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Cooperlac na ExpoToledo

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Academic year: 2021

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(1)

NA

EXPO

TOLEDO

E concorra a 4 bolsas de estudos

2

de inglês e

2

de espanhol

Preencher o verso deste cupom, recortar e depositar na urna A cooperativa

tamanho família!

Cooperlac Cooperativa Agroindustrial

VISITE O ESTANDE DA

HAVERÁ SORTEIO DE OUTROS BRINDES

-A Cooperlac estará com seu estande

na ExpoToledo como tem feito todos

os anos. A novidade é a parceria com

o Banco Sicredi, que estará

oferecen-do linhas de financiamento de

produ-tos veterinários, máquinas e

equipa-mentos para os cooperados.

Segundo o vendedor Cláudio

Musulão, os preços e prazos serão

es-peciais para a exposição. Para os

vi-sitantes do estande da Cooperlac

ha-verá produtos Frimesa sempre

pron-tos para degustação. Música ao vivo

será outro diferencial.

E tem mais: em parceria com a

es-cola de línguas Hispano, a Cooperlac

estará sorteando quatro bolsas de

es-tudos entre os visitantes. Para

concor-rer, basta preencher o cupom (ver

abaixo) e depositar na urna

disponí-vel no estande. As bolsas para estudo

de línguas são duas de inglês e duas

de espanhol. Haverá também sorteio

de outros brindes.

Cooperlac na ExpoToledo

Cooperlac realiza II

Encontro de Jovens

P-6

Márcia Solange Johann

Cooperada recebe prêmio da Frimesa

Cooperlac e Sicredi celebram convênio

Foto: Arquivo da Cooperlac

Matérias em destaque

Alterações na entrega programada

Palestra e premiação para os melhores

terminadores

P-2

P-4

P-9

P-9

P R O G R A M A Ç Ã O 10 de outubro

21:00 horas - Abertura do Rodeio Profissional 11 de outubro (Quinta-Feira):

09:00 horas - Abertura do Parque de Exposição 20:00 horas - Grande Leilão de Gado de Corte 21:00 horas - Rodeio Profissional

12 de outubro (Sexta-Feira):

16:00 horas - 1º Leilão de Ovinos e Prenhezes 22:00 horas - Show com Fernando & Sorocaba 13 de outubro (Sábado):

14:00 horas - Leilão - Reprodutores e Matrizes - Nelore 14:30 horas - Leilão dos Suínos

22:00 horas - Show com Patrícia Limah, Grupo Rhaas e Flávio & Gabriel

14 de outubro (Domingo):

20:00 horas - Final do Rodeio Profissional 24:00 horas - Encerramento Expo Toledo 2007

2ª Feira Internacional

ExpoToledo

de 10 a 14 de outubro

(2)

NA EXP

O

TOLEDO

Nome:

Endereço:

Preencher, recortar e depositar na urna A cooperativa

tamanho família!

Cooperlac Cooperativa Agroindustrial

VISITEI O ESTANDE DA

Tel:

Roteiro mensal para entrega de insumos e alimentos

TOLEDO – MATRIZ - Av. Parigot de Souza, 3026 – Fone: (45) 3055-3025 Dias 20 – 21 – 22 Dias 23 – 24 – 25 Dias 26 – 27 Dia 28 Dia 29 Xaxim Concórdia Oeste Dez de Maio Cerro da Lola Km 41 Vista Alegre Bom Princípio Gramado São Luiz d’Oeste

Sede Alvorada

Novo Sobradinho Linha São Paulo

São Miguel Vila Ipiranga Dois Irmãos S. Pedro Iguaçu São Judas São Sebastião Ouro Verde Linha Mandarina Linha Buê-Caé Boa Vista Linha Dr. Ernesto Linha Flórida Vila Nova

NOVA SANTA ROSA – UNIDADE 2 - Av. Horizontina, 1956. Fone: (45) 3253-1142 Dia 25 Dia 26 Dia 27 Dia 28 Dia 29 Dia 30

Vila Cristal Linha Dois Marcos Alto Santa Fé Novo Blumenau Maripá Linha 1º de Março L. 15 de Dezembro Planalto L. Pietrowski Novo Sarandi Quatro Pontes Linha Guabirova Linha Guaçu Linha Taquarixim

CATANDUVAS – UNIDADE 3 - Av. Paraná, 175 – Fone: (45) 3234-1838

Dia 15 Dia 16 Dia 17

Passo Liso Santana Malucelli

Santa Cruz – Cajati – Ibiracema São Roque – Nova Colônia

Fazenda Varguinha – São Marcos Santa Bárbara – Km 408 – Centenário

GUARANIAÇU – UNIDADE 4 - Av. Manoel Ribas, 270 – Fone: (45) 3232-1119

Dia 20 Dia 21 Dia 22 Dia 23 Dia 24 Dia 25 Dia 26 Dia 27 Dia 28

São João Faxinal São João São José Diamante do Sul Rocinha Belarmino Rio Medeiros Alto Pinhal L.Lejanoski São Luiz Santa Rosa Linha Cecatto Santa Bárbara São Pedro Flor da Serra Mato Queimado Campo Bonito Guaporé Ibema Joaquim Nabuco Alto Santa Luzia Nova Brasília Três Águas Planaltina São Francisco do Meio Santa Luzia Rio Guarani Rio Banana Rio Izolina Peroba Alto Alegre Barra Bonita Barra Bom Jesus Alto Boa Vista

Boa Sorte São Francisco

dos Bertolim

LARANJEIRAS DO SUL – UNIDADE 6 – Av. Ivan Amaral, 553 – Fone: (42) 3635-6775

25 e 26 27 e 28 29 e 30 Na loja de Laranjeiras do Sul

Laranjeiras e Virmond Rio Bonito e Porto Barreiro Nova Laranjeiras e Espigão

Os produtores poderão fazer pedidos por telefone e as mercadorias serão entregues diariamente no bar do Zandoná

e no bar do Elizeu – de segunda à sexta - das 10h às 15h

Nota: Se a data programada for domingo ou feriado, a entrega será feita no primeiro dia útil seguinte

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Diretoria

Edemar Rockenbach – Presidente Moacir Jovino Scuzziato – Vice-Presidente

Hari Baumgart – Secretário

Vogais

Delci Luiz Rupollo - Ervino Mittanck Hariberto Gasparetto - Ivo Mathias João Dilo Bender - Narciso Ferrari

CONSELHO FISCAL

Efetivos

Círio Kunzler - Ilmo Werle Welter - Zatir Borotto

Suplentes

Ervino Scheufele - Paulo Luiz Nodari Valmir José Guesser

COLABORADORES

TOLEDO - Matriz

Av. Parigot de Souza, 3026 - Fone (45) 3055-3025

Veterinários:

Kant Saúde Animal

0800-645-2805 ou (45) 3378-2805 - 9972-3157 Juliandro Ostapechen

(45) 9922-5549

Plantão de farmácia:

