AFO para os cargos de auditor da CGE/DF;
de analista e auditor do TCDF; APO/MP.
Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli
Turma IGEPP 2014
Dúvidas E-mail: [email protected]
1
Objetivo do curso
•Preparar os “concurseiros” para o concurso da
CGE/DF, do TCDF e de APO/MP.
Projeto do curso:
ACI-DF e TCDF
Projeto do curso: ACI-DF e TCDF
Tópico
Itens do edital de
AFO
Planejamento e
Orçamento
Direito
Financeiro
AFO - TCDF
Quantidade de
aulas
1
2
Orçamento
público: conceitos e
princípios.
2.1
Evolução conceitual
do
orçamento
público.
2.2
Orçamento-Programa:
fundamentos
e
técnicas.
9.
Orçamento
público:
conceitos
e
elementos
básicos
do
orçamento
público,
orçamento
tradicional,
orçamento
de
base
zero,
orçamento
de
desempenho,
orçamento-programa.
2. Orçamento:
conceito
e
espécies.
Natureza
jurídica.
Princípios
e
normas
constitucionais
orçamentários.
1.
Orçamento
público e sua
evolução;
o
orçamento com
o
instrumento
do
planejamento
governamental;
princípios
orçamentários.
3
Projeto do curso: ACI-DF e TCDF
Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 5
Tópico
Itens do edital de AFO
Planejamento e
Orçamento
Direito
Financeiro
AFO - TCDF
Quantidade de
aulas
23 Orçamento público no Brasil: Títulos I, IV, V e VI da Lei nº 4.320/1964. 3.1 Orçamento na constituição de 1988: Plano Plurianual (PPA), Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), Lei Orçamentária Anual (LOA). 3.2 Leis de Créditos Adicionais. 4 Plano Plurianual (PPA): estrutura, base legal, objetivos, conteúdo, tipos de programas. 4.1 Decreto nº 2.829/1998. 5 Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO): objetivos, Anexos de Metas Fiscais, Anexos de Riscos Fiscais.
7. Lei Complementar Federal nº 101/2000: planejamento.
8. Orçamento na Constituição Federal: Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual. 14. Integração planejamento e orçamento – Decreto nº 2.829, de 29/10/98 e Portaria MPOG nº 42, de 14/04/99. 2.Orçamento público no Brasil; Plano Plurianual; diretrizes orçamentárias; orçamento anual. 7. Lei Complementar Federal nº 101/2000: planejamento. 2
Projeto do curso: ACI-DF e TCDF
Tópico
Itens do edital de AFO
Planejamento
e Orçamento
Direito
Financeiro
AFO - TCDF
Quantidade de
aulas
38 Gestão organizacional das finanças públicas: sistema de planejamento e orçamento e de programação financeira constantes da Lei nº 10.180/2001. 7 Ciclo orçamentário: elaboração da proposta, discussão, votação e aprovação da lei de orçamento. 7.1 Execução orçamentária e financeira: estágios e execução da despesa pública e da receita pública. 7.2 Programação de desembolso e mecanismos retificadores do orçamento. 5. Critérios para limitação de empenho.
7. Lei Complementar Federal nº 101/2000: prestação de contas. 2. Sistema e processo de orçamentação 3 Programação e execução orçamentária e financeira; acompanhame nto da execução; sistemas de informações; alterações orçamentárias; créditos ordinários e adicionais. 7. Lei Complementar Federal nº 101/2000: prestação de contas. 2
Projeto do curso: ACI-DF e TCDF
Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 7
Tópico
Itens do edital de
AFO
Planejamento e
Orçamento
Direito
Financeiro
AFO - TCDF
Quantidade de
aulas
4 6. Classificações orçamentárias. 6.1 Classificação da despesa pública: institucional, funcional, programática, pela natureza. 2. Classificação das Receitas e Despesas Públicas segundo a finalidade, natureza e agente. 11. Classificação e conceituação da receita orçamentária. 12. Classificação e conceituação da despesa orçamentária. 13. Manual Técnico do Orçamento 2014 3. Despesa pública: conceito e classificação. Princípio da legalidade. Técnica de realização da despesa pública: empenho, liquidação e pagamento. Crédito suplementar, crédito extraordinário e crédito especial. Receita pública: conceito. Ingressos e receitas. Classificação: receitas originárias e receitas derivadas. Preço público e taxa.2.classificações orçamentárias 4 Receita pública: categorias, fontes e estágios; dívida ativa. 5 Despesa pública: categorias e estágios; restos a pagar; despesas de exercícios anteriores; suprimento de fundos. 4 5 6. Classificações orçamentárias. 6.2 Classificação da receita pública: institucional, por categorias econômicas, por fontes.
