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PROJETO DE EXTENSÃO TÍTULO DO PROJETO: ORIENTE

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Academic year: 2021

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PROJETO DE EXTENSÃO

TÍTULO DO PROJETO: ORIENTE - Agência de Orientação Empresarial – promovendo a inclusão produtiva

NATUREZA:

( ) Pesquisa

( X ) Extensão / Local:

DOCENTES: Titular:

( ) Doutor ( X ) Mestre ( ) Não identificado

Auxiliar:

( ) Doutor ( X ) Mestre ( ) Não identificado

CURSO DE ORIGEM:

Titular: Ms. Andréa de Oliveira

Auxiliar: Ms. Daniela Assis Alves Ferreira

CARGA HORÁRIA:

Titular: 10 h Auxiliar: 10 h

PREVISÃO DE PARTICIPAÇÃO DE ESTUDANTES:

( x ) Sim ( ) Não

1. INTRODUÇÃO

A extensão é mediadora da relação universidade/sociedade e proporciona aos profissionais a oportunidade de traduzir para o campo operativo os conhecimentos que as universidades vêm produzindo. Para tanto é necessário que projeto, pesquisa e extensão estejam integrados de forma a propiciar a aproximação da academia com a sociedade, com profissionais que produzam conhecimento científico e técnico, e que tenham habilidades para se socializarem de forma a contribuir para sua autonomia.

Acreditando na extensão como forma de estabelecer um dialogo entre a Universidade e a Sociedade, busca-se encontrar uma forma adequada de comunicação, para garantir o diálogo entre o saber científico, o técnico e o saber popular. Buarque (2006, p. 32) considera que:

O conhecimento científico, tecnológico e artístico gerado na universidade e institutos de pesquisa não são únicos. Existem outras formas de conhecimento surgidas da prática de pensar e de agir dos inúmeros segmentos da sociedade ao longo das gerações que, por não serem caracterizadas como científicas, são desprovidas de legitimidade institucional. Estas práticas estão sendo recuperadas à luz de uma atividade orgânica com a maioria da população.

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Segundo a coordenadoria de extensão da UNIMEP (2004) a extensão como dimensão do Processo de Ensino, deve efetivar três objetivos: o primeiro é a formação para o exercício da profissão, que implica na formação pessoal, crítica, científica e técnica dos discentes. O segundo trata do avanço do conhecimento, através da formação dos docentes envolvidos. E o último objetivo passa por garantir que a extensão materialize parcerias com segmentos que buscam subsídios da universidade para melhorar a qualidade de vida e aperfeiçoar e exercitar a democracia plena.

Dentro deste entendimento o projeto ORIENTE efetiva os três objetivos: pois contempla a participação dos discentes e docentes no desenvolvimento das atividades que demandam conhecimento científico e técnico,alem de formação pessoal e crítica. Os docentes irão materializar parcerias com órgãos havendo troca de conhecimentos, incluindo inclusive a participação dos mesmos em cursos de capacitação dentro do Banco do Brasil para assimilação da metodologia do banco de Desenvolvimento Regional Sustentável. O trabalho a ser desenvolvido junto aos projetos sociais e expositores da feira da Afonso Pena buscando melhorar a qualidade de vida dos envolvidos, através dos serviços prestados, possibilitando o melhor gerenciamento de seus negócios.

a) Objetivo Geral:

Orientar líderes de projetos sociais com ênfase no desenvolvimento sustentável dos mesmos.

b) Objetivos Específicos:

• Promover a inclusão social, por meio da geração de trabalho e renda. • Democratizar o acesso a captação de recursos.

• Impulsionar o associativismo e o cooperativismo.

• Contribuir para a melhora dos indicadores de qualidade de vida.

• Capacitar os beneficiários, para serem entes ativos no processo de desenvolvimento.

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• Estímular o associativismo e o cooperativismo. • Introduzir novas tecnologias.

• Disseminar a cultura empreendedora.

