Controlador lógico programável
Controlador lógico programável
Sistema 1500 de Micrologix
Sistema 1500 de Micrologix
O MicroLogix 1500 é o membro o mais poderoso da família de MicroLogix. No fato, O MicroLogix 1500 é o membro o mais poderoso da família de MicroLogix. No fato, pode segurar muitas aplicações que se chamaram tradicional para controladores pode segurar muitas aplicações que se chamaram tradicional para controladores maiores, mais caros. Com seu processador removível, unidades baixas com fonte maiores, mais caros. Com seu processador removível, unidades baixas com fonte encaixada do I/O e da alimentação - e expansão através de I/O 1769 de Compact - encaixada do I/O e da alimentação - e expansão através de I/O 1769 de Compact - oo MicroLogix 1500 embala todas as melhores características de um sistema modular MicroLogix 1500 embala todas as melhores características de um sistema modular em uma pegada low-cost,
Controlador lógico programável
Controlador lógico programável
Sistema 1500 de Micrologix
Sistema 1500 de Micrologix
O MicroLogix 1500 é o membro o mais poderoso da família de MicroLogix. No fato, O MicroLogix 1500 é o membro o mais poderoso da família de MicroLogix. No fato, pode segurar muitas aplicações que se chamaram tradicional para controladores pode segurar muitas aplicações que se chamaram tradicional para controladores maiores, mais caros. Com seu processador removível, unidades baixas com fonte maiores, mais caros. Com seu processador removível, unidades baixas com fonte encaixada do I/O e da alimentação - e expansão através de I/O 1769 de Compact - encaixada do I/O e da alimentação - e expansão através de I/O 1769 de Compact - oo MicroLogix 1500 embala todas as melhores características de um sistema modular MicroLogix 1500 embala todas as melhores características de um sistema modular em uma pegada low-cost,
Sumario
Sumario
Sumario Sumario ...33 Introdução. Introdução... ... 7 7 InstruçõesInstruções do do Tipo Tipo Relé Relé ... . 26 26
Examinar se
Examinar se Energizado – Energizado – XIC XIC ... ... 26 26
Examinar s
Examinar se e DesenergizadDesenergizado o – – XIO XIO ...26 26
Energizar / Desenergizar
Energizar / Desenergizar Saída – Saída – OTE OTE ... .. 27 27
Temporizador Retentivo
Temporizador Retentivo – – RTO RTO ... .... 3232
Instruçõe
Instruções s de de Comparação Comparação ... 3232
Consideraç
Considerações Especiais ões Especiais de de MatemáticMatemática a de 32 de 32 Bits Bits ...37 37
ADD
ADD [Adição] [Adição] ... ... 3838
Descrição Descrição ... ... 3838 AVISO! AVISO! ... 3939 Adição
Adição de de 32 32 Bits Bits ... .. 3939
SUB
SUB [Subtração] [Subtração] ...3939
Descrição Descrição ... ... 3939 AVISO! AVISO! ... 3939 MUL
MUL [Multipli[Multiplicar] car] ... 40... 40
Descrição
Descrição ... ... 4040
DIV
DIV [Dividir] [Dividir] ... .. 4141
Descrição
Descrição ... ... 4141
DDV
DDV [Dupla [Dupla Divisão] Divisão] ... .. 4141
Descrição
Descrição ... ... 4242
Operação
Operação ... 42... 42
NEG
NEG [Negação] [Negação] ... .... 4242
Descrição Descrição ... ... 4242 CLR CLR [Limpar] [Limpar] ... .. 4242 Descrição Descrição ... ... 4343 TOD
TOD [Converter [Converter para para BCD] BCD] ...4343
Descrição
SQR [Raiz quadrada] ... 44
Descrição ... 45
MOV [Mover] ... 47
Descrição ... 47
MVM [Mover com Máscara] ... 47
Descrição ... 47
AND [Operação Lógica AND] ... 48
Descrição ... 49
Tabela Verdade AND ... 49
OR [Operação OU Inclusivo] ... ... 49
Descrição ... 49
Tabela Verdade OR ... 49
XOR [Operação OU Exclusivo] ... 50
Descrição ... 50
NOT [Operação Lógica Não] ... 50
Descrição ... 51
Tabela Verdade NOT ... 51
JMP [Saltar para Rótulo] ... 52
Descrição ... 52
Fornecendo Parâmetros ... 52
LBL [Rótulo] ... 52
Descrição ... 53
Fornecendo Parâmetros ... 53
JSR [Saltar para Subrotina] ... 53
Descrição ... 53 SBR [Subrotina] ... ... 54 Descrição ... 54 AVISO! ... 54 Descrição ... 54
RET [Retorno da Subrotina] ... 54
AVISO! ... 56 AVISO! ... 56 AVISO! ... 56 TND [Final Temporário] ... 56 Descrição ... 56 SUS [Suspender] ... 57 Descrição ... 57 Fornecendo Parâmetros ... 57
INT [Subrotina de Interrupção] ... 57
Descrição ... 57
Ramificações Aninhadas ... 58
Ramificações Paralelas ... 59
Restrições de Ramificação ... 59
Propósito do treinamento:
Este treinamento tem como propósito oferecer as habilidades necessárias para escrever, inserir, testar e documentar programas no MicroLogix 1500. O participante aprenderá a usar as instruções básicas e a configurar a comunicação utilizando o software RSLogix500. O professor irá demonstrar detalhadamente o uso das instruções, e em seguida, irá propor situações reais que permitem que o participante pratique o uso destas instruções e técnicas. Os exercícios práticos serão realizados em estações de trabalho com o MicroLogix 1500.
Objetivo do treinamento:
Após o término do treinamento, o participante será capaz de fazer programas no Micrologix 1500 usando o software RSLogix500, realizando as seguintes tarefas: Escrever, inserir e testar instruções de programação configurar a comunicação em um sistema Micrologix 1500.
Publico alvo:
Devem participar deste treinamento as pessoas que precisam programar instruções da lógica ladder ou configurar a comunicação de um sistema Micrologix 1500.
Pré-requisito:
Conhecimento prático dos princípios elétricos e controles básicos, Experiência em ambiente Windows 95, para programação RSLogix500.
Estratégias Pedagógicas
Aulas expositivas e práticas
Capacitar os alunos em programação básica de CLP, possibilitando dessa forma que realizem manutenções básicas nos sistemas de automação que possuam esse equipamento e subsidiar a participação em futura especialização.
Introdução.
Este material foi desenvolvido para servir de suporte instrucional em um dos treinamentos sobre Controladores Lógicos Programáveis (CLPs), para os cursos de aprendizagem, qualificação, cursos técnicos ou cursos para suprimentos de demanda de profissionais da industria. Aborda conceitos, recursos, aplicações, procedimentos e aspectos operacionais relacionados com a arquitetura e programação de CLPs.
O tema, por si só, já é vastíssimo e, além disso, do ponto de vista prático, o mercado oferece muitas opções em termos de equipamentos e recursos.
Graças ao surgimento da eletrônica, foi possível pensar em equipamentos de controle menores e com recurso de programação de suas funções. Surgiu então o CLP, ou controlador Lógico Programável, este passou a controlar toda a lógica através de um programa, enquanto à parte de potência continuou a ser acionada por contatores, os quais são acionados pelas saídas do CLP. As tais conhecidas chaves limite, em muitos casos, foram substituídas por sensores que são ligados às entradas do CLP.
Com o progresso da microeletrônica e informática, o CLP ganhou grande capacidade de processamento de informações, além de um imenso incremento na capacidade de controle de equipamentos.
Hoje, o CLP vai alem do controle de um simples intertravamento de máquina, é capaz de ser ligado em rede, possibilitando o controle de um processo inteiro, gerando até mesmo o diagnostico de problemas no equipamento controlado.
Histórico do CLP.
O Controlador Lógico Programável (CLP), ou simplesmente PLC (Programmable Logic Controller), pode ser definido como um dispositivo de estado sólido, um computador industrial, capaz de armazenar instruções par a i mpl ement ação de f unções de cont role ( seqüê ncia lógi ca ,
da General Motors. Naquela época, a GM freqüentemente passava dias ou semanas alterando sistemas de controle baseados em relés, sempre que mudava um modelo de carro ou introduzia modificações na linha de montagem.
Para reduzir o alto custo de instalação decorrente dessas alterações, a especificação de controles da GM necessitava de um sistema de estado sólido, com flexibilidade de um computador, mas que pudesse ser programado e mantido pelos engenheiros e técnicos na fábrica.
