ORIENTAÇÃO RITUALÍSTICA DO REAA DO GOB-MG
ORIENTAÇÃO RITUALÍSTICA DO REAA DO GOB-MG – – ANO 2015 ANO 2015
ÍNDICE
ÍNDICE
I APRESENTAÇÃO
I APRESENTAÇÃO ... 3 II
II PARTE PARTE II – – EXPLICAÇÕES EXPLICAÇÕES ... 5 II.1
II.1 PRELIMINARES ... 5 II.2
II.2 INTERPRETAÇÃO DESTE RITUAL ... 5 II.3
II.3 DISPOSIÇÃO E DECORAÇÃO DO TEMPLO ... 6 II.4
II.4 DOS TÍTULOS, JÓIAS E TRAJES ... 9 II.5
II.5 DA INTRODUÇÃO DE VISITANTES E INTERROGATÓRIO ... 10 II.6
II.6 DA CIRCULAÇÃO EM LOJA E SAUDAÇÃO ... 12 II.6.1
II.6.1 CIRCULAÇÃO ... 12 II.6.2
II.6.2 SAUDAÇÃO ... 13 II.7
II.7 SINAIS MAÇÔNICOS ... 15 II.7.1
II.7.1 SINAL DE ORDEM ... 16 II.7.2
II.7.2 SINAL DE APROVAÇÃO ... 16 II.8
II.8 ENTRADA APÓS O INÍCIO DOS TRABALHOS ... 16 III
III ORDEM ORDEM DOS DOS TRABALHOSTRABALHOS ... 17 A
A SESSÃO ORDINÁRIA ... 17 A.1
A.1 SESSÃO ORDINÁRIA REGULAR ... 17 A.2
A.2 SESSÃO ORDINÁRIA DE INSTRUÇÕES ... 44 A.3
A.3 SESSÃO ORDINÁRIA ADMINSITRATIVA ... 45 A.4
A.4 SESSÃO ORDINÁRIA DE FINANÇAS ... 45 A.5
A.5 SESSÃO ORDINÁRIA DE FILIAÇÃO E REGULARIZAÇÃO ... 45 A.6
A.6 SESSÃO ORDINÁRIA DE ELEIÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO ... 46 A.7
A.7 SESSÃO ORDINÁRIA DE ELEIÇÕES DE DEPUTADOS FEDERAIS E ESTADUAIS ... 46 B
B SESSÃO MAGNA ... 47 B.1
B.1 SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO ... 47 B.2
B.2 CULTO AO PAVILHÃO NACIONAL ... 63 IV
IV NORMAS NORMAS GERAIS GERAIS DE DE COMPORTAMECOMPORTAMENTO NTO RITUALÍSTIRITUALÍSTICOCO ... 73 V BIBLIOGRAFIA
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II –
– APRESENTAÇÃ
APRESENTAÇÃO
O
Esta Cartilha de Dinâmica Ritualística do REAA tem como objetivo dirimir dúvidas e dar padronização na ritualística desenvolvida das Lojas que adotam o Rito Escocês Antigo e Aceito,Rito Escocês Antigo e Aceito, jurisdicionadas ao GOB -MG e Federadas ao Gr ande Oriente do
Brasil. O trabalho aqui desenvolvido foi fundamento, principalmente, no Ritual do Grau 1 do REAA do GOB (2009), do REGIMENTO GERAL DA FEDERAÇÃO e da CONSTITUIÇÃO DO GOB. É sempre bom lembrarmos que: “Nos trabalhos litúrgicos, em qualquer Sessão, é PROIBIDA a inclusão de cerimônias,PROIBIDA a inclusão de cerimônias, palavras, expressões, atos, procedimentos ou permissões palavras, expressões, atos, procedimentos ou permissões que aqui não constem ou não estejam previstos
que aqui não constem ou não estejam previstos , assim como é VEDADA exclusão de cerimônias, palavras, expressões,VEDADA exclusão de cerimônias, palavras, expressões,
atos, procedimentos ou permissões que aqui constem ou atos, procedimentos ou permissões que aqui constem ou não estejam previstos
não estejam previstos , sendo que a transgressão destas advertências configura ILÍCITO MAÇÔNICOILÍCITO MAÇÔNICO SEVERO E COMOSEVERO E COMO TAL SERÁ TRATADO
TAL SERÁ TRATADO ” (Ritual 1(Ritual 1 00 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB /Edição GOB /Edição 2009- §2
2009- §2 00 - pg.12). - pg.12).
Informamos, porém, que existem algumas situações em que o Ritual do REAA do GOB dá margens para dúvidas e variadas interpretações (não explicativo), o que levou a Secretaria de Orientação Ritualística do GOB-MG se posicionar, através
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desta CARTILHA, para que estas dúvidas fossem sanadas de forma fácil e bem entendidas pelas Lojas Jurisdicionadas ao GOB-MG, que adotam o REAA.
Particularmente, em nosso caso, para atingirmos a excelência em nossos trabalhos, a principal receita é tentarmos dar uniformização pelo que está colocado em nossos Rituais e, para isso, convidamos aqueles que carregam em suas vontades o poder de criar para ficar diferente, para ficar bonito, que sigam o mais simples dos caminhos, que é colocar em prática, com elegância, com vontade e orgulho, a ritualística que está contida em cada Ritual adotado pelo Grande Oriente do Brasil, especialmente do REAA.
“O
“O MAÇOM QUE FOI EDUCADO MAÇONICAMENTE,MAÇOM QUE FOI EDUCADO MAÇONICAMENTE, EXIGE E COLOCA EM PRÁTICA A PERFEITA RITUALÍSTICA EXIGE E COLOCA EM PRÁTICA A PERFEITA RITUALÍSTICA CONTIDA EM NOSSOS RITUAIS”
CONTIDA EM NOSSOS RITUAIS” Ir
Ir Robson Fidalgo AMUIRobson Fidalgo AMUI
Ir
Ir Robson Fidalgo AmuiRobson Fidalgo Amui
Grande Secretário de Orientação Ritualística do GOB-MG Grande Secretário de Orientação Ritualística do GOB-MG
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II
II –
– PARTE I
PARTE I –
– Explicações
Explicações
II.1
II.1 – – PRELIMINARES PRELIMINARES (Ritual 1
(Ritual 100 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB /Edição 2009- pg.11) GOB /Edição 2009- pg.11)
O 10 grau do Simbolismo Maçônico, Gr de Apr , é consagrado àconsagrado à Fraternidade
Fraternidade , tendo como objetivo principal a união de toda acomo objetivo principal a união de toda a humanidade
humanidade .
No REAA, o Gr de Apr dedica-se ao desenvolvimento dos
princípios fundamentais da Maç Universal, procurando, através
de sua filos , doutrina, símbolos, alegorias e de seus
ensinamentos, o aprimoramento interior dos IIro aprimoramento interior dos IIr .
II.2
II.2 – – INTERPRETAÇÃO INTERPRETAÇÃO (Ritual 1
(Ritual 100 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB /Edição 2009- pg.12-3) GOB /Edição 2009- pg.12-3)
É imprescindível a adequada preparação individualadequada preparação individual , mediante prévia e atenta leitura deste Ritual, o qual tem que ser rigorosamente executado, tal como nele disposto, para opara o perfeito desenrolar de qualquer Sessão
perfeito desenrolar de qualquer Sessão , sendo recomendado, principalmente no caso de Sessão Magna de Iniciação, o treinamento específico em conjunto, com simulação em Loja, e com a presença de todos que irão atuar diretamente no desenvolvimento da Sessão.
“Nos trabalhos litúrgicos, em qualquer sessão, é proibé proib ida a iida a i nclusãonclusão de cerimônias, palavras, expressões, atos procedimentos ou de cerimônias, palavras, expressões, atos procedimentos ou permissões que aqui não constem ou não estejam previstos, permissões que aqui não constem ou não estejam previstos,
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assim como é vedada a exclusão de cerimônias, palavras, assim como é vedada a exclusão de cerimônias, palavras, expressões, atos, procedimentos ou permissões que aqui constem expressões, atos, procedimentos ou permissões que aqui constem ou estejam previstos
ou estejam previstos , sendo que a transgressão destas advertências configura ilícito maçônico SEVEROilícito maçônico SEVERO e como tal será tratado.” Inciados os trabalhos, nenhum Irnenhum Ir pode se retirar do Templo, sempode se retirar do Templo, sem que o V
que o V MM dê permissãodê permissão . Autorizado, para a saída em definitivo, deixará o seu óbulo no Tr de Benef se ainda não o tiver feito.
Após alguns esclarecimentos constantes (Ritual 1(Ritual 100 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB GOB /Edição 2009- pg.12-3),
/Edição 2009- pg.12-3), a expressão Meio-DiaMeio-Dia pode ser entendida tanto como SENDO UMA DAS PARTES DO TEMPLOSENDO UMA DAS PARTES DO TEMPLO (Coluna do SUL), bem como tratar de MEDIDA DE TEMPOMEDIDA DE TEMPO (meio-dia – hora).
