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CÂMARA MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO ATA N. 15 REUNIÃO ORDINÁRIA 2 JUNHO

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CÂMARA MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO

ATA N.° 15

REUNIÃO ORDINÁRIA —2 JUNHO 2017

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CÂMARA MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO

ATA N.°15

Aos dois dias do mês de junho de dois mil e dezassete, na sala privada de reuniões dos Paços do Município, por convocação ordinária, reuniu a Câmara Municipal sob a Presidência do Excelentíssimo Senhor Presidente Dr. Luís Manuel dos Santos Correia, estando presentes o Senhor Vice-Presidente Arnaldo Jorge Pacheco Brás e os Senhores Vereadores, Eng.° João Nuno Marques Caralhinho, DE.

Fernando Manuel Raposo, Dra. Maria Teresa Rodhgues Martins, Dr. Jorge Manuel Carrega Pio, Eng.°

Paulo Alexandre Martins Moradias e Eng.° João Paulo Marfins Infante Pereira Benquerença.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, justificar a falta da Senhora Vereadora Dra. Maria José Barata Baptista, que não esteve presente na reunião por se encontrar a gozar um período de férias.

A reunião foi secretariada pelo Senhor Diretor do Departamento de Administração Geral, Dr. Francisco José Alveirinho Correia.

ABERTURA DE REUNIÃO

Pelo Senhor Presidente foi a reunião declarada aberta eram 9 horas, passando a Câmara Municipal a tratar dos assuntos constantes da ordem de trabalhos.

PERi000 ANTES

DA

ORDEM DO DIA

Não havendo pedidos dos Senhores Vereadores para intervir, o Senhor Presidente conduziu os trabalhos da reunião para o período da ordem do dia.

II

PERIODO DA ORDEM DO DIA Ponto

1

—APROVAçÃO DEATA

Foi presente, para discussão e aprovação, a ata da reunião ordinária do dia 19 de maio de 2017 (Ata n.° 14) que, posta a votação, foi aprovada por unanimidade.

Ponto 2

TRANSFERÊNCIAS CORRENTES E DE CAPITAL 2.1. Transferências Correntes

2.1.1. ACICB—Associação Comercial e Empresarial da Beira Baixa

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsídio de € 50.000,00, à ACICB

Associação Comercial e Empresarial da Beira Baixa, como apoio financeiro destinado a comparticipar as despesas com a organização da edição 2017 do evento Dias Templários de Castelo Branco, mediante assinatura de protocolo.

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2.1.2. Agrupamento de Escolas José Sanches e São Vicente da Beira

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsidio de € 3.000,00, ao Agrupamento de Escolas José Sanches e São Vicente da Beira, como apoio financeiro destinado a comparticipar as despesas de organização da IX Semana do Agrupamento.

2.1.3. CantardeCuco

Associação dos Amigos do Louriçal do Campo

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsídio de € 1.000,00, à CantardeCuco

Associação dos Amigos do Louriçal do Campo, destinada a comparticipar a realização da IV Edição do Passeio Pedestre Rota das Levadas.

2.1.4. Associação Cultural e Desportiva da Carapalha

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, aWbuir um subsidio de € 5.17830, à Associação Cultural e Desportiva da Carapalha, como comparticipação financeira destinada a apoiar a equipa de BTT, novo projeto da associação.

2.1.5. Associação Social Recreativa e Cultural de Vale da Torre

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsidio de €4.960,00, à Associação Social Recreativa e Cultural de Vale da Torre, como apoio financeiro destinado à organização dali Festa da Flor, edição 2017.

2.1.6. Associação Desportiva Albicastrense

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsidio de € 5.00000, à Associação Desportiva Albicastrense, como apoio financeiro destinado a comparticipar as despesas de participação na fase de apuramento para a manutenção na 2Y Divisão Nacional da modalidade de andebol, que se realiza nos Açores.

2.1.7. Aldeia em Movimento

Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de Monforte da Beira Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsidio de € 1.000,00, à Aldeia em Movimento

Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de Monforte da Beira, como apoio financeiro destinado ao desenvolvimento das suas atividades, durante o ano 2017.

2.1.8. Associação Cultural e Social Rancho Folclórico de Retaxo

Por proposta do Senhor Presidente, a Cãmara Municipal dehberou, por unanimidade, atribuir um subsídio de € 1.500,00, à Associação Cultural e Social Rancho Folclórico de Retaxo, como apoio

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CÂMARA MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO o

financeiro destinado a comparticipar a edição de CD de prestações musicais do rancho folclórico a ser incluído em coletânea intitulada Folclore Português e composta por projetos discográficos interpretados por grupos folclóricos oriundos de vários concelhos do pais.

21.9. Associação Recreativa e Cultural do Bairro do Valongo

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsídio de € 3.694,22, à Associação Recreativa e Cultural do Bairro do Valongo, conforme estipula a Cláusula 4• do protocolo celebrado em 18 de abril de 2013.

2.1.10. Alzine

Associação Cultural Alcainense

Por proposta do Senhor Vice-Presidente1 a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsídio de €7.500,00, à Alzine

Associação Cultural Alcainense, destinado a subsidiar os encargos com o desenvolvimento das suas atividades em 2017, nomeadamente o Festins 2017

Festival do Associativismo em Alcains, que decorrerão nos dias 17, 18 e 19 de agosto.

2.1.11. Associação Recreativa e Cultural Grupo Bombos de Almaceda

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsídio de € 1.500,00, à Associação Recreativa e Cultural Grupo Bombos de Almaceda, como apoio financeiro destinado ao desenvolvimento das suas atividades, durante o ano 2017.

2.1.12. Associação de Futebol de Castelo Branco

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsídio de € 5.000,00, à Associação de Futebol de Castelo Branco, como apoio financeiro destinado a custear os encargos à organização do Tour Campeões Europeus, no dia 20 de maio de 2017, em Castelo Branco.

2.1.13. Centro Cultural e Desportivo dos Trabalhadores da Unidade Local de Saúde de Castelo Branco

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsidio de € 1.300,00, ao Centro Cultural e Desportivo dos Trabalhadores da Unidade Local de Saúde de Castelo Branco, como apoio financeiro destinado à organização do IV Encontro Desportivo das Unidades de Saúde da Beira Baixa, estando a sua realizaçâo prevista para o dia 17 de junho de 2017.

21.14. Centro de Dia de Benquerenças

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsidio de €500,00, ao Centro de Dia de Benquerenças, como apoio financeiro destinado à organização

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do passeio inaugural Rota das Fontes e dos Fornos, com realização prevista para o dia 20 de maio, na freguesia de Benquerenças.

2.1.15. Fabre Actum —Associação para a Dinamização, DefesaeAnimaçãode Património e Artes Por proposta do Senhor Presidente a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsídio de € 1.000,00, à Fabre Actum

Associação para a Dinamização, Defesa e Animação de Património e Artes, como apoio financeiro destinado à organização do ii Encontro Patrimónios e Artes:

Danças, Cantares e Romarias, com realização prevista para o mês de outubro de 2017.

2.1.16. Naturbaga

Associação Nacional de Produtores de Pequenos Frutos

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsídio de € 3.000,00, à Naturbaga

Associação Nacional de Produtores de Pequenos Frutos, como apoio financeiro destinado ao desenvolvimento das suas atividades, durante o ano 2017.

2.1.17. Desportivo de Rochas de Baixo

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsídio de € 2.185,00, ao Desportivo de Rochas de Baixo, como apoio financeiro destinado a comparticipar os honorários da arbitragem no evento Inter-Aldeias 2017.

2.1.18. Agrupamento de Escolas Amato Lusitano

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsídio de € 538,61, ao Agrupamento de Escolas Amato Lusitano, como apoio financeiro destinado a comparticipar as despesas com a organização das Provas de Aferição de Expressões Artísticas e Expressões Físico-Motoras do

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Ano, realizadas no agrupamento nos dias 4, 5 e 8 de maio de 2017.

Neste momento, o Senhor Vice-Presidente, Vereador Arnaldo Brás, saiu da sala de reuniões.