Os principais blocos que compõem um CLP são:
• CPU (Central Processing Unit – Unidade Central de Processamento):
compreende o processador (microprocessador, microcontrolador ou processador dedicado), o sistema de memória (ROM e RAM), e os circuitos auxiliares de controle, circuitos dos módulos de I/O ( Input, Output – Entradas e saídas): podem ser discretos (sinais digitais: 24 Vdc, 127 Vac, contatos normalmente abertos (NA), contatos normalmente fechados (NF) ou sinais analógicos (sinais analógicos : 4 - 20mA, 0 – 10Vdc, termopar, PT100.
• Fonte de alimentação: responsável pela tensão de alimentação fornecida à
CPU, os módulos de I/O, e em alguns caso, proporciona saída auxiliar (baixa corrente).
• Base ou rack: proporciona conexão mecânica e elétrica entre a CPU,
ou módulos de I/O e a fonte de alimentação, contem o barramento de comunicação entre eles, no qual os sinais de dados, endereço, controle e tensão de alimentação estão presentes.
• Pode ainda ser composto por circuitos/módulos especiais tais
como: contador rápido de vários KHz, interrupção por hardware, controlador de temperatura, controlador PID, co – processadores (transmissão via radio, posicionamento de eixos, comunicação em rede, etc).
Operação básica do CLP.
A CPU executa a leitura do status (condições, estados) dos dispositivos de entrada meio dos circuitos/módulos de I/O, o status é armazenado na memória (RAM) para serem processados pelo programa de aplicação, desenvolvido pelo usuário e armazenado em memória RAM, EPROM ou EEPROM no CLP. Após a execução do programa de aplicação, o processador atualiza os status dos dispositivos de saída por meio dos circuitos/módulos de I/O, realizando a lógica de controle.
rele), muito popular entre os usuários dos antigos sistemas de controle a relés, é a mais utilizada, por ser uma linguagem que mais se aproxima do diagrama de comando elétrico. Esta linguagem é a representação lógica da seqüência elétrica de operação, como representado nas figuras a seguir.
A lógica implementada pelo CLP é muito semelhante à convencional, sendo que os dispositivos de entrada (elementos B0 e B1), são conectados ao circuito/modulo de entrada e o dispositivo de saída (elemento K1), ao circuito/modulo de saída. O programa de aplicação determina o acionamento da saída em função das entradas (B0, B1=K1). Qualquer alteração desejada nesta lógica é realizada por meio de alterações no programa, permanecendo as mesmas ligações (conexões) nos circuitos/módulos de I/O.
Diagramas em bloco:
O CLP é constituído de basicamente três partes: entrada, CPU e saída.
• ENTRADAS: Trata-se da parte do sistema responsável pela aquisição dos
sinais provenientes dos sensores, limites, botoeiras, etc. Os módulos ou cartões de entrada compatibilizam as tensões de comando disponíveis no campo (24Vcc, 110Vca, etc) com níveis digitais utilizados pela CPU. Estes módulos promovem ainda uma isolação – geralmente óptica – entre a alimentação de comando e os sinais internos do sistema, de forma a evitar danos causados por problemas provenientes do campo. Em geral, os módulos de entrada são elementos simples, com uma eletrônica não muito inteligente, que na memória dos casos trata os sinais digitais, isto é, sinais do tipo ligado e desligado. Cada sinal deste tipo é conectado a um ponto de entrada.
• SAÍDAS: São elementos responsáveis pela atuação do sistema no processo
controlado. Em geral são módulos simples, que entendem os sinais lógicos da CPU transformando-os em sinais compatíveis com o campo (24Vcc, 110Vca, etc). Nesta conversão de níveis, costuma-se encontrar também a isolação – geralmente óptica – para preservar a CPU. Assim como os módulos de entrada, os módulos de saída costumam apresentar uma eletrônica não muito inteligente, tratando somente de sinais digitais do tipo ligado/desligado.
• CPU: É o centro do sistema. Dentro da CPU está armazenado o programa
aplicativo e as configurações básicas, isto é, toda inteligência necessária ao sistema. A CPU é responsável pela leitura das entradas, comparação com o programa aplicativo, e escrita nas saídas. A grande maioria dos sistemas
armazenados na memória RAM da CPU que é mantida por bateria ou capacitor no caso da queda de energia. Em muitos casos a CPU pode acondicionar chips de memória EEPROM para backup de memória. É comum também encontrar indicadores de diagnósticos (led’s) no painel frontal da CPU, informando o estado geral do equipamento.
Alguns CPU’s são verdadeiros centros de processamento de informações com conexões diretas para redes de comunicação, chegando até a “conversar” com várias delas ao mesmo tempo.
Desta maneira, além do controle de processo, as CPU’s podem informar todas as condições operacionais a um eventual sistema de supervisão.
A CPU executa todas as suas tarefas durante o ciclo de operação, conhecido como varredura. A varredura é feita em três etapas:
Varredura das Entradas: Durante a varredura das entradas, o CLP examina os dispositivos externos de entrada quanto à presença ou ausência de tensão, isto é, um estado energizado ou desernegizado. O estado das entradas é armazenado temporariamente em uma região de memória denominada tabela imagem de entrada.
Varredura do Programa: Durante a varredura do programa, o CLP examina as instruções no programa ladder, usa o estado das entradas armazenado na tabela imagem de entrada e determina se uma saída será ou não energizada. O estado resultante das saídas é armazenado em uma região da memória denominada tabela imagem da saída.
Varredura das Saídas: Baseado nos dados da tabela imagem de saída, o CLP energiza ou desernegiza seus circuitos de saída que exercem controle sobre dispositivos externos.
Podemos então entender que um CLP é composto por entradas, saídas e CPU. Porém, para que o sistema se torne operacional, devemos montar esses componentes em uma estrutura que permita a comunicação entre eles e uma fixação mecânica adequada. Por esse motivo são disponíveis racks ou bastidores para acondicionamento de módulos.
Obviamente toda eletrônica deve ser corretamente alimentada para um bom funcionamento, logo torna-se necessária de uma FONTE de alimentação confiável para suprir o sistema. Em geral, cada rack necessita de uma fonte de alimentação própria.
Para programar o CLP e/ou monitorar seu funcionamento, torna-se necessário um TERMINAL DE PROGRAMAÇÃO. Este terminal pode ser dedicado somente a programação do CLP, ou então um microcomputador comum com o software editor de programação para CLP.
Arquitetura Básica de Hardware do Controlador Lógico
Programável
MicroLogix 1500
O micrologix 1500 controlador lógico programável é composto de uma unidade de base, que contém uma fonte de alimentação, circuitos de entrada e saída e um processador.
Descrição do Equipamento: Controlador Programável MicroLogix 1500 (Allen Bradley) A família dos CLPs MicroLogix da Allen-Bradley tem característica modular, e a versão do controlador disponível no laboratório é constituída por: chassi, fonte, módulo processador (CPU), módulo de entradas digitais, módulo de saídas digitais.
A disposição física dos principais componentes do equipamento. Caso o usuário deseje mais pontos de entrada, saída ou até mesmo funcionalidades de rede de comunicação de dados, este poderá adquirir cartões específicos que permitirão aumentar os recursos do equipamento.
Os cartões devem ser instalados em trilhos padrão DIN fisicamente conectados aos outros cartões ou ao corpo do CLP (respeitando-se as limitações do controlador empregado).
A tabela abaixo indica os possíveis estados dos LEDs do CLP MicroLogix 1500 e seus Respectivos significados.
Existem três posições que definem o modo do CLP:
Posição RUN
Componentes Descrição Componentes Descrição
1 terminal removível do bloco 7 Modulo de Memória/Relógio
De tempo real
2 Interface para expansão de
I/O, barreira removível 8 Bateria sobressalente
3 Leds de entradas 9 Bateria
4 Leds de saídas 10 Tampas dos terminais e
etiquetas
5 Porta de comunicação 11 Ferramenta de acesso de
dados
6 Leds de status 12 Chaves para troca de modo
LED Quando Indica que
LED Quando Indica que RAM para o módulo de memória
RUN
ON (constante) O controlador está no modo RUN Piscando um programa da memória RAMO controlador está transferindo
para o módulo de memória
OFF O controlador está em outro modo
que não RUN FLT
Piscando ao ligar O controlador não esta
configurado
Piscando em operação. O processador detectou erro no
chassi de expansão ou na memória.