Desta forma, na pg.47 do Ritual REAA/GOB/2009Ritual REAA/GOB/2009 , quando o V M
questiona onde tem assento o 2 ºVig (sobre a localização)(sobre a localização) e o 10 Diac responde: ao SUSULL VM. Modificação da resposta
encontrada no Ritual REAA/GOB/2001Ritual REAA/GOB/2001 que era: ao MEIO-DIAMEIO-DIA VM. Pelos esclarecimentos acima, a expressão MEIO-DIAMEIO-DIA
corresponde à medida de tempo e não de localização.
II.3
II.3 – – DISPOSIÇÃO E DECORAÇÃO DO TEMPLO DISPOSIÇÃO E DECORAÇÃO DO TEMPLO (Ritual 1
(Ritual 100 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB /Edição 2009- pg.14-21) GOB /Edição 2009- pg.14-21)
A descrição destes itens no Ritual (pg.14-21) é de fácil compreensão, porém achamos por bem evidenciar algumas particularidades (alterações) que ocorreram na edição vigente (2009):
No Ritual, consta a colocação de duas cadeiras de honraduas cadeiras de honra , sendo uma à esq
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VM está reservada ao Grão-Mestre Geralreservada ao Grão-Mestre Geral , ou em sua
ausência, ao Grão-Mestre Geral Adjuntoao Grão-Mestre Geral Adjunto , ressaltando que eemm suas ausências
suas ausências , a cadeira não será ocupadanão será ocupada , salvo pelo Delegado do Grão-Mestre Geral
Delegado do Grão-Mestre Geral , nas Lojas Jurisdicionadas à sua Delegacia. A cadeira à esq do VM está reservada aoreservada ao
Grão-Mestre Estadual ou do Distrito Federal
Grão-Mestre Estadual ou do Distrito Federal , ou em sua ausência, ao Grão-Mestre Estadual Adjuntoao Grão-Mestre Estadual Adjunto , ressaltando que em suas ausências
em suas ausências , a cadeira será ocupada pelo Mestreserá ocupada pelo Mestre Instalado anterior mais recente da Loja (pg. 15).
Instalado anterior mais recente da Loja (pg. 15). ATENÇÃO:
ATENÇÃO:
1) A ocupação dos lugares (no lado direito e esquerdo do V M)
tratado neste parágrafo (em atendimento ao Ritual do REAA do GOB – 2009), foi alterado em 18 de setembro de 2010 pela LEIem 18 de setembro de 2010 pela LEI N
N00 114 (publicada no BOLETIM OFICIAL DO GOB 114 (publicada no BOLETIM OFICIAL DO GOB – – NN00 18 de18 de 07/10/2010 nas páginas 61 e 62)
07/10/2010 nas páginas 61 e 62) , que inseriu o parágrafo 6 0 e remunera os atuais no artigo 219 do Regulamento Geral da Federação: “A ordem de precedência prevista no: “A ordem de precedência prevista no parágrafoparágrafo anterior (5
anterior (5 00) será observada na ocupação dos lugares à direita) será observada na ocupação dos lugares à direita e à esquerda do Venerável Mestre, na mesa diretora dos e à esquerda do Venerável Mestre, na mesa diretora dos trabalhos, ficando o de mais alta faixa à direita e o de menor trabalhos, ficando o de mais alta faixa à direita e o de menor
faixa à esquerda do Venerável Mestre.” faixa à esquerda do Venerável Mestre.”
2) Em 02/03/201202/03/2012 , a Lei 114 foi julgada INCONSTITUCIONALINCONSTITUCIONAL pelo Supremo Tribunal Federal Maçônico, sendo o Acórdão publicado no Boletim Oficial do GOB (n(n00 20 de 08/11/2012, pgs.70-81). 20 de 08/11/2012, pgs.70-81). 3) Diante da inconstitucionalidade da Lei 114, considera-se, comconsidera-se, com
finalidades de ocupação dos lugares à dir
finalidades de ocupação dos lugares à dir e a esqe a esq dodo V
V MM , o que está contemplado no Ritual de Aprendiz do, o que está contemplado no Ritual de Aprendiz do REAA do GOB (2009, pgs. 15, 67, 68-70).
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4) Consulta realizada junto ao Soberano Grão-Mestre Geral, sobre o julgamento de inconstitucionalidade e, automaticamente, deixar
as cadeiras à dir.: e esq.: desocupadas nas ausências das AAut.: que nelas tem o direito de ocupar, deixou claro para estadeixou claro para esta Secretaria
Secretaria : TOLERA-SE, DIANTE DAS AUSÊNCIAS DESTAS AAUTTOLERA-SE, DIANTE DAS AUSÊNCIAS DESTAS AAUT ,, QUE O V
QUE O V MM , SE ASSIM QUISER E ACHAR POR BEM, PODERÁ, SE ASSIM QUISER E ACHAR POR BEM, PODERÁ DESIGNAR
DESIGNAR OUTRAS OUTRAS AAUTAAUT PRESENTES PARA A OCUPAÇÃOPRESENTES PARA A OCUPAÇÃO DESTAS CADEIRAS, PORÉM SEGUINDO A ORDEM DE FAIXA, DA DESTAS CADEIRAS, PORÉM SEGUINDO A ORDEM DE FAIXA, DA MAIOR PARA A MENOR, CONFORME CONSTA NO RGF.
MAIOR PARA A MENOR, CONFORME CONSTA NO RGF.
No Ritual vigente (Ritual REAA GOB – pg.16), está contemplada a colocação de mais duas bandeirasduas bandeiras , sendo que a Banda Band do GOB-do GOB-Estadual ficará à dir
Estadual ficará à dir da Bandeira Nacionalda Bandeira Nacional e a BandBand do GOBdo GOB à di
dirr do Estandarte, e que a critério da Loja poderão ser posicionadasdo Estandarte, mais duas Bandeiras:
mais duas Bandeiras: a BandBand do Estadodo Estado ficará posicionada à es
esqq da Bandda Band Nacional e a do Município à esqNacional e a do Município à esq do Estandarte.do Estandarte. Obs:
Obs: fica entendido ,, no que diz respeito à colocaçã o de B Band
no Templo, principalmente principalmente em em Sessões Sessões Ordinárias, Ordinárias, MagnasMagnas Privativa ou não de MMaç
Privativa ou não de MMaç e Extraordináriase Extraordinárias , que apenas as citadas no parágrafo acima devem estar presentes.
O MAR DE BRONZEMAR DE BRONZE , recipiente para purificações litúrgicas pela água, localiza-se no SUDESTE NO TEMPLO,SUDESTE NO TEMPLO, entre o MM ddee CCer
CCer e a Balaustrada (Ritual 1e a Balaustrada (Ritual 1 00 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB GOB /Edição 2009
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II.4
II.4 – – DOS TÍTULOS, JÓIAS E TRAJES DOS TÍTULOS, JÓIAS E TRAJES (Ritual 1
(Ritual 100 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB /Edição 2009- pg.35) GOB /Edição 2009- pg.35)
Devido a fácil colocação deste assunto no Ritual, vamos nos ater apenas sobre os trajes maçônicos, que sempre geram dúvidas. Os Maçons presentes às Sessões Ordinárias e obrigatoriamente nas Magnas, no REAA, deverão estar trajados de acordo com o Rito: terno, sapatos, cinto e meias na cor preta, camisa branca e gravata (preta, lisa, sem ornamentos, modelo tradicional ou borboleta ),), podendo portar somente suas insígnias e condecorações relativas aos graus simbólicos. Os demais esclarecimentos estão no RGF (Art. 110RGF (Art. 110 – – Lei 0099 de 9 de Lei 0099 de 9 de dezembro de 2008)
dezembro de 2008) e na Legislação Maçônica vigente. Admite-se
Admite-se o uso do BalandrauBalandrau preto com gola fechada, comprimento até o tornozelo e mangas compridas, sem
qualquer símbolo ou insígnias estampadas (Art. 110 §1(Art. 110 §1 00 ddoo RGF).
RGF). O Ritual, porém, regulamenta para os balandraus: desde desde que usado com camisa branca, calça, sapatos, cinto e meias
que usado com camisa branca, calça, sapatos, cinto e meias pretas, não sendo permitido o uso de tênis ou similares pretas, não sendo permitido o uso de tênis ou similares (Ritual 1
(Ritual 1 00 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB pg. 33 /Edição 2009) GOB pg. 33 /Edição 2009) .
Deve-se ressaltar que, srcinalmente, o verdadeiro trajeo verdadeiro traje maçônico é o Avental
maçônico é o Avental : símbolo do trabalho, sem o qual o maçom é considerado desnudo.
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II.5
II.5 – – DA INTRODUÇÃO DE VISITANTES E INTERROGATÓRIO DA INTRODUÇÃO DE VISITANTES E INTERROGATÓRIO (Ritual 1
(Ritual 100 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB /Edição 2009- pg.36-8) GOB /Edição 2009- pg.36-8)
O Maçom regularMaçom regular tem o direito de ser admitido nas sessões que permitem visitantes até o grau simbólico que possuir (Art.217 do RGF do GOB).
