Cenário Macroeconômico
No mês de maio, o principal acontecimento do cenário doméstico foi o protesto dos caminhoneiros, que durou 10 dias e levou a uma crise de abastecimento em todo país. A magnitude dos efeitos desse evento ainda não é clara, mas sua direção, sim: preços mais altos, em especial de alimentos e combustíveis, ao menos no curto prazo, e redução da produção, além da piora do fiscal. Na nossa visão, as principais consequências dos últimos acontecimentos são o aumento da incerteza eleitoral e dos receios político-institucionais. Observou-se, ainda, um amplo apoio da sociedade ao aumento de gastos com subsídios, aversão à taxação e um questionamento em torno da independência de gestão da Petrobras. Os congressistas, por sua vez, sejam de esquerda, de direita ou de centro, apresentaram posicionamentos populistas. Em relação aos dados, o PIB do 1º trimestre de 2018 apresentou alta de 0,4% em relação ao 4º trimestre de 2017, melhor que a alta de 0,2% em dezembro de 2017. Na comparação anual houve desaceleração de 2,1% para 1,2%. A alta de 0,4%, quando comparada com o trimestre anterior, revela que começamos o ano em marcha lenta, uma vez que, tanto os serviços quanto a indústria, que somados compõem 82% do PIB, cresceram apenas 0,1%. O crescimento com alta de 1,4% contra o último trimestre do ano anterior foi puxado pela agropecuária. Pela ótica da demanda, o investimento cresce lentamente, assim como o consumo, enquanto os gastos do governo seguem retraindo. Esse comportamento não deve mudar ao longo dos próximos trimestres. Com o resultado ruim no 1º trimestre e a desaceleração proveniente da paralisação dos caminhoneiros, estamos revisando o PIB desse ano de 2,3% para 1,5%.
No âmbito da inflação corrente, continuamos sendo surpreendidos positivamente. A prévia da inflação, IPCA-15, de maio apresentou alta de 0,14%, abaixo das expectativas. A inflação acumulada em 12 meses apresentou desaceleração, passando de 2,8% para 2,7%. A inflação de serviços segue muito baixa, com inflação anual de 3,2% vs 3,7% em abril. A alta do dólar deve pressionar alguns preços no final do ano, mas, como os dados de atividade vêm decepcionando, não está claro qual será o efeito final sobre a inflação. O discurso do Banco Central é de que apenas reagirá se houver efeitos secundários da depreciação cambial e, não nossa visão, não há perspectiva de que isso aconteça ainda ano.
O cenário internacional continuou apresentando crescimento moderado, porém menos sincronizado entre as principais economias mundiais. Diante de dados mais fracos de atividade na Europa e no Japão, o diferencial de crescimento dos EUA em relação às demais economias desenvolvidas tem aumentado recentemente, o que, junto à política de normalização monetária gradual do FED, tem contribuído para valorização do dólar frente a uma cesta mais ampla de moedas. Embora a atividade econômica tenha crescido a taxas menores na Europa e no Japão, o crescimento econômico global continua robusto e elevado para médias históricas.
Nos EUA, a inflação passou a crescer de forma mais moderada, permanecendo muito próxima à meta de 2%, estabelecida pelo FED pelo segundo mês consecutivo. Consistente com o ritmo de ajuste gradual da política monetária proposto pelo Banco Central americano, o FED tem sinalizado que a inflação poderá permanecer um pouco acima de 2% por algum tempo, dada a simetria da meta de inflação. O mercado de trabalho americano, por sua vez, continua mostrando sinais de aquecimento, uma vez que o nível de desemprego atingiu em maio seu menor patamar em 18 anos. Diante dessa conjuntura, mantem-se a expectativa de que o FED deve subir os juros ao menos mais duas vezes os juros em 2019, embora cauteloso para não gerar muita contração das condições financeiras a ponto de afetar negativamente a confiança na recuperação americana ou trazer uma grande turbulência para os países emergentes.
