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Uma década da historia constiíucíoifav

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Academic year: 2021

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Uma década da historia constiíucíoifaV

Aciilmmos de recelx'r esle livro com|iosto pelo sr. Antonio Miiria liaptisla, e de que vamos d ar conta, como eosluinainos ^ , fazer, na íllu slrard o Purturjueza, para aproveitar, cm hcneticio ' dos leitores, os elem entos da historia p atria que n ’elle se pos­ sam encontrar.

í-i .Antes de tudo, porém-, devem os dizer que o livro do sr. An- I tonió Maria Haptista, apesar de escripto etn 1889, está im pre­

gnado em todas as paixões de 1888. E’ um livro partidario, que não tem por conseguinte a im parcialidade da llistorii^ e que ' não aprecia portanto friam ente os successes, á luz da experien- i cia, e guiado pela lógica dos factos; m as não deixa por isso de, I ter valor, e en cerra elem entos inqiortantes para a historia ! d ’esse tempo.

. O sr. Antonio Maria lía[itista é mais defensor da constituiçfio j de 18'22 do que da constitui;;ão do 1888. Deve jiarecer isio u m | pouco surprehendente a i[uem aceeita com .serenidade as li;-õps da historia. A constituipâo de I8'22, como a conslituipão ile i 1791 em França, era perfeitarnente inexequivel. Uma constitui-, cão m onarchica, sem o rei ter o direito do velo, e com um a ca-i m ara só, está fatalmente condernnada. Põe em presença um aila outra duas forças, cujos conílictos não teem solução possivel— t a cam ara c a coròa. 0 (lue resulta d ’a h i i 'Kesulla que ou vence a cam ara e quehra a realeza, ou \en ce a realeza e ([uehra a ca­ m ara. Por isso a constituição de 1791 teve o seu desenlace na praça da Devolução, na guilhotina (|ue decepou a caheça de Luiz I XVI, e a constituição de 1822 a sua em Villa Franca, no goliie- de Fslado que destruiu o regim en liberal em Portugal.

Onde vê o sr. Antonio Maria liaptista que seja a segunda ca­ m ara um em baraço para o m ecahnism o constitucional? Xão a tem a republica dos Estados-Unidos? Não a teem hoje todas as republicas? Em toda a parte se tem conhecido que a cam ara única se transform a facilm ente n ’um a Convenção, e esse tyran- no de mil cabeças sabem todos que é tão terrivêl e oppressor i como um tyranno único, se o não é m ais ainda. i Por isso estam os longe de aceeitar os com m enlarios do s r . , ' Antonio Maria liaptista. São apenas os rellexos das paixões po-' liticas do tem[)0, que nem poupavam Sá da Ilandeira, apezei-|

dos com prim entos que são hoje de rigor á m em oria d ’esse g ra n ­ de vulto. Faz-nos so rrir verm os o s r . Antonio Maria liai)tisla pnri exemplo ap resen tar Sá da Ilandeira como o prototypo da lealda­ de, e accusal-o ao mesmo tempo de assignai- uma am nistia

desleal. Alas homem Ira i, que assigna um docum ento desleal, ou não é leal, ou é . . . tolo.

Suppomos que ninguém dirá que Sá da ilandeira fosse uma coisa ou outra.

'Famhem não nos agradou verm os o sr. Antonio Maria Ilap- lista fazer-se echo das apreciações do sr. Oliveira .Martins,

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¡I'iradiis pelo pessim ism o li’este em inente cseriiilor, ijuc le;¡i en ­ carado sem pre a historia portngueza (lel)aixo de um ponto de vista estreito e falso, enihora tenha sabido tra(;ar com o ex trao r­ dinario vigor do seo est vio uns quadros adm iráveis que nos d es­ lum bram , como nos deslum bram os de Michelet, que são com- tudo devidos nâo ao estudo scientitico e im parcial, m as á |)ban- tasia exuberante do poeta historiador. i

Homo pode o sr. .\ntonio Maria liaptista cingir-se á aprecia- t'áo parcialissim a do sr. Oliveira Martins no que respeita aos factos oceorridos em Portugal logo depois da restauração de 1834? Pois não vè que põe com[)lctam ente de parte um ele­ mento que c necessário 1er em m uita conta, o estado dos es- piritos em Portugal ilepois da queda do regim en o¡q>ressor de I). Miguel? Julga que era fácil fazer ouvir a voz da clem encia e da generosidade quando em torno de 1). Pedro se agrupavam , reclam ando vingança, os desgraçados (|ue saíam das casas-m a­ tas de S. Julião da llarra, dos cárceres de .\lm eida, das prisões do Gastello, os que vinham da em igração, onde tinham ¡nissado ásperos torm entos, e encontravam as suas casas arruinadas, os seus haveres perdidos, as suas fam ilias na m iseria, as suas m ães e a suas m ulheres avelhentadas e ahpiehradas [lelas tor­ turas m oraes (|ue tinham soflVido durante seis anuos?