Osmar Fernandes dos Santos (45) 8402-7749

NOVA SANTA ROSA - Unidade 2

Av. Horizontina, 1956 - (45) 3253-1142

Veterinários:

Kant Saúde Animal

0800-645-2805 ou (45) 3378-2805 - 9972-3157 Loreno Egídio Taffarel - (45) 9972-5085

Plantão de farmácia: Alison Petermann

(45) 9122-1465 e 9127-7414

CATANDUVAS - Unidade 3

Av. Paraná, 175 – Centro

Plantão de farmácia:

Leonardo Campos Vicente (45) 8821-0169

Serviços veterinários:

B&M Consultoria (45) 3222-6734 e 9972-5133

GUARANIAÇU - Unidade 4

Av. Manoel Ribas, 270 - centro

Plantão de farmácia:

José Djalma Coitinho (45) 9965-9447

Serviços veterinários:

B&M Consultoria (45) 3222-6734 e 9972-5133

LARANJEIRAS DO SUL- Unidade 6

Av. Ivan Amaral, 553 - centro - (42) 3635-6775

Plantão de Farmácia: Marlon Zandona (42) 8402-1366 Serviços veterinários: B&M Consultoria (45) 3222-6734 e 9972-5133 E X P E D I E N T E

O Informe é uma publicação mensal elaborada pela

Assessoria de Comunicação da

Cooperlac Cooperativa Agroindustrial E-mail: [email protected]

Tiragem: 1.000 exemplares

Impressão: Sul Gráfica e Editora Ltda. F.3378-1209 Edição 108 - Outubro/2007

Jornalista responsável

Davi Pereira - MTb 6.707

Av. Parigot de Souza, 3026 Toledo – PR Fone (45) 3055-3025

Inglês e

Espanhol de

Qualidade

email: [email protected]

Rua Pedro dos Santos Ramos, 795 Fone: 3277-1888

A partir de 1º de novembro de 2007 para ter direito a entrega programada gratuita o peso das compras deve ser superior a 1.000kg. Abaixo deste peso será efetuada cobrança de R$ 10,00 (dez reais) de taxa de entrega. O produto será entregue em sua propriedade conforme calendário. Faça seu pedido programado para reduzir os gastos. Contate a sua unidade de atendimento mais próxima.

Em recente visita à Expointer (maior Feira de Agropecuária da América Latina) em Esteio/RS, Edemar Rockenbach, presiden-te da Cooperlac, espresiden-teve junto com representantes de empre-sas parceiras da Bayer de todo o sul do Brasil. O evento mar-cou o lançamento oficial do Kinetomax, novidade na linha de antibióticos da Bayer que está revolucionando o mercado da agropecuária.

Bayer e Cooperlac na Expointer 2007

ENTREGA PROGRAMADA

(3)

CONVERSÃO EM

CARCAÇA DE SUÍNO

Período: 26-08 a 25-09-2007

01 3,279 Hírio Fulber

02 3,307 Noeli Duarte Rauber 03 3,326 Marli Sipp

04 3,326 Décio Niedermeyer 05 3,345 Selito Félix Di Domenico 06 3,368 Adilson Clarindo Schroder 07 3,369 Ilário Paludo

08 3,383 Pedro Diniz Heck 09 3,408 Nair Maria Rech 10 3,408 Alcido Sascher 11 3,411 José Antônio Simich 12 3,417 Sílvio Johann

13 3,418 Neuri Francisco Primão 14 3,424 Álvaro Fritsch

15 3,433 Osmar Schlindwein 16 3,444 Irineu Pedro Jacomini 17 3,473 Wilson Kamphorst 18 3,474 Edi Bratz Klein 19 3,475 Lírio Maas 20 3,501 Nilson Sochtig 21 3,537 Delci Luiz Rupollo Cla CAAC PRODUTOR

Pedidos de ração de parceria para suínos devem ser

realizados com no mínimo dois dias de antecedência

Parabéns aos produtores!

Classificação

Per Mês/ano CAAC Produtor

1º 1º 04/07 3,055 Ivonir Plínio Fulber 2º 1º 06/07 3,163 Antônio Miguel Spessotto 3º 2º 04/07 3,205 Alvis Baungardt 4º 1º 05/07 3,208 Hírio Fulber

1° 04/06 3,229 Wilmar Kulzer 5º

1º 02/07 3,229 Paulo Luiz Nodari 7º 1º 07/07 3,235 Ladir Rosseto 8º 2º 06/07 3,236 Luiz Pessoto 9º 1º 08/07 3,245 Olavo Koval 10º 1º 03/07 3,248 Círio Kunzler 11º 2º 02/07 3,250 Silvino Foscarini 12º 2º 05/07 3,255 Sílvio Johann 3º 05/07 3,271 Volnei Kuster 13º

2º 08/07 3,271 Dari Antônio Scher 15º 2º 03/07 3,272 Ladir Rossetto 16º 1º 09/07 3,279 Hírio Fulber

17º 4º 05/07 3,283 Romaldo Fetter 18º 3º 08/07 3,289 Janete Munchen Wesseling 19º 3º 04/07 3,291 Décio Niedermeyer 20º 3º 06/07 3,296 Altir Pedro Freislebenn

AS 20 MELHORES

CONVERSÕES (desde janeiro/2006) Classificação obtida no período e no mês de entrega

A Frimesa está in-vestindo R$ 45 mi-lhões na moderniza-ção e ampliamoderniza-ção do sistema de abate e industrialização da Unidade Frigorífica de Medianeira. Os núme-ros grandiosos mos-tram a determinação das cooperativas em investir na cadeia do suíno da região oeste do Paraná.

Do total dos recur-sos, 75% serão utili-zados para a compra

de máquinas e equipamentos, colocação de câmaras de resfriamento e congelamento bem como novos processos de transformação da carne em produto de valor agregado. A cons-trução civil exigirá 25%. Parte dos recursos serão financiados pelo Banco Regional de De-senvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

O investimento vai resultar no aumento de 3 mil suínos abatidos diariamente nos pró-ximos quatro anos. Atualmente esse número é de 1,5 mil suínos ao dia. Também serão gerados mil empregos diretos, somando aos atuais 2.800 colaboradores contratados pela empresa. Para se ter uma idéia, no ano passado a Frimesa contratou 510 novos trabalhadores; destes, 400 foram para o frigorífico.

A previsão é que as obras estejam con-cluídas no final de 2007. Para transformar o frigorífico num dos mais modernos do esta-do, a área será aumentada em 22 mil metros quadrados e outros 3 mil passarão por refor-mas. Atualmente, o espaço para transforma-ção da matéria-prima em alimentos, para os mercados interno e externo, é de 25 mil

Carnes: Frimesa amplia a

industrialização

Gilberto Luiz Heinen

Encarregado do depto. de suínos da Cooperlac

Ocorreu no dia 24/08/2007 palestra para produtores iniciadores da Cooperlac Coope-rativa Agroindustrial, com a empresa de Ge-nética Penarlan. A palestra foi ministrada pelo Médico Veterinário Thelmo Luís Kitzig, supervisor de vendas da empresa Penarlan.