• Estimular os envolvidos a conduzirem o processo de desenvolvimento dos negócios sob a ótica da sustentabilidade, uma vez que organizados e comprometidos com um objetivo comum, tornam-se responsáveis por implementar as ações planejadas, além de monitorá-las, e ainda pela avaliação de todo o processo.

3. JUSTIFICATIVA

O projeto Oriente, através das atividades desenvolvidas, atende todos os objetivos orientadores das práticas de extensão definidos no Fórum Nacional dos Pró-Reitores de Extensão, ao desenvolver suas atividades que englobam, consultoria técnica para abertura e gerenciamento de negócio, acompanhamento de planos de negócio, palestras técnicas, cursos de temas de interesse do micro e pequeno empresário formal e/ou informal, dentre outras atividades.. Estas atividades serão desenvolvidas por alunos e professores dos cursos de Administração e Graduação Tecnológica, além de professores externos convidados para temas específicos que se façam necessários ao longo do processo.a saber:

1. Articular o ensino e a pesquisa com as demandas da sociedade, buscando o compromisso da comunidade universitária com interesses e necessidades da sociedade organizada, em todos os níveis (sindicatos, órgãos públicos, empresas, categorias profissionais, organizações populares e outros organismos).

2. Estabelecer mecanismos de integração entre o saber acadêmico e o saber popular, visando uma produção de conhecimento resultante do confronto com a realidade, com permanente interação entre teoria e prática.

3. Democratizar o conhecimento acadêmico e a participação efetiva da sociedade na vida da universidade.

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4. Incentivar a prática acadêmica que contribua para o desenvolvimento da consciência social e política, formando profissionais-cidadãos.

5. Participar criticamente das propostas que visem o desenvolvimento regional, econômico, social e cultural.

6. Contribuir para reformulações nas concepções e práticas curriculares.

7. Favorecer a reformulação do conceito de “sala de aula”, que deixa de ser o lugar privilegiado para o ato de aprender, adquirindo uma estrutura ágil e dinâmica, caracterizada pela interação recíproca de professores, alunos e sociedade, ocorrendo em qualquer espaço e momento, dentro e fora dos muros da universidade.

Interação com o Ambiente

ORIENTE COMUNIDADE PARCEIROS UNIVERSIDADE EMPRESA JÚNOR ALUNOS PROFESSORES COORDENAÇÃO CURSOS EMPRESÁRIOS E EMPREENDEDORES LOCAIS

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4. CONTEXTO DO LOCAL DE AÇÃO

A área geográfica foco da pesquisa (Figura 1), localiza-se nos Bairros Cachoeirinha, Renascença, São João Batista, Ipiranga e Palmares.

Figura 1 – REGIONAL NORDESTE

Sobre essa área contemplada pelo projeto de pesquisa, o bairro Cachoeirinha está localizado na Região Nordeste de Belo Horizonte. Segundo o site da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte (2008), hoje a região Nordeste possui uma população de 273.892 habitantes (Censo IBGE/2000), distribuídos em 68 bairros, incluindo vilas e favelas. Sua extensão territorial é de 39,60 km² , sendo 19,46 km² de áreas verdes. Está localizada entre as regionais Leste, Noroeste, Pampulha, Norte e o município de Sabará. A região possui 7 parques ecológicos, 68 praças, 21 centros de saúde, 01 UPA (Unidade de Pronto Atendimento), 30 escolas municipais, 28 estaduais e 26 creches conveniadas com a PBH. A imprensa local é composta por 5 jornais e 7 rádios comunitárias. Embora caracterizada por grandes diferenças de poder aquisitivo, a região

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Nordeste vem se desenvolvendo, buscando alternativas para atender as demandas e necessidades de sua população.