Além do dólar mais forte, as tensões comerciais e políticas também ajudaram a moldar um cenário internacional mais desafiador. Apesar dos avanços significativos nas negociações comerciais entre China e EUA nas últimas semanas, as ações mais recentes da Casa Branca mostram um endurecimento nas demandas comerciais não só com a China, mas também com a Europa, Canadá e México. Tanto a União Europeia quanto os parceiros de NAFTA dos EUA ensaiam uma retaliação comercial à retomada das tarifas americanas sobre o aço e o alumínio.
Já no campo político, o risco vem da Europa. A formação de um governo populista na Itália e a deposição do primeiro-ministro espanhol Mariano Rajoy, substituído pelo líder de centro-esquerda Pedro Sánchez, adicionam instabilidade ao cenário político europeu e seus desdobramentos devem ser monitorados de perto.
Quanto à atividade econômica, a Zona do Euro tem demonstrando certa desaceleração, mantendo, porém, o
Relatório de Gestão
2 nível ainda alto. A inflação começa a mostrar sinais mais
fortes de crescimento, aproximando-se da meta do Banco Central Europeu (BCE), embora ainda esteja em um patamar moderado. Assim, é provável que o BCE encerre suas compras de ativos em 2018, mas aumente as taxas de juros somente em 2019.
Na China, os dados de vendas no varejo e produção industrial continuam corroborando um movimento de estabilização do crescimento desde o início do ano, tal como planejado pelo governo dentro das medidas adotadas para diminuir o crescimento do crédito na economia. Adicionalmente, tem havido esforços do governo em abrir o mercado financeiro local para investidores estrangeiros, o que pode ser uma ajuda potencial na dinâmica de transição para uma economia menos alavancada e com um setor financeiro mais robusto. Na mesma linha, destaca-se também o sinal positivo vindo da maior disposição do governo chinês em reduzir o déficit comercial americano com o país via maior importação de bens dos EUA.
Estratégia Multimercado – MACRO
Ao longo do mês de maio, seguimos com o risco da carteira reduzido diante da nossa avaliação de que o cenário eleitoral é desafiador e de que os prêmios nos mercados locais não são suficientemente altos para compensar tais riscos.
Na parte local, operamos com um portfólio comprado em Brasil usando uma carteira aplicada em renda fixa real via NTN-B 2023 e posições em Put Spread de USDBRL. Compensando parcialmente essas exposições compradas, mantivemos posições tomadas em juros nominais no vértice janeiro de 2023 e vendidas em ações ligadas ao setor financeiro nacional através de opções de venda. Na parte externa da carteira, encerramos com lucro as posições tomadas em juros globais, tanto no mercado inglês de juros reais quanto no mercado americano de juros nominais. Além disso, mantivemos posição comprada em bolsa japonesa.
O book nacional da estratégia teve contribuição negativa, especialmente nas posições aplicadas em renda fixa indexada à inflação via NTN-B 2023. Compensando parte das perdas em NTN-B, obtivemos ganhos em juros nominais e na operação de venda em ações locais.
A parte internacional da carteira apresentou resultado negativo no mês, com perdas em bolsa sendo parcialmente cobertas por ganhos em renda fixa.
Estratégia Long Short
ARX Long Short FIC FIM
Em maio, o fundo apresentou um rendimento de -0,60%, com uma volatilidade anualizada de 2,70% em 12 meses. Mantivemos uma exposição bruta (compras + vendas) ao redor de 80% e apresentamos exposição financeira próxima de 10%.
As principais contribuições positivas vieram das posições compradas em Grupo NotreDame Intermédica, Hapvida e Atacadão (Carrefour), enquanto a principal parcela do impacto negativo veio das posições compradas em Bradesco e das posições vendidas em Engie Brasil Energia e Mahle Metal Leve.