A palestra iniciou com a apresentação da empresa Penarlan e do Programa Genético Naima, que já está com 25 anos de seleção. O Programa Fêmea Naima é um programa revolucionário que associa raças chinesas e européias. A matriz Naima combina as quali-dades de carcaça e crescimento das raças eu-ropéias e a prolificidade, as qualidades ma-ternais e leiteiras das raças chinesas.

CARACTERÍSTICAS DA MATRIZ NAIMA: · Leitegadas numerosas e leitões uniformes e vigorosos;

· Instinto maternal muito desenvolvido; · Tetas funcionais numerosas e alta produ-ção de leite;

· Facilidade de detecção de cio;

metros quadrados.

O presidente da cooperativa, Valter Vanzella, explica também que os investimen-tos beneficiarão 700 suinocultores integrados. “Assim como no leite, pretendemos valorizar a cadeia produtiva de suínos, industrializando produtos com valor agregado. A primeira fase de transformação acontece quando os cereais – soja e milho – são transformados em carne. A segunda, que cabe à Frimesa, é transfor-mar essa carne – suíno – em produtos pron-tos para o consumo”.

Ele compara também o investimento ao retorno para o município: “O impacto econô-mico e social será altamente positivo, uma vez que vamos abater mais, gerar mais postos de trabalho. Isso vai resultar na triplicação dos im-postos e aquecer toda a cadeia econômica da região”. A empresa fechou o último ano com uma arrecadação de R$ 35 milhões em impostos.

Mais informações: Elis D’Alessandro Assessoria de Comunicação Frimesa (45) 3264-8082 - [email protected]

A ampliação vai permitir o abate de 4,5 mil suínos ao dia, gerando mais mil empregos

Palestra sobre manejo

de Maternidade

· Partos rápidos;

· Longevidade (um parto a mais na sua vida útil);

PONTOS CHAVES DO MANEJO DA NAIMA: 1º - Introdução/Adaptação/Preparação · Contaminação e adaptação gradativa dos desafios da granja;

· Respeito dos objetivos de idade, peso e condição corporal na 1ª cobertura (240 dias, 140 kg);

2º - Cobertura/Gestação

· Recuperação do estado corporal das ma-trizes desmamadas no início da gestação;

· Não deixar que as matrizes fiquem gor-das;

3º - Parto/Lactação

· Assistir os partos com discrição, atenção e cuidado;

· Evitar perdas excessivas de peso na ma-ternidade;

· Usar ração lactação de alta concentração (E.M e Lisina);

O Departamento técnico da Cooperlac pos-sui manual com detalhes de manejo da ma-triz.

Unidade Frigorífica de Medianeira Da Assessoria

(4)

Foi realizada uma grande promoção da Pearson de 01/ 08 a 14/09/07. Como prêmio, neste último dia 20 de se-tembro, foi sorteado uma televisão 29'. O ganhador foi Sebastião de Oliveira, de Boa Vista – Linha Passo Liso, do município de Laranjeiras do Sul.

Promoção

Parabéns a todos os associados e clientes que ganharam com esta promoção.

01- Bezerras recém-nascidas e/ou novilhas de até no máximo dez meses, das raças Holandesa, Jérsey e Girolanda. Pagamento à vista. Fone: (45) 3252 -6649, com Núbia. 02- Moedor de cana-de-açúcar. Fone: 8807-2193 ou 9961- 6795.

03- F1000, ano 1980 a 1986, modelo simples, direção hidráulica, bem conservada, com alguma originalidade. Fone: (45) 9975-1338 ou 3375-1191, com Geraldo. 04 -Telhas usadas, até 15 mil unida-des e Silo para ração, capacidade para 15 toneladas. Fone: (45) 9973-5321. VENDEM-SE COMPRAM-SE

Classificados grátis

e-mail: [email protected] 01- R$ 1.600 - Ordenhadeira, com um conjunto completo, teteira nova e tambor novo. Fone: (44) 3540-1276. 02- Ordenhadeira Implemis, 230 li-tros, com cinco anos de uso, compra-da na Cooperlac. Ótimo estado de conservação. Fone: (45) 3274-1214, com Edson.

03- Ordenhadeira Intermaq, dois con-juntos, em bom estado de conserva-ção. Fone: (45) 9974-2655, com Marlei ou Wilson.

04- Ordenhadeira Sulinox com um conjunto de balde inox. Fone: (45) 8802-5566.

05- Ordenhadeira canalizada, Sulinox, com quatro conjuntos + Ge-rador de energia 12,5 CV + Resfriador de leite, Etscheid 3000 litros. Fone: (45) 8818-5070 ou 9133-2960, com Ademir.

06- R$ 7.000 - Resfriador a granel de 800 litros, revisado, da marca Fimer. Bom estado de conservação e com garantia de 3 meses. Valor R$ 7,000. Fone: (45) 3378-2805, com Francis. 07- R$ 4.600 – Resfriador Tropical, capacidade 400 litros. Bom estado de conservação. Fone: (44) 3540-1276. 08- R$ 6.500 - Ensiladeira Pecus 9004, revisada. Fone: (45) 9972-3560, com Cezar Dondoni.

09- Resfriador a granel, Reidel, 600 litros, revisado. Fone (45) 9973-7255, com Maurio Buss.

10- Misturador para ração, de 500 kg + Misturador para grãos úmidos, de 500 kg + Ventilador para aviário + Ordenhadeira Sulinox, com dois con-juntos. Fone: 8805- 4976, com Ivete. 11- Dez vacas e seis novilhas Holan-desas (HPB). Fone: (45) 3274-1106, com Maria Soeli Schmidt.

12- Touro Gir com dois anos de ida-de, de boa linhagem leiteira. Fone: (45) 9972-6592, com Gilmar Thiel. 13- R$ 1.200 - Touro Gir de quatro anos de idade, um ótimo animal. Fone: (45) 3274-1150, com Mauro. 14- Seis vacas leiteiras + touro de três anos de idade + dez bezerros, todos da raça holandesa. Fone: (45) 3378-4780 ou (45) 3378-1097, com Ivone. 15- Touro Gir leiteiro, puro, de qua-tro anos + touro holandês, puro, de um ano e seis meses. Fone: (45) 9131-0308, com Antônio Brescansin. 16- R$ 750 - Touro da raça Gir, com dois anos de idade. Fone: (45) 3277-2392, com Jaime.

17- R$ 400 - Carneiro reprodutor San-ta Inês, branco, 1 ano. Fone: (45) 9973-1019.

18 - R$ 2.500 - 12 caprinos (reprodutor, filhotes e cabras). Raças mistas. Forma de pagamento a com-binar. Fone: (45) 3252-6999 ou 9917-0394, com Saulo.

19- Plantadeira Semeato, PH5, cinco linhas, ano 83. Fone: (45) 9971-7282, com Gilberto.