2.1.19. Amato Lusitano

Associação de Desenvolvimento

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, transferir a quantia de € 150.000,00, para a Amato Lusitano

Associação de Desenvolvimento, destinada ao financiamento das atividades da USALBI

Universidade Sênior Albicastrense, durante o ano de 2017, mediante assinatura de protocolo.

Neste momento, o Senhor Vice-Presidente, Vereador Arnaldo Brás, regressou à sala de reuniões.

2.1.20. Grupo Típico O Cancioneiro de Castelo Branco

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsidio de € 2.000,00, ao Grupo Típico O Cancioneiro de Castelo Branco, como apoio financeiro

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CÂMARA MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO

destinado a comparticipar a organização do Festival Nacional de Folclore de Primavera Cidade de Castelo Branco.

2.1.21. Art’acontece

Associação Artística e Cultural da Beira Interior

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsídio de € 3.000,00. à Art’acontece

Associação Artistica e Cultural da Beira Interior, como apoio financeiro destinado ao desenvolvimento das suas atividades, durante o ano 2017.

2.2. Transferências de Capital

2.2.1. Desportivo de Rochas de Baixo

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsídio de € 6.520,00, ao Desportivo de Rochas de Baixo, como apoio financeiro destinado a comparticipar obras de requalificação do seu edificio sede e da zona envolvente.

2.2.2. Beirais Semanais

Associação Cultura e Lazer

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsídio de € 12,017,40, à Beirais Semanais

Associação Cultura e Lazer, como apoio financeiro destinado à comparticipação de obras de requalificação do edifício da Casa do Povo de Vale Maria Dona para instalação da sua sede, mediante assinatura de protocolo.

2.2.3. Associação Cultural e Social Rancho Folclórico de Retaxo

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsídio de € 2.170,00, à Associação Cultural e Social Rancho Folclórico de Retaxo, como apoio financeiro destinado a comparticipar obras de requallficação do seu edificio sede.

2.2.4. Associação Recreativa São Sebastião e Santo António

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsídio de € 1.300,00, à Associação Recreativa São Sebastião e Santo António, como apoio financeiro destinado a comparticipar a compra de equipamentos necessários à prossecução das suas atividades.

2.2.5. Núcleo do Sporting Clube de Portugal de Castelo Branco

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsidio de € 6.632,00, ao Núcleo do Sporting Clube de Portugal de Castelo Branco, como apoio financeiro destinado a comparticipar obras de requalificação do seu edificio sede.

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2.2.6. Guarda Nacional Republicana. Subsídios em Espécies

2.2.6.1. Elaboração do Projeto. Requalificação do Antigo Centro de Dia para Adaptação a Posto da Guarda Nacional Republicana de Cebolais e Cima

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsidio em espécie à Guarda Nacional Republicana, consistindo na elaboração do projeto da empreitada de Requalificação do Antigo Centro de Dia para Adaptação a Posto da Guarda Nacional Republicana de Cebolais e Cima.

2.2.6.2. Materiais de Construção. Reparação do Pavilhão Desportivo da Guarda Nacional Republicana de Castelo Branco

Por proposta do Senhor Presidente, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir um subsidio em espécie à Guarda Nacional Republicana, consistindo na cedência de materiais de construção destinados à empreitada de Reparação do Pavilhão Desportivo da Guarda Nacional Republicana de Castelo Branco.

Ponto 3

CONTRATAÇÃO PÚBLICA

3.1. Construção de Pista de Karting. Proposta de Abertura de Procedimento por Concurso Público Pelo Senhor Presidente foi presente a informação n.° 2689, de 26/05/2017, da Divisão de Obras, de Equipamentos e lnfraestwturas, propondo a abertura do procedimento por concurso público da empreitada de Construção de Pista de Karting, pelo preço base de €1.030.537,68, acrescido de IVA à taxa legal em vigor.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, autorizar a respeUva despesa, aprovar as peças do procedimento e a delegação, no júri, das competências previstas na presente informação, relativas à empreitada de Construção de Pista de Kading, pelo preço base de € 1.030,537,68, acrescido de IVA à taxa legal em vigor.

3.2. Conservação, Reparação e Melhoramentos em Edificios e Equipamentos

Outros:

Adaptação de Fração de Edifício a Contact Center. Aprovação de Plano de Segurança e Saúde e Nomeação de Fiscal da Empreitada

Pelo Senhor Presidente foi presente a informação n.° 2624, de 24/05/2017, da Divisão de Obras, Equipamentos e lníraestruturas, elaborada segundo o teor que se transcreve: “tendo estes serviços tomado conhecimento do Plano de Segurança e Saúde a implementar na empreitada de Conservação, Reparação e Melhoramentos em Edifícios e Equipamentos

Outros: Adaptação de Fração de Edifício a

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CAMARA MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO

Contact Conter e estando a sua elaboração prevista ode acordo com o Decreto-Lei nY 273/2003, de 29 de outubro, considera-se que o mesmo respeita as condições necessárias para ser aceite pelo dono de obra.

Ainda no âmbito da obra em epígrafe, e dando satisfação aos requisitos estabelecidos no n.° 4 do artigo 3059 e no n.° 2 do artigo 3449 do Código dos Contratos Públicos, estes serviços vêm propor que a fiscalização seja diretamente realizada pelo chefe de divisão Anibal Sanches da Natividade, coadjuvado pelo coordenador técnico Lúcio de Almeida Nunes”.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, aprovar o Plano de Segurança e Saúde a implementar na empreitada de Conservação, Reparação e Melhoramentos em Edifícios e Equipamentos

Outros: Adaptação de Fração de Edifício a Contact Center, de acordo com o Decreto-Lei n.° 273/2003, de 29 de outubro e nomear, como fiscais da obra, diretamente fiscalizada pela autarquia, o chefe de divisão Anibal Sanches da Natividade, coadjuvado pelo coordenador técnico Lúcio de Almeida Nunes, nos termos do n.° 4 do artigo 305.° e do n.° 2 do artigo 3449 do Código dos Contratos Públicos.

3.3. Substituição de Depósitos Caução por Garantia Bancária. Ampliação do Pavilhão Multiusos da Quinta Pires Marques em Castelo Branco

Pelo Senhor Presidente foi presente a informação n.° 2610, de 23/05/2017, da Unidade Financeira e do Património, referente a um requerimento, apresentado pela empresa António Saraiva & Filhos, Lda., para substituição de depósitos caução por garantia bancária, nos termos do artigo 294.° do Código dos Contratos Públicos (CCP). Da informação consta a seguinte transcrição: “onsiderando que: 1. Foi apresentado pela empresa António Saraiva & Filhos, Lda., um pedido para substituição de depósitos caução por garantia bancaria; 2. Os depósitos caução têm os n.°s 12027, 10863, 10851 e 13341, de 06/10/2016, 19/10/2016, 23/11/2016 e 22/12/2016, no valor de € 509,68, € 402,87, € 1.552,29 e € 1.953,00, respetivamente, referentes a 5% do auto n.° 1, 2, 3 e 4, nos termos do artigo 353.° do CCP, o qual foi depositado na Caixa Geral de Depósitos, conforme cópia anexa; 3. A garantia bancária apresentada, para substituição dos depósitos caução, tem o nY 432-43.000027-8, datada de 14/12/2016, no valor de € 68.339,50, referente a 5% do valor do contrato referente à obra: Ampliação do Pavilhão Multiusos Quinta Pires Marques em Castelo Branco, foi emitida pela Caixa Económica Montepio Geral, a qual se anexa. Nos termos do artigo 294.° do CCP, não se vê inconveniente em ser autorizada a substituição dos depósitos caução no valor total de € 4,417,84 (quatro mil, quatrocentos e dezassete euros e oitenta e quatro cêntimos), uma vez que não resulta uma diminuição das garantias para o Município”.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, nos termos do artigo 2949 do Código dos Contratos Públicos (CCP) e a requerimento da empresa António Saraiva & Filhos, Lda., autorizar a substituição dos

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depósitos caução n.°s 12027 de 06/10/2016, 10863 de 19/10/2016, 10851 de 23/11/2016 e 13341 de 22/12/2016, nos valores de € 509,68, €402,87, € 1.552,29 e € 1953,00, respetivamente, depositados na entidade bancária Caixa Geral de Depósitos, referentes a 5% dos autos n.°s 1, 2, 3 e 4, nos termos do artigo 3539 do CCP, pela garantia bancária n.° 432-43.000027-8, datada de 14/12/2016, no valor de € 68339,50, emitida pela entidade bancária Caixa Econômica Montepio Geral, referente a 5% do valor do contrato da empreitada de Ampliação do Pavilhão Multiusos Quinta Pires Marques em Castelo Branco.