On Há falha grave (sem
comunicação)
Off Não existem erros
Force Piscando forçadas para on ou off sem queEntradas ou saídas foram
isto tenha sido habilitado.
On Pontos forçados foram
habilitados.
Off Pontos forçados inexistentes.
Batt On Bateria baixa, ou jumper
inexistentes, ou bateria e jumper não conectados.
Esta posição habilita o CLP ao modo de operação (Run). O CLP varre/executa o programa ladder, monitora dispositivos de entrada, energiza dispositivos de saída e ativa pontos forçados de E/S habilitados. O modo do CLP pode ser alterado somente por meio da chave seletora. Não é possível desenvolver a edição do programa on-line.
• Posição PROG
Esta posição habilita o CLP ao modo de programação (Program). O controlador não varre/executa o programa ladder e as saídas são desligadas. É possível desenvolver a edição do programa on-line. O modo do CLP pode ser alterado somente por meio da posição da chave seletora.
• Posição REM
Esta posição habilita o CLP ao modo remoto (Remote): modos REMote Run, REMote Program ou REMote Test. O modo do controlador pode ser alterado por meio da posição da chave seletora ou mudando o modo por meio de uma interface de
programação/operação. É possível desenvolver a edição de programa on-line nessa posição.
O software utilizado para fazer a programação do CLP SLC 500 da Rockwell é o RsLogix da Rockwell Software. Uma poderosa ferramenta de edição e configuração que permite, dentre outras coisas:
Configurar a CPU do SLC 500, micrologix (modelo, porta de comunicação, etc.); Configurar a distribuição de entradas e saídas;
Criar, editar e modificar programas para o CLP SLC 500, micrologix; Criar, editar e modificar a disposição de memória (endereçamento); Monitoração on-line do programa do CLP;
Monitorar o estado do processador do CLP; Etc.
O RsLogix é especialmente desenvolvido para o sistema operacional Windows 98, NT ou 2000, tratando-se da evolução da maleta de programação (primeira geração de software de programação), dos programas APS (segunda geração de software de programação versão para DOS) e A.I. Series (a terceira e ultima geração de software de programação versão para DOS). A seguir a janela do RSlogix.
O software RSLogix é um programa desenvolvido com o objetivo de configurar, programar, monitorar e comandar os CLPs da série MicroLogix e SLC-500 da Allen
Barra On-line
Status do Programa / Processador
Barra de Ícones Padrão (Barra de Ferramentas Principal) Árvore do Projeto Barra de Ferramentas de Instruções com Abas Janela de Contatos
Bradley. A comunicação do PC com o CLP Micrologix (Ou família SLC-500) se faz fisicamente por meio de um cabo de comunicação que atenda o padrão RS-232, e virtualmente por meio do software RSLinx. Por meio deste software, pode-se configurar o CLP, transferir programas elaborados no RSLogix para o CLP (Download ), transferir
programas existentes no CLP para o RSLogix (Upload ), e ainda monitorar e comandar
o CLP, em tempo real. Apresenta um exemplo de tela de configuração do Linx.
Tela do Rslinx
Configuração de Driver
Primeiramente, deve-se criar um driver para comunicação do CLP com o PC. No software RSLinx , clique em Communications / Configure Drivers. Em Available Driver
Types,selecione o driver desejado e configure-o. Neste caso o driver RS-232 DF1
device deve ser selecionado. Em Comm Port , selecione a porta de comunicação
utilizada e em Device, selecione SLC-CH0/Micro/PannelView . As outras informações
necessárias para configuração do driver podem ser obtidas por meio do Auto-Configure.
Barra de Ícones Padrão (Barra de Ferramentas Principal):
Clique Ver > Padrão para exibir a barra de ferramentas padrão no alto da janela do RSLogix . Desmarque Ver > Padrão para esconder a barra de ferramentas.
O que há na Barra de Ferramentas Padrão?
Clique uma figura na barra de ferramentas padrão abaixo para ver uma breve explicação da sua função.
A Barra de Ícones Padrão contém várias funções que você usará repetidamente durante a criação e teste do seu programa de lógica. Se você desejar saber o que representa qualquer um dos ícones, o RSLogix poderá informá-lo. Simplesmente mova o cursor até o ícone; aparecerá uma janela flutuante de dica de ferramenta contendo uma explicação da função do ícone.
A versão do RSLogix 500 não permite a personalização da barra de ícones com o acréscimo ou eliminação de ícones. Este recurso está planejado para RSLogix 5000. Barra de Ferramentas de Instruções com Abas:
Marque Exibir > Instrução para exibir a barra de ferramentas de instruções diretamente abaixo da barra de ferramentas padrão na exibição do RSLogix. Desmarque Ver > Instrução para ocultá-la.
Esta tela mostra as instruções configuradas como categorias com abas. Quando se clica uma aba de categoria, a barra de ferramentas de instruções logo acima dela se transforma para revelar aquela categoria de instruções. A figura acima mostra as categorias de Usuário selecionadas e as instruções designadas àquela categoria.
Se houver uma quantidade de instruções contidas em uma categoria com aba maior do que pode ser exibido convenientemente no espaço fornecido, é possível clicar os botões de rolagem ilustrados acima para rolar para a esquerda ou para a direita para visualizar as instruções disponíveis.
Se houver uma quantidade de categorias de instruções maior do que pode ser exibido convenientemente no espaço fornecido, é possível clicar os botões de rolagem ilustrados acima para rolar para a esquerda e para a direita pelas categorias de instruções visualizáveis.
Barra Online - Status do Programa/Processador:
Marque Exibir > Barra On-line para exibir a barra on-line do lado esquerdo da barra de ferramentas de instrução com abas. Desmarque Exibir > Barra On-line para ocultar a barra on-line.
Transferência do Programa do PC para o CLP (Download)
No seu aplicativo, é possível que você veja diferente conteúdo conforme o estado do seu programa aplicativo.
Modo Operacional - Esta caixa de lista suspensa indica se você está off-line ou on-line, e se o modo on-line permite a seleção do estado operacional do processador. Também permite decidir fazer uploading ou downloading do projeto. O estado atual é sempre visível neste campo. A ilustração acima mostra Execução Remota.
Se você estiver on-line e se o processador tiver falhado, a seleção Ir Para Erro
aparecerá na lista. Selecione esta opção para interrogar o arquivo de status quando da falha do processador para determinar a causa do erro.
Campo Edições - Este campo informa sobre a existência ou não de edições no
programa de contatos on-line. Este campo de somente leitura poderá indicar Nenhuma Edição ou Edições Existentes. A ilustração acima mostra Nenhuma Edição.
Campo Forças - Este campo informa sobre a existência ou não de forças no programa de contatos on-line. Este campo de somente leitura poderá indicar Nenhuma Força ou Forças Existentes. A ilustração acima mostra Nenhuma Força.
Campo Forças Desativadas/Ativadas - Este campo informa se as forças existentes no programa de contatos on-line estão ativadas ou desativadas. (A ativação da tabela de forças de entrada afeta a tabela de forças de entrada, o arquivo de dados de entrada, assim como a lógica do programa. A ativação da tabela de forças de saída só afeta o circuito de saída; não afeta o arquivo de dados de saída nem a lógica do programa.)
Driver - Aqui aparecem as informações sobre o driver atual. Na ilustração acima, aparece AB_DF1-1.
Nó - Este é o número do nó do controlador. Pode aparecer em octal ou em decimal. Se for octal, o número será seguido de "o" minúsculo. Se for decimal, o número será seguido de "d" minúsculo. Na ilustração acima aparece Nó: 1d.
Além dos campos mencionados acima, existe um ícone gráfico de um globo. Enquanto estiver on-line, o globo estará girando. Quando estiver off-line o globo estará estacionário. Este ícone pode também poderá exibir um conector quebrado se perder as comunicações enquanto on-line.
Árvore do Projeto
A árvore do projeto (exibição do projeto) é uma representação visual de todos os arquivos no projeto.
Consiste em pastas e arquivos que contêm todas as informações sobre os programas e dados no projeto nomeado na barra de título. Na frente de cada pasta há um ícone que contém um sinal + ou um sinal -. O sinal + significa que a pasta está fechada. Clique nele para expandir a visualização do projeto e para exibir seus arquivos. O sinal - significa que a pasta já está aberta e que os arquivos estão visíveis.
Clique no botão direito do mouse nas Pastas e Arquivos na árvore do projeto para revelar um menu de funções. Esta é freqüentemente a maneira mais rápida de acessar funções disponíveis na barra de menus do aplicativo.
