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ESTUDO DIRIGIDO SPB

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Academic year: 2021

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Sistema Brasileiro de Pagamento

Sistema Brasileiro de Pagamento

O Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) é o conjunto de procedimentos, regras, instrumentos e operações integrados que, por meio eletrônico, dão suporte à movimentação financeira entre os diversos agentes econômicos do mercado brasileiro, tanto em moeda local quanto estrangeira, visando a maior proteção contra rombos ou quebra em cadeia de instituições financeiras.

Sua função básica é permitir a transferência de recursos financeiros, o processamento e liquidação de pagamentos para pessoas físicas, jurídicas e entes governamentais.

Para o suave funcionamento do sistema de pagamentos no ambiente de liquidação em tempo real , três aspectos são especialmente importantes: primeiro, o Banco Central do Brasil concede, aos participantes do STR(sistema de transferência de fundos), titulares de conta de reservas bancárias, crédito intradia na forma de operações compro-missadas (operações com garantia de recompra) com títulos públicos federais, sem custos financeiros, isto é, o preço da operação de volta é igual ao preço da operação de ida; segundo, a verificação de

cumprimento dos recolhimentos compulsórios é feita com base em saldos de final do dia, valendo dizer que esses recursos podem ser livremente utilizados ao longo do dia para fins de liquidação de obrigações; por último, o Banco Central do Brasil, se e quando julgar necessário, pode acionar rotina para otimizar o processo de liquidação das ordens de transferência de fundos mantidas em filas de espera no âmbito do STR.

História:

Na década de 90 as mudanças que ocorriam no SPB visavam dar mais velocidade no tratamento das movimentações financeiras, afinal a inflação era muita alta e um dia a mais para processar poderia resultar em prejuízos. Em uma reforma conduzida pelo Banco Central em 2001 e 2002, o foco foi redirecionado para a administração de riscos. Nessa linha, a entrada em funcionamento do Sistema de Transferência de Reservas - STR, em 22 de abril daquele ano, marca o início de uma nova fase do SPB. A partir de 24 de junho de 2002, depois de observada uma regra de transição, qualquer transferência de fundos entre contas da espécie passou a ser condicionada à existência de saldo suficiente de recursos na conta do participante emitente da correspondente ordem. Com isso houve significativa redução no risco de crédito incorrido pelo Banco Central do Brasil.

A liquidação em tempo real, operação por operação, começou a partir de 22 de abril de 2002, passou a ser utilizada também nas operações com títulos públicos federais cursadas no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia - Selic, o que se tornou possível com a interconexão entre esse sistema e o STR. No dia 22 de abril de 2002, a TED deveria ser realizada em operações a partir de R$ 5 milhões. Esse valor foi reduzido para R$ 1 milhão, em 13 de maio, e para R$ 100 mil, no dia 10 de junho e R$ 5 mil, a partir de 8 de julho. A TED tem liquidação no próprio dia, ou seja, atualizará o saldo da conta do recebedor na mesma data em que é emitida pelo pagador.

Sistema de Transferência de Reservas - STR O STR é um sistema de transferência de fundos com liquidação bruta em tempo real (LBTR), operado pelo Banco Central do Brasil, que funciona com base em ordens de crédito, isto é, somente o titular da conta a ser debitada pode emitir a ordem de transferência de fundos. O sistema é de importância fundamental principalmente para liquidação de operações interbancárias realizadas nos mercados monetário, cambial e de capitais, inclusive no que diz respeito à liquidação de resultados líquidos apurados em sistemas de compensação e liquidação operados por terceiros.

São também liquidados por intermédio do STR os cheques de valor igual ou superior ao VLB-Cheque (R$ 250 mil), bem como os bloquetos de cobrança de valor igual ou superior ao VLB-Cobrança (R$ 5 mil). Nos dois casos, a liquidação é feita bilateralmente entre os bancos, por valores brutos agregados (sem compensação).

As ordens de transferência de fundos podem ser emitidas pelos participantes em nome próprio ou por conta de terceiros, a favor do participante destinatário ou de cliente do participante destinatário, sem

qualquer limitação de valor. A transferência de fundos é considerada final, isto é irrevogável e incondicional, no momento em que feitos os correspondentes lançamentos nas contas de liquidação (contas de reservas bancárias, Conta Única do Tesouro Nacional e contas mantidas no Banco Central do Brasil por entidades operadoras de sistemas de compensação e de liquidação). O participante destinatário é informado da transferência de fundos apenas no momento em que ocorre sua liquidação.

O horário regular de funcionamento é das 6h30 às 18h30 (horário de Brasília), sendo que o registro de ordens de transferência de fundos a favor de cliente só é permitido até 17h30.

