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Controle-De-constitucionalidade - Flavio Martins - Site

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CONTROLE CONCENTRADO

CONTROLE CONCENTRADO

- Sinônimos: controle abstrato, centralizado, principal, em tese, reservado ou objetivo.

- Sinônimos: controle abstrato, centralizado, principal, em tese, reservado ou objetivo.

- Dá-se por via de ação.

- Dá-se por via de ação.

- é um processo objetivo (ADIN 1.254- Ag. Reg.):

- é um processo objetivo (ADIN 1.254- Ag. Reg.):

a) preocupa-se mais com a defesa da ordem constitucional;

a) preocupa-se mais com a defesa da ordem constitucional;

 b) não se aplicam to

 b) não se aplicam todas as normas processuais

das as normas processuais comuns;

comuns;

c) algumas regras processuais se aplicam (v.g., condições da ação).

c) algumas regras processuais se aplicam (v.g., condições da ação).

I - 5 ações:

I - 5 ações:

a) ADIn Genérica;

a) ADIn Genérica;

 b) ADIn interventiva;

 b) ADIn interventiva;

c) ADIn por omissão;

c) ADIn por omissão;

d) Ação Declaratória de Constitucionalidade

d) Ação Declaratória de Constitucionalidade

e) Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental.

e) Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental.

ADIN GENÉRICA

ADIN GENÉRICA

Competência

Competência

Lei

Lei

Contrariando

Contrariando a

a

Competência

Competência

Justificativa

Justificativa

Federal

Federal

CF

CF

STF

STF

102,

102, I,

I, a,

a, CF

CF

Estadual

Estadual

CF

CF

STF

STF

102,

102, I,

I, a,

a, CF

CF

Estadual

Estadual

CE

CE

TJ

TJ

125,

125, §

§ 2º,

2º, CF

CF

Estadual

Estadual

CE

CE e

e CF

CF

TJ

TJ ou

ou STF

STF

Na hipótese

Na

hipótese de

de

tramitação

tramitação

simultânea, suspende

simultânea, suspende

a ADIN estadual

a ADIN estadual

(ADI 1.423/SP)*

(ADI 1.423/SP)*

Municipal

Municipal

CE

CE

TJ

TJ

125,

125, §

§ 2º,

2º, CF

CF

Municipal

Municipal

CF

CF

Não

Não cabe

cabe ADIn

ADIn

102,

102, I,

I, a,

a, CF

CF (o

(o que

que

cabe?)

cabe?)

Municipal

Municipal

CE

CE e

e CF

CF

TJ

TJ

Rcl.

Rcl. 383-SP*

383-SP* e

e 386-

386-8/SC

8/SC

Lei

Lei distrital

distrital

CF

CF

Depende

Depende

Lei

Lei distrital

distrital

LODF

LODF

TJDF

TJDF

Lei

Lei de

de organização

organização

 judiciária do DF

 judiciária do DF

Municipal

(2)

Legitimados

Legitimados

-

- antes

antes de

de 1988

1988 (PGR)

(PGR) -

- art.

art. 103,

103, CF

CF

- legitimados universais e legitimados especiais (pertinência temática) – vide jurisprudência.

- legitimados universais e legitimados especiais (pertinência temática) – vide jurisprudência.

- capacidade postulatória: art. 103, I a VII (ADI 127)*

- capacidade postulatória: art. 103, I a VII (ADI 127)*

- Presidente da República

- Presidente da República

- sanção supre o vício de inconstitucionalidade? (súmula 5, STF)

- sanção supre o vício de inconstitucionalidade? (súmula 5, STF)

- Mesa do Congresso Nacional (art. 57, § 5º, CF) não tem legitimidade

- Mesa do Congresso Nacional (art. 57, § 5º, CF) não tem legitimidade

- Procurador Geral da República

- Procurador Geral da República

- Partido Político com Representação no Congresso Nacional

- Partido Político com Representação no Congresso Nacional

- representação do Partido Político: Diretório Nacional ou Executiva do Partido (ADIn

- representação do Partido Político: Diretório Nacional ou Executiva do Partido (ADIn 1.449-

1.449-8/AL)

8/AL)

- diretório ou executiva regional pode? Não (ADIn 779-AgRg/DF)

- diretório ou executiva regional pode? Não (ADIn 779-AgRg/DF)

- perda da representação no Congresso Nacional?:

- perda da representação no Congresso Nacional?:

a) posição anterior – extinção do processo: (informativos 186, 235 e 299)

a) posição anterior – extinção do processo: (informativos 186, 235 e 299)

 b) posição atual – não

 b) posição atual – não ocasiona extinção: (infor

ocasiona extinção: (informativo 301), ADI 2159

mativo 301), ADI 2159

- Conselho Federal da OAB é legitimado universal (ADIn 3/DF)

- Conselho Federal da OAB é legitimado universal (ADIn 3/DF)

- Confederação sindical

- Confederação sindical

- devem ser organizadas com um mínimo de três federações, estabelecidas em pelo

- devem ser organizadas com um mínimo de três federações, estabelecidas em pelo

menos três estados (art. 535 da CLT). (ADIN 939-7/DF)

menos três estados (art. 535 da CLT). (ADIN 939-7/DF)

- CUT não é confederação sindical (vide jurisprudência).

- CUT não é confederação sindical (vide jurisprudência).

- Entidade de Classe de Âmbito Nacional

- Entidade de Classe de Âmbito Nacional

- devem ter filiados em pelo menos 9 Estados brasileiros (analogia da Lei Orgânica dos

- devem ter filiados em pelo menos 9 Estados brasileiros (analogia da Lei Orgânica dos

Partidos Políticos) – (ADIN 79).

Partidos Políticos) – (ADIN 79).

- UNE é

- UNE é entidade de classe?

entidade de classe? Não (ADIn 89-3/DF, rel.

Não (ADIn 89-3/DF, rel. MIn. Néri da

MIn. Néri da Silveira)

Silveira)

- “associação de associação” ou “associação de segundo grau”?

- “associação de associação” ou “associação de segundo grau”?

a) posição anterior – não (ADInMC 591-DF)

a) posição anterior – não (ADInMC 591-DF)

 b) posição atual – si

(3)

OBJETO DA ADIn

OBJETO DA ADIn

a) Leis (atos normativos previstos no artigo 59,

a) Leis (atos normativos previstos no artigo 59, CF)

CF)

Polêmica: lei que tenha ABSTRAÇÃO e GENERALIDADE?. Exemplo:

Polêmica: lei que tenha ABSTRAÇÃO e GENERALIDADE?. Exemplo:

resolução que autoriza o processo contra o

resolução que autoriza o processo contra o president

presidente (51, I,

e (51, I, CF), decreto

CF), decreto

legislativo que autoriza a saída do Presidente do território nacional (art. 49, III,

legislativo que autoriza a saída do Presidente do território nacional (art. 49, III,

CF).

CF).

- posição atual: se veiculado por lei, sim (ADI 4.048 MC)

- posição atual: se veiculado por lei, sim (ADI 4.048 MC)

 ADI 4048 MC / DF - DI

 ADI 4048 MC / DF - DISTRITO FEDERALSTRITO FEDERAL  MEDIDA CAUTE

 MEDIDA CAUTELAR NA AÇÃO DIRLAR NA AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCETA DE INCONSTITUCIONALIDADE IONALIDADE   Relator(a):

 Relator(a): Min. GILMAR MENMin. GILMAR MENDES DES   Julgamento:

 Julgamento: 14/05/2008 14/05/2008 Órgão Julgador: Órgão Julgador: Tribunal PlenoTribunal Pleno

CONTROLE ABSTRATO DE CONSTITUCIONALIDADE DE NORMAS ORÇAMENTÁRIAS. REVISÃO DE JURISPRUDÊNCIA. O Supremo CONTROLE ABSTRATO DE CONSTITUCIONALIDADE DE NORMAS ORÇAMENTÁRIAS. REVISÃO DE JURISPRUDÊNCIA. O Supremo Tribunal Federal deve exercer sua função precípua de fiscalização da constitucionalidade das leis e dos atos normativos quando houver um tema Tribunal Federal deve exercer sua função precípua de fiscalização da constitucionalidade das leis e dos atos normativos quando houver um tema ou uma controvérsia constitucional suscitada em abstrato, independente do caráter geral ou específico, concreto ou abstrato de seu objeto. ou uma controvérsia constitucional suscitada em abstrato, independente do caráter geral ou específico, concreto ou abstrato de seu objeto. Possi-bilidade de submissão das normas orçamentárias ao controle abstrato de constitucionalidade.

bilidade de submissão das normas orçamentárias ao controle abstrato de constitucionalidade.

b) atos normativos

b) atos normativos

Medidas Provisórias, Resoluções do CNJ etc.