8e, apezar d ’isso as represalias sanguinolentas tomadas con- , tra os m iguelistas rapidam ente se reprim iram , se a lei das in- i dem nisações caiu diante da voz eloquente de tres deputados ge- ■ nerosos, não prova tudo isto que era bastante salutar o princi- l>io generoso da liberdade, que tornava a im plantar-se na terra portugueza, para im pedir que se respondesse com um a vin­ gança, (|ue a todos parecia justissim a, ãs oppressons, á tyrannia, ao implacável regim en do Terror que I). Miguel estabelecera?

(tilde t‘ que se vio nunca desabar um regim en implacável como esse, sem que no anim o dos que o destroem , em bora de­ fendam principios generosos e santos, refervam os sentim entos de vingança, que dillicilm ente se consegue reprim ir?

(Juando a revolução de therm idor em França poz fim ao re ­ gimen do T error, eahrio as prisões, onde os ca[itivos esperavam a h o rad e subir li guilhotina, julga o sr. .\ntonio Maria llaptista , que se passou a um regim en de benevolencia? Não ! ústhermi- ^ iloriduos vingaram -se. Os homens do T error subiram á guilho­ tina como tinham feito subir tantos outros; a jeunesse do­ rée, arm ada com as suas form idáveis bengalas, perseguia em to­ dos os recantos do Paris os jacobinos, que pouco antes insfiira- vam terror, e foi dillicillimo restabelecer um regim en salutar e clem ente.

G im agina o sr. .\nlonio .Maria liafitista que, de[iois'dc S id e julho de 1833, era fácil ao governo liberal proteger contra os liomiziados esses caceteiros que ainda na vespera tinham siilo

0 terror e o llagello das suas fam ilias? lí comtudo, a não se­

rem alguns actos de vingança, que foi com pletam ente impossi- vel evitar, o quit houve em 1834 i|ue se assem elhasse, nem de longe sequer, ao que se |iratic«va em todo o rciuo de Portugal no periodo nefasto que com eçára em 18S8?

Podem acccitar se, como o faz o sr. Antonio .Maria llajilista, as seguintes palaviais do sr. Oliveira Martins, (|ue o coram eiita-

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«Isilliindo (rí'ste periodo de devorisrno, d ’esle periodo de es-' hiuijanieiilo tresloueado, ex[iressu-se, assiin o sr. Oliveira Mar­ lins:

(cDava-se lialango á nação, e acliava-se urna ruina; palpava- se o Ihe.süuro e todas as artos dos m inistros erain incapazes de o' e n d ier; indagavani-se os cam pos, e sentia-se o estalar dos Ira­ ímeos assassinando m ignelistas;

[larava-so

a escutar quem fal­ la ra , e só se ouvia um clam or universal por em pregos om pa­ gam ento de serviços. ■

Tudo isto d insensato, perm itiam -nos qne o digam os; cha­ m ar periodo de lira lü w a ilu eahunjamento a uni periodo em i]ue se diz logo cm seguida (|ue não havia que esbanjar, de devorÍK-mo em cjue se diz tam heni que o m inistro delialde se esforçava por uao esvasiar o thesouro, m as por enchel-o, d a contradicção m ais llagrante e m ais singular que pode iuiaginar-se. hslão aqui as paixões da época, <|ue eram a consequência das pai­ xões da em igração. 0 Thesouro nacional, da m esm a forma que os cofres da em igração, estavam vasios, m as nem os em igrados, nem os facciosos de Lishoa podiam acreditar (|ue os chefes da em igração e os m inistros não se e n c h e s s e m ... provavelm ente com 0 ar que havia no Thesouro. Era devorista Silva Carvalho,

eram devoristas os seus 'o llegas, que sahiam pobres do m in is­ terio. Ouem nos déra agora esses d ev o ristas!. . .

Onde havia esses assassinios de m iguelistas que enchiam os campos de facinorosos rum ores? Em cincoenta e cincp annos de plena liberdade de im prensa, cm que o partido m iguelisla poude livrcrnenle enum (’ra r os seus aggravos, onde se encontra na sua im prensa e nas suas publicações urna só queixa que motivasse estas palavras do sr. Oliveira Marlins? (Juaes fôram os m iguelistas que em igraram , como os liheraes, [lara não se­ rem victim as de perseguições? Podçm ajiresenlar-se como se­ rios fundam entos d ’esla asserção os actos ile vingança isolados que se praticaram logo em seguida ao Irium pho liberal? Os tra ­ bucos (|ue se ouviam nos cam pos, eram os das g u errilh as m i­ guelistas que ainda se m antinham ; eram os do llem echido, (¡ue acordavam os echos das serran ias do Algarve. >

lia ainda outras allirm ações reproduzidas pelo sr. liaplisla, que precisam de resposta. Eicam para o proxim o artigo.

