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DIÁRIO DE NATAL 14.05.1947

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S Ä mm * >1 •: 5 i - v^

O caminho

da servidão

(D* um observador social) Ô senador L u i s Carlos P r e s t e s r e c o m e n d o u , maia u n i a vez, a l e i t u r a da Histú-. r i a do P a r t i d o C o m u n i s t a , t r a d u ç ã o da edição ofieinI, o r g a n i z a d a pelo I n s t i t u i u . M a r x - E n g l c s . T r a t a - s e dc f a t o , d e u m ^ d o c u m e n t o e x p r e s s i v o p a r a a u x i l i a r a conhecer o alcan-. c c d a p r o p a g a n d a v e r m e l h a , n a sua u n i l a t c ral i d ad c, n a s u a capacidade de deí< n n a -. ção h u m a n a , n o seu Icrvur

f a n á t i c o peio totalitarismo p o l i t i c o .

A l i n g u a g e m é simples, s e m p r e d e n t r o d o m e s m o

OrgSo doa "Diários Associados" Fundado em 18 de Setembro de 1939

A N O VIII — N A T A L — Q u a r t a - f e i r a , 14 de M a i o d® 1974 — 1.183

»a b' n o r u*

exame da situação politica cr

com

Empresta-se a maior importancia á reunião da Comissão Executiva

t e r m i n a d o f i m .

A história, como n a r r a t i v a ,

tudo n s e r temad:* cm f a c c dos p r o b l e m a s políticos om foco, O s r . Milton C a m p o s rxj/ô.s ao« i>rrsunVs os |A>r-m e n o r e s do sua e n t r e v i s t a com i> g e n e r a l D u l r a . Alu.. diu os problema;; de o r d e m a d m i n i s t r a t i v a p a r a c u j a su-I

r r s s c q u e o g o v e r n o federal p r e s t e o :;cu c o n c u r s o por todos 03 m e i o s p r á t i c o s c a p a zes dc p r o m m v r a r e c u p e r a -yao economiea e f i n a n c e i r a do Ks lado. Quanlíi aos assim los p r n p r i a m c n ' c politicas, o g o v e r n a d o r m i n e i r o opinou q u e a b a n c a d a d e v e r i a a d o t a r m a x i m a bua •te «Io P r e s i d e n . jp-reSj tendo todos r e i t e r a d o i la c o n f i a n ç a no snu governo» r e a f i r m a n d o na irresíriUt so-lidririedadu de unu; dirolri-HIO, M (Mf?r;diuii:»I) — »bancadas do P R , da VI)N c

c o m p a s s o . M a s ela se a p r e - , N u s m e i o s l « * " " « * cm [do P S D dissidente q u e c e m

-s ? n t a , do começo p a r a en J p r c s r t a 51 m a i o r « « P o r t n n m p õ e m a Coligação Dnmoerali*

q u a d r a r lodos os f a t o s o acon. á r o u n 5 f l° c b K x Q n x' c í l í l e M i l v ; s «« Congresso,

t e c i m c n t o s d e n t r o de u m de- t l V Ü < l u U D N» m n r c a d a P »r a r e u n i r a m - s e na n o i l e de

on-h u j e , q u a n d o d e v e r ã o os l i - j l c m , no P a l a c e UoteK snb a d e r e s d a q u e l e p a r t i d o r e e x a - p r e s i d c n c i a do s r . Milton

t âáÇuiio q u e aconteceu, a s i i ' |m i " a r 0 d e s e n v o l v i m e n t o da (C a m p o s , p r e s e n t e s os s r s .

V cçssSÔ dos ~ a c o n t e c i m e n t o s ^ s i t u a r ã o politica, # criado com J o s é A m é r i c o c Virgilio dc

a t r a v é s dos t e m p o s deixa a r - 0 f c c l l u m c n l ü <lü P C B . jMolo F r a n c o . Após a r e u n i ã o luçiío M i n a s necessita da c o - j a l i U u I e u n i f o r m e . Depois da

tificialmcivtò de s e r h i s t ó r i a I S c^u n c l° divulga, esse foi f o r n e c i d a â i m p r e n s a a J l a b o r a ç ã o cio g o v e r n o fc.de-'''.exposição do s r . Milton C a m .

...Raquele : sentido dialético de n c ) V 0 d c b a t L d a u u e s t â u t u á s e g u i n t e n o t a : — "A C o l i g a - | r a l . m a n i f e s t a n d o a s a t l s f u - j p o s , f a l a r a m d i v e r s o s

orndo-" q u a í a l a o p r ó p r i o M a r x , p a - !í e j t 0 n a b a S t* d ü P °n t o <3c &x o D c m o c r a l i c a de Minrss çâo com q u e r e c e b e u as d e - '

I g a ^ ç r u m a r r a n j o corrente, iv 3 s t a o í i c 5 n l* t r a n s m i t i d o p c - G e r a i s e s t e v e r e u n i d a , c»ta j m o n s t r a ç õ e s de

"urna" sucessão- lógica de f a t o ' \ l° ®c n c r o 1 D u í r a> d i r e t a m e n - {n o i t e , no P a l a c e H o t e l , sob a v o n t a d e da p a r t

u m p r o c e s s o " de a p e r f e i ç o a - l e s r' A m é r i c o n a p res id ên cia do - s r . . Milton j t e , da l i c p u b ü c u , " A f i r m o u

m e n t o ou d e p u r a ç ã o d e acon- e s^e v i s l ü ü v o r a m , Do- C a m p o s p a r a e s t u d a r a ali- , o u t r o s s i m , q u e ò de seu inie- zcs

tecimcntos e d c h o m e n s . v c r à c o m Pu r c c c r t a m b é m a ' Essa história a s s i m a r r a n j a d a n ã o decorre da r e a l i d a -d e / -d a q u i l o q u e e f e t i v a m e n t e s u c e d e u , m a s é u m catecismo, , u m . r o m a n c e saído de u m cé-rebro o u d e a l g u n s c é r e b r o s para servir a u m d e t e r m i n a do p r o g r a m a ou a u m d e t e r -m i n a d o i n t e r e s s e . N a i m e n s a malicia dessa n a r r a t i v a n a o há só u m a b u so d e confiança, u m a m a l i -ciosa s u b v e r s ã o da verdade, m a s h á , com certeza, o . n t u u to d c e x p l o r a r a i g n o r a n c i a do g r a n d e publico e a predis-posição a f e t i v a da m a s s a o p e r á r i a . Assim, o c o m u n i s -m o nasce o se desenvolve nes.

se l i v r o como u m a p l a n t a e c o m esse crescimento, e s t r u

-mado pelas m i s é r i a s sociais,

.deverá ser, d e n t r o e m b r e v e , ^ .arvore r a m a l h u d a , p a r a d a r

.fruto cm a b u n d a n c i a c s t m

-bra.com f a r t u r a .

.. N e m p o d i a d e i x a r d e ser

assim esse d o c u m e n t o da lit e r a lit u r a oficial d o c o m u n i s

-m o . O c o -m u n i s -m o é h o j e e -m d i a » a v o n t a d e do chefe» cx« j

9

MACEK)1 M (Meridional) — O governador

determinou oue fossem retiradas as íoreas da Policia que estavam postadas á entrada do edi-ííeio onde hincL>;Su a Assembleia Constituinte, normalk'.ando-se assim n situaeao»

O LIDEI; UiKÍMSTA Í^ÍIOTESTA

MACEK)\ í \ (íMcvíiUona]} ~ O Uder da Maneada tnlenhsía e^tem, centra o fa-io da Assembleia permaucccr guar-dada pela Polícia T^Hiínv. arm:u?c? dc metralha-doras. E perguntou rro:uícn/.e da Assembleia rjual o perigo csue schre a mestna, tendo o sr. HaHazisr de PJend^nea respondido que não havia perigo at^jjn.