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Estrutura

Bacen Instituições Financeiras Cetip; Selic; Visanet e Redecard; TecBan

Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC);

Câmara de Registro, Compensação e Liquidação de Operações de: 1-Câmbio | 2- de Ativos | 3 - de Derivativos – TODAS DA BM&F Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP).

RSFN - Rede do Sistema Financeiro Nacional A RSFN é a estrutura de comunicação de dados, implementada por meio de tecnologia de rede, criada com a finalidade de suportar o tráfego de mensagens entre as instituições financeiras titulares de conta de reservas bancárias, entre as câmaras e os

prestadores de serviços de compensação e de liquidação, a Secretaria do Tesouro Nacional e o Banco Central, no âmbito do Sistema de Pagamentos Brasileiro.

As transferências podem ser feitas por meio de LBTR – liquidação bruta em tempo real – ou LDL –

liquidação diferida líquida, dependendo do tipo de transação.

LBTR – ocorre ao longo do dia, de forma simultânea, operação por operação, em todos os dias

considerados úteis para fins de operações praticadas no mercado financeiro. Exemplos: TED,

transferências de reservas bancárias.

LDL – liquidação em D+0 até D+3, geralmente liquidada em compensação multilateral de obrigações entre as instituições participantes. Exemplos: cheque, DOC, cobrança.

A Transferência Interbancária: É a remessa de recursos financeiros

entre Instituições financeiras, de acordo com normas do Sistema de Pagamentos Brasileiro SPB.

Transferência Eletrônica Disponível – TED

Mecanismo de transferência de recursos que permite maior agilidade e segurança às transações

interbancárias.

TED - Transferência Eletrônica Disponível - É disponibilizada ao destinatário no mesmo dia da emissão. A TED substituiu o DOC para realizar as transferências interbancárias de valores iguais ou superiores a R$ 5.000,00.

A TED pode ser liquidada por intermédio do Sistema de Transferência de Recursos – STR ou da Câmara Interbancária de Pagamentos – CIP.

Na TED: a liquidação é irrevogável e incondicional.

O DOC ou Documento de Crédito

Transita pela Compe - Serviço de Compensação de Cheques e Outros Papéis, leva um dia útil para ser compensado, de forma que o recebedor somente tem a informação do crédito no dia útil seguinte à sua emissão pelo pagador. Valor máximo permitido por DOC: R$4.999,99;

51 – Divergência no valor recebido; 52 – Recebimento efetuado fora do prazo; 57 – Divergência ou não preenchimento de informação obrigatória; 62 – Ausência ou divergência na indicação do número do CPF/CNPJ.

CIP - Câmara Interbancária de Pagamentos – Trata-se de uma câmara de registro, compensação e liquidação eletrônica das transferências de recursos de clientes e de instituições financeiras. Controlada pelos maiores bancos brasileiros, a CIP contribui para a redução dos custos financeiros e operacionais das instituições envolvidas. Funciona com aporte de garantias no início de cada dia e liquida as

operações, ao final do dia, por meio da compensação de seus valores líquidos .

Sistema de Liquidação Diferida das Transferências Interbancárias de Ordens de Crédito – Siloc O Siloc liquida obrigações interbancárias

relacionadas com os documentos de crédito (DOC) e com os bloquetos de cobrança de valor inferior ao VLB-Cobrança (R$ 5 mil). A liquidação é feita, com compensação multilateral de obrigações, em contas de reservas bancárias, geralmente no dia útil seguinte ao de emissão do DOC, ou de recebimento do pagamento, no caso do bloqueto de cobrança. O sistema, operado pela CIP, entrou em operação em 18.02. 2004.

Sistema de Transferência de Fundos – Sitraf O Sitraf, que é operado pela CIP, utiliza compensação contínua de obrigações (continuous net settlement). As ordens de transferência de fundos são emitidas para liquidação no mesmo dia (D), por assim dizer, "quase em tempo real". É um sistema híbrido de liquidação no sentido de que reúne características dos sistemas de liquidação diferida com

compensação de obrigações (LDL) e dos sistemas de liquidação bruta em tempo real (LBTR).

Em situações de agendamento, a ordem de

transferência de fundos é submetida ao processo de liquidação no início do dia indicado. O sistema, que entrou em funcionamento em 06 de dezembro de 2002, funciona com base em ordens de crédito, isto é, somente o titular da conta a ser debitada pode emitir a ordem de transferência de fundos, a qual pode ser feita em nome próprio do participante ou por conta de terceiros, a favor do participante destinatário ou de cliente do participante destinatário. A liquidação é efetuada com base em recursos mantidos pelos participantes no Banco Central do Brasil, seja no que diz respeito aos pré-depósitos efetuados no início de cada dia e às suas eventuais complementações, seja no que diz respeito às transferências de fundos efetuadas para atendimento das ordens de transferência de fundos no denominado ciclo complementar.