Clique duas vezes nos Arquivos na árvore do projeto para revelar um diálogo de funções onde é possível digitar parâmetros e realizar tarefas.
É possível fechar o projeto inteiro, inclusive os arquivos de contatos abertos, ao clicar no X no canto superior direito da árvore do projeto.
Também é possível usar as funções maximizar/minimizar.
Após finalizar um programa no software RSLogix, é necessário que o mesmo seja transferido para o CLP; isto é denominado Download . Para efetuar o Download ,
deve-se deve-seguir os deve-seguintes passos: Inicialmente, gire a chave deve-seletora de modo do CLP para REM. No menu Online do RSLogix, mudar a opção Offline para Download , por
meio da escolha de opções.
Transferindo o programa.
Para todas as janelas que aparecem, deve-se escolher a opção Sim.
Ao final, o programa entra no modo REMOTE PROG, permitindo a edição do programa
Transferido. Mude para a opção Run (modo REMOTE RUN ). Isso torna possível a
monitoração das variações dos estados dos bits do programa, em tempo real, juntamente com a execução do processo e do controle. Para voltar a programar, basta
Desenvolvimento de um novo programa
Para criar um novo arquivo no RSLogix, siga os seguintes passos: No RSLogix, ao selecionar o menu File – New , surgira uma lista com os processadores possíveis;
Escolha o processador de acordo com o seu, e clicar em OK ; No menu à esquerda,
selecione IO Configuration, fazendo surgir a tela de configuração de entradas e saídas,
onde é feita a configuração dos módulos que compõem as gavetas. Após observar que o módulo do processador (CPU) já está configurado, selecionar para cada gaveta o código de cada módulo instalado no CLP. Os códigos podem ser encontrados no verso das “tampas” de cada módulo. Terminadas as escolhas dos módulos, feche a janela de configuração de entradas e saídas. No menu Comm, clicar em System Comms; isso
abre o RSLinx e a janela Communications, semelhante à da Figura . Procurar a estação
correspondente ao CLP em uso, no canal DF-1. Caso exista um “ X ” vermelho no ícone
do CLP, está ocorrendo uma falha na comunicação.
Endereçamento do Rslogix
O endereçamento permite que se identifique um bit, elemento ou arquivo. O formato do endereço é apresentado a seguir:
- # X f : e . s / b
X Identificador do tipo do arquivo.
. delimitador
f Número do tipo do arquivo
s número do sub-elemento /mnemônico
: Delimitador / delimitador de bit
e Número do elemento
b número do bit
X - Tipo de arquivo:
O = Saída, R = Controle,I = Entrada,N = Número Inteiro, S = Estado
F = Ponto Flutuante, B = Bit, D = BCD*, T= Temporizador, A = ASCII*, C = Contador *apenas para visualização.
Opções dos símbolos de endereçamento
Com os controladores MicroLogix existem oito arquivos de dados padrão conforme a definição a seguir. Não há arquivos de dados definidos pelo usuário.
Arquivo #
Tipo de
Arquivo
Descrição do Arquivo Use com estes
controladores O0
Saída Este arquivo armazena o estado dos terminaisde saída para o controlador. SLC e MicroLogix
I1
Entrada
Este arquivo armazena o estado dos terminais de entrada para o controlador.
SLC e MicroLogix
S2
Status Este arquiva armazena informações sobre aoperação do controlador úteis na depuração das operações do controlador e do programa.
SLC e MicroLogix
B3
Bit Este arquivo armazena a lógica interna de relés. SLC e MicroLogix
T4
Temporizador Este arquivo armazena o acumulador dotemporizador e valores predeterminados e bits de status.
SLC e MicroLogix
C5
Contador Este arquivo armazena o acumulador docontador e valores predeterminados e bits de status.
SLC e MicroLogix
R6
Controle Este arquivo armazena o comprimento,posições de ponteiro, e bits de status para instruções específicas tais como registradores de deslocamento e seqüenciadores.
SLC e MicroLogix
N7
Inteiro Este arquivo é usado para armazenar valoresnuméricos ou informações de bits. SLC e MicroLogix
F8
Ponto Flutuante Este arquivo armazena um numero dentro dafaixa de 1.1754944e-38 a 3.40282347e+38. SLC 5/03 OS301,OS302 e SLC 5/04 OS400, OS401
F8
Definido pelo Usuário
Estes são arquivos criados por você e podem ser definidos como armazenamento de dados de bits, temporizador, contador, controle e inteiro. Fixo, SLC 5/01, e SLC 5/02 9-255 Definido pelo Usuário
Estes são arquivos criados por você e podem ser definidos como armazenamento de dados de bits, temporizador, contador, controle e inteiro. Todos os SLC 9-255 Definido pelo Usuário Cadeia ou ASCII
Estes são arquivos criados e definidos por você como armazenamento de dados de Cadeia (ST) ou ASCII (A).
SLC 5/03 OS301, OS302 e SLC
5/04 OS400, OS401
f - Número do tipo do arquivo 0 = Saída** 1 = Entrada** 2 = Estado 3 = Bit 4 = Temporizador 5 = Contador 6 = Controle 7 = Número Inteiro 8 = Ponto Flutuante
9-255 = para armazenamento de outros arquivos
**Para arquivos de Entrada e Saída, pode ser omitido o número do tipo do arquivo.
. Delimitador que separa o número do tipo de arquivo e o número do elemento. e - Número do elemento:
Para arquivos de E/S (Entrada / Saída), o número do elemento corresponde ao número da gaveta (hardware) onde se encontra cada módulo. O número da gaveta é o número que indica o local de encaixe dos módulos no chassi, da esquerda para a direita. Por exemplo: a gaveta 0 (zero) é sempre utilizada pelo módulo da CPU. Este número pode ser de 0 até o número de gavetas disponíveis no chassi. Para outros arquivos, ele pode ser de 0 a 255. Delimitador utilizado com mnemônico de sub-elemento em arquivo de Controle, Contador e Temporizador ou com indicador de palavra.
s - Mnemônico de sub-elemento.
É utilizado com o arquivo de temporizador, contador ou controle. Quando representado com números, indica uma palavra (byte). Delimitador que separa o número de bit do número de elemento ou sub-elemento.
b - Número de bit
Nos módulos de E/S, o número de bit corresponde ao número do terminal encontrado no módulo. O número de bits disponíveis é igual ao número de terminais disponíveis no módulo.
Por exemplo: Um módulo de Entrada de 16 terminais terá correspondentes bits de 0 a 15. Exemplos: Endereçamento de entrada e de saída: I:1/1 e O:2/0
I:1/1 = Entrada na gaveta 01, bit referente ao terminal 01
O:2/0 = Saída na gaveta 02, bit referente ao terminal 00 Endereçamento de bits de armazenamento: B3:0/1 ou B3/1
Inserção de arquivos de programas:
Visão Geral:
Os arquivos de programa contêm informações sobre o controlador, sobre o programa principal de contatos, e sobre programas de sub-rotinas. Com os controladores SLC é permitido ter até 256 arquivos de programa. Com o controlador MicroLogix é possível ter até 16 arquivos de programa. O propósito de cada arquivo de programa está descrito abaixo:
Descrição Controlador SLC
Arquivo Numero MicroLogixArquivo Num.
Programa do Sistema – contém informações
relacionadas ao sistema e informações fornecidas por você, tais como: tipo de processador, configuração de E/S, nome do arquivo do processador e senhas.
0 0
Reservado 1 1
Programa Principal de Contatos – contém
instruções de operação para a lógica principal de contatos.
2 2
Rotina de Falha de Erros do Usuário – um
arquivo criado por você e executado por ocasião da ocorrência de uma falha recuperável.
Use qualquer arquivo de sub-rotina (3-255)
3
Interrupção de Contador de Alta Velocidade - um arquivo criado por você e que se executa quando da ocorrência de uma interrupção do HSC. Se não houver HSC, use como sub-rotina.
Use qualquer arquivo de sub-rotina (3-255)
4
Interrupção Temporizada Regulável – um
arquivo criado por você e que se executa quando da ocorrência de uma STI. Se não houver STI, utilize como sub-rotina.
Use qualquer arquivo de sub-rotina (3-255)
5
Programa de Contatos de Subrotina
-arquivos criados por você e que se executam de acordo com instruções de sub-rotinas.