Medidas Provisórias, Resoluções do CNJ etc.

c) Súmulas

c) Súmulas

não (ADI 594)

não (ADI 594)

d) Súmula Vinculante

d) Súmula Vinculante

Ellen Gracie – Sim – HC 96.301/08

Ellen Gracie – Sim – HC 96.301/08

“Ellen Gracie ressaltou que Habeas Corpus não deve ser usado para revisar o conteúdo das súmulas e lembrou que a Ação Direta de “Ellen Gracie ressaltou que Habeas Corpus não deve ser usado para revisar o conteúdo das súmulas e lembrou que a Ação Direta de Inconstitucionalidade, o meio correto para pedir a análise de constitucionalidade de Súmulas Vinculantes, pode ser ajuizada apenas por ocupantes Inconstitucionalidade, o meio correto para pedir a análise de constitucionalidade de Súmulas Vinculantes, pode ser ajuizada apenas por ocupantes dos cargos relacionados pelo artigo 103 da Constituição Federal (presidente da República, mesa da Câmara dos Deputados, mesa do Senado, dos cargos relacionados pelo artigo 103 da Constituição Federal (presidente da República, mesa da Câmara dos Deputados, mesa do Senado, governadores e procurador-geral da República, entre outros)”.

governadores e procurador-geral da República, entre outros)”.

doutrina – não

doutrina – não

Já existe procedimento para cancelamento da Súmula Vinculante

Já existe procedimento para cancelamento da Súmula Vinculante

103-A, § 2º, CF; lei 11.417/06; Resolução 388/STF

103-A, § 2º, CF; lei 11.417/06; Resolução 388/STF

e) emenda

e) emenda constitucion

constitucional

al

f) medida provisória

(4)

- sim

- sim

- necessidade de

- necessidade de aditament

aditamentoo

- relevância e urgência? Excepcionalmente (ADI 2213 MC)

- relevância e urgência? Excepcionalmente (ADI 2213 MC)

g) decretos e regulamentos

g) decretos e regulamentos

- via de

- via de regra, não (controle de legalidade) – ADI 264/DF

regra, não (controle de legalidade) – ADI 264/DF

- inconstitucionalidade por arrastamento (quando a lei é declarada

- inconstitucionalidade por arrastamento (quando a lei é declarada

inconstitucional).

inconstitucional).

EMENTA: INCONSTI

EMENTA: INCONSTITUCIONALIDADETUCIONALIDADE. Ação Direta. Lei nº 2.749, de . Ação Direta. Lei nº 2.749, de 23 de junho 23 de junho de 1997, do de 1997, do Estado do Rio de Estado do Rio de Janeiro, eJaneiro, e Decreto Regulamentar nº 23.591, de 13 de

Decreto Regulamentar nº 23.591, de 13 de outubro de 1997. Revista íntima em funcionários de estabelecimentos industriais,outubro de 1997. Revista íntima em funcionários de estabelecimentos industriais, comerciais e de serviços com sede

comerciais e de serviços com sede ou filiais no Estado. Proibição. Matéria concernentou filiais no Estado. Proibição. Matéria concernente a relações de e a relações de trabalho. Usurpação detrabalho. Usurpação de competência privativ

competência privativa da União. Ofensa a da União. Ofensa aos arts. 21, XXIV, e aos arts. 21, XXIV, e 22, I, da CF. Vício 22, I, da CF. Vício formal caracteriformal caracterizado. Ação julgada procedente.zado. Ação julgada procedente. Inconstituci

Inconstitucionalidade por onalidade por arrastamentarrastamento, ou o, ou conseqüência lógico-juríconseqüência lógico-jurídica, do dica, do decreto regulamentar. É inconstitucional norma dodecreto regulamentar. É inconstitucional norma do Estado ou do Distrito Federal que disponha sobre

Estado ou do Distrito Federal que disponha sobre proibição de revista íntima em empregados de estabelecimentos situados noproibição de revista íntima em empregados de estabelecimentos situados no respectivo territór

respectivo território (ADI 2947/RJ io (ADI 2947/RJ – Relator: Cezar Peluso, 05/05/10)– Relator: Cezar Peluso, 05/05/10)

- decretos autônomos (ADI 2.950, ADI 3.731).

- decretos autônomos (ADI 2.950, ADI 3.731).

h) tratados

h) tratados internacionai

internacionaiss

i) normas

i) normas constitucion

constitucionais originárias

ais originárias

“Normas Constitucionais Inconstitucionais” – Otto Bachoff 

“Normas Constitucionais Inconstitucionais” – Otto Bachoff 

STF – não (ADI 4.097)

STF – não (ADI 4.097)

 j) leis ante

 j) leis anteriores à C

riores à Constituição

onstituição

- não! - não recepção

- não! - não recepção

- posição minoritária – Sepúlveda Pertence – para fins práticos

- posição minoritária – Sepúlveda Pertence – para fins práticos

- ADPF (102, § 1º, CF)

- ADPF (102, § 1º, CF) e Lei 9.882/99

e Lei 9.882/99

l) atos estatais de

l) atos estatais de efeitos concretos

efeitos concretos

- posição tradicional: não

- posição tradicional: não

- posição atual: se veiculado por lei, sim (ADI 4.048 MC)

- posição atual: se veiculado por lei, sim (ADI 4.048 MC)

ADI 4048 MC / DF - DISTRITO FEDERAL ADI 4048 MC / DF - DISTRITO FEDERAL

MEDIDA CAUTELAR NA AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE MEDIDA CAUTELAR NA AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE Relator(a):

Relator(a): Min. Min. GILMAR GILMAR MENDESMENDES Julgamento:

(5)

CONTROLE ABSTRATO DE CONSTITUCIONALIDADE DE NORMAS ORÇAMENTÁRIAS. REVISÃO DE JURISPRUDÊNCIA. O CONTROLE ABSTRATO DE CONSTITUCIONALIDADE DE NORMAS ORÇAMENTÁRIAS. REVISÃO DE JURISPRUDÊNCIA. O Su- premo Tribunal Federal deve

 premo Tribunal Federal deve exercer sua função prexercer sua função precípua de fiscalização da consecípua de fiscalização da constitucionalidade das leis e dos atos nortitucionalidade das leis e dos atos normativos quando houver ummativos quando houver um tema ou uma controvérsia constitucional suscitada em abstrato, independente do caráter geral ou específico, concreto ou abstrato de seu objeto. tema ou uma controvérsia constitucional suscitada em abstrato, independente do caráter geral ou específico, concreto ou abstrato de seu objeto. Possibilidade de submissão das normas orçamentárias ao controle abstrato de constitucionalidade.

