Curso Engenharia de Produção - Reconhecido pela Portaria SERES nº 110 de 04/02/2021
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Estrutura 2017-1
20201
Última atualização realizada em 08/02/2021 Portaria MEC nº 1038, de 07/12/2020
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DIRETORIA MANTENEDORA Conselho de Curadores
Presidente
Sra. Celita Procopio de Carvalho
Integrantes
Dr. Benjamin Augusto Baracchini Bueno Dr. Octávio Plínio Botelho do Amaral Dr. José Antonio de Seixas Pereira Neto Sra. Maria Christina Farah Nassif Fioravanti
Diretoria Executiva Diretor-Presidente Dr. Antonio Bias Bueno Guillon
Assessorias da Diretoria
Assessor Administrativo e Financeiro Sr. Tomio Ogassavara
Assessor de Assuntos Acadêmicos Prof. Rogério Massaro Suriani
FACULDADE ARMANDO ALVARES PENTEADO Diretor da Unidade
Rubens Ricupero Coordenador do Curso
Régis Pasini NDE
Claudio Parra De Lazzari Luciano Fratin Milton Francisco Junior Rafael Ramalho de Souza Silva
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SUMÁRIO
DADOS GERAIS ... 5
APRESENTAÇÃO ... 6
1.1 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO ... 7
1.2 HISTÓRICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ... 11
1.3 AMBIENTE INTERNO ... 11
1.4 MISSÃO ... 12
2.1 ESTRATÉGIAS E CONCEPÇÃO DO CURSO ... 13
VISÃO ESTRATÉGICA DO CURSO ... 14
2.2 OBJETIVOS ... 19
2.2.1 Objetivos gerais ... 19
2.2.2 Objetivos específicos ... 19
2.3.PERFIL DESEJADO DO EGRESSO ... 20
3. REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO ... 25
3.1.PERFIL DESEJADO DO INGRESSANTE ... 26
3.2.APOIO DISCENTE -ÓRGÃOS DE APOIO À ATIVIDADE ACADÊMICA ... 28
4. MODELO DE GESTÃO ... 32
4.1.AVALIAÇÃO DO CURSO ... 37
4.1.1. Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso ... 37
4.1.2.AVALIAÇÃO DO ENSINO E DA APRENDIZAGEM ... 39
4.2.INTEGRAÇÃO DO CURSO DE GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO COM A PÓS-GRADUAÇÃO ... 44
4.3.CURSOS DE RECUPERAÇÃO EM JANEIRO E JULHO ... 46
5. REGIME, DURAÇÃO E ESTRUTURA CURRICULAR ... 47
5.1REGIME E DURAÇÃO DO CURSO ... 47
5.2CARACTERÍSTICAS GERAIS DA ESTRUTURA CURRICULAR ... 47
5.2.1 Carga Horária Curricular das diferentes Áreas de Formação ... 48
QUADRO 2:CARGA HORÁRIA CURRICULAR ... 48
5.3MATRIZ CURRICULAR DO CURSO ... 51
5.3.1. Representação Gráfica da Matriz Curricular ... 56
5.4EMENTAS /BIBLIOGRAFIAS BÁSICA E COMPLEMENTAR ... 57
1º SEMESTRE ... 57
2º SEMESTRE ... 61
3º SEMESTRE ... 65
4º SEMESTRE ... 69
Curso Engenharia de Produção - Reconhecido pela Portaria SERES nº 110 de 04/02/2021 Atualizado em fevereiro de 20214 6º SEMESTRE ... 79 7º SEMESTRE ... 84 8º SEMESTRE ... 88 9º SEMESTRE ... 93 10º SEMESTRE ... 97 DISCIPLINAS ELETIVAS ... 101
OUTROS COMPONENTES CURRICULARES ... 111
DISCIPLINA OPTATIVA LIVRE ... 111
5.5 ATIVIDADES COMPLEMENTARES ... 113
5.6 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) ... 114
5.7 ESTÁGIO SUPERVISIONADO ... 115
5.8ADEQUAÇÃO CURRICULAR ... 117
5.8.1 Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena ... 118
5.8.2 Políticas de educação ambiental (Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto Nº 4.281 de 25 de junho de 2002 ... 118
5.8.3 Resolução Nº 1, de 30 de maio de 2012, que estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos ... 119
5.8.4 Decreto nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005, dispõe sobre a inserção de LIBRAS ... 119
5.8.5 Condições de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, conforme disposto na CF/88, Art. 205, 206 e 208, na NBR 9050/2015, da ABNT, na Lei N° 10.098/2000, nos Decretos N° 5.296/2004, N° 6.949/2009, N° 7.611/2011 e na Portaria N° 3.284/2003 e Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, conforme disposto na Lei nº 12.764/2012 ... 119
6.1 CARACTERÍSTICAS GERAIS ... 121
6.2 INTERRELAÇÃO DAS DISCIPLINAS NA CONCEPÇÃO DO CURRÍCULO ... 122
6.3 FLEXIBILIDADE CURRICULAR ... 124
5.4 REVISÃO CURRICULAR ... 124
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DADOS GERAIS
Denominação Curso
Modalidade Presencial1
Titulação Bacharel em Engenharia de Produção
Instituição Faculdade Armando Alvares Penteado
Localização Rua Alagoas 903, Higienópolis, São Paulo, SP
Diretor Rubens Ricupero
Coordenador do
Curso Régis Pasini Períodos Diurno e Noturno
Número de vagas 50 vagas anuais
Regime Semestral
Tempo de integralização
10 semestres (05 anos) – mínimo 14 semestres (07 anos) - máximo
Disciplinas 74 Disciplinas obrigatórias
Carga Horária
Total da carga horária de disciplinas: 4212 h-a (3510 h) Disciplinas eletivas: 144 h-a (120h)
Atividades Complementares: 180 h-a Estágio Supervisionado: 540 h-a Total do Curso – 5076 h-a = 4230 h LIBRAS (Disciplina optativa): 36 h-a
1Em razão da situação de pandemia do Novo Coronavírus – COVID-19, e, enquanto durar tal situação a Faculdade Armando Alvares Penteado e o Curso de Engenharia de Produção de acordo com a Portaria MEC nº 1030 de 01 de dezembro de 2020, alterada pela Portaria MEC nº 1038 de 07 de dezembro de 2020, continua com a substituição das aulas presenciais, por aulas on-line síncronas e a utilização de variados meios e tecnologias de informação e comunicação, sendo que, todas essas alterações foram aprovadas nos diferentes órgãos colegiados do Curso (Núcleo Docente Estruturante e Coordenadoria de Curso) e da Faculdade (Colegiado de Cursos e Conselho Acadêmico).
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APRESENTAÇÃO
A natureza e o ritmo das mudanças que vivenciamos provocam impactos significativos nas instituições, nas pessoas e suas inter-relações. Atenta a essas mudanças, a Faculdade Armando Alvares Penteado – FA-FAAP incentiva uma constante análise do Projeto Pedagógico para o Curso de Engenharia de Produção visando a sintonia com as demandas contemporâneas do mercado para os profissionais da área de Engenharia.