20- Trator CBT, modelo 8240, ano 90, em bom estado de conservação. Fone: (45) 9962- 3307, com Vanderlei. 21- Trator Agralle, modelo 4200, ano 80. Fone: (45) 9928-4791, com Alcir ou Fernando.

22- 10 alqueires de terra, com benfeitorias, localizada em Nova San-ta Rosa, saída para Novo Sarandi. Fone: (45) 8802-5499 e 9973-0070. 23- Chácara 1,5 alqueire, com benfeitoria, rica de água, própria para fazer área de lazer. Próximo ao asfal-to, próximo de Novo Sarandi. Fone: (45) 9981-5063.

24- Chácara com área de 96.800 m²,

localizada próximo ao aeroporto de Toledo. Fone: (45) 8818-9037, com Inácio.

25- Aviário equipado com niple, exaustor, aquecedor, nebulizador e comedouro tubular, com medidas de 100m de comprimento por 12m de lar-gura, localizado em Toledo, próximo ao YARA. Fone (45) 3252-7390. 26- R$ 75.000 - Aviário automatizado, com 100m e cinco novilhas prenhas, raça holandesa, idade de 18 meses, R$ 1.500 cada. Fone: (45) 8404-3790 ou 9972-2109, com Ivo.

27- Silo para ração, capacidade 16.000kg, semi-novo. Fone (45) 3235-1408 ramal 0 ou 9131-9599, com Luiz Antônio Mugn.

28- Motor 7,5 cv, com chave e moedor monofásico. Fone: (45)9961-4054. 29- Motor B9 com bomba de esparra-mar esterco. Pode ser usada para irri-gação, com encanamento de engate rápido. Fone: (45) 3055-3025, com Leonardo Falcade, na farmácia vete-rinária da Cooperlac. Ou troca. 30- R$ 6.000 – Esparramador de es-terco com capacidade para 5mil litros. Trucado. Fone: (45) 3280-1109, com Ari.

31- Picador de cascão de aviário com motor a gasolina + esparramador de esterco líquido, com capacidade de 300 litros. Fone: (45) 9972-5194, com Ademir.

32- 25 celas parideiras. Bom estado de conservação. Fone: (45) 9105-8223, com Sadi.

33- Quatro chiqueiros pré-moldados de 170m (pode tirar do lugar). Bom estado de conservação. Fone: (45) 9105-8223, com Sadi.

34- Forno de ferro para assar pão, carne e leitão, com 1m de comprimen-to. Fone: (45) 9978-5556, com Ana. 35- Balança de 1,500 para pesar Gado. Bom estado de conservação. Fone: (45) 9105-8223, com Sadi. 36- R$ 4.400 + financiamento de 14 parcelas - Moto YBR 2005/05. Aceita-se novilha holandesa enxertada em troca. Fone: (45) 9106-8092, com Valdecir.

37- R$ 13.800 - SANTANA 95 1.8i, completo. Fone: (45) 9961-8575, com Leonardo.

38- SOM COMPLETO, para carro. Fone: (45) 9961-8575, com Leonardo. 39- Moto Honda, NXR 150 BROS ES, ano/mod 2006/07. Valor: R$ 2,000 a vista e mais 22 parcelas fixas de R$ 357,00. Fone: (45) 9962-0675, com Valter.

40- R$ 5.000 - MOTO YBR, 2004. Fone: (45) 9961- 8575, com Leonardo. 41- Icman, em bom estado. Fone: (45) 8806-4113

42- Ordenha canalizada, Bozio com 4 conjuntos, um resfriador de 400 li-tros e uma Máquina Icma para pas-tagem. Fone: 8806-4113.

A SICREDI Oeste PR firmou parceria com a Cooperlac Co-operativa Agroindustrial com o propósito de facilitar o acesso ao crédito e oferecer linhas de financiamentos diferenciadas para aquisição de produtos e equipamentos.

Com a parceria os associa-dos podem adquirir produtos como ração, medicamentos veterinários, implementos, ordenhadeiras, resfriadores de leite, dentre outros, por meio de financiamentos do SICREDI com taxas de juros abaixo do mercado e prazo de até 36 meses.

“Agora os produtores po-dem adquirir os produtos ne-cessários para sua atividade com a vantagem de pagar com prazo facilitado e com juros competitivos. Já a cooperati-va também se beneficia, pois nossas vendas serão a vista, o que facilitará o fluxo de cai-xa”, pontua o gerente geral da Cooperlac, Sr. Nelson Minozzo. Para o presidente do

COOPERLAC e SICREDI

firmam convênio

SICREDI Oeste PR, Sr. Círio Kunzler, o maior benefício ge-rado pela parceria é o atendi-mento ao quadro social. “Aten-der às necessidades dos asso-ciados e oferecer soluções fi-nanceiras para fomentar o crescimento e desenvolvimen-to das suas atividades- esta é a missão do SICREDI e o mai-or benefício esperado com esta parceria com a Cooperlac”, ressalta Kunzler.

Vantagens - Entre as li-nhas disponíveis estão crédito pessoal, crédito geral e para construção e reforma. Além do prazo em até 36 meses e ta-xas abaixo do mercado, os as-sociados contam com grandes facilidades de pagamento com parcelas mensais, bimestrais, trimestrais ou semestrais. Es-tas linhas de crédito estarão sendo divulgadas durante a Expo Toledo 2007.

Mais informações sobre es-tas e outras linhas de financi-amento nas unidades do SICREDI e da Cooperlac. Convênio facilita acesso ao crédito e formas de pagamento Márcia Solange Johann

(5)

Márcia Solange Johann

Agente de Desenv. Humano da Cooperlac No dia 08 de setembro, reuniram-se 82 jovens associados e filhos de sócios da Cooperlac, com idade entre 14 e 30 anos, solteiros, para o II Encontro de Jovens, com o tema: “Marketing pessoal: O milagre é você!”. Para esta palestra, a Cooperlac trouxe junta-mente com o Sescoop, o Prof. Marcelo Peruzzo, mestre em gestão de negócios, e especialista em marketing e tecnologia da informação.

Para Marcelo Peruzzo, “todos os seres hu-manos possuem a capacidade de trazer para si o bem ou o mal, é uma questão de livre-arbítrio. A mão invisível que trabalha pelas pessoas deixou todas as ferramentas neces-sárias para a busca de seu sucesso. Mas não basta tentar atraí-lo com o pensamento: é preciso agir”.

A abertura foi realizada por Sr. Edemar Rockenbach e Moacir Scuzziato, respectivamen-te presidenrespectivamen-te e vice-presidenrespectivamen-te da Cooperlac, que receberam os jovens com muito carinho, incenti-vando-os a se integrarem e aproveitarem este momento para o desenvolvimento e crescimen-to pessoal e profissional.

Durante a manhã o Prof. Marcelo traba-lhou com os jovens a sintonia com a missão, visão e os valores pessoais e organizacionais e o poder da informação.