5. REFERÊNCIAL TEÓRICO

Segundo o site do Ministério do Trabalho e Emprego os projetos de capacitação e inserção produtiva caracterizam-se como projetos de enfrentamento da pobreza conforme estabelecido no Art. 25, Inciso V da Lei Orgânica da Assistência Social - LOAS; compreendem o investimento econômico e social nos grupos populares, buscando subsidiar, financeira e tecnicamente iniciativas que lhes garantam meios, capacidade produtiva e de gestão, viabilizando a transição de pessoas/famílias e grupos em situações de vulnerabilidade e risco para situação de autonomia garantindo acesso a condições mínimas de sobrevivência e elevação do padrão de qualidade de vida.

O desenvolvimento dos projetos de inclusão produtiva deve estar articulado com as demais políticas setoriais e inserido em políticas de desenvolvimento regional.

Os projetos de inclusão produtiva objetivam:

• promover ações que possibilitem a inserção de indivíduos no mercado de trabalho; contribuir para o processo de emancipação social dos indivíduos;

• contribuir para a ampliação dos trabalhos executados por cooperativas comunitárias e outros sistemas associativos;

• contribuir para abertura de frentes de trabalhos compatíveis com a vocação econômica do município;

• garantir a convivência familiar e comunitária.

A economia solidária vem se apresentando, nos últimos anos, como inovadora alternativa de geração de trabalho e renda e uma resposta a favor da inclusão social. Compreende uma diversidade de práticas econômicas e sociais organizadas sob a forma de cooperativas, associações, clubes de troca, empresas autogestionárias, redes de cooperação, entre outras, que realizam atividades de produção de bens, prestação de serviços, finanças solidárias, trocas, comércio justo e consumo solidário.

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Nesse sentido, compreende-se por economia solidária o conjunto de atividades econômicas de produção, distribuição, consumo, poupança e crédito, organizadas sob a forma de autogestão. Considerando essa concepção, a Economia Solidária possui as seguintes características:

a. Cooperação: existência de interesses e objetivos comuns, a união dos esforços e capacidades, a propriedade coletiva de bens, a partilha dos resultados e a responsabilidade solidária. Envolve diversos tipos de organização coletiva: empresas autogestionárias ou recuperadas (assumida por trabalhadores); associações comunitárias de produção; redes de produção, comercialização e consumo; grupos informais produtivos de segmentos específicos (mulheres, jovens etc.); clubes de trocas etc. Na maioria dos casos, essas organizações coletivas agregam um conjunto grande de atividades individuais e familiares.

b. Autogestão: os/as participantes das organizações exercitam as práticas participativas de autogestão dos processos de trabalho, das definições estratégicas e cotidianas dos empreendimentos, da direção e coordenação das ações nos seus diversos graus e interesses, etc. Os apoios externos, de assistência técnica e gerencial, de capacitação e assessoria, não devem substituir nem impedir o protagonismo dos verdadeiros sujeitos da ação.

c. Dimensão Econômica: é uma das bases de motivação da agregação de esforços e recursos pessoais e de outras organizações para produção, beneficiamento, crédito, comercialização e consumo. Envolve o conjunto de elementos de viabilidade econômica, permeados por critérios de eficácia e efetividade, ao lado dos aspectos culturais, ambientais e sociais.

d. Solidariedade: O caráter de solidariedade nos empreendimentos é expresso em diferentes dimensões: na justa distribuição dos resultados alcançados; nas oportunidades que levam ao desenvolvimento de capacidades e da melhoria das condições de vida dos participantes; no compromisso com um meio ambiente saudável; nas relações que se estabelecem com a comunidade local; na participação ativa nos processos de desenvolvimento sustentável de base territorial, regional e nacional; nas relações com os outros movimentos sociais e populares de caráter

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emancipatório; na preocupação com o bem estar dos trabalhadores e consumidores; e no respeito aos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.

Considerando essas características, a economia solidária aponta para uma nova lógica de desenvolvimento sustentável com geração de trabalho e distribuição de renda, mediante um crescimento econômico com proteção dos ecossistemas. Seus resultados econômicos, políticos e culturais são compartilhados pelos participantes, sem distinção de gênero, idade e raça. Implica na reversão da lógica capitalista ao se opor à exploração do trabalho e dos recursos naturais, considerando o ser humano na sua integralidade como sujeito e finalidade da atividade econômica.

