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ELA E A MAIS ESPERADA DAS REVOLUCOES.

JA ANUNCIADA ALGUMAS

VEZES, AINDA PARECE INCOMPLETA. EI\JQUANTO, AO LONGO DA ULTIMA

DECADA, NOVOS PROCESSOS E METODOS DERAM ORIGEM A UMA

RUPTURA TECNOLOGICA REAL NA INDUSTRIA, 0 MESMO NAo OCORREU

NOS SERVICOS. MARC SILVESTER E MOHI AHMED, EXECUTIVOS 00 SETOR,

APONTAM OS CAMINHOS QUE PODEM ENFIM CONDUZIR A ESSA

REVOLU~Ao

ense no dia de hoje: talvez voce tenha esta­ do no supennercado, nos correios, num res­ taw'ante ou bar, numa garagem, num hotel, num taxi ou oni­ bus. Talvez tenha interagido com al­ guem pelo telefone. Pare um momen­ to para pensar sobre 0 servico que

lbe foi oferecido. Pense em quantas

experi~ncias de servico voc~ teve nas Ultimas 24 horas. Agora, busque em seus pensamentos compras ou intera­ l(6es com empresas realizadas online.

Acrescente suas impressoes sobre in­ dagac5es que fez aos canais de atendi­ mento. Com tudo isso em mente, voc~

concluira que interagir com 0 setor de

servicos e tao inevitavel quanto incri­ velmente importante para nossa qua­ lidade de vida.

Agora, pense sobre 0 que importa

para voc~ quando se utiliza de urn servico. Estranhamente, quando se pergunta as pessoas 0 que elas valo­

rizam em servicos, ha uma concor­ dAncia quase universal. Nao importa se eurn aeroporto, uma loja, urn ban­ co ou uma conversa ao telefone com o servico de atendimento ao cliente: os servicos sao melhores quando a tecnologia pOl' tras deles nao chama a atencao, isto e, quando ela

entre-Marc Silvester e chief technoLogy officer da empresa de servi~os Fu­ jitsu da Inglaterra. Mohi Ahmed e diretor de desenvolvimento estrate­ gico da Fujitsu. Eles sao os autores

do livro Living Service led. Financial Times Prentice Hall).

ga exatamente 0 que 0 cliente quer e quando queI'. Esse conceito se aplica ate aos servicos prestados dentro de grandes empresas, entre departa­ mentos. POl' exemplo, muitos CEOs

(chief executive officers) e CIOs (chifj irifonnation officers) nos disseram

que nao querem vel' a TI (tecnologia da informacao), mas apenas que seus computadores funcionem. Quando os servicos sao prestados tao cor­ retamente quanta possivel, aqueles que os recebem podem se concen­

e se dirigir a seu destino. Claro, isso jamais aconteceria, mas mostra que 0

servico torna-se melbor quando voce nao precisa entender como a tecnolo­ gia e os processos funcionam.

De fato, 0 que acontece nos basti­

dores dos grandes servicos e, em ge­ ral, invisivel, e e melhor que assim o seja. Quando voce liga seu compu­ tad or, pOl' exemplo, acredita que 0

arquivo que criou na semana ou no ana anterior ainda esta lao 0 bene­ ficiO

e

claro e 0 servico e apreciado

IMAG t'/E,COMO SERIA SE VOCE FOSSE

A

LOCAOORA DE

AIJ!G

,0·

EIS DO AEROPORTO E A PESSOA ATRAs DO

BAtCA

.

~HE

.

PEOISSE PARA DAR A VOLTA E AJUOA-LA A

INTERPRETAR 0 QUE A TELA DO COMPUTAOOR OIZ

trar em aproveitar sua viagem, suas compras, suas operacoes bancarias ou em operaI' 0 pr6prio neg6cio sem

o inc6modo e a raiva que emergem quando receber urn born servico se torna urn desafio.

AGORA VOCE ENTENDE,

AGORA VOCE...