Um dos deveres da Loja é o de não admitnão admit ir Maçons irregulir Maçons irregul aresares em seus trabalhos (Art.25 ítem I(Art.25 ítem I – – Constituição do GOB e Constituição do GOB e Art. 96 ítem XIII do RGF).
Art. 96 ítem XIII do RGF).
Os IIII rr visitantes regularesvisitantes regulares , poderão entrar em família quando apresentados por IIr do Quadro ou a critério do V M,
desde que não estejam previstos assuntos internos, caso contrário deverão entrar após a Ordem do dia.após a Ordem do dia.
Quando o IrIr visitantevisitante , ativo e regular, for conhecido de Obreiro dofor conhecido de Obreiro do Quadro
Quadro , que por ele se responsabilizar ou já tenha visitado a Lojavisitado a Loja , pode o VeVenn MestreMestre conceder permissão para sua entrada, juntamente com o cortejo, em família (Art. 96 ítem Xem família (Art. 96 ítem X X do RGF).X do RGF).
Todo visitante está sujeito à disciplina interna da Loja
Todo visitante está sujeito à disciplina interna da Loja que o admite em seus trabalhos e será recebido no momento determinado pelo Ritual respectivo (Art.217 §único do RGF).(Art.217 §único do RGF). Quando o Ir visitante chegar antes do início dos trabalhos e
for desconhecido do quadro de obreiros da loja, deverão ser tomados os seguintes cuidados:
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1) Na Sala dos PPas PPerd, destinada a receber os visitantes,
o Ir Chanc deverá dirigir-se até o visitante, fazendo a
devida apresentação do seu cargo, bem como as perguntas iniciais e a solicitação de documentação necessária (documentação maçônica atualizadadocumentação maçônica atualizada , acompanhada da carteira de identidade civil)identidade civil) ;
2) O Ir Chanc, diante das informações iniciais e documentos,
dirige-se ao Ir 10 Exp e o comunica da presença e a intenção
do Ir visitante, e entrega os documentos obtidos;
3) O Ir 10 Exp fará a conferição da documentação maçônica/documentação maçônica/
civil atualizada (acompanhado pelo Ir
civil atualizada (acompanhado pelo Ir Orador)Orador) e, ainda, procederá o telhamento e solicitará prova de sua regularidade
regularidade através da “Palavra Sem“Palavra Sem ””, quando da mesma Obediência ou da palavra de “Convivência Fraternal”“Convivência Fraternal”
(SE EXISTIR), acordada entre as Obediências pactuadas;
4) Confirmada a REGULARIDREGULARID DO IRDO IR ,, o mesmo será recebido com as formalidades prescritas no Ritual.
OBS:
OBS: apesar do Ritual não tratar sobre esta situação acima descrita (chegada de visitante antes do início dos trabalhos), o 1 0 Exp é o oficial responsável por estaé o oficial responsável por esta importante tarefa.
importante tarefa.
Os visitantes portadores de representação especial ou títulos de autoridade, bem como as autoridades Maçônicas doautoridades Maçônicas do Simbolismo
Simbolismo , serão recebidos conforme o Protocolo deProtocolo de Recepção
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II.6
II.6 – – DA CIRCULAÇÃO EM LOJA E SA DA CIRCULAÇÃO EM LOJA E SAUDAÇÃOUDAÇÃO II.6.1
II.6.1 – – CIRCULAÇÃO: CIRCULAÇÃO:
A circulação em Loja aberta Loja aberta é feita com passos naturais e sem o Sinal de Ordem
Sinal de Ordem . Trata-se de uma prática que impõe ordem e disciplina aos trabalhos.
A circulação no Ocidente é feita no sentido horário (destrocêntrico)destrocêntrico) , da esquerda para a direitaesquerda para a direita , tendo como referência o Painel do Grau que está localizado no centro do
Ocidente. O giro neste sentido representa o caminho aparente do Sol ao redor da Terra.
A ordem da circulação no Ocidente: Ocidente: Oeste Oeste - - NorteNorte – – Leste - Sul Leste - Sul – – Oeste... Oeste... Obs:
Obs: no Ritual do 1 0 grau do REAA GOB (2009-pg.42) não foi levado em consideração a Loj estar ABERTA OU FECHADA!ABERTA OU FECHADA! Portanto, a CIRCULAÇÃO NO OCIDENTE SEMPRE DEVERÁ SER NO SENTIDO CIRCULAÇÃO NO OCIDENTE SEMPRE DEVERÁ SER NO SENTIDO HORÁRIO, MESMO A LOJA ESTANDO FECHADA.
HORÁRIO, MESMO A LOJA ESTANDO FECHADA.
A entrada para o Orienteentrada para o Oriente se faz pelo NordesteNordeste ee a saída pelosaída pelo Sudeste
Sudeste . Neste local não existe padronizaçãonão existe padronização na circulação, podendo o Ir circulante se deslocar livremente sem a
necessidade de fazer a saudação ao Venerável Mestre.ao Venerável Mestre. Contudo, passando sempre à frenteà frente do Altar dos JJur , esteeste que é o prolongamento do Altar do V
que é o prolongamento do Altar do V MM Obs:
Obs:
1) não existe circulação entre os dois altares;
2) deve-se entender que à frente do Alt dos JJur é o local existente
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Para a circulação do Saco de PProp e IInf , do Escrut
Secr e do Tronco de Benef não é necessário que o V M
diga a expressão “com formalidade”, pois deve entender que o giro com a Loja aberta é formal. A circulação deve
seguir a seguinte ordem: V M, 10. e 20. VVig , Orador,
Secr, Cobr Int, MMest do Oriente, MMestr das CCol
Sul e Norte, CComp , AApr e, finalmente, antes de chegar
entre as CCol , o próprio portador do recipiente coloca seu
óbolo, proposta ou voto, auxiliado pelo Cobr Int (Ritual do(Ritual do
1
100grau do REAA do GOB 2009grau do REAA do GOB 2009 – – pg.42) pg.42) . Ob
Obss: durante o giro, a coleta (dos dois triângulos ou Estr de seis
pontas) deverá culminar com o CobrCobr InIntt e não CCobrCCobr.
II.6.2
II.6.2 – – SAUDAÇÃO SAUDAÇÃO
Toda saudação no Grau de Apr somente é feita pelo Sinal GutSinal Gut
(Saud
(Saud MaçMaç), com a exigência de que a LOJA esteja ABERTA.), com a exigência de que a LOJA esteja ABERTA.
Obs:
Obs: no Ritual do 1 0 grau do REAA GOB (2009-pg.42) não foi levadonão foi levado em consideração a Loj
em consideração a Loj estar ABERTA OU FECHADA!estar ABERTA OU FECHADA!
Em LOLOJJ FECHFECH , exceto na verificação durante a abertura ritualística pelo 1
0
Vig, onde todos ficam de pé e à ordem e em seguida desfazem o sinal, em nenhuma outra hipótese éem nenhuma outra hipótese é realizada a SAUD
realizada a SAUD MMAAÇÇ .
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ATENÇÃO
ATENÇÃO: Quando a ritualística exigir a SAUDSAUD (APENAS COM A(APENAS COM A LOJA ABERTA), esta será feita em direção ao V
LOJA ABERTA), esta será feita em direção ao V MM e aos VVIGe aos VVIG (Ritual 1
(Ritual 1 00 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB pg. 42 /Edição 2009 GOB pg. 42 /Edição 2009 ).).
No Ocidente, em LOJA ABERTAem LOJA ABERTA , toda vez que o Ir , PORTANDO OUPORTANDO OU
NÃO ALGUM OBJETO OU INSTRUMENTO
NÃO ALGUM OBJETO OU INSTRUMENTO , circular e cortar a linha imaginária que separa o Norte do Sul, à frente ou por detrás do Painel do Grau, este NÃO SAUDARÁNÃO SAUDARÁ o Venerável Mestre, MASMAS UMA PARADA (RÁPIDA E FORMAL) EM SUA DIREÇÃO.
UMA PARADA (RÁPIDA E FORMAL) EM SUA DIREÇÃO.
Com a LOJLOJ ABERTAABERTA, para ENTRAR OU SAIR DO ORENTRAR OU SAIR DO OR (pelo Nordeste e Sudeste, respectivamente), a SAUDSAUD MAÇMAÇ (realizada no alinhamento da Balaustr ) deverá ser dirigida APENAS AO VAPENAS AO V MM .. OBS:
OBS: o Ir que vai entrar ou sair do Oriente, caso esteja
portando algum objeto ou instrumento, dará apenas umadará apenas uma parada rápida e formal
parada rápida e formal (no alinhamento da Balaustrada) eemm direção ao V
direção ao V MM ..