Na seqüência, foram realizados jogos co-operativos. Os vencedores foram Élcio Friske e Elton José Muller, de Sede Alvorada; Julia Fernan-da Bepller, Jussiane Mombach e Si-mone Heck, de Dez de Maio; Rafael Lichtenthaler e Rafael Bragagnolo, de São Pedro; Karine Francile Rauber e Marcos Fernando Hanauer, de Xaxim; e Kiara Line Nodari, de Nova Concórdia. Como premiação os ganhadores participarão gratuitamente no Encontro Estadual de Jovens Cooperativistas do próximo ano.

Após o meio-dia, os jovens foram anima-dos com músicas pelo colaborador da

coope-II Encontro de Jovens da Cooperlac

rativa, Juliandro Ostapechen, também motivador e incentivador do grupo.

Na seqüência, o Coordenador do Grupo de Jovens DJeC, Albano Felipe, apresentou as pro-postas e objetivos do grupo aos participantes, fazendo o convite para a participação efetiva de todos nos eventos que forem realizados.

Após a apresentação do grupo de jovens, o Prof. Marcelo Peruzzo deu continuidade aos trabalhos, abordando a tríade do sucesso: visibilidade, conhecimento e o amor, que se usada de forma pertinente e inteligente, promo-ve a imagem de cada pessoa pe-rante o mundo competitivo. So-mente a prática do bem, aliada ao conhecimento, é capaz de trazer benefícios, gerar resulta-dos e sucesso. Cada ser huma-no é responsável pela sua traje-tória, seu futuro, e deve estar cons-ciente da missão como agente de mudança e do bem.

Após o evento, ouvimos o Coor-denador do Grupo de Jovens da

Cooperlac – DJeC – Albano Felipe Steinbach: “eu tinha re-ceio de que não atingiríamos o objetivo, mas certamente saímos daqui hoje entusiasma-dos com a cooperativa e com o sucesso do evento.”

O jovem Élcio comenta que “foi uma experiência muito po-sitiva. O palestrante conseguiu passar o tema do encontro de forma divertida, com muita se-riedade. Trouxe novidades da tecnologia de informação, e mostrou que a cooperação é a base para tudo”.

Ainda Kiara, de Nova Con-córdia, suscita que “a informa-ção é a base do futuro, e nós jovens precisamos buscá-la e nos atualizar freqüentemente. E a Cooperlac está nos pro-porcionando isto”.

O fechamento do encontro foi efetuado com o lançamento do III Encontro de Jovens da Cooperlac, que será realizado em 06 de setembro de 2008.

A posição de liderança exige habili-dades específicas para o crescimento sustentável e a busca de resultado den-tro da cooperativa. Pensando nisto a área de desenvolvimento humano da Cooperlac preparou para as lideranças da cooperativa o treinamento de “Lide-rança Estratégica” para capacitação e formação, baseado em três módulos.

Nos dias 30 de agosto e 05 de se-tembro, diretores, gerentes e encarre-gados da Cooperlac participaram do módulo I de liderança estratégica: O Lí-der Coordenador. Este módulo promo-veu o desenvolvimento de competênci-as específiccompetênci-as de funções táticcompetênci-as-estra- táticas-estra-tégicas, tais como: visão estratégica, condução de equipes, gestão por pro-cessos e acompanhamento por desem-penho. Foram abordados questões so-bre as decisões dos líderes, de seus ob-jetivos profissionais, bem como existen-ciais. Além disto, a liderança foi funda-mentada nos valores de cada

profissio-Jovens aprovam 6 de setembro para o III Encontro

Liderança estratégica - o líder coordenador

Márcia Solange Johann

nal, e para isto, o desenvolvimento da capacidade individual de aprender e as-similar de cada participante.

Segundo o instrutor, Luciano Vicenzi, da empresa Consvita Consultores e As-sociados, “a abertura dos líderes da Cooperlac foi fundamental para o bom andamento do trabalho. Demonstra com clareza a vontade de aprender e se reciclar e esta é uma característica que o líder nunca deve abrir mão. Parabéns a todos!”.

Para o encarregado de Nova Santa Rosa, Alison Petermann, “o treinamen-to vem no sentido de somar ao cresci-mento da cooperativa, na busca de efi-cácia na tomada de decisões. Fortalece o sentido da palavra equipe e os objeti-vos da organização, a sua missão, vi-são, valores e crença. O treinamento proporcionou embasamento às lideran-ças garantindo um crescimento em ba-ses sólidas.”

O gerente de controladoria, Anderson

L. Sabadin, corroborou: “a aplicação da estratégia às organizações empresari-ais está intimamente relacionada ao aumento da complexidade e da incerte-za que as companhias enfrentam. Po-rém, gostaria de enfatizar que a lide-rança trata de pessoas. Líderes bem-sucedidos constroem e sustentam rela-ções eficazes com os membros de seus grupos. Eles sabem o que faz os grupos palpitarem, individual e coletivamente. Compreendem o que os motiva. Encontram o equilíbrio delicado entre empurrar e pu-xar seu pessoal. Dominam as complexida-des e dinâmicas de seus grupos”.

A Cooperlac, focada no crescimento, faz o seu papel frente às mudanças que exigem dela uma postura diferenciada quanto à liderança, visando alinhar as competências individuais às necessida-des e necessida-desenvolvimento da cooperativa. Fonte: Assessoria de Comunicação da Cooperlac

Jovens atentos à palestra

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As doenças dos cascos são um sério problema para os bovinos, causando significativa diminui-ção do desempenho animal e grandes perdas econômicas para os produtores. Os bovinos aco-metidos por problemas nos cas-cos diminuem a produção de lei-te, perdem peso, apresentam di-ficuldade em demonstrar cio e acabam gerando prejuízo à pro-priedade, aumentando a taxa de descarte dos animais.

Resumidamente, as doenças de casco podem ser causadas por quatro fatores:

- Ambientais - Umidade, ter-renos acidentados, currais mal planejados que causam o

des-gaste irregular dos cascos e problemas de aprumos;

- Genéticos - Animais que herdam de seus pais problemas de aprumos, podendo ser cor-rigidos com o casqueamento preventivo e me-lhorados com um programa de acasalamento; - Infecciosos - Normalmente causados por microorganismos presentes em ambientes mau drenados, que acumulam fezes e lama;

Albano Felipe Steinbach Presidente do DJeC

Em 31 de agosto, os jovens da cooperati-va que participaram do Encontro Estadual de Jovens Cooperativistas do Paraná, se reuni-ram com o intuito de fomentar o grupo de jovens da Cooperlac. Após amplas discussões, os jovens definiram os objetivos do grupo:

a) integrar-se a cooperativa; b) capacitar e formar;

c) identificar as lideranças empreendedo-ras à Cooperlac;

d) propiciar apoio cultural e promoção so-cial;

e) interagir com os grupos de jovens das demais cooperativas.

A Missão

A missão é uma forma de sintetizar o por-quê da existência. Esta, por sua vez, deve fazer parte de seu programa de promoção ou assistência ao desenvolvimento das pessoas. A missão do grupo de jovens da Cooperlac foi estruturada de acordo com os objetivos es-pecíficos.