Use qualquer arquivo de sub-rotina (3-255)
Programação do Micrologix
Os CLPs da família MicroLogix, são programados por meio de uma combinação entre a linguagem ladder com blocos de função. As instruções podem ser inseridas no programa por meio de linhas de instruções. Para isto, basta dar um duplo-clique na linha desejada e em seguida digitar a instrução e o endereço correspondente como é exemplificado a seguir.
Pode-se também programar por objetos gráficos, por meio da técnica de arrasta-e-solta dos símbolos do menu de instruções. É necessário que se faça o endereçamento da instrução após a colocação da figura na posição desejada.
Programação por objeto.
Programação por objeto.
Após a programação de todo ladder estar finalizada, é recomendado fazer uma Após a programação de todo ladder estar finalizada, é recomendado fazer uma verificação lógica do programa, por meio do botão . Havendo erros, eles serão verificação lógica do programa, por meio do botão . Havendo erros, eles serão enumerados e indicados na tela. A seguir são apresentadas as instruções do RSLogix enumerados e indicados na tela. A seguir são apresentadas as instruções do RSLogix essenciais para a execução das tarefas. Elas podem ser divididas em vários tipos, essenciais para a execução das tarefas. Elas podem ser divididas em vários tipos, enumerados a seguir:
enumerados a seguir:
Instruções do Tipo Relé
Instruções do Tipo Relé
Estas instruções são utilizadas para monitorar o estado dos terminais de entrada/saída Estas instruções são utilizadas para monitorar o estado dos terminais de entrada/saída ou bit da tabela de dados do CLP.
ou bit da tabela de dados do CLP.
Examinar se Energizado – XIC Examinar se Energizado – XIC
Esta instrução verifica o estado do bit endereçado da memória, procurando Esta instrução verifica o estado do bit endereçado da memória, procurando co
condndiçição ão de de enenerergigizazado. do. A A ininststruruçãção o seserá rá ververdadadedeirira a ququanando do o o didisposposisititivo vo dede entrada/saída ou bit da tabela de dados estiver energizado; e será falso, caso contrário. entrada/saída ou bit da tabela de dados estiver energizado; e será falso, caso contrário. A aparência dessa instrução é mostrada a seguir.
A aparência dessa instrução é mostrada a seguir.
Exami
Examina o bit da tabelna o bit da tabela de dados I:1a de dados I:1/0, o qual c/0, o qual corresponde orresponde ao terminao terminal 0 al 0 de umde um mó
módudulo lo de de enentrtradada a lolocacalilizazado do no no cacartrtão ão E/E/S S 1. 1. Se Se esteste e bibit t da da tatabelbela a de de daddadosos estiver energizado (1), a instrução é verdadeira.
estiver energizado (1), a instrução é verdadeira.
Examinar se Desenergizado – XIO Examinar se Desenergizado – XIO
De
De momodo do cocontntráráririo o à à ininststrurução ção XIXIC, C, a a ininststruruçãção o seserá rá veverdrdadadeieira ra ququanando do oo dispositivo de entrada/saída ou bit da tabela de dados correspondente à instrução dispositivo de entrada/saída ou bit da tabela de dados correspondente à instrução estiver desenergizado; e será falso, caso contrário. A aparência dessa instrução é estiver desenergizado; e será falso, caso contrário. A aparência dessa instrução é mostrada a seguir.
Examina o bit da tabela de dados I:1/1, o qual corresponde ao terminal 1 de Examina o bit da tabela de dados I:1/1, o qual corresponde ao terminal 1 de um módulo de entrada localizado no cartão E/S 1. Se este bit da tabela de dados um módulo de entrada localizado no cartão E/S 1. Se este bit da tabela de dados estiver desenergizado (0), a instrução é verdadeira.
estiver desenergizado (0), a instrução é verdadeira.
Energizar / Desenergizar Saída – OTE Energizar / Desenergizar Saída – OTE
Esta instrução é utilizada para energizar um dispositivo de saída ou um bit da Esta instrução é utilizada para energizar um dispositivo de saída ou um bit da tabela de dados caso as instruções da linha sejam verdadeiras. Caso forem falsas, o bit tabela de dados caso as instruções da linha sejam verdadeiras. Caso forem falsas, o bit en
endederereçadçado o da da mememómóriria a pepela la ininststrurução ção não não serserá á enenerergigizadzado. o. A A apapararênêncicia a desdessasa instrução é mostrada a seguir.
instrução é mostrada a seguir.
Se
Se as as instruçinstruç ões ões de de entrada entrada que que anantetececededem esm esta ita insnstrtruçução de são de saíaída nada na mesma linha passam a verdadeira, o bit 0:2/0 é energizado, o qual corresponde ao mesma linha passam a verdadeira, o bit 0:2/0 é energizado, o qual corresponde ao terminal 0 de u
terminal 0 de um módulo de m módulo de saída localizado no cartsaída localizado no cartão E/S 2.ão E/S 2.
Energizar / Desenergizar Saída com Retenção – OTL Energizar / Desenergizar Saída com Retenção – OTL
A instrução OTL , quando habilitada, energiza o dispositivo de saída ou bit da A instrução OTL , quando habilitada, energiza o dispositivo de saída ou bit da tabela de dados correspondente com retenção, isto é, uma vez energizado, apenas tabela de dados correspondente com retenção, isto é, uma vez energizado, apenas uma instrução de desenergização pode modificar o seu estado. Logo, mesmo que a uma instrução de desenergização pode modificar o seu estado. Logo, mesmo que a condição lógica da linha onde se encontra a instrução OTL se modifique de verdadeira condição lógica da linha onde se encontra a instrução OTL se modifique de verdadeira para falsa, o terminal correspondente de saída não será desligado.
para falsa, o terminal correspondente de saída não será desligado.
Se as
Se as concondiçdições de ões de ententrarada da antanterierioreores s a a estesta a instinstruçrução ão de de saísaída da na na mesmmesma a linlinhaha passam a verdadeira, o bit 0:2/12 é energizado, o qual corresponde ao terminal passam a verdadeira, o bit 0:2/12 é energizado, o qual corresponde ao terminal 12 de um módulo de saída.
12 de um módulo de saída.
Energizar / Desenergizar Saída com Retenção – OTU Energizar / Desenergizar Saída com Retenção – OTU
A instrução OTU desliga o dispositivo de saída ou bit da tabela de dados com A instrução OTU desliga o dispositivo de saída ou bit da tabela de dados com retenção. Portanto, uma vez que o terminal de saída correspondente seja desligado, retenção. Portanto, uma vez que o terminal de saída correspondente seja desligado, seu estado não se modifica com a mudança de condição lógica da linha; isto apenas seu estado não se modifica com a mudança de condição lógica da linha; isto apenas acontece com a aplicação de uma instrução d
acontece com a aplicação de uma instrução de energização ao mesmo endereço.e energização ao mesmo endereço.
Se as
Se as condiçcondições de ões de entrentrada anteriada anteriores a ores a esta instrução de saída esta instrução de saída na mesmana mesma lilinha nha paspassam sam a a ververdaddadeireira, a, o o bit bit 0:20:2/9 /9 é é dedesesenenergrgizizadado, o, o o ququal al cocorrrresespopondnde e aoao terminal 9 de um módulo de saída localizado no cartão E/S 2. Isto é necessário terminal 9 de um módulo de saída localizado no cartão E/S 2. Isto é necessário para desenergizar
Instruções de Ramificação
Instruções de Ramificação
Normalmente os CLPs permitem que sejam elaboradas lógicas de controle Normalmente os CLPs permitem que sejam elaboradas lógicas de controle ramificando-se as instruções. A aparência dessa ramificação é mostrada a
ramificando-se as instruções. A aparência dessa ramificação é mostrada a seguir.seguir.
Ramificação de Entrada Ramificação de Entrada
Pa
Para ra ininststruruçõções es de de enentrtradaada, , popodede-s-se e ututililizizar ar raramimifificacaçõções es em em parparalaleleloo (co
(condindiçõeções s lólógicgicas as OU) OU) e e tamtambém bém ramramifificaicações ções em em sérsérie ie (co(condindiçõeções s lóglógicaicas s E).E). Ambas ramificações podem ser utilizadas em conjunto.
Ambas ramificações podem ser utilizadas em conjunto.
Ramificação de Saída Ramificação de Saída
Para instruções de saída, só é possível o uso de ramificações em paralelo. Para instruções de saída, só é possível o uso de ramificações em paralelo. No exemplo da figura observa-se que existe ainda a possibilidade de ramificações No exemplo da figura observa-se que existe ainda a possibilidade de ramificações Combinadas com instruções de entrada e saída.
Instruções de Temporizadores.