Após o início ritualístico, com a LOJA JÁ ABERTALOJA JÁ ABERTA , quando da entrada de um Ir
entrada de um Ir retardatário ou da saída definitiva doretardatário ou da saída definitiva do Templo
Templo , as SAUDAÇÕES MAÇÔNICASSAUDAÇÕES MAÇÔNICAS deverão ser realizadas entre CCol
entre CCol , seguindo a seguinte ordem: ao VENERÁVELVENERÁVEL MESTRE, AO 1
MESTRE, AO 1 0 VVIIGGE AO 2E AO 2 00 VVIIGG.
OBS: O O MM de CCerde CCer estará munido de bastão:estará munido de bastão: 1) durante os cortejos de entrada e saída do Templo; 2) quando conduzir um Ir em Loja; 3) quando o Ritual o determinar (Ritual 1(Ritual 1 00 Grau do Grau do
REAA
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II.7
II.7
–
–
SINAIS MAÇÔNICOS
SINAIS MAÇÔNICOS
II.7.1
II.7.1 – – SINAL DE ORDEM: SINAL DE ORDEM:
É o sinal executado, de acordo com o grau e da maneira prescrita no referido ritual:
Quando estiv er em pé e pa rado ( EM LOJEM LOJ ABERTAABERTA ), pois no
REAA não se anda em Loja com o sinal, bem como não se faz sinal estando sentado;
na verificação durante a abertura ritualística;
ao se levantar para fazer uso da palavra durante as sessões
ritualísticas;
para se abster durante um processo de votação; como forma de agradecimento;
durante a marchamarcha ritualística; quando assim determinar o Ritual.
OBS: OBS: 1)
1) O Sinal de Ordem só poderá ser desfeito só poderá ser desfeito por determinação e a critério exclusivo do Venerável MestreVenerável Mestre .
Fica claro que o Ir que está de pé e à ordem NÃO DEVENÃO DEVE
PEDIR PARA DESFAZER
PEDIR PARA DESFAZER E MUITO MUITO MENOS MENOS PARAPARA
“DESCARREGAR O SINAL”
“DESCARREGAR O SINAL” (este tipo de fala ou conduta não
é empregado no REAA-GOB); 2)
2) Uma vez realizado o sinal de ordem, ESTE SÓMENTE SERÁESTE SÓMENTE SERÁ DESFEITO ATRAVÉS DA SAUDAÇÃO MAÇÔNICA
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II.7. 2
II.7. 2 – – SINAL DE SINAL DE APROVAÇÃO:APROVAÇÃO:
APENAS EMPREGADO NOS PROCESSOS DE VOTAÇÃO
APENAS EMPREGADO NOS PROCESSOS DE VOTAÇÃO . É realizado ESTENDENDO-SE O BRAÇO DIREITO PARA FRENTE, EM LINHA ESTENDENDO-SE O BRAÇO DIREITO PARA FRENTE, EM LINHA RETA, COM A MÃO ABERTA, OS DEDOS UNIDOS E A PALMA DA RETA, COM A MÃO ABERTA, OS DEDOS UNIDOS E A PALMA DA MÃO VOLTADA PARA BAIXO
MÃO VOLTADA PARA BAIXO .
Obs: É incorretoincorreto utilizar este sinal como forma de agradecimento. SESE O
O IRIR DESEJAR AGRADECER, DEVERÁ FICAR EM PÉ E COM O SINALDESEJAR AGRADECER, DEVERÁ FICAR EM PÉ E COM O SINAL DE ORDEM, FAZER A SAUDAÇÃO E IMEDIATAMENTE SENTAR-SE. DE ORDEM, FAZER A SAUDAÇÃO E IMEDIATAMENTE SENTAR-SE.
II.8
II.8
–
–
ENTRADA APÓS O INÍCIO DOS TRABALHOS:
ENTRADA APÓS O INÍCIO DOS TRABALHOS:
Independente do Grau em que a Loja estiver trabalhando (sem Cobr Ext), caso o Ir retardatário consiga chegar à porta do
Templo (com os trabalhos já iniciados), deverá dar somente TRÊSTRÊS BATIDAS
BATIDAS (batida universal) na porta. Se não for possível seu ingresso, no momento solicitado, o Cob Int responderá pelo
lado interno da porta COM UMA PANCADACOM UMA PANCADA , para que o Ir
aguarde. NÃO EXISTEM REPIQUES NEM AUMENTO DO NÚMERONÃO EXISTEM REPIQUES NEM AUMENTO DO NÚMERO DE BATIDAS
DE BATIDAS para atingir o grau acima subseqüente.
Caso a Loja esteja trabalhando no grau de Apr , de Comp ou de
Mestre, e sem Cobr Ext, o 20 Exp, sob a solicitação do
VM, deverá se dirigir ao Átrio e verificar se o Ir é REGULARREGULAR e
se possui qualidades para participar da sessão, através de documentos e do telhamento relativo ao grau. O 2 0 Exp
, ao
retornar ao Templo, tomará providências para que o V M seja
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ORIENTAÇÃO RITUALÍSTICA DO REAA DO GOB-MG – – ANO 2015 ANO 2015
OBS:
OBS: apesar de constar que o 2 0 Exp é quem faz tal averiguação (pg.45), o correto, e que deverá ser corrigido na próxima edição do Ritual, é que seja realizado pelo 1 0 Exp .
Concedida autorização para sua entrada ao Templo, o o IrIr procederá com toda formalidade:
procederá com toda formalidade: realizará a marcha do grau, a saudação as Luzes (V Me VVig) e aguardará, em Pé e a Ordem
entre CCol , as determinações do VM. O O MM DE CCERDE CCER
DEVERÁ ESTAR PORTANDO O BASTÃO AO LADO DO IR
DEVERÁ ESTAR PORTANDO O BASTÃO AO LADO DO IR PARAPARA CONDUZÍ-LO AO LUGAR QUE A EL
CONDUZÍ-LO AO LUGAR QUE A EL E SERÁ DESTINADOE SERÁ DESTINADO .
III
III –
– ORDEM DOS TRABALHOS
ORDEM DOS TRABALHOS
A
A –
– SESSÃO ORDINÁRIA
SESSÃO ORDINÁRIA
A.1- SESSÃO ORDINÁRIA REGULAR A.1- SESSÃO ORDINÁRIA REGULAR
PREPARAÇÃO PREPARAÇÃO
Antes da chamada pelo M de CCer, apenas os IIrIIr encarregadosencarregados
das tarefas preparatórias poderão permanecer no Átrio
das tarefas preparatórias poderão permanecer no Átrio , e os demais permanecerão na Sala dos PPpermanecerão na Sala dos PP PP PP ,, quando deverão, ao chegar, assinar o Livro de Presença que deverá estar devidamente preparado e posicionado pelo Chanc .
No Átrio deve existir um quadro com as jóias dos respectivos cargos, para que o M de CCer proceda a composição da Loja.
Após a chamada pelo M
Após a chamada pelo M de CCerde CCer , todos os IIr que estão na
Sala dos PP PP se dirigirão ao Átrio, quando deverão sequando deverão se
paramentar para adentrar ao Templo
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ORIENTAÇÃO RITUALÍSTICA DO REAA DO GOB-MG – – ANO 2015 ANO 2015
formação do cortejo para se adentrar ao Templo, todos os IIr
deverão estar devidamente paramentados e as Dignidades e Oficiais revestidos com suas insígnias.
ATENÇÃO ATENÇÃO:
1)
1) é proibida a paramentação no interior do Templo;proibida a paramentação no interior do Templo; 2) no Átriono Átrio deverá ser observado o SILÊNCIOSILÊNCIO absoluto;
3) Não existeNão existe no REAA, oração, preleção, leitura de texto,oração, preleção, leitura de texto, minuto de silêncio
minuto de silêncio e outros procedimentos similares; 4) Não existe no REAA a queima de incenso ou similaresNão existe no REAA a queima de incenso ou similares
antes, durante ou após a sessão. Esta prática só ocorre no Cerim onial de Sagra ção de Tem plo.
Cabe ao ArquitetoArquiteto verificar, antes da abertura dos trabalhos, se o recinto do Templo está devidamente composto para a ritualística que será realizada, tomando todos os cuidados para que tudo esteja preparado, o que colaborará para o bomo que colaborará para o bom funcionamento dos trabalhos
funcionamento dos trabalhos .
O MM de Harmde Harm deverá, previamente, verificar o funcionamento do sistema de som e, ainda, selecionar as músicas adequadas, de preferência orquestradas, para serem executadas durante a sessão.
COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO DO CORTEJO COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO DO CORTEJO (Ritual 1
(Ritual 100 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB /Edição 2009- pg.43-4) GOB /Edição 2009- pg.43-4) À hora fixada, estando o Templo preparado, totalmente iluminado, e todos revestidos de suas insígnias e convenientemente trajados, o M de CCer (Ritual 1(Ritual 1 00 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB /Edição 2009- GOB /Edição
2009-pg.43-51)
pg.43-51) , portando o Bastão na mão direita,portando o Bastão na mão direita, orientará a organização de uma fila dupla obedecendo a seguinte ordem:
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1) em sessão ordinária, quando estiver presente apenas os IIr do
quadro:
FILEIRA DO NORTE FILEIRA DO NORTE (lado esq de quem entra)
FILEIRA DO SUL FILEIRA DO SUL (lado dir de quem entra)
Aprendizes
MMMM sem cargos
OOficc/ assento ao Norte
Orador 10 Vig
Companheiros
MMMM sem cargos
OOficcom assento ao Sul
Secretário 20Vig
Ex-Veneráveis (MMIInst) Ex-Veneráveis (MMIInst)
AAutdo Quadro AAut do Quadro
Venerável Mestre Venerável Mestre
Autoridades maçônicas pertencentes ao Quadropertencentes ao Quadro , em Sessão Ordinária, entrarão após os MM IInst. Nas demais sessões, suas entradas
dar-se-ão segundo o Protocolo de Recepção previsto no RGF (Art. 219).(Art. 219). Ob
Obss: nessa oportunidade, se a autoridade houver por bem dispensar as formalidades a que tem direito, comunicará ao M de CCer e
entrará “em família, junto com o cortejo, antes do V M.
2) estando presentes AAut visitantes, que tendo direito ao
Protocolo de Recepção às Autoridades desejarem entrar “em família” (abrindo mão da formalidade), se colocarão logo após as AAut do Quadro e antecedendo o V M:
FILEIRA DO NORTE FILEIRA DO NORTE (lado esq de quem entra)
FILEIRA DO SUL FILEIRA DO SUL (lado dir de quem entra)
Aprendizes
MMMM sem cargos
OOficc/ assento ao Norte
Orador 10 Vig
Companheiros
MMMM sem cargos
OOficcom assento ao Sul
Secretário 20Vig
Ex-Veneráveis (MMIInst) Ex-Veneráveis (MMIInst)
AAutdo Quadro AAut do Quadro
AAut
AAut e VVis.: (dispensam o Prote VVis.: (dispensam o Prot de Recepde Recep )) V
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3) estando presente visitantes (AAut e IIr.:) que desejarem entrar
em família, tendo ou não direito ao Protocolo de Recepçãotendo ou não direito ao Protocolo de Recepção : FILEIRA DO NORTE
FILEIRA DO NORTE (lado esq de quem entra)
FILEIRA DO SUL FILEIRA DO SUL (lado dir de quem entra)
Aprendizes
Aprendizes visitantes MMMM sem cargos
MMMMvisitantes
OOficc/ assento ao Norte
Orador 10 Vig Companheiros Companheiros visitantes MMMM sem cargos MMMMvisitantes
OOficcom assento ao Sul
Secretário 20Vig
Ex-Veneráveis Ex-Veneráveis
AAutdo Quadro AAut do Quadro
AAut VVisc/ direito ao
Protoc(exceto (exceto os os GGGG MMMM
Est
Est e Geral)e Geral)
AAut VVis c/ direito ao Protocolo
(exceto os GG
(exceto os GG MMMM EstEst e Geral)e Geral) Venerável Mestre
Venerável Mestre Obs:
Obs: neste último caso, as AAut com direito ao Protocolo de
Recepção que desejaram entrar em família e não pertencem a
5ª Faixa e não são o Grão-Mestre Estadual ou o Geral, deverã o ser recebidos conforme o quadro do ítem 2, sendo acompanha dos pelo Venerável Mestre.
Os IIIIrr visitantes regularesvisitantes regulares , poderão entrar em família quando apresentados por IIr do Quadro ou a critério do V M, desde
que não estejam previstos assuntos internos, caso contrário deverão entrar após a Ordem do dia.após a Ordem do dia.
Formadas as fileiras para o cortejo de entrada, para o cortejo de entrada, o M de CCer
dará as pancadas do Grau na porta do Templo. O Cobr Int,
que já está no interior do mesmo, sem responder a pancadasem responder a pancada , abrirá totalmente a porta do Templo, permanecendopermanecendo em suaem sua coluna (região sudoeste) e com a Esp
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As duas fileiras de IIr adentram ao Templo com passos
normais, iniciando com a fileira do Norte (AApr ) e seguido,
imediatamente, pela fileira pelo Sul (CComp ), sendo que a
partir deste momento as fileiras se alternam até a entrada dos
VVig. Após as entradas das fileiras, deverão entrar os MM
IInst seguidos das AAut MMaç. Obs:
Obs: durante o cortejo de entrada dos IIr das ccol (norte e
sul) mesmo que os obreiros tenham assento na col.: do norte, estes deverão fazer a circulação destrógiradeverão fazer a circulação destrógira – – MESMO A LOJA MESMO A LOJA ESTANDO FECHADA RITUALISTICAMETE).
ESTANDO FECHADA RITUALISTICAMETE).
Após a entrada, todos ocuparão seus respectivos lugares, tantotanto no Ocidente como no Oriente
no Ocidente como no Oriente , permanecendo em péem pé , em silêncioem silêncio e sem o Sinal de Ordem ou qualquer outro ssem o Sinal de Ordem ou qualquer outro s inalinal (perfilados - com os braços estendidos ao longo do corpo), enquanto o V M
acompanhará o M de CCer (munido de bastão) até o Trono,
entrando pelo lado norte do Altarnorte do Altar . Em seguida o M de CCer
ocupará seu lugar em Loja. ocupará seu lugar em Loja.
O MM de CCerde CCer estará munido de BASTÃOBASTÃO , não devendo usá-lonão devendo usá-lo quando circular em Loja
quando circular em Loja . Apenas deverá utilizar o BASTÃO duranteBASTÃO a abertura e fechamento dos trabalhos, ou quando conduzir um Ir.: em Loja, ou ainda quando o Ritual o determinar.
OBS:
OBS: o BASTÃO DE MADEIRABASTÃO DE MADEIRA , de aproximadamente 1,80m, deverá se conduzido pela mão direita (segurado ao meio), mantendo o braço, aderido ao corpo, que formará um ângulo de noventa graus, com o antebraço.
O M de Harm executará música apropriada e adequada para o
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ABERTURA RITUALÍSTICA ABERTURA RITUALÍSTICA (Ritual 1
(Ritual 100 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB /Edição 2009- pg.44-9) GOB /Edição 2009- pg.44-9) Antes de mais nada, o VM quer certificar se o Templo está Coberto.
Após a solicitação feita pelo 1 0 Vig
, o Cob Int baterá
regularmente com o cabo da espada (com a batida do grau)com o cabo da espada (com a batida do grau) pelo lado interno da porta do Templo. O Cob Ext ao ouvir a bateria,
verificará se existem IIr do Quadro no Átrio que, após informar o
VM, serão convidados a entrar informalmenteinformalmente (sem a saudação
às LLuz), já que a Loja ainda ESTÁ FECHADAa Loja ainda ESTÁ FECHADA . Em seguida, após
verificar que o Templo está coberto, responderá pelo lado de foraresponderá pelo lado de fora da porta, de igual forma
da porta, de igual forma (bateria regular). O Cob Int informará
ao 10Vig, e este comunicará ao V M que o Templo está coberto.
Na ausência do Cob
Na ausência do Cob EExxtt , o Cob Int após receber a ordem
do 10Vig se dirigirá até o Átrio e irá verificar a existência ou
não de IIr do Quadro. Se o Templo está coberto, retornará aoretornará ao
Templo,
Templo, fechará a porta do mesmo e baterá nesta pelo lado defechará a porta do mesmo e baterá nesta pelo lado de dentro
dentro (bateria regular), e transmitirá sua missão ao 1 0Vig ((IIrr 1
100VViigg , o Templo está coberto), o Templo está coberto) . Obs:
Obs: em seus trabalhos, quando cumprem as suas funções relativas quando cumprem as suas funções relativas àà segurança do Templo
segurança do Templo , os CCobr portam Espadas (à Ordem) na mão
direita, posição vertical, com o punho à altura da cintura. Nas demais situações, as Espadas permanecem nas bainhas ou suportesas Espadas permanecem nas bainhas ou suportes adequados (não devendo ser colocadas sobre as pernas)
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Em seguida, a pedido do V M, o 10 Vig faz a verificação de
que todos os presentes das CCol são Maçons e informa,
imediatamente, ao V M.
Obs:
Obs: quando o 1 0 Vig solicita que todos das CCol fiquem de pé
e à Ord , ele deverá se levantar, em seguida, para fazer esta
verificação – FICANDO TAMBÉM DE PE´E À ORDEM.FICANDO TAMBÉM DE PE´E À ORDEM.
No diálogo inicial de abertura dos trabalhos, além da fala do V
Veenn , dos VVig, dos VVig e do Orade do Orad ,, ocorre a participação do ChancChanc e do M
e do M de CCerde CCer ,, nos respectivos lugares, ficando em pé quando interrogados pelo V M, sem o Sinal de Ordem esem o Sinal de Ordem e
perfilados
perfilados (praticado no REAA). Obs:
Obs: O Ir que está de pé sem o Sinal de Ordem (perfilado)está de pé sem o Sinal de Ordem (perfilado) não
pode depositar a mão direita sobre a esquerda e estas sobre o avental, por constituir um Sinal (de obediência) praticado no Rito Brasileiro, PORÉM NÃO NO REAAPORÉM NÃO NO REAA .