3.4. Listagem de Contratos de Prestação de Serviços Celebrados de 0510412017 a 29/0512017— n.° 4 e n.° 12 do artigo 49.° da Lei do Orçamento de Estado para 2017 (Lei n,°4212016, cio 28Dezembro) A Câmara Municipal tomou conhecimento da listagem de contratos de prestação de serviços celebrados desde 05/04/2017 a 29/05/2017, em cumphmento dos n.° 4 e nY 12 do artigo 49.° da Lei do Orçamento de Estado para 2017 (Lei n.° 4212016, de 28 de dezembro)

Data contrato Concurso n.° Designação Empresas ValorAdjudlcação

06-04-2017 AI 525/2017 -Fátima Cristina Pínto Coelho Rodrigues €45000,00

07-04-2017- AiS 482017 Espetáculo pelo Ballet Flamenco de Madrid Assodados

E 10136,00 10-05-2017 AiS 47/2017 Sobra Rita Redshoes, AntánioZantujo.

Contornos Obrigatórios. Lda. €46.000,00 19-05-2017 AiS 37/2017 Esterozações a Canideos e Galideos VetBeirão— Serviços Veterinários. Lda. €1157500

Ponto

4—URBANISMO

E OBRAS PARTIcULARES

4.1. Emparcelamento Rural Simples. Dois Prédios Rústicos em Sarzedas

Pelo Senhor Presidente foi presente um requerimento, exarado pela firma CPSTR Casas do Pé da Serra

Turismo Rural, Lda,, para emissão de certidão onde conste o parecer positivo da Càmara Municipal à operação de emparcelamento rural simples concemente ao prédio inscrito na matriz predial rústica, sob o artigo 59 secção AS, situado no lugar conhecido como Barroco e ao prédio misto inscrito na matriz predial rústica, sob o artigo 60 secção AB e na matriz predial urbana sob o artigo 3887, situado no lugar conhecido como Chão da Porta e Figueira da Bica, ambos da freguesia de Sarzedas. A certidão destina-se a complementar um projeto de turismo a apresentar na Delegação Regional do Centro, da Direção-Geral do Território.

A Câmara Municipal de Castelo Branco deliberou, por unanimidade, emitir parecer positivo relativamente à operação de emparcelamento rural simples concernente ao prédio inscrito na matriz predial rústica, sob o artigo 59 secção AB, situado no lugar conhecido como Barroco e ao prédio misto

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CÂMARA MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO

inscrito na matriz predial rústica, sob o artigo 60 secção AB e na matriz predial urbana sob o artigo 3887, situado no lugar conhecido como Chão da Poda e Figueira da Bica, ambos da freguesia de Sarzedas.

4.2. Declarações de Não Caducidade

4.2.1. Licenciamento de Obras de Edificação. Centro Social Padres Redentoristas. Castelo Branco Pelo Senhor Presidente foi presente um processo de licenciamento de obras de edificação do Departamento Técnico Operacional com o número de registo LE-EDI n.° 8/2016, de 25/01/2016, requerido pelo Centro Social Padres Redentoristas, para proceder a obra de alteração situada em Quinta do Socorro, Lote 114, em Castelo Branco. Na listagem do roteiro do processo processado no programa informático de Gestão e Seguimento de Processos (GSP) pode ler-se a seguinte informação exarada pelos serviços, datada de 26/05/2017: “relativamente ao assunto supracitado, cumpre-me informar que o requerente foi notificado, nos termos do artigo 100.° do Código do Procedimento Administrativo, para no prazo de dez dias se pronunciar por escrito relativamente à intenção de declaração da caducidade do processo de licenciamento. Vem agora o requerente alegar que não foi requerida a respetiva licença de construção referente ao processo LE-EDI n.° 8/2016 mas que mantém a intenção de executar a referida obra. Consideramos que na caducidade, a audiência prévia serve para o promotor manifestar o seu interesse em proceder às obras ou não e a Câmara Municipal averiguar se é de conceder uma nova oportunidade ao promotor da obra de a realizar e concluir se for esse o seu interesse, e por outro lado, ponderar os interesses públicos envolvidos, nomeadamente, ponderar se, para a prossecução dos mesmos, é mais importante sancionar a inércia do promotor, extinguindo o titulo, ou incentivá-lo à concretização da operação urbanística através da reabilitação do título ou da prorrogação do prazo. Face ao exposto consideramos que o requerente estará em condições de lhe ser reabilitada a autorização de licenciamento, caso requeira o respetivo alvará no prazo máximo de 15 dias, no entanto, cabe no uso do seu poder discricionário, à Câmara Municipal a avaliação da situação e optar pelo ora proposto, não declarando a caducidade ou entender que ainda assim, estão preenchidos os requisitos legais, declarando-a”.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, declarar a não caducidade do processo de licenciamento de obras de edificação com o número de registo LE-EDI n.° 8/201 6, de 25/01/2016, caso o Centro Social Padres Redentoristas requeira o respetivo alvará no prazo máximo de quinze dias, para proceder a obra de alteração situada em Quinta do Socorro, Lote 114, em Castelo Branco.

4.2.2. Licenciamento de Obras de Edificação. João António Marques. Almaceda

Pelo Senhor Presidente foi presente um processo de licenciamento de obras de edificação do Departamento Técnico Operacional com o número de registo LE-EDI n.° 28/2016, de 03/03/2016, requerido

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por João António Marques, para proceder a obra de edificação nova situada no lugar conhecido como Vinhas de Santo António, na povoação de Paiágua, na freguesia de Almaceda. Na listagem do roteiro do processo processado no programa informático de Gestão e Seguimento de Processos (GSP) pode ler-se a seguinte informação exarada pelos serviços, datada de 25/05/2017: “relativamente ao assunto supracitado, cumpre-me informar que o requerente foi notificado, nos termos do artigo 100.° do Código do Procedimento Administrativo, para no prazo de dez dias se pronunciar por escrito relativamente à intenção de declaração da caducidade do processo de licenciamento. Vem agora o requerente alegar que não foi requerida a respetiva licença de construção referente ao processo LE-EDI n.° 28/2016 mas que mantém a intenção de executar a referida obra. Consideramos que na caducidade, a audiência prévia serve para o promotor manifestar o seu interesse em proceder às obras ou não e a Câmara Municipal averiguar se é de conceder uma nova oportunidade ao promotor da obra de a realizar e concluir se for esse o seu interesse, i e por outro lado, ponderar os interesses públicos envolvidos, nomeadamente, ponderar se, para a prossecução dos mesmos, é mais importante sancionar a inércia do promotor, extinguindo o titulo, ou incentivá-lo à concretização da operação urbanistica através da reabilitação do titulo ou da prorrogação do prazo. Face ao exposto consideramos que o requerente estará em condições de lhe ser reabilitada a autorização de licenciamento, caso requeira o respetivo alvará no prazo máximo de 15 dias, no entanto, cabe no uso do seu poder discricionário, á Cãmara Municipal a avaliação da situação e optar pelo ora proposto, não declarando a caducidade ou entender que ainda assim, estão preenchidos os requisitos legais, declarando-a”,

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, declarar a não caducidade do processo de licenciamento de obras de edificação com o número de registo LE-EDI n.° 28/2016, de 03/03/2016, caso o Senhor João António Marques requeira o respetivo alvará no prazo máximo de quinze dias, para proceder a obra de edificação nova situada no lugar conhecido como Vinhas de Santo António, na povoação de Paiágua, na freguesia de Almaceda.