Projeto do curso: ACI-DF e TCDF
Tópico
Itens do edital de AFO Planejamento
e Orçamento
Direito
Financeiro
AFO - TCDF
Quantidade de
aulas
6 7.Tópicos selecionados da Lei Complementar nº 101/2000: princípios, conceitos, renúncia de receitas, geração de despesas, transferências voluntárias, destinação de recursos para o setor privado, transparência da gestão fiscal, e fiscalização da gestão fiscal. 8. Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000). 5.Dívida flutuante e fundada. Lei Complementar Fed eral nº 101/2000: princípios, conceitos, renúncia de receitas, geração de despesas, transferências voluntárias, destinação de recursos para o setor privado, transparência da gestão fiscal, fiscalização da gestão fiscal. 2Projeto do curso: ACI-DF e TCDF
Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 9
Tópico
Itens do edital de
AFO
Planejamento e
Orçamento
Direito
Financeiro
AFO - TCDF
Quantidade de
aulas
7
1
Funções
do
Governo.
1.1
Falhas de mercado
e
produção
de
bens públicos. 1.2
Políticas
econômicas
governamentais
(alocativa,
distributiva
e
estabilizadora). 1.3
Federalismo Fiscal.
6. Federalismo
fiscal.
7.
Processo
e
etapas
de
intervenção do
Governo
na
economia
brasileira.
10.
Objetivos
da
política
orçamentária.
2
8
6.3. Conta Única
do
Tesouro
Distrital: conceito
e previsão legal.
1
Projeto do curso: ACI-DF e TCDF
Tópico
Itens do edital
de AFO
Planejamento e
Orçamento
Direito
Financeiro
AFO - TCDF
Quantidade de
aulas
9
1. Objetivos, metas,
abrangência
e
definição
de
Finanças
Públicas.
3.
Hipóteses
teóricas
do
crescimento
das
despesas públicas.
1.
Finanças
públicas
na
Constituição
de 1988.
1
10
4. O financiamento
dos gastos públicos
–
tributação
e
equidade.
Incidência
tributária.
Projeto do curso: ACI-DF e TCDF
Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 11
Tópico
Itens do edital de
AFO
Planejamento e
Orçamento
Direito
Financeiro
AFO - TCDF
Quantidade de
aulas
12
Decreto Distrital
nº 32.598/2010
(normas
de planejament
o,
orçamento,
finanças,
patrimônio
e
contabilidade
do
Distrito
Federal)
1
Projeto do curso:
ACI-DF e APO-ESAF
Projeto do curso: ACI-DF e APO-ESAF
Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 13
Tópico
Itens do edital de
AFO
Planejamento e
Orçamento
Direito
Financeiro
APO - ESAF
Quantidade de
aulas
1
2
Orçamento
público: conceitos e
princípios.
2.1
Evolução conceitual
do
orçamento
público.
2.2
Orçamento-Programa:
fundamentos
e
técnicas.
9.
Orçamento
público:
conceitos
e
elementos
básicos
do
orçamento
público,
orçamento
tradicional,
orçamento
de
base
zero,
orçamento
de
desempenho,
orçamento-programa.
2. Orçamento:
conceito
e
espécies.
Natureza
jurídica.
Princípios
e
normas
constitucionais
orçamentários.
3.
Orçamento
público: conceitos
e
elementos
básicos
do
orçamento
público,
orçamento
tradicional,
orçamento
de
base
zero,
orçamento
de
desempenho,
orçamento-programa.
3
Projeto do curso: ACI-DF e APO-ESAF
Tópico
Itens do edital de AFO
Planejamento e
Orçamento
Direito
Financeiro
APO - ESAF
Quantidade de
aulas
2
3 Orçamento público no Brasil: Títulos I, IV, V e VI da Lei nº 4.320/1964. 3.1 Orçamento na constituição de 1988: Plano Plurianual (PPA), Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), Lei Orçamentária Anual (LOA). 3.2 Leis de Créditos Adicionais. 4 Plano Plurianual (PPA): estrutura, base legal, objetivos, conteúdo, tipos de programas. 4.1 Decreto nº 2.829/1998. 5 Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO): objetivos, Anexos de Metas Fiscais, Anexos de Riscos Fiscais.