Sabe-se que a formação, hoje, de Engenheiros depende sobretudo das expectativas da sociedade em relação a um tipo de profissional. Neste contexto, o esperado de um processo de planejamento pedagógico é seu direcionamento na busca da transformação de uma dada realidade, devendo refletir a identidade do curso e o histórico da Instituição.
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1. SITUAÇÃO ATUAL
1.1 Políticas institucionais no âmbito do curso
A missão da Faculdade é “promover o ensino, a iniciação à pesquisa e a extensão, formando profissionais preparados, com alta capacidade crítica de suas ações e consciência de suas responsabilidades para com as organizações e para com a sociedade, de modo a contribuir para o desenvolvimento econômico e social do país”.
No cumprimento de sua Missão, a Faculdade tem procurado cultivar os seguintes valores:
• excelência acadêmica;
• respeito à cidadania e ao comportamento ético e social;
A visão da Faculdade é que ela deverá estar entre as melhores escolas de referência do país. Os profissionais formados estarão aptos a ocupar as mais destacadas posições, em seu campo de formação, no Brasil e no exterior, na qualidade de líderes reconhecidos e respeitados no mercado de trabalho e empreendedores altamente qualificados.
O ambiente interno da Faculdade é caracterizado pela integração das diferentes atividades de ensino da Graduação, Pós-Graduação e Extensão. Caracteriza-se, também, pelo relacionamento harmônico da comunidade acadêmica, facilitando a implementação e a execução de modelos administrativos e práticas pedagógicas.
No âmbito do curso, as políticas de ensino, extensão e pós-graduação podem ser explicitadas da seguinte maneira:
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● Política de Ensino
A conjuntura política, econômica e social da sociedade brasileira exige a formação de profissionais aptos a atuarem na gestão pública de forma eficiente e eficaz e capazes de apoiarem os processos de mudança em curso.
Dessa forma a política de ensino do curso de graduação e dos cursos de pós-graduação lato sensu, tem como direcionamento, de acordo com a definição da missão e dos objetivos da Faculdade, a:
- formação do profissional inserido na sociedade global; - formação humanista;
- produção de um ensino de excelência;
- compromisso com as inovações tecnológicas;
- respeito às diversidades sociais, políticas, econômicas, étnicas e religiosas;
- preocupação com a interdisciplinaridade; - ênfase no pluralismo metodológico;
- desenvolvimento do senso ético de responsabilidade social necessário ao exercício profissional.
● Política de Extensão2
A Política de Extensão tem por objetivo:
- oferecer à comunidade, e à cidade de São Paulo serviços culturais, artísticos e educacionais;
2Com a publicação da Resolução nº 7, de 18 de dezembro de 2018 e retificada em 18 de fevereiro de 2019, que
estabeleceu as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira, o NDE do Curso de Engenharia de Produção está discutindo, primeiramente, o normativo legal, objetivando sua aplicação antes do prazo definido legalmente.
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- firmar parcerias com órgãos públicos, empresas privadas, instituições de ensino e organizações do terceiro setor, que possam ser de interesse da comunidade em geral.
A estratégia utilizada na política de extensão é a participação dos discentes, docentes, pessoal técnico administrativo, nos simpósios, cursos, fóruns, seminários, certificações, palestras, mostras e no projeto FAAP Social sempre objetivando a aproximação da IES com a comunidade em que está inserida.
Esse trabalho deve "alimentar" projetos, programas e planos de ação da Faculdade, e se refletir na Política de Ensino.
● Política de Pós-Graduação
A política de Pós-Graduação tem por objetivo:
- integrar as premissas do(s) curso(s) de graduação com os cursos de pós-graduação adotando o sistema de gestão participativa com o coordenador(es) do(s) curso(s) de graduação, para assim atender as necessidades de novos cursos e reformular aspectos e questões dos já existentes;
- envolver o corpo docente do(s) curso(s) de graduação na elaboração dos projetos, como também prestigiá-los(s) na composição do quadro acadêmico e coordenação técnica;
- identificar as necessidades de mercado na área de competência; - atender as expectativas dos alunos egressos e buscar novos alunos
na modalidade Lato Sensu;
- enfatizar o diferencial dos cursos oferecidos pela Faculdade perante os cursos existentes no mercado;
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- buscar o "know-how" de outras instituições de ensino e ou pesquisa de origem nacional e ou internacional quando necessário para o desenvolvimento do ensino e aprendizagem.
O alinhamento entre as políticas de ensino, extensão e pós-graduação já existem e pode ser percebido tanto pelos alunos e egressos da Instituição, quanto por docentes que transitam pelos cursos oferecidos.
Neste sentido, as políticas de ensino cuidam da formação teórica e humanística dos alunos presentes nos cursos de graduação sendo complementadas pelas políticas de extensão que aproximam o aluno da comunidade e das empresas, profissionais referências e órgãos públicos da região.
As políticas de Pós-Graduação permitem desenvolver ações de formação continuada, pois os docentes e coordenadores de curso dialogam e transitam pelos diversos ambientes acadêmicos da Instituição de forma a sugerir novos cursos que possam complementar o percurso formativo do aluno.
A Faculdade considera que algumas de suas práticas como a aproximação com empresas privadas, instituições de ensino, organizações do terceiro setor, bem como sua forte relação com os egressos são inovadoras e tem gerado bons resultados ao longo destes anos. Isto porque, a aproximação da Faculdade com a comunidade dá aos alunos a oportunidade de conhecer o mercado de trabalho e ter contato com profissionais que são referência em seus segmentos.
Outrossim, o relacionamento com os egressos permite fazer a ponte entre os alunos atuais e aqueles que também fizeram a mesma trajetória acadêmica e que podem trazer relatos reais de sua experiência pessoal e profissional. Neste sentido, a Associação dos Antigos Alunos tem um espaço
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próprio na Instituição, garantindo uma aproximação com o mercado e com os egressos.
1.2 Histórico do Curso de Engenharia de Produção
O curso de Engenharia de Produção nasceu na Faculdade de Engenharia3, com o pedido de autorização do curso protocolado no e-MEC em 07 de junho de 2010 e foi autorizado pela Portaria N.º 1972, de 23 de novembro de 2010 (publicado no DOU de 24 de novembro de 2010).
O início das suas atividades ocorreu em janeiro de 2011, tendo sempre presente a interdisciplinaridade e a relação indispensável entre a teoria e sua aplicação. O Reconhecimento do curso foi feito pelo MEC, segundo Portaria SERES nº 492, de 29/06/2015; a avaliação indicou conceitos 4,2 para as dimensões Organização Didático-Pedagógica, Corpo Docente e Tutorial, e Infraestrutura. O Conceito Final atribuído foi 4.
Hoje o curso de Engenharia de Produção está com aproximadamente 30 alunos, tendo formado sua primeira turma em dezembro de 2015.
1.3 Ambiente Interno
O ambiente interno da Faculdade é caracterizado pela integração das diferentes atividades de ensino da Graduação, Pós-Graduação e Extensão. Ainda se distingue pela interação com os demais cursos Faculdade Armando Alvares Penteado – FA-FAAP, que incentiva, desde o seu início, o
3No dia 24/08/2018 foi publicada no Diário Oficial da União a Portaria SERES nº 572, de 23 de agosto de 2018 com
a aprovação do processo de unificação das mantidas como aditamento ao processo de recredenciamento. Por essa Portaria ficam extintas as Instituições de Educação Superior unificas à Instituição solicitante. A nova denominação da IES após a unificação das mantidas passou a ser “Faculdade Armando Alvares Penteado – FA-FAAP (461)”
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desenvolvimento acadêmico.