Possibilidade de submissão das normas orçamentárias ao controle abstrato de constitucionalidade.

m) lei revogada

m) lei revogada

- não (ADI 737)

- não (ADI 737)

- lei revogada no curso da ADI (ADI 737) -

- lei revogada no curso da ADI (ADI 737) - não

não

- posição em sentido contrário: Gilmar Mendes (ADI 1.244)

- posição em sentido contrário: Gilmar Mendes (ADI 1.244)

(“O Min. Gilmar Mendes, considerando que a remessa de controvérsia constitucional já instaurada perante o STF para as vias ordinárias é (“O Min. Gilmar Mendes, considerando que a remessa de controvérsia constitucional já instaurada perante o STF para as vias ordinárias é incompatível com

incompatível com os princípios da máxima efetividade e da força normativa da Constituiçãoos princípios da máxima efetividade e da força normativa da Constituição , salientou não estar demonstrada nenhuma razão, salientou não estar demonstrada nenhuma razão de base constitucional a evidenciar que somente no âmbito do controle difuso seria possível a aferição da constitucionalidade dos efeitos concretos de base constitucional a evidenciar que somente no âmbito do controle difuso seria possível a aferição da constitucionalidade dos efeitos concretos de uma lei”)

de uma lei”)

n) alteração do

n) alteração do parâmetro constitucional invocado

parâmetro constitucional invocado

- perda superveniente do objeto (ADI 1.434)

- perda superveniente do objeto (ADI 1.434)

o) divergência entre ementa da lei e o

o) divergência entre ementa da lei e o seu conteúdo

seu conteúdo

- não (ADI 1.096)

- não (ADI 1.096)

PROCEDIMENTO DA ADI GENÉRICA

PROCEDIMENTO DA ADI GENÉRICA

- Art. 103, CF + arts. 169 a 178, RISTF + Lei 9.868/99

- Art. 103, CF + arts. 169 a 178, RISTF + Lei 9.868/99

- legitimados (art. 103, CF)

- legitimados (art. 103, CF)

- petição inicial – art. 3º, Lei 9.868/99

- petição inicial – art. 3º, Lei 9.868/99

Art. 3

Art. 3ooA petição indicará:A petição indicará:

I - o dispositivo da lei ou do ato normativo impugnado e os

I - o dispositivo da lei ou do ato normativo impugnado e os fundamentos jurídifundamentos jurídicos do pedido em relação a cada uma cos do pedido em relação a cada uma das im-das im- pugnaçõ

 pugnações;es; II - o

II - o pedido, com suas especificações.pedido, com suas especificações.

Parágrafo único. A petição inicial, acompanhada de instrumento de procuração, quando subscrita por advogado, será Parágrafo único. A petição inicial, acompanhada de instrumento de procuração, quando subscrita por advogado, será apresen-tada em duas vias, devendo conter cópias da lei ou do

tada em duas vias, devendo conter cópias da lei ou do ato normativo impugnado e dos documentos necessários para comprovar aato normativo impugnado e dos documentos necessários para comprovar a impugnação.

impugnação.

- “quando subscrita por advogado”?

- “quando subscrita por advogado”?

- procuração com poderes especiais

- procuração com poderes especiais

(6)

“É de exigir-se, em ação direta de inconstitucionalidade, a apresentação, pelo proponente,

“É de exigir-se, em ação direta de inconstitucionalidade, a apresentação, pelo proponente, de instrumento de procuração aode instrumento de procuração ao advogado subscritor da inicial, com poderes específicos para atacar a norma impugnada

advogado subscritor da inicial, com poderes específicos para atacar a norma impugnada .” (ADI 2.187-QO, Rel. Min. Octavio.” (ADI 2.187-QO, Rel. Min. Octavio Gallotti

Gallotti, julgamento em , julgamento em 24-5-02,24-5-02, DJ  DJ de 12-12-03). No mesmo sentido: ADI 2.461de 12-12-03). No mesmo sentido: ADI 2.461, Rel. Min. Gilmar Mendes, julgamento em 12-5-, Rel. Min. Gilmar Mendes, julgamento em 12-5-05,

05, DJ  DJ de 7-10-05.de 7-10-05. "Inicial

"Inicialmente, cumpre asseverar que o objeto da mente, cumpre asseverar que o objeto da medida judicial adotada pelo requerente não é apropriada para se discutir em medida judicial adotada pelo requerente não é apropriada para se discutir em sedesede de ação direta de

de ação direta de inconstitucinconstitucionalidade, cuja finalidaionalidade, cuja finalidade é retirar do de é retirar do ordenamento jurídico lei ou ato normativo incompatível com aordenamento jurídico lei ou ato normativo incompatível com a ordem constitucional

ordem constitucional. Por outro lado, não . Por outro lado, não se inclui na competência desta Corte o se inclui na competência desta Corte o controle da constitucionalicontrole da constitucionalidade em abstrato de atosdade em abstrato de atos normativos municipais em face da Carta Federal (ADI 611, Pertence,

normativos municipais em face da Carta Federal (ADI 611, Pertence, DJ  DJ de 11-12-92 e ADI 911, Celso de Mello,de 11-12-92 e ADI 911, Celso de Mello, DJ  DJ de 6-8-93,de 6-8-93, entre outros).

entre outros).Finalmente, observo que o requerente não apresentou procuração com outorga de poderes específicos,Finalmente, observo que o requerente não apresentou procuração com outorga de poderes específicos, conforme decidiu o Tribunal, ao apreciar

conforme decidiu o Tribunal, ao apreciar a ADI-QO 2.187. Vê-se, pois, que a inicial não atende aos requisitos do artigo 4º da Leia ADI-QO 2.187. Vê-se, pois, que a inicial não atende aos requisitos do artigo 4º da Lei 9.868, de 10

9.868, de 10 de novembro de de novembro de 1999, segundo o qual 1999, segundo o qual ‘a petição inicial inepta, não fundamentada, e a manifestamente improcedente‘a petição inicial inepta, não fundamentada, e a manifestamente improcedente serão liminarmente indeferi

serão liminarmente indeferida pelo relator’." (ADI 2.767, Rel. Min. Maurício Corrêa, decisão monocrátida pelo relator’." (ADI 2.767, Rel. Min. Maurício Corrêa, decisão monocrática, julgamento em ca, julgamento em 5-12-02,5-12-02,  DJ 

 DJ de 17-12-02)de 17-12-02)

- aditamento da inicial (ex: mudança da lei ou medida provisória)

- aditamento da inicial (ex: mudança da lei ou medida provisória)

“A jurisprudência predominant

“A jurisprudência predominante do Supremo Tribunal Federal tem assentado o entendimento de que e do Supremo Tribunal Federal tem assentado o entendimento de que a falta de aditamento da inicial,a falta de aditamento da inicial, diante de reedição da medida provisória impugnada, ou de sua conversão em lei, enseja a extinção do processo sem julgamento de diante de reedição da medida provisória impugnada, ou de sua conversão em lei, enseja a extinção do processo sem julgamento de mérito.” (ADI 3.957, Rel. Min. Ricardo

mérito.” (ADI 3.957, Rel. Min. Ricardo Lewandowski, decisão monocrática, julgamentLewandowski, decisão monocrática, julgamento em o em 30-4-08,30-4-08, DJE  DJE de 8-5-08)de 8-5-08)

- rejeição da inicial (art. 4º, Lei):

- rejeição da inicial (art. 4º, Lei):

a) inépcia

a) inépcia

 b) não fund

 b) não fundamentada

amentada

c) manifestamente improcedente

c) manifestamente improcedente

- cabe AGRAVO

- cabe AGRAVO (art. 4º, parágrafo único)

(art. 4º, parágrafo único)

- não cabe AGRAVO contra decisão do pleno

- não cabe AGRAVO contra decisão do pleno

- art. 5º: ajuizada a ação, não se admitirá desistência.

- art. 5º: ajuizada a ação, não se admitirá desistência.

- posição atual sobre partidos políticos

- posição atual sobre partidos políticos

- PRG e improcedência do pedido (169, § 1º, RISTF)

- PRG e improcedência do pedido (169, § 1º, RISTF)

- relator pedirá informações ao órgão ou autoridade da qual emanou o ato

- relator pedirá informações ao órgão ou autoridade da qual emanou o ato

normativo (art. 6º, Lei)

normativo (art. 6º, Lei)

- esses órgãos prestam informações mas não têm capacidade postulatória,

- esses órgãos prestam informações mas não têm capacidade postulatória,

necessariamente

(7)

"Capacidade postulatór

"Capacidade postulatória dos ia dos órgãos requeridos. Capacidade que, nas ações órgãos requeridos. Capacidade que, nas ações da espécie, é da espécie, é diretamente reconhecida aos legitimadosdiretamente reconhecida aos legitimados ativos arrolados no art. 103 da

ativos arrolados no art. 103 da ConstituiçConstituição Federal e não ão Federal e não aos órgãos requeridos, que, apesar de aos órgãos requeridos, que, apesar de prestarem informações, não podemprestarem informações, não podem recorrer sem a

recorrer sem a regular representação processual." (ADI 2.098-ED-AgR, Rel. Min. Ilmar Galvão, julgamento em regular representação processual." (ADI 2.098-ED-AgR, Rel. Min. Ilmar Galvão, julgamento em 18-3-02,18-3-02, DJ  DJ de 19-de 19-4-02)

4-02)

- informações em 30 dias (art. 6º, § 1º, Lei)

- informações em 30 dias (art. 6º, § 1º, Lei)

- podem ser dispensadas, em caso de urgência (art. 170, § 2º, RISTF)

- podem ser dispensadas, em caso de urgência (art. 170, § 2º, RISTF)

RISTF, art. 170, § 2º: As informações serão prestadas no prazo de trinta dias, contados do recebimento do pedido, podendo ser RISTF, art. 170, § 2º: As informações serão prestadas no prazo de trinta dias, contados do recebimento do pedido, podendo ser dis- pensadas

 pensadas, em caso de u, em caso de urgência, pelo rgência, pelo Relator,Relator, ad referendumad referendum do Tribunal.do Tribunal.