Ponto 5—SERviÇOS MUNICIPALIZADOS DE CASTELO BRANCO

Aplicação de Coimas em Processos de Contraordenação

5.1. Processo Contraordenação n.° 33/2016. Duafar, Construção Civil & Obras Públicas, Lda Pelo Senhor Presidente foi presente o Processo de Contraordenação n.° 33/2016, instruido pelos Serviços Municipalizados de Castelo Branco, em que é arguida a empresa Duafar, Construção Civil &

Obras Públicas, Lda, para efeitos de aplicação da respetiva coima, nos termos do n.° 1 do artigo 91.° do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do

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Município de Castelo Branco, que estipula que “a fiscalização e a instrução dos processos de contraordenação competem aos SMCB, sendo da competência da Câmara Municipal de Castelo Branco a aplicação das respetivas coimas”. No presente processo, fundamentado pela violação da alínea c) do artigo 12.° e cominado pelas alineas b) e d) do n.° 3 do artigo 89°, do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Municipio de Castelo Branco, consta a proposta de decisão, tomada em 11/05/2017 e aprovada em reunião do Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados, de 16/05/2017, seguidamente transcrita: “Processo de contraordenação n.° 33/2016. Por despacho da Sra. Administradora dos Serviços Municipalizado de Castelo Branco, fundamentado na Informação/Auto de Vistoria n.° 33/2016, contra o arguido Duafar, Lda., com sede no Bairro da Amendoeira, Lote 11, 6005-170 Escalos de Cima, foi instaurado o processo contraordenacional, porquanto ‘Aos 15 dias do mês de dezembro, do ano de 2015, a Empresa Quatar, Lda. contestou a leitura presente na fatura nY 30391703, É prática corrente dos Serviços Municipalizados, efetuar registo fotográfico de situações anômalas, aquando das leituras do contador e, ao rececionar a carta da empresa referida, foi feita uma consulta ao processo do cliente onde se constatou haver registos fotográficos do dia da leitura, isto por, o consumo do contador em questão ser muito elevado e, o colaborador achar estranho o mesmo estar sempre a contar, Os funcionários Nuno Manuel Belo dos Santos e José Carlos Farias dos Santos, estiveram presentes na Rua A Zona Industrial de Castelo Branco, Lote P 8A, 6000-459 Castelo Branco, local onde o contador estava instalado. O primeiro procedeu à recolha da leitura do contador e registo fotográfico do mesmo, o segundo constatou a ocorrência de uma rotura na rede interna do cliente na presença do encarregado da empresa. No âmbito do atual processo apuraram-se os seguintes factos relaUvos à empresa Duafar, Lda., com sede, Rua A Zona Industrial de Castelo Branco, Lote P 8A, 6000-459 Castelo Branco. Em 11/11/2015, aquando da recolha de leitura do contador pelo colaborador dos SMCB, o contador encontrava-se em pleno funcionamento, contando ininterruptamente, o que levantou uma suspeita de fuga. Ao deparar-se com esta situação, o leitor alertou o encarregado, Sr. João Serra, que fez deslocar ao local em causa, um funcionário que, na presença do encarregado da empresa Duafar, Lda., constatou a existência de uma anomalia na rede interna. Na altura, a empresa preferiu fazer uma canalização nova externa, a descobrir o local da referida rotura. O contador n.° 59083, foi instalado no dia 01/07/2015 com leitura de 1 m3, foi instalado corretamente e, de acordo com os procedimentos dos SMCB, foi a instalação do mesmo devidamente selada em relação à rede, passando essa selagem pela válvula de corte geral. Em 11/11/2015, conforme fotografia junta (ver foto), o contador apresentava a leitura de 4.766 m3. Também, como é evidente na foto, apresentava alguma sujidade, correspondente aos meses de instalação numa caixa exterior. Nessa foto, pode também ser

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visualizada a correta selagem em relação à rede, envolvendo a válvula de corte geral, conforme preconizado e realizado pelos SMCB. Em 18/12/2015, conforme fotografia junta (ver foto), o contador apresentava a leitura de 4 m3. Como é evidente na foto, o contador apresenta-se muito limpo, por comparação com a foto de um mês antes. Na mesma foto, pode observar-se que existe uma selagem similar à de 11/11/2015, mas diferente. Mais se observa que, o contador apresenta uma fratura no anel de fecho do totalizador, Daqui, apenas se pode concluir que o contador foi retirado do local de instalação, tendo voltado a ser instalado e a selagem sido refeita, aparentemente por quem saberia o que estava a fazer, mas que não conseguiu reproduzir as condições iniciais, já que se verificam diferenças evidentes entre as duas selagens (mais uma vez, observar a foto).’ Pelo que ficou V. Exa. indiciado da prática da infração prevista na alinea o) do artigo 12.° do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Municipio de Castelo Branco, publicado em Diário da República,

2a

Série n.° 106 de 5 de junho de 2013, que se transcreve: ‘Compete designadamente aos utilizadores: c) Não fazer uso indevido ou danificar qualquer componente dos sistemas públicos de abastecimento de água e/ou de águas residuais urbanas;’ Comportamento que vem punido nos termos alinea b) do n.° 3 do artigo 89°, do referido Regulamento, que se transcrevem: ‘Constitui contraordenação, punivel com coima de €250 a € 1.500, no caso de pessoas singulares, e de € 1.250 a €22.000 no caso de pessoas coletivas a prática dos seguintes atos ou omissões por parte dos proprietários de edificios abrangidos por sistemas públicos ou dos utilizadores dos serviços: b) A alteração da instalação da caixa do contador e a violação dos selos do contador ou dos medidores; (...) Devidamente notificado para o efeito, por carta registada de 21 de março de 2017, o arguido não apresentou qualquer defesa escrita, nem oral. Vejamos. 1. Quanto à matéria alegada pelo arguido respeitante à impugnação dos factos: 1

-

Pelo descrito no Auto de Noticia, e provado pelos SMCB, o contador foi adulterado, apresentando estes danos exteriores, que impossibilitam legalmente de o mesmo ter sido sujeito a uma Verificação Extraordinária pela entidade competente; 2 - Desta forma fica mais do que provado que o arguido mexeu no contador sem permissão da entidade gestora, a selagem do contador encontra-se diferente da que a entidade gestora pratica, e essa mesma selagem é comprovada pelas fotografias que acompanham o processo; 3- Com a alteração do contador na rede, à revelia da entidade gestora, o mesmo desmarcou os valores inicialmente apresentados (11/11/2015

-

4,766 m3), para os valores obtidos mais tarde (18/12/2015 -4 m3); 4

-

Segundo o artigo 57.° do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e de Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco: Responsabilidade pelo Contador. 1. O contador fica á guarda e fiscalização imediata do utilizador, o qual deve comunicar aos SMCB todas as anomalias que verificar, nomeadamente não abastecimento de água, abastecimento sem

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contagem, contagem deficiente, rotura e deficiências na selagem, entre outro. (..j’ II. 1

-

Pelo exposto, consideram os SMCB como provados todos os factos constantes do auto de vistoria n.° 33/2016. 2

-

O valor proposto para a contraordenação, por estes SMCB, baseia-se no facto de arguido ser reincidente no incumprimento do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e de Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco. 3

-

O arguido cometeu com a sua conduta um fato ilícito censurável, prevendo o resultado ilícito da sua conduta como possível, não tomou as devidas precauções para o evitar, atuando de forma descuidada e leviana, A sua atuação ficou-se ao nível da negligência. 4

-

Assim, proponho a aplicação ao arguido a coima de € 6.000,00. Remete-se a presente proposta à Sra.

Administradora dos Serviços Municipalizados de Castelo Branco, para efeitos de submissão ao Conselho de Administração e deliberação pelo Sr. Vereador com competência delegada para instrução dos processos de contraordenação e aplicação da respetiva coima por despacho do Sr. Presidente datado 22 de outubro de 2013. Em caso da proposta ser aprovada, deverá o arguido ser notificado: De que a decisão se torna definitiva e exequivel se não for judicialmente impugnada no prazo de 20 dias após o seu conhecimento pela arguida (artigo 59.° do Decreto-Lei n.° 433/82, de 27 de outubro); Em caso de impugnação judicial o Tribunal pode decidir mediante audiência ou, caso a arguida e o Ministério Público não se oponham, mediante simples despacho.”