?.r encimam

Kf & isi- v >í V.,' i, w

ão esp£

(Ft e

jjoliíica

W ó ^

do

r e u n i ã o o s r . Milton C a m -p e s . A P R E S E N Ç A D E U D E N I S -T A S NO G O V E R N O R I O . 14 (Meridional) — F o -mos i n f o r m a d o s de q u e a p r e s e n ç a d e m i n i s t r o s d a U. D . N . no g o v e r n o t e r i a sido o a s s u n t o da c o n f e r e n c i a do sr. J o s é A m é r i c o e J u r a c i M a -g a l h ã e s com o -g e n e r a l D u l r a . A f i r m a - s e q u e o c h e f e do gu-v e r n o , na ocasião, m a n i f e s t e u o seu desejo de q u e os s r s . C l e m e n t e M a r i a n i e R a u l F e r n a n d e s c o n t i n u a s s e m a s e r v i r no seu g o v e r n o . R E U N I Ã O D A C O L I G A Ç Ã O D E M O C R A T I C A D E M I N A S RIO, 14 (Meridional) —-A s

KIO, M (Meridional)! çao da comissão do

—» O sr, Níwei" Kp- ! mv: • cic^ríunaxâ^os mos ronfereneion ' Weites d;'i (['eeisao o general Q u i r n , q w í v i i i , j T r i l v . v . i i ü Superior Elei no Caícír. Após a i que í c c H í m o Par-rerenci:u r^H^rdado

pe-la reportagem, o nrc: i-dente do PSD H^clvwv.

mnimism, soo as-eia:-> e polítl rjue está tomar«/!^ pro

videneias para e» n

Em relação aqueles que

cassar

o rios

outros

Como so apurou, a

n - \ r-'-k eomissao

cm reu< KIO, U. (Meridional)

— Noticia-se que o de-putado Domingos Ve-lasco já possue uma proposição contando com o apoio dc GO dc seus colegas determi-nando a cassação do mandato dc qualquer deputado que assuma a iniciativa de cassar

mandatos.

Funda-se a

proposi-ção no paragrafo oitavo do artigo 43 da Consti-tuição, que prevê a per-da dc manper-dato por in-dignidadb.

Segundo se publica ainda, estão se

retrain-do os partidários da cas-sação dos mandatos par lamentares comunistas. Tanto assim que o

de-putado Afonso Carva-lho, desmentiu as

noti-ONTEM, NA CAMARA DOS D E P U T A D O S

A g i t a d o s debates e m

torno do

fe-c h a m e n t o do Partidu C o m u n i s t a

Denuncia de medidas policiais atentatórias áConstituição

cias dc que irá propor n ão dos mes-mos nas comissões per-manentes para provo-car a primeira defini-ção do Congresso sobre o assunto. DEPUTADOS QUE SE MANIFESTAM RIO, 14 (Meridional) — Um vespertino cario-ca divulgou declarações

deiido adiantar cju lendeneia gern! de I * r? j d?* on leni do •.v>n<J. Democrático» sMiX \ rs eorr eíigionai^s de respeiio irresíriío ás

ga-assegurarias ao ro popular, NOVAS A n í t -MACÒES € 1 f <. i » r »' . • . •• 1 i i r « ' T 5 } 5 H ariarn con- demorada-•it. o gener l í d sr>'?rc a si O , Í A '.y O deputado Prnd , lidei' da UDN, I uu n rcpnríaíícMi

!os njandaíors pai-ia jc-,... ; do.!: cr;,-;v:un;';

as, por considerar a nu de deputados dc dife- nv-n <;cm- ccníríi a cr rentes partidos,

inclusi-ve do PSD, contra « cassação dos mandatos

parlamentares dos co- did;i Ntenl;\i')ria á munistas*.

Entre outros, sc ma-nifestaram nesse senti-do os srs. Emilio Carlos

O Ministro

a proau-oii conhecer v < - ' A d o

gene-1 rmíra sobre a cassa»

nj^adatos parla-res dos {•':nmnis-;

ü: in-ca [ir

Ccji:;-íituicâo.

O do|.Hi •. • !v> Gindel A maral, do Partido

Tra-)alhi.sf.;j Brasileiro,

d<<-í v : .

Adianta ainda o. ?or-'»a.! que o presmentr '{.-.via procurado acal"i.^

1110, 14 (Meridional) — A

pressa peia v o n t a d e d o p a r - sessão de o n t e m da C a m a r a iidoVsFóra do c h e f e e do p a r

-tido, tjue \ê um instrumento iIo£<ih©fo- não há solvaçao. A

«quilo que as sen-Moscou dizem que ê mais do

foi presidida pelo sr. S a m u e l D u a r t e , sendo a b e r t a a h o r a r c g u l u m c n l í i r com a p r e s e n ç a de 118 d c o u l a d o s . Nü e x p e d i e n t e , o d e p u t a d o Carlos M a r i g h e J a ' ocupou a t r i b u n a a t a c a n d o f o r t e m e n t e o g e n e r a l D u t r a e dizendo q u e a C o n s t i t u i ç ã o está sondo r a s g a d a . Ein v i r t u d e <Io s r . ; Stàlsn s o b e ' r o u q u e foi s u s p e n s a a s e i -s i o da A -s -s e m b l é i a Con-sti- Consti-t u i n Consti-t e de Goiás, em sinal de p r o t e s t o pelo f e c h a m e n t o da P a r t i d o C o m u n i s t a do B r a -s i i j / a À-s-sentbléiàí de S e r g i p e ;mattifestóu ;p«saf pelo m e s

-e os -estu-eiánt-es d a í; CiSiSÄ , 1 Ä v ^ ^ M ^ p d i j t i l g a í h e n t O d^^ÄSMtl^ÄMiinieitoV O c u p a n d o a t r i b u n a , o d e . JCirilo J ú n i o r h a v e r pedido j p u t a d o t J o r g e A m a d o d e c l a - p r o v a s , o o r a d o r disse: MÁ policia i n v a d e casas de f a m í -lia q u e n a d a tem a v e r com o caso, d e s r e s p e i t a n d o á Cons, t i t u i ç ã o " . O s r . J o r ß o Silveira» ocus;ã(j, cncciminha . m e s a u m r e q u e r i m e n t o , a f i m du s a b e r se c p e r m i t i d o á Policia i n v a d i r cs lares aom a q u i -oscenei:^ dos m o r a d o r e s . C as

so c o n i r á r i o , a c e n t u o u , i r u l a

-fS?

do por ser da alçada da j u s tiça e e s t a r o P a r t i d o r e c o r r e n d o p a r o o S u p r e m o . V á -rios d e p u t a d o s c o m u n i s t a s a p a r t o l o m , e n t ã o , o orador, cslnbelcccndo-stí u m a troca dc p a l a v r a s s e v e r a s e n t r o o B a r r o t o P i n t o e Carlns M a r i g h o l a . Esto c h a m a o p r i -m e i r o do indecoroso, a o q u e o s r . B a r r e t o P i n t o , t r a t a - o p o r l a c a i o . S e r e n a d o s os â n i m o s , o depitVido P l í n i o B a r r e t o e n c a -m i n h a á -m e s a , ..afi-m d e - s e r publicado n ó D i á r i o da Cà-m a r a , u Cà-m oficio :d ò i M i n i ^ ó ; do l1 a b a ! ! i o < i n f ç ^ a l i ^ p ^ ^ bro a l a t i v a m o n l e

do Partido Trabalhista eíarou á imprensa qni?, JJrasilciro, Aliomar Ba- juridicameitíe, podu rei*

o rsr> Clemente Mar: mi

repetindo o qniQ-j i d!:

s v z í \ b outros" ; fine m n havia m^t

n-!>nrn crise. lieiro, Prado Kelly,

Ju-raccí Ma^alhacs, Püdjo Lemos, Cordeiro de Mi-raci Maçalhac.s, Plínio co» da UDN. E ainda os srs. Oliiitö Fonseca, Car los Pinto, Jarbas Mara-nhão, Osvaldo U m a c Vieira dc Melo, do PSD Domingos Velasco, do Partido Socialista Bra-sileiro c Tristão da Cu-lta e j a c í Figueiredi), do