6. ÁREA TEMÁTICA

( ) Ciências Biológicas ( ) Ciências da Saúde

( x ) Ciências Sociais Aplicadas ( ) Ciências Humanas

( ) Engenharias

( ) Lingüística, Letras e Artes ( ) Tecnológicas

7. LINHA CURRICULAR INSTITUCIONAL

( ) Saúde Integral e Coletiva;

( x ) Modos de Vida Criativos e Sustentáveis;

( ) Processos Educativo-Culturais socialmente responsáveis.

8. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS E TÉCNICOS

A metodologia de atuação prevê a sensibilização, mobilização e capacitação dos líderes e parceiros, e ainda a elaboração de um amplo diagnóstico identificando pontos fortes, pontos fracos, oportunidades,ameaças e potencialidades, dentre outros.

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participativa. Como por exemplo: cursos; seminários; oficinas; loja solidária; participação em Feiras solidárias e de comércio justo.

9. ARTICULAÇÃO DA PROPOSTA COM O ENSINO E A PESQUISA, E COM AS DEMANDAS SOCIAIS

Segundo a coordenadoria de extensão da UNIMEP (2004) a extensão como dimensão do Processo de Ensino, deve efetivar três objetivos: o primeiro é a formação para o exercício da profissão, que implica na formação pessoal, crítica, científica e técnica dos discentes. O segundo trata do avanço do conhecimento, através da formação dos docentes envolvidos. E o último objetivo passa por garantir que a extensão materialize parcerias com segmentos que buscam subsídios da universidade para melhorar a qualidade de vida e aperfeiçoar e exercitar a democracia plena.

Dentro deste entendimento o projeto da Agencia Oriente efetiva os três objetivos: pois contempla a participação dos discentes e docentes no desenvolvimento das atividades que demandam conhecimento científico e técnico,alem de formação pessoal e crítica. Os docentes (titular e auxiliar) irão materializar parcerias com Projetos Sociais, Associação dos expositores da Feira da Afonso Pena e Fundação Metodista, dentre outros, buscando melhorar a qualidade de vida dos envolvidos, possibilitando o melhor gerenciamento sustentável de seus negócios.

10. RESULTADOS ESPERADOS

O projeto pretende alcançar os seguintes resultados:

· Comunidade: oferecer à comunidade orientação empresarial propiciando a inclusão produtiva através da geração de renda e de trabalho.

· Parceiros: oportunidade de aproximação da Faculdade com organizações (públicas e privadas) como ASSEAP (Associação dos Expositores da Feira da Afonso Pena), Fundação Metodista, Banco do Brasil, dentre outros.

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· Alunos: oportunidade vivenciar a prática do atendimento, aplicando conhecimentos teóricos de sala de aula, com a respectiva orientação e acompanhamento de um Professor/Consultor especialista.

· Empreendedores locais e futuros empreendedores: oportunidade para obter na Universidade orientação e consultoria empresarial, assim como para a criação do próprio negócio.

· Professores e Coordenação de Curso: oportunidade para o exercício da atividade de consultoria orientada, além da oportunidade do exercício da atividade de extensão, bem como a de transformar fatos reais do atendimento em estudos de casos a serem utilizados nas disciplinas e aplicados em sala de aula

· Centro Universitário:

o Prática da extensão o Visibilidade institucional o Consolidação da marca

o Construção e manutenção de “Banco de Dados” para futuras ofertas de cursos (extensão e especialização).

o Concretização de parcerias estratégicas

11. CRONOGRAMA

• Listar as atividades previstas: revisão bibliográfica, testes, amostragens, levantamento de dados, teste de dados, pesquisa de campo, etc.