Urn servico e excelente quando voc~

pode aproveitar seus beneficios sem se preocupar com os mecanismos que o viabilizam. Imagine como seria se voce fosse a locadora de autom6veis do aeroporto e a pessoa atras do balcao lbe pedisse para dar a volta e ajuda-la a interpretar 0 que a tela do computa­

dol' esta dizendo ou lbe dissesse para abastecer 0 CaITO ou fazer uma rapida

lavagem antes de voc~ pegar as chaves

de modo subconsciente; nao ha ne­ cessidade de ter conhecimento pro­ fundo de como 0 computador realiza

essa proeza. Aqui todos concordam.

o

problema

e

que esse, com fre­

qu~ncia, nao

e

0 tipo de servico que

a maior parte das pessoas recebe. Para compreender melbor pOl' que isso acontece e como pode ser muda­ do, precisamos voltar aos primeiros principios dos servicos. Em uma era na qual muitas de nossas experi~ncias

com servicos t~m uma componente tecnol6gica, precisamos redefmir 0

que

e

urn servico de ponta.

PRINCiplO ND 1:

SERVIC;:OS TEM A VER COM PESSOAS.

Servicos sao entregues pOl' pessoas para pessoas. Algumas verdades sao

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autoevidentes. Antes da moderna tec­ nologia, 0 servico constituia 0 aspecto

hurnano do comercio. 0 bom servico era considerado parte da compra de urn produto. Isso foi deixado de lado em muitas organizac6es, mas prestar urn servico de qualidade esta decim­ damente relacionado com maximizar o poder das pessoas de proporcionar aos clientes grandes experiencias. PRINCiPIO N° 2:

OS SERVIC;OS SAO OTIMIZADOS PELA TECNOLOGIA E PELOS PROCESSOS. Na verdade, os servicos sao, com fre­ quencia, uma hist6ria sobre pessoas, tecnologias e processos trabalhando em conjunto. Devem, portanto, utili­ zar a tecnologia apropriada que leve a uma entrega confiavel e eficiente em relacao a custos. Entao, pense no servico dos call centers: "Para

cobranca, tecle 1; para historico, tecle 2; para fazer urn novo pedido, tecle..?'. Quando voce tiver a chance de teclar 9, talvez sua paciEmcia ja te­ nha se esgotado. 0 uso excessivo da tecnologia, deixando de entender ou priorizar a experiencia dos clientes, costuma produzir urn tipo de servico que os afasta.

o

call center tam bern demonstra

como urn servico pode gerar urn contato totalmente infeliz. Em urn

call center tradicional, a experien­

cia do cliente e impessoal e, muitas vezes, ineficaz. As chamadas sobre problemas sao recebidas, e a em­ presa apenas consegue administrar o fluxo delas conforme percorrem seus corredores virtuais. 0 sucesso costuma ser medido pela adminis­ tracao eficiente da ligacao (duracao, numero de toques antes de atender etc.) e nao pel a soluCao ou nao do problema do cliente. Isso e evitavel. Atribuindo poder aos atendentes, muitos dos problemas podem ser resolvidos com mais facilidade. Ao disponibilizar ferramentas e capa­ citar os atendentes para en tender o que e importante para 0 cliente, e

possivel prestaI' servicos verdadei­ ramente excelentes.

PRINCiplO N° 3:

A TRANSPARENCIA AJUDA A MAXI MIZAR 0 SERVIC;O.

Em vez de pedir a sua equipe db call center de TI para, simplesmente, re­

gistrar as chamadas, uma empresa aerea desafiou seu pessoal a analisar a principal motivacao para as liga­ coes dos clientes. Rapidamente ficou claro que urn numero desproporcio­ nal de chamadas tinha origem no mau funcionamento das impressoras da companhia. Em muitos casos, isso causava demoras no check-in. A em­

presa diagnosticou 0 problema com

sucesso e 0 solucionou, reduzindo os

custos e aperfeicoando a eficiencia de seu neg6cio. E tudo aconteceu

por-De sua casa em Londres chama um taxi. Como ja contratou a empresa em outras ocasi6es, seu nome e ende­ ref0 aparecem instantaneamente na