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, nos termos do n.° ido artigo 91? do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Municipio de Castelo Branco, aplicar á empresa Duafar, Construção Civil & Obras Públicas, Lda., arguida no processo de contraordenação n.° 33/2016, a coima de €6.000,00, prevista na alínea b) e d) do n.° 3 do artigo 89°, por violação da alínea c) do artigo 12°, do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco, publicado em Diário da República, 2 Série n.° 108 de 5 de junho de 2013.

5.2. Processo Contraordenação n.° 2)2017. Isabel Conceição Geraldes Salsinha

Pelo Senhor Presidente foi presente o Processo de Contraordenação n.° 2/2017, instruído pelos Serviços Municipalizados de Castelo Branco, em que é arguida Isabel Conceição Geraldes Salsinha, para efeitos de aplicação da respetiva coima, nos termos do n.° ido artigo 91? do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco, que estipula que “a fiscalização e a instrução dos processos de contraordenação competem aos SMCB, sendo da competência da Càmara Municipal de Castelo Branco a aplicação das respetivas coimas”. No presente processo, fundamentado pela violação dos artigos i8.° e 21.° e cominado pela alínea b) do n.° 2

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do artigo 54°, do Regulamento dos Serviços de Abastecïmento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco, publicado em Diário da República, 2.2 Série n.° 198 de 14 de outubro de 2016, consta a proposta de decisão, tomada em 11/05/2017 e aprovada em reunião do Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados, de 16/05/2017, seguidamente transcrita:

:Processo de contraordenaçâo n.° 212017. Por despacho da Sra, Administradora dos Serviços Municipalizado de Castelo Branco, fundamentado no processo da GNR n.° 300.05.10, contra a arguida Isabel Conceição Geraldes Salsinha, com residência em Rua Ruivo Godinho, Lote 7, RIC Dto., 6000-275 Castelo Branco, foi instaurado o processo contraordenacional, porquanto ‘a informação enviada pela GNR, foi encontrado lixo a granel num espaço público, mais precisamente num caminho junta da Salsibeira, na localidade de Alcains, com as coordenadas geogrâficas Lat: 39:54.5916N Long: 007:28.4014W. E por diligências efetuadas pelos Serviços Municipalizados de Castelo Branco, anexando os comprovativos encontrados no referido lixo, identificámos a Sra. Isabel Conceição Geraldes Salsinha como arguida neste processo de contraordenação, por deposição de lixo em espaço público.’ Pelo que ficou V. Exa. indiciada da prática da infração prevista no estipulado no artigo 18.0 e artigo 21.0 do Regulamento de Serviço de Gestão de Resíduos Urbanos do Município de Castelo Branco, publicado em Diário da República, 2.2 Série n.° 198 de 14 de outubro de 2016, que se transcreve: ‘Artigo 18°. Acondicionamento. Todos os produtores de resíduos urbanos são responsáveis pelo acondicionamento adequado dos mesmos, devendo a deposição dos resíduos urbanos ocorrer em boas condições de higiene e estanquicidade, nomeadamente em sacos devidamente fechados, não devendo a sua colocação ser a granel, por forma a não causar o espalhamento ou derrame dos residuos. Artigo

21.0.

Regras de Deposição. 3-A deposição está, sujeita às seguintes regras: a) É obrigatório a deposição dos resíduos urbanos no interior dos equipamentos para tal destinados, deixando sempre fechada a respetiva tampa (..J’. Devidamente notificado para o efeito, por carta registada de 23 de janeiro de 2017, a arguida não apresentou qualquer defesa escrita. Vejamos. 1.

Quanto à matéria alegada pela arguida respeitante à impugnação dos factos: 1

-

Pelo descrito no processo n.° 300.05.10 da GNRJ e provado pelos SMCB, existe no local, prestação do serviço de gestão de resíduos; 2

-

A arguida não cumpriu o acondicionamento correto dos residuos, bem como, a sua correta deposição. II. 1

-

Pelo exposto, consideram os SMCB como provados todos os factos constantes no Processo n.° 300.05.10 da GNR. 2

-

Segundo o artigo 11.° do Regulamento de Serviço de Gestão de Resíduos Urbanos do Município de Castelo Branco: ‘Deveres dos Utilizadores. 1

-

Compete aos ufflizadores designadamente: a) Cumprir o disposto no presente Regulamento; (..) c) Acondicionar corretamente os residuos; (...) f) Cumprir as regras de deposição/separação dos resíduos urbanos; ( 3 -

A arguida cometeu com a sua conduta um fato ilícito censurável, prevendo o resultado ilícito da sua

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conduta como possível, não tomou as devidas precauções para o evitar, atuando de forma descuidada e leviana. A sua atuação ficou-se ao nível da negligência. III. Assim, proponho a aplicação à arguida a coima de € 250. Remete-se a presente proposta à Sra, Administradora dos Serviços Municipalizados de Castelo i Branco, para efeitos de submissão ao Conselho de Administração e deliberação pelo Sr. Vereador com competência delegada para instrução dos processos de contraordenação e aplicação da respetiva coima por despacho do Sr. Presidente datado 22 de Outubro de 2013. Em caso da proposta ser aprovada, deverá a arguida ser notificada: De que a decisão se toma definitiva e exequível se não for judicialmente impugnada no prazo de 20 dias após o seu conhecimento pela arguida (artigo 59.° do Decreto-Lei n.°

433/82, de 27 de outubro); Em caso de impugnação judicial o Tribunal pode decidir mediante audiência ou, caso a arguida e o Ministério Público não se oponham, mediante simples despacho.’

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, nos termos do n,° 1 do artigo giy do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco, aplicar a Isabel Conceição Geraldes Salsinha, arguida no processo de contraordenação n.° 2/2017, a coima de €250,00 prevista na alinea b) do n.° 2 do artigo 54°, por violação dos artigos 18.° e 21°, do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco, publicado em Diário da República, 2. Série n.° 198 de 14 de outubro de 2016.

5.3. Processo Contraordenação n.° 1212017. Maria Anjos Silva Figueiredo

Pelo Senhor Presidente foi presente o Processo de Contraordenação n.° 12/2011, instruído pelos Serviços Municipalizados de Castelo Branco, em que é arguida Maria Anjos Silva Figueiredo, para efeitos de aplïcação da respetiva coima, nos termos do n.° 1 do artigo 91Y do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Municipio de Castelo Branco, que estipula que “a fiscalização e a instrução dos processos de contraordenação competem aos SMCB, sendo da competência da Câmara Municipal de Castelo Branco a aplicação das respetivas coimas”. No presente processo, fundamentado pela violação da alínea c) do artigo 129 e cominado pela alinea b) do n.° 3 do artigo 89°, do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas

• Residuais do Município de Castelo Branco, publicado em Diário da República, 2, Série n.° 198 de 14 de outubro de 2016, consta a proposta de decisão, tomada em 11/05/2017 e aprovada em reunião do Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados, de 16/05/2017, seguidamente transcrita:

“Processo de contraordenação n,° 12/2017. Por despacho da Sra. Administradora dos Serviços Municipalizado de Castelo Branco, fundamentado na Informação/Auto de Vistoria n.° 19/2017, contra a

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arguida Maria Anjos Silva Figueiredo, com residência em Rua Gil Vicente n.° 11 C/V Dto., 6005-061 Alcains, foi instaurado o processo contraordenacional, porquanto, aos 16 dias do mês de março, do corrente ano de 2017, pelas 15:54 H eu Jorge Gil, funcionário destes Serviços Municipalizados, constatei, por inspeção no local, Rua Gil Vicente n.° 11 01V Dto., 6005-061 Alcains, ter o Sr.(a), Maria Anjos Silva Figueiredo, com residência em Rua Gil Vicente n.° 11 C/V Dto., 6005-061 Alcains, cometido a (s) seguinte (s) infração (ões): Ao efetuar a fiscalização ao cliente n.° 614610, o mesmo encontrava-se com a água indevidamente aberta e o selo de fecho de água por falta de pagamento violado, o cliente tem a água suspensa desde 12/12/2016. Pelo que ficou V, Exa. indiciada da prática da infração prevista na alínea c) do artigo 12.° do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Municipio de Castelo Branco, publicado em Diário da República, 2.8 Série n.° 199 de 17 de outubro de 2016, que se transcreve: ‘Compete designadamente aos utilizadores: c) Não fazer uso indevido ou danificar qualquer componente dos sistemas públicos de abastecimento de água e/ou de águas residuais urbanas;’ Comportamento que vem punido nos termos alínea b) do n.° 3 do artigo 89°, do referido Regulamento, que se transcrevem: ‘Constitui contraordenação, punível com coima de € 250 a € 1.500, no caso de pessoas singulares, e de € 1250 a €22.000 no caso de pessoas coletivas a prática dos seguintes atos ou omissões por parte dos proprietáhos de edifícios abrangidos por sistemas públicos ou dos utilizadores dos serviços: b) A alteração da instalação da caixa do contador e a violação dos selos do contador ou dos medidores; (

.

