstitucionais.

(38)

Hipóteses teóricas do crescimento das despesas públicas

1. Interpretações neoclássicas e keynesianas;

(39)

Keynesianistas

O governo deveria usar a função estabilizadora

quando necessário intervindo para evitar recessões

(políticas expansionistas, como maior gasto publico,

menor tributação, e maior emissão de moeda).

(40)

WAGNER

A mais antiga contribuição ao estudo do tema é

geralmente atribuída ao economista alemão Adolf

Wagner. Ainda nos anos de 1880,

Wagner

formulou

a chamada

Lei do Crescimento Incessante das

Atividades Estatais

”, com o seguinte enunciado

básico:

À medida que cresce o nível de renda em países

industrializados, o setor público cresce sempre a

taxas mais elevadas, de tal forma que a participação

relativa do governo na economia cresce com o

próprio ritmo de crescimento econômico do país.

(41)

Questões 3 e 4

3. (Cespe/TCU/2008/AFCE) A chamada lei de Wagner preconiza

que, em países industrializados, o setor público cresce sempre a

taxas mais elevadas que o nível de renda, de tal forma que a

participação relativa do governo na economia cresce com o próprio

ritmo de crescimento econômico do país.

4. (Cespe/MPS/2010/Analista) Segundo a chamada Lei de Wagner,

o ritmo de crescimento do Estado não acompanha a evolução da

renda nos países industrializados, o que promove uma defasagem

temporária entre as despesas do governo e a sua capacidade de

financiá-las.

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 41

3. Gabarito: Certo 4. Gabarito: Errado

(42)

BIRD

A lei de Wagner foi comprovada empiricamente por

Richard BIRD

ao verificar que

a elasticidade das

despesas públicas em relação à Renda Nacional foi

sempre superior à unidade

(“quando a renda da

economia cresce, os gastos públicos crescem em

uma maior

velocidade”)

em países como Reino Unido,

Alemanha e Suécia nos períodos compreendidos entre

1910 e 1960.

Bird aponta três causas determinantes para a evidência

formulada por Wagner e que constam no slide seguinte.

(43)

BIRD

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 43

Causas

Justificativa

1

O

administrativas e de segurança.

crescimento

das

funções

Decorrem da complexidade trazida à vida

moderna

pela

urbanização

e

pela

industrialização; as cidades favoreceram a

difusão

de

novos

padrões

de

comportamento

e

a

articulação

de

interesses por parte dos grupos sociais de

atuante presença reivindicatória junto ao

governo.

2

As

crescentes

demandas

por

maior

bem-estar

social,

especialmente educação e saúde.

3

A maior intervenção direta e

indireta do governo no processo

produtivo.

Decorre

do

papel

dinamizador

do

desenvolvimento econômico por parte do

setor

público,

especialmente

no

fornecimento de infraestrutura econômica,

bem como da ação intervencionista do

Estado, concebida para neutralizar certos

excessos monopolizadores de parcelas do

setor privado.

(44)

COLM

Gerhard Colm

cita quatro causas para o aumento da

despesas estatais:

Causas

Justificativa

1 Necessidade de Serviços

Públicos.

O governo aumenta seu raio de

ação, já que existe a demanda por

seus serviços.

2 Desejo

de

melhores

serviços públicos.

3

Os

para

recursos

a

utilização

disponíveis

pelo

governo.

O governo possui facilidades na

geração

de

recursos,

o

que

estimula a oferta de bens e

serviços.

4 O

públicos.

custo

dos

serviços

Os serviços públicos são pouco

suscetíveis

ao

emprego

de

fórmulas

racionalizadoras

que

(45)

Lei de Wagner na visão de Musgrave,

Rostow e Heber

A magnitude dos gastos públicos está relacionada com

os estágios de desenvolvimento dos países

.

Em situações de

baixo desenvolvimento, a participação do governo na economia

é relevante, o que gera maiores gastos públicos. Por sua vez,

em

situações de médio desenvolvimento, o governo atuaria de

forma complementar à iniciativa privada. Dessa forma, os gastos

públicos não seriam tão elevados no estagio de médio

desenvolvimento. Agora,

no estagio de alto desenvolvimento,

os gastos públicos voltariam a crescer, por conta dos fatores da

Lei

de

Wagner

(urbanização,

mudanças

demográficas

e

concentração da atividade econômica).