tela do computador. Alguns minutos maLs tarde, voce e levado pelo trdnsi­ to matinal para 0 aeroporto. 0 carro

do taxLsta esta equipado com 0 maLs

atualizado sistema de navegafiio, permitindo-lhe evitar muitos pontos congestionados da cidade. Chegan­ do ao aeroporto, 0 executivo faz 0

check-in imediatamente no balcao

da companhia aerea, poLs ja havia reservado seu assento. Entao, saca dinheiro no caixa eletr6nico e passa pelas fomzalidades de seguranra e passaporte antes de chegar ao

por-SERVICOS NAO PRECISAM SER POMPOSOS; SEU OBJETIVO

POD:(SER APENAS 0 DE NAO DEIXAR DAR ERRADO NADA

DO

QWE

PODERIA DAR ERRADO. PESSOAS, TECNOLOGIAS E

PROCESSOS DEVEM OPERAR DISCRETAMENTE PARA QUE

A EXCELENCIA INVISiVEL SEJA ENTREGUE

que os funcionarios tiveram poder para prestaI' urn born servico.

Ao tornar a tecnologia e os proces­ sos transparentes para as pessoas que entregam os servicos (e elimi­ nar a causa desses problemas, nao raro tao pequenos quanto impresso­ ras que nao funcionam bern), as em­ presas podem ofereeel' uma resposta mais eficaz aos c1ientes. Esse e urn ciclo virtuoso de inovacao continua, que leva a servicos que se adaptam as necessidades dos clientes e que evoluem na direcao delas.

A

medida que a tecnologia e mais bern utiliza­ da, a lacuna de atendimento entre os clientes e os fornecedores se desfaz. PRINCiPIO N°':

GRANDES SERVI~OS

FREQUENTEMENTE PROPORCIONAM EXCELENCIA INVISiVEL.

Os servicos nao precisam ser pom­ posos. Imagine a seguinte cena:

Um executivo esta se dirigindo a T6­ quia para uma reuniao de neg6cios.

tao e esperar pOI' pouco tempo para embarcar. No aviao, servem-lhe uma bebida e, depois, 0 almoro.

Doze horas mais tarde, esse execu­ tivo chega a T6quio. Passa pelas for­ malidades do aeroporto e troca seu dinheiro pela moeda local. Entao, embarca no 6nibus especial que 0 leva

diretamente ao hotel reservado. Ld, faz 0 check-in e logo esta instalado

em seu quarto. Enquanto descansa, o serviro de concierge passa seu ter­ no, que amassou no avitio. Ele pega, entao, 0 metr6 e chega a seu destino

para participar da reuniiio com seus parceiros de neg6cios. Ap6s 0 encon­

tro, sai com eles para jantar em um restaurante pr6ximo. Volta ao hotel, veri/ica seus e-mails e liga para sua familia antes de ir dormir.

Admitimos que uma hist6ria na qual tudo funcione pode ser ente­ diante. Qualquer coisa errada pode­ ria tel' acontecido com sua viagem: o taxi poderia nao tel' aparecido ou tel' ficado parado em uma avenjda

HSMManagement 77. NOVEMBRO-DEZEMBRO 2009 h5mmanagement.cDm.br

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---~---­

CONSELHOS CONFLITANTES

A revoluc;ao dos servic;os pode acontecer quando as empresas: • Focam as pessoas. Serviyos de­ vern ser criados e operados de modo a atingir as necessidades das pessoas que atendem.

• Otimizam tecnologias ou proces­ SOS e dao poder aos funcionarios. Conforme a sociedade evolui, os metodos de interaoC;ao com cJientes mudam; os prestadores de servi­ eos precisam ser capazes de fazer seu trabalho pOl' meio da tecno­ logia correta e da capacidade de usa-Ia para buscar a satisfaeao do cJiente.