Devidamente notificada para o efeito, por carta registada de 20 de março de 2017. A arguida não apresentou qualquer defesa escrita ou oral. Vejamos. 1. Quanto à matéria alegada pela arguida respeitante ã impugnação dos factos: 1

-

Pelo descrito no Auto de Noticia, e provado pelos SMCB, o local em apreço encontrava-se com o selo de corte violado e a água aberta indevidamente; 2- A água foi suspensa 12/12/2016, por falta de pagamento do aviso de corte n.° 178577, com o valor de € 129.84, referente à totalidade das faturas em divida, com data limite de pagamento, 29/11/2016, apresentava a leitura de 155 m3; 3

-

Ao se efetuar um serviço de fiscalização no dia 16/03/2017 para a morada em apreço, toi detetado que o selo, que é colocado por estes Serviços quando executam um fecho de água por falta de pagamento, se encontrava violado e a água indevidamente aberta, o contador apresentava a leitura de 181 m3. 4-O fornecimento de água foi novamente suspenso, retirado o contador e selado o ramal de abastecimento. II. 1

-

Pelo exposto, consideram os SMCB como provados todos os factos constantes do auto de vistoria n,° 12/2017. 2- Segundo o artigo 57,° do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e de Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco: ‘Responsabilidade pelo Contador. 1. O contador fica à guarda e fiscalização imediata do utilizador, o qual deve comunicar aos SMCB todas as anomalias que verificar, nomeadamente não abastecimento de

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água, abastecimento sem contagem, contagem deficiente, rotura e deficiências na selagem, entre outro.

(...)‘ 3

-

A arguida cometeu com a sua conduta um fato ilícito censurável, prevendo o resultado ilícito da sua conduta como possível, não tomou as devidas precauções para o evitar, atuando de forma descuidada e leviana. A sua atuação ficou-se ao nível da negligência. III. Assim, proponho a aplicação ao arguido a coima de € 250. A arguida cometeu com a sua conduta um fato ilícito censurável, prevendo o resultado ilícito da sua conduta como possível, não tomou as devidas precauções para o evitar, atuando de forma descuidada e leviana. A sua atuação ficou-se ao nível da negligência. Remete-se a presente proposta á Sra. Administradora dos Serviços Municipalizados de Castelo Branco. Em caso da proposta ser aprovada, deverá a arguida ser notificada: De que a decisão se torna definitiva e exequível se não for judicialmente impugnada no prazo de 20 dias após o seu conhecimento pela arguida (artigo 59.° do Decreto-Lei n.°

433/82, de 27 de outubro); Em caso de impugnação judicial o Tribunal pode decidir mediante audiência ou, caso a arguida e o Ministério Público não se oponham, mediante simples despacho.”

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, nos termos do n.° 1 do artigo 91.0 do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco, aplicar a Maria Anjos Silva Figueiredo, arguida no processo de contraordenação n.°

1 12/2017, a coma de € 250,00, prevista na alínea b) do n.° 3 do artigo 89°, por violação da alínea c) do artigo 12°, do Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água e Saneamento de Águas Residuais do Município de Castelo Branco, publicado em Diário da República, 2.8 Série n.° 198 de 14 de i outubro de 2016.

Ponto 6— PATRIMÕNIO

6.1. Venda de Imóvel, Lote n.° 1 da Quinta do Pereirol EN 18 em Castelo Branco

Pelo Senhor Presidente foi presente a informação n,° 20, de 30/05/2017, do Diretor do Departamento Técnico Operacional, propondo o valor base para a licitação em hasta pública da venda do Lote n.° 1, localizado na Quinta do Pereiro/ EN 18, em Castelo Branco, inscrito na caderneta predial urbana sob o artigo 14789, da freguesia de Castelo Branco e descrita na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco sob o n.° 9103/20080718, propriedade do Município de Castelo Branco. De acordo com as considerações constantes do relatório de avaliação elaborado para o efeito, o valor base de licitação proposto é de €24.000,00.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, aprovar o valor base de licitação de €24.000,00, para a venda, em hasta pública, ao maior licitante, que terá lugar no próximo dia 16 de junho pelas 09h00, na reunião pública ca Câmara Municipal, do Lote n.° 1, localizado na Quinta do Pereiro! EN 18, em Castelo

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Branco, inscrito na caderneta predial urbana sob o artigo 14789, da freguesia de Castelo Branco e descrita na Conservatória do Registo Predial de Castelo Branco sob o n.° 9103/20080718, propriedade do Município de Castelo Branco.

6.2. Proposta de Cedência Graciosa de Prédio ao Município. Parcela de Terreno em Escalos de Baixo

Pelo Senhor Presidente foi presente a informação n.°

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datada de 29/05/2017, do Diretor do Departamento Técnico Operacional, exarada no seguimento de uma proposta da União das Freguesias de Escalos de Baixo e Mata, propondo a aceitação, por parte do Município de Castelo Branco, de uma parcela de terreno com a área de 416,00 m2, em Escalos de Baixo, destinando-se à concretização de arruamento público, conforme solicitude apresentada por parte de um grupo de moradores da localidade de Escalos de Baixo.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, nos termos da alinea j) do n.° 1 do artigo 33.° da Lei n.°

75/2013, de 12 de setembro, aceitar a cedência graciosa de uma parcela de terreno com a área de 416,00 m2, em Escalos de Baixo, destinando-se à concretização de arruamento público e autorizar a realização da respetiva escritura de cedência com os seus proprietários.

Mais deliberou, dar poderes ao Senhor Presidente ou a quem legalmente o substitua para outorgar a respetiva escritura de cedência.

6.3. Atribuição de Preço a Obras Editadas com o Patrocínio do Município para Venda ao Público na Biblioteca Municipal

Pelo Senhor Presidente foi presente a informação n.° 2288, de 03/05/2017, da Biblioteca Municipal, propondo a atribuição de preços obras editadas com o patrocínio do Municipio de Castelo Branco, constantes do seguinte quadro:

LIVROS

Autor Titulo Proposta

1. Sousa, Manuel de 25 de Abril: o renascer da esperança 6,00€

2. A apoteose de Amato Lusitano na sua terra natal 1,50€

3. Vieira, Vergilio A Biblioteca de Alexandria 500€

4. A rua da minha esla 1,50 €

5. A voz social 0,30€

6. Oliveira, Nunes de Administração e politica social em Moçambique 2,00€

7. Alguns farmacêuticos naturais ou residentes em castelo Branco 0,50€

8. Alvará do Rei D. José e cana Régia 0,50€

9. Dias, José Lopes Amato Lusitano, ddadão de castelo Branco 1,00€

10. Martins, Ernesto candeias Amor, meditação e acção . . 15.00 €

11. Neves, Femando Paulouro António Paulouro: 100 anos depois: lotobiografla .. 17,00 €

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CAMARA MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO

12. Aritóno Pauouro: as palavras e as causas 1700€

13. - Asdançastradicoflai5daLousa 1 700€

14. Asas 250€

15. Bruxo, Jorge Balsta Auto-retrato do Padre Joaquim Guerra, S.J. 9,00€

16. Bibkotecas em Portugal 30,00€

17. Caderno de Cultura Medicina na Beira Interior, N° 26 7,00€

Is, CadernodeCullura Medicina na Beirainterior, N°27 7,00€

19. Cademo de Cullura MedEcina na Bera Interior, N° 28 7,00 €

20. - -—- CademodeCuIturaMedcinan aBe ralntehorN.°29 7,00€

21.