O ambiente interno no qual o curso está inserido também se caracteriza pelo relacionamento harmônico da comunidade acadêmica, facilitando a implementação e a execução de modelos administrativos e práticas pedagógicas. Assim, considerando tais pressupostos, a Faculdade busca a excelência no ensino da atividade da Engenharia de Produção.
1.4 Missão
A missão do curso é formar um profissional com olhar sensível e atento às demandas e necessidades no mundo e que possa atuar no presente, vislumbrando o futuro. Investir na formação ética do indivíduo, motivando a iniciativa empreendedora, o espírito questionador e a empatia para agir com ética e responsabilidades social, ambiental e empresarial. Formar profissionais atualizados, com forte embasamento teórico, repertório visual amplo e preparado para não somente responder às transformações constantes do mundo mas para ser agente propositor de mudanças que melhorem a condição de vida das pessoas em um cenário global, nacional e regional.
É sabido que a solução de problemas na área da Engenharia de Produção, na maioria das vezes, vai muito além do emprego de tecnologias, estando diretamente relacionado ao desenvolvimento de competências gerenciais capazes de lidar com as infinitas dificuldades de execução e das intervenções humanas. Atento à aceleração cada vez mais intensa de transformações sociais, comportamentais, ambientais, industriais, mercadológicas e tecnológicas, o curso parte da premissa de que o mundo precisa de profissionais de Engenharia de Produção com formações abrangentes e diversificadas para o enfrentamento de problemas que exigem soluções criativas e inovadoras.
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2. O CURSO
2.1 Estratégias e Concepção do Curso
Para que o egresso do curso de Engenharia de Produção da FA-FAAP atenda à complexidade de atuação exigida atualmente pelo mercado e pela sociedade civil, em sua formação deve estar garantida a construção de conhecimentos fundamentais nos três núcleos, definidos na Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, a saber:
- Núcleo de Conteúdos Básicos: fornece a base tecnológica e as ferramentas básicas para permitir a atuação adequada em qualquer tipo de empresa
- Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes: fornece as ferramentas técnicas específicas para o profissional
- Núcleo de Conteúdos Específicos: apresenta os problemas e as técnicas de solução próprias da Engenharia de Produção.
Além das D.C.N., o curso não descuida das orientações da Associação Brasileira de Engenharia de Produção (ABEPRO), que afirma ser de competência da Engenharia de Produção o projeto, a implantação, a operação, a melhoria e a manutenção de sistemas produtivos integrados de bens e serviços, envolvendo homens, materiais, tecnologias, informação e energia. Compete ainda especificar, prever e avaliar resultados obtidos destes sistemas para a sociedade e meio ambiente, recorrendo a conhecimentos especializados de cálculo, física, ciências humanas e sociais, conjuntamente com os princípios e métodos de análise e projeto de engenharia.
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O Curso de Engenharia de Produção da Faculdade Armando Alvares Penteado atende, portanto, o marco regulatório definido nas Diretrizes Curriculares Nacionais e as referências curriculares da Engenharia de Produção plena, elaboradas sob coordenação da Associação Brasileira de Engenharia de Produção (ABEPRO), como subsídio para regulamentação pelos órgãos oficiais de educação e profissional (MEC/INEP CONFEA, ABENGE, etc.)4. Desta forma, a estrutura curricular do curso oferece
disciplinas sobre os processos de produção, classificados em discretos e contínuos, automação e planejamento de processos, incluindo sólida formação em processos industriais e gestão empresarial.
Visão estratégica do curso
Com a consolidação da globalização no âmbito mundial e a consequente inserção do Brasil neste processo de forma cada vez mais acelerada, o mercado de trabalho ligado à engenharia busca profissionais que atendam requisitos multidisciplinares, sem, no entanto, descuidar de uma profunda formação técnica. O profissional da Engenharia de Produção torna-se capaz de atuar em diversas áreas da economia, todas elas ligadas a torna-seu elemento central, o do controle dos sistemas produtivos.
Para dar conta de tal desafio, adotou-se uma filosofia de ensino cuja linha estratégica básica é a busca constante pela excelência no ensino, a sólida formação técnico-científica e uma visão gerencial e empreendedora, o que capacitará o egresso a atuar de forma produtiva nos setores foco de sua atividade profissional.
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A FA-FAAP tem como visão estratégica para o Curso de Engenharia de Produção:
• buscar a realização e implantação dos quatro pilares básicos propostos pelo relatório da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI, de 1998, da UNESCO: “aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver em conjunto e aprender a ser”.
• aprimorar continuamente o projeto pedagógico do curso na permanente busca pela excelência do ensino;
• revisar, analisar, aprimorar e atualizar o conteúdo didático de todas as disciplinas que compõem a estrutura do curso;
• aprimorar a metodologia didática no sentido de otimizar a formação e a absorção dos conhecimentos pelo corpo discente;
• ampliar os recursos para complementação didática das aulas, tais como ferramentas para ensino à distância e recursos audiovisuais;
• criar atividades de recuperação do conteúdo do ensino médio em disciplinas do núcleo de formação básica, principalmente em física, matemática e língua portuguesa, para diminuir dificuldades oriundas do ensino médio;
• ampliar o número de parcerias e convênios com empresas de engenharia, no sentido de oferecer ao aluno oportunidades de conhecer melhor a realidade do mercado;
• continuar o aperfeiçoamento, a implantação e o desenvolvimento científico e tecnológico dos laboratórios de formação básica e de formação profissional específica;
• ampliar a atuação de seus laboratórios, com seu contínuo aparelhamento e com a elaboração de projetos com características interdisciplinares;
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• incentivar alunos do Ensino Médio para a opção profissional pela Engenharia, através de palestras técnicas, visitas aos Laboratórios e a realização de “oficinas tecnológicas”;
• criar um núcleo de desenvolvimento de projetos que possa atender às necessidades de pesquisa e de prestação de serviços a empresas; • criar núcleos de iniciação científica em parceria com empresas, com o
objetivo de prestação de serviços à comunidade;
• dar prioridade e incentivar os Trabalhos de Conclusão de Curso que busquem percorrer todas as etapas de um projeto real de Engenharia, de modo a servir como elemento integrador dos conhecimentos e competências adquiridos ao longo do curso.
• contribuir para a integração do corpo docente e do corpo discente em atividades interdisciplinares, tais como palestras e seminários, grupos de trabalho e atividades culturais.