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DOC - Documento Ordem de Crédito, liquidado via Compensação e disponibilizado ao destinatário no dia útil seguinte; A Execução do serviço é realizada pelo Banco do Brasil, que define as regras operacionais em conjunto com o Banco Central do Brasil, através de Circulares Compe enviadas aos bancos

participantes do sistema.

Quem pode enviar:Pessoa Física, Jurídica , correntistas ou não.

Movimentação de Reservas Bancárias

Quanto às contas de reservas bancárias, mantidas pelas instituições financeiras bancárias junto ao Bacen, para evitar que o Bacen tenha que assumir o risco de falta de liquidez dos bancos comerciais ou múltiplos, eles não podem em hipótese alguma e em nenhum momento do dia, terem saldo negativo nestas contas. Cria-se nos bancos a atividade do “piloto de reservas”, representado por profissional especializado com o objetivo de garantir a

permanente disponibilidade de recursos na conta de reservas bancárias.

Todas as contas de reservas bancárias serão monitoradas pelo Bacen através do Sistema de Transferência de Reservas – STR, seja em tempo real, operação por operação, seja pela compensação líquida de saldos.

As operações de movimentação nas contas de reservas bancárias não poderão ser canceladas, pois os lançamentos são finais, ou seja, irrevogáveis e irreversíveis.

Função e Funcionamento das Clearing House Clearing Houses são as entidades privadas que atuam na compensação e liquidação das operações, nos diversos segmentos do sistema, podendo efetuar a liquidação de todas as operações financeiras no âmbito do próprio ambiente de sua contratação, tendo como objetivo o fortalecimento do mercado financeiro.

Sua função é a de garantir a finalização das

operações, realizando a transferência dos valores das transações efetuadas e a redução dos riscos para os participantes do sistema. Utilizam, como instrumento, a compensação bilateral ou multilateral, operando a liquidação mediante encontro de contas.

As Clearing Houses poderão atuar em ambientes sistemicamente importantes, ou não. O Banco Central considera sistemas sistemicamente importantes, o sistema de liquidação em que o volume ou a natureza dos negócios é capaz de oferecer risco à solidez e ao normal funcionamento do Sistema Financeiro

Nacional.

Compensação Bilateral – Compensação envolvendo os Participantes aos pares.

Compensação Multilateral – procedimento destinado à apuração individual da soma algébrica dos

resultados bilaterais devedores e credores do Participante em cada Banco Liquidante.

TIPOS DE RISCOS FINANCEIROS NO SPB Risco de Crédito

Qualquer sistema de pagamentos está sujeito a riscos. No antigo SPB, a principal fonte de

insegurança residia no fato de não haver controle on-line, pelo Bacen, das contas de reservas dos bancos. Além dos riscos operacionais, havia a defasagem de tempo entre a contratação e a liquidação das operações, denominada lag de liquidação. Esse lag abria a possibilidade de o devedor tornar-se inadimplente antes da quitação do compromisso assumido. É o que se chama de risco de crédito. A reestruturação do SPB eliminou este risco ao viabilizar o controle on-line das contas de reservas dos bancos, pelo Bacen.

Risco de Imagem

O risco de imagem advém da mesma situação. Ocorre porque a instituição de origem da operação pode ter sua imagem desgastada perante seus clientes e o mercado.

Há ainda a possibilidade de um simples atraso no recebimento de valores causar transtornos à tesouraria de um banco e gerar, por conseqüência, turbulências no mercado. Isto porque a situação pode levar o banco a financiar no mercado o desequilíbrio do seu caixa, caracterizando-se, assim, o risco de liquidez.

Risco Sistêmico

Os riscos de liquidez e de crédito podem gerar o risco sistêmico. Ele ocorre quando as situações de

instabilidade geram um efeito dominó, envolvendo várias ou todas as instituições financeiras vinculadas ao sistema de pagamentos.

Isso significa que, mesmo aqueles bancos não vinculados diretamente ao problema podem sofrer os efeitos de uma reação em cadeia. Para o mercado, quando um banco deixa de honrar qualquer

compromisso, ele rompe a cadeia de pagamentos e contribui para a instalação do risco sistêmico. Sem os mecanismos de gerenciamento de risco adotados no novo SPB, todo o mercado sofria as conseqüências de uma crise dessa natureza.

CCS – CADASTRO DE CLIENTES DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL

O Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional é um sistema informatizado, centralizado no Banco Central do Brasil, que permite indicar onde os clientes de instituições financeiras mantêm bens, direitos e valores, diretamente ou por seus representantes legais e procuradores.