TRANSMISSÃO DA PALAVRA SAGRADA TRANSMISSÃO DA PALAVRA SAGRADA (Ritual 1
(Ritual 100 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB /Edição 2009- pg.49) GOB /Edição 2009- pg.49)
Após a solicitação (comando) do Venerável todos ficam DE PÉ EDE PÉ E PERFILADOS, sem estar com o Sinal de Ordem,
PERFILADOS, sem estar com o Sinal de Ordem, pois a LOJALOJA AINDA ESTÁ FECHADA.
AINDA ESTÁ FECHADA.
O 1º Diác sobe os degraus do Altar/Trono com passos normais
pelo lado Norte e se coloca à frentecoloca à frente do VM. Se aproxima eSe aproxima e
recebe a Pal
recebe a Pal SagrSagr do Grau no ouvido dirdo Grau no ouvido dir , letra por letra,
sem nada responder e sem fazer nenhum tipo de sinal ousem fazer nenhum tipo de sinal ou movimento com a cabeça.
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Em seguida o 1100 Diác Diác retira-se do Oriente pelo lado Sudestepelo lado Sudeste , porém antes, no alinhamento da Balaustno alinhamento da Balaust ,, dá apenas uma rápida parada voltada ao V M (não faz saudação(não faz saudação – – a Loja não está a Loja não está
aberta)
aberta) e dirige à mesa do 1mesa do 1 00ViggVi . Neste trajeto, ao cruzar a linha
imaginária que separa o norte do sul (à frente do Painel), dá a simples parada em direção ao V M e vai diretamente à mesa do
10 Vig
(chegando pelo lado direito deste ),), ao qual transmite atransmite a
P
Palal do mesmo modo que a recebeudo mesmo modo que a recebeu , voltando a seguir ao seu lugar, no Oriente, pelo lado nordestepelo lado nordeste , dando apenas uma rápida parada em direção ao V M, no alinhamento da Balaust, no alinhamento da Balaust .
O 2º Diác dirigirá à mesa do 10Vig (pelo mesmo lado) e da mesma
forma que o 10. Diac, também receberá a Pal. Em seguida leva a Pal
ao 20Vig (pelo lado direito deste). Após a comunicação da Pal, da
mesma forma que a recebeu, retorna ao seu lugar. Obs:
Obs: 1) os VVig permanecem em suas mesas para receber a palsagr (eles não saem da mesa e muito menos ficam à frente (eles não saem da mesa e muito menos ficam à frente
desta aguardando os DDiac
desta aguardando os DDiac )); 2) Na recepção e transmissão daNa recepção e transmissão da Pa
Pall SagrSagr do Grau (pelos DDiacdo Grau (pelos DDiac ), na abertura dos trabalhos,), na abertura dos trabalhos, não se faz nenhum tipo de sinal ou saudação, pois apois a LojaLoja AINDA ESTÁ FECHADA. Porém,Porém, o giro deve ser realizado deve ser realizado COM FORMALIDADE, aoao redor do Painel, e toda vez que cruzarem a linha imaginária,
redor do Painel, e toda vez que cruzarem a linha imaginária, darão uma parada (rápida e formal) em direção do V M.
PROCEDIMENTO PARA ABERTURA DO L PROCEDIMENTO PARA ABERTURA DO L LL (Ritual 1
(Ritual 100 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB /Edição 2009- pg.50) GOB /Edição 2009- pg.50) Por determinação do V
Por determinação do V MM , , o o MM de CCerde CCer tomará o bastãotomará o bastão com a mão direita,
com a mão direita, circulará do sul para o norte, passando à frente do painel do grau (circulação destrógira), e vai adentrar ao Oriente
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pelo nordeste (procedendo a rápida parada em direção ao V M) e
ficará de frente do Orador, que o acompanhará até o Altar dos JJur. . O O MM de CCerde CCer ,, neste momento, se coloca se coloca atrás do Orador ,,
segurando o Bastão na
segurando o Bastão na posição vertical e distanciado do piso. Obs
Obs: 1) o M de CCer NÃO FAZ O CONVITENÃO FAZ O CONVITE ao Orador para
acompanha-lo; 2) no REAAno REAA não existe a formação do a formação do Pálio ..
O Orador, com o L L às mãosàs mãos , abre no texto bíblicotexto bíblico apropriado e faz sua leitura (Salmo 133). A seguir, recoloca-o abertoaberto sobre o Altar dos JJur , sobrepondo o EsEs qq e o Compe o Comp na posição do Grau (o Comp(o Comp com as ppontcom as ppont voltadas para o Ocvoltadas para o Oc e o Esqe o Esq por cima com as hhast
por cima com as hhast voltadas para o Orvoltadas para o Or ).). ATENÇÃO
ATENÇÃO : Neste momento, o V M diz À ORDÀ ORD MEUS IIRMEUS IIR
(para que todos fiquem à Ordemfiquem à Ordem ), devido a partir daquele momento a LOJA JÁ SE ENCONTRAR ABERTA.LOJA JÁ SE ENCONTRAR ABERTA.
O Orador saúda o V M((que responde educadamente educadamente a saudação ))
e retorna ao seu lugar acompanhando o MM de CCerde CCer que após sua saída do oriente, expõe o Painel do Grau, voltando ao seu lugar.voltando ao seu lugar. O V M e os VVig acendem suas luzes, na ordem hierárquicana ordem hierárquica (em
sendo velas, o acendimento será feito pelo Mserá feito pelo M de CCerde CCer )). Após o V M solicitar a SAUDAÇÃO E A ACLAMAÇÃO
(HH HH HH )),, todos IIr deverão permanecer à Ordemà Ordem , até que o
VM diga: SENTEMO-NOS.SENTEMO-NOS.
Em havendo Cobr Ext, é o momento em que este entra e senta
ao lado na porta (noroeste). Se ele não o fizer, o Cobr Int
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LEITURA E APROVAÇÃO DA ATA LEITURA E APROVAÇÃO DA ATA (Ritual 1
(Ritual 100 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB /Edição 2009- pg.52-3) GOB /Edição 2009- pg.52-3) O VM determina que o Ir Secr dê conta da Ata da última
sessão. Após a leitura a palavra nas CCol e no Oriente, para
alguma observação e aprovação da Ata que acaba de ser lida que, ao reinar silêncio, a mesma será considerada aprovada,
momento em o MM de CCerde CCer colherá as assinaturas do V M
e Orador, junto à do Secr .
Se houver discussão e dela resultarem emendas ou explicações, estas serão submetidas à votação, dela participando somente ossomente os IIIrIr que estiveram presentes à Sessão em discussão (Ritual 1(Ritual 1 00 Grau do REAA
Grau do REAA – – GOB /Edição 2009- pg.53) GOB /Edição 2009- pg.53) . Os IIr que não
estavam presentes ficarão em pé e à Ordempé e à Ordem , a fim de não serem confundidos com votos contrários à emenda apresentada. O MM de CCer
de CCer, em pé e à ordem, confere os votantesconfere os votantes e conta oconta o
número de votos
número de votos no Oc e no Or , dando conta ao V M se ase a
emenda foi ou não aprovada
emenda foi ou não aprovada (as emendas aprovadas serão consignadas na própria Ata em questão).
Para a aprovaçãoaprovação ou reprovaçãoreprovação em qualquer votação, basta a manifestação da metade mais um dos votos vda metade mais um dos votos v álidosálidos presentes.
Ob
Obss: não se utilizam as expressões “pela maioria, pela totalidade,“pela maioria, pela totalidade, por unanimidade”
por unanimidade” entre outras.
O IIr manifestam seu voto através do sinal de costume: braçobraço
direito para frente, com a palma da mão voltada para baixo e com direito para frente, com a palma da mão voltada para baixo e com os dedos unidos
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LEITURA E DESTINO DO EXPEDIENTE LEITURA E DESTINO DO EXPEDIENTE (Ritual 1
(Ritual 100 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB /Edição 2009- pg.54) GOB /Edição 2009- pg.54)
Neste período, o Secr , de forma organizada e objetivade forma organizada e objetiva , tendo já
elaborado um resumo previamente, divulga o expediente, fazendo parte deste: as comunicações das Oficinas eas comunicações das Oficinas e Obediências, os Boletins Oficiais, os convites de LLoj
Obediências, os Boletins Oficiais, os convites de LLoj e de IIre de IIr ,, pranchas diversas, propostas e etc.
pranchas diversas, propostas e etc.
Após a leitura pelo Secr , o MM de CCerde CCer recolhe o expediente e
encaminha ao V M, que dará o devido destino. Nos casos de
necessidade de discussão e aprovação
necessidade de discussão e aprovação , o expediente será remetido para a Ordem do DiaOrdem do Dia .