Para que os itens anteriores possam ser concretizados, as seguintes ações estratégicas deverão ser realizadas:
• estimular o maior engajamento do corpo discente nas atividades do curso, curriculares e extracurriculares, através da sua participação direta e/ou de seus órgãos representativos;
• envolver continuamente o corpo docente e as comunidades científica e empresarial na análise das necessidades do mercado e nas evoluções científicas e tecnológicas para aprimorar o perfil do engenheiro formado pelo curso;
• manter e executar um cronograma dinâmico de contatos e visitas a empresas de engenharia, no sentido de identificar afinidades científicas e estratégicas para estabelecer novas parcerias e novos convênios;
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• investir na aquisição de novos equipamentos de laboratório, equipamentos didáticos, programas e na infraestrutura já existente; • buscar apoio da estrutura administrativa, que permita o envolvimento
profissional do corpo docente em projetos de pesquisa de engenharia; • oferecer condições de infraestrutura de laboratórios para execução de
projetos propostos nas disciplinas do curso ou em atividades extracurriculares;
• incentivar os alunos a comporem, juntamente com o corpo docente, grupos de estudo específicos;
• buscar ampliar a parceria com empresas públicas e privadas e ONGs, no sentido de complementar e ampliar a formação do futuro engenheiro; • implantar atividades de recuperação do conteúdo do ensino médio de
modo a melhorar a capacidade de aprendizado;
• trabalhar com o corpo docente e com profissionais renomados do mercado para elaborar e divulgar cursos de pós-graduação, aperfeiçoamento e capacitação profissional;
• dar continuidade ao trabalho junto com as empresas parceiras para aumentar a oferta de cursos de treinamento e capacitação para o corpo docente, para os funcionários e também para o corpo discente.
Em relação às propostas do curso de Engenharia de Produção da FA-FAAP, que justificariam a continuidade da oferta do curso, podem-se ressaltar várias que foram efetivadas:
- a preocupação com uma excelente formação, corroborada pela oferta de um amplo leque de disciplinas, cobrindo desde as básicas, como Cálculo, Física, Química, Resistência de Materiais, Eletricidade, Fenômenos de Transporte, Ciência e Tecnologia dos Materiais, Expressão Gráfica e Computação Aplicada, passando pelas disciplinas de apoio à gestão, como
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Psicologia, Comunicação e Expressão, Introdução à Administração, Introdução à Economia, Direito para Engenharia, e Recursos Humanos e Comportamento Organizacional, até as disciplinas típicas da formação do Engenheiro de Produção, nas áreas de Pesquisa Operacional, Organização do Trabalho, Qualidade, Projeto do Produto e do Processo, Sustentabilidade, Engenharia Econômica, Engenharia Organizacional e Logística. Professores de sólida formação acadêmica e com atuação profissional foram contratados para fortalecer os quadros da FA-FAAP.
- utilização de ferramentas de complementação didática, como o Canvas e de recursos audiovisuais. Em razão da situação de pandemia do Novo Coronavírus – COVID-19, e, enquanto durar tal situação a Faculdade Armando Alvares Penteado e o curso de Engenharia de Produção, de acordo com a Portaria MEC nº 1038, de 07 de dezembro de 2020, continuou a fazer a substituição das aulas presenciais, por aulas on-line síncronas e a utilização de variados meios e tecnologias de informação e comunicação.
- execução de palestras, visitas e seminários, para os alunos da FEAAP, por profissionais de mercado, e de palestras e oficinas, para os alunos do Ensino Médio, conduzidas por professores da FEAAP.
- aparelhamento dos laboratórios de ensino das tecnologias de fabricação e das salas de informática, com disponibilização de softwares de uso profissional para as disciplinas de Tecnologia Computacional Aplicada à Engenharia de Produção, Probabilidade, Estatística, Pesquisa Operacional I e II, Simulação de Sistemas de Produção, Dinâmica de Sistemas Aplicada a Negócios e Gestão de Projetos.
- oferta de disciplinas de Trabalho de Campo, na qual os alunos desenvolvem projetos de consultoria em empresas, aplicando os conceitos e as técnicas aprendidas em sala de aula para resolver problemas reais.
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2.2 Objetivos
2.2.1 Objetivos gerais
O curso de Engenharia de Produção FA-FAAP tem por objetivo formar profissionais de mercado que possam vir a trabalhar em instituições de qualquer natureza (manufatura, serviços, negócios agropecuários, órgãos públicos etc.).
2.2.2 Objetivos específicos
Em geral, os dois primeiros anos do curso (semestres 1 a 4) têm como objetivo apresentar conceitos tecnológicos e ferramentas de trabalho a serem aplicados na formação profissionalizante e na específica profissional, além de desenvolver o raciocínio lógico pelo aprendizado de cálculo, da física e outras disciplinas.
Os dois anos seguintes (semestres 5 a 8) têm como objetivo apresentar os problemas e as técnicas de solução típicos da atuação profissional do Engenheiro de Produção (nas áreas de Engenharia de Operações e Processos de Produção, Logística, Pesquisa Operacional, Qualidade, Engenharia de Produto, Engenharia do Trabalho, Engenharia Organizacional, Engenharia Econômica e Engenharia da Sustentabilidade).
No quinto ano (semestres 9 e 10), os objetivos são o de completar a formação profissional do aluno, inclusive com a liberdade deste de se aprofundar em assuntos de seu interesse (por meio das disciplinas optativas eletivas), e facilitar a compreensão da aplicação em conjunto das técnicas da Engenharia de Produção (por meio das disciplinas de Projeto Integrado de Sistemas de Produção e Trabalho de Conclusão de Curso I e II).
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2.3. Perfil Desejado do Egresso
De acordo com o artigo 4º da Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, a formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais:
1. aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia;
2. projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados; 3. conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
4. planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia;
5. identificar, formular e resolver problemas de engenharia; 6. desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas; 7. supervisionar a operação e a manutenção de sistemas; 8. avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas; 9. comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; 10. atuar em equipes multidisciplinares;
11. compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais; 12. avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e
ambiental;
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14. assumir a postura de permanente busca de atualização profissional. Também se contempla o objetivo e perfil apresentado pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de São Paulo (CREA-SP): “o engenheiro deve ser um profissional com sólida formação em conformidade com a concepção de cada profissão e exigência social e, identidade nacional, fundamentada numa formação geral comum em todo o país; um profissional comprometido com a ética profissional, com a melhoria da qualidade de vida, a preservação do meio ambiente e segurança da sociedade, capacitado ao aprendizado contínuo, que seja social, econômica e politicamente responsável, que tenha visão sistêmica e globalizada e esteja apto ao trabalho em equipes multidisciplinares”.
Em consonância com estas definições, e de forma a especificá-las e apresentar aquelas prioritárias para o presente curso, o egresso do curso de Engenharia de Produção da Faculdade Armando Alvares Penteado deverá apresentar o seguinte perfil:
▪ Apresentar sólida formação tecnológica, científica e profissional, que
o capacite a identificar, formular e solucionar problemas ligados às atividades de projeto, operação e gerenciamento do trabalho e de sistemas de produção de bens e/ou serviços, com visão sistêmica e foco em resultados.
▪ Demonstrar postura e desenvoltura em grupos de trabalho, sendo apto
a coordenar e atuar em equipes multidisciplinares, e apresentar capacidade de tomada de decisão.
▪ Ter habilidade em comunicação oral e escrita ▪ Saber valorizar a formação continuada.
▪ Ter capacidade de atuar como empreendedor, nas diversas
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▪ Atuar de forma plena, considerando aspectos humanos, econômicos,
sociais e ambientais, com visão ética e humanista em atendimento às demandas da sociedade.