C o í i f c r e n c í possível a eassr'*cf*r>

mandatos aos d^pulacl^;:

0 senadores por mnlivo! r'n?sH do cancclani(rntr) do n>

ß'istro do Partido Connj-1 lista, Porem o que não

C C . : - o

RIO, 14 (Meridional) O sr. Artur -Bernar-o p-Bernar-ossivDÍ» ó íu.^ir n-Bernar-o ím ' der. c-Bernar-onferenci-Bernar-ou, de-l perativo consi-tueional niGradamente, com o <iuc assegura mandato' general Dutra Jio .ma í.-ôs represouínnlcs

eloi-1.os peio povo o náo

Joh Partidos. > • Por sua vê/ o

deputa-do Áliomar Balioirp. se tarf 4% U I>N',: fluo r^ÂèMl .nhã de .hoje, Ä d e i l ^ ^ ^ Ä o Càtete,-. . d é c l â í ô Â f t r ^ ^ ^ • lMer icli oíiál"

exani

c i a h M $ ^ ^ ^

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Vi x^í

(2)

J* J*

dWlm. «aw^swajs-i&rs

ISÍIIÂÂ

^ I \í>O A 1 8 DE SETEMB;tO DE1939

Ditetoí ö Gëtëiitài EDILSON VARELA Assinatura s: 1 > k • « » I • t « « «» Scniegtre tAlnaadfl « « • « <. I • • • r • • • « t • » I « » • • • » • I « « Cr.$ 71 J I« i on,o» «0,0o 1,00 0.50

b»u m ;-:?is: — Sei viço» de imprensa Lidn., Aua

"' A' il, 241 São Pa«l°. _ Serviços de Impren» i

I

*a Ed, Odcon (sala 802), Rio de Janeiro. »»I % ut . IViu1' do <iiíeíec!üâi, párá:tòb8- « ü f õ s f t fôs;; ' ' - • ' • - i h o » á Rus&iav/tlòhdè rectbem MÍ" reçSpir- ^iiteiti^nânXò^ gio. E acrcscenta:

"E' irícriVel que nesáés fÍ9:

volumes em que está toda á história da agitação o da in-filtração marxista-lclinisía nô trâr que o niodo pör ejue cum

priu s'cuJdevcr: de; juiz;tintiä as suas râizõs, não cm oàtü-do •superficial.oàtü-dos autos, mà$ cm todo um longo passado dc pensador, da sociologo e so-brohido de homem que viveu sinceramente em um dos seus ensaios,""denominou de "Exal-tação Patriótica" e de "Sonho de Giçantc". Lembra tre-chos de um seu romance edi-tado cm 1922 — "Pais de Ou-ro c Esmeralda11, em que

pro-curou , esboçar uin imenso' quadro'da organização e.dos Pátria. E nessa' obra expres-sava o seu sonho de Justiça Social, que continua hoje tâo fervoroso como há 20 anos. Nao estava, portanto, falan-do no julgamento falan-do Pariit

do Comunista um reacioná-rio nem um homem de dirci-ita, Muito ao coríírario, ali

s

' * ' ; À u s t r e g c s i l ò á c A T H A Y D E

(Para os ÍD. A.)

A iaeia do professor Oscar Clark, cie fundar colonias agrícolas para os menores abandonados é das que merecem a atenção do governo.

A primeira vantagem de ordem material é cjue as colonias desse genero, pela simplicidade còm qúe serão construídas, podem existir em nu-mero suficiente para recolher uma parte conside rável das crianças que vivem ao Deus dará nas cidades do pais. ,

A segunda, e não menos importante, é que o proprio produto do trabalho do aprendizado

agrí-cola, será possível custear boa parte das despesas çõm a sua manutenção.

O problema dos meninos abandonados é desses que rolam na literatura dos técnicos e nas •reportagens e comentários dos jornais ou são òb-'jéto dè conclamações patéticas dos moralistas, 'sem encontrar nunca uma solução adequada.

Desde'que me entendo, ouço e leio grandes .tiradas sobre esse assunto. Eu mesmo não sou

dos que teem escrito pouco sobre matéria tão 'relevante.

Mas como acontece a numerosos outros pro-blemas graves da organização social brasileira tudo vai ficando em palavras. Algumas "vezer belas palavras, mas desgraçadamente apenas p a l a v r a s . . •

' - - ' • í *

As colonias agrícolas sugeridas pelo profor

sor Clark, um dos batalhadores devotados ú i n - Ík n t a' S u a <,bra .t u l , V J , t"c s a

e ccm^io>:n foi mais uma teru

átneia formidável do que uma simples doutrina, mas Que se façam pavilhões de madeira, t ã o apre I r cm p r e c a r a c t e r i z a d a p e l a

priados ao nosso clima e mais baratos do que ar idéia de r e v o l u ç ã o v i o l e n t a ' ; .

uções em pedra e cal. Não falta terra fer R e f e r e - s e , a d i a n t e , ao

"Ma-iü pav* ser trabalhada pelos meninos. O que f ^ hifesio Comunista'^ , j • j . • 1 1 - n e i r o de 1818, e q u e "soou n o 1, & ^

- o r o s entristece, e capacidade de açao , ' 4 • - ^

, , v } * ^ * ( m u n d o como u m trovão

apo-•.ares públicos. (céptico-*

q u e , desde e n t ã o v e m n u m c r e s c e n d o d e . D i c s I r a e " . C i t a as. p r i m e i r a s e

18

p R I l p l Ä Ä l p i i ö Ä H t l Ö p c uma forma de dcbpoUamo, de itmbiit) inlernadonul,

a oriciitav^o do Stalin, quo Tliorez, nu Frunya, denominou

Je "no're. chef a lous" r.cfe-rindo-se a todos ob secretá-rios geraiü o u seus adepto* Brasil nao queira ver henhu» O magistrado recorda ainda má prova concreta, çâpâz de

convencer üm juiz. Será,o juiz um monstro com olhos, sem raciocínio, sem consciên-cia da realidade?.ps.quç, as-sim pensam são como os de-mônios de Miíion. cuja mâio^ destinos "cultur.históricos da desgraça era serem vitimai

do excesso de luz« A luz ce-gava-os e punha-os. "tontosi irremediavelmente mergulha-dos nas trevas;.

Não descrê o desembarga-dor José Antonio Nogueira dç,. fornias dcmocraticas do socialismo, ccmo indicam as lições das incici icas "Rcrum "Quadragésimo

que nos çnsuios intitulados °0 Moderno Humanismo1;, "d

Cristianismo e a Questão S6f S s N * X • \ S /S ciai" è em outros trabalhos já havia mostrado o carater místico .e sectário do bolche-vismo. O 'Partido Comunista nao é propriamente um Par-tido. E' uma insurreição em marcha, :"um plisso para di^

ante, um passo para traz", conforme o lema realista de Lenine, Não é um, Partido,

estava um homem que pen- varum',

sava em um Brasil em que Anno" e "Divini Redempto-a pRedempto-arte reRedempto-alizRedempto-avel de todos os bem como Redempto-a obrRedempto-a do ju-sistemas de redenção eco::ô. ^ «lemüo Karl Nannheinn mica e social se convertesse1^ dias falecWo, a de Haroid

Lasky, chefe do Trabalhismo na Inglaterra, e toda uma equipe de sábios que auxilia-ram a criação do "New Dial" em sangue e vida, "a nossa

moda suave", assim para a coletividade como para o in-dividuo. Recorda ainda o anátema que lançou sóbre o

"absolutismo totalitário" em seu ultimo ensaio intitul-do "A Minha Nova Floresta", o acentua:

"O bolchevismo, senhores» a interpretação russa do mar-xismo é a negação absoluta da. liberdade e da democracia, Marx e Ingels, no fim de sua jornada de ccmbatcntes,

che-garam pur vezes a tdmit;: um socialismo democrático, mas apenas como método

ír.nsllório c accsLÓrio, nun-ca como substitutivo d'j in-.vurreiçfio c? da revolução vio-fancia desprotegida, estão ao alcanço dns nossa;

finanças sempre em crise.