“Integrar o jovem na Cooperlac, promo-vendo a aprendizagem e o desenvolvimento pessoal, formando novas lideranças empre-endedoras.”

A Visão

É imagem de um estado futuro desejável, importante na atualidade, ao grupo de jovens. A visão foi estabelecida primando pelos obje-tivos a um prazo determinado e que deverá ser convertida em prática. Deverá ser um processo de estímulo, de participação,

com-Grupo de jovens da

Cooperlac - a criação do DJeC

prometimento e motivação dos jovens em alcançá-lo. É uma forma clara e estratégi-ca de firmar-se no contexto atual e futuro. A visão do grupo claramente definida como “DJeC 69 – Desenvolvimento dos Jovens Em-preendedores da Cooperlac, atingindo um to-tal de 60% dos jovens cooperados e filhos de cooperados até 2009, fortalecendo os princí-pios cooperativistas e a união.”

Coordenação do DJeC

Diante da realidade vivenciada no Encon-tro Estadual de Jovens Cooperativistas – Jovemcoop - sentimos a necessidade de, como jovens, criarmos nosso espaço den-tro da Cooperlac, e por isso formou-se o grupo de jovens DJeC (Desenvolvimento de

Jovens Empreendedores da Cooperlac) que tem como propósito trazer o jovem para perto da cooperativa, auxiliando-o em sua capacitação e formação, identificando as novas lideranças. Desta forma pode-se con-cluir que, com a integração dos jovens, o DJeC será sólido e promissor. Aqui ficam os agradecimentos aos que participaram do evento. Aos jovens que não tiveram a opor-tunidade de participar deste encontro, acom-panhe os informativos da cooperativa, pois os próximos encontros serão divulgados por meio do Informe. Participe, desenvolva-se e cresça conosco. Em breve traremos novida-des de um novo encontro para você, jovem da Cooperlac.

Um grande abraço!

Casqueamento para proteção

- Nutricionais – Causados por dietas defi-cientes em vitaminas e minerais.

A equipe da Kant Saúde Animal oferece o serviço de casqueamento preventivo (com tronco móvel para contenção) que pode ser agendado de acordo com a necessidade do produtor rural. (Fones: (45) 3378-2805 ou 9972-3157 24h ou ainda 0800-645-2805 em horário comercial).

Equipe à disposição dos pecuaristas

Equipamento disponível na Kant

Davi Pereira Davi Pereira

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Loreno E. Taffarel

Médico Veterinário da Cooperlac Parte II - Diálogo entre o

V – Veterinário e o P – Produtor V – Boa tarde, tudo bem?

P – Tudo, ainda mais agora que o preço do leite tá bom.

V – É verdade. É preciso ter cautela nestes períodos de “bons preços” para não fazer in-vestimentos desnecessários na propriedade.

P – É eu tava analisando uns vizinhos fi-nanciando vacas de três mil reais... Vou que-rer ver o final da história. Viu, mas quero sa-ber aquele negócio de controlar carrapato.

V – Ah, sim! Vamos lá. É o Controle Estra-tégico de Carrapatos. Dá-se este nome por-que na região Sul do Brasil, os carrapatos co-meçam a aparecer a partir da primavera, quan-do aumentam as chuvas (umidade) e a tem-peratura. Existem pequenas variações dentro da região Sul, mas em geral o que acontece é que na primavera ocorre o que chamamos a primeira geração de carrapatos. Na seqüên-cia, estes carrapatos caem ao solo, efetuam a postura, haverá eclosão e voltarão a infestar os bovinos com mais intensidade nos meses de fevereiro e março, dependendo do clima. Novamente, estes carrapatos, responsáveis pela segunda geração, cairão ao solo, repe-tindo o ciclo e retornando para realizarem a terceira geração, entre os meses de abril e maio, que em geral é o período mais acentu-ado em conseqüência de haver uma maior dis-ponibilidade de larvas nos pastos.

P – E daí, o que tenho de fazer para con-trolar um pouco mais esses “bichos”?

V – Assim. Tu sabes então que temos que controlar os carrapatos nas vacas e nos pas-tos, não é?

P – Sim.

V- Então, para controlar no ambiente, nos pastos, você precisa adotar algumas práticas de manejo que vão ajudar bastante. Por exem-plo, não deixar criar soqueira, grama velha nos pastos (veja foto). Isto propicia a ma-nutenção de umidade e os ovos e larvas dos carrapatos aumentam a sobrevivência por-que ficam menos expostos ao sol. Isto ocor-re muito em nossa ocor-região de pequenos pro-dutores, em que as vacas em geral dormem num mesmo piquete toda noite. Então, se neste piquete tem grama com soqueira, com muita palha recobrindo o solo, vai permitir a sobrevivência dos carrapatos. O que fa-zer então? Dividir este piquete em pelo me-nos quatro ou cinco, deixar as vacas per-noitar nestes piquetes por seis ou sete dias e trocar de piquete. E sempre que criar soqueiras, deve-se roçar esta grama. Outro ponto, é fazer piquetes com cerca elétrica na pastagem, e fazer o pastoreio em piquetes, onde a cada dia as vacas pastoreiam num pi-quete. Se você voltar neste mesmo piquete um mês depois, a maioria dos ovos e larvas de carrapatos terão morrido, o que contribui para reduzir os carrapatos do ambiente. Ou-tro detalhe são as sombras. Veja, se os ani-mais só possuem uma sombra para se prote-gerem durante o dia, então este ambiente pode estar contaminado com carrapatos. Cada caso é um caso, mas o produtor pode adotar filei-ras de árvores (eucalipto) no meio do pasto, no sentido norte-sul. Isto possibilita que de manhã tenhamos sombra de um lado e a tar-de tar-de outro e se não houver soqueiras, o sol se encarrega de reduzir a população de carra-patos. Se não dá para fazer isto, divida a som-bra também em várias partes. Outra prática

Controle estratégico de carrapatos

integrado com outras práticas de manejo

que ajuda, onde é possível, é fazer integração agricultura/pecuária. Um exemplo seria o plan-tio de aveia em gramas, porque isto vai me-xer com o solo e mudar o ambiente de solo ou uma renovação de

pasta-gens.

P - Então você acha que fazendo piquetes para pastorear um por dia ajuda a diminuir carrapatos? E também se eu não deixar as vacas dormindo toda noite no mesmo lugar, só voltan-do no mesmo lugar depois de uns 30 dias, principal-mente no verão, também di-minui os carrapatos? Mas en-tão estas soqueiras que te-nho da grama tifton contri-buem para que os carrapa-tos sobrevivam?

V – É isso mesmo. P- E as aplicações de carrapaticidas? Mas tem pro-duto que não funciona?

V – Puxa vida, você tá me

botando na prensa. Então, devemos iniciar a aplicação de carrapaticidas, lá no início de outubro, pode ser um pouco antes ou um pouco depois, é preciso analisar cada situ-ação. Isto vale para aqueles produtores/pro-priedades que tem problemas de carrapa-tos, pois na nossa região existem proprie-dades com bom manejo dos pastos e boa nutrição dos animais em que praticamente não há problemas com infestação de carra-patos.