Considerando, por outro lado, as competências do engenheiro de produção, relacionamos a seguir aquelas apresentadas nas referências curriculares da Engenharia de Produção plena, elaboradas sob coordenação da Associação Brasileira de Engenharia de Produção (ABEPRO), como subsídio para regulamentação pelos órgãos oficiais de educação e profissional (MEC/INEP CONFEA, ABENGE, etc.). Estas também são adotadas para o perfil desejado do egresso no Curso de Engenharia de Produção da FA-FAAP: 1. Ser capaz de dimensionar e integrar recursos físicos, humanos e financeiros a fim de produzir, com eficiência e ao menor custo, considerando a possibilidade de melhorias contínuas;
2. Ser capaz de utilizar ferramental matemático e estatístico para modelar sistemas de produção e auxiliar na tomada de decisões; 3. Ser capaz de projetar, implementar e aperfeiçoar sistemas, produtos
e processos, levando em consideração os limites e as características das comunidades envolvidas;
4. Ser capaz de prever e analisar demandas, selecionar tecnologias e
know-how, projetando produtos ou melhorando suas características
e funcionalidade;
5. Ser capaz de incorporar conceitos e técnicas da qualidade em todo o sistema produtivo, tanto nos seus aspectos tecnológicos quanto organizacionais, aprimorando produtos e processos, e produzindo normas e procedimentos de controle e auditoria;
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6. Ser capaz de prever a evolução dos cenários produtivos, percebendo a interação entre as organizações e os seus impactos sobre a competitividade;
7. Ser capaz de acompanhar os avanços tecnológicos, organizando-os e colocando-os a serviço da demanda das empresas e da sociedade; 8. Ser capaz de compreender a inter-relação dos sistemas de produção com o meio ambiente, tanto no que se refere à utilização de recursos escassos quanto à disposição final de resíduos e rejeitos, atentando para a exigência de sustentabilidade;
9. Ser capaz de utilizar indicadores de desempenho e sistemas de custeio, bem como avaliar a viabilidade econômica e financeira de projetos;
10. Ser capaz de gerenciar e otimizar o fluxo de informação nas empresas utilizando tecnologias adequadas.
As habilidades do Engenheiro de Produção, conforme referências curriculares da Engenharia de Produção, são:
• Compromisso com a ética profissional; • Iniciativa empreendedora;
• Disposição para auto aprendizado e educação continuada; • Comunicação oral e escrita;
• Leitura, interpretação e expressão por meios gráficos; • Visão crítica de ordens de grandeza; ·
• Domínio de técnicas computacionais; • Domínio de língua estrangeira;
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• Capacidade de trabalhar em equipes multidisciplinares; • Capacidade de identificar, modelar e resolver problemas.
• Compreensão dos problemas administrativos, socioeconômicos e do meio ambiente;
• Responsabilidade social e ambiental; • “Pensar globalmente, agir localmente”.
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3. REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO
O ingresso dos alunos é realizado por Processo Seletivo5, sendo
efetivado por diferentes modalidades:
• Avaliação Tradicional: As provas são realizadas no segundo semestre do ano para ingressantes em fevereiro, e no primeiro semestre para ingressantes em agosto.
• Avaliação Antecipada: Destinada aos alunos que estão cursando o 3º ano do Ensino Médio, garantindo vaga para o ano seguinte.
• Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM): Os alunos podem ingressar de acordo com a inscrição e pontuação no ENEM
• International Baccalaureate (IB), ABITUR e Diplomê Du Baccalauréat (BAC): Mediante obtenção de pontuação mínima nas respectivas certificações, carta motivadora/personal statement e demais requisitos correspondentes listados no edital do Processo Seletivo escolhido. • Transferência: O processo de transferência ocorre no final de janeiro
para o preenchimento de vagas remanescentes de fevereiro, e no final de julho para preenchimento de vagas remanescentes de agosto nas seguintes situações:
• Aproveitamento de estudos – destinado aos portadores de Diploma de Curso Superior ou àqueles que tenham interrompido seus estudos no Ensino Superior;
▪ Transferência externa – destinado aos alunos de outras instituições interessados em fazer transferência para o curso Engenharia de Produção, mediante análise de disciplinas
5Em razão da situação de pandemia do Novo Coronavírus – COVID-19, e, enquanto durar tal situação, a Faculdade
Armando Alvares Penteado fez a substituição das provas presenciais por um processo seletivo com prova realizada de forma on-line, através de um programa com tecnologias e recursos de monitoramento por inteligência artificial, assim como a utilização de variados meios e tecnologias de informação e comunicação.
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cursadas.
▪ Transferência ex-officio – se opera independentemente da época e disponibilidade de vaga, sendo assegurada aos servidores públicos federal e seus dependentes transferidos no interesse da Administração, na forma da legislação específica (Lei no 9.536/97) e art. 49, parágrafo único da Lei
no 9.394/96.
O processo seletivo de ingresso é precedido de edital divulgado na Instituição (de forma presencial) ou no site oficial da Faculdade, obedecendo a critérios e normas de seleção e admissão que levam em conta os currículos do Ensino Fundamental e Médio.
OBS.: As vagas disponíveis, os editais correspondentes e a documentação necessária ficam disponibilizados no site institucional
3.1. Perfil Desejado do Ingressante
O público alvo do curso constitui-se de egressos do ensino médio que desejam alcançar posições no mercado de trabalho compatíveis com o perfil do egresso do curso. Destina-se também aos profissionais de mercado que buscam a graduação para seu progresso curricular ou para mudarem sua área de atuação.
Não há requisitos de natureza técnica para o ingresso no curso, sendo os pré-requisitos apenas os estabelecidos pelo MEC – Ministério da Educação e Cultura para os aspirantes ao ensino superior.
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Entretanto, pela natureza da atuação, algumas características são desejáveis, pois serão úteis no desempenho acadêmico e profissional na área de Engenharia de Produção.
O conhecimento de idiomas, por exemplo, possibilitará maior facilidade para que o aluno participe em programas de internacionalização ou outras atividades em países de língua estrangeira. Embora não indispensável, alguma familiaridade com conceitos e utilização básica de computadores ajudará muito nos primeiros estágios do curso.
Pressupõe-se uma formação humanística de qualidade e capacidade de expressão verbal e escrita adequada para o aluno que finalizou seus estudos no Ensino Médio. Assim, esperamos um aluno que domine os elementos básicos da língua portuguesa, disponha de conhecimentos históricos e científicos que sirvam de substrato para a construção de sólida formação humanística e profissional na área pretendida, além de postura ética e responsável.
Escolher a profissão é uma tarefa árdua, e exige tanto dos candidatos, quanto das instituições de ensino, alto nível de esclarecimento sobre as atividades que serão exercidas. Perspectivas para o futuro, competências a serem desenvolvidas, entre outras informações ajudam ao máximo os futuros universitários a se reconhecerem na carreira que irão abraçar. Com intuito de minimizar as dúvidas e orientar seus vestibulandos, o Processo Seletivo da FAAP realiza desde 2011 entrevistas6 com todos os candidatos inscritos.