--.---C&iernodeCuuraMedicinanaBeiraIntedor,N°30 7,00€

22. Cerejo. Luis Camioneta da carreira 6,00 €

23, Noverre, Jean-Georges Cartas sobre a dança e sobre os bailados 15,00€

24. Castelo Branco-Dois anos a construir o futuro 2,00€

25. Castelo Branco-Guia da cidade 4,00€

26. Cine-Teatro Avenida: equipamento municipal 1,50€

27. Colchas de Castelo Branco 30,00€

26, Comemorações do Bicentenário de Castelo Branco 12,00€

29. Coro de Câmara e Coro Universitário da Universidade de Salamanca: programa 0,50€

30. Cortejo de Oferendas 12,00€

31 Crianças sem a sua infância 15,00€

32. Curriculum de Edmundo Andrade Pires 1,00 €

33. Nunes, Luisa Ferreira Diário da Natureza 2012 15,00€

34. Dicionário geográfico ou noticia histórica... 1,00€

35. Dificuldades de uma vida 13,80€

36. Pereira, Bemardo Discurso apologético em defesa dos prodigios da natureza... 6,00€

37. Discurso pronunciado... na Academia das Ciências por Lopo Vaz de Sampayo e Meio 1,50€

38 Discurso pronunciado... na Academia das Ciências por Nunes de Oliveira 1,50€

39. Vieira, Vergilio Do alto do cavalo azul 5,00€

40. Gouveia, Maria de Lurdes Ensaio bibliográfico de Miguel Torga 1,50€

41. Almeida, Jusrino Mendes de Evocação do Prof. Doutor D. Femando de Almeida 1,00€

42. Exposição bibliogrática, documental e histórica do dsffito de Castelo Branco... 350€

43. Exposição de pintura Arpaz Szenes-Cargaieiro 2,50€

44. Lobo Emesto Pinto Faria de Vasconcelos: a obra e o homem 1,50€

45 Faria de Vasconcelos: vida e obra... 1,50€

46. Teixeira, Maria de Jesus Viegas Foi há mlhões de anos 250€

47. Históhada indústria de ianiflcios naAMeiade Retax

.

48. Piccolomini, Eneas Silvio História de dois amantes

7,9q

49. 1 Festival Foldôrico da Beira Baixa -Junho 1963 3,00€

50. Inauguração da Linha da Beira Baixa-Gazeta dos Caminhos de Ferro 1,00€

51. Dias dos Lopes , João Roiz de Castelo Branco e João Roddgues de Castelo Branco

52. Jubileu-Revista 2,50€

53. Matos, Joaquim Juncal do Campo: riquezas e aspectos históricos da freguesia 1,50€

54. Magalhães, Ana Maria Lendas e segredos das Aldeias Históricas de Portugal 9,00€

55. Cardoso, P. Geraides Liquidação de uma campanha 100€

56. Gonçalves, José Maria Caldeira Malpica, que minhas saudades teces 7,00€

57. Lourinho, Ribeiro Marés de Ternura 5,00€

58. Memorial histórico-artistico e monumental dos concelhos de Castelo Branco... 1,50€

59. Oliveira, Nunes de Moçambique: alguns aspectos e pmblemas da sua vida,.. 2,00€

60. Nossa Senhora dos Altos Céus 12,00€

61. Tomás, Helena Margarida O bicho-da-seda e a seda na cultura e na tradição 7,00€

Ata n.° 15/2017, de 2 de Junho Página 19/27

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CÂMARA MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO

62. O bicho-da-seda: um livro para crianças 5,00€

63. O Estado Novo e o Mundial de Futebol de 1966 18,00€

64. Vieira] Vergilio O livro dos desejos 5,00€

65. O livro dos enganos 5,00€

66. O peixinho folha de água 5,00 €

67. Teixeira, Filomena O planeta (re)imaginado 4,00 €

68. Ribeiro, Carlos Alberto Duque O que me vai na alma 5,00€

69. Vieira, Vergilio O saco das mentiras 5,00€

70. Salvado, António Obra -1 10,00€

71. Obra-lI 10,00€

72. Oliveira, Nunes de Oração a Mousinho 2,00€

73. Nunas, Anlónb Lopes Pires Os Portugueses na Grande Guerra 10,00€

74. Para a história dos Caminhos de Ferro Portugueses 1,00€

Pintura: Prelúdo-Una Roque 0,50€

76. Placa funerária de Escalas de Cima 0,50€

77. Madins, Anacleto Podados quinhentistas da cidade de Castelo Branco 2,50€

78. Monteiro, Isabel Ribeiro Raizes do meu canto 5,00€

79. Relação onomásbca das obras existentes na Biblioteca Municipal1.0 vol. 3,50 €

80. Relação onomástica das obras existentes na Biblioteca Municipal2. vol. 3,50€

81. Relação onomástica dos indices da revista Estudos de Castelo Branco 2,50€

82. Subsidios para a toponimia albicastrense no século XVI 8,00€

83. Ficalho, Conde de Viagens de Péro da Covilhã 7,00€

84. Dias, Jaime Lopes Viriato: herói e pioneiro da independência 2,00€

OUTROS

Autor Titulo Proposta

1. Àbeirafado-CD 12,50€

2 Carvalho, Arlindo de Canções à beira terra 12,50€

3. Danças tradicionais da Lousa-CD 15,00€

4. Campos, Nuno Estampa Impressão Offset tâmara Municipal e Estátua de Amato Lusitano 15,00€

s.

Estampa Impressão 0ffset “Capela da Senhora de Mércoles’ 15,00€

6. . EstampalrnpressãooffsercasteloBrancoseyundaouadedeArmas

.199P.

7. Estampa Impressão Offset “Cruzeiro de São João” 15,00€

8. Teixeira, João Estampa Impressão Offset “Fonte Romana de Alcains” 10,00€

9. Campos, Nuno Estampa Impressão Offset “Torre do Relógio’ 15,00€

10. Coro Misto da Beira Interior Fado 12,50€

11. Folheto Bordado tradicional de Castelo Branco (português) 0,20€

12. Folheto Colcha de Castelo Branco (castelhano) 0,20€

13. Folheto Jardim do Paço Episcopal (letras pretas) 0,20€

14. Folheto Jardim do Paço Episcopal (letras vermelhas) 0,20€

15. Guia do professor 2,50€

16 Instituto Podugués da Juventude Kits prevenção 1,50€

17. Medalha Comemorativa do V Centenário de Amato Lusitano 2011 25,00€

18. Museu do Canteiro-Folheto inglês 0,15€

19. Museu Etnográfico da Lousa (folheto grande) 0,50€

20. Museu Etnográfico da Lousa (folheto pequeno) 0,25€

21. Rancho Folclórico Vicentino 12,50€

22. Santos, José Lopes dos Serigrafia “Antigo Edificio dos Correios” 30,00€

23. Sintonizados 12,50€

24. Terras de Idanha 20,00€

Ata nY 15/2017, de 2 de Junho Págfria 20/27

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CÂMARA MUNICIPAL DE CASTELO BRANC

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, aprovar os preços de venda ao público das obras patrocinadas pelo Município de Castelo Branco, conforme consta do quadro acima transcrito e que é incluso na informação n.° 2288, de 03/05/2017, da Biblioteca Municipal.