ATIVIDADES / PERÍODO FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ

Reuniao com parceiros para fechar cronograma de ação junto aos

expositores da Feira da Afonso Pena

X

Pré-teste do questionário X

Capacitação dos alunos extensionistas e voluntários

X

Aplicação dos questionários X

Tabulação dos dados e divulgação X

Elaboração dos planos de negócio X

Visita aos projetos sociais X

Planejamento participativo das ações a serem desenvolvidas

X

Desenvolvimento das ações definidas X X X X

Curso de capacitação de multiplicadores para projetos de inclusão digital

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Detalhar as despesas com equipamentos e materiais de consumo, citando a fonte subsidiadora (própria, patrocínio, órgão governamental,etc.)

RELAÇÃO DOS RECURSOS MATERIAIS E FINANCEIROS PROCESSO

Nº:

ITENS CUSTOS (R$)

MATERIAL DE CONSUMO (despesas com erox, encadernações, confecção de pôster, etc).

1000 copias 100,00

Confecção de crachás, camisetas (verba pré-aprovada pelo Pró Reitor Administrativo- Financeiro no final de 2007)

800,00 Pranchetas (existentes na casa no setor de comunicação)

Radios de Comunicação (domingos da realização da pesquisa de campo na Feira da Afonso Pena)

Lanche para pesquisadores nos domingos BB

MATERIAL PERMANENTE (equipamentos, softwares, etc)

MATERIAL BIBLIOGRÁFICO (citar apenas o tipo de material, tais como: livros, revistas, COMUT,

etc).

Livros 250,00

SERVIÇO DE TERCEIROS

DESPESAS COM PASSAGENS

Visita aos projetos, coleta de dados, desenvolvimento das açoes 1500,00

EVENTUAIS

Participação em Congresso 1500,00

TOTAL

Participantes do Projeto: (relacionar os envolvidos diretamente com a execução do projeto, informando a atividade no Projeto, a carga horária semanal, o segmento a que pertecem e a Unidade de origem. Registrar o total da carga horária do projeto)

Nome Atividade no Projeto Carga Horária semanal Doc./ Disc./ Técn. Adm. Unidade de Origem Prof. Sandro Anananias Voluntário na parceria com BB e ASSEAP 5 h Docente Belvedere/ADM. 12. ORÇAMENTO 13. PARTICIPANTES DO PROJETO

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Prof. Márcio Rosa Voluntário na parceria com BB e ASSEAP 5 h Docente Belvedere/ADM Extensionista 1 INFORMÁTICA Computacao e análise de dados, confecção de material didático e de entrevistas e diagnóstico. Elaboração de relatórios. 20 h Discente

Extensionista 2 ADM/TECNOLOGO 20 h Discente Extensionista 3 ADM/TECNOLOGO 20 h Discente

BUARQUE, Cristovam. Uma Idéia de Universidade. Brasília: UnB, 1986.

Documento do 4º Encontro Nacional dos Pós-Reitores de Extensão, 1990. [Mimeo] Perfil da Extensão Universitária no Brasil. Brasília: SESu/MEC, 1995.

Programa do Fomento à Extensão Universitária. Brasília: MEC/ SESu, 1995. Projeto Pedagógico do Curso de Administração do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix. 2006

UNIMEP. Em Busca da uma Política Acadêmica. Piracicaba: UNIMEP, 1991. UNIMEP. Política Acadêmica da UNIMEP. Piracicaba: UNIMEP, 1992.

UNIMEP. Síntese do 1º, 2º e 3º Fóruns de Extensão. Piracicaba, 90/91/92.

http:// www.unimep.com.br. Acessado em 04/12/2006. http://educar.sc.usp.br/biologia/textos/m_a_txt2.html. Acessado em 25/02/2008 http://www.mds.gov.br/ascom/portalmds/Inclusaoprodutiva.pdf http://www.mte.gov.br/ecosolidaria/ecosolidaria_oque.asp http://www.bb.com.br/drs 14. BIBLIOGRAFIA

Referências

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