Se houver Leis e Decretos, os textos serão lidos pelo Oradoros textos serão lidos pelo Orador , e os IIIrIr permanecem permanecem sentados (Art. 122 sentados (Art. 122 item III item III do do RGF)RGF) .
Quando da entrega de diploma, medalha, placa comemorativa ou outro mimo, a critério de quem estiver dirigindo os trabalhos, os IIrestarão em PÉ E À ORDEMPÉ E À ORDEM quando se tratar de SESSÃOSESSÃO
PRIVATIVA DE MAÇONS,
PRIVATIVA DE MAÇONS, ou apenas em péem pé , quando a SESSÃOSESSÃO PERMITIR A PRESENÇA DE NÃO-MAÇONS
PERMITIR A PRESENÇA DE NÃO-MAÇONS .
Os Atos ou comunicadosAtos ou comunicados podem ser lidos pelo próprio IrIr SecrSecr , com todos sentadossentados (Lei n(Lei n00 0041/99 0041/99 – – AFL). AFL).
SACO DE PROPOSTAS E INFORMAÇÕES SACO DE PROPOSTAS E INFORMAÇÕES (Ritual 1
(Ritual 100 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB /Edição 2009- pg.54-5) GOB /Edição 2009- pg.54-5) Somente após o 2 0Vig ter feito a comunicação de que vai circular
o Saco de PProp e IInf , é que o M de CCer levanta-se e
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PProp e IInf , com ambas as mãoscom ambas as mãos , à altura da cintura e do ladodo lado
esquerdo
esquerdo do corpo. Inicia o giro que deverá ser executado com toda formalidade
toda formalidade , ou seja: V M (e demais que compõem o
Altar), 1° e 2° VVig , Orad, Secr e Cobr Int (formando aformando a
Estrela de seis pontas
Estrela de seis pontas ), AAut Maçônicas, MM IInst, MM do
Or, MM das CCol do Sul e Norte, CComp , AApr. Na
sequência vai em direção do Cobr Int que o auxilia para colocar
alguma proposta e inform e, em seguida, vai para entre CCol ,
com a mesma postura inicial, SEM FAZER NENHUM TIPO DE SINALSEM FAZER NENHUM TIPO DE SINAL OU COMUNICAÇÃO AO TÉRMINO DA CIRCULAÇÃO.
OU COMUNICAÇÃO AO TÉRMINO DA CIRCULAÇÃO.
Obs: 1) No OcidenteOcidente , a circulação é feita no sentido horáriohorário ; 2) Ao entrar e sair do Oriente (no alinhamento da Balaust ) fará uma
parada rápida e formal em direção ao V M, sem balançar asem balançar a
cabeça ou movimentar o tronco
cabeça ou movimentar o tronco ; 3) No Oriente não existeOriente não existe padronização ritualística para a circulação (SEM
padronização ritualística para a circulação (SEM a parada em direção ao V M - passagem livre).
Ao comando do V M, o M de CCer dirige-se ao Oriente
subindo os degraus pelo lado norte para
subindo os degraus pelo lado norte para chegar ao Altar, ficandochegar ao Altar, ficando de frente ao V
de frente ao V MM,, onde deposita todo o conteúdo da bolsa
sobre o altar, o que é assistido de PERTO,PERTO, pelos Orad e Secr, a
conferência de que nada foi esquecido no seu interior.
OBS: o Orad e o Sec devem permanecer PRÓXIMOSPRÓXIMOS do altar do
VM, e NNÃOÃO apenas ficarem de pé e à ordem em suas mesas ((ÉÉ
PARA CONFERIR DE PERTO E NÃO DE LONGE) PARA CONFERIR DE PERTO E NÃO DE LONGE) ..
Excepcionalmente
Excepcionalmente , quando houver GRANDE NÚMEROGRANDE NÚMERO de IIr presentes na sessão, o Ven M poderá solicitar ao MM dede
CCer
CCer Adjunto (caso tenha ou até mesmo o IrAdjunto (caso tenha ou até mesmo o Ir HospHosp )) para que ajude na coleta, percorrendo as Colunas, a partir do momento em que o M de CCer completar a formação da Estrêla de seisEstrêla de seis
pontas,
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ESCRUTÍNIO SECRETO PARA ADMISSÃO DE
ESCRUTÍNIO SECRETO PARA ADMISSÃO DE NOVOS MEMBROSNOVOS MEMBROS (Ritual 1
(Ritual 100 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB /Edição 2009- pg.56-9) GOB /Edição 2009- pg.56-9)
Seu giro ritualísticogiro ritualístico é idêntico ao do Saco de PPropidêntico ao do Saco de PProp e IInf . Ae IInf distribuição das esferas é feita pelo Mfeita pelo M de CCerde CCer , que apresenta aos IIr uma urna (estojo) contendo esferas brancas e pretasbrancas e pretas , do
qual o Ir votante retira uma de cadauma de cada .
O Ir 1º Exp , ritualisticamente e com formalidadesritualisticamente e com formalidades , faz o
mesmo giro coletando o escrutínio, ocasião em que o Ir coloca
a esfera da cor que expressará o seu voto (esferas brancas(esferas brancas aprovam e pretas reprovam)
aprovam e pretas reprovam) . Terminada a coleta do Escrut
Secr, este é entregue ao Ventregue ao V MM para sua verificação, ajudadoajudado
pelos Orad
pelos Orad e Secre Secr . Se todas as esferas forem brancasSe todas as esferas forem brancas , o VM anunciará que o candidato foi aprovado limpo e puroaprovado limpo e puro , e
os nomes dos proponentes e dos sindicantes do candidato serãonomes dos proponentes e dos sindicantes do candidato serão revelados (Art. 20 do RGF)
revelados (Art. 20 do RGF) . Se houver votação desfavorável,votação desfavorável, procederá de conformidade com o RRGGFF (do Art.21 ao 29).(do Art.21 ao 29). O M de CCer recolherá, ritualisticamente e com formalidades,
as outras esferas. ATENÇÃO:
ATENÇÃO: IIr do quadro que não desejarem fazer uso de seu
legítimo direito de voto, poderão solicitar cobertura temporária do Templo, assim que o V M anunciar que vai ler as
sindicâncias para a seguir, efetuar o Escrut Secr. Porém, emPorém, em
permanecendo não poderá abster-se de votar permanecendo não poderá abster-se de votar .
ORIENTAÇÃO RITUALÍSTICA DO REAA DO GOB-MG
ORIENTAÇÃO RITUALÍSTICA DO REAA DO GOB-MG – – ANO 2015 ANO 2015
Obs:
Obs: 1) Na votação (escrutínio) tomarão parte exclusivamente osexclusivamente os membros do quadro
membros do quadro , inclusive AApr e CComp (Art. 17 (Art. 17 § § únicoúnico
do RGF / Ritual do REAA do GOB-2009
do RGF / Ritual do REAA do GOB-2009 – – pg.56); pg.56); 2) Uma vez iniciada a leitura
iniciada a leitura do expediente , o escrut, o escrut não poderá sernão poderá ser interrompido, suspenso ou adiado
interrompido, suspenso ou adiado , devendo ser concluído na mesma sessão (Art. 18 § único do RGF)(Art. 18 § único do RGF) .
ORDEM DO DIA
ORDEM DO DIA
(Ritual 1
(Ritual 100 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB /Edição 2009- pg.60-1) GOB /Edição 2009- pg.60-1)
A pauta da Ordem do Dia é organizada previamenteorganizada previamente pelo VM,
auxiliado pelo Secr . Constituem-se, fundamentalmente, de
assuntos dependentes de discussão e votação, proposições e requerimentos. Tais assuntos devem estar contidos em Propostas Escritas, apresentadas no Saco de Proposta e Informações, levados pelo VM à discussão da Loja, ou devem estar contidos em
pareceres de comissões. Por ordem do V M o Secr expõe cada
assunto agendado previamente, lendo a proposta ou parecer, um assunto de cada vez, e só passando a outro após a conclusão do anterior, depois da votação e da proclamação do resultado.
Ob
Obss: No encerramento de discussão de qualquer matéria, compete ao Orador apresentar suas conclusões sob o ponto deOrador apresentar suas conclusões sob o ponto de vista legal
vista legal (Art. 122 item V do RGF).(Art. 122 item V do RGF). Se legal
Se legal , será votada pelos presentes, que se manifestarão pelo sinal de costume. Se ilegalSe ilegal (inconstitucional, regulamentar ou anti-regimental) o Orador dará como encerrada qualquer discussão.
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ORIENTAÇÃO RITUALÍSTICA DO REAA DO GOB-MG – – ANO 2015 ANO 2015
RECEPÇÃO DE AAUT
RECEPÇÃO DE AAUT E PORTADORES DE TÍTULOS DE RECOMPENSASE PORTADORES DE TÍTULOS DE RECOMPENSAS (Ritual 1
(Ritual 100 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB /Edição 2009- pg.62-70) GOB /Edição 2009- pg.62-70) O maçom regularmaçom regular tem o direito de ser admitido nas sessões que permitem visitantes até o grau simbólico que possuir (Art.(Art. 217 do RGF).