7. Lei Complementar Federal nº 101/2000: planejamento.
8. Orçamento na Constituição Federal: Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual. 14. Integração planejamento e orçamento – Decreto nº 2.829, de 29/10/98 e Portaria MPOG nº 42, de 14/04/99. 2. Planejamento e Orçamento na Constituição de 1988: Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual. 8. Integração planejamento e orçamento – Decreto nº 2.829, de 29/10/98 e Portaria nº 42, de 14/04/99. 12. Mensagem Presidencial do Plano Plurianual 2012-2015. 16. Modelo de gestão do PPA 2012-2015 Lei 12.593/2012 -2
Projeto do curso: ACI-DF e APO-ESAF
Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 15
Tópico
Itens do edital de AFO
Planejamento
e Orçamento
Direito
Financeiro
APO- ESAF
Quantidade de
aulas
3
8 Gestão organizacional das finanças públicas: sistema de planejamento e orçamento e de programação financeira constantes da Lei nº 10.180/2001. 7 Ciclo orçamentário: elaboração da proposta, discussão, votação e aprovação da lei de orçamento. 7.1 Execução orçamentária e financeira: estágios e execução da despesa pública e da receita pública. 7.2 Programação de desembolso e mecanismos retificadores do orçamento. 5. Critérios para limitação de empenho.
7. Lei Complementar Federal nº 101/2000: prestação de contas. 13. O sistema de planejamento e orçamento federal (Lei 10.180/01), estrutura e competências do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (Decreto 6.929/09). 10. Ciclo orçamentário. 2
Projeto do curso: ACI-DF e APO-ESAF
Tópico
Itens do edital de
AFO
Planejamento e
Orçamento
Direito
Financeiro
APO- ESAF
Quantidade de
aulas
4 6. Classificações orçamentárias. 6.1 Classificação da despesa pública: institucional, funcional, programática, pela natureza. 2. Classificação das Receitas e Despesas Públicas segundo a finalidade, natureza e agente. 11. Classificação e conceituação da receita orçamentária. 12. Classificação e conceituação da despesa orçamentária. 13. Manual Técnico do Orçamento 2014 3. Despesa pública: conceito e classificação. Princípio da legalidade. Técnica de realização da despesa pública: empenho, liquidação e pagamento. Crédito suplementar, crédito extraordinário e crédito especial. Receita pública: conceito. Ingressos e receitas. Classificação: receitas originárias e receitas derivadas. Preço público e taxa.5. Classificação e conceituação da receita orçamentária brasileira. 6. Classificação e conceituação da despesa orçamentária brasileira. 7. Manual Técnico do Orçamento 2014. 4 5 6. Classificações orçamentárias. 6.2 Classificação da receita pública: institucional, por categorias econômicas, por fontes.
Projeto do curso: ACI-DF e APO-ESAF
Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 17
Tópico
Itens do edital de
AFO
Planejamento e
Orçamento
Direito
Financeiro
APO -ESAF
Quantidade de
aulas
7
1
Funções
do
Governo.
1.1
Falhas de mercado
e
produção
de
bens públicos. 1.2
Políticas
econômicas
governamentais
(alocativa,
distributiva
e
estabilizadora). 1.3
Federalismo Fiscal.
6. Federalismo
fiscal.
7.
Processo
e
etapas
de
intervenção do
Governo
na
economia
brasileira.
10.
Objetivos
da
política
orçamentária.
1.Processo
e
etapas
de
intervenção do
governo
na
economia
brasileira
2
Projeto do curso: ACI-DF e APO-ESAF
Tópico
Itens do edital
de AFO
Planejamento e
Orçamento
Direito
Financeiro
APO- ESAF
Quantidade de
aulas
13
11. Orçamento e gestão das organizações do setor público; características básicas de sistemas orçamentários modernos: estrutura programática, econômica e organizacional para alocação de recursos (classificações orçamentárias); mensuração de desempenho e controle orçamentário.
1
14
14. Teorias de PlanejamentoGovernamental.1
15
15. O ciclo de gestão das políticas públicas: referencial teórico, conceitos básicos, e técnicas de elaboração, monitoramento e avaliação do PPA.
Tronco Comum de aulas
Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 19
Tópico
CGE-DF
TCDF
APO-ESAF
Aulas
1
X
X
X
3
2
X
X
X
2
3
X
X
X
2
4
X
X
X
2
5
X
X
X
2
6
X
X
2
7
X
X
2
Tronco Específico por turma
Tópico
CGE-DF
TCDF
APO-ESAF
Aulas
8
X
1
9
X
1
10
X
1
11
X
1
12
X
1
13
X
1
14
X
1
15
X
1
21
Fontes de Estudo
• Lei 4.320/1964;
• Decreto Lei 200/1967;
• Decreto 93.872/1986;
• Lei 10.180/2000 (Sistemas Organizacionais)
• CF/1988;
• LC 101/00 (LRF);
• Lei 12.595/2012 (LOA/2012);
• Lei 12.708/2012 (LDO 2012 para a LOA 2013);
• Lei 12.593/2012 (PPA 2012-2015);
• MTO versão 2014;
• Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público: Parte I
5ª edição 2012.
Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli
Fontes de Estudo
• GIACOMONI, James. Orçamento público. 16 ed.