As ações do Atacadão – empresa que, embora carregue esse nome, corresponde às operações brasileiras do grupo de varejo Carrefour – não vinham apresentando resultados significativos desde o IPO. Grande parte desse desempenho foi atribuída à deflação de alimentos, que pressionou negativamente o preço de venda nos supermercados, reduzindo, consequentemente, a receita da companhia.
Na nossa visão, esse movimento era um fator pontual que não justificava a performance do ativo. Durante o período de resultados mais fracos, seguimos acompanhado o case de perto e enxergamos uma empresa bem posicionada para crescer e entregando seu plano de expansão como fora originalmente mapeado e, por conta disso, fomos aumentando gradativamente nossa posição comprada no papel.
Com a aceleração do câmbio e o início de uma normalização na cadeia produtiva de alimentos, o mercado passou a vislumbrar um movimento de inflexão, com preços começando a normalizar, e antecipou as pressões inflacionárias do futuro. Essa melhora de tendência fez com que a ação reagisse e subisse no período.
Acreditamos que o papel segue com um valuation descontado e possui drivers claros de crescimento de lucros e, assim, mesmo após a alta recente, mantivemos a posição.
Estratégias Ações
ARX Income FIA
Em maio, a rentabilidade do fundo foi de -10,34% e a do Ibovespa, -10,87%.
Apresentaram contribuições positivas para o fundo as altas de Carrefour Brasil, Eletropaulo e Grupo Pão de Açúcar. Os principais impactos negativos foram Itaúsa, Petrobras e Usiminas.
As ações de Carrefour Brasil e Pão de Açúcar foram beneficiadas pela perspectiva de recuperação de preços dos alimentos, potencializada pelo movimento de desvalorização cambial. Essa recuperação de preços deve elevar as receitas e resultados operacionais das duas companhias.
No lado negativo, o destaque mais relevante foi o ruído causado pela greve dos caminhoneiros sobre a política de preços da Petrobras. Suas duas classes de ações sofreram bastante no mês, após a companhia reduzir o preço do diesel na refinaria, mantendo-o congelado por 60 dias e alterando seu reajuste para janelas mensais. Embora a companhia e governo tenham garantido que não houve mudanças na política de preços dos combustíveis, há o receio de que a empresa possa sofrer novas interferências. ARX FIA
No mês de maio, a rentabilidade do fundo foi de - 11,26% contra - 10,87% do Ibovespa.
As principais contribuições positivas, em termos de alfa, vieram de Hapvida e Embraer, enquanto as principais perdas vieram de Usiminas e Bradesco.
No mês passado estrearam na bolsa as ações da Hapvida, operadora do setor de saúde. Com apenas 25% da população possuindo plano de saúde privado e dada a baixa qualidade da saúde pública brasileira, enxergamos um cenário onde a empresa, atualmente com apenas 4% do mercado total do país, tem bastante espaço para aumentar sua participação. Além disso, por possuir o menor nível de custos do setor graças à sua rede verticalizada, a companhia consegue apresentar um nível de preços muito competitivo em relação aos seus concorrentes, resultando em uma rentabilidade superior. Em relação aos eventos mais recentes, a resposta do governo à greve dos caminhoneiros via interferência na
suas perspectivas de geração de caixa. Entendemos que a política de preços da Petrobrás era o ponto principal que ela seguisse seu processo de reestruturação. A possibilidade de a Petrobrás voltar a ser um instrumento político também afetou a confiança dos investidores e as expectativas de melhora nos resultados de algumas empresas ligadas à atividade doméstica.
A Usiminas foi um desses casos, uma vez que o setor de siderurgia tem grande volatilidade de resultados por conta da perspectiva de crescimento de volumes. Apesar da demanda local por aço estar em níveis muito baixos, seu patamar global de preço permite uma rentabilidade relevante para as siderúrgicas. Também não vislumbramos um cenário negativo para a companhia no valor atual da ação e, diante isso, aproveitamos para aumentar nossa posição.
O foco segue no longo prazo e em ativos com valuation descontado ou com premissas pouco agressivas, onde ainda vemos uma assimetria de risco versus retorno favorável.