A Lei 10.701/2003 determinou ao Banco Central a manutenção de um "cadastro geral de correntistas e clientes de instituições financeiras, bem como de seus procuradores". O legislador considerou que há dificuldades em identificar contas de depósitos e ativos mantidos no sistema financeiro por pessoas físicas e jurídicas, o que tem comprometido investigações e ações destinadas a combater a criminalidade.

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CADASTRO DE CLIENTES DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL

O Cadastro NÃO contém dados de valor, de movimentação financeira ou de saldos de

contas/aplicações, mas apenas os seguintes dados de relacionamento dos clientes com as instituições do Sistema Financeiro Nacional - SFN:

• a identificação do cliente, seu representante legal e procurador;

• a instituição financeira onde o cliente mantém seus ativos e/ou investimentos;

• as datas de início e fim de relacionamento, se houver.

O Cadastro permite, ainda, que sejam requisitados às instituições financeiras, por ofício eletrônico, os dados de agência, número e tipos de contas mantidas pelo cliente.

RISCO OPERACIONAL

A definição de Risco Operacional, conforme o artigo 2º da Resolução 3.380, é a possibilidade de

ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos, incluindo o risco legal associado à inadequação ou deficiência em contratos firmados pela instituição, bem como a sanções em razão de descumprimento de dispositivos legais e a indenizações por danos a terceiros decorrentes das atividades desenvolvidas pela instituição.

Resolução 3.380 também lista os eventos

considerados como incluídos na definição de Risco Operacional:

A)falhas na execução,

cumprimento de prazos b)Falhas em sistemas de T.I c) danos a ativos físicos próprios

ou em uso pela instituição; d)fraudes externas; e)práticas inadequadas relativas a

clientes produtos e serviços;

f)fraudes externas; g)demandas trabalhistas e segurança deficiente do local de trabalho;

h)aqueles que acarretem a interrupção das atividades da instituição

Para que tais riscos possam ser mitigados a resolução determina:

a) Estrutura independente da Auditoria Interna b) Indicação de diretor responsável

c) Identificação, avaliação, monitoramento, controle e mitigação d) Documentação e armazenamento das informações sobre perdas

e) Relatórios periódicos para identificação e correção das deficiências

f) Elaboração de planos de contingências

g) Disseminação da cultura de gerenciamento de Risco Operacional

h) Realização de testes periódicos para avaliação dos sistemas de controle de riscos operacionais

RISCO OPERACIONAL continuação

Visando evitar e diminuir os riscos a resolução obriga que existe uma estrutura de de gerenciamento do Risco Operacional, no plano estrutura devemos ter:

I - identificação, avaliação, monitoramento, controle e mitigação do risco operacional;

II - documentação e armazenamento de informações referentes às perdas associadas ao risco operacional; III - elaboração, com periodicidade mínima anual, de relatórios que permitam a identificação e correção tempestiva das deficiências de controle e de gerenciamento do risco operacional;

IV - realização, com periodicidade mínima anual, de testes de avaliação dos sistemas de controle de riscos operacionais implementados;

V - elaboração e disseminação da política de gerenciamento de risco operacional ao pessoal da instituição, em seus diversos níveis, estabelecendo papéis e responsabilidades, bem como as dos prestadores de serviços terceirizados;

VI - existência de plano de contingência contendo as estratégias a serem adotadas para assegurar condições de continuidade das atividades e para limitar graves perdas decorrentes de risco operacional;

VII - implementação, manutenção e divulgação de processo estruturado de comunicação e informação.

Câmara TecBan - São processadas transferências de fundos interbancárias relacionadas principalmente com pagamentos realizados com cartões de débito e saques em rede de atendimento automático de uso compartilhado, denominada Banco24Horas, com a liquidação final dos resultados apurados sendo feita, por intermédio do Sistema de Transferência de Reservas - STR, em contas mantidas pelos participantes no Banco Central do Brasil.

Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia - CBLC - A CBLC liquida operações realizadas no âmbito da Bolsa de Valores de São Paulo - Bovespa, da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro - BVRJ e da Sociedade Operadora do Mercado de Ativos – Soma. Sistema Especial de Liquidação e de Custódia – Selic - O Selic é o depositário central dos títulos emitidos pelo Tesouro Nacional e pelo Banco Central do Brasil e nessa condição processa, relativamente a esses títulos, a emissão, o resgate, o pagamento dos juros e a custódia.

Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos – Cetip - A Cetip é depositária principalmente de títulos de renda fixa privados, títulos públicos estaduais e municipais e títulos representativos de dívidas de responsabilidade do Tesouro Nacional. Na qualidade de depositária, a entidade processa a emissão, o resgate e a custódia dos títulos, bem como, quando é o caso, o pagamento dos juros e demais eventos a eles relacionados.

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Referências

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