Art. 7º, Lei: não se admite intervenção de terceiros

Art. 7º, Lei: não se admite intervenção de terceiros

“A ação direta de inconstitucionalidade não admite qualquer forma de intervenção de terceiros, conforme o disposto no art. 7º, “A ação direta de inconstitucionalidade não admite qualquer forma de intervenção de terceiros, conforme o disposto no art. 7º, caput, da Lei

caput, da Lei n. 9.868/99. Dessa forma, indefiro o n. 9.868/99. Dessa forma, indefiro o pedido.” (ADI 2.178, Rel. Min. Ilmar Galvão, pedido.” (ADI 2.178, Rel. Min. Ilmar Galvão, decisão monocrática, julgamentodecisão monocrática, julgamento em 14-2-00,

em 14-2-00, DJ  DJ de 11-4-00)de 11-4-00)

 AMICUS CURIAE   AMICUS CURIAE 

Art. 7º, § 2º O relator, considerando a relevância da matéria e a representatividade dos postulantes, poderá, por despacho Art. 7º, § 2º O relator, considerando a relevância da matéria e a representatividade dos postulantes, poderá, por despacho irrecorrí

irrecorrível, admitir, observado o prazo fixado no vel, admitir, observado o prazo fixado no parágrafo anterior, a manifestaçãparágrafo anterior, a manifestação de o de outros órgãos ou entidades.outros órgãos ou entidades.

- decisão do relator 

- decisão do relator 

- medida pluralística, democrática, aumento da legitimidade das decisões

- medida pluralística, democrática, aumento da legitimidade das decisões

- requisitos: relevância da matéria e representatividade dos postulantes;

- requisitos: relevância da matéria e representatividade dos postulantes;

- é intervenção de terceiros? (art. 131, RISTF). Parece-nos que não. Não é parte.

- é intervenção de terceiros? (art. 131, RISTF). Parece-nos que não. Não é parte.

 Não pode

 Não pode recorrer.

recorrer.

- é um colaborador informal, uma espécie “

- é um colaborador informal, uma espécie “ sui

 sui generis”

generis” de intervenção de

de intervenção de

terceiros.

(8)

- prazo para

- prazo para manifest

manifestação:

ação:

(regra = 30 dias; exceção = flexibilização)

(regra = 30 dias; exceção = flexibilização)

Prazo para manifestação (regra = 30 dias; exceção = flexibilização) Prazo para manifestação (regra = 30 dias; exceção = flexibilização) ”Como bem se sabe, o

”Como bem se sabe, o §1º do art. 7º da §1º do art. 7º da Lei n. 9.868/98 foi vetado pelo Presidente da República, do que resultou certa dúvida quantoLei n. 9.868/98 foi vetado pelo Presidente da República, do que resultou certa dúvida quanto ao prazo que se deve observar para a admissão de pedidos de ingresso dos

ao prazo que se deve observar para a admissão de pedidos de ingresso dos amici curiaeamici curiae nos processos de fiscalização abstratanos processos de fiscalização abstrata  perante

 perante este Supeste Supremo Tremo Tribunal ribunal Federal, Federal, haja vhaja vista a ista a expressão expressão ‘observad‘observado o o o prazo prazo no pano parágrafo rágrafo anterior’ anterior’ contida contida logo logo no § no § 2º des2º dessese mesmo dispositivo. O que se observa atualmente, contudo, é que a Corte tem sido flexível na admissão dos

mesmo dispositivo. O que se observa atualmente, contudo, é que a Corte tem sido flexível na admissão dos amici curiaeamici curiae mesmomesmo depois de passado o

depois de passado o prazo das informações (...).” (ADI 3.725, Rel. Min. Menezes Direito, decisão monocrática, julgamento em 1º-8-prazo das informações (...).” (ADI 3.725, Rel. Min. Menezes Direito, decisão monocrática, julgamento em 1º-8-08,

08, DJE  DJE de 7-8-08)de 7-8-08)

“Esclareço que, como regra, o pedido de admissão como

“Esclareço que, como regra, o pedido de admissão como amicus curiaeamicus curiae deve ser feito no prazo das informações (arts. 6º e 7º, § 2º,deve ser feito no prazo das informações (arts. 6º e 7º, § 2º, Lei n. 9.868/99). No entanto, conforme consignou o Ministro Gilmar Mendes em decisão que proferiu na ADI n. 3.998, Lei n. 9.868/99). No entanto, conforme consignou o Ministro Gilmar Mendes em decisão que proferiu na ADI n. 3.998, ‘especialmente diante da relevância do caso ou, ainda, em face da notória contribuição que a manifestação possa trazer para o ‘especialmente diante da relevância do caso ou, ainda, em face da notória contribuição que a manifestação possa trazer para o  julgamento

 julgamento da causada causa, é possív, é possível cogitar el cogitar de hipótede hipóteses de ases de admissão ddmissão dee amicus curiaeamicus curiae, ainda que fora desse prazo’. Pois é justamente o, ainda que fora desse prazo’. Pois é justamente o que ocorre no

que ocorre no presente caso. É relevantíssima a questão objeto desta ação declaratória, assim como é manifesta a presente caso. É relevantíssima a questão objeto desta ação declaratória, assim como é manifesta a contribuição quecontribuição que os postulantes podem trazer à sua resolução, eis que nestes autos comparecem em defesa da seguridade social e da melhor  os postulantes podem trazer à sua resolução, eis que nestes autos comparecem em defesa da seguridade social e da melhor  interpreta

interpretação da ção da matéria, de sorte a matéria, de sorte a evitar, até mesmo, uma indevida confusão evitar, até mesmo, uma indevida confusão entre a questão aqui entre a questão aqui discutida e aspectos particularesdiscutida e aspectos particulares do ICMS.” (ADC

do ICMS.” (ADC 18, Rel. Min. Menezes 18, Rel. Min. Menezes Direito, decisão monocrática, julgamenDireito, decisão monocrática, julgamento em to em 22-4-08,22-4-08, DJE DJE de 2-5-08)de 2-5-08) STF negou quando foi feito o pedido às vésperas do julgamento

STF negou quando foi feito o pedido às vésperas do julgamento "A possibilidade de intervenção do

"A possibilidade de intervenção do amicus curiaeamicus curiae está limitada à data da remessa dos autos à mesa para julgamento. (...).está limitada à data da remessa dos autos à mesa para julgamento. (...). Preliminar

Preliminarmente, o Tribunal (...) rejeitou o mente, o Tribunal (...) rejeitou o pedido de intervenção dospedido de intervenção dos amici curiaeamici curiae, porque apresentado após a , porque apresentado após a liberação do processoliberação do processo  para

 para a a pauta pauta de de julgamentojulgamento. . ConsideroConsiderou-se u-se que que o o relator, relator, ao ao encaminhaencaminhar r o o processo processo para para a a pauta, pauta, já já teria teria firmado firmado sua sua convicção,convicção, razão pela qual os fundamentos trazidos pelos

razão pela qual os fundamentos trazidos pelos amici curiaeamici curiae pouco seriam aproveitados, e dificilmente mudariam sua conclusão.pouco seriam aproveitados, e dificilmente mudariam sua conclusão. Além disso, entendeu-se que permitir a intervenção de terceiros, que já é excepcional, às vésperas do julgamento poderia causar  Além disso, entendeu-se que permitir a intervenção de terceiros, que já é excepcional, às vésperas do julgamento poderia causar   problemas

 problemas relativamente relativamente à à quantidadquantidade e de de intervençõeintervenções, s, bem bem como como à à capacidadcapacidade e de de absorver absorver argumentoargumentos s apresentadapresentados os ee desconhecidos pelo relator. Por fim, ressaltou-se que a regra processual teria de ter uma limitação, sob pena de se transformar o desconhecidos pelo relator. Por fim, ressaltou-se que a regra processual teria de ter uma limitação, sob pena de se transformar o amicus curiae

amicus curiae em regente do processo." (ADI 4.071-AgR, Rel. Min. Menezes Direito, julgamento em 22-4-09, Plenário,em regente do processo." (ADI 4.071-AgR, Rel. Min. Menezes Direito, julgamento em 22-4-09, Plenário, Informativo 543). No mesmo

Informativo 543). No mesmo sentido: ADI 2.669, Rel. Min. sentido: ADI 2.669, Rel. Min. PresidentPresidente Gilmar Mendes, decisão e Gilmar Mendes, decisão monocrática, julgamento em 25-5-monocrática, julgamento em 25-5-09,

09, DJE  DJE 2-6-09.2-6-09.