O fundo tem suas maiores posições setoriais em bancos, varejo e petróleo.
ARX Long Term FIC FIA
Devido à estratégia de longo prazo, este Relatório de Gestão trará apenas semestralmente (junho e dezembro) um texto detalhado sobre as performances destes fundos.
Estratégia Equity Hedge
ARX Extra FIC FIM
O ARX Extra FIC FIM é uma combinação das estratégias Macro e Long & Short. Sugerimos fazer referência aos comentários apresentados neste Relatório de Gestão, com os destaques de cada estratégia.
Semestralmente (em junho e dezembro), este Relatório de Gestão trará um texto específico sobre a performance deste fundo.
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Rentabilidade (%)
Estratégias/Fundos Mai-18 Abr-18 Mar-18 Ano3
12meses Desde o início Data de
início
PL médio
12 meses4
DI
BNY Mellon ARX Cash FI RF CP 0,47 0,47 0,49 2,43 7,17 536,60 13/06/02 35.534
% do CDI 91,59 91,59 91,85 91,81 92,75 90,59
BNY Mellon ARX FI RF Ref. DI LP 0,46 0,47 0,48 2,38 7,20 299.69 03/02/05 154.054
% do CDI 88,95 90,20 90,21 90,00 93,16 90,54
Multimercado
ARX Target Institucional FIM 0,01 0,28 0,93 2,72 7,95 1.123,12 02/09/99 69.396
% do CDI 1,53 54,48 174,55 102,72 102,84 113,81
ARX Especial FIC FIM2 -0,87 0,40 1,09 1,99 6,24 159,31 115/12/09 152.123
% do CDI -167,64 76,72 203,94 75,41 80,72 120,30
Equity Hedge
ARX Extra FIC FIM -1,14 0,68 0,30 1,12 4,74 775,06 23/12/03 638.847
% do CDI -220,20 131,16 57,24 42,24 61,34 188,98
Long Short
ARX Long Short FIC FIM¹ -0,60 1,35 -0,52 1,74 5,94 519,43 16/03/05 135.140
% do CDI -114,99 260,49 -97,86 65,77 76,92 160,71
Ações
ARX Income FIA -10,34 3,82 0,44 8,07 27,06 4.236,39 17/06/99 175.562
vs. Ibovespa (em p.p.) 0,53 2,95 0,43 7,61 7,06 3.679,87
ARX FIA -11,26 0,02 -0,67 -0,53 19,29 1.472,66 18/07/01 28.661
vs. Ibovespa (em p.p.) -0,39 -0,86 -0,69 -0,99 -0,70 1.023,91
ARX Long Term FIC FIA3 -8,03 -1,67 -0,39 -0,97 16,62 525,21 05/09/08 75.669
vs. Ibovespa (em p.p.) 2,84 -2,55 -0,40 -1,43 -3,38 477,43
Previdência
ARX Income Icatu Previdência FIM -6,60 1,48 0,02 4,66 16,07 847,58 21/09/00 19.138
Indexadores
CDI 0,52 0,52 0,53 2,64 7,73 Ibovespa -10,87 0,88 0,01 0,46 20,00 Small Cap -11,31 2,37 0,07 -5,55 17,33
Notas: 1) Em 06/06/2017 o fundo ARX Long Short FIC FIM incorporou o fundo ARX Long Short 30 FIC FIM; 2) Em 12/12/2017 o fundo ARX Especial FIC FIM incorporou o fundo ARX Hedge Plus FIC FIM; 3) Em 27/12/2017 o fundo ARX Long Term FIC FIA incorporou o fundo Long Term Institucional FIA; 3) Ano Corrente; 4) Unidade: Milhares de Reais.