As entrevistas são realizadas com o coordenador do curso ou coordenador de habilitação,de acordo com a escolha do candidato. O objetivo
6Em razão da situação de pandemia do Novo Coronavírus – COVID-19, e, enquanto durar tal situação a Faculdade
Armando Alvares Penteado e o curso de Engenharia, fez a substituição das entrevistas presenciais por on-line, síncronas, com a utilização de variados meios e tecnologias de informação e comunicação, sendo que, todas essas alterações foram aprovadas nos diferentes órgãos colegiados do Curso (Núcleo Docente Estruturante e Coordenadoria de Curso) e da Faculdade (Colegiado de Cursos e Conselho Acadêmico).
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é explicar o enfoque do curso, a infraestrutura oferecida para o desenvolvimento das aulas, quais atividades serão desenvolvidas pelo profissional a fim de que o candidato tenha consciência da sua futura formação. Estimamos que esse tipo de atenção aos candidatos auxilie na escolha de um curso que realmente tenha a ver com sua personalidade e ambição profissional.
3.2. Apoio Discente - Órgãos de apoio à atividade acadêmica
Para apoio ao discente a Faculdade disponibiliza os seguintes órgãos e ações de apoio:
• FAAP – Business Hub - Promove palestras, cursos, concursos, workshops e oficinas para o corpo discente e, em algumas situações específicas para o corpo docente.
• Gestão de Carreira - A Faculdade por si ou por entidades públicas ou privadas, conveniadas à Fundação Armando Alvares Penteado, pode intermediar estágio curricular, ou profissional por meio da Gestão de Carreiras.
• Instituto Confúcio para Negócios FAAP - O Instituto Confúcio para
Negócios FAAP tem por objetivo promover a língua e cultura chinesas,
com a ênfase em negócios, oferecendo, além do estudo da língua, seminários empresariais, cursos de capacitação sobre a China e atividades culturais e artísticas, com o intuito de melhorar o conhecimento mútuo sino-brasileiro, criando uma plataforma de negócios para temáticas relacionadas à China.
• Setor de Internacionalização - A Faculdade utiliza o Setor de Internacionalização com a finalidade principal de identificar programas
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de cooperação técnica e científica adequados às diretrizes de excelência, dando suporte à celebração, desenvolvimento, execução e organização dos convênios firmados. Faz parte do Setor de Internacionalização o “Idiomas FAAP”, que oferece cursos de espanhol, inglês, português para estrangeiros, preparatório para o CELPE-BRAS, IELTS, TOEFL IBT, comunicação escrita.
• Central de Bolsas - A Faculdade conta com uma Central de Bolsas, responsável pela seleção e acompanhamento de bolsas de estudos. Ao final de cada semestre, os alunos são avisados dos prazos e documentos necessários para a inscrição no processo para concessão das Bolsas. As modalidades de bolsa são: Bolsa Auxílio; Bolsa Mérito; Bolsa Monitoria e Iniciação Científica; Bolsa de Estudos Legal; Bolsa Prêmio.
• Processo Seletivo (Vestibular) - É o órgão responsável pelo ingresso do aluno e tem sob a sua responsabilidade não só a inscrição, mas também, pelo agendamento da orientação de carreira com o corpo acadêmico da Faculdade.
• Ouvidoria - Com o objetivo de: ampliar e aprimorar a comunicação entre os órgãos gestores do curso, e os demais componentes da comunidade acadêmica a Faculdade e os seus cursos dispõem de uma Ouvidoria, para encaminhamento de informações, questionamentos e propostas administrativas e pedagógicas sobre o curso.
• Organização estudantil (espaço para participação e convivência
estudantil) - O Diretório Acadêmico tem participação efetiva na
promoção de atividades culturais, esportivas e acadêmicas, além de gozar de autonomia para realização de seus próprios eventos. A representação discente é escolhida pelos alunos regulares, entre seus
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pares, sob a coordenação do Diretório Acadêmico, e, possui assento em todos os órgãos colegiados da Faculdade.
• Acompanhamento dos egressos - A Associação dos Antigos Alunos da FAAP - AAAFAAP, desde 1995 já era o canal de comunicação entre os ex-alunos e as Faculdades. Seu site www.aaafaap.org.br permite que ex-alunos possam localizar colegas de turma, procurar ou oferecer emprego, receber informações atualizadas das atividades desenvolvidas no campus, em qualquer lugar, a qualquer hora. Os associados têm descontos exclusivos nos cursos de Pós-Graduação, no Teatro FAAP, na Livraria Cultura (via web). Eles também podem frequentar a Biblioteca FAAP (em horários especiais), além das exposições e eventos culturais que ocorrem no Museu de Arte Brasileira - MAB / FAAP. As pesquisas com os egressos são úteis, não somente, para a análise da aceitação do mercado pela Comissão Própria de Avaliação, mas também, para compreender as demandas e tendências do mercado, subsidiar a elaboração de projetos de educação continuada e auxiliar o processo de seleção de conteúdo.
• Atendimento aos Discentes Portadores de Deficiência - Não existem restrições para os alunos portadores de deficiência, todas as instalações do Campus contemplam as exigências legais, além de um processo seletivo com um atendimento especializado.
• Apoio Psicopedagógico - o apoio psicopedagógico é desenvolvido em três momentos, sendo o primeiro de identificação da situação e da necessidade do aluno e está sob responsabilidade do coordenador de curso. O segundo momento, de acordo com a necessidade e complexidade da situação problema é discutida e encaminhada junto ao NDE. Finalmente, o terceiro e último momento do processo de acompanhamento psicopedagógico consiste na definição dos
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encaminhamentos e dos profissionais envolvidos na sua solução. Todo o processo é compartilhado com o aluno de forma transparente e madura.
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4. MODELO DE GESTÃO
O modelo de gestão da Faculdade está organizado da seguinte forma:
- Conselho Acadêmico - É órgão colegiado máximo de natureza
normativa, consultiva, deliberativa e de recursos da Faculdade. Suas competências são: fixar as políticas e diretrizes para o Plano de Desenvolvimento Institucional, os Projetos Pedagógicos dos Cursos, e o plano de atividades da Faculdade; aprovar o Plano de Ação Anual e o relatório das atividades da Faculdade referentes à sua execução; estabelecer as diretrizes gerais, nos termos da legislação vigente, para as políticas acadêmicas de ensino, de extensão e de iniciação científica; aprovar os programas e projetos de pós-graduação; sugerir medidas que visem ao aperfeiçoamento e ao desenvolvimento das atividades da Faculdade; decidir em grau máximo os recursos interpostos de decisões dos demais órgãos, em matéria didático-científica e disciplinar; sugerir normas para criação, organização e funcionamento de programas de ensino nas áreas de graduação, pós-graduação e extensão; propor a política de apoio à iniciação científica e à divulgação do saber; aprovar alterações no presente Regimento; opinar sobre assuntos pertinentes que lhe sejam submetidos pelo Diretor e pelos outros órgãos colegiados; e, exercer as demais atribuições previstas em lei ou no Regimento.