Os temporizadores contam intervalos de tempo transcorridos na base de tempo selecionada e armazenam essa contagem em sua palavra de valor acumulado.
Existem três tipos de temporizador, que diferem na maneira pela qual energizam e Desenergizam os bits de estado.
Os temporizadores possuem 3 parâmetros a serem definidos:
• Timer Base: É a unidade na qual será feito o incremento da contagem de tempo,
em segundos. (ex: 1s, 0.1 s, 0.001s...)
• Preset : Número de intervalos a serem temporizados.
• Acum: Número de intervalos temporizados que transcorreram até o momento.
Temporizador na Energização (TON)
A instrução de Temporizador na Energização pode ser utilizada para energizar ou desenergizar um dispositivo quando tiver decorrido um intervalo de tempo predeterminado. Enquanto as condicionantes da linha do Temporizador na energização forem verdadeiras, o temporizador conta intervalos de tempo (incrementa o valor acumulado) até o valor do Preset . Caso as condicionantes forem falsas, o valor
acumulado é zerado. Se a condição de entrada se toma verdadeira, o temporizador começa a incrementar em intervalos selecionados (Time Base). Quando o valor acumulado (ACC) é maior ou igual ao valor pré-selecionado (Preset), o temporizador pára e energiza o bit de executado do temporizador (DN).
Um exemplo de diagrama de tempo com o exemplo de funcionamento do Temporizador na Energização:
As saídas do temporizador são as seguintes:
• DN: Quando um valor acumulado é igual ou maior que o valor pré-selecionado (evento d até e), o temporizador pára de incrementar seu valor acumulado e energiza o bit de executado – DN . O bit DN é desenergizado sempre que as
condições se tornem falsas (evento e).
• TT: Quando as condições de linha são verdadeiras e o valor acumulado é menor que o pré-definido (eventos a até b e c até d), o bit temporizando – TT – é
energizado. Quando o bitDN é energizado, o bit TT é desenergizado (evento d).
• EN: O bit habilitação – EN – é energizado quando as condições de linha são verdadeiras (eventos a e c) e desenergizado quando as condições são falsas (eventos b e e). Sempre que as condições de linha se tornam falsas, a contagem pára e o valor acumulado é zerado.
Temporizador na Desenergização (TOF)
A instrução Temporizador na Desenergização (TOF) possui função semelhante à Instrução Temporizador na Energização (TON), mas com as seguintes diferenças:
• A Instrução TOF começa a temporizar um intervalo de tempo assim que as condições da linha se tornam falsas (evento a e c).
• O bit de executado – DN – é energizado quando as condições de linhas são verdadeiras (eventos b e d). Quando as condições de linha se tornam falsas, o bit DN permanece energizado, até que o valor acumulado se iguale ao valor
pré-definido (evento d). Neste momento o bitDN é desenergizado.
• O valor acumulado é zerado quando as condições de linha se tornam verdadeiras (eventos b e e ).
• O bit de habilitação – EN – é energizado quando as condições de linha são verdadeiras (eventos b e d) e desenergizado quando as condições são falsas (eventos a e c).
• O bit temporizando – TT – é energizado quando as condições de linha são falsas e o valor acumulado é menor que o valor pré-definido (eventos a até b e c até d). Quando o valor acumulado se torna maior ou igual ao valor pré-definido, a
Se a condição de entrada é falsa, o temporizador começa a incrementar em intervalos selecionados (Time Base). Quando o valor acumulado (ACC) é maior ou igual ao val or pré -se le cio nad o (Pr ese t) , o temporizador pára e energiza o bit de executado do temporizador (DN).
A instrução Temporizador na Desenergização (TOF) possui função semelhante à Instrução Temporizador na Energização (TON), mas com as seguintes diferenças:
• A Instrução TOF começa a temporizar um intervalo de tempo assim que as condições da linha se tornam falsas (evento a e c).
• O bit de executado – DN – é energizado quando as condições de linhas são verdadeiras (eventos b e d). Quando as condições de linha se tornam falsas, o bit DN permanece energizado, até que o valor acumulado se iguale ao valor
pré-definido (evento d). Neste momento o bitDN é desenergizado.
• O valor acumulado é zerado quando as condições de linha se tornam verdadeiras (eventos b e e ).
• O bit de habilitação – EN – é energizado quando as condições de linha são verdadeiras (eventos b e d) e desenergizado quando as condições são falsas (eventos a e c).
• O bit temporizando – TT – é energizado quando as condições de linha são falsas e o valor acumulado é menor que o valor pré-definido (eventos a até b e c até d). Quando o valor acumulado se torna maior ou igual ao valor pré-definido, a contagem pára e o bit TT é desenergizado (evento d).
Temporizador Retentivo – RTO
A instrução de Temporizador Retentivo, de maneira semelhante à instrução TON, é utilizada para energizar ou desenergizar um dispositivo, assim que for alcançado o
Preset. A instrução de Temporizador Retentivo retém o seu valor acumulado quando
ocorrer qualquer uma das condições a seguir: As condicionantes da linha passarem a falsas;
A chave seletora de modo for colocada na posição PROG;
Ocorrer falta de energia desde que seja mantida a energia de back-up da memória RAM. Para zerar o temporizador, deve-se utilizar a instrução de rearme RTR.
Se a con diç ão d e en tra da s e to ma verdadeira, o temporizador começa a incrementar em intervalos seleciona dos (Time Base). Quando a linha passa a falsa, o temporizador pausa a temporização e retorna somente quando a linha for verdadeira. Quando o valor acumulado (ACC) é maior ou igual ao valor pré-selecionado (Preset), o temporizador pára e energiza o bit de executado do temporizador (DN). Nos temporizadores existem os bit EN, DN e TT, o bit EN é verdadeiro quando a linha for verdadeira, o bit DN é verdadeiro quando o valor acumulado for igual ao pré-selecionado e o bit TT é verdadeiro durante a contagem de tempo. Quando for necessário usar o valor acumulado durante o programa deve se usar o seu endereço, como por exemplo: T4:0.ACC
Instruções de Comparação
As instruções de comparação são instruções de entrada que testam a relação entre dois valores, Origem A e Origem B:
Origem A é um endereço de palavra.
Origem B é um endereço de palavra ou uma constante.
Instruções de comparação Igual a (EQU)
Maior ou Igual a (GEQ)
Se o valor em Source A é maior ou igual ao va lor em Sou rce B, esta ins trução é verdadeira.
Maior que (GRT)
Se o valor em Source A é maior ao valor em Source B, esta instrução é verdadeira.
Menor ou Igual (LEQ)
Se o valor em Source A é menor ou igual ao val or em Sou rce B, esta ins tru ção é verdadeira.
Menor que (LES)
Diferente (NEQ)
Se o v alor em So urce A é dife rent e valo r em Source B, esta instrução é Verdadeira.
Instruções para contadores
Contador Crescente (CTU)
Se a condição de entrada se toma verdadeira, o contador inicia a contagem incrementando em 1 sempre que a linha passa de falsa para verdadeira. Quando o valor acumulado é maior ou igual ao valor pré-selecionado (Preset), o contador energiza o bit de executado (DN).
Contador Decrescente (CTD)
Se a condição de entrada se toma verdadeira, o contador inicia a contagem decrementando em 1 sempre que a linha passa de falsa para verdadeira. Quando o valor acumulado é maior ou igual ao valor pré-selecionado (Preset), o contador energiza o bit de executado (DN).
Rearme do Temporizador ou Contador (RES)
Se a condição de entrada se toma verdadeira, o valor acumulado (ACC) do temporizador ou contador é ressetado (=0).
Nos contadores existem os bit CU, CD e DN, os bits CU e CD são verdadeiros quando a linha for verdadeira, o bit DN é verdadeiro quando o valor acumulado for maior ou igual ao pré-selecionado no contador. Quando for necessário usar o valor acumulado durante o programa deve se usar o seu endereço, como por exemplo: C5:0.ACC.
Para se obter um contador crescente e decrescente (UP-DOW) usa-se dois contadores, um UP e um DOW, com o mesmo endereço.
Seleção de linha.
Selecione a linha no programa que exige edição e depois selecione Editar > Iniciar Edição de Linhas no menu principal ou escolha Iniciar Edição de Linhas no menu do botão direito do mouse. Uma duplicata da linha selecionada (precedida pelo marcador de zona de edição e) aparece no programa. Esta é a linha sobre a qual todas as edições serão aplicadas. A linha original (a linha a ser substituída) aparece precedida pelo marcador de zona de edição r. Veja o exemplo abaixo.
