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Adriell, Elaine e Elisa 1202

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Academic year: 2021

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Nomes: Adriell, Elaine Moraes, Elisa N° 1, 13 e 14 Componente curricular: Seminário Integrado

Professor: Cássia Turma: 1202

1) A pesquisa científica consiste em um processo metódico de investigação, recorrendo a procedimentos científicos para encontrar respostas para um problema. Para esta pesquisa, é obrigatório avaliar se o problema apresenta interesse para a comunidade científica e se constitui um trabalho que irá produzir resultados novos e relevantes para o interesse social.

1.2) Os objetivos servem para que se consiga atingir as metas, de forma ampla os objetivos são valores e finalidades de uma organização, a palavra sinônimo de alvo.

1.3)

Pesquisa bibliográfica: Ela dá suporte a todas as fases de qualquer tipo de pesquisa, uma vez que auxilia na definição do problema, na determinação dos

objetivos, na construção de hipóteses, na fundamentação da justificativa da escolha do tema e na elaboração do relatório final.

Pesquisa Descritiva: tem por premissa buscar a resolução de problemas melhorando as práticas por meio da observação, análise e descrições objetivas, através de entrevistas com peritos para a padronização de técnicas e validação de conteúdo

Pesquisa Laboratorial: Algumas vezes este tipo de pesquisa é confundido com pesquisa experimental, o que é um equívoco. Embora a maioria das pesquisas de laboratório seja experimental, muitas vezes as ciências humanas e sociais lançam mão de pesquisa de laboratório sem que se trate de estudos experimentais. Na verdade, o que

caracteriza a pesquisa de laboratório é o fato de que ela ocorre em situações controladas, valendo-se de instrumental específico e preciso.

Pesquisa empírica: A pesquisa empírica se dá por tentativa e erro, e é realizada em qualquer ambiente.São investigações de pesquisa que têm como principal finalidade testar hipóteses que dizem respeito a relações de causa e efeito. Envolvem: grupos de controle, seleção aleatória e manipulação de variáveis independentes. Empregam rigorosas técnicas de amostragem para aumentar a possibilidade de generalização das descobertas realizadas com a experiência. Tipos: a pesquisa empírica pode ser

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Pesquisa de campo: A pesquisa de campo procede à observação de fatos e fenômenos exatamente como ocorrem realmente, à coleta de dados referentes aos mesmos e, finalmente, à análise e interpretação desses dados, com base numa fundamentação teórica consistente, objetivando compreender e explicar o problema pesquisado. Ciência e áreas de estudo, como a Antropologia, Sociologia, Psicologia Social, Psicologia da Educação, Pedagogia, Política, Serviço Social, usam frequentemente a pesquisa de campo para o estudo de indivíduos, grupos, comunidades, instituições, com o objetivo de compreender os mais diferentes aspectos de uma determinada realidade. Como qualquer outro tipo de pesquisa, a de campo parte do levantamento bibliográfico. Exige também a determinação das técnicas de coleta de dados mais apropriadas à natureza do tema e, ainda, a definição das técnicas que serão empregadas para o registro e análise. Dependendo das técnicas de coleta, análise e interpretação dos dados, a pesquisa de campo poderá ser classificada como de abordagem

predominantemente quantitativa ou qualitativa.

Pesquisa acadêmica: A pesquisa acadêmica é realizada no âmbito da academia (universidade, faculdade ou outra instituição de ensino superior), conduzida por pesquisadores que comumente são docentes, estudantes universitários e

pesquisadores independentes. A pesquisa acadêmica é um dos três pilares da atividade universitária, junto com o ensino e a extensão. Visa a produzir conhecimento para uma disciplina acadêmica, bem como investigações relacionadas à prática dos processos de ensino-aprendizado. Visa também a relacionar os aspectos objetivos e subjetivos da realidade que envolve o objeto a ser pesquisado. Para uma melhor caracterização de todos os tipos de pesquisas acadêmicas realizadas pelos alunos do ensino superior 1.4) O método científico refere-se a um aglomerado de regras básicas dos

procedimentos que produzem o conhecimento científico, quer um novo conhecimento, quer uma correção (evolução) ou um aumento na área de incidência de conhecimentos anteriormente existentes. Na maioria das disciplinas científicas consiste em juntar evidências empíricas verificáveis baseadas na observação sistemática e controlada, geralmente resultantes de experiências ou pesquisa de campo - e analisá-las com o uso da lógica. Para muitos autores, o método científico nada mais é do que alógica aplicada à ciência.

1.5) Método Experimental: Neste tipo de pesquisa o investigador analisa o problema, constrói suas hipóteses e trabalha manipulando os possíveis fatores, as variáveis, que se referem ao fenômeno observado. A manipulação na quantidade e qualidade das variáveis proporciona o estudo da relação entre causas e efeitos de um determinado fenômeno, podendo-se controlar e avaliar os resultados dessas relações.