Pode ser pessoa física?

Pode ser pessoa física?

STF: NÃO -

STF: NÃO - Portanto, deixo de admitir a particiPortanto, deixo de admitir a participação dos demais postulantes, pessoas jurípação dos demais postulantes, pessoas jurídicas. Por fim, também deixo de admitir dicas. Por fim, também deixo de admitir  a participação dos postulantes, pessoas naturais, dado que o art. 7º, § 2º da Lei 9.868/1999 é expresso em se referir a órgãos ou a participação dos postulantes, pessoas naturais, dado que o art. 7º, § 2º da Lei 9.868/1999 é expresso em se referir a órgãos ou entidades.” (ADI 4.167, Rel. Min. Joaquim

entidades.” (ADI 4.167, Rel. Min. Joaquim Barbosa, decisão monocrática, julgamento em 10-12-08,Barbosa, decisão monocrática, julgamento em 10-12-08, DJE  DJE de 17-12-08)de 17-12-08) Pedro Lenza: SIM “Resta aguardar como

Pedro Lenza: SIM “Resta aguardar como o STF encaraá esta o STF encaraá esta nova perspectiva, em nosso entender, perfeitamente possível desde quenova perspectiva, em nosso entender, perfeitamente possível desde que se demonstre que

se demonstre que o parlamentar atua como ‘representante ideológico’ de uma o parlamentar atua como ‘representante ideológico’ de uma coletividacoletividade, e não de, e não em busca de em busca de nteresse individidunteresse individidualal egoístico, e a

(9)

Pertinência temática também para o

Pertinência temática também para o

amicus curiaeamicus curiae

. Possibilidade de recusar

. Possibilidade de recusar

oo

amicus curiaeamicus curiae

..

“A pertinência temática também é requisito para a admissão de

“A pertinência temática também é requisito para a admissão de amicus curiaeamicus curiae e a Requerente não o e a Requerente não o preenche. Reduzir a pertinênciapreenche. Reduzir a pertinência temática ao que disposto no

temática ao que disposto no estatuto das entidades sem considerar a sua estatuto das entidades sem considerar a sua natureza jurídica colocaria o Supremo Tribunal Federal nanatureza jurídica colocaria o Supremo Tribunal Federal na condição submissa de ter que admitir sempre qualquer entidade em qualquer ação de controle abstrato de normas como

condição submissa de ter que admitir sempre qualquer entidade em qualquer ação de controle abstrato de normas como amicusamicus curiae

curiae, bastando que esteja incluído em seu estatuto a finalidade de defender a Constituição da República.” (ADI 3.931, Rel. Min., bastando que esteja incluído em seu estatuto a finalidade de defender a Constituição da República.” (ADI 3.931, Rel. Min. Cármen Lúcia, decisão monocrática, julgamento em 6-8-08,

Cármen Lúcia, decisão monocrática, julgamento em 6-8-08, DJE  DJE de 19-8-08)de 19-8-08)

Ilegitimidade do

Ilegitimidade do

amicus curiaeamicus curiae

para recorrer

para recorrer

"Embargos de declaração. Legitimidade recursal limitada às partes. Não cabimento de recurso interposto por 

"Embargos de declaração. Legitimidade recursal limitada às partes. Não cabimento de recurso interposto por  amici curiaeamici curiae.. Embargos de declaração opostos pelo Procurador-Geral da República conhecidos. Alegação de contradição. Alteraç

Embargos de declaração opostos pelo Procurador-Geral da República conhecidos. Alegação de contradição. Alteração da ementa ão da ementa dodo  julgado.

 julgado. Restrição. Restrição. Embargos Embargos providos. providos. Embargos Embargos de de declaração declaração opostos opostos pelo pelo ProcuradoProcurador-Geral r-Geral da da República, República, pelo pelo InstitutoInstituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor - BRASILCON e pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor - IDEC. As Brasileiro de Política e Direito do Consumidor - BRASILCON e pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor - IDEC. As duas últimas são instituições que ingressaram no feito na qualidade de

duas últimas são instituições que ingressaram no feito na qualidade de amici curiaeamici curiae. Entidades que participam na qualidade de. Entidades que participam na qualidade de amicus curiae

amicus curiae dos processos objetivos de controle de constitucionalidade, não possuem legitimidade para recorrer, ainda quedos processos objetivos de controle de constitucionalidade, não possuem legitimidade para recorrer, ainda que aportem aos autos informações relevantes ou dados

aportem aos autos informações relevantes ou dados técnicos. Decisões monocráticatécnicos. Decisões monocráticas no s no mesmo sentido." (ADI 2.591-ED, Rel. Min.mesmo sentido." (ADI 2.591-ED, Rel. Min. Eros Grau, julgamento em 14-12-06,

Eros Grau, julgamento em 14-12-06, DJ  DJ de 13-4-07).de 13-4-07). “Ação direta de

“Ação direta de inconstituciinconstitucionalidade. Embargos de declaração opostos por onalidade. Embargos de declaração opostos por amicus curiaeamicus curiae. Ausência . Ausência de legitimidade. Interpretaçãode legitimidade. Interpretação do § 2º

do § 2º da Lei n. 9.868/99. A da Lei n. 9.868/99. A jurisprudêncjurisprudência deste Supremo Tribunal é assente quanto ao ia deste Supremo Tribunal é assente quanto ao não-cabimento de recursos interpostonão-cabimento de recursos interpostos por s por  terceiros estranhos à relação processual nos processos objetivos de controle de constitucionalidade.” (ADI 3.615-ED, Rel. Min. terceiros estranhos à relação processual nos processos objetivos de controle de constitucionalidade.” (ADI 3.615-ED, Rel. Min. Cármen Lúcia, julgamento em 17-3-08,

Cármen Lúcia, julgamento em 17-3-08, DJE  DJE de 25-4-08). No mesmo de 25-4-08). No mesmo sentido: ADI 2.591-ED, Rel. Min. Eros Grau, julgamento emsentido: ADI 2.591-ED, Rel. Min. Eros Grau, julgamento em 14-12-06,

14-12-06, DJ  DJ de 13-4-07).de 13-4-07).

Recurso contra decisão que nega

Recurso contra decisão que nega sua habilitação?

sua habilitação?

ADI-ED 3105 / DF

ADI-ED 3105 / DF - DISTRITO FEDERAL- DISTRITO FEDERAL EMB.DECL.