P – Poxa, importante saber que têm pro-priedades que não possuem problemas de al-tas infestações de carrapatos em nossa região. V - Então, para os banhos escolhe-se um carrapaticida. De preferência peça orientação de um Médico Veterinário (ou balconista trei-nado) para a escolha mais adequada. É preci-so evitar a resistência aos carrapaticidas. Para isto é fundamental utilizar a dose correta quan-do for pour on (no lombo) e diluir correta-mente e aplicar também nas dosagens reco-mendadas quando for pulverização. É muito freqüente ouvir produtor comentar que apli-cou meia dose do produto e mesmo assim deu certo. Na verdade, o que este produtor está fazendo é acelerando o processo do apareci-mento da resistência à carrapaticidas na pro-priedade. As pulverizações devem ser feitas individualmente, vaca a vaca e sempre obser-var a quantidade correta da calda preparada para cada vaca que é de quatro a cinco litros por vaca.

P – Ta aí um problema, eu aplicava uns dois litros por vaca só, se é que dá.

V- Após o banho, as vacas devem ficar com-pletamente molhadas, pois os carrapatos pe-quenos, que representam uma grande parce-la da infestação e se localizam embaixo dos pêlos de partes do corpo onde não são vistos com facilidade, se não forem atingidos, não morrerão.

V – Deve-se aplicar três a quatro pulveri-zações seguidas a cada 21 dias, tendo ou não carrapatos. Ou três a quatro aplicações de pro-dutos pour on. A melhor opção é iniciar pela pulverização. O objetivo é reduzir a popula-ção de carrapatos dos pastos na primeira, se-gunda e terceira geração. Sempre cuidar qual produto aplicar, devido aos resíduos no leite. P – Quatro aplicações seguidas a cada 21 dias tendo ou não carrapatos?

V – Isto mesmo, uma aplicação a cada 21 dias. Um outro esquema é fazer uma

aplica-ção em setembro/outubro, outra em dezem-bro e outra em fevereiro/março. Depois, em geral, vai ter os animais ditos de “sangue doce”, que são aqueles poucos animais no re-banho que carregam a mai-oria dos carrapatos. Só es-ses animais devem ser tra-tados, quando possuírem 25 carrapatos fêmeas ingurgitadas ou mais em um lado do corpo da vaca, em média. O não tratamento das outras vacas permitirá o de-senvolvimento de carrapatos que não estão em contato com carrapaticidas, e isto dará maior chance de retar-dar o processo do apareci-mento de resistência na po-pulação ao produto químico. Também as vacas com um pouco de carrapato, perma-necerão resistentes ao apare-cimento do “amarelão” (anaplamose e piroplasmose ou tristeza parasitária bovina). P- Então não é pra eliminar os carrapatos por causa do “amarelão”?

V – Exatamente, nós nunca vamos conse-guir e nem devemos eliminar completamente os carrapatos. Os animais que ficam alguns meses sem contato, ficam sensíveis ao apare-cimento da tristeza parasitária.

P – Então, um pouco de carrapato evita que as vacas fiquem doentes do “amarelão”? E só aplicar quando tiver mais de 25 “carrapatas” grandes?

V – Isso mesmo. Lembrar sempre que, 5% (cinco por cento) dos carrapatos estão nas va-cas e os outros 95% (noventa e cinco por cen-to) estão no ambiente, na pastagem. O que quero dizer? Que de nada adianta aplicar carrapaticidas de maneira inadequada, com doses incorretas ou com produtos já resisten-tes. Da mesma forma, tem que sempre ado-tar práticas de manejo integradas para dimi-nuir as populações de carrapatos das pasta-gens.

P- E as vacinas contra carrapatos? E tem métodos “sem veneno” de controle dos carra-patos?

V – Ufa. Existem diversos estudos avança-dos no Brasil para produção de vacinas. Tam-bém existem duas vacinas registradas no Brasil para uso contra carrapatos, mas por diversos fatores, principalmente relacionados aos com-plexos mecanismos de resposta imune e de custos, ainda não estão sendo comercializadas. O certo é que há grandes esperanças que em alguns anos teremos este tipo de tecnologia disponível. Existem também fungos com re-sultados promissores em nível de laboratório, mas ainda com resultados questionáveis de sua eficácia prática a campo.

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No dia 14/09/2007 foi reali-zada a palestra técnica para pro-dutores parceiros da Cooperlac , com o tema “Manejo de Ter-minação”. Foram abordados as-suntos relacionados à instala-ções, ambiência, manejo ali-mentar e desperdício de ração. Segundo o jovem de São Pedro do Iguaçu, Rafael Bragagnolo, 18 anos, a pales-tra para terminadores “foi uma oportunidade de aprimorar meus conhecimentos”. No final da palestra foram premiados os

Palestra e premiação para os

melhores terminadores

RAÇÃO TESTE 1º - IVONIR FULBER = 3,05 2º - ANTONIO SPESSOTO = 3,16 3º - ALVIS BAUNGARDT = 3,20

CONVERSÃO DE CARCAÇA

1º - VOLNEI KUSTER = 3,311 2º - OLAVO KOVAL = 3,365 3º - WILMAR KULZER = 3,372 4º - JANETE M. WESSELING = 3 ,385 5º - LADIR ROSSETO = 3,396 RAÇÃO NORMAL

Gilberto Luiz Heinen

Encarregado do Departamento de suínos da Cooperlac

melhores resultados de conver-são alimentar. Os produtores fo-ram divididos em dois grupos, sendo um grupo de produtores que utilizaram ração teste e outro, produtores de ração normal.

Para a premiação da ração teste foi avaliado somente um lote por produtor e premiado os três melhores resultados. Para a premiação da ração normal foi feita a média dos últimos três lotes entregues e premiados os cinco melhores resultados.

Fábio com o pai, Valcir Bragagnolo

Valdecir e Fábio, jovens acompanhando à palestra Presidente Edemar Rockenbach fala aos produtores

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Todo meado de ano, junho ou julho, a Frimesa envia um questionário para o produtor responder. Os dados referem-se à produção de leite, tipo de pasta-gem, dentre outros, buscando formar um histórico da produção e da vacina no oeste do Paraná. Estes dados são coletados pelo freteiro, compilados pela Frimesa e repassados às filiadas Cooperlac, C-Vale, Copacol, Copagril e Lar.

O produtor que devolve o questioná-rio preenchido concorre a uma novilha da raça holandesa, prenhe. O freteiro que atinge 100% do recolhimento dos questionários preenchidos ganha como prêmio 100 litros de óleo diesel.

Cooperada Alice Pielke é premiada

Neste ano, a cooperada da C o o p e r l a c sorteada foi dona Alice Pielke, que tem sua proprieda-de na Linha União (Linha 15), São Salvador. O leite foi coletado por Jair Frese, popular Telessena.