(46)

PEACOCK & WISEMAN

Outro estudo de

Peacock & Wiseman

formularam a

seguinte hipótese básica:

O crescimento dos gastos totais do governo em

determinado país é

muito mais uma função das

possibilidades da obtenção de recursos

do que da

expansão dos fatores que explicam o crescimento da

demanda de serviços produzidos pelo governo.

(47)

PEACOCK & WISEMAN:

efeito translação/limite

Explicação

de

Peacock

&

Wiseman

sobre

o

mecanismo de geração de recurso:

“A demanda de bens e serviços públicos por parte dos indivíduos é

anulada pela não disposição dos mesmos indivíduos em contribuir

via

sistema

tributário

para

o

financiamento

dos

encargos

decorrentes desses bens e serviços.

Tal equilíbrio é encontrado em época de normalidade e de

estabilidade econômica.

Em situações de caráter excepcional

gravidade,

o

equilíbrio

é

rompido

,

pois

os

indivíduos

reconhecendo a importância da ação pública nesse momento, não

opõem

maior

resistência

ao

aumento

da

carga

tributária;

posteriormente ao cessar a anormalidade, continuam aceitando os

novos níveis tributários.

Esse é o efeito translação de Peacock & Wiseman

(48)

Aplicação empírica do efeito translação/limite

•Mugrave e Musgrave:

identificaram que a razão entre os

gastos totais e no PNB (Produto Nacional Bruto) cresceu

bastante nos dois conflitos mundiais.

Esses níveis caíram

após os conflitos, mas se mantiveram num patamar

superior antes dos conflitos.

•Rezende:

identifica o efeito transação no Brasil em três

momentos: (i) crescimento da despesa pública decorrente a

participação do país na segunda guerra mundial; (ii) no

período

de

1955/1960

decorrente

do

programa

desenvolvimentista; (iii) no período de 1965/1969 decorrente

de políticas econômicas que visaram simultaneamente o

combate à inflação e ao crescimento econômico.

(49)

Aplicação empírica do efeito translação/limite

Assim, como Musgrave & Musgrave,

Rezende não

vê no

“efeito translação” a explicação definitiva

para o crescimento das despesas públicas.

Resumo do efeito translação 

Os governos

só conseguiriam elevar os gastos públicos em

situações de calamidade. Em tais situações, os

governos iriam tributar o máximo permitido pela oferta

de bens e serviços, para financiar seus gastos. Em

períodos normais, há resistência ao aumento de

tributações.

(50)

BAER, NEWFARMER E TREBAT

A hipótese de do efeito translação de Peacock &

Wiseman passa por cima de uma questão chave:

quais atribuições econômicas do governo têm

crescido nos períodos caracterizados pelo efeito

translação?

Os autores identificam

três hipóteses alternativas

,

denominadas

“polares” constantes no slide

seguinte

, sobre como se dá o controle do processo

de alocação de recursos.

(51)

BAER, NEWFARMER E TREBAT

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 51

Polares

1

O forte aparato econômico do governo é coadjuvante do mercado,

cujas forças orientam o crescimento econômico.

As empresas estatais

surgem e se expandem em função de uma demanda não atendida pelo

setor privado, e o planejamento governamental tem como objetivo básico

facilitar o aporte de poupança para os setores privados produtivos mais

importantes.

2

A ação governamental está a serviço dos setores privados nacionais

e estrangeiros.

O setor público seria controlado pelo capital privado, que

necessitaria do planejamento público e de investimentos de infraestrutura

para os setores produtivos importantes.

3

A Tecnocracia se constitui em elemento novo e importante no

processo de alocação de recursos.

Atrás de uma retórica defesa da livre

iniciativa, foram criadas condições para a expansão do Estado por meio da

multiplicação da unidade descentralizadas:

as estatais

. A tecnoburocracia

comandaria uma espécie de “Estado dentro do Estado”.

(52)

Tabela Resumo para as explicações quanto ao

crescimento das funções do Estado

Explicação

Justificativa

O crescimento da renda per

capita

o

aumento

da

demanda

por

bens

e

serviços públicos.

O crescimento da renda per capita

geraria aumento da demanda de bens

públicos de consumo (reivindicações

por

programas

culturais,

lazer,

educação superior).

Mudanças tecnológicas.

Alguns

saltos

tecnológicos

são

geradores de grande aumento dos

gastos públicos. Exemplo: a invenção

do motor combustível significou total

revolução nos métodos de transporte

(53)

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 53

Explicação

Justificativa

Mudanças populacionais.