É M I

do Parlitio kmunisl«, aua organização nu sou gislt'0» comparahdo . duas orytnjzaçoes oonjjcrtcrcs do Brasil e <U Rue5ja. Analisa sua ação revolucionaria e dis solvente. E concluo pelo fe-chamento do Partido Cornu-nisia do Brasil, dizendo: v

Senhores, falamos no ex? tremo • fim do^tuina carreiri de juiz - c dc\pwsáíôr;fl|tci-ceiamotí seriamente pelo íu* turbado Brasil; • Muito hárrié custai* a salvar « .essencia dá democracia, e das nossas mais carás tradições ' '

-DÍIâlííltõe^Pâ

t smer&lda?#eom^qM

dçterminámoa a 'canMl^en? ttí dò' r^siroïdà: PÄHo Col munistü,. rjplicahdò

Tpy ^erçra;d e rfiod ò ^pfo c !ra* Muito há de custar o s a i l - ; ! C e t c * var'a essencia . da d é m o c r a t i s a h o ^ s à s tra.* cia... Mas a -• - .. fifiM s-z y ï E d i ç ã o d e h o j e . X r . $ 0 , 5 0 I n d o o u v o l i a n d o Compre na "Farmncia:

Santa Crui" que está em seu caminho

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OlÜiiní^,.

<Ccndn»io dá jl» pigina) cor o& n:ov.rashtòs reVoluctó* nárlos, desde 1M5; Spwssmd^ »ö«sO| días/ èóm o "bol3chbi"^ Ä ^ M Ä ^ o i i ü I «

M

que O sociali:mo signiíícaria a maior desdita já vista pela Humanidade'.

O "socialismo tétrico", anun ciado peio pensador mglês e viudo por maóN de Lenine, é

minuciosamente "analisado pe-lo deácniliurgádor José Anto-nio Nôgücirâ, que'o àpontá como desagregador da unida*

de intima c divina dô ser hur mano/ Ò hòmèm nesse rfegi-mo dè vêrdadeità "sociètas sccteris19 íicà convertido a

humílimo aiitoniato que obe-i * k doce ás menores Ordens' do; chefe - ònipòteritê. :

Focaltsiihdo o relatório do professor Sá .: Filho, declara

que nèlejhá proVa solar1, de

ciüe; o còmuniámoi dó • p

longedef ser ^ ürria^dMlógia èVigin^l;!^ ri ò^cSinu^iámo;, fè^rSSampai^ Dòíía^âuis: • , . I «í * ^ i * f S.í >s y y / / t- ' / • > / \

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' : ' x _ * \ . ^ ; . / ,> ^ • ^ ä"; ..* V . 1 ;' ';V'

—" Para crntrtb:IenÇ5Ír è ! fetr-wt«zi

d tecícs de seníjo lisiimo o^aío c''äe' podeiriücfit'vo'mujfcÒ.iV4«* do. .rcssuiim, elsin dis!o, nas suas an'enaj, :0cmir.:ve 6ráao qj« õs crie U d a ^ r m i 8 V W f * Í ^ í S í l * ; • » tiiísàs -»V -C m u ïihecer^MdôllÂsoji^ueireBsusti,

«

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(3)

IP: « •V&J p f f » v -âSè^í-r. k e ï •X'y K +< ' * ** » *4m - • \ •-m 9--'.« w« • • • « • . « " « r i M »TA1' * . I p Ä s ^ ü : m ' - • •i><vWv . . . V* V P. * Í.-« l1 I « « Ell ü K o ^ H l d t M j t s nos po-Es I a í f o r a m ï ? pa I ri v rn s --MX^5 0?."^^^?^??: « n i p a l a v r a s p o r q u e a q u o -um hò-de uma i^ihisá ijlié um dia chc-aíbti;íao Seil lar na.qimJU

J 'diwUrdè amiga da esposa T "> A g u a r d e m p a r a b r e v e : m m ^ m ^ à m m M M t t M ë ^ \ • í • 1 " O C O R A Ç Ã O D B U M A C I D A D E " o u m e l h o r " G i L D A " . . . c o m R i t a H o y w o r t h m m v

C A M I N H O S

. • - S H ^ R ü z í v j v i LAURÈN BACÀLt : CHARLESBOYER O destino íancôu-a nos braços,do patriota aven-tureiro c o amor desper-tou nela o espirito do sacrifício que os uniu

para s e m p r e . . .

E ^ i í i b

:

de verb a

8

secretas, no

c

«

•V

Regularizadas, as

despe-sas dòssrs^ Coriolano

Goes e Ribeiro da Costa

• • > I •• • •/' ' ti' — 4 • i

2 2 m n h ô e s d e c r u 2 e i r o s s e m

tité, dosr* João Alberto

i

. f. i

-RIO, 14 (Meridional) — O i Sobre as conias dos sx; Tributai-de Contas, devèJul- j C o r l o l a n o - G o i s ? Rittiro gar, h©ja, a; tomada da con- da Costa, um matutino "diz

lar das verbas de diligancia*

policiai»—-a .chamada verba

Mctet«/—» correspondente Q

(sis cliefes de pcLcia. üq D.s; trilo, oi £r3. Ççrfclanp.ri* G o i i

JaioAlberto e Rïbeîxû da Cttt

poder 'informar que têm

«pa-recer faroravol, apres^n iam comproyaçôci de . todas

as despesas». Há^apenaj;, na

»'

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^io dd verhör Na rubstancia, parem, são tão p^rí&ilaá quanto as do sr, C-orlolano de

(2aie, acresc&ntaj

o mesmo não s e dá quanto fco &r> João Alberto, que nao

apreseiuou comprovaiü<v

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p o r t o . A l e g r e , 20 — A Doutrina de Monroe remota fíencro do pan-amcricanismo o da boa vizinlümça quo o génio politico dc; Roo-sevelt haveria do condu / i r a you mais avançado e fecundo estagio evolu

tivo,-propiciou o tornou efetiva, no século passa do, com a ajuda da íui-ííacidade de Canning e da esquadra britanica, a segurança do hewisfe rio ocidental. Foi graças á ideia fundamental da mensagem do pi os id en-te James Monroe ao Congresso dos Estados Unidos naquele históri-co 2 de dezembro de ( P a r a os " D . A . " ) naquele primário Washington, mundo ainda em comparaçao com üíí vertiginosos progressos da ciência, da técnica, e da industria dos nossos dias, era, por certo, ca-bível a clausula isulacio nista^io "íarowell ad-dress" do general da in-depende n e i a: u iN à o

in-tervir nas questões eu-ropeias, r\ÍM se deixar envolver nos distúrbios da Europa senão rela-ções du eorneretn, .aas

nenhuma no que concer ne á politica, e, enquan-to as narôe:> da Europa

igualdade

ver de vigilancia mili-tante que cabe á Ameri indepen-1c a — aos Estados

Uni-clencia cjas nações ame ri canas ejli relação á Êu ropa, Mas em 1947 não mais se pude cogitar da segurança dc unia na-ção em termos conti-nentais, mas, sim em o-eeanicos e mundiais. Eis porque a Doutrina de Monroo da atualida-de poatualida-de importar para o'- Estados Unidos, co-íc.o phj-a qualquer re-publica ccnlro ou sul -a-ifloricuna, a plena efe-tividade da segurança de um pais df Eu,-opa da As ia, da Africa ou da Oeeanin .A doutrina

gum das despesas relalivaa a | p ü S ] g ; K ) de s ti n a d a u

tor-faxn«» v « b a secreta, que | n a r . s e u m < -H\0 f i i i n» c o n .

om administração, atingi-1 tineiitul — a America e

ram a 'vinte c um milhõc.-: o '

. . . .