EMB.DECL.NA AÇÃO NA AÇÃO DIRETA DE DIRETA DE INCONSTITUCIINCONSTITUCIONALIDADEONALIDADE Relator(a):

Relator(a): Min. Min. CEZAR CEZAR PELUSOPELUSO Julgamento:

Julgamento: 02/02/2007 02/02/2007 Órgão Órgão Julgador: Julgador: Tribunal Tribunal PlenoPleno

EMENTA: AÇÃO DECLARATÓRIA DE INCONSTITUCIONALIDADE - ADI. Amicus curiae. Recurso. Legitimidade ou EMENTA: AÇÃO DECLARATÓRIA DE INCONSTITUCIONALIDADE - ADI. Amicus curiae. Recurso. Legitimidade ou legitimação recursal

legitimação recursal. Inexistência. Embargos de declaração não . Inexistência. Embargos de declaração não conhecidos. Interpretconhecidos. Interpretação do ação do art. 7º, § art. 7º, § 2º, da Lei 2º, da Lei 9.868/99. Amicus9.868/99. Amicus curiae não tem legitimidade para recorrer de decisões proferidas em ação

curiae não tem legitimidade para recorrer de decisões proferidas em ação declaratórideclaratória de a de inconstitinconstitucionalidade, salvo da que o ucionalidade, salvo da que o nãonão admita como tal no

admita como tal no processo.processo.  Nesse mesm

 Nesse mesmo sentido:o sentido:

“A jurisprudência dessa corte é assente quanto

“A jurisprudência dessa corte é assente quanto ao não-cabimento de recursos interpostos por terceiros estranhos à relação processualao não-cabimento de recursos interpostos por terceiros estranhos à relação processual nos processos objetivos de controle de constitucionalidade. Exceão apenas para impugnar decisão de não-admissibilidade de sua nos processos objetivos de controle de constitucionalidade. Exceão apenas para impugnar decisão de não-admissibilidade de sua intervenção nos autos. Precedentes” (ADI 3.615-ED, Rel. Min. Cármen

intervenção nos autos. Precedentes” (ADI 3.615-ED, Rel. Min. Cármen Lúcia, 17.03.08)Lúcia, 17.03.08)

Sustentação oral do

Sustentação oral do

amicus curiae?amicus curiae?

RISTF

RISTF

- Art. 131, § 3º, RISTF:

- Art. 131, § 3º, RISTF: § 3°

§ 3°¹¹Admitida a intervenção de Admitida a intervenção de terceiros no processo de terceiros no processo de controle concentrado de constitucionalidacontrole concentrado de constitucionalidade, fica-lhes facultado produzir de, fica-lhes facultado produzir 

sustentação oral, aplicando

sustentação oral, aplicando-se, quando for o -se, quando for o caso, a regra do caso, a regra do § 2° do § 2° do artigo 132 deste Regimento.artigo 132 deste Regimento.

¹

(10)

Art. 132.

Art. 132. Cada uma das partes falará pelo tempo máximo de 15 minutos, excetuada a ação penal originária, na qual o prazo será deCada uma das partes falará pelo tempo máximo de 15 minutos, excetuada a ação penal originária, na qual o prazo será de uma hora, prorrogável pelo

uma hora, prorrogável pelo PresidentPresidente.e.

“Preliminarmente, o Tribunal, por maioria, resolvendo questão de ordem suscitada no julgamento das ações diretas acima “Preliminarmente, o Tribunal, por maioria, resolvendo questão de ordem suscitada no julgamento das ações diretas acima mencionadas, admitiu, excepcionalmente, a possibilidade de realização de sustentação oral por terceiros admitidos no processo mencionadas, admitiu, excepcionalmente, a possibilidade de realização de sustentação oral por terceiros admitidos no processo abstrato de constitucionalidade, na qualidade de

abstrato de constitucionalidade, na qualidade de amicus curiaeamicus curiae.” (ADI 2.777, Rel. Min. Cezar Peluso, julgamento em 26-11-03,.” (ADI 2.777, Rel. Min. Cezar Peluso, julgamento em 26-11-03, Informativo 331)

Informativo 331)

 Amicus curiae

 Amicus curiae

na ADC?

na ADC?

Art. 8, § 2º,

Art. 8, § 2º, Lei 9.868/99, que previa o amicus Lei 9.868/99, que previa o amicus curiae, foi vetado.curiae, foi vetado.  Nas

 Nas razões razões de de veto, veto, o o Presidente Presidente disse: disse: “O “O veto veto ao ao § § 2º 2º constitui constitui conseqüconseqüência ência do do veto veto ao ao § § 1º. 1º. Resta Resta asseguradassegurada, a, todavia, todavia, aa  possibilidad

 possibilidade e de de o o Supremo Supremo Tribunal Tribunal Federal, Federal, por por meio meio de de interpretação interpretação sistemática, sistemática, admitir admitir no no processo processo da da ação ação declaratória declaratória aa abertura processual previst

abertura processual prevista para a a para a ação direta no § ação direta no § 2º do art. 7º.”.2º do art. 7º.”.  Amicus curiae

 Amicus curiae

na ADPF?

na ADPF?

ADPF

ADPF 33 33 / / PA PA – – PARÁ, PARÁ, Relator(a): MinRelator(a): Min. . GILMAR GILMAR MENDES, MENDES, JulgamentoJulgamento: 07/12/20: 07/12/2005 05 Órgão Órgão Julgador: Julgador: Tribunal Tribunal Pleno. Pleno. 1.1. Argüição de descumprimento de preceito fundamental ajuizada com o objetivo de impugnar o

Argüição de descumprimento de preceito fundamental ajuizada com o objetivo de impugnar o art. 34 do Regulamento de Pessoal doart. 34 do Regulamento de Pessoal do Instituto de Desenvolvimento Econômico-Social do Pará (IDESP), sob o fundamento de ofensa ao princípio federativo, no que diz Instituto de Desenvolvimento Econômico-Social do Pará (IDESP), sob o fundamento de ofensa ao princípio federativo, no que diz respeito à autonomia dos Estados e Municípios (art. 60, §4o , CF/88) e à vedação constitucional de vinculação do salário mínimo respeito à autonomia dos Estados e Municípios (art. 60, §4o , CF/88) e à vedação constitucional de vinculação do salário mínimo  para

 para qualquer qualquer fim fim (art. (art. 7º, 7º, IV, IV, CF/88). CF/88). 2. 2. Existência Existência de de ADI ADI contra contra a a Lei Lei nº nº 9.882/99 9.882/99 não não constitui constitui óbice óbice à à continuidacontinuidade de dodo  julgamento

 julgamento de argüde argüição de ição de descumprimdescumprimento dento de preceito e preceito fundamenfundamental ajuizatal ajuizada perada perante o nte o Supremo Supremo Tribunal Tribunal Federal. 3Federal. 3.. Admissão deAdmissão de amicus curiae mesmo após terem sido prestadas as informações

amicus curiae mesmo após terem sido prestadas as informações 4. Norma impugnada que trata da remuneração do pessoal de4. Norma impugnada que trata da remuneração do pessoal de autarquia estadual, vinculando o quadro de salários ao salário mínimo. 5. Cabimento da argüição de descumprimento de preceito autarquia estadual, vinculando o quadro de salários ao salário mínimo. 5. Cabimento da argüição de descumprimento de preceito fundamental (sob o prisma do

fundamental (sob o prisma do art. 3º, V, da Lei art. 3º, V, da Lei nº 9.882/99) em virtude da nº 9.882/99) em virtude da existência de inúmeras decisões do Tribunal de Justiça doexistência de inúmeras decisões do Tribunal de Justiça do Pará em sentido manifestamente oposto à jurisprudência pacificada desta Corte quanto à vinculação de salários a múltiplos do Pará em sentido manifestamente oposto à jurisprudência pacificada desta Corte quanto à vinculação de salários a múltiplos do salário mínimo. 6. Cabimento de

salário mínimo. 6. Cabimento de argüição de descumprimento de argüição de descumprimento de preceito fundamental para solver controvérsia sobre legitimidadepreceito fundamental para solver controvérsia sobre legitimidade de lei ou

de lei ou ato normativo federal, estadual ou municipal, inclusive anterior à Constituição (norma pré-constitucionaato normativo federal, estadual ou municipal, inclusive anterior à Constituição (norma pré-constitucional). 7. Requisito del). 7. Requisito de admissibilidade implícito relativo à relevância do interesse público presente no caso. 8. Governador de Estado detém aptidão admissibilidade implícito relativo à relevância do interesse público presente no caso. 8. Governador de Estado detém aptidão  processua

 processual l plena plena para para propor propor ação ação direta direta (ADIMC (ADIMC 127/AL, 127/AL, Rel. Rel. Min. Min. Celso Celso de de Mello, Mello, DJ DJ 04.12.92), 04.12.92), bem bem como como argüição argüição dede descumprimento de preceito fundamental, constituindo-se verdadeira hipótese excepcional de jus postulandi. 9. ADPF configura descumprimento de preceito fundamental, constituindo-se verdadeira hipótese excepcional de jus postulandi. 9. ADPF configura modalidade de integração entre os modelos de

modalidade de integração entre os modelos de perfil difuso e concentrado no Supremo Tribunal Federal.perfil difuso e concentrado no Supremo Tribunal Federal.