São Paulo: Atlas, 2012.
• GIAMBIAGI, Fábio; ALÉM, Ana Cláudia. Finanças
públicas: teoria e prática no Brasil. 3 ed. Rio de
Janeiro: Campus editora, 2007.
• ALBUQUERQUE, Claudiano; MEDEIROS, Márcio;
FEIJÓ, Paulo H. Gestão de Finanças Públicas. 3
ed. Vol. 1. Brasília: Gestão Pública, 2013.
• REZENDE; Fernando. Finanças públicas. 2 ed.
São Paulo: Atlas, 2001.
Tópico 9
1.Objetivos, metas, abrangência e definição de
Finanças Públicas.
2.Hipóteses teóricas do crescimento das despesas
públicas
.
Definição
Finanças Públicas é a terminologia que tem sido
tradicionalmente aplicada ao conjunto de problemas da
política econômica que
envolvem o uso de medidas
de tributação e de dispêndios públicos
(Richard
Musgrave).
Esta definição baseia-se no fato de que a necessidade
de atuação econômica do setor público prende-se na
constatação de que
a simples existência do sistema
de
mercado
não
consegue
cumprir
adequadamente algumas tarefas e funções que
Objeto
Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 27
O objeto precípuo das finanças públicas é
o estudo
da atividade fiscal
, ou seja, aquela desempenhada
pelos poderes públicos com o
propósito de obter e
aplicar recursos para o custeio dos serviços
públicos
.
Objetivo
As finanças públicas, no Estado moderno, não são
somente um
meio de assegurar a cobertura para as
despesas
do
governo
;
são,
também,
fundamentalmente,
um
meio
de
intervir
na
economia
, de pressionar ou estimular a estrutura
produtiva e de modificar as formas distribuição de
renda.
Objetivo
Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 29
Para
atender
as
suas
obrigações
definidas
constitucionalmente, o
Estado
necessita:
OBTER
: Receitas Públicas;
CRIAR
: Crédito Público
(endividamento);
PLANEJAR E GERIR
: Orçamento
Público;
DESPENDER
: Despesa Pública.
Áreas afins (abrangência)
1. Receita pública;
2. Despesa pública;
3. Orçamento público;
4. Crédito público.
Finanças Públicas na Lei 4320/1964
Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 31
A Lei nº 4.320/1964 adotou os conhecimentos mais
avançados de gestão pública existentes à época de sua
edição.
Ultrapassando as limitações dos orçamentos
tradicionais
e incorporando o reconhecimento de que o
orçamento deve expressar o planejamento do governo,
estabeleceu o seguinte ordenamento:
“Art. 2º A Lei de Orçamento conterá a discriminação da
receita e despesa de forma
a evidenciar a política
econômica, financeira
e o programa de trabalho do
governo,
obedecidos
os
princípios
de
unidade,
universalidade e anualidade.”
Finanças Públicas na CF/1988
Art. 163. Lei complementar disporá sobre:
I - finanças públicas;
II - dívida pública externa e interna, incluída a das autarquias,
fundações e demais entidades controladas pelo Poder Público;
III - concessão de garantias pelas entidades públicas;
IV - emissão e resgate de títulos da dívida pública;
V - fiscalização financeira da administração pública direta e
indireta;
VI - operações de câmbio realizadas por órgãos e entidades
da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;
VII - compatibilização das funções das instituições oficiais de
crédito da União, resguardadas as características e condições
Finanças Públicas na CF/1988
Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 33
Art. 164. A competência da União para emitir moeda será
exercida
exclusivamente pelo banco central
.
§ 1º - É vedado ao banco central
conceder, direta ou
indiretamente, empréstimos
ao Tesouro Nacional e a
qualquer órgão ou entidade que não seja instituição financeira.
§ 2º - O banco central
poderá comprar e vender títulos de
emissão do Tesouro Nacional
,
com o objetivo de regular a
oferta de moeda ou a taxa de juros
.
§ 3º -
As disponibilidades de caixa da União serão
depositadas no banco central
; as dos Estados, do Distrito
Federal, dos Municípios e dos órgãos ou entidades do Poder
Público e das empresas por ele controladas, em instituições
financeiras oficiais, ressalvados os casos previstos em lei.
Questão 1
(ESAF/STN/2013/AFC) Com relação ao papel do Estado e as Finanças
Públicas, identifique a única opção incorreta.
a)Cabe ao Estado a responsabilidade de viabilizar o funcionamento dos
serviços públicos essenciais demandados pela coletividade.
b) É função do Estado a realização de forma direta e exclusiva das
necessidades de natureza essencial, tais como saneamento e transporte.
c) O objeto precípuo das finanças públicas é o estudo da atividade fiscal,
ou seja, aquela desempenhada pelos poderes públicos com o propósito de
obter e aplicar recursos para o custeio dos serviços públicos.
d) Historicamente, pode-se dizer que a maior intervenção do Estado na
economia brasileira teve como seu principal objetivo a complementação da
ação do setor privado com vistas ao desenvolvimento do país.
Questão 2
(FGV/SEFAZ-RJ/2009/Fiscal) A respeito da Lei de Responsabilidade
Fiscal, assinale a afirmativa incorreta.
A) Buscou, dentre seus objetivos, a socialização de eventuais dívidas de
prefeituras e estados deficitários.
B) Impôs normas de planejamento e controle das contas públicas,
definindo critérios transparentes para estimativas de receitas, e redefinindo
os limites e critérios de controle de gastos de pessoal.
C) Fixou procedimentos de ampliação de despesas obrigatórias de caráter
continuado, estabelecendo regras severas relativas ao endividamento
público.
D) Buscou, dentre seus objetivos, limitar o uso da máquina administrativa
por governantes em fim de mandato.
E) Buscou, dentre seus objetivos, fortalecer o controle centralizado das
dotações orçamentárias.
Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 35
Tópico 9
1.Objetivos, metas, abrangência e definição de
Finanças Públicas.
2.Hipóteses teóricas do crescimento das despesas
públicas.
Hipóteses teóricas do crescimento das despesas públicas
As mais diversas correntes doutrinárias no campo da
economia têm procurado as causas que determinam o
crescimento das despesas públicas e, assim, o próprio
aumento da participação do Estado na economia. De um lado,
existem orientações ligadas às correntes neoclássicas e
keynesianas e, de outro, certas posições neoinstitucionais.
Hipóteses teóricas do crescimento das despesas públicas
1. Interpretações neoclássicas e keynesianas;
Keynesianistas
O governo deveria usar a função estabilizadora
quando necessário intervindo para evitar recessões
(políticas expansionistas, como maior gasto publico,
menor tributação, e maior emissão de moeda).
WAGNER
A mais antiga contribuição ao estudo do tema é
geralmente atribuída ao economista alemão Adolf
Wagner. Ainda nos anos de 1880,
Wagner
formulou
a chamada
“
Lei do Crescimento Incessante das
Atividades Estatais
”, com o seguinte enunciado
básico:
À medida que cresce o nível de renda em países
industrializados, o setor público cresce sempre a
taxas mais elevadas, de tal forma que a participação
relativa do governo na economia cresce com o
próprio ritmo de crescimento econômico do país.
Questões 3 e 4
3. (Cespe/TCU/2008/AFCE) A chamada lei de Wagner preconiza
que, em países industrializados, o setor público cresce sempre a
taxas mais elevadas que o nível de renda, de tal forma que a
participação relativa do governo na economia cresce com o próprio
ritmo de crescimento econômico do país.
4. (Cespe/MPS/2010/Analista) Segundo a chamada Lei de Wagner,
o ritmo de crescimento do Estado não acompanha a evolução da
renda nos países industrializados, o que promove uma defasagem
temporária entre as despesas do governo e a sua capacidade de
financiá-las.
Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 41
3. Gabarito: Certo 4. Gabarito: Errado
BIRD
A lei de Wagner foi comprovada empiricamente por
Richard BIRD
ao verificar que
a elasticidade das
despesas públicas em relação à Renda Nacional foi
sempre superior à unidade
(“quando a renda da
economia cresce, os gastos públicos crescem em
uma maior
velocidade”)
em países como Reino Unido,
Alemanha e Suécia nos períodos compreendidos entre
1910 e 1960.
Bird aponta três causas determinantes para a evidência
formulada por Wagner e que constam no slide seguinte.
BIRD
Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 43
Causas
Justificativa
1
O
administrativas e de segurança.
crescimento
das
funções
Decorrem da complexidade trazida à vida
moderna
pela
urbanização
e
pela
industrialização; as cidades favoreceram a
difusão
de
novos
padrões
de
comportamento
e
a
articulação
de
interesses por parte dos grupos sociais de
atuante presença reivindicatória junto ao
governo.
2
As
crescentes
demandas
por
maior
bem-estar
social,
especialmente educação e saúde.
3
A maior intervenção direta e
indireta do governo no processo
produtivo.
Decorre
do
papel
dinamizador
do
desenvolvimento econômico por parte do
setor
público,
especialmente
no
fornecimento de infraestrutura econômica,
bem como da ação intervencionista do
Estado, concebida para neutralizar certos
excessos monopolizadores de parcelas do
setor privado.
COLM
Gerhard Colm
cita quatro causas para o aumento da
despesas estatais:
Causas
Justificativa
1 Necessidade de Serviços
Públicos.
O governo aumenta seu raio de
ação, já que existe a demanda por
seus serviços.
2 Desejo
de
melhores
serviços públicos.
3
Os
para
recursos
a
utilização
disponíveis
pelo
governo.
O governo possui facilidades na
geração
de
recursos,
o
que
estimula a oferta de bens e
serviços.
4 O
públicos.
custo
dos
serviços
Os serviços públicos são pouco
suscetíveis
ao
emprego
de
fórmulas
racionalizadoras
que
Lei de Wagner na visão de Musgrave,
Rostow e Heber
A magnitude dos gastos públicos está relacionada com
os estágios de desenvolvimento dos países
.
Em situações de
baixo desenvolvimento, a participação do governo na economia
é relevante, o que gera maiores gastos públicos. Por sua vez,
em
situações de médio desenvolvimento, o governo atuaria de
forma complementar à iniciativa privada. Dessa forma, os gastos
públicos não seriam tão elevados no estagio de médio
desenvolvimento. Agora,
no estagio de alto desenvolvimento,
os gastos públicos voltariam a crescer, por conta dos fatores da
Lei
de
Wagner
(urbanização,
mudanças
demográficas
e
concentração da atividade econômica).
PEACOCK & WISEMAN
Outro estudo de
Peacock & Wiseman
formularam a
seguinte hipótese básica:
O crescimento dos gastos totais do governo em
determinado país é
muito mais uma função das
possibilidades da obtenção de recursos
do que da
expansão dos fatores que explicam o crescimento da
demanda de serviços produzidos pelo governo.
PEACOCK & WISEMAN:
efeito translação/limite
Explicação
de
Peacock
&
Wiseman
sobre
o
mecanismo de geração de recurso:
“A demanda de bens e serviços públicos por parte dos indivíduos é
anulada pela não disposição dos mesmos indivíduos em contribuir
via
sistema
tributário
para
o
financiamento
dos
encargos
decorrentes desses bens e serviços.
Tal equilíbrio é encontrado em época de normalidade e de
estabilidade econômica.
Em situações de caráter excepcional
gravidade,
o
equilíbrio
é
rompido
,
pois
os
indivíduos
reconhecendo a importância da ação pública nesse momento, não
opõem
maior
resistência
ao
aumento
da
carga
tributária;
posteriormente ao cessar a anormalidade, continuam aceitando os
novos níveis tributários.
”
Esse é o efeito translação de Peacock & Wiseman
Aplicação empírica do efeito translação/limite
•Mugrave e Musgrave:
identificaram que a razão entre os
gastos totais e no PNB (Produto Nacional Bruto) cresceu
bastante nos dois conflitos mundiais.
Esses níveis caíram
após os conflitos, mas se mantiveram num patamar
superior antes dos conflitos.
•Rezende:
identifica o efeito transação no Brasil em três
momentos: (i) crescimento da despesa pública decorrente a
participação do país na segunda guerra mundial; (ii) no
período
de
1955/1960
decorrente
do
programa
desenvolvimentista; (iii) no período de 1965/1969 decorrente
de políticas econômicas que visaram simultaneamente o
combate à inflação e ao crescimento econômico.
Aplicação empírica do efeito translação/limite
Assim, como Musgrave & Musgrave,
Rezende não
vê no
“efeito translação” a explicação definitiva
para o crescimento das despesas públicas.
Resumo do efeito translação
Os governos
só conseguiriam elevar os gastos públicos em
situações de calamidade. Em tais situações, os
governos iriam tributar o máximo permitido pela oferta
de bens e serviços, para financiar seus gastos. Em
períodos normais, há resistência ao aumento de
tributações.
BAER, NEWFARMER E TREBAT
A hipótese de do efeito translação de Peacock &
Wiseman passa por cima de uma questão chave:
quais atribuições econômicas do governo têm
crescido nos períodos caracterizados pelo efeito
translação?
Os autores identificam
três hipóteses alternativas
,
denominadas
“polares” constantes no slide
seguinte
, sobre como se dá o controle do processo
de alocação de recursos.
BAER, NEWFARMER E TREBAT
Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 51
Polares
1
O forte aparato econômico do governo é coadjuvante do mercado,
cujas forças orientam o crescimento econômico.
As empresas estatais
surgem e se expandem em função de uma demanda não atendida pelo
setor privado, e o planejamento governamental tem como objetivo básico
facilitar o aporte de poupança para os setores privados produtivos mais
importantes.
2
A ação governamental está a serviço dos setores privados nacionais
e estrangeiros.
O setor público seria controlado pelo capital privado, que
necessitaria do planejamento público e de investimentos de infraestrutura
para os setores produtivos importantes.
3
A Tecnocracia se constitui em elemento novo e importante no
processo de alocação de recursos.
Atrás de uma retórica defesa da livre
iniciativa, foram criadas condições para a expansão do Estado por meio da
multiplicação da unidade descentralizadas:
as estatais
. A tecnoburocracia
comandaria uma espécie de “Estado dentro do Estado”.
Tabela Resumo para as explicações quanto ao
crescimento das funções do Estado
Explicação
Justificativa
O crescimento da renda per
capita
o
aumento
da
demanda
por
bens
e
serviços públicos.
O crescimento da renda per capita
geraria aumento da demanda de bens
públicos de consumo (reivindicações
por
programas
culturais,
lazer,
educação superior).
Mudanças tecnológicas.
Alguns
saltos
tecnológicos
são
geradores de grande aumento dos
gastos públicos. Exemplo: a invenção
do motor combustível significou total
revolução nos métodos de transporte
Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 53
Explicação
Justificativa
Mudanças populacionais.
Alterações na taxa de crescimento
populacional
refletem-se
no
gasto
público. Exemplo: se a taxa de
natalidade é alta, o Estado aumentará
suas despesas com educação; se a
expectativa
de
vida
aumenta,
aumentam
as
despesas
previdenciárias.
Os custos relativos aos
serviços públicos.
As
atividades
estatais são pouco
suscetíveis ao emprego de técnicas de
racionalização e de novas tecnologias
que visam à diminuição de custos.
Tabela Resumo para as explicações quanto ao
crescimento das funções do Estado
Tabela Resumo para as explicações quanto ao
crescimento das funções do Estado
Explicação
Justificativa
Mudanças no alcance das
transferências sociais.
Os
benefícios
sociais
(atendimento
médico hospitalar, diminuição do tempo
de
serviço
para
aposentadoria,
incorporação de vantagens concedidas
aos empregados em atividades) foram
sendo ampliados sem a devida fonte de
financiamento.
Efeito limite e finanças de
guerra.
Já visto.
Fatores políticos e Sociais.
Novos grupos sociais que passam a ter
representatividade
e
força
política
Questão 5
(FCC/2008/TCE-SP/Auditor) As dimensões do setor público no
Brasil vêm aumentando nas últimas décadas. Uma das possíveis
explicações é a chamada Lei de Wagner, a qual estabelece que:
a) o setor público cresce sempre que o nível de renda do país
diminui.
b) a demanda global dos bens e serviços produzidos pelo governo
tem elasticidade-renda maior que a unidade.
c) os gastos do setor público aumentam devido a fatores exógenos
à economia (efeito-translação).
d) o crescimento das despesas do setor público se dá porque o
nível do produto per capita real da economia diminui.
e)
os
gastos
com
a
defesa
nacional
aumentam
menos
proporcionalmente do que o produto.
Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 55
Questão 6
(ESAF/2008/MPOG/APO) Com relação às hipóteses teóricas do crescimento
das despesas públicas, indique a única opção falsa.
a) Os modelos microeconômicos do crescimento dos gastos públicos são
desenvolvidos com a finalidade de explicar as variações nas demandas pelos
produtos finais do setor público.
b) As mudanças demográficas são uma importante variável para explicar as
alterações e o crescimento dos gastos públicos, seja pelo acréscimo absoluto
da população ou por sua própria distribuição etária.
c) Wagner estabeleceu como lei de expansão das atividades do Estado uma
situação em que os gastos cresceriam inevitavelmente mais rápido do que a
renda nacional, em qualquer Estado progressista.
d) Peacock e Wiseman estabeleceram que o crescimento do setor público, em
que pese o crescimento da oferta, estaria limitado pelas possibilidades de
expansão da demanda, a qual, por sua vez, é limitada pela possibilidade de
crescimento da tributação.
e) O grau de urbanização é destacado como variável importante na análise e
determinação do crescimento dos gastos nas diferentes funções exercidas
Questão 7
(ESAF/2004/CGU/AFC) Os modelos macroeconômicos procuram analisar
o comportamento dos gastos públicos durante o tempo. Os modelos que
tentam associar o crescimento dos gastos públicos com os estágios de
crescimento do país foram desenvolvidos por:
a)Peacock , Wiseman e Wagner.
b)Adolpho Wagner.
c) Peacock, Wiseman e Herber.
d) Musgrave, Rostow e Herber.
e) Musgrave, Rostow e Kay
Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli 57
Questão 8
(FCC/2012/TRE-PR/Analista/Contabilidade) Existem várias teorias que
procuram explicar o aumento histórico dos gastos públicos nas sociedades
contemporâneas. A teoria elaborada pelos economistas Peacock e
Wiseman é que
A) os gastos do setor público aumentam devido a fatores exógenos à
economia, tais como guerras, revoluções e depressões e depois se
estabilizam nesse novo patamar.
B) a demanda global dos bens produzidos pelo governo tem
elasticidade-renda maior que a unidade.
C) o setor público cresce sempre que o nível de renda do país diminui,
porque a carga tributária aumenta em função da retração do PIB.
D) o setor público absorve muito lentamente inovações tecnológicas, de
modo que a produtividade do funcionário público é menor que a dos
trabalhadores em empresas privadas.
E) os contribuintes subestimam o verdadeiro valor que pagam de impostos
(ilusão fiscal) e aceitam passivamente aumentos da carga tributária.
Hipóteses teóricas do crescimento das despesas públicas
1. Interpretações neoclássicas e keynesianas;
2. Interpretações neoinstitucionais.
Interpretações neoinstitucionais
São relativamente recentes os estudos sobre as influências
institucionais, organizacionais e do comportamento da burocracia no
crescimento do aparato do Estado.
Como decorrência das concepções: neoclássica e keynesiana,
o
pensamento econômico nos países capitalistas
, neste século,
geralmente
tem visto a alocação de recursos pelo setor público
como um processo cumpridor da racionalidade
intrínseca do
sistema de mercado.
Essa corrente racionalista tem recebido críticas da corrente
NEOINSTITUCIONALISTA
que afirma que:
a teoria política
keynesiana é estabelecida como se emanasse de déspotas
Public Choice
Uma das correntes neoinstitucionalistas de maior notoriedade
é a
“public choice”
que considera como
causa principal do
crescimento
das
despesas
públicas
a
diversidade
existente entre o processo político e o processo de
mercado.
Dentro dessa ótica, as classes de menor renda utilizaram o
processo político na busca de um incremento, mesmo indireto,
de suas rendas.
Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli
Estudo de Niskanen
Outro estudo importante da corrente neoinstitucionalista
é
o de
William Niskanen
que afirma que os burocratas
configuram a organização produto produtora encarregada da
provisão de bens e serviços a certa clientela, recebendo do
setor patrocinador (os níveis políticos do governo, inclusive
Legislativo) determinado volume de recursos programados (o
orçamento). Neste modelo
, o burocrata é um maximizador
Giacomoni e linha econômica da burocracia
De acordo com Giacomoni, não existem estudos na linha
econômica da burocracia. Em um plano mais geral, estão os
estudos de Bresser Pereira que afirma que o
modo de produção
capitalista
(
MPC
), mais presente na Inglaterra, está sendo
substituído pelo
modo de produção tecnoburocrático
(
MPT
),
sistema de dominante na sociedades soviéticas e chinesa.
Nas situações intermediárias,
países em desenvolvimento e
mesmo desenvolvidos encontram-se traços dos dois modos de
produção
.
Esse sistema híbrido pode ser observado no Brasil
e
contempla as seguintes características constantes no slide seguinte.
Prof. M. Sc. Giovanni Pacelli
Modelo Híbrido da linha econômica burocrática
Características de um Sistema Híbrido (MPC para MPT)
1
O capital privado é dominante, mas é evidente a progressiva
ocupação de espaços econômicos pelo capital estatal.
2
O mercado se responsabiliza pela formação de alguns preços,
mas boa parte deles é fixado, seja por meio dos controles e da
ação monopolista do Estado, seja pelos Oligopólios Privados.
3
Ao lado das classes burguesa e trabalhadora começa a surgir,
de forma bem delineada, a classe tecnoburocrática, isto é, os
técnicos
das
mais
diversas
áreas
que,
baseados
no
conhecimento (competência), ascendem ao comando das
organizações privadas e públicas.
Questão 9
(ESAF/2005/STN/AFC) Confirmadas as previsões de "WAGNER", para as mais
variadas economias, sobre o aumento do gasto público, outras explicações mais
específicas passaram a equacionar essa tendência. Assinale opção incorreta com
relação ao aumento dos gastos públicos.
A) A menor produtividade do setor público, que torna os serviços governamentais
mais caros, relativamente ao produto do setor privado.
B) A busca das realizações governamentais, encaradas como a inauguração de
certos
investimentos
(obras),
sem
a
correta
avaliação
dos
posteriores
compromissos de custeio.
C) O controle dos subsistemas de planejamento (as grandes corporações) que
interferem com as leis de mercado.
D) À medida que fatores como o demográfico evoluem juntamente com o próprio
crescimento da renda, da demanda global de bens produzidos pelo próprio
governo, a elasticidade-renda se torna inferior à unidade.
E) A dissociação natural entre o custo e benefícios das ações públicas, o que
favorece os grupos de interesse em suas pressões para maiores gastos e a
aceitação social desses gastos.
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