S K N H Õ R R S C O N S T R U T O R E S !

'Uma poi-ie de sua constante preocupação dos seüs projetos, para empregar o melhor pelo mais baixo custo, 'tem jáJa sua solução satisfatória.

Es-ta párte, a pmtura interior, será resolvida pelo emprégo da tinta em pasta de caseina:

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y;> J Â n ^ ^ l ^ r r e t o , 1282 — Fone:10G0 ^ ^ À l ê M m ^ Natal — R, G. N.

seíicontosmii cr useiros. Adi-ttBia q u e . ç sr. João Alberto,

nu ]uxe*lação <1g corUas, íez

varias, alegações e n t r e étas a

líe qu© destíuiu poucos reci-bos ou documentos que pes-Juia £<»bfe dcsjpe£a£> »o diu

23 de oúlubro de 1945, quan-do da deposição da diladura. ... Acrescenta ainda quo o sr. João Alborlo, nas ultimas ho m di sua gestão, as^incu um cheque de um milhão & quinhçntos mil cruzeiros^ cu* ja aplicação não pode expli-car* . k c- •» • • . . . I • , . . . .

, .C^nclue revelando jque tr» João Alberto será respon BibiUsado ciril ^e criminal-menie pela verba malbarata-da, qua sa eleva a quase 22

m i l h õ e s d e cruzeiros.

— — j

M A C A R R A O

" R O Y A L "

Preço para o pubÜco

Cr.$ 6,20 K . °

. D E P O S I T O :

A v . Duque de Caxias, 174 F O N E 1955

R e q u e r e u

desosiipa^

ção tia sede

FUO, 14'(Meridional) só"Vos mr-ios dö'cö-murilçacão oram ientos

amencaiKJs — que esta pavio do mundo dei xou cie ser suoestivol de recolüiiizagãü contrari-ando os torvos proposi-tos da Santa Aliança, espeeie de eixo Berlim-Rom«-Toquio da época, a quíd. não lbi-a a fir-me diretriz trae?da pe-los americanos do.nor-te com o poderoso aval marítimo da Grã-Breta-nha, teria, muito prova veliuente ,acedido as reacionarias instancias da Espanha, inconfor-mada com a perda da suas ricas colonias ul-tramarinas. Naciuela é-p o c a o s EE. UÚ. abstinhamso cie q u a l -quer intromissão na po

litica europeia, fieis á tradicional norma; do fundador da íiepublica, mas .opor-se-iarn, até de arnii;s.na mão, "se neces-sário .se tornasse, a quaU quer,tentativa de inter-venção de'uma potência niiO.americana, porque naquele, tompo não se pedií^ cogitar, nem por sombra de concewçuo

\\'ikiana do "um mun

c'e Mrinro? a''nniiou-se e

( i i; eiiiri'chocam,

d^ixt;-Jt»2;>, condensada na pi*o las entregues a:.: sipu

querela:; parLiculares, 11 ransfiiíurou-se.

coiiLent'U'-se em tirar1 ,

proveito da m dos U u continental, que

outros para alargar seu ;cra, e üejitro de cujo iej próprio comerei.,-. Ko- ! U o ü l l'i"i n : d e LmilaLcral

Iam oh fatos, porem, e, i u e u l u - a r a o .S L i r í 0 d ü

com cies, ns homens 0 ; l---^;^oncaniSmo, o

os povos, na air.pulhí ía C:Ual'. e i n U U l l : r i ;,iru?llSü

da historia, e o

panora-3.1 dos como naçao mais ri-ca e mais poderosa, pre-cipuamente, mas a toda a comunidade continen-tal também, no que lhe couber no terreno coo-bri.^acional da solidarie-dade inter-americana — em face dos perigos que rondam as nações livres O caminho todavia só não está claro para cm cm não spiba ou não ouc-ira ver: é. de feito, o da vigilância militante e do resoluto embartfo á expansão do totalitaris-mo oriental onde aúer aue ele posci lancnr

u-mu cabeca de ponte na r.-i assaltar n? cidadelas

fentais d?, democra-cia.

ma í:e ix-ansmuda

nao o senão a multiiatc-ralixa.cão dacuiela clou

CASA A VENDA

Vende-se magnifica vivenda, situada na mais aprazível artéria dn Cidade, iAv. Getúlio . . f i n a ela nassou a ouro- Vargas) dispondo de completo como por um LU" i J t , ^ u u ; . i r i n i , ! C , _ f.n mnl«ff lc 9

toqiio de ma«ia. Eis q u - 1 r*° a t» «! í J i n p - S G- c o m p l e t a s a"

o "esplendido isoliünen- H . . .

to "caduca mo influxo ; a f °l a n l C'

do incoercível determ!-! , a.n,del,

cl^nvidenLe rejato

co.no amanhã, será asia ! ^niodacões. mesmo pa-ra Familia numerosa.

;

Ame-O sr! Sinval'Palmei-ra, advogado do Parti-do Comunista, Parti-do, Brasil, requereu ao.' Tribunal Superior. Eleitoral que as.sédcs de seu partido sejam.ocupaàâs. ^ O Partido, Comuhis-ta protestou 'còritra - a atitude do Ministro da Justiça-,que -mandouo-. e ntsegui-Qs,. o .poder o-fensivo d^s armas cor.he cidas .infantilmente re-duzido. lio ff; ,no. era d-i super~aviação. "O Aílan tico. é um canal

sobre-voado. e com horários e 0 pacifico é outro canal, apenas um pouco mais larjspij: a Europa e a

A-nismo do )-)ic>ceí-:?:o his'o rico. A doutrina da A-ni_erica isolada contra-pee-se, jrresistivelmcn-á doutrina da politica mundial cla A?r,eriça.

Interessante o assina lar que a .Novo Doutri-na de .Monroo do

ricano?, a qu'd

publicistas conieçaram a rotular de "Doutrina Truman", cercamenlo tendo cm vista o plano de nuràlio dos listados Unidos a Grécia e á Tur xjuíu, fjnvuihv.lo pelo

a-tua! presidente esiadu-nidcnoc, posto que num ponto contradiga a da mensagem presidencial

de 1323 — no que se re iere a não-intarvençào na Europa — quanto ao seu postulado essencial,

no entanto, a segurança . . .

da America e da Demo-: °'.a "a politica

intemn-o ao vôo do Guliver á volta do mundo, .judisciosa-mente concluis que" ''para ganhar a paz très coisas parecem necessá-rias^ lò) planeja-la des de já e m term os mun-diais; 26) assentar que a paz só será posdvel num mundo ecor.omico e poli ticomcnto liberto — li-berto tanto para os ho-mens como para as na-ções; 3ò) estabelecer que a America represen

íará parte ativa e- conc tru-xva na libertação do mundo e na conserva-c;>u da pa/:." No Brasil, como no resto do mun-do democrático, proli-fera uma romantica e doce casta de lunáticos eme, nas asas de um so-nho pueril de disnlicen

cupar.,suas ; sedeis çonsir sia -estuo ás nossas por

der ando? a medida1 i n -; tas".

constitucional.1 , : - • / Ao tempo do George

cracia, nada mais si^ni-fica, em verdade do C{uo um natural e lo:*ico des-dobramento desse postu lado. Com efeito, em 1823, podendo os conti-nentes viver politica c militarmente isolados a, segurança da" America implicava aDenas o des-fraldar da bandeira da não--•'intervenção e da i''1. i

i. ïm

ii^anôvtóidft^o y h o3a lo Alegre; deverão : c h p g á r . .