• Tornam os serviyos transparen­ tes. Processos e tecnologias devem ser abertos, de modo que os res­ ponsclveis pOl' entregar os servieos possam rapidamente localizar as fraquezas no fJuxo do servic;o.

congestionada; voc~ poderia nao tel' conseguido 0 assento que deseja­

va no aviao ou, 0 que seria pior, 0

voo poderia tel' sido adiado para 0

dia seguinte; a casa de cambio em T6quio poderia estar sem caixa ou o servic;o de internet do hotel talvez nao funcionasse.

Aonde queremos chegar? Nada do que poderia tel' dado errado deu errado. Em todos os casos, os servi­ C;OS solicitados foram prontamente realizados. A parte da tecnologia em todos os servic;os esteve invisivel: 0

sistema de navegaeao funcionou no taxi; 0 de reservas de assentos, tam­

bern; a casa de cambio teve acesso direto a taxa de conversao do dia; a internet funcionou; e 0 telefone 0

• Entregam a exceltmcia invisivel. Os c1ientes deleitam-se quando nao precisam vel' os mecanismos necessarios a entrega do serviyo. • Concentrarn-se na simplicidade elegante. Nao M nada complicado em encorajar os funciol1i:lrios a fazer mais do que lhes e solicitado. Tais servic;os sao elegantemente simples. • Adaptam-se e evoluem. As gran­ des empresas de servieos se anteci­ pam e respondem as necessidades dos cJientes, atuais e futuras. Os funcionarios se motivam quando

t~m alguma fJexibilidade para atuar com os c1ientes e erial' com estes a melhor maneira de trabalhar. • Buscam 0 melhor para a socieda~

de, a economia eo meio ambiente.. Grandes serviyos requerem, hoje, que todos compreeridilm que sao parte de urn todo interligado. .

colocou em contato com sua familia. Quando servic;os de rotina funcio­ nam bern, as pessoas, a tecnologia e os processos operam discretamente

e a excel~ncia invisivel

e

entregue.

PRINCiPIO NO 5:

GRAN DES SERVICOS TEM SIMPLICIDADE ELEGANTE.

Enquanto na maior parte do tempo n6s ficamos felizes com tal excel~ncia

invisivel e discreta, ha momentos em que apreciarnos 0 que e extraordilla­

rio, especialmente quando alguem percebe as circunsrnncias em que nos encontramos enos ajuda.

Urn grande servieo nao precisa con­ teI' alta ou cara tecnologia. Comumen­ te, apresenta uma simplicidade ele­

gante. Nesse caso, sao as pessoas que

I aparecem mais. Sao essas as experi~n­

cias de servic;os que n6s conservarnos e relembramos com prazer. Pense em Picasso desenhando urn passaro com uma linica pincelada: 0 serviyo ao

c1iente tambem pode ser simples, de lirar 0 f6lego. Entao, aIem de fazer as pessoas felizes, ele tambem contribui para melhorar a reputac;ao da pres­ tadora de serviyo e lhe proporciona c1ientes fieis pOl' toda a vida.

PRINCIPIO N° 6:

GRANDES SERVICOS SE ADAPTAM E EVOLUEM.

Nenhuma empresa pode dar-se ao luxo de se vel' como simples fablican­ te de produtos ou fornecedora de certo padrao ou estilo de serviyo. As que pen­ sam que podem agir assim sao como uma maquina criada para urn mun­ do estatico. As organizac;oes devem ser mais orgamcas, mais mnamicas. Os serviyos tern de permilir que elas evoluam com seus publicos reagin­ do aos estimuIos do mercado. Como uma planta que cresce na direyao do sol, as empresas de sucesso reagem as demandas mulliveis dos clientes. Urn servic;o nunca pode ser esllitico; deve adaptar-se e evoluir para se adequar as necessidades dos clientes.