Alterações na taxa de crescimento

populacional

refletem-se

no

gasto

público. Exemplo: se a taxa de

natalidade é alta, o Estado aumentará

suas despesas com educação; se a

expectativa

de

vida

aumenta,

aumentam

as

despesas

previdenciárias.

Os custos relativos aos

serviços públicos.

As

atividades

estatais são pouco

suscetíveis ao emprego de técnicas de

racionalização e de novas tecnologias

que visam à diminuição de custos.

Tabela Resumo para as explicações quanto ao

crescimento das funções do Estado

(54)

Tabela Resumo para as explicações quanto ao

crescimento das funções do Estado

Explicação

Justificativa

Mudanças no alcance das

transferências sociais.

Os

benefícios

sociais

(atendimento

médico hospitalar, diminuição do tempo

de

serviço

para

aposentadoria,

incorporação de vantagens concedidas

aos empregados em atividades) foram

sendo ampliados sem a devida fonte de

financiamento.

Efeito limite e finanças de

guerra.

Já visto.

Fatores políticos e Sociais.

Novos grupos sociais que passam a ter

representatividade

e

força

política

(55)

Questão 5

(FCC/2008/TCE-SP/Auditor) As dimensões do setor público no

Brasil vêm aumentando nas últimas décadas. Uma das possíveis

explicações é a chamada Lei de Wagner, a qual estabelece que:

a) o setor público cresce sempre que o nível de renda do país

diminui.

b) a demanda global dos bens e serviços produzidos pelo governo

tem elasticidade-renda maior que a unidade.

c) os gastos do setor público aumentam devido a fatores exógenos

à economia (efeito-translação).

d) o crescimento das despesas do setor público se dá porque o

nível do produto per capita real da economia diminui.

e)

os

gastos

com

a

defesa

nacional

aumentam

menos

proporcionalmente do que o produto.

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 55

(56)

Questão 6

(ESAF/2008/MPOG/APO) Com relação às hipóteses teóricas do crescimento

das despesas públicas, indique a única opção falsa.

a) Os modelos microeconômicos do crescimento dos gastos públicos são

desenvolvidos com a finalidade de explicar as variações nas demandas pelos

produtos finais do setor público.

b) As mudanças demográficas são uma importante variável para explicar as

alterações e o crescimento dos gastos públicos, seja pelo acréscimo absoluto

da população ou por sua própria distribuição etária.

c) Wagner estabeleceu como lei de expansão das atividades do Estado uma

situação em que os gastos cresceriam inevitavelmente mais rápido do que a

renda nacional, em qualquer Estado progressista.

d) Peacock e Wiseman estabeleceram que o crescimento do setor público, em

que pese o crescimento da oferta, estaria limitado pelas possibilidades de

expansão da demanda, a qual, por sua vez, é limitada pela possibilidade de

crescimento da tributação.

e) O grau de urbanização é destacado como variável importante na análise e

determinação do crescimento dos gastos nas diferentes funções exercidas

(57)

Questão 7

(ESAF/2004/CGU/AFC) Os modelos macroeconômicos procuram analisar

o comportamento dos gastos públicos durante o tempo. Os modelos que

tentam associar o crescimento dos gastos públicos com os estágios de

crescimento do país foram desenvolvidos por:

a)Peacock , Wiseman e Wagner.

b)Adolpho Wagner.

c) Peacock, Wiseman e Herber.

d) Musgrave, Rostow e Herber.

e) Musgrave, Rostow e Kay

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 57

(58)

Questão 8

(FCC/2012/TRE-PR/Analista/Contabilidade) Existem várias teorias que

procuram explicar o aumento histórico dos gastos públicos nas sociedades

contemporâneas. A teoria elaborada pelos economistas Peacock e

Wiseman é que

A) os gastos do setor público aumentam devido a fatores exógenos à

economia, tais como guerras, revoluções e depressões e depois se

estabilizam nesse novo patamar.

B) a demanda global dos bens produzidos pelo governo tem

elasticidade-renda maior que a unidade.

C) o setor público cresce sempre que o nível de renda do país diminui,

porque a carga tributária aumenta em função da retração do PIB.

D) o setor público absorve muito lentamente inovações tecnológicas, de

modo que a produtividade do funcionário público é menor que a dos

trabalhadores em empresas privadas.