- Diretoria - É órgão executivo de supervisão das atividades da
Faculdade. Suas atribuições são: representar a Faculdade perante as autoridades e as instituições de ensino; fixar o calendário das atividades da Faculdade, ouvidos os órgãos colegiados; convocar e presidir as reuniões do Conselho Acadêmico; elaborar o Plano de Ação Anual e o relatório das
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atividades da Faculdade, submetendo-os à Diretoria Executiva da Fundação Armando Alvares Penteado, depois de aprovados pelo Conselho Acadêmico; fiscalizar o cumprimento dos programas, horários e calendário da Faculdade; conferir grau, assinar diplomas, títulos e certificados escolares; zelar pela manutenção da ordem e da disciplina no âmbito da Faculdade; sugerir medidas que visem ao aperfeiçoamento do projeto interno de avaliação institucional; propor a contratação, promoção ou dispensa de pessoal docente e técnico-administrativo; zelar pelo adequado atendimento dos corpos docente e discente da Faculdade, nos órgãos de apoio; submeter à Diretoria Executiva da Fundação Armando Alvares Penteado, ouvido o Colegiado de Cursos, a celebração de convênios e acordos com entidades nacionais e estrangeiras; designar os Coordenadores de Curso dentre os integrantes do respectivo corpo docente; nomear os representantes para os órgãos colegiados; autorizar as publicações sempre que envolvam responsabilidade da Faculdade; referendar ou não a indicação de monitores feitas pelas Coordenadorias de Curso; prestar à Diretoria Executiva da Fundação Armando Alvares Penteado as informações por esta solicitadas; deferir ou não os requerimentos de matrícula; encaminhar ou vetar as propostas de programas de cursos de graduação (bacharel ou tecnológicos), de pós-graduação, de aperfeiçoamento, de extensão, nas modalidades: presencial e a distância; cumprir e fazer cumprir as disposições deste Regimento e demais normas pertinentes; resolver os casos omissos no Regimento e, nesta hipótese, tomar decisões ad
referendum do órgão colegiado competente, quando necessário; exercer as
demais atribuições previstas em lei e no Regimento.
- Colegiado de Cursos - É o órgão técnico de decisão, coordenação e
assessoramento das atividades de ensino, iniciação científica e extensão. É de sua competência: elaborar o plano de atividades da Faculdade; aprovar os
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projetos pedagógicos dos cursos; indicar os membros do Núcleo Docente Estruturante de cada um dos cursos; analisar os programas e projetos de pós-graduação, de iniciação científica, de extensão, e encaminhar para aprovação do Conselho Acadêmico; aprovar os regulamentos de estágio, atividades complementares e trabalho de conclusão de curso; determinar as normas para seleção de monitores; sugerir medidas que visem ao aperfeiçoamento e desenvolvimento das atividades dos cursos; opinar sobre assuntos pertinentes que lhe sejam submetidos pelo Diretor; homologar os ajustes e definições de atividades de iniciação científica e de extensão; exercer as demais atribuições previstas em lei e no Regimento.
- Coordenadoria do Curso - É o órgão colegiado de coordenação e assessoramento nas atividades de ensino, iniciação científica e extensão. Compete a Coordenadoria: analisar o projeto pedagógico e o plano de atividades do curso propostos pelo Núcleo Docente Estruturante e encaminhá-lo à aprovação do Colegiado de Cursos; analisar os resultados das avaliações do curso; sugerir medidas que visem ao aperfeiçoamento e desenvolvimento do curso; aprovar os critérios de avaliação fixados pelo Núcleo Docente Estruturante; opinar sobre assuntos pertinentes que lhe sejam submetidos pelo Diretor; exercer as demais atribuições previstas em lei e no Regimento.
- Coordenador de Curso - São atribuições do Coordenador de Curso:
convocar e presidir as reuniões da Coordenadoria de Curso; coordenar a elaboração e a execução do projeto pedagógico do curso, promovendo a integração vertical e horizontal das disciplinas, bem como as demais atividades inerentes ao perfeito funcionamento do curso; supervisionar e fiscalizar a execução das atividades programadas e o desempenho acadêmico dos professores do curso; acompanhar a elaboração, dos planos de ensino dos
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diversos componentes curriculares; propor ao Diretor da Faculdade, após seleção, a admissão de professores e monitores; representar o curso junto aos órgãos colegiados da Faculdade; apresentar anualmente à Direção relatório das atividades do curso; exercer as demais atribuições previstas em lei e no Regimento.
- Núcleo Docente Estruturante – NDE - É órgão colegiado consultivo
da coordenação de curso, responsável pela concepção, consolidação e contínua atualização do Projeto Pedagógico do Curso. É de competência do NDE: participar da elaboração do Projeto Pedagógico de Curso; participar da revisão e atualização constante do Projeto Pedagógico de Curso; fixar os critérios, acompanhar o processo de avaliação e sugerir alterações para aprovação dos órgãos superiores; analisar, avaliar e propor alterações nos Planos de Ensino; zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais e demais parâmetros legais.
OBS.: Em 2021-1 os professores Luciano Fratin, Milton Franscisco Junior e Rafael Ramalho de Souza Silva, membros do NDE, estão sem aulas, pois suas disciplinas não serão oferecidas no curso no semestre corrente.
- Coordenadoria de Pós-Graduação, de Iniciação Científica e Extensão - Compete ao Coordenador: propor ao Diretor, que deve encaminhar
à consideração do Colegiado de Cursos, os programas e projetos de pós-graduação, de iniciação científica e de extensão; supervisionar os programas e projetos aprovados pelo Conselho Acadêmico; coordenar a elaboração e a execução dos projetos pedagógicos dos cursos de pós-graduação, de iniciação científica e de extensão, promovendo a integração vertical e horizontal das disciplinas, bem como as demais atividades inerentes ao seu perfeito
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funcionamento; supervisionar e fiscalizar a execução das atividades programadas e o desempenho acadêmico dos professores do núcleo; promover a avaliação interna das atividades de pós-graduação, de iniciação científica e de extensão, considerando os parâmetros nacionais; propor ao Diretor da Faculdade, após seleção, a admissão de professores; representar o núcleo de pós-graduação, de iniciação científica e de extensão junto aos órgãos da Faculdade; apresentar anualmente ao Diretor relatório das atividades de pós-graduação, de iniciação científica e de extensão; avaliar projetos e relatórios finais de iniciação científica, para deliberação pelo Colegiado de Curso; promover articulações para a compatibilização das ações de pós-graduação, de iniciação científica e de extensão com os objetivos e metas das políticas acadêmicas; autorizar e fiscalizar o registro dos trabalhos de iniciação científica realizados pelos alunos; supervisionar, nos cursos de pós-graduação, atividades relacionadas com elaboração, orientação e apresentação dos trabalhos ou projetos de conclusão de curso; supervisionar as atividades de iniciação científica e de extensão; exercer as demais atribuições previstas em lei e no Regimento.