Nada m ais injusto clïeclivaraenle do que esta aceusação aos conslilucionaes. São aceusados porque quizeram conliscar os bens dos m iguelistas, são aceusados porque vieram sqffregos, de Ioda a parte, pedir empregos! Hcalm eute é necessário esquecer com pletam ente as circum stancias em que se achava esse bando de em igrados que voltava ao reino depois de seis annos de to r­ m entos, de fadigas e de privações, e q u e , depois de terem a tra ­ vessado 0 exilío com todas as suas am arg uras, o bloqueio dos

Açores com todas as suas angustias, o cerco do Porto com a fom e, a peste c a g u erra, encontravam os seus bens confisca­ dos, as suas casas perdidas, as suas familias arruinadas! E q u a m ^ estes homens, pedem que sejam indem nisados dos pre- juizos que soffreram , quando realm ente pedem em pregos para não m orrerem de fome, brada-se contra elles.

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Cointudo os realistas francezes estiveram em igrados, nãò como os nossos em paizes tiostis que nao faziam senão ator- m ental-os, m as ñas córtes onde nao encontravam senão carinho e p ro te c g ã o ... voltando a Krança à som bra das bayonetas es­ tran g eiras, reclam aram e obtiveram um m illia rd de indcm nisa- tã o , q u er dizer 180;0D0 contos de réis, que, pela differenga do vab)r do diiibciro, se podo dizer que correspondiam a 31)0:000 contos da nossa m oeda actual! K pediam em pregos, e obtinbain em pregos! e m ais ainda, oiliciaes de m arinha, que tinham pas­ sado vinte e cinco annos a n a v e g a r .. . nos salões de V ienna, eram reintegrados nos seus postos, e entregava-se-lbes o com­ m ando de navios francezes, resultando d ’esse escandaloso proce­ dim ento desastres como o da fragata Medusa, que ficou i>ara sem pre celebre!

lira isto 0 que succedia em França.

Fm Portugal, os em igrados reclam avam , excitados |)ela i>ai- xão e pelo desespero, o confisco dos bons dos rniguelistas, m as erguiam -se vozes dignas c generosas que protestavam con­ tra isso, c 0 acto realm ente iiiiquo, m as que representava um a

represalia sem elhante á que eni tantos outros paizes se p ratica­ va, caiu iinm ediatam ente diante d ’esses ])rotestos, sem i|ue isso levantasse um m ovimento de roacção das victim as do despotis­ mo de 1). Miguel.

Falla-se na venda dos bens nacionaes.

FITectivamente foi um a desgraça. Mas im agina se por acaso que já houve era algum paiz venda de bens nacionaes, que se nao fizesse de rastos e ao desbarato? Já houve em algum a parte venda de bens nacionaes, que não lizesse logo su rg ir um bando de exploradores, que se enriqueciam á custa do thesouro com a com pra d ’esses bens! Ignora o sr. Oliveira .Martins, seguido pe­ lo sr. liaplista, a existencia da famosa bande noire que, no lem ­ po da republica franceza, quando se pozeram em venda os bens nacionaes e os bens confiscados, se apoderou por vil preço das mais preciosas casas de campo, das m ais opulentas proprieda­ des do Estado? F tanto persegue esta sina a venda de bens na­ cionaes, que ainda ha pouco tempo na Italia, pondo-se em ven­ da bens de conventos, apezar de se terem lançado no m ercado nao em m assa mas a pouco e pouco, foi impossivel vendel-os [lor preços razoaveis.

Nao era boa a situação de I’ortugal em m as a culpa não era dos homens, era das circum stancias, e a culpa de tudo o que succedia eslava princi(iahnente n ’essc regim en nefasto que assoherhára Portugal durante seis aunos, que tudo desor- ganísára, que ludo aVruinára, que trouxera os encargos e as calam idades de urna g uerra fratricida, que desencadeiára todas as paixões, c, quattdo os homens que tinham pugnado pelo e s ­ tabelecim ento regular da liberdade, voltavam excitados, cheios de presentim entos ctueis e de justificados desesperos, e nao en­ contravam no thesouro Uera rla bolsa do contribuinte um ceitil com que podessem fazer face ûs necessidades instantes do paiz e dos povos, não é justo realm ente que se Ibes lance em rosto o que fizeram e que não iiodiara deixar de fazer. h

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l)csculpe-no9 o sr. Baptistii esltis protestos, m as pertence- ttioS il (Jltia gefaçao que pi'ide felizmente contem plar com sere­ nidade 0 quadro dos acontecim entos a que não assistiu , e que

pOde fazer ju stiça aos que fôram victim as, principalm ente das pàixôes dos seus contem poráneos.