Faça as edições à linha. Neste exemplo, uma instrução XIO (B3/0) substitui XIC B3/0 na linha. As marcas de edição minúsculas não mudam, já que representam alterações que só existem na memória do computador; estas alterações ainda não fazem parte do programa on-line. Veja o exemplo abaixo. (Neste ponto, você poderá clicar em Editar > Cancelar Edições de Linha para cancelar as edições já feitas na linha.)
Selecione Editar > Aceitar Linha. Isto altera os marcadores de zona de edição. Veja abaixo. O I maiúsculo representa a linha que foi inserida no programa on-line. O R maiúsculo representa a linha on-line que será substituída. Neste momento a linha R ainda está operacional no programa.
Selecione Editar > Testar Edições. Isto força a precedência da linha marcada com I . O programa operará com a linha inserida, e a linha marcada com R será ignorada. (Como alternativa é possível clicar em Editar > Cancelar Edições para cancelar a linha aceita e marcada com I e reter a linha originalmente programada e marcada com R.)
Selecione Editar > Montar Edições. Todos os marcadores de zona de edição desaparecem e as edições são incorporadas no programa on-line. Não existe uma opção Desfazer depois que as edições on-line tenham sido montadas.
Obs.: As linhas marcadas para exclusão durante a edição on-line são antecedidas pela letra D.
Instruções de conversão e matemáticas:
Use essas instruções de saída para executar a computação usando uma expressão ou uma instrução aritmética específica.
Em instruções matemáticas, se utilizar um processador 5/02, 5/03, 5/04 ou MicroLogix, você pode usar endereços indexados como parâmetros de origem ou destino. Se estiver usando um processador 5/03 OS302 ou 5/04 OS401, você pode usar endereços indiretos para os parâmetros de origem ou destino.
Se Você Deseja: Use essa Instrução: Ilustração da instrução: Adicionar dois valores ADD
Multiplicar um valor por outro MUL
Dividir um valor por outro DIV
Executar uma divisão dupla DDV
Alterar o sinal do valor da origem
e colocá-lo no destino NEG Zerar todos os bits de uma
palavra CLR
Converter um valor inteiro para
BCD TOD
Converter um valor BCD para
um valor inteiro FRD
Determinar a raiz quadrada de um valor
SQR (Não disponível com SLC 5/01 ou Fixo)
Considerações Especiais de Matemática de 32 Bits
Se utilizar um processador 5/02 Série C ou posterior, ou um 5/03, 5/04 ou MicroLogix (capaz de adição e subtração de 32 bits), você pode ativar o bit de estouro matemático (S:2/14) no o arquivo de status. Isso faz com que os 16 bits menos significativos, sem sinal, truncados, permaneçam no destino.
Se esse bit não é ativado e ocorre uma condição de estouro negativo ou estouro, a operação será a mesma que com um processador Série B. O endereço de destino irá conter um 32767 (se o resultado for positivo) ou -32768 (se o resultado for negativo). Bits de Status Aritmético
Após uma instrução ser executada, os bits de status aritméticos no arquivo de status são atualizados. Os bits de status aritméticos estão na palavra 0, bits 0-3, no arquivo de status (S2) do processador.
Esse bit: Descrição: S:0/0 Transporte (C) S:0/1 Estouro (O) S:0/2 Zero (Z) S:0/3 Sinal (S)
Outros Bits de Status/Palavras Que Você Pode Desejar Monitorar:
S:5/0 Bit Interceptar Estouro (Bit de Erro Menor) Se esse bit for ativado durante a execução de uma instrução END, TND, ou REF, um erro principal (0020) é declarado. S:13 Registrador Matemático (Palavra menos significativa do valor de 32 bits)
S:14 Registrador Matemático (Palavra mais significativa do valor de 32 bits)
As instruções de conversão e matemáticas encontram-se na barra de instruções na aba Calcular/Matemática, como podemos verificar na figura abaixo:
ADD [Adição]
Use com processadores: Exemplo de Instrução: SLC 5/01, Fixo
SLC 5/02 SLC 5/03 SLC 5/04 MicroLogix
(Os parâmetros mostrados são apenas exemplos, seus dados irão variar.)
Descrição
Quando as condições da linha são verdadeiras, essa instrução de saída adiciona Origem A à Origem B e armazena o resultado no endereço de destino. Origem A e Origem B podem ser valores ou endereços que contém valores, mas Origem A e Origem B não podem ser ambos constantes.
Se estiver usando um processador 5/02, 5/03, 5/04 ou MicroLogix, você pode usar endereços indexados para os parâmetros de origem ou destino. Se estiver usando um processador 5/03 OS302 ou 5/04 OS401, você pode usar endereços indiretos para os parâmetros de origem ou destino.
AVISO!
Se o bit de destino recebe um valor menor que -32,768 ou maior que +32,767 (um número que requer mais de 16 bits para ser representado), o processador ativa S:0/1 (bit de estouro) e S:5/0 (bit de interceptação de estouro, erro principal 0020). Monitore o bit S:5/0 em seu programa para evitar essa situação potencialmente perigosa.
Se você está usando um processador 5/02 Série C ou posterior, ou um 5/03, 5/04, ou MicroLogix, você pode evitar essa situação ativando um bit de status. Veja abaixo.
Adição de 32 Bits
Se você está usando um processador 5/02 Série C ou posterior, ou um 5/03, 5/04 ou MicroLogix (capaz de adição e subtração de 32 bits), você pode ativar o bit de estouro matemático (S:2/14) no arquivo de status. Isso faz com que os 16 bits menos significativos, sem sinal, truncados, permaneçam no destino.
Se esse bit não é ativado e ocorre uma condição de estouro negativo ou estouro, a operação será a mesma que com um processador Série B 5/02. O endereço de destino irá conter um 32767 (se o resultado for positivo) ou -32768 (se o resultado for negativo).
SUB [Subtração]
Use com processadores: Exemplo de Instrução: SLC 5/01, Fixo
SLC 5/02 SLC 5/03 SLC 5/04 MicroLogix
(Os parâmetros mostrados são apenas exemplos, seus dados irão variar.)
Descrição
Quando as condições da linha são verdadeiras, a instrução SUB de saída subtrai Origem B de Origem A e armazena o resultado no destino. Origem A e Origem B podem ser valores ou endereços que contém valores, mas Origem A e Origem B não podem ser ambos constantes.
Se estiver usando um processador 5/02, 5/03, 5/04 ou MicroLogix, você pode usar endereços indexados para os parâmetros de origem ou destino. Se estiver usando um processador 5/03 OS302 ou 5/04 OS401, você pode usar endereços indiretos para os parâmetros de origem ou destino.
AVISO!
Se o bit de destino recebe um valor menor que -32,768 ou maior que +32,767 (um número que requer mais de 16 bits para ser representado), o processador ativa S:0/1 (bit de estouro) e S:5/0 (bit de interceptação de estouro, erro principal 0020).
Monitore o bit S:5/0 em seu programa para evitar essa situação potencialmente perigosa.
Se você está usando um processador 5/02 Série C ou posterior, ou um 5/03, 5/04, ou MicroLogix, você pode evitar essa situação ativando um bit de status. Veja abaixo.
Subtração de 32 bits.
Se você está usando um processador 5/02 Série C ou posterior, ou um 5/03, 5/04 ou MicroLogix (capaz de adição e subtração de 32 bits), você pode ativar o bit de estouro matemático (S:2/14) no arquivo de status. Isso faz com que os 16 bits menos significativos, sem sinal, truncados, permaneçam no destino.
Se esse bit não é ativado e ocorre uma condição de estouro negativo ou estouro, a operação será a mesma que com um processador Série B. O endereço de destino irá conter um 32767 (se o resultado for positivo) ou -32768 (se o resultado for negativo).
MUL [Multiplicar]
Use com processadores: Exemplo de Instrução: SLC 5/01, Fixo
SLC 5/02 SLC 5/03 SLC 5/04 MicroLogix
(Os parâmetros mostrados são apenas exemplos, seus dados irão variar.)
Descrição
Use a instrução MUL para multiplicar um valor (origem A) por outro (origem B) e colocar o resultado no destino. Origem A e Origem B podem ser valores constantes ou endereços que contém valores, mas Origem A e Origem B não podem ambas ser constantes.