; a ; , M ^ ' Ï X C ^ . à

eató capial ;.na • ^ßun^ti^.qu^ií-i.j":IUig'ii'^^Ui^^vvÈr^^'Jí^ ' PÀNAIR 0 0 PIïÀf-JL

--eional. não enxerga o d

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. NOTA OFICIAL '

- •' . . . ' »

A Diretoria do Alecrim Clube que'acaba de se instalar definitivamente com a conclusão e inaugura vão do Edifício Leite; a realizar-se no dia 17 do corrente, regosijada com este signifi-cativo acontecimento para o bairro do Alecrim,

•ealizará naquele dia um grande baile dedicado to Comercio de Natal e especialmente ao Sr. Leonel Leite, como preito de homenagem peio

•uccs-iO do seu -grande • enpreeháimèhto ei pelo nuito que tem feito èm pról do.!Alecrim Clube. • Esta grande festa será irradiada pela Rádio ?otí de Natale falando por essa ocasião vári<

>radores-e terá início ás 22 horas ^pós ás solen dade: da inauguração simultanea- do1 ''ÉcÚficio

Liei te " i e das novas instalações dá v Gasa Lei te nela . passagenv do; Í10.°>àni^§áno; dè funàucád daquele

còncéitUádó èstabelecitóénto

(4)

< Ui t: I ^espösa^ao i à ê R e i s ; t g e r e n t e ^ , d a I t i l i i i i Ä o s E d ^ l N a s c i

-OTlüöls

^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ v r i n à r i m ittieUtt* genital SiV:iéxÔsj D M f u n u r t u e» r n ü t ^ ^ R f t l P t í a i v f e R o s a ^ G t S I l ^ y i ^ t ü h ^ g c p s ç f f ^ C r i a n ç a s -.v^SPK

vist Mesquita :$:Àçücen¥::^c r; dü

süá; esposa cl, Neuza Bezer:

r a t M e s q ü i t a « Mc ONTEM S e n h o r i i a s ; í á r a Maciel T r i g u e i r o , alun a do Colégio E s t a d u a l e f i l h a do s r . A n t o n i o do N a s -c i m e n t o Trigueiro, -comer-ci- comerci-a n t e n e s t comerci-a c comerci-a p i t comerci-a l . Ä l i M I

I H I i H i B B i i l i i i l

Hills

* Í l Í ! A t V Â R 6 ' V I E I E A ÄÄiCbete.ie Clinica Cirúrgica «ic ^ ^ ^ ä B A ' W - : SENHORAS ^ ^ I g o r a R À c õ E s ^ . . ^ P i l K ^ D E M E D I C A M M C v t M - ; IMM-CM-H É É O » — Butorl Elctrlcc DM 10 í« i a « M - h o r a a . A v . D u q u e « P « ' 1 Í 8 ' (Casa" t e r r e a ) I j M f r a n e r l t - M G e t ú l i o V i r -« — F o n e : 14-23 F A L E C I M E N T O S ' F a l e c e u o n t e m , em Recife, d . Rosa Eíihimas, f i l h a do s r , A n t o n i o J51ih:mast a n t i g o c o m e r c i a n t e na capita! p e r -• s n a m b u c a n a o de d . Elisa Eii-h i m a s , já f a l e c i d a . A e x t i n t a e r a solteira c go-zava de g r a n d e estima n e s círculos de suas relações, sendo a s u a m o r t e b a s t a n t e s e n -t i d a .

D e i x a vários irmãos, c n l r e os quais d . Mercedes L a m a s , viuva do s r . Elias L a m a s ,

re-t r è n s ? d a q u e l re-t e í ç r r o v i a v ; n o ? r a ^

acabam (dê j^ndereçar ; ao^dir íòrí cl aqü elaf Êst rnd afó:;

seguih-íC^Exmo.* S r 4 D i r e t o r da Es-t r a d a de F e r r o C e n Es-t r a l do Rio Grànclè cio N o r t e — N a -t a l . P o r i n t e r m é d i o do p r e s e n -te Memorial os a b a i x o assi-nados. .expõem a essa Dircto-r i a u m a sua Dircto-reivindicação

q u e ressalta, como neccssida-i cie primordial, aos passageiros dessa v i a f e r r e a , e s p e r a n -do seja V . E x c i a . , coopera-dor decisivo p a r a alcance do êxito d a q u i l o q u e p r e t e n d e m , u m a . v e z c o n s t a t a d a proceden. cia em suas alegações e a r g u m e n t o s

-T r a t a - s e , E x m o . S r . Dire-tor. de p e q u e n a modificação a f a z e r n o Iransito dos trons dessn C o m p a n h i a , no Irccho N a t a l - A n g i c o s . E este pedi-d o se baseia, sobretupedi-do, nu conveniência q u e um novu h o r á r i o possibilitará beneficiando, e u m u m e n i o , a E m p r r

-mtàmmBmmMt®

' M Ê » » estòW^pbrqüeftámijnazarààisua vi age m , c a n ç a n d 05 A s s u^ro u^ Mòstói* õ? z à n d ó í e l c a gòcios ou ã f a ? ! : o r c s l õ u t r o p òv

derá ir, por êxcmpib, nô .trem de s e g u n d a - f e i r a e v o l t a r n o de q u a r t a f e i r a , dispondo^ i i -v r e m e n í e , da t e r ç a - f e i r a , p a r a t r a t o r de seus interesses n o l o c a l . sirienlc c m N a l a i .

S ã o seus sobrinhos e m N a - s a ° clientes, <lc

munci-ü r t t í - O f w i a « • Narf#

DR. JACOB VOLFSON A s s

|&»iritfrno da Clinica do

do-- ^ Professor Cesário ^ ^ ^ t e ^ S á r a d e e do Hospital ^^tefíSpta^Izaber da Bahia — ^^^T^tatóénto c operações das

^1%'âWfiças • dos Olhos, Ouvidos,

^ ^ H ^ e í Garganta. '

C « w u l l « i o : Praça'João'Ma.

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« • say _ Fòti« 1705. t a l os s r s . A m a d o r Lamas»* Carlos L a m a s , A n t o n i o L a -m a s . J a c o b L a -m a s F r a n c i s c o r a insofismável, s e g u n d a as ponderações s e g u i n t e s :

De inicio, é obivio decla-L a m a s , Edie decla-L a m a s , e as sras. r ü r ha m u i t o s í n o s , teu

d . M a r i a F a r a c h e L a m a s , ca- d o s aqueles q u e t r a n s i t a m p i

-sada com o d r . Vicenfo r a - ) a Estrada de F e r r o C e n t r a l

r a c h e Neto; d. I n e z L a m a s d o R i í> G r a n d e do Nortu, on

D a r n a u d , casada com n ar. Natal e Angicos, nr> atual horário estabelecido p :r os.-a C o m p a n h i a , se s e n t e m p r e j u -dicados no f a t o r i r m p u , além de conveniências o u t r a s . E l i l g Ü P » Ä f f e Silvain D a r n a u d : d . Emil ia L a m a s G r a n d i , esposa do sr. A m a d e u G r a n d i ; A n i t a L a -mufi F e r r e i r a de*Scuza,

casa-da com o s r . W a l t e r F e r r e i - j e o r r o b o r a n d ò o q u e se alepa r a d e Souza; e E s ' c r L a m a s f a c i m a» a l c n t* V. E x c i a . . p,i