6.4. Exploração de Serviço de Cafetaria em Edifico Municipal. Lote P8C da Área de Localização Empresarial de Castelo Branco. Randstad II

Prestação de Serviços, Lia. Proposta de Autorização

Pelo Senhor Presidente foi presente um requerimento apresentado pela empresa Randstad II

Prestação de Serviços, Lda., na qualidade de arrendatária do edificio municipal identificado como Lote PSC da Área de Localização Empresarial de Castelo Branco, para autorizá-la a proceder ao subarrendamento do espaço existente no edificio destinado à exploração de serviço de cafetaria, para usufruto dos seus funcionários. O presente requerimento foi elaborado para dar provimento ao parecer do Gabinete Jurídico prestado no programa de gestão documental MyDoc, em 19/05/2017, que se reproduz:

“nos termos da alinea c) do artigo 5.° do regime jurídico de acesso e exercício de atividades e comércio, serviços e restauração (RJACRS), está sujeito à obtenção de autorização do município territorialmente competente o acesso ‘a exploração de estabelecimentos de restauração ou de bebidas, nos casos em que deva haver lugar a pedido de dispensa dos requisitos constantes dos artigos 1269 a 1309 e 133°’, do RJACRS, caso contrário está sujeito à apresentação de uma mera comunicação prévia face ao que estabelece a alínea 1) do n.° 1 do artigo 4.° do já referido regime. Ora, compulsando os dois regimes, a exploração de estabelecimentos de restauração e bebidas que cumpra todos os requisitos dos artigos 1229 a 136.° do RJACSR está sujeita a mera comunicação prévia, sendo que a exploração destes estabelecimentos com dispensa dos requisitos referidos nos artigos 126.° a 130.° e 133°, está sujeito a autorização que abrange quer a dispensa dos requisitos, quer a própria exploração do estabelecimento, seguindo neste caso a estatuição do artigo

11.0

do RJACSR. Assim, terá a Randstad de apresentar a sua pretensão para avaliação e decisão da câmara municipal, devendo para o efeito enumerar e fundamentar, quais os requisitos que pretende sejam dispensados, no sentido de ficar habilitada a exercer aquela atividade.

A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, autorizar a empresa Randstad II

Prestação de Serviços, Lda,, arrendatária do Lote PBC da Área de Localização Empresarial de Castelo Branco, proceda ao subarrendamento do espaço destinado à exploração de serviço de cafetaria e previamente existente naquele edifício propriedade Municipal, para usufruto dos seus funcionários.

Ponto 7CONTABILIDADE

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CÂMARA MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO 4

9• Alteração ao Orçamento e 8. às Grandes Opções do PlanoI2Ol7

A Câmara Municipal tomou conhecimento da

8,d

Alteração ao Orçamento e 7•3 às Grandes Opções do Plano/2017, respetivamente, nos valores de € 92,500,00 e € 151.000,00, quer nos reforços, quer nas anulações.

Ponto 8— DELIBERAÇÕES DIVERSAS

8.1. Autoridade Urbana de Castelo Branco. Proposta de Criação na Estrutura Orgânica Flexível do Municipio

Pelo Senhor Presidente foi presente, para ratificação da Câmara Municipal, o seu Despacho n.°

18/2017, de 29 de maio, concernente á criação da Autoridade Urbana no âmbito do Município de Castelo Branco, O despacho é, seguidamente, integralmente reproduzido. “Despacho n° 18/2017. A Câmara Municipal, em reunião ordinária realizada a 8 de maio de 2015, aprovou a Estrutura Orgânica Flexivel, cujo regulamento foi publicado do Diário da República, ? série, n° 102, de 27 de maio de 2015 e posteriormente alterada em reunião de 5 de fevereiro de 2016, republicada no Diário da República,

2a

série, n° 28, de 24 de fevereiro de 2016. O processo de criação no âmbito do Municipio da Autoridade Urbana de Castelo Branco que está em fase de ultimação, implica a sua afetação aquela estrutura, pelo que urge proceder à sua alteração. Tendo em conta que a CCDRC exige que a conclusão do processo, com vista à sua aprovação por aquela entidade, esteja concluído até ao próximo dia 29 de maio, e sendo competência da Câmara Municipal a aprovação e alteração da estrutura orgânica flexível; e, por outro lado, como não é possivel reunir extraordinariamente a câmara municipal dada a urgência na remessa do processo, determino, nos termos do disposto no n°3 do artigo 35° da Lei n°75/2013, de 12 de setembro, a criação na Estrutura Orgânica Flexível, cujo regulamento foi publicado do Diário da República, 2 série, n°

102, de 27 de maio de 2015,e republicado no Diário da República, 2 série, n° 28, de 24 de fevereiro de 2016, a Autoridade Urbana de Castelo Branco, na direta dependência do Presidente da Cãmara, cujas competências, nos termos do Decreto-Lei n.° 137/2014, de 12 de setembro, são as seguintes: 1. Aplicar os critérios de seleção aprovados pelo respetivo comité de acompanhamento do Programa Operacional (P0);

2. Assegurar a organização dos processos de candidatura; 3. Assegurar que a operação selecionada corresponde ao âmbito do fundo ou dos fundos em causa e pode ser atribuida à categoria de intervenção;

4, Verificar se o beneficiário tem capacidade administrativa, financeira e operacional para cumprir as condições referidas na alínea anterior, antes de a operação ser aprovada, quando aplicável; 5. Verificar se a operação a selecionar tem enquadramento nas elegibilidades específicas do correspondente P0, adequação técnica para prossecução dos objetivos e finalidades específicas visadas, demonstração

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CÂMARA MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO

objetiva da sua viabilidade e sustentabilidade económica e financeira; 6. Verificar se foi cumprida a legislação aplicável à operação em causa, sempre que a operação tenha início antes da apresentação do pedido de financiamento à AG; 7. Garantir que as operações selecionadas não incluem atividades que tenham feito parte de uma operação que tenha sido ou devesse ter sido objeto de um procedimento de recuperação em conformidade com o artigo 71.° do Regulamento (UE) n.° 1303/2013, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de dezembro de 2013, na sequência de uma deslocalização de uma atividade produtiva fora da área do programa; 8. Determinar a categoria de intervenção a que são atribuidas as despesas da operação; 9. Verificar a realização efetiva dos produtos e serviços cofinanciados, a obtenção dos resultados definidos quando da aprovação e o pagamento da despesa declarada pelos beneficiários, bem como a sua conformidade com a legislação aplicável, com o P0 e com as condições de apoio da operação; 10. Garantir que os beneficiários envolvidos na execução das 1 operações reembolsadas com base em custos elegíveis efetivamente suportados, utilizam um sistema contabilístico separado para todas as transações relacionadas com a operação ou a codificação contabilística fiscalmente aceite; 11. Estabelecer procedimentos para que todos os documentos de despesa e das auditorias sejam conservados em conformidade com o disposto no Reg. (UE) n.°

1303/2013, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de dezembro de 2013, nomeadamente para garantir uma pista de auditoria adequada, ou com disposições legais nacionais, quando estas imponham prazos mais alargados; 12. Criar um sistema de registo e arquivo eletrónico dos dados sobre cada operação, que sejam necessários para os exercícios de monitorização, avaliação, gestão financeira, verificação e auditoria, incluindo, se for caso disso, os dados sobre os participantes individuais nas operações; 13. Garantir que os dados referidos no ponto anterior são recolhidos, introduzidos e registados no sistema a que se refere a mesma alínea, e que os dados sobre os indicadores são, quando aplicável, desagregados por sexo; 14. Realizar verificações administrativas relativamente a cada pedido de reembolso por parte dos beneficiários; 15. Verificar a elegibilidade das despesas no ãmbito do processo de seleção e execução das operações; 16. Realizar verificações as operações in oco, as quais podem ser realizadas por amostragem; 17. Garantir o cumprimento dos normativos aplicáveis, nomeadamente no domínio da contratação pública, do ambiente, do ordenamento do território e da igualdade de oportunidades; 18. Disponibilizar aos beneficiários as informações pertinentes para realizarem as operações; 19. Assegurar a criação e a descrição de um sistema de gestão, bem como garantir a criação e o funcionamento de um sistema de controlo interno que previna e detete irregularidades e permita a adoção das medidas corretivas oportunas e adequadas; 20. Fornecer as informações necessárias para o exercício das suas competèncias, em especial, os dados sobre os progressos do P0 na realização dos

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Referências

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