- Secretaria - Centraliza o desempenho das atividades administrativas
da Faculdade e obedece a regulamento próprio. Compete ao Secretário Acadêmico e aos funcionários sob sua responsabilidade, observado o regulamento próprio: propor ao Diretor o regulamento dos serviços da Secretaria e as alterações que nele se fizerem necessárias; organizar, coordenar e administrar os serviços da Secretaria, fazendo cumprir os horários e as tarefas que lhe sejam afeitas; expedir certidões, atestados e declarações; secretariar as reuniões do Conselho Acadêmico e do Colegiado de Cursos e lavrar as respectivas atas, prestando-lhes as informações que solicitarem; encarregar-se da correspondência que não seja de exclusiva competência do
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Diretor e expedir a correspondência oficial deste; informar por escrito o expediente destinado a despacho do Diretor, e a estudo e deliberação dos órgãos colegiados e das comissões; abrir e encerrar os termos referentes ao processo seletivo, à matrícula, à colação de grau e outros; redigir, assinar e mandar afixar ou publicar editais e avisos, depois de vistados pelo Diretor; assinar com o Diretor os diplomas, certificados, termos de colação de grau e outros, conferidos pela Faculdade; cumprir e fazer cumprir as ordens e instruções emanadas da Diretoria da Faculdade; reunir os dados e documentos necessários à elaboração do relatório da Diretoria da Faculdade; ter sob sua guarda materiais e equipamentos da Secretaria; cuidar da manutenção e guarda do Acervo Acadêmico da Faculdade; manter em dia os assentamentos, no que lhe competir, dos professores e pessoal técnico-administrativo; exercer as demais atribuições previstas em lei, no Regimento ou determinadas pelo Diretor, na sua esfera de atuação.
4.1. Avaliação do Curso7
4.1.1. Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso
O Projeto Pedagógico do curso é avaliado, internamente, pelo NDE e pela CPA:
• Avaliação do NDE: o Núcleo Docente Estruturante, composto por 05 (cinco) professores e organizado segundo Regulamento próprio, é responsável, entre outras coisas, por:
▪ criar e difundir as diretrizes do projeto pedagógico, estabelecendo uma cultura institucional;
7Em razão da excepcionalidade do período a avaliação do curso está sendo revisada tanto pelo NDE, quanto pela
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▪ acompanhar a implantação do PPC para, em um processo de avaliação, garantir a constante melhoria das condições de ensino; e,
▪ propor modificações sempre que julgar necessário.
• Avaliação da CPA: a avaliação do Projeto Pedagógico do Curso é parte decisiva do processo de autoavaliação e enfoca a concepção do currículo, a organização didático-pedagógica, práticas pedagógicas e as práticas institucionais. Dentre as questões que são avaliadas, pode-se identificar: a sistemática e periodicidade da revisão curricular, os critérios que orientam o trabalho de revisão, a correspondência do currículo e programas ao perfil esperado do egresso e a maneira como as diretrizes curriculares foram incorporadas pelo PPC.
O Relatório da CPA é encaminhado para a Faculdade, no momento em que é anexado no e-MEC.
Com as mudanças introduzidas pela Nota Técnica INEP/DAES/CONAES nº 065, de 09 de outubro de 2014, a CPA definiu que: a Faculdade deve entregar anualmente, até o final do mês de novembro, cópia de todos os documentos, próprios de cada relatório parcial e relatório final, para serem analisados, objetivando verificar se as recomendações que foram indicadas anteriormente estão sendo seguidas e as fragilidades estão sendo corrigidas.
As pesquisas de opinião dos corpos: docente; técnico-administrativo, e, egressos são aplicadas eletronicamente sempre 2º semestre letivo e o resultado, das mesmas, é disponibilizado no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) e a cópia física fica disponível na sala da CPA. Já, as pesquisas de opinião aplicadas ao corpo discente (avaliação institucional e
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avaliação docente) são realizadas semestralmente e o processo de disponibilização é o mesmo.
Periodicamente é realizada, pelos membros da CPA, uma revisão das pesquisas no sentido de adequar cada questionário a realidade do momento. Algumas revisões são feitas em razão dos comentários que os participantes, das pesquisas, deixam registrados.
• Avaliação Externa: além das avaliações internas, de acordo com a legislação vigente, o curso estará sujeito, também, à avaliação externa por uma Comissão de Especialistas "ad hoc" 8.
4.1.2. Avaliação do Ensino e da Aprendizagem
O aproveitamento escolar é avaliado por meio do acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos em provas e trabalhos (nota expressa em grau de zero a dez).
Os professores analisam e avaliam continuamente os seus alunos por meio de:
- avaliações continuadas que podem ser constituídas de listas de exercícios, atividades em laboratório, estudos de casos, estudos de artigos, projetos da disciplina ou outras formas de avaliação a critério dos professores. As avaliações continuadas corresponderão a 60% da nota da disciplina no primeiro e no segundo bimestre letivo;
- avaliações unificadas durante os períodos da N1 e da N2. As avaliações unificadas corresponderão a 40% da nota da disciplina no primeiro e no segundo bimestre letivo.
Sobre as avaliações unificadas:
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- Em cada um dos períodos da N1 e da N2 os alunos farão uma prova unificada com duração máxima de 3h.
- Esta prova unificada deve ser composta de questões de conhecimento específico do curso (75% da prova) e questões de conhecimentos gerais (25% da prova);
- A prova deve ser composta de questões com de múltipla escolha e questões com respostas discursivas. Nas questões de múltipla escolha, os alunos devem, obrigatoriamente, justificar a alternativa escolhida;
- As questões devem, preferencialmente, contemplar conceitos de mais de uma disciplina do semestre corrente e de semestres anteriores.
Cálculo da média final (MF) de cada disciplina:
N1 = 60% (conteúdo específico) + 40% (avaliação unificada) N2 = 60% (conteúdo específico) + 40% (avaliação unificada) MF = 0,4 x N1 + 0,6 x N2
Casos especiais:
- Alunos de dependências:
o avaliação do conteúdo específico ficará a critério do professor (avaliação continuada, prova tradicional, atividades ao longo do semestre letivo, projetos);
o Os critérios de avaliação (composição das notas) são os mesmos das disciplinas regulares, o seja, o aluno fará a avaliação unificada do semestre em que estiver matriculado.
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- Alunos de outros cursos da FA-FAAP cursando disciplinas da Engenharia de Produção:
o Será considerada somente a avaliação continuada, ou seja, 100% da nota tanto para a N1 como para a N2.
O número mínimo de avaliações continuadas e suas peculiaridades são discutidos e acompanhados pelo Núcleo Docente Estruturante e aprovados pelo Colegiado do Curso. Muitos trabalhos propostos envolvem a criação de produtos proporcionando experiências mais próximas às vivências de mercado. Assim, é possível atingir os objetivos de relacionar conceitos e estabelecer nexos entre os diversos conteúdos ministrados no curso.
Nos dois últimos semestres do curso os alunos devem elaborar e apresentar o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) sobre um tema e sob a orientação de um dos Professores da Instituição. Como avaliação final, o aluno apresenta o trabalho para a banca examinadora do TCC, a qual irá atribuir uma nota de 0 a 10.
O NDE recolhe informações, constantemente, e analisa a eficácia dos procedimentos adotados, no sentido de fornecer dados para avaliação deles. O Coordenador de Curso pode, a partir dessas análises, planejar e executar as alterações, caso necessário, para que o processo ensino-aprendizagem volte a ser adequado.
O Período de Provas9 da FA-FAAP, é regido conforme descrição abaixo:
9Durante o período de vigência da situação de pandemia do Novo Coronavírus – COVID-19, e, de acordo com a Portaria MEC nº1038 de 07 de dezembro de 2020 a avaliação está utilizando o formato de provas online ou avaliações continuadas a partir do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA).