N C A C D O P V fa p re C tr c m é s s v v p a m 1 2 NOME: AR CURSO: TÉ ANO: 1º CARGA HO DOCENTE O Universo Paraibana Valorização azer artísti rocesso de ecursos va Compreend rabalhos a uriosidade materiais e pocas e lo eus coleg uas interfe ida e a o alorizar as rodução a preciando múltiplas fu . O que é 1.1. A de 1.2. O ar . Museus 2.1. O m 2.2. Dinh 2.3. Mus 2.4. O m RTES ÉCNICO E ORÁRIA: 2 RESPONS o da Arte, n e Cajaz o da Lingua ico de nat e construç aliosos oriu der a arte; artísticos n e de pesqu e elemento ocais, bem as. Identif erências co bra de alg s produçõ artística in e desenvo nções da a é Arte? efinição de rtista por tr – lugares museu dos heiro atrai seu dedica mais americ DADOS EM GEOLO 2 A/S - 80 SÁVEL: R numa abor eirense. agem: Plás tureza ind ção e reco undos do C conhecen na área da uisar novas os express m como es ficar movim omo aspe guns Artis es plástica ndividual e olvendo a arte. CO e Arte. rás da Arte interessan museus. você? ado ao gen cano dos m PLANO D DO COMP OGIA INTE H/A – 67 H ROSA SAM E rdagem Hi Percorrend stica dand ividual e c nstrução d Criador e d OB do a sua i a express s técnicas sivos que stimular a mentos e cto ineren tas import as dos ma e coletiva, fruição e a ONTEÚDO e. ntes para v ocídio e a museus. DE DISCIP PONENTE EGRADO A H/R MARA SILV EMENTA istórica no do os ca o ênfase a coletiva. R do meio on a Criatura BJETIVOS importânci são plástic , de identi compõem reflexão a períodos te à qualid tantes de ais variado da histór a análise e O PROGRA visitar sobrevivê PLINA E CURRICU AO ENSIN VEIRA XA o âmbito O aminhos ao process Refletindo, nde estam . a, aprecia ca, ao pas ificar, anal as criaçõ a respeito artísticos dade de v vários est os grupos ria da arte estética, pr AMÁTICO ncia. ULAR NO MÉDIO VIER Ocidental, O da Expre so do sabe analisand os inserido ndo a sua sso que v isar e con es de arti de suas p da expres ida do cid tilos artísti s sociais e e e da ex reservando Oriental, B essão, Cr er, do aprec do e interv os fazendo história e vai respond nhecer os stas de d produções ssão plásti dadão. Con icos. Sele e étnicos. xpressão o e respeit rasileira, iação e ciar e do vindo no o uso de fazendo dendo a recursos iferentes e as de ica e de nhecer a cionar e Fazer a plástica, tando as
3. Essa camada colorida – tinta 3.1. Milhares de anos de uso 3.2. Os ingredientes
3.3. Como é feita a tinta 3.4. As cores a usar
3.5. Escoler a camada adequada 4. Gostaria de comprar um quadro?
5. Tingatinga – pinturas que fazem você sorrir 5.1. Fontes de inspiração
6. Obras primas pintadas com pedras 6.1. Como são feitas?
7. Um estilo Russo de pintar em madeira 8. Interessa-lhe o artesanato?
8.1. O papel do artesanato na educação 8.2. Interessa-me?
8.3. Algumas artes populares 8.4. Uma palavra de cautela 9. As esculturas móveis da Naníbia
9.1. Outros artistas
9.2. Um artista temperamental 10. As muitas faces de Roma
10.1. A cidade antiga 10.2. Uma visita ao fórum
10.3. A Roma do período apostólico 10.4. Como a renascença mudou Roma? 10.5. A espetacular Roma Barroca
10.6. A cidade moderna
11. Entalhe em madeira: uma antiga arte africana 11.1. O entalhe em madeira na atualidade 11.2. Aprender a arte do entalhador
12. Uma olhada mais de perto nas famosas obras de arte 12.1. Roma
12.2. Florença 12.3. Veneza
13. Origami – a arte de dobrar papel 13.1. Como fazer seu próprio origami
14. Barcelona – galeria ao ar livre de cores e estilos 14.1. A cidade ganha renovado vigor
14.2. Renovação Urbanística da art nouveau 14.3. Entre as montanhas e o mar
15. Praga – venha conhecer nossa joia histórica 15.1. Do outro lado do Vltava
15.2. A cidade velha vai surpreendê-lo de verdade 15.3. O passado Judaico de Praga
15.4. A antiga “cidade nova”
16. Vitrais dos medievais aos modernos 16.1. Bíblia dos pobres
16.2. O declínio de tal arte 16.3. Comparação de técnicas
16.4. Não é mais usado só em igrejas 17. Por que “arranham” o céu
17.1. Por que construir prédios altos? 17.2. O que inspirava os arquitetos?
17.3. Onde se ergueu o 1º arranha céu moderno?
17.4. Trazem benefícios para o homem os “arranham” céu? 18. A torre de Pisa – por que se inclina?
18.1. Minha primeira impressão 18.2. O guia
18.3. O problema de seu ângulo de inclinação 18.4. Dentro da torre
19. A atraente Arquitetura: antiga e moderna 19.1. Início bem criativo
19.2. Visando impressionar
19.3. Honre ao dador do senso artístico 19.4. Modernas estruturas atraentes
19.5. Brasília – a cidade de aparência nova 19.6. Beleza e utilidade
20. A beleza e os desafios do Rio de Janeiro 20.1. Baías, prais e muito sol
20.2. Uma floresta cercada pela cidade 20.3. Um giro pelo centro
20.4. Futebol e samba
20.5. O Rio tem seus problemas 20.6. Outros desafios
20.7. O Rio continua lindo
21. Brasília: uma cidade moderna, arrojada e de rápido crescimento 21.1. Um projeto de longa data
21.2. O plano que venceu o concurso 21.3. Um avião no meio da poeira 21.4. Da lona para o concreto 21.5. Primeira e única
21.6. Visão panorâmica
21.7. Por que é impossível perder-se em Brasília 21.8. As dores do crescimento
21.9. O coração do Brasil? 22. Paraíba: sublime torrão
Para o alcance dos objetivos propostos, será utilizada a metodologia triangular, que oportunizará um apreciar, um conhecer e um fazer artístico, encaminhando o educando rumo à formação de uma consciência crítica, criativa e transformadora. Serão utilizados os seguintes procedimentos metodológicos: Apresentação de textos para leitura e interpretação dinâmica de grupo tempestade de ideias. Trabalho escrito: Levantamento de conhecimentos prévios sobre a arte como produção, comunicação e socialização. Apresentação de exemplos, leituras e análises de obras artísticas de expressão plástica. Estudo e aplicação de técnicas. Produção artística individual e coletiva de natureza prática e teórica. Seminários e exposições sobre os temas trabalhados de ordem teórica e prática. Revisão dos conteúdos trabalhados pelo professor e debate das ideias. Elaboração, Montagem e Execução de Projetos no final de cada semestre.
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
A avaliação da aprendizagem, com base nos Regulamentos Didáticos da Instituição, ocorrerá por meio dos seguintes instrumentos: Pesquisas; Entrevistas; Atividades Práticas; Construção e apresentação de projetos; Observação e da frequência da participação dos alunos nas atividades propostas.
RECURSOS NECESSÁRIOS
Gravuras, telas, esculturas, fotografias, textos, vídeo, DVD, quadro, mural, som, CD, máquina fotográfica, câmera e Datashow.
REFERÊNCIAS Básica
1. BOSI, A. Reflexões sobre a Arte. São Paulo: Ática, 1991.
2. KITSON, M. O Mundo da Arte – Enciclopédia das Artes Plásticas em Todos os Tempos – Arte Barroca. RJ: Editora Expressão e Cultura, 1966.
3. LYNTON, N. O Mundo da Arte – Enciclopédia das Artes Plásticas em Todos os Tempos – Arte Moderna – Arte Barroca. RJ: Editora Expressão e Cultura, 1966.
Complementar
4. MESQUITA FILHO, A, A Natureza da Cor e o Princípio da Superposição. em < http//www.ecientificocultural.comECC2artigospolar03.htm.htm> acesso em 11/08/2004. 5. PROENÇA, G. História da Arte. 2ª ed. SP: Ática, 2000.
6. PIZZO, E. Matisse. Coleção de Arte. RJ: Editora Globo, 1997.
7. STRICKLAND, C. Arte Comentada: da Pré-história ao Pós-moderno. 13ª ed. Tradução: Ângela Lobo de Andrade. RJ: Ediouro, 2004.
8. Claude Monet. Em http://www.historiadaarte.com.br/monet.html#img acesso em 18/12/05.
9. Enciclopédia Mirador Internacional. SP-RJ: Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda, 1997.
10. http://www.terra.com.br/curiosidades/mundonat/mundonat_06.htm acesso em 23/11/2004.
11. A Arte é de Todos. São Paulo: CENPEC, s/d.
12. FISCHER, E. A necessidade da arte. Rio de Janeiro: Guanbara Koogan, 2002.
13. GIORDANI, M. C. História de Roma; antiguidade clássica II. 8ª ed. Petrópolis: Vozes, 1985.
14. GIDDENS, A. Sociologia. Porto Alegre: Artmed, 2005.
15. MOSSÉ, C. O Cidadão na Grécia Antiga. Lisboa: Edicões 70, Trad. Rosa Carreira, 1993.
16. ASSOCIAÇÃO DE VIGIA DE BÍBLIAS E TRATADOS. Revista Despertai! g95, 8/11 -g70 8/11 – g75 8/12 – g11/11 – g12/08 – g9/11 – g81 8/3 g01 8/3 g01 8/7 – g97 22/9 g82 9/7 – g04 22/9 –g03 8/7 g03 8/11 – g91 8/3 g84 – g80 8/2 – g70 8/11 – g99 8/3