Adota o critério da manipulação de uma ou mais variáveis independentes (causas), sob controle, observando e interpretando as reações e modificações ocorridas no objeto de pesquisa (efeito – variável dependente).

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Método Estatístico: A estatística é uma parte da matemática aplicada que fornece métodos para coleta, organização, descrição, análise e interpretação de dados e para a utilização dos mesmos na tomada de decisões. A literatura mostra que a estatística é um método que se aplica ao estudo dos fenômenos aleatórios e, praticamente, todos os fenômenos que ocorrem na natureza são aleatórios, como as pessoas, o divórcio, um rebanho de gado, a atividade profissional, um bairro residencial, os produtos eletrodomésticos, a opinião pública etc.

A primordial função desse método é a representação e explicação sistemática das observações quantitativas numéricas relativas a fatores oriundos das Ciências Sociais, como padrão cultural, comportamental, condições ambientais, físicas, psicológicas, econômicas etc., que ocorrem em determinada sociedade, ou de fenômenos de diversas naturezas pertencentes a outras ciências, como na Física, Química, Biologia, entre outras.

1.6) tema é algo abrangente e consiste no assunto que deve ser explorado ao longo do texto.

1.7) Um problema de pesquisa é um problema que pode ser resolvido com

conhecimentos e dados já disponíveis ou com aqueles passíveis de serem produzidos. Portanto, é algo cuja compreensão forneça novos conhecimentos para o entendimento ou tratamento de questões a ele relacionadas.

1.8) são um conjunto de arquivos relacionados entre si com registros sobre pessoas, lugares ou coisas. São coleções organizadas de dados que se relacionam de forma a criar algum sentido (Informação) e dar mais eficiência durante uma pesquisa ou estudo. São de vital importância para empresas e há duas décadas se tornaram a principal peça dos sistemas de informação.Normalmente existem por vários anos sem alterações em sua estrutura.

 1.8) O modelo plano (ou tabular) consiste de matrizes simples, bidimensionais, compostas por elementos de dados: inteiros, números reais, etc. Este modelo plano é a base das planilhas eletrônicas;

 O modelo em rede permite que várias tabelas sejam usadas simultaneamente através do uso de apontadores (ou referências). Algumas colunas contêm

apontadores para outras tabelas ao invés de dados. Assim, as tabelas são ligadas por referências, o que pode ser visto como uma rede;

 O modelo hierárquico é uma variação particular do modelo em rede, limita as relações a uma estrutura semelhante a uma árvore (hierarquia - tronco, galhos), ao invés do modelo mais geral direcionado por grafos;

 Bases de dados relacionais consistem, principalmente de três componentes: uma coleção de estruturas de dados, nomeadamente relações, ou informalmente tabelas; uma coleção dos operadores, a álgebra e o cálculo relacionais; e uma coleção de restrições da integridade, definindo o conjunto consistente de estados de base de dados e de alterações de estados. As restrições de integridade podem

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ser de quatro tipos: domínio (também conhecidas como type), atributo, relvar (variável relacional) e restrições de base de dados.

1.9) onde ocorre a síntese das idéias propostas no corpo do trabalho, isto é, as teorias e considerações, quanto aos principais assuntos tratados.

A conclusão é a ligação de todo o conteúdo trabalhado, enfim, é na verdade um balanço completo do caminho percorrido. Ela deve ter uma organização lógica, que resulta da integração das demais partes do trabalho e pode conter suas idéias pessoais sobre o tema estudado.

1.10) Pesquisas teóricas são aquelas que não têm finalidade de conhecer ou aprofundar conhecimentos e discussões. A pesquisa teórica não requer coleta de dados ou pesquisa de campo.

A Pesquisa Aplicada tem como motivação a necessidade de produzir conhecimento para aplicação de seus resultados com o objetivo de “ resolver problemas ou necessidades concretas e imediatas.”

2.1) c) 2.2)a) 2.3) a) 2.4) b) 2.5) c) 2.6) a) 2.7) c) 2.8) c) 2.9) c) 2.10) b) 2.11) b) 3.1) a) 3.2) c) 3.3) a) 3.4) c) 3.5) c) 3.6) b) 3.7) c)

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Fichamento Itens Tipo de obra Páginas Título Título original Título do capítulo Localização Autor Tema Palavras chaves (...) Comentários Artigo 6 páginas

Ciência e o conhecimento científico Ciência e o conhecimento científico Ciência e o conhecimento científico

São Paulo

Antonio Sérgio Azevedo Damy

A Metodologia de pesquisa e os tipos de conhecimento Conhecimento; Métodos; Ciência.

Leitura de fácil entendimento, relatado de forma bem resumida e completa.