Aspiraeoes individuais e sociais sao fIuidas e mudarn constantemente. Assim, os serviyos que uma empresa presta precisarn mudar tam bern. Ser­ vivos t~m foco em pessoas, sempre. Adaptam-se para manter-se em sinto­ rna com as pessoas que devem atender. Nao se tornarn escravos dos processos e sistemas, que vao, inevitavelmente, tornar-se obsoletos com 0 tempo.

PRJNciplO N° 7:

SERVICOS NAO SAO FACEIS EPRECISAM SER SUSTENTAVEIS TAMBEM.

It

perigoso pensal' que prover servi­ C;OS excelentes e faci!. Estar perto dos clientes parece algo evidente. Quan­ do se faz isso da melhor maneira, a invisibilidade da tecnologia e da for­

va

de trabalho pOl' tras de urn gTan­ de servico torna-se tentadora. Ainda

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assim, nenhuma empresa funciona no piloto automatico. Sacar euros em urn caixa eletr6nico em Roma, de urna conta corrente de Londres, nao requer apenas urn born sistema que compute creditos e debitos; alguem tern de colocar 0 dinheiro no caixa

eletr6nico antes de a pessoa precisar usa-lo. Do ponto de vista do cliente, servi<;os sao similares

a

progressao de urn cisne em urn rio: acima da su­ perfIcie, ele parece calmo e impertur­ Mvel; poucos centimetros abaixo da agua, esta nadando vigorosamente.

A parte visivel de urn servic,;o pode ser muito pequena em compara<;ao com 0 que esta acontecendo nos bas­

tidores. Urn servic,;o benfeito pOI' ve­ zes leva anos ate chegar

a

perfeic,;ao. Infelizmente, em muitos setores, 0

desenvolvimento de produtos sem­ pre vern primeiro e 0 servic,;o tende a

ficar para tras. De fato, quantas vezes

voc~ foi chamado para uma reuniao

de "desenvolvimento de servic,;os"? 0 setor de TI tern sido impactado pelo mesmo tipo de questoes e problemas de servic,;os e reputacao que a indus­ tria automobilistica sofI'eu 40 anos atras. Lamentavelmente, e urn clich~

vel' novos aplicativos chegarem ao mercado com erros ou bugs. Isso nao ocorre pOI' alguma malicia do forne­ cedor; apenas reflete a natureza ex­ tremamente complexa da programa­ c,;ao de sojtwares.

Arealidade nas empresas e que cada servic,;o possui uma crescente comple­ xidade tecnol6gica. Entao, cada orga­ nizayao pode, agora, estar correndo 0

risco de fornecer servicos com erros, sejam falhas digitais, de suprimento, de treinamento ou de entrega. Nao se engane: os bugs em seus sistemas de servic,;os vao, cedo ou tarde, atingir al­ guma parcela de sua base de clientes. Alem disso, os servic,;os nao exis­ tern no vacuo. Uma evoluc,;ao cons­ taute acontece. Para muitos de n6s, nao basta estarmos satisfeitos pOI' receber eletricidade; e cada vez mais importante que ela seja limpa, verde e sustentavel. Conforme as expecta­ tivas mudam, os unicos servicos que

sobreviverao e prosperarao serao aqueles que considerarem a sustenta­ bilidade social, econ6mica e ambien­ tal e tiverem flexibilidade e inovacao continuas, alem de vida embutida.

POI' que isso importa? Os servicos, hoje, sao tao relevantes quanta os produtos. Podem construir ou que­ brar uma organizacao. Ninguem fa­ ria neg6cios com uma empresa de logistica que falhasse na entrega das encomendas ou com urna companhia de TI cujos equipamentos estivessem

constantemente avariados -pelo me­ nos, nao pOI' muito tempo. 0 celebre professor Theodore Levitt, de Har­ vard, resume assim a questao: "Nao ha algo como urn setor de servic,;os. Ha apenas setores cujos aspectos de servicos sao maiores ou menores do que em outros setores. Todo mundo esta no setor de servic,;os". CI

HSMManagemenl 77· NOVEMBRO-OEZEMBRO 2009 hsmmanagemenl.com.br

Referências

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