F e r n a n d e s , esposa do s r . G e - ( r a ü í a to de q u e o v u . j a n t e

raido F e r n a n d e s de O l i v e i r a . |r i o i n tc r i o r t ^ g ruma n

.Na-tal é forçado a dispendor do;.* dias na v i a g e m u m a vcv. oni-M F ® * D È N T i S T A S OB^AKHANDO A. TA V E B á Clnirgilo^èntíste pfl i te •»# K p DM 7 is II heras • Ä Km Pra»id«ste Bandeira, 425 - J t o â P r o f w M t Z u z a , 729

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T o m a n d o - s e como cx^mpln mesmo, o passatí'íiro i h A s s u \ — m u n i c í p i o mais p r u x i m o a Angicos — cujos h a b i t a n t e s uzam, com assiduidade, o t r a n s p o r t e f e r r o v i á r i o uara as suas constantes v i a g e n s á Natal, t e m cie q u e v i a j a r com antecedencia d', um dia p:.ra o p o n t o da E s t r a d a de F e r r o , com f l a g r a n t e p r e j u i s u SJU, p e r n o i t a n d o ali, e m desasso-cêgoi n o p e q u e n o hotel, s e m -p r e s u -p e r l o t a d o , obrigando-se, ainda, a t o m a r assento n o trfcm, p e l a -madrugada, a f i m d è v i a j a r desde cinco da m a -n h ã a l é á t a r d e , q u a -n d o -n a o ha m a i s t e m p o suficiente p a -r a c u i d a -r dos seus negócios.

V a l e a . p e n a f r i s a r , igual-m e n t e , a p a s s a g e igual-m do Rio Assu',*. q u e o passageiro é

obrigado a f a z e r n o seu r e -gresso de N a t a l , a g r a v a d a n a

época mveriiosa, pois, em fa-ce da aucsencia de pcmtet ali,

e x t e n s a s o de n e n h u m a se-g u r a n ç a são ns travessias dos c a m i n h õ e s c automóveis so-b r è "pontões'1 c c a n o a s .

So-frendo, • ademais, o horariu q u a l q u e r r e t a r d a m e n t o n a c h e g a d a a Angicos, esta se r e i l e l e c m a g r a v a r tal circunstancia, pois que, em f a ^e^dfisse imprevisto, o p e r -c u É p s o b r e o Ri-ci A s s u ' será :|e||õ| m noite, dispendendo-.«o j | | g t e m p o , d i a n t e perigo

Ifci

porque, Exmo. Sr. Di-, sugerem os abaixo

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RoyaV' d e todas ás q u i n t a s f e i -ras, n a Associada «Potiguar, é u m big-broaclcàrting, que o f e r e e c u m desfile <ios m a i s [destacados n o m e s do q u a d r o l ü c ^ l x f ó m ^ d csíàÇ'siigôst m o â i a n to a cres e i m o ., d 6 m oV i m e n t o . d c p a s s a g e n s dado. ò ^ i n t e r e s s e g e r a l do povó p e l a f ó r m u l a a q u i sügerida p à r a s o u s h o -r á -r i o s " , •(Seguem-se. as ossinaHtras).

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a i e n e a o R 11 C E B E R A M : V t s a f a m a d o s fojçõcs t (í £ T N A " a c a r v ã o , d o t a d o s d e n o v o s a p e r f e i ç o a m e n t o s Í J i í d o s q u a r t o s l a q u e i a d o s p a r a c r i a n ç a s (ii ijpos d e f e r r o e m e s t ü o m o d e r n o p a r a t e r r a ç o s e j a r d i n s C o n f o r t á v e i s c o l c h õ e s de m o í a " P R O B B L " c m u i t a s n o v i d a d e s d a é p o c a V I S I T K M SI* \ S \ ( ) \ ' A S I- S r C K S T Í V A S R u a i rei Mt:<«eíin!i<), 2.^0 i - o n e , 1220 - R í B H í R A 6 1 r ? & n Q. n r p s p i <n n siBsP^pâüibítiioil

2i. 20

í?t;mmmmSÍÊ08£

21.35 - Cravações^^M^SIpS 21.45 — " R e s e r i H à f d ^ N ^ i -cuis do Dia" — S E P A N -2.00 — Prefixo — Encerra-mento o - •; ^ J • - V 1' W < i-. i-. \ AINDA A IMÍDPVL V-DA INTERVENÇÃO EM S. PAULO RIO, 14 (Meridional) — Um jornal fez uma

onqueie entre os-

repre-sentantes

parlamenta-res de -vários partidos sobre a propalada

in-tervenção em São Paulo obtendo respostas

una-njmentes contrarias a tal medida. Manifesta-ram-se contra, os srs. Berto Conclé, do P.T.B.,

Paulo Nogueira e Plinio Barreto da U.D.N.. O sr. Plinio Barreto disse: "Não lia razões que jus-tifiquem a intervenção em São Paulo. Não

ve-io, por isso, possibilida-de possibilida-de vir a medida a ser adotada- Em todo o ca-so ,se ela se verificar, estou certo de que toda a opinião publica do meu Estado formará ao lado do governo cons-tituído. Eu que sou ad-versário do governador Adernai' de Barros, es-tarei, entretanto, nessa ocasião com ele. Já que se fula na intervenção, seria bem esclarecer quem nem uma politi-ca de combate ao comu nisrno, no meu entender justificaria tal medida".

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No Rio, o governa«

dor de Minas

HIO, 14 (Meridional) — , Para conferenciar com osílideres da JJDN sobre ós últimos acontecii nentp politico ; ja«*« -ba;de-chegar aò Rio o sr. Milton Garrlpos;. : In-terpelado péla /répórta-gem y, o ^go vérnádoívi de

M i n á á M e n é ^ o ü ; a v f à z e r

d é c l a r ^ 0 i i ] l i f a l i i | a n ^

Ä » S i l »

(5)

w h h h k

I p ^ l ü o l M W t l c l í t J t i v e ^ a l J i ^ ã E í r i e i em .. Iro ertMc^GSÍdüadtòs cib

Am ^ ^ l É l l o i F ó i t á l e -zn S ^ f Ü r t ^ Club. para dccisãò do Tòinieo do KoràeátOv : ;

i... Nà:íriánhã de.ontem. l>eia telefone da Radio Internacional do. Brasil, o Cíip; Fernando Leitão, ppísideiite da F.NiD., e o srfeSelem .de Figuei-redo,.presidente do

For-. talcza SFor-.vC-For-., concluíram

as . <iemarches para a vindá.dp .esquadrão a-len<:ai3no, esta semana, st Nata!>\afim-de dispu-tar doás jogos.

\ I J I M A B E L E G A C A O . NO ÍCOMTE.

ItiPÇJER"

A delegação do Forta-leza dgverá viajar a

b.or-« t e l i ò i i i i i i i l l f i ^éfadb:;v^çxta-íéirá^.: érti

: |ir()xima edição daremos informes com-pletos sóbr-è as

provi-dencias tomadas para oS jogos do tricolor

cea-rense nesta capital. OS INGRESSOS

Para o encontro de. domingo, os ingressos serão vendidos aos . pre-ços; de: Cadeiras . . . . 30,00 Arquibancada . 20,00 Populares . . . . 12,00 Militares farda-dos e gerais . 7,00 Os estudantes não

te-rão direito a abatimen-to.

A venda de ingressos terá inicio sábado, na Casp. Carlor Lamas.

i f c i

A' ltEPOTíTAGEM

Em palestra com a: nossa repor'.aj.,eir., Kid Passos afirmou que

as-sumiu compromissos com o Departamento Pugilistico do Esporte Clube de Recife para uma série de lutas na capital pernambucana. do ucm) mediu

|SoMüar "Menino do •MfSyJ que aqui entrou

etír Entendimentos conf èíéínántos radicados ab esporte do murro no íiéniido da realização do álgümaí; lutas.

Conforme já divulga-mos, por intermédio do

jornalista Djalma Ma-1 Assim ó que voltará, iranhão foi lançada a1 ainda, a enfrentar Ra-ideia de um encontro!

entre o pugilista norte-riograndense e o cam-peão brasileiro de mei-os médimei-os Kid Passmei-os;

que serve na Cia. RegioT nal de Fuzileiros, ná Base Naval.