E) os contribuintes subestimam o verdadeiro valor que pagam de impostos

(ilusão fiscal) e aceitam passivamente aumentos da carga tributária.

(59)

Hipóteses teóricas do crescimento das despesas públicas

1. Interpretações neoclássicas e keynesianas;

2. Interpretações neoinstitucionais.

(60)

Interpretações neoinstitucionais

São relativamente recentes os estudos sobre as influências

institucionais, organizacionais e do comportamento da burocracia no

crescimento do aparato do Estado.

Como decorrência das concepções: neoclássica e keynesiana,

o

pensamento econômico nos países capitalistas

, neste século,

geralmente

tem visto a alocação de recursos pelo setor público

como um processo cumpridor da racionalidade

intrínseca do

sistema de mercado.

Essa corrente racionalista tem recebido críticas da corrente

NEOINSTITUCIONALISTA

que afirma que:

a teoria política

keynesiana é estabelecida como se emanasse de déspotas

(61)

Public Choice

Uma das correntes neoinstitucionalistas de maior notoriedade

é a

“public choice”

que considera como

causa principal do

crescimento

das

despesas

públicas

a

diversidade

existente entre o processo político e o processo de

mercado.

Dentro dessa ótica, as classes de menor renda utilizaram o

processo político na busca de um incremento, mesmo indireto,

de suas rendas.

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli

(62)

Estudo de Niskanen

Outro estudo importante da corrente neoinstitucionalista

é

o de

William Niskanen

que afirma que os burocratas

configuram a organização produto produtora encarregada da

provisão de bens e serviços a certa clientela, recebendo do

setor patrocinador (os níveis políticos do governo, inclusive

Legislativo) determinado volume de recursos programados (o

orçamento). Neste modelo

, o burocrata é um maximizador

(63)

Giacomoni e linha econômica da burocracia

De acordo com Giacomoni, não existem estudos na linha

econômica da burocracia. Em um plano mais geral, estão os

estudos de Bresser Pereira que afirma que o

modo de produção

capitalista

(

MPC

), mais presente na Inglaterra, está sendo

substituído pelo

modo de produção tecnoburocrático

(

MPT

),

sistema de dominante na sociedades soviéticas e chinesa.

Nas situações intermediárias,

países em desenvolvimento e

mesmo desenvolvidos encontram-se traços dos dois modos de

produção

.

Esse sistema híbrido pode ser observado no Brasil

e

contempla as seguintes características constantes no slide seguinte.

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli

(64)

Modelo Híbrido da linha econômica burocrática

Características de um Sistema Híbrido (MPC para MPT)

1

O capital privado é dominante, mas é evidente a progressiva

ocupação de espaços econômicos pelo capital estatal.

2

O mercado se responsabiliza pela formação de alguns preços,

mas boa parte deles é fixado, seja por meio dos controles e da

ação monopolista do Estado, seja pelos Oligopólios Privados.

3

Ao lado das classes burguesa e trabalhadora começa a surgir,

de forma bem delineada, a classe tecnoburocrática, isto é, os

técnicos

das

mais

diversas

áreas

que,

baseados

no

conhecimento (competência), ascendem ao comando das

organizações privadas e públicas.

(65)

Questão 9

(ESAF/2005/STN/AFC) Confirmadas as previsões de "WAGNER", para as mais

variadas economias, sobre o aumento do gasto público, outras explicações mais

específicas passaram a equacionar essa tendência. Assinale opção incorreta com

relação ao aumento dos gastos públicos.

A) A menor produtividade do setor público, que torna os serviços governamentais

mais caros, relativamente ao produto do setor privado.

B) A busca das realizações governamentais, encaradas como a inauguração de

certos

investimentos

(obras),

sem

a

correta

avaliação

dos

posteriores

compromissos de custeio.

C) O controle dos subsistemas de planejamento (as grandes corporações) que

interferem com as leis de mercado.

D) À medida que fatores como o demográfico evoluem juntamente com o próprio

crescimento da renda, da demanda global de bens produzidos pelo próprio

governo, a elasticidade-renda se torna inferior à unidade.

E) A dissociação natural entre o custo e benefícios das ações públicas, o que

favorece os grupos de interesse em suas pressões para maiores gastos e a

aceitação social desses gastos.

Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 65

(66)

Até a próxima aula.

Refaça os exercícios vistos.

Na medida do possível tente ler os slides antes

da aula.

Isso vai aumentar seu rendimento

.

Referências

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