217 do RGF).
O visitante está sujeito à disciplina interna da Loja
O visitante está sujeito à disciplina interna da Loja que o admite em seus trabalhos e será recebido no momento determinado pelo Ritual respectivo (Art.217 §único do RGF).(Art.217 §único do RGF). Os visitantes portadores de representação especial ou títulos de autoridade, bem como as autoridades Maçônicas doautoridades Maçônicas do Simbolismo
Simbolismo , serão recebidos conforme o Protocolo de RecepçãoProtocolo de Recepção previsto no RGF (Art. 219).RGF (Art. 219).
O Ritual garantirá ao Grão-Mestre a competência de presidir, se quiser, todas as sessões de Lojas maçônicas de que participar ( Art. 219Art. 219 §§1100do RGF)do RGF) .
O Ritual não poderá alterar a ordem de precedência prevista neste Regulamento ( Art. 219Art. 219 §§2200do RGF) .do RGF)
A ordem de precedência por faixa é da maior para a menor e dentro de cada uma das faixas a prevalência é do primeiro ao último cargo ( Art. 219Art. 219 §§5500do RGF)do RGF) .
É vedada a entrega do Malhete a qualquer autoridade maçônica que não esteja devida e explicitamente credenciada a recebê-lo, sob qualquer alegação, pretexto, motivo ou razão (Art. 219Art. 219 §§6600 do RGF)do RGF) .
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ORIENTAÇÃO RITUALÍSTICA DO REAA DO GOB-MG – – ANO 2015 ANO 2015
O tratamento das autoridades de que trata o artigo anterior é o seguinte (Art. 220 do RGF)(Art. 220 do RGF) :
II – 1a Faixa – Ilustre Irmão, com exceção do Venerável, cujo tratamento é o de Venerável Mestre;
IIII – 2a Faixa – Venerável Irmão; IIIIII – 3a Faixa – Poderoso Irmão; IIVV – 4a Faixa – Eminente Irmão; V V – 5a Faixa – Sapientíssimo; VI VI – 6a Faixa - Soberano.
RECEPÇÃO DE LOJA(S)
RECEPÇÃO DE LOJA(S)
(Ritual 1(Ritual 100 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB /Edição 2009- pg.71) GOB /Edição 2009- pg.71) Uma Loja pode estar presente na sessão de uma coirmã como incorporada, quando ambas funcionarem na mesma sessão e no mesmo Rito.
As Lojas incorporadas ingressam no Templo juntamente com a Loja anfitriã e com ela dividem a realização dos trabalhos.
Caso não atue no desenvolvimento dos trabalhos ritualísticos ou não seja do mesmo Rito, deverá ser considerada como Loja visitante. A Loja visitante ingressa, após a abertura dos trabalhos, com o VM à frente, seguindo-se o estandarte e, hierarquicamente, as
demais dignidades, Oficiais e IIr formados em dupla, do mais
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Bat incessante. Somente o V M visitante saúda o V M e os
VVig da Loja visitada, sendo conduzido ao Oriente, conforme o
Protocolo de Recepção, todos fazendo o Sinal do Grau e tomam seus lugares indicados pelo M de CCer, conforme suas prerrogativas
hierárquicas, sem fazerem nenhuma Saudação.
Quando estiverem duas ou mais Loj em visitação, entra em
último lugar a de maior título ou condecoração e, se forem iguais nisso, entra em último lugar a mais antiga na Ordem, de acordo com o menor número cadastral.
TEMPO DE ESTUDOS
TEMPO DE ESTUDOS
(Ritual 1
(Ritual 100 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB /Edição 2009 - pg.72-3) GOB /Edição 2009 - pg.72-3)
Um dos deveres de uma Loja é dedicar todo empenho à instrução e ao aperfeiçoamento moral e intelectual dos membros de seu Quadro, realizando sessões de instrução sobre História, Legislação, Simbologia e Filosofia maçônicas, sem prejuízo de outros temas (Art.24 Ítem III
(Art.24 Ítem III – – Constituição do GOB). Constituição do GOB).
É o período que constará de exposição e debate de um assunto de doutrina ou filosofia, legislação, história, instrução do grau, de simbologia maçônica, técnico, científico ou artístico, de interesse da Ordem ou da Cultura Humana, e será feita pelo Venerável Mestre ou pelo Orador ou, ainda, por um Ir previamente designado (Ritual 1(Ritual 1 00 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB /Edição 2009- pg.72) GOB /Edição 2009- pg.72) . São vedados, terminantemente,
São vedados, terminantemente, a exposição e debate de qualquer matéria político-partidário ou religiosopolítico-partidário ou religioso – –sectário (Ritual 1sectário (Ritual 1 00 Grau Grau do REAA
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O Tempo de Estudos não pode ser suprimidonão pode ser suprimido , sob nenhum pretexto ou argumentos de atraso ou adiantar da Sessão, entrede atraso ou adiantar da Sessão, entre outros
outros , como, também, nenhum trecho do ritualnenhum trecho do ritual .
Salvo no caso de palestra ou conferência previamente programada, o Tempo de EEst Tempo de EEst não deverá exceder a quinze minutos (Ritual 1não deverá exceder a quinze minutos (Ritual 1
0 0 Grau do REAA
Grau do REAA – – GOB -Edição 2009- pg.73) GOB -Edição 2009- pg.73) . Obs:
Obs: o Ir entre CCol (de pé e à ordem)(de pé e à ordem) deve iniciar sua
apresentação citando nominalmente e dirigindo apenas o olhar aosapenas V M , 10 e 20 VVig , e aos demais IIr (sem fazer a Saud(sem fazer a Saud )), permanecendo de pé e à ord .
Neste momento, após esta introdução e antes de iniciar a leitura do trabalho, o V M deve estar atento para dispensar o sinal dedeve estar atento para dispensar o sinal de ordem,
ordem, para que o palestrante não tenha que solicitar!
Ao final da apresentação, o o IRIR AGRADECE VOLTA À ORDAGRADECE VOLTA À ORD .. Sempre que possível, o V M DEVE COLOCAR A PALDEVE COLOCAR A PAL NAS NAS
CCOL
CCOL para possíveis perguntas ou esclarecimentos e, finalmente,
DISPONÍVEL AO IR
DISPONÍVEL AO IR ORADORAD PARA AS CONSIDERAÇÕESPARA AS CONSIDERAÇÕES . Obs:
Obs: este é o momento para que os IIr façam alguma pergunta,
comentário e até mesmo elogios. Usar o momento na Pal a Bem
da Ord e do Quadro em Part para fazê-lo é uma atitudeé uma atitude inadequada
inadequada .
As instruções em Loja, segundo o RGF, devem ser ministradas pelos responsáveis pela direção das CCol , ou de acordo com o Ritual,
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2°Vig
2°Vig pelas instruções aos MMaç sob sua responsabilidade
(Artigos 119, 120-II e 121-II do RGF).
(Artigos 119, 120-II e 121-II do RGF). Porém, foi adotado no foi adotado no RITUAL DO REAA
RITUAL DO REAA – –GOB (2009GOB (2009 – –pg.18)pg.18) que:
1) “... permite ao 1 0Vigobservar todo o Oc , que está sob sua
direção e orientação e especificamente os CComp , CUJA
INSTRUÇÃO É DE SUA RESPONSABILIDADE; 2) “... a posição do 2 0 Vig
, que tem sob sua direção e orientação
a Coldo Sul, permite-lhe observar o topo da Col do Norte,
onde estão os AApr , CUJA INSTRUÇÃO ESTÁ SOB SUA
RESPONSABILIDADE ”.
TRONCO DE BENEFICÊNCIA
TRONCO DE BENEFICÊNCIA
(Ritual 1
(Ritual 100 Grau do REAA Grau do REAA – – GOB /Edição 2009-pg.74-5) GOB /Edição 2009-pg.74-5) SOMENTE APÓS A COMUNICAÇÃO
SOMENTE APÓS A COMUNICAÇÃO feita pelo 2 0Vig, de que vai
correr o Tronco de Benef , é que o Hosp levanta-se e vai para
entre CCol .
O Hospitaleiro após se posicionar entre CCol e portando o
recipiente (saco) com ambas as mãos à altura da cintura docom ambas as mãos à altura da cintura do ladolado esquerdo do corpo
esquerdo do corpo , inicia sua circulação de modo idêntico ao do Saco de PProp e IInf , com todas as formalidades ritualísticas.
OBS: Excepcionalmente
OBS: Excepcionalmente , quando houver grande número de IIr
presentes na sessão, o Ven Mestre poderá solicitar o MM dede
CCer
CCer para que ajude na coleta, percorrendo as Colunas, a partir do momento em que o HOSP completar a formação da EstrelaEstrela de seis pontas