Kid. Passos regressou, ante-ontem, à noite, de Recife onde enfrentou o pugilista Ramon, Pin-to, vencendo-o por pon-tos, após renhida e

sen-mmwwmmmm®®

seu anunciado eneont.ro com o boxeur potiguar o jovem fuzileiro disse que o mesmo estava de-pendendo apenas do uma proposta que ia fa-zer ao . Departamento Pugilistico do Esporío, nfim-de realizar uma

luta em Recite e outra nesta capital com Meni-no de Aco, adiantando.

s a r i o f ^ n t é - b b t t í m ^ c s mo por ocasião do sua chegada a esta capitel. s w i u i r MI;NIXÍ)

J>K ACO

Menino de Aco, con-soante informamos, se-guiu ontem para a

ca-pital pernambucana, onde tratará

i.iîuîdrr,en-te das lutas que p r M f n

-do realizar com Kid Passos.

• « A — V « .

RéMcÍao[América seus preparativos

0 técnico Acosta confia numa reabilitação ••

K> America vai reiniciar vo* com mais um treino do capita), adiantando que a dor

SCUS preparativos pura o* jo-[conjunto, seguindo imedi^a- ruiu imposta ao America nao

HOS finais c decisivos do Tolamente para a concentração na devi' .ser mo«ivu de desanimo,

ncio do Nordeste. Jséde tio America. â av. Cam- Isto acontece cm futebol o o Apus o encontro de domin- *poj Sales, no Tiro],

EO u l t i m o , e m Fortaleza, un- C O N F I A N T E A C O S T A de apesar de vencido por 4x0.

deixou o quadro do America O técnico Acosta, falando

impreco, o técnico A- « nossa reperlagun. ainda era

a-concedeu ful^a aos ju- Fortaleza, dipois du prelij 'quando tudo furemos nu

sen-guderes rubrus até o dia de os cearenses, declarou tido de que a taça "Cidade

k I jquci ccnlia numa rehabilila- de Nata]", fique em poder a

Y

V

essencial — finalizou o pre-parador da equipe do Campe-ão do Centenario o que

ei^jamos preparados para us compromissos resUn'eJ,

Coloque o c o n f o r t o a c i m a do

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t." nesta capital.

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VARIAS ESPORTIVAS

O Flumongo despediu-í;c ontem à noite, dr>s gramados gaúchos, enírenlando o Grêmio. No

sou jogo de estreia, domingo, contra o Interna-cional, o rubro-negro carioca foi derrotado pela contagem de G x 2,

* &

U iJotafogo c.stá tentando contratar o za-gueiro Iluljcns, do Va^co. As Jicgociaçoes já fo-ram iniciadas, dc^eiivolvendo-yo satisfatoria-inciile. O zagueiro 1'edato, do

V

íwíüva,

div.ljíiu de vir para o liio/ jo;>ar no Botaíogo,

4: * «

»xi

Prosseguii^i sabado o Torneio Municipal. O.s principais jogos da rodada sáo Fluminense

ver-sus São Crislovào, sabado, e f l a m e n g o verver-sus Botafogo, domingo.

* * *

O Botafogo contratou o arqueiro Muka, vin-do vin-do interior vin-do Paraná,

X * *

«0 Fluminense encaminhou à C.B.D. os pedi-dos de transferencias pedi-dos jogadores gaúchos Darci, atacante, e Goldomir, arqueiro, ambos vinculados à Federação Sul-Riograndcnsc.

« * #

A Portuguesa de Desportos levantou o

Tor-Bibliografia

VENDE-SE estojos paríi treinamento de radio-lelogra-fia. A ' tratar na - JXun dos Paianases 1U97 ou. pMo

tele-íone 1122,"com lt.íon Comes. VENDE-èE um engenhei para caldo-de cana e %

1'gela-deira, "por... preço de • ocas ão, u Rua-Amaro Barreto, n°

- :ÀlLer:m.

A E S T R A N H A

MAL-D I Ç Ã O — MAL-DashScll H ú m - 13-14 m e i l — T r a d u z o <io

WH-son Vcllosp — Ed'çno da V E N D E - S E

: L i v r a r i a do Gicba — Vende-se boa casa i k re

i-Pôrlo A l e g r o . deneia (sc;brudo)1 â av. I ;r u

-A inclusão do >i' me dj Pa- den'.e de Mf»rai^ hnn pr-. •shiell iJammett na yaU-na t!e â IVa<;a Pedro Vellio nm

aulores da "Cid<ç;n> Anuir«:- ^'i^fos, salas de visiía e

Ui \ da liivraria d< Globo, dv -copa, co/Jnha, Ji^Jl, Alfijri- cHiMilirú. uny b . a , ; . l p e n d r e d'-:;; s^uca-certo, tuna Mirpn

; *i*i •« o;-; :a\ 'J v., '' • manco policial.

vá Kslraidia Mí*M^r aparece agnra " «ai v>\'.. tr.<la a nbj a d • IJnminct o «ivru tuie m;iis m stèrio i* p.«-vor encerra»

Que os Ir; nl\a j:iidtK<;,u> aciuchk que pecava sóbiv solar dos Lcggel, onde em cada torreão espreitavam ü morte o o terror?

Que Catai destino o de Ga brielle Legget, a moi;a das orelhas pon/udr.s, cuja m s:e-riosa íace lemoravn i:ni,i apa ri^Au iantasnía^.ütdea,

Este é o m..Ucrio de "A

hr »jl fjuaríu póva rjn;«r^-AI':'ALDO niîLo.. H ÍUu ãc.

T.OKA«,. MAf>UÍÍ'?At5 S l l f

-GKH L REMINGTONS ' Jona?. Maqui iííu Hinter, maquina d:» rs-erevOr Iïemîn[;'(.n, lona:;

pa-ra Caminhões, Carroças « Uarraeas. I Canoa dí> Torro, 1 Geladeira. 1 KnnWira ^ diver><ís moveis. Vef e tratar na A;vrrnoia Informadora Po-tiguar. ITua Frei MigueÜnho 24. Teleti ne 1838.

dr> estorças, levaranj-na u d o mu are arar um dos mais

no-OESCOHTO

m m â m , ESTA ftD«-^ C ï S e x C E P c i o . S T A D o s m m • T f

M s r .

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Eromi

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disputado domingo ultimo no .Pacaembú.

•!• «!> «!< -j. »fi .;»

Na partida de futebol realizada no Shemp-len Park» em Glasgow, na Inglaterra, ante. uma

ssistencia de 134 mil pessoas, o selecionado bri-tameo derrotou o ^o!ecionado euron^u consliHii* do dos melhores elementos de 9 paires, pela con-tagem de 6 tentos contra 1.

Um ex-ti efe n sor do

AUC no M a d u r e i r a

iíl? à Ü. B. D. o pedido

neio Inicio do Campeonato .Paulista de Futebol, " ^ " J l « 1 3 ^ i ' ^ J í ^ n

-I uíuiii Mj unção sa» do a yua melhor maneira. Um ^ ^ o o s

sjmpies roubo <!o diaman.es r c s deK,jbS0S dc, manter á * o. começo da história. ' cabt?loj. p m p é

«u:.ndo o dete^ve cabrçmloj A tra«lueáo brasileira é ^ enviado para resolver o caso, «Wilson Velloso. ;

-<!escobre a c.nda d:> crime c? - -v^v ódio que pairava íôbre o

cas-telo sembrio, a híslória mu-da de rumo, despertando um interesse crescente pela so-lução dd mt,s;ério. da mtça dás orelhas pontudas,

- Néste .livro*,- Iíammeií no? ápr eéon 1.&/íípyòyptíysòna-"

SI

»

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