Se utilizar um processador 5/02, 5/03, 5/04 ou Micrologix, você pode usar endereços indexados como parâmetros de origem ou destino. Se estiver usando um processador 5/03 OS302 ou 5/04 OS401, você pode usar endereços indiretos para os parâmetros de origem ou destino.
Se um valor maior que +32.767 é retornado, um sinalizador de erro menor é ativado, e o valor 32.767 é colocado no destino. Se utilizar a Série C ou posterior do processador 5/02 ou 5/03, 5/04 ou Micrologix e tiver S:2/14 (bit de seleção de estouro matemático) ativado, então os 16 bits sem sinal, truncados, menos significativos do valor de estouro permanecem no destino.
O registrador matemático contém o resultado inteiro com sinal de 32 bits da operação de multiplicar. Esse resultado é válido no estouro.
DIV [Dividir]
Use com processadores: Exemplo de Instrução: SLC 5/01, Fixo
SLC 5/02 SLC 5/03 SLC 5/04 MicroLogix
(Os parâmetros mostrados são apenas exemplos, seus dados irão variar.)
Descrição
Quando as condições da linha são verdadeiras, essa instrução de saída divide a Origem A pela Origem B e armazena o resultado no destino e no registrador matemático. O valor armazenado no destino é arredondado. O valor armazenado no registrador matemático consiste de um quociente não arredondado (colocado na palavra mais significativa) e o resto (colocado na palavra menos significativa).
Origem A e Origem B podem ser ou valores constantes ou endereços que contém valores, mas Origem A e Origem B não podem ambas ser constantes.
Se estiver usando um processador 5/02, 5/03, 5/04 ou Micrologix, você pode usar endereços indexados para os parâmetros de origem ou destino. Se estiver usando um processador 5/03 OS302 ou 5/04 OS401, você pode usar endereços indiretos para os parâmetros de origem ou destino.
Se um valor maior que +32.767 é retornado, um sinalizador de erro menor é ativado, e o valor 32.767 é colocado no destino. Mas se estiver usando um processador 5/02 ou 5/03, 5/04 Série C ou posterior ou um MicroLogix e tiver o bit S:2/14 (bit de seleção de estouro matemático) ativado, então os 16 bits sem sinal, truncados, menos significativos do estouro, permanecem no destino.
Se o resto for 0,5 ou maior, o destino é arredondado para cima. O quociente não arredondado é colocado na palavra mais significativa do registrador matemático; o resto é colocado na palavra menos significativa.
DDV [Dupla Divisão]
Use com processadores: Exemplo de Instrução: SLC 5/01, Fixo
SLC 5/02 SLC 5/03 SLC 5/04
MicroLogix (Os parâmetros mostrados são apenas exemplos, seus dados irão variar.)
Descrição
Quando as condições da linha são verdadeiras, essa instrução de saída divide o conteúdo do registrador matemático (S:13 e S:14), contendo 32 bits de dados, pela origem (16 bits de dados) e armazena o resultado no destino e no registrador matemático. O valor armazenado no destino é arredondado. O valor armazenado no registrador matemático consiste de um quociente não arredondado (colocado na palavra mais significativa) e o resto (colocado na palavra menos significativa ).
Se estiver usando um processador 5/02, 5/03, 5/04 ou MicroLogix, você pode usar endereços indexados para o parâmetro destino. Se estiver usando um processador 5/03 OS302 ou 5/04 OS401, você pode usar endereços indiretos para os parâmetros de origem ou destino.
Se um valor maior que +32.767 é retornado, um sinalizador de erro menor é ativado, e o valor 32.767 é colocado no destino. Se o resto for 0,5 ou maior, o destino é arredondado para cima.
Operação
O registrador matemático inicialmente contém o dividendo da operação DDV. Após a execução, o quociente não arredondado é colocado na palavra mais significativa do registrador matemático. O resto é colocado na palavra menos significativa do registrador matemático.
NEG [Negação]
Use com processadores: Exemplo de Instrução: SLC 5/01, Fixo
SLC 5/02 SLC 5/03 SLC 5/04
MicroLogix (Os parâmetros mostrados são apenas exemplos, seus dados irão variar.)
Descrição
Quando as condições da linha são verdadeiras, a instrução NEG altera o sinal da origem e o coloca no destino. Os parâmetros de origem e destino devem ser endereços de palavra.
Se utilizar um processador 5/02, 5/03, 5/04 ou MicroLogix, você pode usar endereços de palavra indexada como parâmetros de origem ou destino. Se estiver usando um processador 5/03 OS302 ou 5/04 OS401, você pode usar endereços indiretos para os parâmetros de origem ou destino.
CLR [Limpar]
Use com processadores: Exemplo de Instrução: SLC 5/01, Fixo
SLC 5/02 SLC 5/03
SLC 5/04
MicroLogix (Os parâmetros mostrados são apenas exemplos, seusdados irão variar.)
Descrição
Quando condições da linha são verdadeiras, essa instrução de saída zera todos os bits na palavra. O destino deve ser um endereço de palavra.
Se estiver usando um processador 5/02, 5/03, 5/04 ou MicroLogix, você pode usar um endereço indexado para o parâmetro destino. Se estiver usando um processador 5/03 OS302 ou um 5/04 OS401, você pode usar um endereço indireto para o parâmetro destino. Após a execução dessa instrução, todos os bits de status aritméticos são desativados.
TOD [Converter para BCD]
Use com processadores: Considerações especiais: Exemplo de Instrução: SLC 5/01, Fixo O destino só pode ser o
registrador matemático.
(Os parâmetros mostrados são apenas exemplos, seus dados irão variar.)
SLC 5/02 SLC 5/03 SLC 5/04 e MicroLogix
O destino pode ser um endereço de palavra ou o registrador matemático.
Descrição
Quando as condições da linha são verdadeiras, essa instrução de saída converte um valor de origem inteira de 16 bits para BCD armazena-o no registrador matemático ou no destino.
Se o valor inteiro fornecido for negativo, o sinal é ignorado e a conversão ocorre como se o número fosse positivo. (Em outras palavras, é usado o valor absoluto do número para a conversão.)
Se estiver usando um processador 5/02, 5/03, 5/04 ou MicroLogix, você pode usar endereços indexados para os parâmetros de origem ou destino. Se estiver usando um processador 5/03 OS302 ou 5/04 OS401, você pode usar endereços indiretos para os parâmetros de origem ou destino.
AVISO!
Se o registrador matemático (S:13 e S:14) for usado como destino, o máximo valor BCD possível é 32767. Para valores BCD acima de 9999, o bit de estouro é ativado, e o bit de erro menor S:5/0 também é ativado. Se isso ocorrer, use sua lógica de contatos para liberar S:5/0 antes do final da varredura, para evitar um erro principal 0020.
Use com processadores: Considerações especiais: Exemplo de Instrução: SLC 5/01, Fixo O destino só pode ser o
registrador matemático.
(Os parâmetros mostrados são apenas exemplos, seus dados irão variar.)
SLC 5/02 SLC 5/03 SLC 5/04 e MicroLogix
O destino pode ser um endereço de palavra ou o registrador matemático.
Descrição
Quando as condições da linha são verdadeiras, essa instrução de saída converte um valor BCD no registrador matemático ou a origem para um inteiro e armazena-o no destino.
Você deve converter um valor BCD para inteiro antes de manipular esses valores no programa de contatos porque o processador trata valores BCD como números inteiro. De outra forma, o BCD real pode ser perdido ou distorcido.
Se estiver usando um processador 5/02, 5/03, 5/04 ou MicroLogix, você pode usar endereços indexados para os parâmetros de origem ou destino. Se estiver usando um processador 5/03 OS302 ou 5/04 OS401, você pode usar endereços indiretos para os parâmetros de origem ou destino.
Forneça sempre uma filtragem por lógica de contatos de todos os dispositivos de entrada BCD antes de executar a instrução FRD. A menor diferença de retardo no filtro de entrara ponto-a-ponto pode fazer com que a instrução FRD estoure devido à conversão de um dígito não-BCD.
AVISO!
Se o registrador matemático (S:13 e S:14) é usado como a origem, e o valor BCD não exceder 4 dígitos, certifique-se de apagar a palavra S:14 antes de executar a instrução FRD. Se S:14 não for apagada e um valor de outra instrução matemática ainda estiver nessa palavra, será colocado um valor incorreto na palavra de destino.
SQR [Raiz quadrada]
Use com processadores: Exemplo de Instrução: SLC 5/02
SLC 5/03 SLC 5/04 MicroLogix
(Os parâmetros mostrados são apenas exemplos, seus dados irão variar.)