Informações Importantes
BNY Mellon ARX Cash: O fundo tem por objetivo acompanhar a variação do CDI no curto prazo. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 0,5%a.a. Não há taxa máxima de administração. Não há taxa de performance. Aplicações e resgates cotizam em D0. Classificação ANBIMA: Curto Prazo. Aplicação Inicial Mínima: não há. Saldo de permanência no fundo: não há. Movimentação Mínima: não há. BNY Mellon ARX FI Renda Fixa Referenciado DI LP: O fundo busca obter remuneração diária próxima ao CDI. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 0,5%a.a. Não há taxa máxima de administração. Não há taxa de performance. Aplicações e resgates cotizam em D0. Classificação ANBIMA: Referenciado DI. Aplicação Inicial Mínima: não há. Saldo de permanência no fundo: não há. Movimentação Mínima: não há. ARX Target Institucional FIM: O fundo busca superar o CDI mediante a aplicação em carteira diversificada de ativos. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 0,9%a.a. Taxa de administração máxima de 1,35%a.a. Taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI. Aplicações e resgates cotizam em D0. Resgates liquidam em D+1. Classificação ANBIMA: Multimercados Macro. Aplicação Inicial Mínima: R$ 5.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 1.000. Movimentação Mínima: R$ 1.000. ARX Especial FIC FIM: O fundo busca superar o CDI mediante a aplicação em carteira diversificada de ativos. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 2%a.a. Taxa de administração máxima de 3%a.a. Taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI. Aplicações cotizam em D0 respectivamente. Resgates cotizam em D+4 ou D+0. Resgates liquidam em D+1 (dia útil) após a cotização do resgate. Classificação ANBIMA: Multimercado Macro. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 5.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000. ARX Extra FIC FIM: O objetivo do fundo é aproveitar as melhores oportunidades de investimento através de uma administração ativa agressiva na alocação de seus recursos, visando superar o CDI ao longo prazo. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 2%a.a. Taxa de administração máxima de 2,5%a.a. Taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI. Cotização em D0 com taxa de saída de 5% (cinco por cento) sobre o valor do montante resgatado e pagamento em D+1. Com isenção de taxa de saída: D+30, para conversão no próximo dia útil. Classificação ANBIMA: Multimercado Estratégia Específica. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 5.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000. ARX Long Short FIC FIM: O objetivo do fundo é aproveitar as melhores oportunidades de investimento através de uma combinação em lastro de títulos públicos federais com uma administração ativa em ações, utilizando instrumentos disponíveis tanto no mercado à vista quanto em derivativos. O fundo visa superar o CDI no longo prazo. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 2%a.a. Taxa de administração máxima de 2.5%a.a. Taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI. Aplicações e resgates cotizam em D+1 e D+4 respectivamente. Resgates liquidam em D+5. Classificação ANBIMA: Multimercado Estratégia Específica. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 5.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000. O Fundo ARX Long Short FIM incorporou os fundos ARX Long Short 30 FIC FIM e ARX Long Short 30 PF FIC FIM a partir de 19/02/2009. ARX Income FIA: O objetivo do fundo é auferir rendimentos superiores à taxa de juros no longo prazo, por meio de investimento em ações. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 3%a.a. Taxa de administração máxima de 4%a.a. Não há taxa de performance. Aplicações cotizam em D0. Resgates cotizam em D+1. Resgates liquidam em D+4. Classificação ANBIMA: Ações Dividendos. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 5.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000. O fundo ARX Income FIA incorporou o Mellon Income 10 FIA a partir de 10/04/2007. O Ibovespa é mera referência econômica e não parâmetro objetivo do fundo. ARX FIA: O fundo busca, através de uma escolha seletiva de ativos, maximizar o retorno de seus investimentos em ações, visando superar o Ibovespa. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 1,5%a.a. Taxa de administração máxima de 2,0%a.a. Taxa de Performance:20% do que exceder o Ibovespa. Aplicações cotizam em D0. Resgates cotizam em D+1. Resgates liquidam em D+4. Classificação ANBIMA: Ações Ibovespa Ativo. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 5.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000. ARX Long Term FIC FIA: O Fundo busca obter retornos absolutos não correlacionados a quaisquer índices. Destinado a investidores qualificados que estejam dispostos a aceitar os riscos inerentes ao mercado de renda variável. Taxa de administração de 2%a.a. Taxa de administração máxima de 2.5%a.a. Taxa de performance de 20% do que exceder o Ibovespa; Aplicações cotizam em D0. Resgates cotizam em D+30. Resgates liquidam em D+3 (Dias Úteis) após a cotização. Classificação ANBIMA: Ações Livres. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 5.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000. O Ibovespa é mera referência econômica e não parâmetro objetivo do fundo. ARX Income IcatuPrevidência FIM: O fundo busca proporcionar liquidez, proteção e rendimento aos planos de previdência atrelados a ele, através de investimentos em carteira diversificada de ativos financeiros. O fundo é destinado, exclusivamente, a receber recursos referentes às reservas técnicas de planos estruturados na modalidade de contribuição variável, cuja remuneração esteja calcada na rentabilidade de carteiras de investimentos PGBL e VGBL da ICATU HARTFORD SEGUROS S/A. Taxa de administração de 1,9%a.a. Não há taxa de administração máxima. Não há taxa de performance. Classificação ANBIMA: Previdência multimercados com renda variável. Não há Aplicação Inicial Mínima, Saldo de permanência no fundo ou Movimentação Mínima. O CDI é mera referência econômica e não parâmetro objetivo do fundo. Horário para aplicações e resgates: das 10:00h às 14:00h. Fundos de investimento não contam com a garantia do administrador, do gestor, de qualquer mecanismo de seguro ou, do fundo garantidor de créditos – FGC. A Rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura. A Rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxa. Leia o prospecto e o regulamento antes de investir. Em atendimento à Instrução CVM nº 465, desde 02/05/2008, os fundos de renda variável deixaram de apurar sua rentabilidade com base na cotação média das ações e passou a fazê-lo com base na cotação de fechamento. Assim comparações de rentabilidade devem utilizar, para períodos anteriores a 02/05/2008, a cotação média dos índices de ações e, para períodos posteriores a esta data, a cotação de fechamento.
Os fundos ARX Expecial FIC FIM, ARX Extra FIC FIM, ARX Long Short FIC FIM e ARX Long Term FIC FIA estão autorizados a realizar aplicações em ativos financeiros no exterior. Não há garantia de que os fundos multimercados e de renda fixa terão o tratamento tributário para fundos de longo prazo. Alguns fundos geridos pela ARX Investimentos utilizam estratégias com derivativos como parte integrante de sua política de investimento. Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em significativas perdas patrimoniais para seus cotistas. As taxas de administração máximas previstas compreendem a taxa de administração mínima e o percentual máximo que a política do fundo admite despender em razão das taxas de administração dos fundos de investimento investidos. Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em significativas perdas patrimoniais para seus cotistas. Os fundos de ações e multimercados com renda variável podem estar expostos a significativa concentração em ativos de poucos emissores, com os riscos daí decorrentes. O indicador CDI é mera referência econômica, e não meta ou parâmetro de performance para os fundos de Previdência e Ações. O indicador Ibovespa é mera referência econômica, e não meta ou parâmetro de performance para os fundos DI, Multimercados, Equity Hedge, Long Short, Previdência. Os indicadores IGPM+6% e Small Cap são meras referências econômicas, e não meta ou parâmetro de performance para os Fundos DI, Multimercados, Equity Hedge, Long Short, Previdência, ARX Income FIA, ARX FIA e ARX Long Term FIC FIA. Administrador/Distribuidor: BNY Mellon Serviços Financeiros DTVM S.A. (CNPJ: 02.201.501/0001-61). Av. Presidente Wilson, 231, 11º andar - Rio de Janeiro, RJ, CEP 20030-905 - www.bnymellon.com.br/sf. Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC): [email protected] ou (21) 3219–2600 ou 0800 021 9512. Ouvidoria: [email protected] ou 0800 021 9512.
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