Kssas paixões tamliem as com preliendem os e desculpam os, ttias não podemos linje ver as coisas á luz do seu sanguinolen­ to facho.

0 sr. Baptista conta eni seguida, rapidam ente, m as de um modo altam ente in teressante, os acontecim entos que se segui­ ram á famosa revolução de setem bro de 18BG.

Assim vemos deslilar n'essas breves paginas a revolução tíliguclista das Maniotas, em que tomou parte D. Rodrigo de Me­ nezes, depois conde de Cavalleiros, a revolta do A rsenal, de I:! de março de 1888,prom ovida pelo capitão de fragata, Rodrigues K rança, e que term inou com a capitulação coidiecida pelo nome de, capitulação de Marcos Filippe, por ter sido assignada no bo­ tequim d'este nome, que ainda ex istia ba vinte anuos com umas pacatas mezas onde não se capitulava já senão diante da conta, quasi sem pfe tão desleal como a famosa convenção feita pelo visconde de Reguengos, José Maria C bristiano, Cancellas e Ro­ drigues França.

Vemos depois a sanguinolenta batalha que selravou logo em seguida nas ruas de Lisboa,e a revolta do dia de Corpo de Deus, ein que o actual m arquez de Tbom ar teve de se deffender a tiros de pistola, e em que 8á da Randeira ia sendo m orto por um a liayonctada que lhe vibraram e de que o salvou a placa da Torre e Fspada.

8eguom -se as eleições de 183í), e o desenho a traços rápidos das figuras de Antonio Rernardo da Costa Cabral e do barão de Ribeira de Sabrosa, o quadro da lucta do Remeebido, e a in te­ ressante exposição da questão britannica e do conflicto com a llespanba por causa da navegação do Douro. A questão britan ­ nica foi promovida pelos m aus tratos e pelos insultos infligidos pelo capitão Filióla tripulações portuguesas. K’ tão digna de adm iração a bondiridade cora quese discutió no parlam ento a q ues­ tão britannica, como a energia m anifestada pelo governo, p re­ parando se sem hesitação para um a lucia com a llespan b a.0 sr. Raptista acha que a satisfação que nos deu a Inglaterra não foi tam anha como devia ser. Tem rezão; m as como ainda assim o sr. Raptista m udaria de parecer se a com parasse com a que bem recentem enie ainda recebem os de Marrocos!

Seguem -se ainda quadros de novas revoltas, a da com panhia da guarda m unicipal, que se apoderou do Arsenal do Exercito no dia 11 de, agosto de 1F40, a do tenente coronel Miguel .Au­ gusto, que se sublevou no dia 20 do m esmo mez e anno em Cas- tello-Rranco, á frente do regim ento de infantaria 6 do seu com­ inando. A estas revoltas succédé em 1842 a restauraçaq da l.ar- ta, resultante do pronunciam ento de Costa Cabral, m inistro da

ju stiça, no Porto. . .

É’ anim ado o quadro das luctas parlam entares e iornabsti- cas c 0 desenho das duas figuras proem inentes de Antonio Ro- ^ drigues Sampaio o Leonel Tavares.

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Seguem se do novo as revolias — a de T oires Novas a 4 de fevereiro de 1844, que foi lerm inar, deliaixo do cominando suprem o do conde de liomiim, no cerco de Almeida, lí’ claro que 0 conde de líomfim leve de capitular. Kra a sina d e sse

m ililar aliás illuslrado, intelligente e valente, mas que nunca se m etleu n’uma praça ou n ’um a fortaleza que não fosse obri­ gado a capitular. Era o seu destino.

Vem depois a revolução da Maria da Fonte, logo em seguida ás famosas eleições de 1845, e a esse respeito perm itta-nos o sr. Baptista um a ligeira rectidcação.

Citando o bymno de Maria da Fonte, diz elle, transcrevendo um a quadra que dem ais a m ais llie saliiu erradissim a:

«0 Rouget de Flsle cá da te rra nunca deixou o in ognito; receiou com prom etter os seus créditos de m usico e de poeta.»

Está enganado. A m usica do bymno da Maria da Fonte ú (k; Angelo Frondoni, que felizm ente ainda está vivo; a lettra suppo- mos que era de Paulo Midosi. Se os versos não eram excellen­ tes, ainda assim não eram m aus, e a m usica parece-m e digna da popularidade que obteve.

Com a narrativa dos diversos episodios da revolução, a cuja frente esteve a ju n ta do Porto, com pleta o sr. Baptista o seu livro, que é um interessante resum o, illum inado ainda ás vozes, como dissem os, por um certo facciosism o, mas que honra em todo 0 caso 0 seu auctor, e que é um valioso subsidio p ara os

curiosos da nossa historia contem porânea.

PiNHKiBO Chagas.

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