- PARTICIPAÇÃO DO AGU e PGR 

- PARTICIPAÇÃO DO AGU e PGR 

- participação do AGU – art. 103, § 3º, CF

- participação do AGU – art. 103, § 3º, CF

- participação do PGR – art. 103, § 1º

- participação do PGR – art. 103, § 1º CF

CF

- prazo de 15

- prazo de 15 dias para cada um (Art. 171, RISTF)

dias para cada um (Art. 171, RISTF)

Art. 171.

Art. 171. Recebidas as informações, será aberta vista ao Recebidas as informações, será aberta vista ao Procurador-GeProcurador-Geral, pelo prazo ral, pelo prazo de quinze dias, de quinze dias, para emitir parecer.para emitir parecer.

- participação do AGU – defender a constitucionalidade da lei

- participação do AGU – defender a constitucionalidade da lei

(11)

- se o

- se o legiti

legitimado é o

mado é o President

Presidente da

e da República?

República?

Relativização da participação do AGU

Relativização da participação do AGU

"O

"O munusmunus a que se refere o imperativo constitucional (CF, artigo 103, § 3º) deve ser entendido com temperamentos. O Advogado-a que se refere o imperativo constitucional (CF, artigo 103, § 3º) deve ser entendido com temperamentos. O Advogado-Geral da União não está obrigado a defender tese jurídica se sobre ela esta Corte já fixou entendimento pela sua Geral da União não está obrigado a defender tese jurídica se sobre ela esta Corte já fixou entendimento pela sua inconstitucionalidade." (

inconstitucionalidade." (ADI 1.616ADI 1.616, Rel. Min. Maurício Corrêa, julgamento em 24-5-01,, Rel. Min. Maurício Corrêa, julgamento em 24-5-01,  DJ  DJ de 24-8-01)de 24-8-01)

Procurador-Ger

Procurador-Geral pode opinar contra,

al pode opinar contra, quando ajuizou a ADIN?

quando ajuizou a ADIN?

"No sistema de controle difuso de constitucionalidade de ato normativo vigora indiscutivelmente o princípio da presunção da "No sistema de controle difuso de constitucionalidade de ato normativo vigora indiscutivelmente o princípio da presunção da constitucio

constitucionalidade do ato nalidade do ato normativo impugnado como inconstitucional, princípnormativo impugnado como inconstitucional, princípio esse que io esse que as nossas Constituições têm consagradoas nossas Constituições têm consagrado com a regra de que a declaração de inconstitucionalidade pelos tribunais só pode ser feita com o voto da maioria absoluta de seus com a regra de que a declaração de inconstitucionalidade pelos tribunais só pode ser feita com o voto da maioria absoluta de seus membros ou dos membros do respectivo órgão especial (nesse sentido, ainda agora, o artigo 97 da Constituição). Com o parágrafo membros ou dos membros do respectivo órgão especial (nesse sentido, ainda agora, o artigo 97 da Constituição). Com o parágrafo 3º do artigo 103, inequivocamente, se estendeu esse princípio à ação direta de inconstitucionalidade, dando-se à presunção de 3º do artigo 103, inequivocamente, se estendeu esse princípio à ação direta de inconstitucionalidade, dando-se à presunção de constitucionalidade do ato normativo — e ela existe quer quanto à norma federal, quer quanto à norma estadual — um curador  constitucionalidade do ato normativo — e ela existe quer quanto à norma federal, quer quanto à norma estadual — um curador  especial, que, assim, nesse processo objetivo tem papel diverso do da Procuradoria-Geral da República, embora ambos defendam especial, que, assim, nesse processo objetivo tem papel diverso do da Procuradoria-Geral da República, embora ambos defendam relevantes interesses públicos. De feito, o Advogado-Geral da União, como curador especial, defende a presunção de relevantes interesses públicos. De feito, o Advogado-Geral da União, como curador especial, defende a presunção de constitucionalidade do ato normativo, ao passo que o Procurador-Geral da República defende a rigorosa observância da constitucionalidade do ato normativo, ao passo que o Procurador-Geral da República defende a rigorosa observância da Constituiç

Constituição, ainda que, como ão, ainda que, como fiscal da aplicação da lei, tenha fiscal da aplicação da lei, tenha que manifestar-se pela inconstitucionalique manifestar-se pela inconstitucionalidade do dade do ato normativo objetoato normativo objeto da ação direta. E — note-se — essa posição de imparcialidade do fiscal da aplicação da lei que é o Procurador-Geral da República da ação direta. E — note-se — essa posição de imparcialidade do fiscal da aplicação da lei que é o Procurador-Geral da República está preservada ainda quando é ele o autor da

está preservada ainda quando é ele o autor da ação direta, certo como é que, mesmo ocupando essa posição nesse processo objetivo,ação direta, certo como é que, mesmo ocupando essa posição nesse processo objetivo,  pode ele,

 pode ele, afinal, manifeafinal, manifestar-se contstar-se contra a inconsra a inconstitucionalidatitucionalidade que argde que argüiu na inicüiu na inicial. Ademais, hial. Ademais, houve poouve por bem a Cor bem a Constituição atunstituição atual dar al dar  esse curador especial à presunção de constitucionalidade do ato normativo impugnado porque, não raras vezes, o legitimado esse curador especial à presunção de constitucionalidade do ato normativo impugnado porque, não raras vezes, o legitimado  passivame

 passivamente nte não não assume assume a da defesa efesa da da constitucioconstitucionalidade nalidade desse desse ato, ato, adstringindadstringindo-se o-se a a prestar prestar informaçõinformações es objetivas objetivas de de andamenandamentoto do processo de sua elaboração, ou — o que, vez por outra, ocorre — se desinteressa de sua defesa, ou, até, sustenta sua do processo de sua elaboração, ou — o que, vez por outra, ocorre — se desinteressa de sua defesa, ou, até, sustenta sua inconstitucionalidade, por motivos políticos de mudança de governo." (

inconstitucionalidade, por motivos políticos de mudança de governo." (ADI 97-QOADI 97-QO, voto do Min. Moreira Alves, julgamento em, voto do Min. Moreira Alves, julgamento em 22-11-89,

22-11-89, DJ  DJ de 30-3-90)de 30-3-90)

Partipação do AGU na ADIN por omissão

Partipação do AGU na ADIN por omissão

Posição antiga: "Não e necessária a manifestação do Advogado-Geral da União, art. 103, § 3º,

Posição antiga: "Não e necessária a manifestação do Advogado-Geral da União, art. 103, § 3º,

da Constituição, em ação direta de inconstitucionalidade por omissão." (

da Constituição, em ação direta de inconstitucionalidade por omissão." (ADI 480

ADI 480

, Rel. Min.

, Rel. Min.

Paulo Brossard, julgamento em 13-10-94,

Paulo Brossard, julgamento em 13-10-94, DJ 

 DJ de 25-11-94)

de 25-11-94)

Posição atual: pode ser convocado pelo Min. Relator (sobretudo na omissão inconstitucional

Posição atual: pode ser convocado pelo Min. Relator (sobretudo na omissão inconstitucional

 parcial) – art. 12-E,

 parcial) – art. 12-E, § 2º, Lei 9.868/99

§ 2º, Lei 9.868/99

§ 2

§ 2oo O relator poderá solicitar a manifestação do Advogado-Geral da União, que deverá ser encaminhada no prazo de 15 (quinze)O relator poderá solicitar a manifestação do Advogado-Geral da União, que deverá ser encaminhada no prazo de 15 (quinze)

dias. dias.

- elaboração de relatório, perícias, audiências públicas etc (art. 9º, Lei).

- elaboração de relatório, perícias, audiências públicas etc (art. 9º, Lei).

- audiência pública (lei de biossegurança, adpf dos anencéfalos etc.)

- audiência pública (lei de biossegurança, adpf dos anencéfalos etc.)