Dona Alice resi-de na propriedaresi-de há mais de 35 anos. Ela diz que sempre devolve o questionário pre-enchido e este ano ganhou um pre-sente. “Bem na-quele dia eu

esta-va de aniversário de 55 anos. Preenchi o questionário anual para a Cooperlac e à Frimesa, com informações do que a gente trata o gado... mais sobre a pro-dução do leite”.

E como há mais de 20 anos a Frimesa doa uma novilha para cada uma de suas filiadas para sorteio entre seus coope-rados, dona Alice agradece à Cooperlac

e à Frimesa e aconselha: “O produtor deve acreditar e responder ao questio-nário, porque contribui com a empresa e ainda pode ganhar um prêmio”.

Segundo Antônio Carlos Lins, da Frimesa, “este trabalho de coleta de dados objetiva premiar o produtor que devolve o questionário preenchido, independente da produtividade alcançada”.

Davi Pereira

Davi Pereira

Dona Alice e o esposo, ladeados por Sérgio Ricardo, da Cooperlac, e Antôno Carlos , da Frimesa

A novilha já no novo pasto

Altas produções de leite predispõem as vacas a um

maior risco a terem mastite clínica, de acordo com um

estudo Sueco. As maiores perdas na produção de leite

ocorrem quando na primeira lactação as vacas

desenvol-vem mastite clínica até a sexta semana pós-parto e, as

vacas de múltiplas lactações, desenvolvem a mastite

clí-nica até a terceira semana pós-parto. Os resultados

fo-ram publicados em Maio de 2007 no Journal of Dairy

Sciences (Jornal Científico do Leite).

O estudo analisou 38.535 semanas de produção de 506

vacas. Registraram que a perda de produção variou de 1 a

8 litros por dia. Mas observaram que a produção diária

começa a declinar entre duas a quatro semanas antes da

vaca com mastite ser diagnosticada.

A estimativa da perda de produção de leite na lactação

da vaca afetada variou entre zero e 9,5%, não

importan-do quantas crias (gestações) as vacas possuíam. O

estu-do também diagnosticou que as vacas coms mais de uma

lactação são mais afetadas por mastite clínica do que

no-vilhas recém paridas (ou vacas de primeira lactação).

En-tretanto, vacas de primeira lactação desenvolvem mastites

mais cedo nas suas lactações.

Vacas que desenvolveram mastite tiveram produção de

leite menor em relação àquelas vacas que não foram

afe-tadas por mastite. A produção de gordura e proteína do

leite também é afetada proporcionalmente assim como

decresce a produção de leite.

Fonte: Hoard’s Dairyman – Junho 2007 – pág. 420.

Tradução e adaptação: Loreno E. Taffarel, Médico Veterinário da Cooperlac

Mastite clínica até três semanas pós

parto significa perda de produção

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A base de razões que levam as em-presas a adotar e praticar a gestão ambiental são várias. Pode perpassar des-de procedimentos obrigatórios des-de aten-dimento da legislação ambiental até a fi-xação de políticas ambientais que visem à conscien-tização de todo o pessoal da organização.

A busca de procedimentos gerenciais ambientalmente corretos, incluindo-se aí a adoção de um Sistema Ambiental (SGA), na verdade, encontra inúmeras ra-zões que justificam a sua adoção. Os fun-damentos predominantes podem variar de uma organização para outra. No en-tanto, eles podem ser resumidos nos se-guintes básicos:

Os recursos naturais (matérias-primas) são limitados e estão sendo fortemente afeta-dos pelos processos de utilização, exaustão e degradação decorrentes de atividades públicas ou privadas, portanto estão cada vez mais es-cassos, relativamente mais caros ou se encon-tram legalmente mais protegidos.

Os bens naturais (água, ar) já não são mais bens livres/grátis. Por exemplo, a água possui valor econômico, ou seja, se paga, e cada vez se pagará mais por esse recurso natural. Determinadas indústrias, principal-mente com tecnologias avançadas, necessi-tam de áreas com relativa pureza atmosféri-ca. Ao mesmo tempo, uma residência num bairro com ar puro custa bem mais do que uma casa em região poluída.

O crescimento da população humana, prin-cipalmente em grandes regiões metropolita-nas e nos países menos desenvolvidos, exer-ce forte conseqüência sobre o meio ambiente em geral e os recursos naturais em particular. A legislação ambiental exige cada vez mais respeito e cuidado com o meio ambiente, exi-gência essa que conduz coercitivamente a uma maior preocupação ambiental. Pressões pú-blicas de cunho local, nacional e mesmo in-ternacional exigem cada vez mais responsa-bilidades ambientais das empresas.

Bancos, financiadores e seguradoras dão privilégios a empresas ambientalmente sadi-as ou exigem taxsadi-as financeirsadi-as e valores de apólices mais elevadas de firmas poluidoras. A sociedade em geral e a vizinhança em particular estão cada vez mais exigente e crí-ticas no que diz respeito a danos ambientais e à poluição proveniente de empresas e ativi-dades. Organizações não-governamentais estão sempre mais vigilantes, exigindo o

cum-Fundamentos básicos da gestão ambiental

primento da legislação ambiental, a minimização de impactos, a reparação de danos ambientais ou impedem a implantação de novos empreendimentos ou atividades.

Compradores de produtos intermediários es-tão exigindo cada vez mais produtos que sejam produzidos em condições ambientais favoráveis. A imagem de empresas ambientalmente saudá-veis é mais bem aceita por acionistas, consumi-dores, fornecedores e autoridades públicas.

Acionistas conscientes da responsabilida-de ambiental preferem investir em empre-sas lucrativas sim, mas ambientalmente res-ponsáveis. A gestão ambiental empresarial está na ordem do dia, principalmente nos

países ditos industrializados e também já nos países considerados em vias de desenvolvimento.

A demanda por produtos cultivados ou fabricados de forma ambientalmente compatível cresce mundialmente, em es-pecial nos países industrializados. Os con-sumidores tendem a dispensar produtos e serviços que agridem o meio ambiente. Cada vez mais compradores, principal-mente importadores, estão exigindo a certificação ambiental, nos moldes da ISO 14.000, ou mesmo certificados ambientais específicos como, por exemplo, para pro-dutos têxteis, madeiras, cereais, frutas, etc. Tais exigências são voltadas para a concessão do “Selo Verde”, mediante a rotulagem ambiental. Acordos internacio-nais, tratados de comércio e mesmo tarifas alfandegárias incluem questões ambientais na pauta de negociações culminando com exi-gências não tarifárias que em geral afetam produtores de países exportadores. Esse con-junto de fundamentos não é conclusivo, pois os quesitos apontados continuam em discus-são e tendem a se ampliar. Essa é uma ten-dência indiscutível, até pelo fato de que ape-nas as normas ambientais da família ISO 14.000 que tratam do Sistema de Gestão Ambiental e de Auditoria Ambiental encon-tram-se em vigor.

Referências

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