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Resumo: Ciências e o conhecimento cientifico Lakatos e Marconi

O princípio do texto de Marconi e Lakatos aborda as formas de

conhecimento popular, científico, filosófico e religioso e a interessante capacidade destes elementos em se correlacionar. A partir de uma breve análise é possível compreender, por exemplo, que as diferenças entre os conhecimentos científico e popular estão no método e nos instrumentos do “conhecer”, muito mais que em sua veracidade ou na natureza do objeto em estudo. Para Ander-Egg (1978:13-4), o conhecimento popular é superficial, sensitivo, subjetivo, assistemático e acrítico, este último justamente por não haver a pretensão de que estes conhecimentos sejam legítimos. No entanto, Marconi e Lakatos colocam em cheque as garantias de veracidade das informações científicas e a sua concepção enquanto plataforma sine qua non à verdade.

Ao estabelecer uma simbiose entre o “bom senso”, chamado também de senso comum, e a ciência, os autores partem do pressuposto da aspiração crítica existente em ambos para legitimar a coerência intrínseca à

racionalidade e contestar o antropocentrismo em sua capacidade de

agregar, de maneira sensata, tais informações, tendo em vista a necessidade eminente de neutralidade para a formulação de hipóteses quanto à

existência de objetos e fenômenos metafísicos. Segundo os autores o conhecimento científico é real, porque lida com fatos; contingente, pelas suas experiências; sistemático, pela sua metodologia, ordenada de maneira lógica e conexa; verificável, pois afinal, hipóteses não comprovadas não pertencem ao campo da ciência; falível, por não ser definitivo nem absoluto e, por isto, é aproximadamente exato: novas técnicas e proposições podem reformular, a qualquer instante, o acervo teórico da ciência.

A respeito do conhecimento filosófico os autores o descrevem como o esforço da razão pura em questionar nossos problemas enquanto seres humanos na busca pelo discernimento entre certo e errado, naturalmente, por intermédio da própria razão humana. Segundo os autores, o

conhecimento filosófico é valorativo, pois suas premissas não podem ser submetidas à observação; não verificável, já que seus enunciados não podem ser confirmados nem refutados; racional, devido à consistência lógica de seus enunciados; sistemático, pela representação coerente da realidade estudada. Por fim, infalível e exato por não terem seus estudos submetidos a qualquer tipo de experimentação, diferentemente do

conhecimento religioso, considerado infalível e indiscutível por consistirem em “revelações” da divindade; a propósito, é um conhecimento sistemático do mundo e suas evidências não são verificadas.

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Marconi e Lakatos apresentam um apanhado de definições extraídas de diversas obras sobre conceitos comuns do que se entende por ciência. Dentre eles, destacam-se: a “acumulação de conhecimentos sistemáticos; a atividade que se propõe a demonstrar a verdade dos fatos experimentais e suas aplicações práticas; o conhecimento certo do real pelas suas causas; o estudo de problemas solúveis mediante método científico, e forma

sistematicamente organizada de pensamento objetivo”. Os autores ainda abordam o conceito de Ander Egg, abrangente segundo eles, e os

pensamentos de Trujillo expressos em seu livro Metodologia da Ciência, utilizado pelos autores como ponto de partida para suas análises.

Quanto às primeiras classificações da ciência, quem as estabeleceu foi Augusto Comte. Em ordem crescente de complexidade, a classificação de Comte se configura da seguinte forma: Matemática, Astronomia, Física, Química, Biologia, Sociologia e Moral. Após o conceito de Comte, surgiram diversas outras classificações, inspiradas em seu raciocínio ou não. Entre elas, destacam-se a classificação de Rudolf Carnap, que divide as ciências em aspectos formais e factuais. Já a classificação de Bunge se utiliza da maneira de Carnap compreender a ciência para agregar outros elementos e revisitar de modo mais profundo esta classificação. Apesar da existência de outros conceitos, como o de Wundt, que é, por sinal, mais complexo e ramificado, a classificação adotada pelos autores foi a de Bunge. De toda forma, existem profundas divergências com relação às diferenciações entre ciências e ramo de estudo.

Entre as divisões existentes na estrutura da classificação adotada por

Marconi e Lakatos, a primeira e, naturalmente, a mais fundamental se dá no âmbito das ciências formais e das ciências factuais. Nas formais

encontram-se a lógica e a matemática, que só são válidas quando se

encontram com a realidade. Por outro lado, a física e a sociologia, presentes nas ciências factuais, estudam fatos supostamente ocorridos no plano real, logo, recorrem à observação e à experimentação para ratificar suas ideias. Ainda entre as divisões formais e factuais das ciências, leva-se em

consideração: o objeto ou o tema das respectivas disciplinas; a diferença de espécie entre enunciados; o método pelo qual se comprovam os

enunciados; o grau de suficiência em relação ao conteúdo e método de prova e, para finalizar, o papel da coerência para se alcançar a verdade. Todas estas divisões, absolutamente relevantes para a estruturação

classificatória das ciências, possibilita consideravelmente a compreensão destes estudos de maneira ampla e organizada.

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