(12)

Art. 9

Art. 9ooVencidos os prazos do Vencidos os prazos do artigo anterior, o relator lançará o relatório, com cópia a todos os artigo anterior, o relator lançará o relatório, com cópia a todos os Ministros, e pedirá dia para julga-Ministros, e pedirá dia para julga-mento.

mento. § 1

§ 1ooEm caso de Em caso de necessidade de esclarecimentnecessidade de esclarecimento de o de matéria ou circunstância de fato ou de matéria ou circunstância de fato ou de notória insuficiêncnotória insuficiência das informaçõesia das informações existentes nos autos, poderá o relator requisitar informações adicio

existentes nos autos, poderá o relator requisitar informações adicionais, designar perito ou comissão de peritos para que nais, designar perito ou comissão de peritos para que emita pare-emita pare-cer sobre a questão, ou

cer sobre a questão, ou fixar data para, em audiência pública, ouvir depoimentos de pessoas com fixar data para, em audiência pública, ouvir depoimentos de pessoas com experiência e autoridade na maté-experiência e autoridade na maté-ria.

ria. § 2

§ 2ooO relator poderá, ainda, solicitar informações aos Tribunais Superiores, aos Tribunais federais e aos Tribunais estaduaisO relator poderá, ainda, solicitar informações aos Tribunais Superiores, aos Tribunais federais e aos Tribunais estaduais acerca da aplicação da norma

acerca da aplicação da norma impugnada no âmbito de impugnada no âmbito de sua jurisdição.sua jurisdição. § 3

§ 3ooAs informações, perícias e audiências a que se As informações, perícias e audiências a que se referem os parágrafos anteriores serão realizadas no prazo de trinta dias,referem os parágrafos anteriores serão realizadas no prazo de trinta dias, contado da solicitação do

contado da solicitação do relator.relator.

A DECISÃO

A DECISÃO

- Votação da maioria absoluta do STF (art. 97, CF)

- Votação da maioria absoluta do STF (art. 97, CF)

RISTF RISTF Art. 173.

Art. 173. Efetuado o julgamento, com oEfetuado o julgamento, com o quorumquorum do art. 143, do art. 143, parágrafo único, proclamar-se-á a inconstitucionalparágrafo único, proclamar-se-á a inconstitucionalidade ou idade ou a constitu-a constitu-cionalidade do preceito ou do ato

cionalidade do preceito ou do ato impugnados, se num ou impugnados, se num ou noutro sentido se tiverem manifestado seis Ministros.noutro sentido se tiverem manifestado seis Ministros. Art. 143.

Art. 143. O Plenário, que se reúne com O Plenário, que se reúne com a presença mínima de seis a presença mínima de seis Ministros, é dirigido pelo PresidentMinistros, é dirigido pelo Presidente do Tribunal.e do Tribunal. Parágrafo único.

Parágrafo único. OO quorumquorum para votaç para votação de matéria ão de matéria constitucionconstitucional e para a eleiçal e para a eleição do Presideão do Presidente e do Vicente e do Vice-Presidente, d-Presidente, dos mem-os mem- bros do

 bros do Conselho Nacional da Conselho Nacional da MagistraturaMagistratura4 e do Tribunal Superior Eleitoral é de oito Ministros.4 e do Tribunal Superior Eleitoral é de oito Ministros. Lei 9.868/99

Lei 9.868/99

Art. 22. A decisão sobre a

Art. 22. A decisão sobre a constituciconstitucionalidade ou a inconstitucionalidade da lei ou do onalidade ou a inconstitucionalidade da lei ou do ato normativo somente será tomada se presen-ato normativo somente será tomada se presen-tes na sessão pelo

tes na sessão pelo menos oito Ministros.menos oito Ministros.

- caráter dúplice ou ambivalente

- caráter dúplice ou ambivalente

Art. 23. Efetuado o

Art. 23. Efetuado o julgamento, proclamar-sjulgamento, proclamar-se-á a e-á a constituciconstitucionalidade ou a onalidade ou a inconstitucinconstitucionalidade da disposição ou ionalidade da disposição ou da normada norma impugnada se num

impugnada se num ou noutro sentido se tiverem manifestado pelo menos ou noutro sentido se tiverem manifestado pelo menos seis Ministrosseis Ministros, quer se , quer se trate de ação direta de inconstitu-trate de ação direta de inconstitu-cionalidade ou de

cionalidade ou de ação declaratória de constitucionalidade.ação declaratória de constitucionalidade. Parágrafo único. Se não

Parágrafo único. Se não for alcançada a for alcançada a maioria necessária à declaração de maioria necessária à declaração de constituciconstitucionalidade ou de onalidade ou de inconstituciinconstitucionalidade,onalidade, estando ausentes Ministros em número que possa influir no

estando ausentes Ministros em número que possa influir no julgamento, este será suspenso a fim de julgamento, este será suspenso a fim de aguardar-aguardar-se o comparecimentose o comparecimento dos Ministros ausenes, até que se atinja o

dos Ministros ausenes, até que se atinja o número necessário para prolação da decisão num número necessário para prolação da decisão num ou noutro sentido.ou noutro sentido. Art. 24. Proclamada a

Art. 24. Proclamada a constitucionaconstitucionalidade, julgar-se-á improcedentlidade, julgar-se-á improcedente a e a ação direta ou ação direta ou procedente eventual ação declaratória; e,procedente eventual ação declaratória; e,  proclamad

(13)

Comunicação à autoridade ou órgão do qual emanou o ato

Comunicação à autoridade ou órgão do qual emanou o ato

Art. 25. Julgada a ação, far-se-á a

Art. 25. Julgada a ação, far-se-á a comunicação à autoridade ou ao órgão comunicação à autoridade ou ao órgão responsável pela expedição do ato.responsável pela expedição do ato.

Irrecorribilidade

Irrecorribilidade

Art. 26. A decisão que

Art. 26. A decisão que declara a constitucionalideclara a constitucionalidade ou a dade ou a inconstitinconstitucionalidade da lei ou do ucionalidade da lei ou do ato normativo em ação direta ouato normativo em ação direta ou em ação

em ação declaratórideclaratória é a é irrecorríirrecorrível, ressalvada a interposição de vel, ressalvada a interposição de embargos declaratórios, não podendo, igualmente, ser objeto deembargos declaratórios, não podendo, igualmente, ser objeto de ação

ação rescisórirescisória.a.

EFEITOS

EFEITOS

- caráter dúplice ou ambivalente

- caráter dúplice ou ambivalente

- efeito

- efeito erga omnes

erga omnes

- efeito

- efeito ex tunc

ex tunc, via de regra.

, via de regra.

- inspirado no Direito alemão e português: manipulação dos efeitos da ADIn.

- inspirado no Direito alemão e português: manipulação dos efeitos da ADIn.

Art. 27. Ao declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo, e

Art. 27. Ao declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo, e tendo em vista razões de tendo em vista razões de segurança jurídica ou de excep-segurança jurídica ou de excep-cional interesse social, poderá o Supremo Tribunal Federal, por maioria de dois terços de seus

cional interesse social, poderá o Supremo Tribunal Federal, por maioria de dois terços de seus membros, restringimembros, restringir os efeitos daque-r os efeitos daque-la decdaque-laração ou decidir que edaque-la só tenha eficácia a partir de seu trânsito em julgado ou de outro momento que venha a

la declaração ou decidir que ela só tenha eficácia a partir de seu trânsito em julgado ou de outro momento que venha a ser fixado.ser fixado.

- modulação dos efeitos

- modulação dos efeitos

- justificativa: “lei ainda constitucional” ou “inconstitucionalidade progressiva”

- justificativa: “lei ainda constitucional” ou “inconstitucionalidade progressiva”

- exemplos: a) prazo em

- exemplos: a) prazo em dobro no processo penal para

dobro no processo penal para defensoria públi

defensoria pública (arts. 44,

ca (arts. 44,

I; 89, I e 128, I, LC 80/94); b) art. 68, CPP.

I; 89, I e 128, I, LC 80/94); b) art. 68, CPP.

- ADI 2.240 – criação de novos municípios

- ADI 2.240 – criação de novos municípios

- art. 18, § 4º, CF

- art. 18, § 4º, CF

- Lei estadual da Bahia

Referências

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